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A publicação de um livro sobre as guerras contra os povos indígenas na Amazônia pode ser estruturada em três grandes períodos históricos, conforme fontes pesquisadas:Guerras contra indígenas na Amazônia colonial (século XVII): Um livro relevante é "Guerras Indígenas na Mundurukânia2 de Max Baraúna, que detalha conflitos entre tupinambás e colonizadores portugueses a partir de 1617 e sua importância para a conquista da Amazônia no período colonial.Guerras justas durante o Império Português: O conceito de "guerras justas" refere-se a conflitos oficiais autorizados que ocorrem frequentemente na colonização para controle e escravização dos indígenas. Documentos históricos indicam que, durante o período colonial e imperial, houve uma legislação permissiva que provocou guerras entre colonos, padres e índios, como no Rio Negro e em outras regiões da Amazônia, para exploração da mão de obra indígena.Guerras e violência contra povos indígenas na ditadura militar brasileira (1964-1985).
Os produtos do projeto, como seminários, palestras, workshops, reforços online e o próprio livro, visam promover uma compreensão mais ampla e acessível dos povos e suas histórias na Amazônia, incluindo temas relacionados às guerras, resistência cultural e preservação de tradições indígenas. A seguir, um breve resumo de cada um:Seminários e palestras : Serão realizados para debater a história de conflitos e resistência indígena na Amazônia, promovendo a troca de conhecimentos entre especialistas, indígenas e público em geral, com foco na divulgação e valorização cultural.Oficinas : Atividades destinadas a estudantes, comunidades indígenas e específicas na cultura amazônica, abordando temas como línguas, práticas tradicionais, história e direitos indígenas, estimulando o protagonismo e a preservação cultural.Transmissões pela internet : Serão utilizadas plataformas digitais para ampliar o alcance dos eventos, permitindo que comunidades remotas e o público nacional e internacional tenham acesso às discussões e apresentações culturais, incluindo momentos de interação e esclarecimento de dúvidas.O livro : Um produto central que aborda a forma histórica e a crítica dos conflitos, resistências e a luta pelos direitos dos povos indígenas na Amazônia, consolidando conhecimentos e registros para educação, pesquisa e fortalecimento da memória cultural indígena.Classificação etária: A maioria desses produtos será destinada a públicos maiores de 12 anos, considerando o conteúdo temático e a linguagem empregada, mas também haverá material adaptado para o público infantil, especialmente para ações educativas em escolas e comunidades.
Objetivo Geral:Produzir e publicar um livro que apresenta uma análise histórica aprofundada das guerras contra os povos indígenas na Amazônia, abordando os conflitos desde a invasão espanhola e portuguesa no período colonial, passando pelas chamadas "guerras justas" no Império Português, até os conflitos militares na ditadura brasileira, ressaltando as consequências para os povos indígenas e suas resistências.Objetivos Específicos com Metas:Mapear as principais guerras e conflitos envolvendo povos indígenas na Amazônia no período colonial e imperial, utilizando fontes históricas e relatos orais (meta: levantar e organizar pelo menos 30 referências bibliográficas e arquivos documentais).Analisar o conceito e a aplicação das "guerras justas" contra indígenas durante o Império Português (meta: apresentar estudo crítico detalhado com base em documentos oficiais e literatura acadêmica).Investigar as ações e ataques do Exército brasileiro contra os povos indígenas durante a ditadura militar na Amazônia (meta: coleta de relatos, documentos oficiais e testemunhos que evidenciam a repressão nesse período).Destacar as formas de resistência e os efeitos sociais, culturais e territoriais das guerras sobre as comunidades indígenas (meta: incluir entrevistas e narrativas indígenas que expressam essas resistências).Difundir o conhecimento gerado para um público acadêmico e geral, por meio da publicação impressa e digital do livro, e pela realização de eventos de lançamento e debates públicos (meta: conseguir editora parceira e organizar pelo menos 2 eventos de lançamento ou seminários em espaços acadêmicos e culturais).Criar um documentário do livro de 10 minutos.
