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O Festival América do Sul - FAS 2026 comemora duas décadas de integração cultural e diplomacia artística entre os países latino-americanos.Com o tema "Rios de Memória - Tramas Fronteiriças", o festival propõe um reencontro com as águas do rio Paraguai e com os povos que as habitam, transformando o Pantanal em palco vivo de arte, ancestralidade e sustentabilidade.Durante nove meses, o projeto desenvolverá residências artísticas, oficinas formativas, feiras criativas e mostras audiovisuais, culminando em quatro dias de programação intensiva no Porto Geral de Corumbá e espaços parceiros em Ladário e comunidades ribeirinhas.O FAS 2026 será uma experiência sensorial e simbólica, que faz da arte um gesto de travessia, memória e reexistência, unindo ações de formação artística, como oficinas e residências, e apresentações artísticas de diversas linguagens.
O Festival Internacional América do Sul – FAS 2026 – Rios de Memória: Tramas Fronteiriças é um encontro multicultural que transforma o rio Paraguai e o território pantaneiro em um grande palco vivo de arte, ancestralidade e convivência. A edição propõe um diálogo entre povos originários, afrodescendentes, comunidades ribeirinhas e fronteiriças, promovendo experiências artísticas que unem tradição e contemporaneidade, corporeidade e espiritualidade, memória e futuro.A seguir, as sinopses dos produtos integrantes do projeto:1. Festival Multilinguagens Presencial e HíbridoEvento central do projeto, realizado em Corumbá, Ladário e comunidades ribeirinhas, com quatro dias de programação presencial e seis meses de ações formativas e digitais. Apresenta 100 atrações artísticas brasileiras e de outros países da América do Sul, abrangendo música, teatro, dança, literatura, circo, artes visuais e performances contemporâneas. Inclui shows, espetáculos, intervenções urbanas, fóruns de debate e apresentações acessíveis, com tradução em Libras. Classificação indicativa: Livre. Temas: integração latino-americana, diversidade cultural, sustentabilidade e acessibilidade.2. Mostra de Cinema Latino-AmericanoExibição de longas, curtas e documentários de realizadores sul-americanos, com foco em temas identitários, ambientais e sociais. As sessões ocorrerão em praças, cineclubes e espaços públicos, com rodas de conversa e oficinas de audiovisual comunitário. Parte da programação será transmitida online, com legendas descritivas, tradução para Libras e audiodescrição. Classificação indicativa: variada conforme o conteúdo (geralmente 12 anos). Temas: fronteiras culturais, povos e territórios, memória e cinema decolonial.3. Residências Artísticas e Oficinas ComunitáriasConjunto de atividades formativas e colaborativas, que integram artistas locais, educadores e comunidades tradicionais. As residências desenvolverão processos de criação coletiva em artes cênicas, visuais, literatura e música, enquanto as oficinas abordarão economia criativa, produção cultural, sustentabilidade e acessibilidade nas artes. Os resultados serão apresentados em performances, publicações digitais e exposições abertas ao público. Classificação indicativa: Livre. Duração: 6 semanas. Temas: cocriação, pedagogia da cooperação, interculturalidade e saberes comunitários.4. Feira de Saberes e Economias CriativasEspaço de troca, exposição e comercialização solidária de produtos artesanais, literários, gastronômicos e artísticos, com ênfase na produção de mulheres, povos tradicionais e coletivos periféricos. Serão instaladas tendas temáticas de artesanato, design social, moda sustentável e culinária identitária, além de rodas de conversa e apresentações culturais. A feira valoriza o comércio justo, a sustentabilidade e a geração de renda local, fortalecendo a economia criativa do Pantanal. Classificação indicativa: Livre. Duração: 4 dias. Temas: empreendedorismo cultural, sustentabilidade, ancestralidade e circularidade econômica.5. Publicação Digital “Rios de Memória” (Catálogo Bilíngue e Podcast)Registro digital do festival, bilíngue (Português/Espanhol) e acessível. O catálogo reunirá textos críticos, entrevistas, fotografias, obras poéticas e depoimentos dos participantes, além de artigos sobre cultura, território e acessibilidade. O podcast Rios de Memória funcionará como extensão sonora do catálogo, com episódios dedicados a cada eixo do festival. Distribuição: gratuita, via site oficial e plataformas digitais. Classificação indicativa: Livre. Temas: memória, arte, oralidade e integração cultural.6. Documentário e Exposição Itinerante Pós-FestivalO documentário registrará os processos artísticos e formativos do festival, com depoimentos de artistas, mediadores, público e comunidades. A exposição itinerante apresentará fotografias, vídeos, objetos e sons do festival, circulando por escolas e centros culturais do Mato Grosso do Sul e países fronteiriços. Ambos os produtos terão recursos de acessibilidade e entrada gratuita. Classificação indicativa: Livre. Temas: arte, território, identidade, memória e reexistência.Síntese geralO conjunto das ações compõe uma obra viva e coletiva, em que o rio Paraguai é o fio simbólico que une diferentes expressões e narrativas da América do Sul. O FAS 2026 – Rios de Memória é, assim, um território poético e político de encontro entre povos, corpos e linguagens — uma celebração da arte como travessia, da diversidade como potência e da cultura como direito.
