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O projeto visa a realização do "Viva! Festival de arte inclusiva" com espetáculos de teatro e dança, exposição de artes plásticas, sessões de cinema, bate-papo, apresentações musicais, e realização de oficinas e palestras durante o evento. E tem como destaque a presença de pessoas com deficiência (PcD) em toda a programação.
Proposta de programação:Mestre de cerimônia: Giovanni VenturiniGiovanni Venturini, ator, roteirista formado pelo Instituto de Cinema. Protagonizou o curta “Big Bang”, de Carlos Segundo, onde recebeu o prêmio de melhor ator no Festival de Cinema de Brasília 2022. O curta também recebeu os prêmios de melhor curta-metragem no Festival de Cinema de Locarno, na Suíça, Cine Ceará e Panorama Coisa de Cinema. Também atuou em diversos filmes do cinema nacional, como o premiado “Veneza” de Miguel Falabella; “A Sogra Perfeita”; “Maior que o Mundo”, entre outros. Já passou por telenovelas e séries como “O Rei da TV”; “Chuva Negra”; Os Ausentes”; “Confissões Médicas”; e por diversos canais e streamings como Globoplay, HBO Max, Star Plus, Canal Brasil, Disney Channel, Discovery Channel, SBT, entre outros. Nos palcos, desde 2019, percorre muitas cidades apresentando seu monólogo “A não ser”. Integrou o elenco de “Brian ou Brenda?” com direção de Yara de Novaes e Carlos Gradim também no ano de 2019. Foi dirigido por Clarisse Abujamra em 2014, em uma versão do clássico “Casa de Bonecas” de Ibsen. Giovanni é reconhecido pelo seu talento e busca papeis que fujam dos estereótipos ligados a pessoas com nanismo. Espetáculo de Dança: Corpo sob tela (São Paulo, SP)Inspirado no pintor Francis Bacon (1909-1992), o espetáculo Corpo Sobre Tela, do dançarino e coreógrafo Marcos Abranches, utiliza elementos de dança, performance e artes plásticas. Motivado pela vida e obra do pintor irlandês Francis Bacon, Abranches uniu passos ensaiados a movimentos involuntários e tintas de diversas cores, criando a cada apresentação um novo espetáculo. O artista é portador de coreoatetose, deficiência decorrente de lesão cerebral que se manifesta a partir de movimentos involuntários, intermitentes e irregulares da face e dos membros. Interpretação, criação e direção de Marcos Abranches. Assistente de direção e produção: Alfredo Nora, logística e montagem: Cia.Vidança-SP e Alfredo Nora, sonoplastia: Aécio de Souza, produção: Cristina Flória e A2.0 Produções Artísticas. Espetáculo de Dança: Cartas para Irene (Belo Horizonte, MG)“Cartas para Irene” é uma criação de dança e teatro que fala sobre memória e saudade e se estrutura a partir de cartas escritas pelo dançarino e ator Oscar Capucho à sua mãe, falecida em abril de 2012. O artista ficou cego aos 9 anos devido a um descolamento de retina. Neste espaço-tempo que marca a transição entre o mundo permeado por imagens e outro, no início obscuro, permeado de incertezas, Oscar descreve com muita emoção o papel que Irene, sua mãe, teve em sua vida. A direção é de Anamaria Fernandes e co-direção de Duna Dias.Espetáculo de Teatro: Corpo Preto Surdo: Nós Estamos Aqui (Belo Horizonte, MG) O espetáculo "Corpo Preto Surdo: Nós Estamos Aqui" é uma produção teatral que aborda a experiência de pessoas surdas e ouvintes negras, explorando questões de identidade, representatividade e resistência. Através de uma combinação de performance física, língua de sinais e outros recursos cênicos, o espetáculo busca ampliar a visibilidade e a compreensão das histórias e lutas das pessoas surdas e ouvintes negras. Além disso, promove um espaço de reflexão sobre a inclusão e a diversidade dentro e fora das artes. "Corpo Preto Surdo: Nós Estamos Aqui" é uma peça que convida o público a reconhecer e valorizar a riqueza das experiências plurais. Com direção de Carlandreia Ribeiro, direção de texto em Libras de Dinalva Andrade, texto de Carlandreia Ribeiro e Marcos Andrade. Elenco: Jaqueline Gonçalves e Marcos Andrade, cenografia: Jacko Nascimento, figurino: Anderson Ferreira, iluminação: Veec Santos, coreografia: Marcos Andrade. Exibição do longa-metragem Colegas (2012) seguida de Bate Papo com Ariel Goldenberg:Stallone (Ariel Goldenberg), Aninha (Rita Pook) e Márcio (Breno Viola) eram grandes amigos e viviam juntos em um instituto para portadores da síndrome de Down, ao lado de vários outros colegas. Inspirados pelos inúmeros filmes que já tinham assistido na videoteca local, surge a ideia de sair dali para realizar o sonho individual de cada um e. Então, eles roubam o carro do jardineiro (Lima Duarte) e fogem, envolvendo-se em diversas aventuras. Com direção e roteiro de Marcelo Galvão, o filme foi premiado no Festival de Gramado, na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, no Festival de Cinema Latino-Americano de Trieste, no International Disability Film Festival Braking Down Barriers e no Prêmio Jovem Brasileiro. Ariel Goldenberg, 37 anos, é portador da Síndrome de Down. Ficou conhecido do grande público ao atuar como um dos protagonistas do filme “Colegas”. Além de atuar, também ajudou a captar recursos e trabalhou no marketing do longa-metragem. Como ator participou da série “Carga Pesada”, da