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PRONAC 2512064Autorizada a captação residual dos recursosMecenato

Santa Casa: história, memória e patrimônio

A B C PROJETOS CULTURAIS LTDA
Solicitado
R$ 345,6 mil
Aprovado
R$ 345,6 mil
Captado
R$ 23,8 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

6.9%

Classificação

Área
—
Segmento
Livro/Obra Refer impres/eletrôni valor Art/Lit/Hum
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
PR
Município
Ponta Grossa
Início
2026-01-01
Término
2027-12-31
Locais de realização (1)
Ponta Grossa Paraná

Resumo

O projeto tem como proposta a produção do livro Santa Casa: história, memória e patrimônio, bem como a realização de exposição educativa com a mesma temática do livro.

Sinopse

A obra Santa Casa - história, memória e patrimônio propõe promover uma leitura ampliada da trajetória de um dos mais antigos e simbólicos hospitais do interior paranaense. Longe de se limitar a uma narrativa institucional, o livro pretende investigar a profunda relação entre a Santa Casa e os processos históricos, culturais e urbanísticos que moldaram Ponta Grossa e os Campos Gerais desde o início do século XX. A partir de uma abordagem que articula história social, história pública, patrimônio e cultura, a obra revisitará os múltiplos sentidos que esse espaço de saúde assumiu ao longo de mais de um século: lugar de cura, solidariedade, formação médica e memória coletiva.A pesquisa parte da chegada da ferrovia e da modernização urbana que transformaram Ponta Grossa em polo regional, destacando o papel de figuras como Francisco Burzio, Paulino Ferreira e João von Milasch na consolidação de um campo médico-sanitário local. A Santa Casa será apresentada como espaço de saberes, disputas simbólicas e práticas comunitárias, onde se cruzavam os interesses das elites, as demandas populares e os projetos de Estado. O livro também valorizará o edifício histórico do hospital, construído em uma região marcada por estruturas sanitárias como o cemitério e o matadouro, e hoje plenamente integrado ao cotidiano urbano como marco afetivo e patrimonial da cidade.Por fim, a obra evidenciará como a Santa Casa permanece enraizada na sociedade ponta-grossense contemporânea, por meio de parcerias com instituições públicas e privadas, atuação em redes de saúde e projetos comunitários. Ao celebrar seus 115 anos, o livro convidará o leitor a refletir sobre a importância de preservar não apenas a memória de uma instituição, mas sobretudo os vínculos que ela estabelece com a história viva da cidade. Trata-se de uma narrativa que propõe articular temas como saúde, cultura e identidade, contribuindo para o fortalecimento do patrimônio cultural, histórico e simbólico de Ponta Grossa e dos Campos Gerais.

Objetivos

OBJETIVO GERALProduzir um livro que investiga e aborda a profunda relação entre a Santa Casa de Misericórdia de Ponta Grossa e os processos históricos, culturais e urbanísticos que moldaram Ponta Grossa e os Campos Gerais desde o início do século XX. OBJETIVOS ESPECÍFICOS- Promover pesquisa e investigação científica abordando a relação da Santa Casa de Misericórdia com o desenvolvimento do município de Ponta Grossa- Produzir, editar e lançar o livro - Produzir o audiolivro com audiodescrição como medida de acessibilidade- Realizar em parceria com o Museu Campos Gerais uma exposição resultado de um trabalho de pesquisa histórica e curadoria documental. Serão reunidos objetos, fotografias, depoimentos, registros médicos, mobiliário hospitalar, documentos administrativos e materiais gráficos que narram a trajetória da Santa Casa desde sua fundação, em 1912, até os dias atuais. (Contrapartida Social).

