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AMIGA CULTURAL: Pluralidades de Histórias será uma coletânea de doze histórias. O projeto objetiva reunir um conjunto de histórias de vida, com desfechos de superação e contextos ligados às questões de gênero, diversidade e direitos humanos. Das histórias recebidas, doze serão escolhidas e transformadas em HQs e Roteiros Ilustrados. Esse resultado será exposto nas redes sociais, internet, sites e outros meios de comunicação, gratuitamente. Inicialmente cada história terá a sua publicação online. Ao final, todas as histórias farão parte de único volume em pdf, que também será exposto de forma online, gratuitamente. A iniciativa pretende alcançar, sobretudo, os jovens a partir dos 18 anos, com o intuito de incentivá-los a fortalecer o hábito da leitura e o acesso a conteúdos fundamentais, importantes para se viver em sociedade. Vale destacar que também acontecerão oficinas e encontros, todos com temas relevantes, trazendo as questões de gênero, diversidade e direitos humanos.
“O AMIGA CULTURAL: Pluralidades de Histórias” é um projeto de produção e difusão cultural literária online: publicação de histórias a partir de relatos reais, voltado à educação em direitos humanos, com foco na justiça de gênero. A partir do recebimento de histórias (encaminhadas por pessoas residentes em Curitiba-PR ou outra cidade, se for necessária uma outra escolha), serão escolhidas 12 histórias que serão roteirizadas e ilustradas, mantendo os contextos originais inspirados em experiências sobre gênero, diversidade e direitos humanos.O público será convidado a participar ativamente, inscrevendo-se (de forma online) para compartilhar relatos e histórias vivenciadas em organizações, comunidades e outros espaços sociais — sejam experiências próprias ou inspiradas em fatos reais e históricos. O objetivo é mapear e dar visibilidade tanto às situações de desigualdade e discriminação, quanto às trajetórias de superação, solidariedade, conquista de direitos e construção de igualdade. Assim, o projeto busca romper o silêncio em torno da violência, mas também celebrar as múltiplas formas de resistência e criação que marcam as experiências de mulheres e pessoas, sobretudo LGBTQIA+.A partir desses relatos, uma equipe de roteiristas fará a adaptação das histórias para uma linguagem acessível e envolvente, voltada a jovens, principalmente, preservando o sentido e a força simbólica de cada narrativa.Cada uma das 12 histórias escolhidas por uma comissão, formada por profissionais da equipe do projeto, passará por um roteiro, que ou receberá ilustrações ou será transformado em HQs completas.Todas as obras, resultantes desse processo colaborativo e educativo, serão disponibilizadas gratuitamente através das redes sociais, internet, sites e outros canais de comunicação, com acessos gratuitos. O acervo fortalecerá a circulação democrática da arte e do conhecimento, difundindo valores de igualdade, respeito e justiça de gênero a partir de histórias que inspiram empatia, reflexão e transformação social.As obras, produzidas com base nos relatos recebidos do público, revisadas e roteirizadas, assim como ilustrados pelos artistas (cartunistas e ilustradores), depois de suas publicações individuais, todas serão reunidas em único volume e disponibilizadas gratuitamente em formato PDF, também de forma virtual.
GERAL: Produzir, registrar e difundir um acervo de histórias pessoais (que apresentem situações de superação), que tragam contextos ligados às questões de gênero, diversidade e direitos humanos. Essas histórias serão transformadas em roteiros, HQs e ilustrações acessíveis, visando atingir o interesse dos jovens, a partir de 18 anos, de forma que possam se identificar com as histórias e ao mesmo tempo serem tocados pelo hábito da leitura.ESPECÍFICOS _ PRODUTO PRINCIPAL: 1.Na cidade de Curitiba-PR (a princípio, pois a cidade poderá ser alterada), desenvolver um processo de divulgação junto à população, para o recebimento de histórias pessoais (que apresentem situações de superação): histórias ligadas às questões de gênero, diversidade e direitos humanos;2.Selecionar as histórias mais significativas e contribuidoras, visando beneficiar o público jovem, com idade a partir dos 18 anos;3.A partir das histórias selecionadas, produzir 02 HQs (24 a 30 páginas) e 10 roteiros ilustrados com capas também ilustradas (até 20 páginas);4.Postar os conteúdos, HQs e roteiros ilustrados nas redes sociais, internet, sites, etc; perspectiva de atingimentos: de 2.000 a 5.000 acessos gratuitos;5.Reunir todas as histórias em único arquivo (livro digital - em PDF com registro de ISBN) e oportunizar o acesso, gratuitamente;6.Estimular novos ilustradores e roteiristas a produzirem cultura, com contribuição social;7.Promover a educação em direitos humanos e o combate à desinformação sobre temas de gênero. ESPECÍFICOS _ CONTRAPARTIDA: 1.Desenvolvimento de 4 oficinas (3 horas cada) com temas distintos, integrados às questões de gênero, diversidade e direitos humanos. Formato: presencial.2.Desenvolvimento de 2 encontros (2 horas cada) com temas distintos, integrados às questões de gênero, diversidade e direitos humanos. Formato: online.