OBJETIVO GERALPromover um festival cultural acessível, sustentável e decolonial que fortaleça a integração entre os povos da América do Sul, reafirmando o Pantanal como território de memória, diversidade, convivência e criação artística, por meio da realização de um evento internacional multilinguagem que articula arte, educação, acessibilidade e sustentabilidade. OBJETIVOS ESPECÍFICOS1) Realizar o Festival Internacional América do Sul - FAS 2026, com duração de 4 dias de programação presencial e atividades formativas ao longo de 6 meses, abrangendo Corumbá, Ladário e comunidades ribeirinhas da fronteira Brasil_Bolívia.2) Executar 6 residências artísticas e 12 oficinas comunitárias voltadas à formação cultural, sustentabilidade e economia criativa, envolvendo artistas e moradores locais.3) Promover a circulação de 100 atrações artísticas (música, teatro, dança, literatura, audiovisual e artes visuais), com participação de outros países da América do Sul.4) Produzir e difundir conteúdos audiovisuais e editoriais — incluindo catálogo bilíngue, podcast e documentário — como instrumentos de memória e transparência.5) Fomentar a economia criativa regional, com geração estimada de 300 empregos diretos e 1.000 indiretos, estimulando o turismo cultural e o comércio local.6) Estabelecer intercâmbio artístico e técnico entre Brasil, Bolívia, Paraguai e outros países sul-americanos, com parcerias institucionais e diplomáticas.7) Criar o legado "Rios de Memória", composto por exposição itinerante, plataforma digital e publicações de registro, garantindo continuidade das ações culturais após o festival.9) Avaliar e documentar resultados por meio de indicadores de impacto social, ambiental e cultural, assegurando a mensuração e a prestação de contas do projeto.
O Festival Internacional América do Sul é uma referência continental de integração cultural desde 2004. Em 2026, o festival floresce com uma nova identidade — Rios de Memória _ Tramas Fronteiriças — que propõe deslocar as lentes do centro urbano para as margens, reconhecendo nelas a potência simbólica e criadora da América Latina.Em um contexto de desafios ambientais, desigualdades e fragmentações sociais, o projeto reafirma a cultura como eixo de transformação, escuta e reconstrução de pertencimentos.O FAS 2026 reposiciona Corumbá como espaço estratégico de diplomacia cultural e de intercâmbio entre Brasil e Bolívia, ampliando sua força sociocultural, artístico e econômico por meio da valorização da diversidade, da sustentabilidade e da memória viva.O Festival Internacional América do Sul _ FAS 2026 _ Rios de Memória: Tramas Fronteiriças justifica-se pela relevância cultural, social e econômica de suas ações, voltadas à integração artística latino-americana, à formação de públicos e ao fortalecimento da economia criativa no território pantaneiro, fronteiriço e de grande valor simbólico para o Brasil.Realizado desde 2004, o FAS consolidou-se como uma das mais importantes plataformas de diplomacia cultural do continente, promovendo o diálogo entre artistas, coletivos, povos originários, afrodescendentes, comunidades ribeirinhas e fronteiriças. A edição de 2026 propõe uma atualização conceitual do festival, ancorada em princípios de decolonialidade, acessibilidade e sustentabilidade, reafirmando o papel da cultura como vetor de transformação social, desenvolvimento regional e valorização das identidades plurais que compõem a América do Sul.O projeto requer apoio por meio do Mecanismo de Incentivo Fiscal Federal (Lei nº 8.313/91), uma vez que sua abrangência territorial, caráter internacional e dimensão multilinguagem demandam investimentos compatíveis com a complexidade de suas ações artísticas, formativas e logísticas. O incentivo é essencial para garantir a gratuidade total