Justificativa

Em 1913, o intelectual paranista Nestor Victor publicou sua obra mais conhecida: Paraná: A Terra do Futuro (Farol do Saber, 1996). Nela, o escritor parnanguara registra suas viagens por algumas cidades referenciais do Paraná naquele momento, projetando um porvir venturoso ao estado recém-criado. Ao passar por Ponta Grossa, Victor observa com espanto o crescimento da cidade e afirma: "Agora verifico: tem-se construído muito em Ponta Grossa. Decisivo mesmo para a vida da cidade encruzilhada foi a inauguração da estrada de ferro."A ferrovia havia chegado em Ponta Grossa na última década do século XIX e trouxe consigo um intenso e caótico desenvolvimento urbano, além de favorecer a chegada de milhares de imigrantes que viam na cidade uma perspectiva de futuro promissor, tal qual vaticinou Nestor Victor. Foi justamente pelos trilhos da estrada de ferro que, em 1904, desembarcaram em Ponta Grossa um médico italiano (Francisco Burzio), um enfermeiro negro (Paulino Ferreira) e um farmacêutico sérvio (João von Milasch), que assumiram papéis fundamentais no nascente campo médico-sanitário da cidade que se reconstruía dia após dia no ritmo acelerado da modernidade capitalista que tomava conta de suas construções, ruas, vielas, bairros e praças.Em Médicos-Educadores: Um diálogo entre a história, a educação e a saúde (Ponta Grossa 1931_1953) (Fi, 2020), o historiador Niltonci Batista Chaves analisa o surgimento de um campo médico-sanitário em Ponta Grossa no começo dos Novecentos como parte de um processo mais amplo de modernização urbana e institucionalização dos saberes científicos no interior do Paraná. A virada do século XIX para o XX trouxe transformações significativas, impulsionadas pela chegada da ferrovia, pelo crescimento populacional e pela consolidação de uma elite local preocupada com o progresso e a ordem. Nesse contexto, a medicina científica começou a se afirmar sobre os saberes populares _ como os das parteiras, curandeiros e benzedeiras _ que até então predominavam no cuidado à saúde. A criação de boticas e farmácias, a atuação de médicos formados em grandes centros urbanos e a fundação de instituições como o Hospital Ferroviário 26 de Outubro (1906), a Santa Casa de Misericórdia (1912) e a Sociedade Médica Pontagrossense (1931) foram marcos fundamentais desse processo de institucionalização da medicina na cidade.O pesquisador destaca que esse campo médico emergente não se restringia ao exercício clínico, mas articulava-se com outras dimensões da vida social, política e cultural ponta-grossense. Médicos como Francisco Burzio, Petit Carneiro e Flaviano da Silva não apenas atendiam pacientes, mas também exerciam funções públicas e cargos políticos; participavam de debates sobre saúde coletiva e contribuíam para a construção de uma identidade urbana pautada na racionalidade científica e na filantropia. A Santa Casa, nesse sentido, simbolizava mais do que um hospital: era um espaço de poder, de saber e de sociabilidade, onde se cruzavam as demandas da população, os interesses das elites locais e os projetos de modernização do Estado brasileiro. Assim, o nascimento do campo médico-sanitário em Ponta Grossa revela-se, na leitura de Chaves, como um fenômeno profundamente enraizado nas dinâmicas históricas e culturais da cidade.Refletir, portanto, sobre a história da Santa Casa de Misericórdia de Ponta Grossa é, ao mesmo tempo, narrar uma história institucional e compreender a profunda relação entre esse espaço de saúde e a trajetória histórica, cultural e patrimonial da cidade de Ponta Grossa e da região dos Campos Gerais. A proposta é lançar luz sobre os múltiplos sentidos que a Santa Casa assumiu ao longo de mais de um século, como lugar de cura, de solidariedade, de formação médica, de memória urbana e de identidade regional.A Lei Rouanet é um dos principais mecanismos de fomento e financiamento da cultura no País, sendo imprescindível para a viabilização dessa produção. O presente projeto está em consonância com os objetivos da Lei 8.313/91, conforme previsto no artigo 1º: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores. O projeto também atende ao disposto no artigo 3º, inciso II, pois fomenta a produção cultural e artística, mediante: (b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes.

Especificação técnica

Formato fechado:Formato fechado: 215x265mmCapa dura 4x4 cor, com laminação fosca e vernizMiolo: 4x4 cor, couche fosco115Guarda 1x1Tiragem: 3000 exemplares

Acessibilidade

LIVRO Acessibilidade física: As ações de acessibilidade física não se aplicam por se tratar de produção de livro impresso. Acessibilidade para deficientes visuais: O livro contará com QR Code que remeterá ao áudio, a fim de que as pessoas com deficiência visual e pessoas não alfabetizadas possam acessar às obras. As imagens contarão com audiodescrição.Acessibilidade para deficientes auditivos: As pessoas com deficiência auditiva poderão acessar as obras, uma vez que se trata de material composto por textos e fotografias impressas. Acessibilidade para pessoas com deficiência intelectual: O audiolivro contribui para o acesso a obra a pessoas com uma série de deficiências, inclusive a dislexia. EXPOSIÇÃO – CONTRAPARTIDA SOCIALTendo em vista que a exposição educativa que integra a contrapartida social será montada a partir dos elementos encontrados a partir da pesquisa e investigação prevista no projeto, as medidas de acessibilidade serão compatíveis com as ações, não havendo como prevê-las nesse momento.

