Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
Serão realizadas oficinas de teatro e escuta do território, performance e corporeidades nas cidades de Macapá, Santana e Mazagão, no Amapá, voltadas para a integração com as comunidades locais. O objetivo é desenvolver técnicas artísticas que possibilitem a criação de experimentos cênicos e ações poéticas enraizadas no contexto cultural da região. As atividades serão conduzidas por Wellington Dias, Cassiano Gomes e Anderson Barroso, que irão trabalhar a partir de práticas expandidas de teatro, performance e escuta do território. O processo pedagógico buscará valorizar personagens locais, tradições populares e elementos da cultura regional, ampliando conceitos e estéticas expressivas contemporâneas. As oficinas serão realizadas em parceria com escolas agrícolas e comunidades, fortalecendo vínculos culturais, promovendo a formação artística e estimulando a produção de novos imaginários coletivos.
O projeto propõe a realização de oficinas intensivas de teatro e mostras públicas de experimentos cênicos nas cidades de Macapá, Santana e Mazagão, no Estado do Amapá. Voltado para estudantes e professores de escolas agrícolas, comunidades urbanas e ribeirinhas, o projeto utiliza práticas de teatro, performance e palhaçaria como ferramentas de formação artística, diálogo comunitário e valorização da memória social.Cada oficina terá carga horária de 20h e 30 vagas, contemplando ao todo 90 participantes. Os processos criativos terão como base as histórias, tradições e personagens locais, buscando integrar elementos do folclore amazônico, saberes populares e linguagens contemporâneas das artes cênicas.Como culminância, serão realizadas 3 mostras culturais públicas e gratuitas, uma em cada cidade, com 12 horas de programação em cada localidade, apresentando os resultados dos processos coletivos, além de ações musicais, performáticas e interativas com a comunidade.O projeto também contempla a contratação de profissionais locais, produtores, artesãos, costureiras, músicos e técnicos, fortalecendo a economia criativa regional. Todas as atividades são gratuitas e acessíveis, garantindo inclusão e democratização do acesso à cultura. Classificação indicativa etária: Livre.
Objetivo GeralCriar oficinas e mostras de artes cênicas junto a escolas agrícolas de comunidades urbanas e ribeirinhas das cidades de Macapá, Santana e Mazagão, no Estado do Amapá. Objetivo específicoRealizar 3 oficinas intensivas de teatro e performance, carga horária 20h cada, sendo 30 vagas para cada cidade, total 90 participantes por cidade;Realizar 3 mostras de teatro, com duração de 4 h de atividade de arte e cultura gratuitas para a comunidades envolvidas;Realizar 3 rodas de conversa sobre as interfaces educação, cultura e comunidade, sendo 1 em cada cidade, com representantes do poder público e das áreas de arte e educação;Empregar 3 oficineiros, 3 produtores locais, 3 assistentes de produção, 1 fotógrafo, 3 cenotécnicos, 3 costureiras, 3 músicos, 3 artesãos; Potencializar a economia local com a empregabilidade de 6 artistas e/ou artesão local em cada cidade;
O presente projeto visa criar oficinas e mostras de artes cênicas junto a escolas agrícolas e comunidades urbanas e ribeirinhas nos municípios de Macapá, Santana e Mazagão, no Estado do Amapá. Essas localidades apresentam uma forte demanda por acesso a atividades culturais de qualidade, sobretudo em contextos educativos e comunitários, nos quais a oferta de ações continuadas de teatro e artes integradas ainda é restrita.Apesar da riqueza cultural e da diversidade artística da região amazônica, observa-se uma carência de políticas públicas de descentralização cultural que contemplem territórios ribeirinhos e comunidades periféricas. As oportunidades de formação artística são, em geral, concentradas em centros urbanos maiores, o que restringe a participação de jovens, estudantes e trabalhadores locais. Nesse cenário, a implementação de oficinas intensivas e mostras gratuitas se coloca como alternativa prática e necessária para ampliar o acesso à cultura, valorizar a identidade amazônica e estimular a economia criativa regional.O uso do Mecanismo de Incentivo à Cultura (Lei 8.313/91) é fundamental para a viabilização deste projeto, uma vez que se trata de uma ação com interesse coletivo e caráter educativo, cujos custos de execução superam a capacidade de financiamento da comunidade beneficiada. Assim, a captação de recursos via renúncia fiscal se torna a ferramenta adequada para garantir a realização das atividades com qualidade técnica, inclusão social e impacto cultural.A proposta apresentada, está alinhada às finalidades expressas no Art. 1° da Lei 8.313/1991, Incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdoslocais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória.IX - priorizar o produto cultural originário do País.E, em consonância com os objetivos do Art. 3º da referida lei para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° da Lei 8.313, atenderá, o seguinte objetivo: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: a) concessão de bolsas de estudo, pesquisa e trabalho, no Brasil ou no exterior, a autores, artistas e técnicos brasileiros ou estrangeiros residentes no Brasil; c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos;d) estímulo à participação de artistas locais e regionais em projetos desenvolvidos por instituições públicas de educação básica que visem ao desenvolviII: fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) circulação do projeto de forma gratuita por estados da Região Norte.