O projeto AMIGA CULTURAL: Pluralidades de Histórias tem ciência da importância da Lei de Incentivo à Cultura, porque a realização do projeto necessita de recursos para selecionar histórias (narrativas reais, com contextos ligados às questões de gênero, diversidade e direitos humanos), transformá-las em linguagem literária (HQs e Roteiros Ilustrados) e postá-las nas redes sociais, internet, sites e outros meios de comunicação, visando alcançar o interesse do público jovem. De antemão, é necessário informar que a proposta cultural está de acordo com o Art 1º da Lei 8.313/91, nos seguintes pontos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. A proposta também se enquadra nos seguintes incisos do Art. 3º da referida Lei: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: b) concessão de prêmios a criadores, autores, artistas, técnicos e suas obras, filmes, espetáculos musicais e de artes cênicas em concursos e festivais realizados no Brasil; Observação: Das histórias recebidas, haverá as histórias selecionadas que serão premiadas com suas transformações em HQs e Roteiros Ilustrados. II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos. O projeto AMIGA CULTURAL: Pluralidades de Histórias parte do reconhecimento de que as desigualdades de gênero seguem profundamente enraizadas na cultura brasileira e se expressam em diferentes escalas: das microviolências cotidianas às formas extremas de violência física e simbólica. A misoginia, a lgbtfobia e outras manifestações de intolerância motivadas por gênero atravessam espaços domésticos, institucionais, midiáticos e digitais, impactando diretamente a liberdade, a segurança e a dignidade de mulheres e pessoas LGBTQIA+. Essas desigualdades não se limitam a formas de violência explícita. Elas se manifestam também no silenciamento de vozes, na representação estereotipada, na invisibilidade das histórias de resistência e na restrição de oportunidades de criação e difusão cultural. A cultura, nesse sentido, tanto reflete quanto pode transformar realidades - e é exatamente nesse ponto que se insere o AMIGA CULTURAL. Nesse sentido, a proposta parte, igualmente, do reconhecimento da cultura como instrumento essencial à promoção dos direitos humanos e à construção de uma sociedade mais justa e plural, em conformidade com os princípios da Constituição Federal (art. 3º), que consagra como objetivos fundamentais da República a erradicação das desigualdades e a promoção do bem de todas as pessoas, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade ou quaisquer outras formas de discriminação. Nas últimas décadas, importantes avanços institucionais e culturais contribuíram para o fortalecimento das políticas de igualdade de gênero e diversidade, como a ampliação de marcos normativos, a visibilidade de pautas feministas e LGBTQIA+ e o protagonismo de movimentos sociais e coletivos artísticos. Entretanto, esses progressos convivem com retrocessos políticos, desinformação, ataques a defensoras e defensores de direitos humanos e tentativas de silenciamento em espaços de formação e debate público. Além disso, o Brasil figura entre os países com maiores índices de feminicídio e de violência contra pessoas LGBTQIA+. A persistência de desigualdades estruturais e de discursos de ódio revela a urgência de ações culturais educativas e acessíveis, capazes de fomentar o reconhecimento da pluralidade, o combate à intolerância e a construção de uma cultura baseada em respeito, empatia e na promoção da justiça de gênero. Nesse contexto, o conceito de justiça de gênero tem sido amplamente utilizado pelas Nações Unidas, por organizações feministas com atuação global e por diversos campos das ciências políticas e sociais. Trata-se de uma formulação que busca compreender as relações entre gênero, poder e recursos sociais de forma interdependente. Mais do que a mera igualdade formal entre mulheres e homens, a justiça de gênero envolve a redistribuição equitativa de recursos, oportunidades e responsabilidades, o reconhecimento das diferenças e o enfrentamento das estruturas que produzem