Rede Globo, e da novela “Jamais Te Esquecerei”, do SBT.Apresentação musical: Show DJ NeurodivergenteProjeto idealizado pelo DJ Pedro Avelar com set list composto inteiramente por artistas com deficiência. Pedro Avelar também é Palestrante e Consultor. Um dos fundadores da Criatípica e da Parada PCD. Com experiência em liderança de grupos de afinidade (Neurodivergentes e LGBTQIAPN+) na Trybe, onde também trabalhou com treinamento e desenvolvimento de carreira, focado na inclusão de estudantes.Palestra: Acessibilidade CulturalA palestra de Pedro Avelar sobre acessibilidade cultural foca na inclusão de pessoas com deficiência em projetos culturais desde a concepção, visando remover barreiras e garantir a participação plena. O tema "Acessibilidade em Projetos Culturais" foi abordado pelo consultor, que também é reconhecido pelo trabalho de inclusão na HandTalk e atua em projetos como a Criatípica e Parada PcD. A Curadoria do evento, composta por Cláudio Márcio, Gabriel Souza e Fernando Lima, ficará responsável por selecionar as demais atividades previstas para a programação: show de encerramento, duas palestras, cinco oficinas, três curtas-metragens, obras exibidas na exposição de artes plásticas. Bem como pela interlocução com instituições para a realização dos eventos especiais. O Festival também contará com uma equipe PcD do Instituto Viva Down desempenhando a função de recepção e orientação do público.
Objetivo geral:O objetivo deste projeto é realizar o "Viva! Festival de arte inclusiva" em Belo Horizonte, destacando o talento e força das pessoas com deficiência e promovendo uma sociedade mais igualitária e acolhedora.Objetivos Específicos:Produto Festival: Estrutura para evento de três dias com as seguintes ações culturais:Espetáculo de artes cênicas: Três apresentações de teatro e dança de artistas PcD. Duas delas de artistas de Belo Horizonte e região metropolitana e uma de artista nacional;Duas sessões de Cinema: Uma mostra de curtas-metragens e uma exibição de longa-metragem seguida por bate papo com um dos atores.Exposição de artes plásticas: Exposição de artes visuais (pintura, desenho, escultura e outras linguagens) com trabalhos de artistas PcD aberta a visitação durante todo o evento;Oficinas formativas: Cinco oficinas de 4h cada nas áreas de fotografia, teatro, artes visuais, consciência corporal e cinema. Totalizando 20h de oficinas formativas.Palestras: Três palestras de 2h cada com profissionais PcD e não PcD que atuam em áreas da arte e cultura inclusivas. Totalizando 6h de palestras.Apresentações musicais: Duas apresentações de músicos PcD.Eventos especiais: Uma mostra de 2h com apresentações artísticas de integrantes de instituições culturais voltadas para pessoas com deficiência que realizam formações artísticas.
O "Viva! Festival de Arte Inclusiva" é uma celebração vibrante que promove a diversidade e a inclusão. O projeto nasce da importância de ampliar espaços de reconhecimento e participação plena da pessoa com deficiência (PcD) no cenário cultural brasileiro. Em consonância com os avanços significativos nas políticas públicas de inclusão, observa-se a carência de eventos culturais que coloquem a acessibilidade e a representatividade PcD no centro das ações artísticas. O festival propõe a reunião de artistas, coletivos, agente culturais, público, em torno da arte e da transformação social. A realização de oficinas, palestras, mostras e apresentações artísticas inclusivas fortalece o direito à cultura, amplia o debate sobre inclusão e estimula novas formas de convivência e respeito às diferenças. A proposta também contribui para a formação de público diverso e engajado, fortalecendo redes inclusivas e ampliando a circulação e o alcance da produção cultural das pessoas com deficiência. De tal forma, o projeto recorre a Lei de Incentivo à Cultura, pois está alinhado aos propósitos da lei em vários aspectos relacionados ao avanço na promoção da igualdade, diversidade e acesso a arte e cultura. Diante do exposto, este projeto se justifica de acordo com o art.1º da lei 8313/91 em seu inciso I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais. O "Viva! Festival de Arte Inclusiva" visa ampliar o acesso e a visibilidade das produções realizadas por pessoas com deficiência, contribuindo para o pleno exercício dos direitos culturais a partir do fortalecimento e difusão dessas produções e da possibilidade de sensibilização e fruição do público em geral. Ressalta-se ainda que o formato contempla diversas linguagens artísticas e contribui para a valorização e difusão da pluralidade das artes, bem como dos artistas locais e nacionais, em conformidade também com o inciso III - Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores. Todas as atividades (apresentações, oficinas, mostra, exposição, apresentação musical e palestras), serão gratuitas, contribuindo para o que consta no art. 3º, inciso IV-Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos. Uma vez que o projeto trata da realização de festival de arte, o formato também vai ao encontro dos objetivos que constam no inciso I - Incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore.