O projeto contribui para a descentralização cultural no Amapá, levando formação artística e ações cênicas a comunidades ribeirinhas e urbanas com pouco acesso a bens culturais. As oficinas partem da memória social dos participantes, valorizando tradições amazônicas e saberes locais em diálogo com práticas contemporâneas de teatro e performance. Além da formação, as mostras gratuitas fortalecem a formação de plateia e ampliam o acesso cultural. A proposta também gera impacto econômico com a contratação de artistas, artesãos e técnicos regionais, incentivando a economia criativa local. Todas as ações serão gratuitas e acessíveis, com medidas de inclusão, reafirmando o compromisso social e educativo da Lei de Incentivo à Cultura.
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DOS PRODUTOS Produto: Oficina 1- Criação em Performance Arte (Anderson Barroso)Sinopse da OficinaA oficina propõe a criação de performances e experimentos cênicos a partir da investigação de imagens em ação, símbolos e narrativas locais. Conduzida por Anderson Barroso, a formação busca expandir o entendimento da performance arte como campo expressivo, social e poético. O trabalho integra jogos teatrais, exercícios corporais, dinâmicas de improvisação e práticas de composição performativa, explorando o corpo como espaço de memória, invenção e transformação.Carga horária total: 20 horas por cidade (Macapá, Santana e Mazagão)Número de vagas: 30 participantes por cidade (90 ao todo)Faixa etária: A partir de 16 anosDuração: 5 dias consecutivos de atividades, com 4 horas diáriasFormato: Presencial, com aulas práticas, reflexivas e laboratoriaisMateriais necessários: Espaço amplo e ventilado, colchonetes, tecidos, objetos de cena, equipamentos de som, projetor multimídia, papel kraft, tintas, fitas adesivas, instrumentos musicais, câmeras fotográficas e celulares para registro.Projeto PedagógicoO projeto pedagógico da oficina está estruturado em três eixos complementares:Corpo e presença: desenvolvimento físico, energético e expressivo do participante por meio de jogos teatrais, exercícios de concentração e escuta, dinâmicas de grupo e consciência corporal.Imagem e ação simbólica: construção de imagens performativas a partir de temas locais, símbolos culturais e experiências pessoais dos participantes. Serão trabalhados conceitos de performatividade, rito e cotidiano, dialogando com as tradições amazônicas e os desafios contemporâneos.Composição e partilha: criação coletiva de ações cênicas e performances curtas, voltadas para a Mostra Pública de Encerramento. O processo valoriza a experimentação, a escuta sensível e o diálogo entre os participantes, priorizando a prática como forma de aprendizagem e o encontro como gesto artístico.O método combina princípios do teatro físico, da performance arte e da pedagogia colaborativa, articulando corpo, pensamento e território. As práticas serão adaptadas a cada contexto local, promovendo a integração entre escola, comunidade e cultura regional.MetodologiaA metodologia será vivencial e processual, com base em quatro etapas:Aquecimento e sensibilização corporal – práticas de presença, respiração e movimento.Experimentação criativa – jogos e improvisações que geram material cênico a partir de memórias, gestos e objetos simbólicos.Criação coletiva – composição de pequenas cenas e performances inspiradas em temáticas locais.Apresentação pública e reflexão – socialização dos trabalhos em mostra aberta, seguida de roda de conversa entre artistas, educadores e comunidade.O processo formativo será acompanhado por registros fotográficos e audiovisuais, que comporão o acervo digital do projeto e contribuirão para sua difusão e memória.Produto: Oficina 2- Teatro e Escuta do território (Cassiano Gomes)Sinopse da Oficina Carga horária total: 20 horas por cidade (Macapá, Santana e Mazagão)Número de vagas: 30 participantes por cidade (90 ao todo)Faixa etária: A partir de 16 anosDuração: 5 dias consecutivos de atividades, com 4 horas diáriasFormato: Presencial, com aulas práticas, reflexivas e laboratoriaisMateriais necessários: Espaço amplo e ventilado, colchonetes, tecidos, objetos de cena, equipamentos de