desigualdades. Como destacam autoras do campo da ciência política e do direito, a justiça de gênero "responde a um enfoque amplo de justiça social, reportando-se à distribuição da riqueza e ao sexo como variável que, embora frequentemente invisibilizada, é determinante para essa distribuição". Assim, o projeto AMIGA CULTURAL: Pluralidades de Histórias adota esse marco conceitual para guiar suas ações, compreendendo que a cultura pode ser um espaço estratégico de visibilidade, reparação e transformação das assimetrias de gênero. Ao unir arte, educação e tecnologia (redes sociais, internet, sites, etc) em um mesmo espaço de fruição cultural, o AMIGA CULTURAL: Pluralidades de Histórias contribui para o fortalecimento da justiça de gênero, para a valorização da diversidade cultural e para a promoção de uma cidadania baseada em direitos humanos. A iniciativa está alinhada aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da ONU, especialmente: ODS 5 (Igualdade de Gênero), ODS 10 (Redução das Desigualdades), e ODS 16 (Paz, Justiça e Instituições Eficazes). Desta forma, o projeto se consolida como uma ação de educação cultural, que se utiliza de narrativas pessoais transformadas em narrativas artísticas (sem perder as essências das histórias) para promover conhecimento, memória e transformação social. Ainda que o principal objetivo do projeto seja promover educação em direitos humanos e justiça de gênero, o AMIGA CULTURAL: Pluralidades de Histórias também responde a um desafio cultural da sociedade brasileira: o de reaproximar o público jovem da leitura e da fruição artística. Segundo a Pesquisa Retratos da Leitura no Brasil _ 6ª edição, 53% da população brasileira não leu nenhum livro (impresso ou digital) nos três meses anteriores ao levantamento, e a redução do número de leitores - desde o último estudo, de 2019 - atingiu quase todos os perfis e faixas etárias, com exceção apenas dos grupos de 11 a 13 anos e das pessoas com mais de 70 anos. Esse cenário reforça a importância de ações culturais que combinem arte (literatura), tecnologia e linguagem acessível, como as HQs e as narrativas ilustradas, para estimular práticas de leitura crítica e engajamento com temas de cidadania, diversidade e igualdade de gênero. A proposta também reconhece a relevância de promover a produção cultural, principalmente, a partir de vozes historicamente marginalizadas, valorizando sobretudo o trabalho de mulheres e pessoas LGBTQIA+ como protagonistas na criação das narrativas visuais e roteiros. Suas experiências, marcadas por vivências de gênero e diversidade, conferem autenticidade e potência crítica às obras que integrarão o banco de histórias.
IN 23/2025:Das Contrapartidas Sociais:Segundo o Art. 49, § 3º: Excluem-se da obrigatoriedade os projetos que contenham ações formativas ou programas educativos gratuitos.As ações do projeto AMIGA CULTURAL: Pluralidades de Histórias serão totalmente gratuitas, contudo em seu planejamento incluiu 4 oficinas (presenciais) e 2 encontros (online).CONTRAPARTIDAProposta de Oficinas e Encontros FormativosOficinas presenciais (4 encontros de 3 horas cada). Participantes: Até 50 pessoas em cada oficina.Acontecerão em São Paulo-SP (a princípio, pois poderá sofrer alteração).Os custos dessas 4 oficinas (presenciais) estão na planilha orçamentária: deslocamento, hospedagens e alimentações.A ministrante das oficinas abre mão dos pagamentos das horas-aulas.Oficina 1: Desenhar o mundo: arte, gênero e representaçãoEmenta: Oficina introdutória sobre a potência da imagem como forma de expressão e resistência. Propõe reflexões sobre representações de gênero na arte e nos quadrinhos, analisando estereótipos e caminhos para criar personagens plurais e não normativos.Atividades: leitura guiada de HQs, exercícios de criação de personagens e esboços narrativos.Público-alvo: jovens, educadores, agentes culturais, e público em geral interessado em arte e direitos humanos.Oficina 2: Contar para transformar: narrativas de justiça e diversidadeEmenta: Explora o poder das histórias como ferramentas de transformação