Democratização do acesso

Conforme previsto no artigo 46, da Instrução Normativa nº 23, de 05/02/202, considerando a tiragem de 3000 exemplares será realizada a seguinte distribuição de livros:300 unidades (10% da tiragem) serão destinadas aos patrocinadores de forma proporcional aos investimentos efetuados300 unidades (10% da tiragem) serão destinadas à distribuição de caráter educativo, através de secretarias de educação ou diretamente a escolas e bibliotecas900 unidades (30%% da tiragem) serão destinadas à Santa Casa de Misericórdia para ações de caráter social600 unidades (20% da tiragem) será para vendas promocionais em valores que não ultrapassem R$ 50,00600 unidades (30% da tiragem) será comercializada ao valor de R$ 120 AMPLIAÇÃO DE ACESSOEm atendimento ao artigo 47, da Instrução Normativa nº 23, de 05/02/2025, o projeto doará 300 exemplares (dez por cento) dos livros, além do previsto no art. 46, inciso III, totalizando 20% (vinte por cento), a secretarias de educação ou diretamente a escolas e bibliotecas, ampliando a distribuição de caráter social e educativo.

Ficha técnica

COORDENAÇÃO GERAL: ABC PROJETOS CULTURAISA ABC Projetos é uma empresa paranaense, que há 18 anos atua como editora e produtora cultura.Já editou ou produziu mais de uma centena de livros, a maioria de autores paranaenses. É responsável pela edição das obras infantojuvenis da Biblioteca Gralha Azul: um total de 32, desde 2023. Em 2025 produziu 13 obras para a Biblioteca Pública do Paraná, através do edital Outras Palavras, pela Lei Paulo Gustavo. Em 2025 produziu também quatro obras da coleção Viajando pelo Reino Encantado, da autora Dione Navarro, direcionadas a crianças de baixa visão. Em 2024 foi finalista do prêmio Jabuti Acadêmico com a obra EspelhoPiraí. A ABC Projetos ainda coordena o Museu Cenas de Ponta Grossa e o projeto O Fantástico Ônibus, que produz experiências cênicas imersivas. COORDENADOR DE PESQUISA, PRODUÇÃO DE TEXTO E CURATORIA: NILTONCI BATISTA CHAVESNiltonci Batista Chaves é historiador, professor e pesquisador com sólida trajetória acadêmica e reconhecida atuação na área de história social, história pública, educação e patrimônio. Licenciado em História pela Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG/1987), é especialista em Políticas Sociais (UEPG/1993), mestre em História e Sociedade pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP/1998), doutor em Educação pela Universidade Federal do Paraná (UFPR/2011) e obteve o título de Livre-Docente pela UEPG em 2019. Atualmente, é professor associado da UEPG, vinculado ao Departamento de História e ao Programa de Pós-Graduação em História, onde atua na formação de pesquisadores e na orientação de trabalhos acadêmicos.Sua produção intelectual é marcada por uma abordagem interdisciplinar que articula história, educação, saúde e cultura. É autor de cerca de trinta livros e diversos capítulos de livros e artigos científicos que tratam da história regional, da institucionalização dos saberes científicos e da construção de identidades urbanas, com destaque para a obra Médicos-Educadores: Um diálogo entre a história, a educação e a saúde (Ponta Grossa 1931–1953), publicada em 2020, que investiga o surgimento do campo médico-sanitário em Ponta Grossa e suas implicações sociais e culturais e da série Medicina em Ponta Grossa. Histórias da Associação Médica, publicada entre 2007 e 2009. Além disso, Chaves tem se dedicado à pesquisa sobre patrimônio histórico e memória urbana, com ênfase na relação entre instituições e processos de modernização no interior do Paraná.Desde 2018 é diretor do Museu Campos Gerais/UEPG, preside a Associação dos Museus da Região dos Campos Gerais e é representante da UEPG na Rede dos Museus e Centros de Documentação das Universidades Paranaenses, entidade vinculada à Secretaria de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Paraná. Tem ampla experiência em curadoria de exposições, organização