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PRONAC 2512070Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Basicode: Interfaces da Música Visual

53.733.677 VITOR DROPPA WADOWSKI FONSECA
Solicitado
R$ 200,0 mil
Aprovado
R$ 200,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
PR
Município
Curitiba
Início
2026-06-01
Término
2027-08-01
Locais de realização (2)
Curitiba ParanáParanaguá Paraná

Resumo

O projeto BASICODE: Interfaces da Música Visual propõe a elaboração de uma pesquisa-criação que investiga a integração entre artes visuais, música e tecnologia digital, por meio da manipulação de imagens e sons em tempo real. Inicialmente vinculado à Universidade Estadual do Paraná (UNESPAR) e em desenvolvimento desde 2018, a iniciativa consolida a Música Visual como campo de experimentação estética e tecnológica. Nesse contexto, o projeto tem como objetivo principal a concepção de uma performance inédita de Música Visual, apresentada em 2 sessões — em Curitiba/PR e Paranaguá/PR —, acompanhadas de rodas de conversa, oficinas em escolas públicas e um workshop formativo voltado à capacitação de jovens artistas e pesquisadores. Desenvolvido ao longo de 14 meses, o projeto enfatiza aspectos de acessibilidade, descentralização territorial e difusão gratuita em toda a sua realização, integrando práticas de pesquisa, criação e formação artística contemporânea.

Sinopse

BASICODE: Interfaces da Música Visual é um projeto de arte experimental cujo desenvolvimento se ancora na pesquisa-criação, que funciona como base de todas as etapas do trabalho. A iniciativa investiga a integração entre som, imagem e tecnologia, explorando o conceito de música visual, em que códigos e dispositivos interconectam dados sonoros e visuais em tempo real, resultando em apresentações que borram as fronteiras entre música e artes visuais. A pesquisa orienta a concepção e realização das apresentações em Curitiba/PR e Paranaguá/PR, bem como das ações formativas associadas, incluindo rodas de conversa, oficinas em escolas públicas e um workshop voltado à formação de jovens artistas e pesquisadores. Todo o processo culmina na performance inédita de música visual, acompanhada da disponibilização gratuita do registro audiovisual de uma das apresentações e da publicação de um artigo acadêmico que sistematiza e documenta integralmente os resultados da pesquisa.SINOPSE POR PRODUTO1. Performance – Produto Principal: Apresentação de música visual com manipulação simultânea de som e imagem por meio de códigos e interfaces digitais. Cada performance é uma composição única, resultado da interação entre algoritmos e improvisação ao vivo. O público acompanha o diálogo sensorial entre luz, cor e som, vivenciando uma experiência imersiva e efêmera. Classificação indicativa: Livre.2. Roda de Conversa: Encontro aberto ao público, mediado pelo orientador de pesquisa e pelos artistas-pesquisadores, com o objetivo de discutir os processos de criação, as relações entre música, artes visuais e tecnologia e os desdobramentos da pesquisa. A roda de conversa amplia o alcance reflexivo do projeto, aproximando o público do campo da arte contemporânea. Classificação indicativa: Livre.3. Oficinas práticas em escolas: Atividades educativas voltadas a estudantes e educadores, explorando a relação entre som e imagem como linguagem artística e estimulando a criatividade e percepção estética. As oficinas são conduzidas com ferramentas acessíveis, e incluem a entrega de material pedagógico para uso continuado em sala de aula (impresso e digital acessível). Classificação indicativa: Livre.4. Workshop Formativo: Ciclo de 4 encontros voltados a estudantes e jovens artistas, com ênfase em práticas de pesquisa-criação e integração entre música, artes visuais e tecnologia digital. O workshop combina demonstrações técnicas, exercícios práticos e reflexões teóricas, consolidando a formação em arte e tecnologia contemporânea. Classificação indicativa: Livre.5. Pesquisa-Criação: Processo de investigação contínuo que articula prática artística e reflexão teórica, envolvendo experimentação entre música, artes visuais e tecnologia digital. A pesquisa é o núcleo conceitual do projeto e será difundida com a submissão de um artigo a um periódico especializado e a participação em eventos acadêmicos. Classificação indicativa: Livre.