Estimativa de público beneficiado - 3000 pessoas
Não se aplica
a) No aspecto arquitetônicoNos termos do art. 44 da lei 13. 146 e do Decreto nº 9.404, o Festival se realizará em local integralmente acessível com sanitários acessíveis, rampas e piso tátil, garantindo a circulação de pessoas com deficiência, mobilidade reduzida ou idosas. Além de plateia com lugares reservados a PcD e acompanhantes e áreas de circulação livres de barreiras físicas.b) No aspecto comunicacional e de conteúdo.A acessibilidade está no cerne do “Viva! Festival de Arte Inclusiva”. O projeto propõe, nos termos do art. 43 da lei 13.146 o protagonismo da pessoa com deficiência ao construir uma programação composta por artistas PcD. Bem como, a garantia da representação artística PcD, nos termos do art. 46 do Decreto nº3.298, inciso II alínea b. Cabe ressaltar ainda que as apresentações cênicas, palestras, oficinas, evento especial e mostra de cinema contarão com intérprete de libras, audiodescrição em sessões de teatro e cinema e legenda para surdos e ensurdecidos em conteúdos audiovisuais, garantindo o acesso a bens culturais em formato acessível, em conformidade com o art. 42 inciso I da lei 13.146 e art. 67. c) No aspecto de comunicação e divulgação acessívelOs materiais de divulgação físicos contarão com tradução em braile, enquanto os materiais de divulgação virtual serão produzidos em formatos compatíveis com leitores de tela. Os materiais de divulgação em vídeo contarão com legendas e tradução em libras. Em conformidade com o art. 63 da lei 13.146. O evento também contará com sinalização visual com alto contraste e equipe capacitada para acolhimento, apoio e atendimento inclusivos.
A proposta visa à ampliação do acesso em conformidade com o art. 47 da IN 23/2025. Toda a programação – Espetáculos de Teatro e Dança, exposição de artes plásticas, mostra de cinema, eventos especiais, oficinas, palestras e apresentação musical – serão gratuitas com acesso garantido mediante retirada de ingresso online ou na bilheteria do local. Ainda conforme o art. 47, inciso III, os registros do evento serão disponibilizados gratuitamente na internet acompanhado com legendas.
A dirigente será responsável pela coordenação geral do projeto e pela gestão do processo decisório, incluindo atividade técnico-financeira.Coordenação Geral: Iracema Machado CarmoWeb designer pela Microcamp Educação Tecnológica. Pós-graduada (como ouvinte) em Abordagem Transdisciplinar em Síndrome de Down pelo Departamento de Pós-graduação, Pesquisa extensão da Faculdade IEPSIS. Gestora Social e fundadora do Instituto Viva Down, uma associação sem fins lucrativos fundada em janeiro de 2018 com a finalidade de promover a troca de experiências entre as famílias, além de acolher, orientar, aprender/ensinar e promover a socialização e inclusão social. Foi Coordenadora Geral do Instituto Mano Down entre 2012 e 2017. No mesmo período, gerenciou a Tagarela Atelier. Coordenação de produção e Curadoria: Cláudio MárcioPós-graduado na fundação Gregório Baremblitt Instituto Felix Guattari no curso de pós-graduação lato sensu (especialização): Análise institucional, esquizoanálise e esquizodrama: clínica de indivíduos, grupos, organizações e redes sociais. Ator há 34 anos. Coordenador de Produção e Comunicação da Associação Crepúsculo. Foi produtor da Crepúsculo Cia de Dança de 2010 à 2015 e Integrante da Cia Acômica de 2000 a 2009. Realizou a produção executiva dos espetáculos teatrais “O Pequeno (2018)”, “Ecos (2017)” “Seven – Circo dos Números Capitais” (2016), “Conatus – A essência do Ser (de 2013 a 2017)”, “O Sexo Não Floresce na Monotonia (2010)” e “Arena de Tolos (2017). Também foi produtor executivo dos filmes “Panteras Pink (2024)”, Edom (2023), Ventana (2022), Ajar (2022) e Sobejo (2019). Curadoria: Fernando LimaDiretor cênico, coreógrafo, ator, bailarino, professor