A justificativa para a publicação do livro sobre as guerras contra os povos indígenas na Amazônia baseia-se na necessidade urgente de resgatar e preservar a memória histórica dessas comunidades, que sofreram e ainda sofrem as consequências de séculos de violência colonial, social e militar. O livro visa dar visibilidade às diversas formas de conflito — desde as invasões espanholas e portuguesas no período colonial, às chamadas "guerras justas" do Império Português, até às violências exercidas pelo Exército brasileiro durante a ditadura militar — mostrando o impacto devastador sobre os povos indígenas em termos demográficos, culturais e territoriais.Esta obra torna-se fundamental para corrigir narrativas oficiais que muitas vezes invisibilizam ou distorcem a história indígena, além de valorizar as resistências desses povos, suas lutas por direitos e territórios. O conhecimento histórico que o livro fornece é essencial para compreender a construção sociopolítica da Amazônia e contribuir para o reconhecimento e respeito dos direitos indígenas na contemporaneidade. Também é importante para a reflexão crítica sobre as políticas públicas e práticas institucionais que ainda trazem qualidades para essas comunidades, fortalecendo o diálogo entre pesquisadores, populações indígenas e a sociedade em geral.Portanto, o livro representa um instrumento acadêmico e social para ampliar a compreensão histórica e fomentar a justiça histórica em relação aos povos indígenas da Amazônia, promovendo um compromisso ético com sua memória e futuro.A Lei de Incentivo à Cultura é necessária porque é um instrumento essencial para o fomento, preservação e democratização da produção cultural no Brasil. Ela permite que projetos culturais, que muitas vezes enfrentam dificuldades de financiamento, possam ser realizados por meio da captação de recursos via renúncia fiscal do governo, incentivando empresas e pessoas físicas a apoiarem a cultura nacional. Isso amplia o acesso da população a expressões artísticas e culturais diversas, inclusive em regiões menos favorecidas, contribuindo para a inclusão social e fortalecendo a identidade e a memória cultural do país.Além disso, a Lei estimula a economia criativa, gerando empregos e movimentando cadeias produtivas relacionadas às artes, audiovisual, teatro, música e patrimônio cultural. Ela também possibilita a preservação de patrimônios históricos e a valorização das manifestações culturais regionais e indígenas. Sem essa lei, muitos projetos culturais, especialmente os de pequeno e médio porte e de grupos historicamente marginalizados, exigem condições mínimas de existência. Assim, a Lei de Incentivo à Cultura cumpre um papel estratégico tanto para o desenvolvimento cultural quanto para o desenvolvimento econômico e social do Brasil.
Especificações técnicas dos produtos do projeto:Livro : Formato padrão acadêmico de 21 x 14 cm, brochura, aproximadamente 200 a 250 páginas, texto com diagramação clara, fonte tamanho 12 pt para leitura confortável. O projeto pedagógico inclui descrições para reflexão crítica, glossário de termos indígenas, mapas e imagens para contextualização histórica e cultural. O livro terá índice analítico e bibliografia detalhada, facilitando o uso em pesquisa e ensino.Seminários e palestras : Sessões com duração média de 1h30min a 2h, conteúdo elaborado de forma didática com suporte de slides, vídeos e material de apoio impresso ou digital. São planejados para público geral e escolar, com linguagem acessível e foco em diálogo e participação. Inclui projeto pedagógico para uso em escolas e centros culturais.Oficinas : Atividades práticas de 2 a 4 horas, conduzidas por especialistas e representantes indígenas, com recursos didáticos impressos e digitais, material para escrita e registro audiovisual. Projeto pedagógico prevendo atividades interativas que valorizam saberes tradicionais e incentivam o protagonismo indígena.Transmissões online : Direto audiovisual via plataformas como YouTube ou Zoom, duração compatível com eventos presenciais, com suporte técnico para qualidade de som e imagem, legendas e intérpretes de libras conforme necessidade para acessibilidade.Essas especificações garantem qualidade editorial, acessibilidade cultural e pedagógica, além de coerência para o público-alvo diverso, desde pesquisadores a comunidades indígenas e público geral.
Para garantir a plena acessibilidade e inclusão do público durante os eventos de lançamento do livro, serão disponibilizados 02 banheiros químicos adaptados em cada bairro ou cidade onde as apresentações ocorrerem. Esses banheiros atendem às necessidades específicas de pessoas com deficiência (PCD), obesos e pessoas com mobilidade reduzida, garantindo conforto e dignidade a todos os participantes.Além disso, em todos os dias de evento, contaremos com intérpretes de libras para facilitar a comunicação com pessoas surdas ou com deficiência auditiva. Para complementar esse atendimento, será realizada uma capacitação específica para toda a equipe de apoio e trabalho, com foco no acolhimento e na prestação de um serviço eficiente e humanizado ao público PCD.Estas medidas reafirmam o compromisso do projeto com a inclusão social, promovendo um ambiente acessível, respeitoso e acolhedor para todos os públicos envolvidos.
No campo Democratização de Acesso, a distribuição e comercialização dos produtos da proposta será realizada através de múltiplos canais para garantir ampla acessibilidade. O livro será disponibilizado em formato impresso para doação em bibliotecas públicas do Estado do Amazonas e eventos culturais, além de edição digital acessível em plataformas online para alcance nacional e internacional. Também será promovido em escolas, universidades, bibliotecas públicas e centros culturais para incentivo ao conhecimento acadêmico e popular.Para ampliar o acesso, serão realizados workshops paralelos de discussão sobre o conteúdo do livro e o contexto histórico das guerras indígenas, com participação dirigida a jovens, educadores e comunidades indígenas. Ensaio aberto em eventos culturais e debates presenciais permitirão o diálogo direto entre autores, pesquisadores e públicos diversos. A transmissão ao vivo pela internet de lançamentos, palestras e rodas de conversa garantirá o acesso remoto, beneficiando quem não pode estar presencialmente, especialmente comunidades indígenas e populações em áreas remotas.Além disso, conteúdos multimídia relacionados, como vídeos de entrevistas e debates, serão disponibilizados online para democratizar ainda mais a difusão do conhecimento e privilegiar a participação da sociedade civil e acadêmica. Essas medidas visam superar barreiras geográficas, sociais e tecnológicas, fortalecendo a inclusão e valorização da cultura indígena pela sociedade em geral.
