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Apresentações gratuitas de Música Instrumental e também de Música Regional com grandes artistas brasileiros e estrangeiros na praça pública conhecida como Orla 2 de Juazeiro-BA, celebrando a importância da sanfona como protagonista da música regional. O evento atrai músicos e público de todo o mundo, promovendo a música brasileira e o intercâmbio artístico. Os principais instrumentistas convidados também ministram Master Classes gratuitas o Centro de Cultura João Gilberto, em Juazeiro-BA, vizinho ao local dos shows.
Não se aplica.
Objetivo geral: Realizar 1 grandes noite de shows e concertos dedicados à sanfona no centro do interior nordestino, com grandes artistas do Brasil e do exterior, proporcionando oportunidades de ampla participação popular e repercussão internacional da cultura brasileira. Objetivos especificos: Reconhecer e potencializar o talento musical de artistas brasileiros e convidados do exterior, com apresentações de 2 grandes artistas de projeção nacioanl com carreiras ligadas ao universo da sanfona, 3 sanfoneiros estrangeiros, 3 sanfoneiros brasileiros de projeção nacional e participação sanfoneiros locais. Realizar 3 Master Classes de sanfona para músicos de todas as idades e todos os níveis de domínio do instrumento. Valorizar a arte de tocar sanfona. Consolidar a presença brasileira no circuito mundial do acordeon. Promover a formação do público. Viabilizar intercãmbio e articulação entre artistas e produtores culturais de lugares diversos. Fortalecer a música popular independente brasileira. Contribuir para o mapeamento da cena musical regional. Criar oportunidades de trabalho, renda e formação artística para mais de 150 pessoas, no Vale do São Francisco.
Desde a sua primeira edição, o FESTIVAL INTERNACIONAL DA SANFONA gerou um grande impaco na cena cultural do Vale do São Francisco e obteve reconhecimento público no Brasil e no exterior. As oito edições realizadas fortaleceram este impacto e transformou Juazeiro em uma espécie de capital da Sanfona no Nordeste Brasileiro. Muitas pessoas passaram não somente a valorizar as músicas que tem a sanfona como base, mas também é notável na região o interesse de crianças, jovens e adultos em aprender a tocar sanfona. Muitos deles já se toraram sanfoneiros profissionais por terem sido estimulados pela grande exposição que este projeto tem proporcionado a este instrumento musical. Celebrar, portanto, a realização de mais uma edição do evento após alguns anos de hiato é mais do que justo. A última edição presencial dofestival aconteceu antes da pandemia. Desde então foram realizadas apena edições online. Consequentemente, tanto o público quanto os artistas já se mobilizam para a 9a edição do Festival Iternacional da Sanfona e demandm uma grande Celebração para esta retomada. Citado na carta de Pero Vaz de Caminha, o termo "gaita" no sul do país denomina o instrumento musical conhecido no nordeste como sanfona. O termo mais universal para o instrumento é acordeom, grafia revista no novo acordo ortográfico. Há indícios de que um instrumento primitivo com características próximas, chamado "sheng", já existia na China do século 12 A.C., além de gravuras gregas e egípcias de pessoas tocando algo com fole e teclado, também antes de Cristo. A história oficial, porém, conta que a sanfona foi criada em Viena por C. Buffet em 1827 e chegou ao Brasil entre 1836 e 1851, através dos imigrantes alemães do Rio Grande do Sul. Há informações de que nessa época já havia também alguns "foles de 8 baixos" na região Nordeste. Instrumento ideal para acompanhar bailes, pela amplitude sonora, alcance do volume e por permitir ao executor cantar com facilidade, substituiu o violão e a rabeca, de pouco volume sonoro, em muitas manifestações populares. O gaúcho Pedro Raymundo projetou no país a figura de gaiteiro gaúcho e influenciou o pernambucano Luiz Gonzaga a valorizar a cultura nordestina, lançando o baião com sua sanfona branca em 1946. Gonzaga é o maior fruto da difusão da sanfona no país, depois da Guerra do Paraguai, que aproximou nordestinos e gaúchos em torno do mesmo instrumento. A sanfona ainda é o principal instrumento harmônico das festas tradicionais brasileiras. O instrumento mantém-se sempre atual, acompanhando a evolução da linguagem musical, interpretada por novas gerações, ricas em grandes instrumentistas. É importante realizar este evento em Juazeiro, no centro do sertão nordestino, o império da sanfona. Além da infra- estrutura existente na região, suficiente para abrigar eventos deste porte, a distância daí às capitais nordestinas não passa de 800km, facilitando deslocamento de público e artistas interessados. TODAS AS ATIVIDADES SÃO GRATUITAS. Apesar dos resultados positivos em todas as edições realizadas, esta iniciativa sempre encontra grandes dificuldades na captação de recursos para as edições vindouras, principalmente por ser realizada fora de um grande centro. Por este motivo, é fundamental a utilização deste mecanismo de fomento cultural que é a Lei Federal de Incentivo à Cultura.