Objetivos

OBJETIVO GERAL Investigar a integração entre música, artes visuais e tecnologia digital por meio de uma pesquisa-criação voltada à concepção e apresentação de uma performance inédita de Música Visual, fortalecendo esse campo de estudos e ampliando o acesso da população à arte contemporânea, à reflexão crítica e à formação artística.OBJETIVOS ESPECIFICOS- Desenvolver uma pesquisa-criação articulando música, artes visuais e tecnologia digital;- Compor uma performance de Música Visual e realizar 2 apresentações inéditas e gratuitas nas cidades de Curitiba/PR e Paranaguá/PR;- Realizar 2 rodas de conversa abertas ao público, após cada apresentação da performance — em Curitiba/PR e Paranaguá/PR — , com participação dos artistas-pesquisadores e mediação do orientador de pesquisa;- Oferecer 2 oficinas em escolas públicas — uma em Curitiba/PR e outra em Paranaguá/PR —, voltadas a estudantes do ensino médio, com distribuição gratuita de um material pedagógico em formato digital e impresso;- Promover um workshop formativo, composto por 4 encontros presenciais, voltado à formação de jovens artistas e pesquisadores, com a disponibilização de 3 bolsas de inclusão social;- Elaborar e submeter um artigo acadêmico para publicação em periódico científico e difusão em eventos especializados, consolidando a dimensão de pesquisa e a sistematização crítica do processo criativo do projeto.- Produzir e disponibilizar gratuitamente o registro audiovisual de uma das apresentações da performance em plataforma digital aberta, garantindo ampla difusão pública e continuidade dos resultados.

Justificativa

O projeto BASICODE: Interfaces da Música Visual propõe uma frente de pesquisa-criação que integra música, artes visuais e tecnologia digital. Iniciado em 2018, no âmbito de uma pesquisa vinculada à Universidade Estadual do Paraná (UNESPAR), o projeto se desdobrou para além da academia a partir do fomento de leis de incentivo, que permitiram promover a Música Visual como campo de investigação teórica e artística contemporânea para um público mais amplo.No entanto, a proposta se desenvolve em um território pouco atendido pelo mercado cultural, pois envolve processos de pesquisa e criação coletiva que exigem equipamentos específicos e registro técnico qualificado, por exemplo. Devido a sua natureza experimental e formativa, baseada numa linguagem artística pouco conhecida no Brasil, esse tipo de produção carece de fomento para garantir sua continuidade e para que seus resultados se tornem acessíveis. Sendo assim, o Mecanismo de Incentivo à Cultura (Lei nº 8.313/1991) torna-se o instrumento adequado para assegurar que o conhecimento produzido se converta em bens culturais públicos e gratuitos.O projeto articula criação, produção de conhecimento, difusão e formação, compreendendo a concepção de uma performance inédita de Música Visual e sua apresentação em duas cidades (Curitiba/PR e Paranaguá/PR), acompanhadas de rodas de conversa, oficinas em escolas públicas e um workshop formativo voltado à capacitação de jovens artistas e pesquisadores. Ao unir prática artística, reflexão teórica e formação cultural, o BASICODE contribui para a descentralização das ações culturais e para o fortalecimento do ecossistema artístico paranaense.Em conformidade ao Art. 1º da Lei 8313/1991, a proposta contribui e está em consonância com os seguintes incisos: "I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores." Além disso, a proposta atende aos objetivos previstos no Art. 3º da referida lei, especialmente no que se refere aos incisos: "I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: a) concessão de bolsas de estudo, pesquisa e trabalho, no Brasil ou no exterior, a autores, artistas e técnicos brasileiros ou estrangeiros residentes no Brasil. [...] II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos; [...]".Adicionalmente, o projeto observa as determinações da Instrução Normativa nº 23/2025, especialmente o Art. 18, que orienta sobre estrutura documental, cronograma, contrapartidas formativas e medidas de acessibilidade, com transparência e mensurabilidade do impacto social. Reforçamos que as ações de acessibilidade seguirão o Guia de Acessibilidade do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (Art. 45 da IN nº 23/2025), com a adoção de medidas referentes à contratação de uma assessoria especializada, assim como o acompanhamento de intérprete de Libras e uso de coletes sensoriais de vibração.O aporte público solicitado destina-se à remuneração das bolsas para o desenvolvimento de pesquisa, à locação de equipamentos especializados para apresentação da performance, ao registro audiovisual profissional, aos custos de deslocamento, e à produção de materiais pedagógicos e difusão digital gratuita. Esses investimentos garantem a execução integral do processo criativo e sua transformação em legado público, social e educacional.