da programação, a implementação plena de acessibilidade universal, a inclusão produtiva de comunidades locais e a viabilização de parcerias institucionais e diplomáticas com países vizinhos, assegurando que o projeto alcance público diversificado e inclusivo.Enquadramento Legal : Lei nº 8.313/91 (Lei Rouanet)➡ Art. 1º : Incisos aplicáveis: O projeto se enquadra nos incisos I, II e III do Art. 1º da Lei Rouanet:Inciso I: Incentivar a formação, produção e difusão de bens culturais.Inciso II: Promover o acesso democrático aos bens culturais e à produção artística.Inciso III: Preservar e valorizar a diversidade cultural e as expressões das diferentes comunidades e grupos sociais.Esses incisos se materializam na execução das ações formativas, feiras criativas, mostras artísticas, produções audiovisuais e intercâmbios transfronteiriços, fortalecendo o acesso, a diversidade e a memória cultural da região.➡ Art. 3º: Objetivos alcançados:O Festival América do Sul 2026 contribui diretamente para a consecução dos seguintes objetivos previstos no Art. 3º da Lei 8.313/91:· I _ Estimular a produção, a difusão e o acesso aos bens e serviços culturais;· II _ Proteger e valorizar a expressão dos diferentes grupos formadores da sociedade brasileira;· III _ Promover e difundir a cultura brasileira e sul-americana no País e no exterior;· IV _ Apoiar projetos que contribuam para a preservação e promoção do patrimônio cultural material e imaterial;· V _ Propiciar meios para o fortalecimento da identidade e da memória social e cultural;· VI _ Estimular ações de formação, pesquisa e intercâmbio cultural e artístico;· VII _ Incentivar o desenvolvimento da economia da cultura e a geração de trabalho e renda para artistas, técnicos e comunidades locais. Pertinência e impacto culturalO uso da Lei de Incentivo é indispensável para garantir:· A acessibilidade integral das ações, com inclusão de intérpretes de Libras, audiodescrição, legendas e mobilidade assistida;· A preservação ambiental e logística sustentável, considerando o bioma pantaneiro;· A democratização de acesso, assegurando a gratuidade das atividades em todas as etapas;· A valorização dos saberes locais e das culturas tradicionais em diálogo com produções contemporâneas;· A difusão internacional da cultura brasileira, em cooperação com países vizinhos;· A criação de oportunidades de trabalho, formação e circulação artística, fomentando a cadeia produtiva da cultura.Síntese finalAssim, o Festival Internacional América do Sul - FAS 2026 é um projeto de interesse público e relevância cultural, plenamente enquadrado nos dispositivos da Lei Rouanet, tanto em seus princípios gerais quanto em seus objetivos específicos. A utilização do mecanismo de incentivo fiscal garante a viabilidade de um evento gratuito, plural e sustentável, que integra arte, território e cidadania, fortalecendo o papel do Brasil como polo de integração e cooperação cultural no cenário latino-americano.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS· CANCLINI, Néstor García. Culturas Híbridas: Estratégias para Entrar e Sair da Modernidade. São Paulo: Edusp, 2011.· GONZÁLEZ, Lélia. Por um Feminismo Afro-Latino-Americano. Rio de Janeiro: Zahar, 2020.· MBEMBE, Achille. Política da Inimizade. Lisboa: Antígona, 2017.· MIGNOLO, Walter. Desobediência Epistêmica: Retórica da Modernidade, Lógica da Colonialidade e Gramática da Descolonialidade. Buenos Aires: Del Signo, 2008.· PRATT, Mary Louise. Imperial Eyes: Travel Writing and Transculturation. New York: Routledge, 2008.· SANTOS, Boaventura de Sousa. Epistemologias do Sul. São Paulo: Cortez, 2019.· YÚDICE, George. A Conveniência da Cultura: Usos da Cultura na Era Global. São Paulo: Edusp, 2006.· UNESCO. Relatório Mundial sobre Diversidade Cultural. Paris: UNESCO, 2022.