social. As pessoas participantes serão convidadas a construir pequenas narrativas inspiradas em vivências ou histórias reais, conectando experiências pessoais com temas de direitos humanos e justiça de gênero.Atividades: dinâmicas de escrita criativa, partilha de relatos e construção de minirroteiros para HQs e histórias ilustradas.Público-alvo: jovens, educadores, agentes culturais, e público em geral interessado em arte e direitos humanos.Oficina 3: Memórias visuais: corpos, territórios e resistênciasEmenta: Oficina voltada à produção de narrativas visuais que dialoguem com o território e com experiências coletivas de resistência, além do tema da memória. A proposta incentiva a criação de painéis ou ilustrações inspiradas em memórias locais e na valorização de corpos diversos.Atividades: mapeamento visual do território, colagem, criação coletiva de arte e exposição temporária.Público-alvo: jovens, educadores, agentes culturais, e público em geral interessado em arte e direitos humanos.Oficina 4: Cuidar e criar: arte como linguagem do afetoEmenta: Reflexão sobre o cuidado como prática política e estética. A oficina trabalha o tema do cuidado como expressão artística, gesto educativo e ferramenta de justiça de gênero.Atividades: roda de conversa sobre experiências de cuidado, exercícios de desenho e escrita afetiva, criação de cartazes e pequenas publicações visuais.Público-alvo: jovens, educadores, agentes culturais, e público em geral interessado em arte e direitos humanos. Encontros online (2 transmissões ao vivo: 2 horas cada) - com acessos gratuitos. Perspectiva de Atingimento: 500 acessos em cada encontro.Formato “mesa redonda” – com mediação leve, presença de especialistas convidadas(os) e interação do público por chat.Os encontros serão divulgados nos meios de comunicação gratuitos.Os encontros não trazem custos ao projeto.Encontro 1: Entre quadros e direitos: narrar gênero pela arteEmenta: Mesa redonda com artistas, pesquisadoras(es) e comunicadoras(es) sobre a produção de HQs e/ou ilustrações que abordam questões de gênero, diversidade e justiça social.Objetivo: discutir a arte como forma de ativismo, expressão e educação em direitos humanos.Formato: transmissão ao vivo (YouTube, Instagram ou similar), com mediação e intérprete de Libras.Encontro 2: Juventudes, cultura digital e igualdade de gêneroEmenta: encontro voltado a refletir sobre as novas formas de engajamento das juventudes na cultura digital, a partir de temas como feminismo, masculinidades, diversidade e combate à desinformação.Objetivo: ampliar o diálogo sobre leitura, redes sociais e participação política através da arte e da comunicação.Formato: conversa aberta entre especialistas e jovens criadores de conteúdo, com espaço para perguntas e interação do público.PÚBLICO-ALVO:Dos Conteúdos Publicados: HQs e Roteiros Ilustrados:-Jovens a partir de 18 anos (adultos também poderão ter acesso).Oficinas e Encontros:-Educadores, jovens estudantes (universidades) coletivos, organizações sociais, grupos e coletivos ligados a questões de gênero e diversidade.SOBRE O TÍTULO DO PROJETO O título “AMIGA CULTURAL: Pluralidades de Histórias” traduz a essência do projeto: criar um espaço de aproximação e diálogo através da literatura e da leitura. A palavra “amiga” carrega uma dimensão de acessibilidade e empatia, evocando vínculos de confiança, escuta e troca, valores esses que orientam a proposta de construir conteúdos culturais de forma horizontal e acolhedora.Ao propor narrativas sobre gênero, diversidade e direitos humanos, o projeto busca fazê-lo em uma linguagem amigável e acessível, capaz de dialogar com diferentes públicos, especialmente com jovens.De outro norte, AMIGA também é um “acrônimo simbólico” para “arte, mediação, inclusão, gênero e acessibilidade”, fundamentos conceituais que estruturam toda a concepção do projeto.Desta forma, pode-se dizer que o título “AMIGA Cultural: Pluralidades de Histórias” representa uma postura ética e estética: uma forma de comunicar e educar sem hierarquias, valorizando o encontro entre experiências diversas.