Estratégia de execução

As ações formativas — rodas de conversa e oficinas — terão caráter gratuito, com inscrições abertas ao público e priorização de estudantes, educadores e artistas locais. O material pedagógico produzido, será disponibilizado em formato digital acessível e doado a instituições públicas de ensino, bibliotecas e centros culturais.O registro audiovisual de uma das apresentações da performance será publicado em plataforma gratuita, garantindo livre compartilhamento e permanência do conteúdo como recurso educativo e artístico. O projeto prevê contrapartidas acadêmicas e sociais, articulando universidade, arte e comunidade, e promovendo a formação técnica e conceitual em arte e tecnologia.A realização em Paranaguá/PR reforça o compromisso com a descentralização territorial da produção cultural, estimulando a circulação de projetos de arte experimental fora do eixo da capital e ampliando o acesso da população do litoral paranaense a ações de formação e fruição artística. Essa escolha se ancora no propósito de integrar o interior e o litoral aos circuitos contemporâneos de criação e pesquisa, fortalecendo redes regionais de cultura e inovação.Toda a execução seguirá as diretrizes da Instrução Normativa nº 23/2025, garantindo transparência, acessibilidade plena e ampla fruição pública em todas as etapas do projeto.

Especificação técnica

1. Performance (EXPOSIÇÃO CULTURAL/ARTISTICA) - Produto PrincipalDescrição: Concepção e apresentação artística que integra música e artes visuais em tempo real, por meio de algoritmos e dispositivos digitais interconectados. A proposta investiga a noção de música visual, em que o som desencadeia respostas visuais programadas, compondo uma experiência sinestésica e efêmera. Quantidade / Duração: 2 apresentações — aproximadamente 50 minutos cada.Público estimado: 120 pessoas por apresentação.Requisitos técnicos: Computadores com softwares de manipulação sonora e visual em tempo real; controladores MIDI e interfaces de áudio; projetor de alta luminosidade e tela branca; sistema de som multicanal; iluminação controlável; registro audiovisual profissional.Entregáveis: Registro audiovisual das apresentações e disponibilização em plataforma digital e relatório técnico da execução.Acessibilidade: Realização em espaços com acessibilidade arquitetônica comprovada e disponibilização de 2 coletes sensoriais de vibração, que permitem que pessoas surdas percebam o som por meio de estímulos táteis. 2. Roda de conversa (seminário/encontro/etc)Descrição: Encontros abertos ao público realizados após cada apresentação da performance, mediados pelo orientador de pesquisa e com participação dos artistas-pesquisadores. As rodas promovem reflexão sobre os processos de criação, a relação entre artes visuais, música e tecnologia e os desafios da música visual contemporânea, ampliando o caráter formativo e de mediação da proposta e propiciando o debate com o público presente.Quantidade / Duração: 2 rodas de conversa — aproximadamente 1 hora cada.Público estimado: 120 pessoas por atividade.Requisitos técnicos: mesa de apoio, cadeiras, microfones e caixa de som.Entregáveis: Registro fotográfico do debate e relatório técnico.Acessibilidade: Realização em espaços com acessibilidade arquitetônica comprovada e acompanhamento de intérprete de Libras durante toda a atividade; 3. Oficinas práticas em escolas (Oficina - artes visuais)Descrição: Ações formativas voltadas a estudantes do ensino médio da rede pública, com introdução a práticas artísticas que combinam música, artes visuais e tecnologia. As oficinas propõem experimentações criativas de som e imagem, estimulando a percepção estética, a imaginação e o aprendizado criativo. Cada oficina incluirá a disponibilização de um material pedagógico para uso continuado em sala de aula (impresso e digital acessível).Quantidade / Duração: 2 oficinas — aproximadamente 2 horas cada.Público estimado: 40 alunos em cada oficina.Requisitos técnicos: Sala equipada com projetor, caixas de som, mesas de apoio e material de papelaria.Entregáveis: material pedagógico para uso continuado em sala de aula (impresso e digital acessível), registro fotográfico e relatório pedagógico.Acessibilidade: Material didático em formato de fácil interpretação pelos estudantes (PDF estruturado, fonte ampliada e linguagem simples). 4. Workshop (Oficina Audiovisual)Descrição: Atividade formativa voltada à capacitação de agentes culturais e estudantes interessados em processos híbridos de criação em performance audiovisual. O workshop contará com demonstrações técnicas, exercícios de programação sonora e visual e dinâmicas coletivas, promovendo formação continuada e integração entre artes visuais, música e tecnologia.Quantidade / Duração: 1 ciclo de 4 encontros — aproximadamente 2 horas cada.Público estimado: 15 participantes.Requisitos técnicos: Sala equipada com projetor, caixas de som, mesas de apoio, acesso à internet e recursos audiovisuais básicos.Entregáveis: Relatório técnico-pedagógico e certificado de participação.Acessibilidade: Formulário público de inscrição com reserva de 3 bolsas destinadas à inclusão de participantes em vulnerabilidade social; realização com intérprete de Libras e produção de material de apoio acessível (contraste adequado, linguagem simples). 5. Pesquisa-criação (pesquisa)Descrição: Processo de investigação contínuo que articula prática artística e reflexão teórica, envolvendo experimentação entre música, artes visuais e tecnologia digital. A pesquisa é a base e o núcleo conceitual do projeto, difundindo-se com a posterior submissão de um artigo a um periódico especializado e a participação em eventos acadêmicos.Quantidade / Duração: Atividade processual que será realizada ao longo de 12 meses, com encontros regulares de pesquisa e experimentação.Participantes: 3 artistas-pesquisadores bolsistas e 1 professor supervisor.Requisitos técnicos: Espaço com infraestrutura digital e equipamentos de captação e monitoramento de som e imagem. Entregáveis: Relatórios técnicos mensais de andamento da pesquisa; artigo acadêmico elaborado e submetido a periódico científico e eventos acadêmicos.