PLANO DE TRABALHO LIVRO E DOCUMENTÁRIO GUERRAS INDÍGENAS NA AMAZÔNIA DE ORELANA A PADRE CALERY PRODUTORA CULTURAL: MAX BARAÚNA Responsabilidades: Escritor e Produtor Cultural do Livro, Apresentador do Documentário, exibir o Documentário nas escolas, palestrar sobre os livros: Guerras Indígenas na Amazônia de Orelana a Padre Calery; Guerras Indígenas na Mundurukânia: Mura x Munduruku e Os Cortadores de Cabeças. Oficina de História Colonial do Amazonas. Além de estabelecer parcerias com a Prefeitura de Parintins, Governo do Estado do Amazonas. DIRETOR CULTURAL: FABIANO BARAÚNA Responsabilidades: Produtor Cultural, Documentarista, Diretor Artístico do Boi Caprichoso.PROFESSORA DE HISTÓRIA: GEOVANA ALVESResponsabilidades: Pesquisa Histórica sobre as Guerras Indígenas na Amazônia, responsável pela oficina de história do Amazonas. INTERPRETE DE LIBRAS: MATHEUS VICTOR PINHEIRO DE MENEZES Responsabilidade: Responsável pela capacitação da equipe de trabalho, e orientar os PCDs, além de ajudar a tradução das obras na exposição para o público especial.DIRETOR DE FOTOGRAFIA: CÉSAR RICARDO VIEIRA NOGUEIRA Responsabilidades: Diretor de fotografia, Instrutor da Oficina de Fotografia, Fotógrafo do Projeto e câmera.Currículo Cultural: Fotógrafo, diretor de fotografia, montador e produtor cultural da Artrupe Produções. No audiovisual desde 2006, quando entrou no curso de jornalismo da UFAM, já fotografou curtas como "Terra Nova", "Enterrado no Quintal" e "A Menina do Guarda-Chuva", longas documentários como "Kandura" e "O Tukano e o Onça", clipes como "Lulu", da banda Luneta Mágica, a série de ficção para TV "Boto", premiada no Prodav 08/2015, da Ancine, e montou curtas como "O Barco e o Rio", "A Hespanhola" e dezenas de vídeos institucionais. Faz parte da equipe de imagem do site Amazônia Real, onde é responsável pela montagem de vídeos. Pós-graduado em artes visuais pelo Senac e em gestão e produção cultural pela UEA, Nogueira é autor do fotolivro "Centroso 092". Como profissional freelancer, já trabalhou para parceiros como ACNUR Brasil, Fundação Vitória Amazônica, Mongabay, Le Monde Diplomatique e PADF. Seu trabalho já apareceu em todas as regiões do Brasil, além de Japão, Estados Unidos, Grécia, Irã, Reino Unido e Canadá.DIRETOR DE CINEMA: VICTOR KALEB Responsabilidade: Diretor de Cinema, editor de vídeo e Instrutor da Oficina de Audio visual.Currículo Cultural: É diretor, ator, roteirista e curador. Tem sua pesquisa voltada a saberes tradicionais conectada à vivência amazônica. Formado em direção pela SP Escola de Teatro, faz parte do grupo de pesquisa teatral NUPRAMTA. É curador e produtor do Festival Olhar do Norte e um dos diretores da série de ficção "Boto", premiada no Prodav 08/2015. Dirigiu peças como "Inquietações" e o espetáculo multiartístico "Rio das Cobras". Além disso, também dirigiu e roteirizou os videoclipes “Luas para tantas faces”, “Sol de Setembro”, “Todo poder Curativo”, “Beleza”, todos da cantora Elisa Maia. Atuou em peças de teatro como "A Casa de Inverno", "Coisas pra depois de meia-noite", "A Morta", "Obevandiva", "Apneia: Ofélias", "Processo Natimorto"; e curtas-metragens como “Monstros”, “Aquela Estrada”, “O Buraco” e “De Costas pro Rio”. CINEASTA: MÁRIO JORGE MENEZES GONÇALVES Responsabilidades: Realizar as Filmagens do Documentário Livro de Orellana a Padre Calery, organizar as oficinas e Palestras além de estabelecer parcerias com pais e responsáveis dos participantes dos projetos e com o poder público da cidade.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.