O Festival Internacional América do Sul – FAS 2026 – Rios de Memória: Tramas Fronteiriças é composto por um conjunto integrado de produtos culturais, formativos e de difusão, articulados sob os princípios de acessibilidade, sustentabilidade, interculturalidade e formação de público.A seguir, o detalhamento técnico de cada produto:1. Festival Multilinguagens Presencial e HíbridoFormato: evento presencial e online com duração de 4 dias de programação intensiva, somando cerca de 60 horas de atividades artísticas e formativas.Conteúdo: apresentações de música, teatro, dança, literatura, circo, performances e painéis temáticos.Estrutura técnica:3 palcos principais (Porto Geral, Praça Generoso Ponce e Espaço Cultural de Ladário);2 tendas formativas e 1 palco;sistema de sonorização digital e iluminação LED de baixo consumo;sinalização tátil e bilíngue (PT/ES).Acessibilidade: intérpretes de Libras, audiodescrição, legendas descritivas e transporte adaptado.Projeto pedagógico: mediação cultural e oficinas educativas antes e durante o evento, voltadas à formação de público, inclusão e sustentabilidade.Classificação indicativa: Livre. 2. Mostra de Cinema Latino-AmericanoFormato: exibição de 20 filmes (curtas, médias e longas-metragens) em sessões presenciais e virtuais.Duração: 5 dias, com 4 sessões diárias de aproximadamente 90 minutos.Equipamentos: projetores Full HD de 10.000 lúmens, telas de 8x5m, sistema de som digital e cabines acessíveis.Acessibilidade: legendagem descritiva, audiodescrição e tradução simultânea em Libras.Material complementar: catálogo digital com ficha técnica, sinopse e entrevistas com realizadores.Projeto pedagógico: oficinas de iniciação audiovisual e debates pós-sessão com mediação crítica sobre cinema latino-americano, gênero, raça e território.Classificação indicativa: variada (livre, 12 e 14 anos). 3. Residências Artísticas e Oficinas ComunitáriasFormato: conjunto de 6 residências e 12 oficinas realizadas ao longo de 6 meses.Público-alvo: artistas locais, educadores, jovens aprendizes e lideranças comunitárias.Temáticas: arte e território; sustentabilidade e bioma pantaneiro; acessibilidade criativa; cultura popular; práticas decoloniais.Materiais pedagógicos: apostilas digitais (60 páginas), kits de materiais recicláveis e instrumentos de criação coletiva.Espaços: escolas públicas, centros culturais e comunidades ribeirinhas.Projeto pedagógico: metodologia da Pedagogia da Cooperação e Epistemologias do Sul, com ênfase em processos colaborativos e interculturais.Produtos finais: performances coletivas, painéis artísticos e publicações digitais de registro.Classificação indicativa: Livre. 4. Feira de Saberes e Economias CriativasFormato: feira temática com 40 expositores locais e 4 eixos de curadoria: artesanato, moda sustentável, gastronomia identitária e literatura independente.Duração: 4 dias, em espaço coberto de 2.000 m², com ambientação cenográfica pantaneira.Estrutura técnica: estandes modulares em bambu e tecido reciclável, iluminação LED, pontos de energia solar e coleta seletiva.Material de apoio: catálogo impresso e digital (40 páginas) com perfis dos expositores e boas práticas sustentáveis.Projeto pedagógico: rodas de conversa, mentorias e oficinas sobre precificação, design de produto e empreendedorismo cultural.Acessibilidade: sinalização tátil, legendas e intérpretes de Libras nas oficinas.Classificação indicativa: Livre. 5. Publicação Digital “Rios de Memória” (Catálogo Trilíngue e Podcast)Formato: catálogo digital bilíngue (Português/Espanhol) com versão em Inglês, disponível em PDF acessível, ePUB e versão sonora (podcast).Paginação: 120 páginas, incluindo ensaios, fotografias, textos críticos e entrevistas com artistas.Podcast: 8 episódios de 25 minutos, com trilha original e narração acessível.Material: arte digital, fotografias em alta resolução e QR Codes para conteúdos expandidos (vídeos e áudios).Projeto pedagógico: documentação e difusão do conhecimento produzido no festival; mediação entre arte e território; registro de boas práticas de acessibilidade.Acessibilidade: leitura em voz sintetizada, Libras em vídeo e versão em Braille sob demanda.Distribuição: gratuita via site do festival e plataformas de streaming (Spotify, Deezer, YouTube).Classificação indicativa: Livre. 