Acessibilidade

O projeto adota um plano de acessibilidade integrado, articulando medidas arquitetônicas, comunicacionais e de divulgação para garantir a participação plena e a fruição inclusiva de todas as pessoas. Para assegurar as realizações previstas, será contratada uma consultoria de acessibilidade especializada, responsável por acompanhar o desenvolvimento das ações e propor adequações técnicas e comunicacionais específicas para cada etapa e atividade do projeto.Junto disso, as ações irão seguir as diretrizes da Instrução Normativa nº 23/2025, especialmente no que se refere à implementação de medidas de acessibilidade, comunicação e divulgação acessíveis, e observam as orientações do Guia de Acessibilidade do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, conforme determina o art. 45 da referida normativa. Em conformidade com o art. 42 da IN nº 23/2025, o projeto considera os seguintes aspectos:I — Aspecto arquitetônico: as apresentações, rodas de conversa, oficinas e workshop ocorrerão em espaços com acessibilidade comprovada, priorizando locais que já disponham de rampas, áreas de circulação livre, sanitários adaptados e assentos reservados para cadeirantes, por exemplo. Caso algum espaço apresente limitações estruturais, serão adotadas adaptações temporárias e pontuais — como rotas com sinalização simples — e toda a equipe do projeto será orientada sobre protocolos de atendimento inclusivo.II — Aspecto comunicacional e de conteúdo: Diante da natureza sonora e imagética da proposta, o projeto visa adotar soluções específicas que ampliam o acesso sensorial e comunicacional, garantindo a participação de públicos diversos.Para uma das apresentações da performance, serão disponibilizados dois coletes sensoriais de vibração, que permitem que pessoas surdas ou com baixa audição percebam o som por meio de estímulos táteis. As rodas de conversa, realizadas logo após cada apresentação, contarão integralmente com a presença de intérprete de Libras, assegurando o acesso pleno ao conteúdo debatido e a participação inclusiva do público surdo.As oficinas práticas em escolas públicas serão planejadas desde sua concepção para serem plenamente acessíveis, com metodologias participativas e recursos visuais que favoreçam o aprendizado de estudantes com diferentes perfis. Além disso, será disponibilizado um material didático acessível, em formato físico e digital (PDF estruturado), com fonte ampliada, contraste adequado e linguagem clara, garantindo sua utilização posterior por educadores e turmas diversas.Já o workshop contará com inscrição em formato simplificado, através de um formulário de fácil acesso e entendimento, além da reserva de vagas e oferta de 3 bolsas de inclusão social, acompanhamento de intérprete de Libras e material de apoio visual acessível, com contraste adequado e linguagem simplificada.III - Aspecto de comunicação e divulgação acessíveis: As ações de comunicação do projeto adotarão medidas de acessibilidade compatíveis com sua escala e formato, garantindo informação clara e alcance ampliado. Todo o material de divulgação — como posts nas redes sociais e materiais impressos — trará informações sobre acessibilidade das ações culturais, indicando os recursos disponíveis em cada ação. Além disso, os vídeos e teasers de divulgação incluirão legendas e descrição textual do conteúdo audiovisual, assegurando compreensão ampla do material. As peças gráficas seguirão padrões de legibilidade e contraste adequados, priorizando o uso de fontes ampliadas e linguagem simples.Ao final da execução, será elaborado um Relatório de Medidas de Acessibilidade, documentando as ações realizadas e avaliando seus resultados, conforme determina a Instrução Normativa nº 23/2025. Essas medidas asseguram que o projeto promova uma experiência cultural acessível, acolhedora e inclusiva, reafirmando seu compromisso com a democratização do acesso e o direito à fruição artística em condições de equidade.