de eventos científicos e projetos de extensão universitária. PESQUISADOR 1 - AMANDA TAELI RODRIGUESLicenciatura em História (2017 - 2021) Universidade Estadual do Centro-Oeste (UNICENTRO)Mestrado em História (2024 - atual) Universidade Estadual de Ponta Grossa - Programa de Pós-graduação em História (PPGH/UEPG)EXPERIÊNCIA:Prefeitura Municipal de Guarapuava (2019 - 2020) Enquanto estudante de graduação em História, desenvolveu atividades como auxiliar na organização, conservação e catalogação de acervos documentais da instituição. Também realizou atendimento ao público, em especial aos servidores que buscavam documentos profissionais sob guarda da instituição.Secretária Estadual de Educação do Estado do Paraná (2021 - 2023) Atuou como professora de História na educação básica, ministrando e planejando aulas para estudantes do ensino fundamental e médio.Museu Campos Gerais (2024 - atual) Em 2024, atuou como historiadora com atividades voltadas para organização de acervo audiovisual, conservação preventiva de documentos iconográficos, catalogação, digitalização, descrição textual de imagem e edição de metadados no projeto “Memórias audiovisuais digitais: digitalização do acervo Foto Elite (1954-2018)” (Lei Paulo Gustavo). Também desenvolveu atividades de comunicação e publicização do projeto em mídias sociais. Em 2025, atua como historiadora na organização, conservação preventiva e registro do acervo histórico do Museu Campos Gerais, a fim de digitalizar e realizar audiodescrição do Fundo Histórico Museu Campos Gerais, através do projeto “Digitalização da Documentação Histórica do Museu Campos Gerais” (PNAB).PESQUISADOR 2 - ELIÉZER NASCIMENTO DE OLIVEIRAGraduação em licenciatura em História (2022 a 2025).EXPERIÊNCIAMuseu Municipal Aristides Spósito (2023)Atividades de gestão e conservação de acervos museológicos.Montagem de material expográfico.PROVIC - Vozes de Fé e Cultura no Museu Campos Gerais: História pública com as comunidades religiosas da Mesquita Imam Ali e do Ilê Asé Alaketu Ekun Dudu Ogum na exposição "duzentos" (2023-2024)Memórias audiovisuais digitais: digitalização do acervo Foto Elite (1954-2018)" (2024 - 2025) Identificação, organização, higienização e digitalização de acervo audiovisual. Edição de imagem, edição de metadados e descrição textual de imagens.PROVIC memórias fotográficas e narrativas de trabalho: o Museu Campos Gerais e a história de Ponta Grossa através das lentes do 'Foto Elite' (2024 - 2025) Fundo Histórico Museu Campos Gerais (2025) Identificação, organização, higienização e digitalização de acervo documental. Edição de metadados e descrição em audiotextual de documentos. Museu escuta (2025) - arte e composição visual COORDENAÇÃO EDITORIAL: DALI PROJETOS CRIATIVOSA Dali Projetos Criativos (nome fantasia) produziu em 2025 produziu as seguintes obras:APPEL, Ana. LILO e a Origem dos Contadores de Histórias. Curitiba. Dali, 2025.CAETANO, Antoni Gonçalves. O PRINCIPAL SÃO AS PESSOAS: Uma comparação da comunicação entre Paulo Freire e Dominique Wolton. Curitiba. Dali, 2025.CAMARGO, R. COLETÂNEA DO TEATRO NECESSÁRIO: Um Registro. Curitiba. Dali, 2025.CORONA, Ricardo. Nuvens de Bolso. Curitiba. Dali, 2025CORTES Juliana. ENSAIO SOBRE A MÚSICA GRAVADA, A ESCRITA, OUVIDA E DISCUTIDA EM CURITIBA: 2018 em Jornal. Curitiba. Dali, 2025.L.C. MARINHO. Os Hóspedes. Curitiba. Dali, 2025.LEARDINI, Jul. O Idólatra e outros contos cronicados. Curitiba. Dali, 2025.MEIRELES, June Saraiva. A Volta do Tio Zezito. Curitiba. Dali, 2025.NAGEL, Cristiano. Olhares Ausentes. Curitiba. Dali, 2025.RODERMEL, Pedro Monir. Não Existe o Vazio no Leito de um Rio. Curitiba. Dali, 2025.ROSANGELA, Araújo. DE LUCA, Gyusi. O Guia da pessoa preguiçosa para salvar o mundo. Curitiba. Dali, 2025.SALLES, Val. Dramaturgias Possíveis para um Mundo Impossível. Curitiba. Dali, 2025.TAKAMATSU, Roberta. Passagem Secreta. Curitiba. Dali, 2025.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.