6. Documentário e Exposição Itinerante Pós-FestivalFormato: documentário de 50 minutos e exposição itinerante composta por 30 painéis fotográficos, vídeos e objetos cênicos.Produção: equipe audiovisual profissional (direção, roteiro, captação e edição) com gravações em 4K e trilha sonora original.Exposição: adaptável a escolas e centros culturais (dimensão modular de 12x8m), com painéis de PVC reciclado e totens interativos com QR Codes.Projeto pedagógico: memória e legado cultural; estímulo à reflexão sobre identidade e pertencimento sul-americano.Acessibilidade: audiodescrição, Libras, legendagem, mapa tátil e áudio interativo.Duração: circulação prevista por 3 meses (julho a setembro de 2026).Classificação indicativa: Livre.
O Festival Internacional América do Sul – FAS 2026 adotará um plano completo de acessibilidade física e de conteúdo, garantindo o direito de todas as pessoas ao acesso pleno, seguro e autônomo às atividades culturais do projeto, em consonância com a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015). 1. Acessibilidade FísicaO evento será estruturado para assegurar a circulação autônoma e confortável de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, contemplando os seguintes recursos e adaptações:Rampas de acesso, corrimãos e pisos antiderrapantes em todos os espaços de circulação;Banheiros adaptados e sinalizados, com cabines acessíveis e áreas de manobra;Guias e pisos táteis que orientem o deslocamento até palcos, arquibancadas e pontos de atendimento;Áreas reservadas para cadeirantes, pessoas idosas e acompanhantes, próximas ao palco e nas zonas de descanso;Transporte adaptado entre os polos de atividades (Corumbá, Ladário e comunidades ribeirinhas), garantindo o deslocamento seguro de artistas, técnicos e público com deficiência;Sinalização visual bilíngue (português e espanhol) com pictogramas universais de acessibilidade;Equipes treinadas em acessibilidade e atendimento inclusivo, com mediadores preparados para apoio à mobilidade e acolhimento.Essas ações asseguram que todos os espaços de realização — praças, Porto Geral, auditórios, escolas e áreas externas — estejam plenamente adequados às normas de acessibilidade arquitetônica e urbanística. 2. Acessibilidade de ConteúdoAlém das adaptações físicas, o festival implementará um conjunto de recursos comunicacionais e sensoriais que garantem a compreensão plena das obras, apresentações e atividades educativas:Intérpretes de Libras em tempo integral durante a programação de palco, oficinas, painéis e cerimônias oficiais;Audiodescrição para filmes e exposições;Legendas descritivas e closed caption em transmissões audiovisuais, painéis e projeções;Material informativo e programação com versões digitais acessíveis;Podcast “Rios de Memória Acessível”, versão sonora do catálogo digital com narração, trilha e legendagem sonora;Treinamento da equipe de mediação cultural para atendimento inclusivo, respeitoso e empático com todas as diversidades. Síntese da política de acessibilidadeO FAS 2026 se compromete com a inclusão plena, garantindo acessibilidade física, comunicacional, atitudinal e sensorial em todas as suas etapas — da produção à execução e registro final. Essas ações concretizam o princípio de democratização da cultura e reafirmam o festival como referência em acessibilidade cultural na América do Sul, tornando a experiência artística verdadeiramente participativa, plural e universal.