som, projetor multimídia, papel kraft, tintas, fitas adesivas, instrumentos musicais, câmeras fotográficas e celulares para registro.Projeto PedagógicoRoda de histórias e escuta do território – compartilhamento de memórias, mitos e causos locais.Musica e o processo de criação- A música será um recurso em cena. Não só como recurso, mas parte de cada experiênciaO corpo brincante – jogos de palhaçaria e improvisação teatral.Máscaras e personagens – construção de máscaras com materiais regionais e criação de personagens.Criação de cenas – experimentação cênica a partir das histórias e personagens construídos.Apresentação compartilhada – partilha das cenas e reflexão coletiva sobre o processo.MetodologiaDurante cinco dias de vivência criativa, a oficina propõe um mergulho nas expressões da cultura popular local, unindo teatro, música, artesanato e memória oral. Inspirados nas figuras cômicas e dramáticas das manifestações tradicionais os participantes serão convidados a explorar o corpo, a voz e o gesto como territórios de criação e resistência. A experiência se dará por meio da construção cênica a partir de materiais confeccionados por artesãos locais e das sonoridades trazidas por músicos da comunidade, fortalecendo a relação entre arte, território e saberes tradicionais. A contação de histórias será o fio condutor dessa jornada, permitindo que o teatro se torne espaço de escuta, criação coletiva e valorização da identidade cultural de cada território.Produto: Oficina 3- Corporeidades (Wellington Dias)Sinopse da OficinaCarga horária total: 20 horas por cidade (Macapá, Santana e Mazagão)Número de vagas: 30 participantes por cidade (90 ao todo)Faixa etária: A partir de 16 anosDuração: 5 dias consecutivos de atividades, com 4 horas diáriasFormato: Presencial, com aulas práticas, reflexivas e laboratoriaisMateriais necessários: Espaço amplo e ventilado, colchonetes, tecidos, objetos de cena, equipamentos de som, projetor multimídia, papel kraft, tintas, fitas adesivas, instrumentos musicais, câmeras fotográficas e celulares para registro.Projeto PedagógicoLaboratório criativo onde serão desenvolvidos conteúdos e experiências relacionadas às artes performativas a partir da ideia de “errância do corpo- espaço”, seja ele, interno ou externo, na busca por formas de sensibilização sinestésica a partir de ações em espaços naturais e artificiais. Um encontro consigo, com outros/as corpos/as e espacialidades de confronto, diálogo, misturas e dilatações sensoriais.MetodologiaAula 1- Sensibilizacao corporalAula 2- Relacao corpo e espacoAula 3- Criacao a partir de praticas somáticas e o espaco comunitarioAula 4- Desenvolvimento de celulas de trabalho cenicoAula 5- Compartilhamento de processos criativos autorais
Plano de Acesso e Acessibilidade• Espaços acessíveis fisicamente (cadeirantes, mobilidade reduzida, acústica adequada),incluindo transporte com deslocamento adaptado quando necessário• Reservas de vagas para participantes com baixa renda.• Gratuidade nas apresentações.• Promoção de apoios de transporte para participantes em comunidades mais distantes.• A escolha dos espaços onde serão realizadas s espetáculo será realizada de forma a escolher espaços que ofereçam a acesso a portadores de necessidades especiais, ou nos quais sejam possíveis realizar adaptações que viabilizem esse acesso. NÃO SERÃO REALIZADAS APRESENTAÇÕES EM TEATROS QUE NÃO OFEREÇAM CONDIÇÕES DE ADAPTAÇÃOContratação de profissional de LIBRAS e audiodescrição para as Mostras
O projeto terá todas as suas ações ofertadas gratuitamente, e por ser um iniciativa realizada com recurso público, tem obrigatoriamente, um compromisso ético de retornar aos cidadãos de cada cidade, ações que fomentem o desenvolvimento local.As ações do projeto buscam impactar 03 diferentes municípios do Estado do Amapá, no Norte do país, com suas regiões ribeirinhas e urbanas nos municípios de Macapá, Santana Mazagão de forma a expandir o seu alcance na região amazônica, impulsionando a visibilidade para as problemáticas socioambientais da região e aexpansão de redes de fomento à produção artística e educacional por meio da parceria com artistas, produtores locais e comunidade