Democratização do acesso

A democratização de acesso é um princípio estruturante do projeto, que entende o incentivo público como instrumento de circulação, descentralização e formação cultural, conforme dispõe a Instrução Normativa nº 23/2025. Em consonância com o art. 47, inciso I, que determina “doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, buscando ampliar o alcance territorial e o contato direto entre público e artistas”, todas as ações previstas no projeto serão gratuitas e abertas à comunidade, ultrapassando as determinações mínimas reguladas.Além disso, as performances ocorrerão em Curitiba/PR e Paranaguá/PR, permitindo que públicos de diferentes regiões tenham acesso a uma proposta frequentemente restrita a circuitos especializados. A realização de uma das apresentações no litoral paranaense integra a política de descentralização territorial e simbólica, ampliando os espaços de fruição e de contato com linguagens contemporâneas.A distribuição de ingressos para as performances seguirá as orientações do art. 48 da IN nº 23/2025, garantindo caráter social e educativo. Segundo o inciso I, contemplará pessoas de grupos minoritários ou comunidades em vulnerabilidade social, tais como: pessoas negras, povos indígenas, comunidades quilombolas, povos e comunidades tradicionais, populações nômades, pessoas em situação de rua, pessoas LGBTQIAPN+, pessoas com deficiência, beneficiários do Bolsa Família e inscritos no CadÚnico. Além disso, em conformidade com o inciso II, o caráter educativo será atendido por meio da distribuição de ingressos a professores e alunos da rede pública de ensino fundamental, médio e superior.Além das apresentações, o projeto inclui atividades formativas abertas ao público, como rodas de conversa e oficinas em escolas públicas, que promovem o compartilhamento dos processos criativos e das metodologias de integração entre música, artes visuais e tecnologia digital, em conformidade com o art. 47, inciso VI, da IN nº 23/2025, que estabelece: “realizar ação cultural voltada para crianças, adolescentes, jovens e seus educadores”. Adicionalmente, com a realização do workshop, jovens estudantes e profissionais poderão acompanhar e participar, em atendimento ao art. 47, inciso V, da IN nº 23/2025, que determina: “realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas”.O registro audiovisual de uma das apresentações da performance será disponibilizado integralmente e de forma gratuita em plataforma digital, acompanhado de material complementar acessível referente ao que será discutido nas rodas de conversa após as apresentações, em conformidade com o art. 47 da IN nº 23/2025, inciso III - “disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição”. Reforçamos também que o expediente deste projeto se dará através da condução de uma pesquisa-criação, cujo desenvolvimento prevê a oferta de 3 bolsas de pesquisa para artistas-pesquisadores. Além disso, o workshop proposto também irá disponibilizar 3 bolsas de inclusão, em conformidade com o art. 47 da IN nº 23/2025, inciso IX - "oferecer bolsas de formação, inserção e difusão para o mundo do trabalho em cultura voltadas para a pesquisa e a qualificação técnica, artística e cultural, que alcancem públicos prioritários e vulneráveis".Todas as medidas planejadas estão alinhadas às diretrizes de ampliação do acesso, gratuidade e descentralização cultural previstas na Instrução Normativa nº 23/2025. Ao integrar circulação gratuita, formação e difusão aberta de conhecimento, o BASICODE reafirma a função pública da arte e o papel da Lei de Incentivo à Cultura na democratização efetiva da criação contemporânea.