REMUNERAÇÃO DA EMPRESA PROPONENTE: Os seguintes itens orçamentários serão objeto de remuneração do proponente: Diretor Geral Direção de Produção, Serviços de Administração/Prestação de Contas e Coordenação de Comunicação.
Não se aplica.
Priorizar de forma explícita o acesso aos shows para PNE, deficientes visuais, gestantes, pessoas com crianças de colo, idosos e pessoas com dificuldade de locomoção, e demais pessoas especificadas na lei, conforme já foi realizado nas edições anteriores. Realizar todas as atividades, inclusive os shows, em local já adaptados para livre circulação de PNE e fácil deslocamento de pessoas idosas. É uma praça pública, local térreo, com rampas de acesso, passagens largas e fácil movimentação, com espaço de manobra para cadeira de rodas e iluminação adequada. Não há necessidade de custos extras para adaptação. Estimular a participação de idosos e PNE nas atividades do festival, convidando estas pessoas de forma destacada em pressreleases e entrevistas.
O projeto tem ACESSO TOTALMENTE GRATUITO e adota as seguintes medidas de democratização de acesso às suas atividades, produtos, serviços e bens culturais: . Parte das atividades do projeto serão desenvolvidas em locais remotos ou próximos a populações urbanas periféricas. Ressalte-se que este projeto está sendo realizado no centro do semi-árido nordestino, região extremamente carente em todos os sentidos. . Como nas edições anteriores, o projeto permite a captação de imagens das atividades e de espetáculos e autoriza sua veiculação por redes públicas de televisão. . Serão disponibilizados, na internet e para exibição em televisões públicas, registros audiovisuais dos espetáculos e demais atividades do festival.
DIRETOR GERAL (Representante da empresa proponente): Celso de Carvalho. Músico e produtor cultural, atuou na Produção, Planejamento e Administração de mais de 150 projetos culturais, em diversas áreas (livros, CDs, artes cênicas, patrimônio, artes plásticas, audiovisual, bienais, etc), aprovados pelo Ministério da Cultura, pela lei Rouanet e FNC, Ancine, pela Lei do Audiovisual, Secretaria de Cultura do Estado da Bahia, pelo Fazcultura e Funcultura e Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo, através da Lei Mendonça. Criador e Diretor Geral das 8 primeiras edições deste projeto. Gestor local do programa Conexão Vivo em Juazeiro. Diretor e Curador do Festival Umbuzada Sonora, importante evento musical do interior do Brasil, com 8 edições já realizadas. Diretor e Curador do GuitarraSSA Festival Internacional da Guitarra Elétrica. SOBRE A DEFINIÇÃO DOS ARTISTAS A SEREM CONVIDADOS: A Curadoria do festival está a cargo da Direção Geral. A lista definitiva de artistas convidados será definida durante a etapa de Pré-Produção. A cada edição do Festival, a direção traça um panorama do que está sendo realizado de melhor entre os sanfoneiros mais representativos do planeta. O principal critério é o domínio do instrumento, aliado às possibilidades de cada artista ou atividade de apresentar algo novo a se somar ao sotaque da sanfona regional do nordeste brasileiro.
PROJETO ARQUIVADO.