O Festival Internacional América do Sul – FAS 2026 adota uma política de acesso gratuito, inclusivo e descentralizado, garantindo a participação ampla da população em todas as suas etapas — desde as ações formativas até as apresentações artísticas e exposições.A proposta visa democratizar o acesso aos bens culturais e assegurar que os produtos do projeto circulem de forma equitativa entre públicos urbanos, periféricos e ribeirinhos da região de fronteira Brasil–Bolívia, com foco especial em comunidades indígenas, afrodescendentes, escolares e pessoas com deficiência.1. Forma de Distribuição e Comercialização dos ProdutosTodos os produtos culturais do projeto terão acesso gratuito e livre distribuição, sem cobrança de ingressos, assegurando que o investimento público por meio da Lei de Incentivo à Cultura retorne integralmente à sociedade.Apresentações artísticas e espetáculos: acesso livre em espaços públicos (Porto Geral, praças, escolas e unidades culturais), com capacidade estimada de 50 mil espectadores ao longo da programação.Catálogo digital “Rios de Memória”: disponibilização gratuita online em versão bilíngue (Português, Espanhol) e em formatos acessíveis.Podcast e documentário: acesso gratuito por meio de plataformas digitais e site oficial do festival, com recursos de acessibilidade (audiodescrição, Libras e legendas).Exposição itinerante pós-festival: circulação em escolas e centros culturais do Mato Grosso do Sul, com entrada franca e visitas mediadas.Feira de Saberes e Economias Criativas: sem taxas de participação para expositores locais e microempreendedores criativos, priorizando mulheres, comunidades tradicionais e artesãos regionais.Nenhum produto resultante do projeto será comercializado de forma onerosa ao público. Havendo tiragem impressa de materiais (catálogos, folders ou registros), sua distribuição será gratuita, priorizando escolas, bibliotecas, pontos de cultura e instituições parceiras.2. Medidas Complementares de Ampliação de AcessoAlém da gratuidade, o FAS 2026 ampliará o alcance de seu conteúdo por meio de ações paralelas, digitais e formativas, democratizando o acesso a diferentes linguagens e territórios:Ensaio aberto de espetáculos e performances, permitindo que estudantes e comunidades acompanhem o processo criativo dos artistas convidados;Oficinas paralelas e residências artísticas comunitárias, realizadas em bairros, escolas e aldeias, com vagas reservadas para artistas locais e público geral;Transmissão ao vivo e cobertura digital de toda a programação, em plataformas acessíveis e redes sociais, com recursos de Libras, legendas e audiodescrição;Rodas de conversa e painéis formativos transmitidos online, incentivando o debate sobre políticas culturais, sustentabilidade e integração latino-americana;Parcerias com rádios e TVs regionais, para difusão de conteúdos do festival e spots de programação;Ações educativas itinerantes, como oficinas de mediação cultural, visitas sensoriais e formação de público em escolas da rede pública;Programa “Festival nas Margens”, que leva apresentações e projeções de cinema a comunidades ribeirinhas e aldeias indígenas, por meio de estrutura móvel (carreta-palco e barco cultural). 3. Impacto da Política de AcessoEssas estratégias asseguram que o FAS 2026 seja um festival de acesso total, eliminando barreiras econômicas, territoriais e sensoriais. O público estimado é de 50 mil pessoas presencialmente e mais de 200 mil acessos digitais, contemplando comunidades locais, turistas, estudantes e público internacional conectado pelas redes.A democratização do acesso será monitorada por meio de indicadores de alcance, engajamento e diversidade de público, integrando o plano de avaliação e prestação de contas do projeto. Síntese finalO Festival Internacional América do Sul – FAS 2026 concretiza o princípio da cultura como direito universal, transformando o Pantanal e a fronteira em territórios vivos de encontro, escuta e convivência. Por meio de gratuidade, descentralização e difusão digital acessível, o projeto reafirma seu compromisso com a democratização dos bens culturais e com a valorização das múltiplas identidades que compõem a América do Sul contemporânea.