Ficha técnica

Vitor Droppa (Proponente/Artista-Pesquisador): Pesquisador, professor, produtor e artista. Mestre em Cinema e Artes do Vídeo, especialista em Gestão Cultural e licenciado em Artes Visuais pela Universidade Estadual do Paraná (UNESPAR). Atua há mais de 10 anos na área de Artes e tem experiência nos campos das artes visuais, cinema, vídeo, música e museologia. Pesquisa as relações entre o som e a imagem no campo expandido das audiovisualidades, com interesse em Performance Audiovisual, Música Visual, Cinema Experimental, Processos de Criação e Arte e Tecnologia. Foi pesquisador bolsista da CAPES (2016-2018), da Fundação Araucária (2018-2023) e da FCC (2024-atual), publicando diversos artigos, capítulos de livro e o livro “Música Visual: movimentos do som e da imagem no cinema abstrato” (Letraria, 2024). Enquanto artista, participou de exposições com trabalhos em vídeo, pintura e gravura, com calcogravura premiada no IBEMA (Nacional); também realizou produções em música e audiovisual, integrando o Coletivo Tulpa (2018-2024). Atualmente, é artista e pesquisador no projeto BASICODE e trabalha na gestão de projeto de implantação do Centre Pompidou Paraná, além de atuar como orientador e curador no Laboratório Experimental de Interlocução Audiovisual (L.E.I.A).Milena Carolina Ribeiro (Coordenação administrativa): Milena Carolina Ribeiro (Curitiba-PR, 1995) é produtora cultural, pesquisadora e cofundadora da MITHS Produções Culturais, onde atua na elaboração, gestão e acompanhamento de projetos culturais. Tem experiência em escrita de projetos, curadoria e organização de eventos institucionais. Atuou no Museu de Arte Contemporânea do Paraná (MAC-PR), integrando a equipe de produção durante a residência técnica na Secretaria da Cultura do Estado do Paraná. É bacharela em História, Memória e Imagem pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), mestre e doutoranda em História pelo PPGHIS-UFPR, e especialista em Gestão Cultural pela UNESPAR.Thais Cristina Wroblewski (Produção Executiva): Thais Cristina Wroblewski (Curitiba-PR, 2001) é produtora cultural, artista visual e pesquisadora. Cofundadora da MITHS Produções Culturais, atua na concepção, produção executiva e difusão de projetos que articulam arte, memória e educação. Trabalhou no Setor Educativo do Museu de Arte Contemporânea do Paraná (MAC-PR) e em parceria com a Associação dos Amigos do mesmo museu (AAMAC), colaborando no planejamento e na realização de projetos e eventos culturais. Atualmente, integra o Núcleo de Comunicação e Difusão Cultural do Museu de Arte da UFPR (MusA-UFPR). É bacharela em Artes Visuais pela Universidade Federal do Paraná (UFPR) e mestranda em História pelo Programa de Pós-Graduação em História da mesma instituição (PPGHIS-UFPR). Guilherme Ritter (Artista-Pesquisador): Artista visual, professor, programador e pesquisador. Especialista em Gestão Cultural e licenciado em Artes Visuais pela Universidade Estadual do Paraná (UNESPAR). Desde 2016, atua no campo da arte e tecnologia, com foco em programação visual node-based e em sistemas modulares. Foi pesquisador bolsista do CNPq (2018-2019) e da Fundação Araucária (2019-2020), desenvolvendo projetos em curadoria em contextos digitais associada ao uso de inteligências artificiais, com ênfase na produção e leitura de imagens mediadas por dispositivos tecnológicos. Enquanto artista e curador, participou de diversas exposições, destacando a exposição "Conexão III" (MUMA, 