O projeto "AMIGA CULTURAL: Pluralidades de Histórias" desenvolverá:-Abertura de processo de inscrição de histórias, com narrativas principalmente reais-Das histórias recebidas, serão escolhidas 12-02 histórias (com até 30 páginas) receberão revisão e serão transformadas em HQs-10 histórias (com até 20 páginas) receberão revisão e serão transformadas em Roteiros Ilustrados-As 12 histórias serão disponibilizadas através das redes sociais, internet, sites e outros canais de comunicação-O formato de suas publicações online ainda passarão por um planejamento estratégico (por exemplo: a peridiocidade de publicação de cada página de cada história) “AMIGA CULTURAL: Pluralidades de Histórias” abordará temas contemporâneos ligados à justiça de gênero e à educação em direitos humanos, explorando narrativas que articulem vivências, desafios e conquistas de mulheres e pessoas LGBTQIA+ em diferentes contextos sociais. Os conteúdos serão selecionados a partir de relatos enviados pelo público (da cidade de Curitiba-PR. Idade para participar: a parti de 18 anos), estruturando-se em torno de eixos temáticos curatoriais que orientarão a criação das HQs e narrativas ilustradas: A.Corpos e Resistências – experiências de enfrentamento à violência, à discriminação e às desigualdades, destacando o corpo como território de autonomia, criação e resistência. B.Cuidado e Justiça – histórias que abordam o cuidado como valor social, político e ético, reconhecendo a centralidade do trabalho reprodutivo e afetivo na construção da justiça de gênero. C.Memórias e Direitos – narrativas de luta, organização coletiva e transformação social, que articulam passado e presente na conquista de direitos. D.Diversidade em Cena – expressões de identidade e pluralidade, enfatizando a convivência democrática e o respeito às diferenças. Cada eixo temático servirá como trilha de curadoria (para a escolha das 12 histórias), permitindo que o público explore as produções a partir de perspectivas múltiplas sobre igualdade, diversidade e direitos humanos. De forma transversal a todos os eixos, o projeto trabalhará trajetórias inspiradoras de mudança, solidariedade, empoderamento e reconstrução, que revelam a potência da arte e da coletividade frente às adversidades.
PRODUTO PRINCIPAL: PUBLICAÇÃO ONLINE DAS HISTÓRIAS: HQS E ROTEIROS ILUSTRADOSAcessibilidade Física: Será necessária somente no dia do lançamento oficial do projeto. O espaço a ser escolhido deverá apresentar rampas, banheiro adaptado, lugares reservados para pessoas com redução de mobilidade.Acessibilidade de Conteúdo:A publicação das histórias em linguagem de HQs e Roteiros Ilustrados, não contará com a produção de vídeos, somente na linguagem de textos e imagens, com postagens em redes sociais, internet, sites e outros meios de comunicação e divulgação. Medidas que serão adotadas:1.Para pessoas com deficiência visual: link de acesso à audiodescrição.2.Para pessoas com deficiência auditiva, motora, TDAH e Autismo:a) Textos compatíveis com leitores de tela;b) Legendas e áudio-leitura nos materiais;c) Interface com contraste e fontes ampliáveis;d) 100% de acesso gratuito para todo o públicoOs custos da acessibilidade de conteúdo estão planejados no custo vinculado: acessibilidade, comunicação e divulgação.CONTRAPARTIDA – oficinas e encontrosOficinas:Acessibilidade Física: O(s) espaço(s) a ser(em) escolhido(s) deverá(ão) apresentar rampas, banheiro adaptado, lugares reservados para pessoas com redução de mobilidade.Acessibilidade de Conteúdo:Durante o trabalho dos 4 temas das oficinas na cidade de São Paulo-SP:Pessoas com deficiência auditiva: Presença de um(a) Tradutor de Libras.Pessoas com deficiência visual: Poderão participar através da escuta. Não terá material impresso.Encontros: Acessibilidade Física: Não será necessária porque os encontros serão transmitidos via online: via Youtube.Acessibilidade de Conteúdo:Durante o trabalho dos 2 temas dos encontros via online (Canal do Youtube):Pessoas com deficiência auditiva: Presença de um(a) Tradutor de Libras.Pessoas com deficiência visual: Poderão participar através da escuta. Não terá material impresso.