1. Função da Instituição ProponenteO Centro Brasileiro de Apoio à Cultura, Arte e Entretenimento – CEBRACEN (CNPJ: 26.723.372/0001-30) é a entidade proponente e responsável legal pela execução do Festival Internacional América do Sul – FAS 2026. Sua atuação abrange:a gestão administrativa e financeira do projeto;o planejamento executivo e orçamentário;a coordenação institucional junto ao Ministério da Cultura e aos patrocinadores;a supervisão das etapas de produção, acessibilidade, sustentabilidade e prestação de contas.O CEBRACEN atuará como núcleo gestor e administrativo do festival, assegurando o cumprimento integral das normas legais, técnicas e contábeis previstas na Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei nº 8.313/91) e nas Instruções Normativas vigentes.2. Atividade do DirigenteAntonio da Silva Pinto – Responsável Legal e Coordenador Geral do Projeto Atuará na coordenação institucional e estratégica do festival, exercendo as funções de:Representação oficial da proponente junto a órgãos públicos, patrocinadores e parceiros internacionais;Supervisão geral das etapas de pré-produção, execução e pós-produção;Acompanhamento da execução orçamentária e validação dos relatórios técnicos e financeiros;Mediação das parcerias culturais, diplomáticas e educacionais entre os países participantes;Apoio à curadoria e definição das diretrizes conceituais do festival.Atividade voluntária: o dirigente participará sem remuneração direta em parte das ações institucionais e de articulação política-cultural, com dedicação estimada de 20 horas semanais durante o período de execução.3. Principais Participantes e Currículos Resumidos➡ Coordenação de Produção e Sustentabilidade – Stanley Kennedy Garcia Produtor cultural, historiador e consultor em cultura e acessibilidade. Atua na gestão de projetos multilinguagens e na formulação de políticas culturais inclusivas. Experiência em produção executiva, elaboração de editais e curadoria de festivais em todo o Brasil. Coordenará as áreas de planejamento logístico, sustentabilidade, acessibilidade universal e mediação comunitária. Atuação destacada em projetos como Festival Garapirá (PB), INN Cena – Festival de Arte e Cultura do Acesso e Protagonismo (SP) e SKG HUB – Ecossistema Multicultural.➡ Coordenação de Comunicação e Acessibilidade – Thatianne Andréa da Silva Gestora cultural e comunicadora com especialização em Processos Gerenciais e Marketing. Atua na área de comunicação institucional, acessibilidade e produção cultural inclusiva. Responsável pela estratégia de comunicação trilíngue (PT/ES/ING), plano de mídia acessível, assessoria de imprensa, identidade visual e acompanhamento das ações de audiodescrição, Libras, braille e legendagem. Experiência em campanhas culturais de abrangência nacional e na gestão da empresa Empoderamente LTDA, voltada à comunicação inclusiva e economia criativa.➡ Curadoria Geral – Antonio da Silva Pinto / Coletivo Tramas Fronteiriças Artista, pesquisador e educador. Coordenador pedagógico e curador de diversos festivais e residências artísticas. Atua na intersecção entre arte, educação e direitos humanos. Responsável pela curadoria conceitual e pedagógica do FAS 2026, articulando os eixos de interculturalidade, decolonialidade e formação de público. Com o Coletivo Tramas Fronteiriças, desenvolve ações de arte-educação e acessibilidade criativa em todo o território sul-mato-grossense e boliviano.➡ Produção Executiva Internacional – Rede Sul-Americana de Cultura Rede colaborativa que reúne produtores e artistas do Brasil, Bolívia, Paraguai, Argentina, Chile e Uruguai. Responsável pela logística internacional, intercâmbio de artistas e gestão de vistos, transportes e traduções. Atuará também na mediação cultural e diplomática, promovendo cooperação entre os países participantes.➡ Assessoria Técnica e Financeira – CEBRACEN Equipe interna da instituição proponente, responsável pelo acompanhamento contábil, controle de fluxo financeiro, pagamentos, emissão de notas fiscais, comprovação documental e prestação de contas final, conforme as normas da Secretaria de Fomento e Incentivo à Cultura (SEFIC/MinC).➡ Equipe Técnica Complementar (prevista):Coordenação de Palco e Técnica: profissional especializado em produção de eventos de grande porte;Direção de Arte e Cenografia: artista visual com experiência em projetos ambientais e comunitários;Coordenação de Audiovisual e Memória: equipe de captação e edição documental;Intérpretes e mediadores de Libras e espanhol;Intérpretes de audiodescrição e técnicos de acessibilidade sensorial;Educadores e oficineiros locais;Equipe de logística, segurança, limpeza e manutenção ambiental.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.