2016) e a curadoria da exposição "O Estranho que Mora Comigo" (MAC-PR, 2024). Atuou no Coletivo Tulpa (2018-2024) auxiliando na direção de arte de produções audiovisuais e, atualmente, desenvolve trabalhos em direção de arte com foco em projeção mapeada para cenografias. Também foi residente técnico no setor de acervo do Museu de Arte Contemporânea do Paraná (MAC-PR), prestando apoio técnico para produções audiovisuais do museu, e atua como programador visual e pesquisador no projeto BASICODE.Vinicius Doca (Artista-Pesquisador): Sound designer, músico e pesquisador. Engenheiro Mecânico formado pela Universidade Federal do Paraná (UFPR). Desde 2016, atua também nos campos da música e do som para audiovisual, com cursos de qualificação em Música na Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), de Som Direto e Pós-Produção de Som na Associação Brasileira de Cinematografia (ABC) e de Sound Design na Escola Britânica de Artes Criativas e Tecnologia (EBAC). Enquanto pesquisador, desenvolve projetos interdisciplinares nas áreas de artes e engenharia de materiais, investigando propriedades acústicas de fibras vegetais. Entre suas experiências no audiovisual, destacam-se os trabalhos como editor de foley para os longas “Nem Toda História de Amor Acaba em Morte” (Dir. Bruno Costa, 2025) – vencedor do prêmio de melhor longa e melhor ator no Festival Audiovisual CINE-PE – e “Nó” (Dir. Laís Melo, 2025) - selecionado para a 53ª edição do Festival de Cinema de Gramado. Como músico, sound designer e engenheiro de som, também integrou o Coletivo Tulpa (2018-2024), realizando apresentações musicais e produções audiovisuais. Atualmente, é artista e pesquisador no BASICODE.Fábio Noronha (Orientador de pesquisa): Artista visual e professor no Mestrado em Cinema e Artes do Vídeo (PPG-CINEAV) e na graduação em Artes Visuais (BAV) da Universidade Estadual do Paraná (UNESPAR). Tem pós-doutorado na linha de Processos artísticos contemporâneos (PPGAV/UDESC); doutorado e mestrado em Poéticas Visuais (UFRGS); graduação em Pintura e especialização em História da Arte do Século XX (UNESPAR). Em 2022 foi pesquisador visitante da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Suas pesquisas têm foco nos processos de criação em videoarte e seus circuitos de distribuição; nas relações entre vídeo e cinema; nos processos de criação em videoperformance e nas suas formas de apresentação; nas redes telemáticas e na leitura crítica das políticas de uso e termos privacidade dos contratos das redes sócio-técnicas. Como artista visual, participou de exposições nas principais instituições brasileiras, tais como Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro e de São Paulo, no MASP em São Paulo, MAC e MON em Curitiba.Nicole Wunch (Designer): Bacharel em Design Gráfico pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR). Possui mais de oito anos de experiência na área de design e direção de arte, com atuação em projetos visuais para marcas e instituições de relevância nacional, como Allianz Parque, Vans, Stella Artois e O Boticário. Desenvolve identidades visuais, materiais gráficos e campanhas de comunicação para eventos e produções culturais, com experiência em criação, edição e direção criativa. Sua trajetória inclui colaborações com estúdios e produtoras em diferentes cidades do Brasil, destacando-se pela abordagem integrada entre design, comunicação e produção cultural.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.