de artes cênicas e produtor cultural nascido em 1968 em Belo Horizonte (Brasil). Membro da Academia de Artes Cênicas de Andaluzia, Espanha, desde 2024. Residente em Sevilha, Espanha, desde 1992, alternando temporadas no Brasil. Depois de trabalhar com diversas companhias brasileiras (Grupo Quatro, cia. Multimedia/Ione Medeiros, Carlos Rocha) e espanholas (cia. La Pupa, Producciones Imperdibles, La Espiral Danza) em 1997 criou seu próprio grupo, El Punto! Danza Teatro. Em 2007, criou a associação Eléctrica Cultura, de gestão e curadoria de projetos culturais, como o programa "Ahora Danza” no Centro de Iniciativas Culturais da Universidade de Sevilha (Cicus); ciclo "Huellas - Danza en Paisajes Urbanos” em Aracena, Huelva, e La Rinconada, Sevilla (Andaluzía); “Danza UNIA Baeza”, na Universidade Internacional de Andaluzia (UNIA, entre outros. Foi promotor dos festivais internacionais “Mes de Danza” de Sevilha (Prêmio Max das Artes Cênicas Espanholas 2009); “Cádiz en Danza”, junto à prefeitura da cidade de Cádiz; e do Campeonato Andaluz de Hip-Hop e Break Dance, entre várias outras atividades como professor e criador cênico. Recebeu o prêmio “Trajetoria Cultural” da Lei Paulo Gustavo/Secretaria de Cultura de Minas Gerais, 2024. Curadoria: Gabriel de SouzaArtista Visual. Técnico em Artes Visuais. Realizou cursos livres de Dança, Artes Visuais, Circo, Música e Teatro. Foi Arte-educador no Instituto Viva Down, oficineiro de Arte e Grafite no programa Fica Vivo. Arte-terapeuta no Projeto Tear. Diretor de arte no curta-metragem “Uma Página” (2023) e assistente de direção de arte no curta-metragem “Edom” (2023).Produção: Patrícia Coelho CostaMestre em Artes e Bacharel em Interpretação Teatral pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Formação em Gestão e Produção Cultural com coordenação de Rômulo Avelar. Trabalhou como produtora Executiva no Ceníssimas! Festival de Cenas Curtíssimas e produtora nos Grupos Pontes e Dialeto Urbano Divergente. Como pesquisadora, desenvolveu trabalhos no programa LAB Cultural do Instituto Cultural do Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais, no Espaço Pigmalião Escultura que Mexe e no Programa de Pesquisa Artística CEFART/FAPEMIG. Coordenação de comunicação: Thiago Ivo de MatosComunicador e Criativo. Pós-graduado em Processos Criativos em Palavra e Imagem pela PUC Minas. Graduado em Design Gráfico pela Faculdade INAP. Técnico em Aprendizagem Gráfica pelo SENAI CECOTEG. Atualmente é Designer Gráfico na Construtora EMCCAMP Residencial. Trabalhou como Designer Gráfico e Assessor de Comunicação na Strata Engenharia e no Laboratório de Análise Clínica Humberto Abrão. Foi Designer Gráfico no Jornal Estado de Minas e no Colégio Franciscano Sagrada Família. Coordenação Técnica: Tainá RosaGraduada em História pela PUC Minas. Cursa Mestrado em Artes na Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP). Formação em Gestão e Produção Cultural com Coordenação de Rômulo Avelar e em Iluminação Cênica pelo Centro de Multiculturalismo Comunitário. Desenvolve trabalhos em torno da Iluminação e Pele Negra, Relações Étnico Raciais e Políticas Públicas para os bastidores das artes. Foi professora de Iluminação Cênica na Escola Livre de Artes Arena da Cultura. Coordenadora Técnica no Teatro Marista Dom Silvério e na Associação Zona de Arte da Periferia (ZAP 18) e Cenotécnica no Teatro Francisco Nunes. Também foi técnica de Iluminação no Festival de Arte Negra (FAN) 2021 e produtora no Festival Internacional de Teatro (FIT) 2012. Iluminadora e produtora dos shows de Nath Rodrigues, Coletivo Negras Autoras, Roger Deff, Rodrigo Gerônimo, Beto Guedes. E das exposições Victor Meirelles, Esboços de Pablo Picasso, Ziraldo - O Menino Maluquinho, no Palácio das Artes.
O PROPONENTE NÃO RESPONDEU A DILIGÊNCIA DENTRO DO PRAZO.PROJETO LIBERADO PARA DECISÃO DO ANALISTA.