O projeto AMIGA CULTURAL: Pluralidades de Histórias, cumpre com o Art.Art. 46 da IN 23/2025, nos seguintes aspectos:I – até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado;II – até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto;III – mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, incluindo professores de instituições públicas de ensino.Lembrando que as ações do projeto (produto principal) serão totalmente gratuitas. Além do público-alvo, os jovens a partir de 18 anos, o público em geral (adulto) também poderá acessar as histórias que serão postadas.Vale ressaltar também o cumprimento do Art. 47 da IN 23/2025:Art. 47 - Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso:I – doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto no art. 46, inciso III, totalizando 20% (vinte por cento);III – disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição;V – realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas.Lembrando que o projeto oferecerá 4 momentos de oficina e 2 encontros online. Todas as ações serão gratuitas.
COORDENAÇÃO GERAL: Dnize CastroÉ formada em Ciências Sociais pela UEL (Universidade Estadual de Londrina - em Londrina-PR - 1994) e Direção Teatral pela FAP (Faculdade de Artes do Paraná - em Curitiba-PR - 1999), com pós-graduação em Dramaturgia pelo SESI-SP (2023-2024). Possui registro profissional de Atriz pelo SATED SP e registro profissional de produção pelo SATED PR. Atua como produtora cultural há 30 anos. É responsável pela dramaturgia de seu espetáculo "Sempre em Movimento":2025 – SEMPRE EM MOVIMENTO. PROJETO APROVADO PELO PROAC ICMS. PATROCÍNIO: PENNACCHI E RUMO. Elaboração, Dramaturgia, Produção, Direção Teatral, Atriz e Prestação de Contas. Espetáculo teatral infanto-juvenil. Realização de 04 apresentações. Cidade beneficiada: Itirapina-SP.2024 – SEMPRE EM MOVIMENTO. PROJETO APROVADO PELA LEI DE INCENTIVO À CULTURA (LEI ROUANET) DO MINISTÉRIO DA CULTURA. PATROCÍNIO: RUMO. Elaboração, Dramaturgia, Produção, Direção Teatral, Atriz e Prestação de Contas. Espetáculo teatral infanto-juvenil. Realização de 24 apresentações. Cidades beneficiadas: Catanduva-SP, São José do Rio Preto-SP, Rio Claro-SP, Araraquara-SP e Embu-Guaçu-SP.2023 – SEMPRE EM MOVIMENTO. PROJETO APROVADO PELO PROAC ICMS DA SECRETARIA DE CULTURA DO ESTADO DE SÃO PAULO. PATROCÍNIO: RUMO. Elaboração, Dramaturgia, Produção, Direção Teatral, Atriz e Prestação de Contas. Espetáculo teatral infanto-juvenil. Realização de 16 apresentações. Cidades beneficiadas: São Carlos-SP, Cubatão-SP e Dois Córregos-SP.Também já desenvolveu projetos na área de publicação de livros:2021 – UMA HISTÓRIA DE 26 ANOS. PREMIAÇÃO DE TRAJETÓRIA. SECRETARIA DE CULTURA E ECONOMIA CRIATIVA DO ESTADO DE SÃO PAULO. PROAC LAB – LEI ALDIR BLANC. Elaboração, Coordenação, Produção e Prestação de Contas. Projeto “Menina Pirralha – Outras Histórias”, de Cida Alfieri (escritora de Descalvado-SP) – livro infanto-juvenil: publicação e impressão de 1.000 cópias. Distribuição gratuita: São Carlos-SP, Descalvado-SP, Porto Ferreira-SP, Leme-SP, Pirassununga-SP e Araras-SP. 2020 – GOVERNO DO ESTADO DO PARANÁ. PRÊMIO EM RECONHECIMENTO À TRAJETÓRIA. Elaboração. Foi premiada a escritora Adélia Maria Woellner, membro da Academia Paranaense de Letras, pelos seus 43 trabalhos literários.2019 – RECONTAR. PROJETO APROVADO PELO PROFICE (PROGRAMA ESTADUAL DE FOMENTO E INCENTIVO À CULTURA DO PARANÁ). PATROCÍNIO: COPEL. Elaboração, Captação, Coordenação, Produção e Prestação de Contas. Concurso Literário “Recontar a História Cria Novas Aventuras” (Quitandinha-PR, Piên-PR, Mallet-PR e Jaboti-PR) e Lançamento do livro “A