escolar.Todas as atividades serão oferecidas de forma gratuita, possibilitando dessa forma diminuir barreiras econômicas no acesso aos bens culturais resultantes do projeto. Será ofertado uma bolsa incentivo no valor de R$ 200,00 para todos os participantes em cada oficina que se autodeclararem pertencentes a grupos em situação de vulnerabilidade social (PCD, mulheres, pessoas negras, LGBTQIAPN+, indígenas, dentre outros).Serão realizados contatos e convites para a comunidade escolar das proximidades dos espaços onde as oficinas ocorrerão, buscando envolver no projeto estudantes, suas famílias, professores, gestores e trabalhadores das escolas públicas de ensino médio, cursos técnicos e EJA.Adotaremos as seguintes medidas previstas no art. 24 da IN no 1/2022 do Ministério da Cidadania:II - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos experimentos cênicos, fotos das ações do projeto, das atividades de ensino, rodas de conversa presenciais, acompanhando com libras e audiodescrição;III- permitir a captação de imagens das atividades ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias;
Ficha TécnicaCoordenação de produção: Wellington DiasCoordenação Pedagógica: Cassiano GomesCoordenação de Comunicação: Marina BritoOficineiros: Anderson Barroso, Cassiano Gomes e Wellington DiasAssessoria de Imprensa: Márcia FonsecaBiografia Prossificional da EquipeBiografia Profissional – Anderson Barroso Anderson Barroso é um artista brasileiro da Amazônia radicado na África do Sul. Diretor teatral, performer, curador, professor e articulador cultural, desenvolve projetos que unem criação, pedagogia e práticas colaborativas. Mestre em Direção Teatral pela University of Pretoria, leciona no Departamento de Drama da University of the Witwatersrand (WITS), em Joanesburgo, nas áreas de atuação, direção e performance contemporânea. Co-fundador das companhias Supernova Teatro Experimental e Mínimo 18, no Amapá, e integrante do coletivo Bando Filhotes de Leão, no Rio de Janeiro, é artista e produtor associado à Associação Gira Mundo (AP), voltada à arte contemporânea amazônica. Como artista-educador, atua em processos formativos que integram prática artística e reflexão crítica. Desde 2012, é curador e conselheiro pedagógico da Residência Artística Tecno Barca, no Arquipélago do Bailique, premiada pelo Samuel Benchimol. Entre suas obras destacam-se Razor in the Flesh (2017), The Dorothy Complex (2019) e [B]ERRANTES (2025).Biografia Profissional – Cassiano Gomes Cassiano Gomes é ator formado pela Casa das Artes de Laranjeiras – CAL, em 1999. Bacharel em Ciências Sociais, Produção e Políticas Culturais pela Cândido Mendes -RJ; Pedagogo; arte-educador; especialista em neurociência da pedagogia pelo Instituto AVM; especialista em Gestão, orientação e coordenação pedagógica pela; Educação Especial e Inclusiva pela CENSUPEG e Pós-graduação Lato Sensu em Gestão Cultural, Cultura Desenvolvimento e Mercado pelo Centro Universitário SENAC 2017. Foi ator da Cia. Amok Teatro entre 2001 e 2007, sendo dirigido pelos diretores Stephane Brodt e Ana Teixeira nos espetáculos “O Dibuk”, “Macbeth”, “Savina” e “O Dragão”. Também na mesma companhia trabalhou com máscaras balinesas e técnicas corporais dramáticas com princípios na técnica de Etiene Decroux. Trabalhou com o Diretor Luiz Furlanetto na montagem dos textos “As Troianas” em 2007 e “Fábrica de Chocolates” em 2017,2018 e 2022. Trabalhou durante quatro anos (2007-2011) nas regiões nordeste e sudeste, em pesquisa com o teatro e a cultura popular, onde com o Prêmio FUNARTE de Interações Estéticas” desenvolveu o projeto “Artes do Cangaço em Cena”, no sertão Pernambucano; e em Espírito Santo o projeto “Maculelê-História de Guerreiros”. Em festivais nacionais ministrou cursos de clown e treinamento para atores, bem como cursos de elaboração de projetos. Também atuou como técnico em acessibilidade em espetáculos como “O Crepúsculo das Máscaras” e no SESC Copacabana com o espetáculo “Boate das Fadas”. Técnico em Cultura e projetista cultural, presta serviços de assessoria em pesquisa e mapeamento. Foi parecerista do MINC Ministério da Cultura.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.