Montanha dos Encantos” (com impressão de 4.000 exemplares), de Adélia Maria Woellner, com ilustrações de Heliana Grudzien. Distribuição através da Biblioteca Pública do Paraná.2015 – “O JARDIM DAS VIRTUDES”: PROJETO APROVADO PELA LEI MUNICIPAL DE INCENTIVO DE CURITIBA-PR. PATROCÍNIOS: HOSPITAL ONIX E ECOSSISTEMA CONSULTORIA AMBIENTAL. Elaboração – Lançamento da obra literária “O Jardim das Virtudes” da escritora paranaense Adélia Maria Woellner, com ilustrações de Heliana Grudzien.2012 – PROJETO “COLEÇÃO TAGARELA” – PATROCÍNIO DA COPEL ATRAVÉS DA LEI ROUANET DO MINISTÉRIO DA CULTURA E EDITAL CONTA CULTURA DA SECRETARIA DE CULTURA DO ESTADO DO PARANÁ. Elaboração, Coordenação, Produção e Prestação de Contas – Lançamento da Coleção Tagarela composta por 5 obras da escritora paranaense Adélia Maria Woellner (com ilustrações de Heliana Grudzien): “No Céu e No Mar”, “A Natureza das Coisas”, “A Casa de Cristal”, “A Menina do Pastoreio” e “O Reino das Águas Azuis”.ADVOGADA - Vanessa Porto AlvesFormação em Direito pela PUCPR com especialização em Sociologia Política pela UFPR e em Direito Público pela FEMPAR-Escola do Ministério Público do Paraná. Possui curso de extensão em direito penal pela instituição" Damásio de Jesus" e foi bolsista de prática em Direito Penal no Escritório Professor René Ariel Dotti.Integrante do coletivo de advogados "Direitos pra Todxs", voltado à defesa dos direitos humanos.Integrante dos Coletivos literários feministas "Coletivo Marianas" e "Coletivo Vozes Escarlate", nos quais possui participações como co-autora em livros.Organizou, nos anos 2022 e 2023, sete eventos literários com perspectiva feministas em espaços públicos, assim como eventos de palestras realizadas por acadêmicos de direito e filosofia à população fora do ambiente acadêmico.Concluiu curso de formação préacadêmica "Afirmação na Pós UFPR turma 2023". Atualmente mestranda em Direitos Humanos e Políticas Públicas pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná em estudo de violência de gênero.CONSUTORIA TÉCNICA - Francielle Elisabet Nogueira de LimaDoutora em Direito das Relações Sociais pela UFPR e Mestra em Direitos Humanos eDemocracia pela mesma instituição. Pós-graduada (especialização) em Direito das Famíliase Sucessões pela ABDConst, bem como em Direito Homoafetivo e Gênero pela UNISANTA.Foi pesquisadora bolsista (CAPES) da Clínica de Direitos Humanos da Universidade Federaldo Paraná (2022-2025). Também é integrante do Núcleo de Pesquisa Direitos Humanos eVulnerabilidades, junto à Universidade Federal do Paraná e do Observatório de Direitos deGênero da FAE Centro Universitário. Membra da Associação Nacional de Juristas pelosDireitos Humanos LGBTI (ANAJUDH-LGBTI).COORDENAÇÃO DE PRODUÇÃO - David Marcial OrtolanExecutivo de organizações com mais de 22 anos de experiência em gestão geral, planejamento estratégico, comunicação/marketing e relações institucionais, atuando em Grupos Empresariais e Organizações do Terceiro Setor, nacionais e multinacionais. Especialista em marketing estratégico aliado à gestão de negócios sociais. Histórico consistente de liderança, governança ética e resultados sustentáveis. Fluente em inglês e espanhol avançado, com forte experiência internacional. Também tem conhecimentos de ESG e ODS.
O projeto foi inicialmente marcado como “Com contrato de patrocínio” e, por essa razão, teve andamento na execução imediata. Contudo, durante a etapa de adequação, constatou-se a inexistência de contrato formalizado. Diante disso, o projeto retorna à fase de captação, a fim de alcançar o percentual mínimo exigido de 10% para dar continuidade ao fluxo de análise e execução.