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O Projeto AR é um registro editorial e audiovisual (média metragem roteiro e direção de Jean Bergerot) sobre o trabalho do arquiteto Marcelo Macedo, cuja trajetória é marcada por uma abordagem experimental e pela busca por uma arquitetura leve, sustentável e permeável ao ambiente. Como contrapartida social será realizada uma ação formativa.
O Projeto AR é um experimento audiovisual e editorial concebido a partir das pesquisas e inquietações do arquiteto Marcelo Macedo, cuja trajetória é marcada pela busca constante por novos caminhos na arquitetura contemporânea. Comprometido com a construção de uma nova arquitetura, verde, sustentável e experimental, Marcelo se indigna com os processos arcaicos e ineficientes que ainda predominam no sistema construtivo, especialmente no Brasil, e que transformam a própria construção civil em uma das maiores fontes de poluição do planeta.Essa inquietação o levou a investigar sistemas construtivos inovadores e disruptivos, com o objetivo de pensar a arquitetura de maneira mais leve, sustentável e provocadora, uma arquitetura feita com ar, uma arquitetura pneumática, que desafia o peso da matéria e das convenções.Em suas viagens e conversas com arquitetos, cientistas, filósofos e artistas de diferentes países, Marcelo busca não apenas respostas, mas novas perguntas, novos caminhos e novas possibilidades. O Projeto AR nasce, assim, como um laboratório de ideias em movimento, uma experiência que une ciência, arte, tecnologia e imaginação, e que convida o público a pensar o futuro da arquitetura como um campo expandido de possibilidades.CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: LIVRE
OBJETIVO GERALO Projeto AR é um conjunto formado por livro e filme, que apresenta as pesquisas do arquiteto Marcelo Macedo sobre novas possibilidades de construção baseadas em sistemas pneumáticos e estruturas leves feitas com ar. O projeto mostra como o uso do ar pode se tornar uma ferramenta essencial para o avanço da sustentabilidade na arquitetura e na construção civil, propondo alternativas de baixo impacto em matéria-prima, energia e resíduos.A proposta reúne um filme documental e uma publicação editorial que revelam o processo de pesquisa e criação de uma arquitetura feita com ar, traduzindo a busca de Marcelo por uma arquitetura leve, sustentável e permeável ao ambiente.Mais do que documentar uma técnica, o Projeto AR propõe uma reflexão sobre o próprio sentido de construir: tornar visível o invisível, transformar o ar, elemento vital e abundante, em matéria arquitetônica, poética e possível.Para ampliar o escopo, o Projeto Ar pretende convidar um(a) arquiteto(a), um(a) artista e um(a) filósofo(a) para dialogar com Marcelo, articulando dimensões técnica, estética e ética do uso do AR. Esses encontros alimentarão o filme, o livro e o evento de lançamento, aproximando a pesquisa do debate público e apontando aplicações reais, de soluções emergenciais em territórios informais a experimentos em edificações convencionais, reforçando o caráter interdisciplinar e o impacto social do projeto.OBJETIVOS ESPECÍFICOSPRODUTO PRINCIPAL: LIVROÁrea: HUMANIDADESSegmento _ LIVRO / OBRA REFER IMPRES / ELETRÔNI VALOR ART/LIT/HUMEdição e o lançamento do livro PROJETO AR, fruto de pesquisa de autoria do arquiteto Marcelo Macedo, organizado por Silvana Romano e Jean Bergerot. Esta obra inédita propõe uma reflexão sobre o próprio sentido de construir: tornar visível o invisível, transformar o ar, elemento vital e abundante, em matéria arquitetônica, poética e possível. A publicação conjuga texto e imagem e dialoga com o leitor de forma sensível e crítica, promovendo múltiplas camadas de leitura.Parte do material captado durante a produção do documentário, como imagens de campo, registros sonoros e trechos de entrevistas, será incorporada à edição impressa do livro por meio de QR Codes e links integrados à publicação. Esses elementos ampliam a experiência do leitor e estabelecem uma interação direta entre texto e audiovisual, fortalecendo o vínculo entre conteúdo reflexivo e os territórios retratados. Ainda que livro e filme sejam obras autônomas, a integração entre os dois formatos potencializa a dimensão sensível, crítica e pedagógica da obra como um todo.Serão produzidos 2.000 exemplares impressos da obra e 3.000 exemplares digitais (e-book). Também será realizada uma ação de lançamento da obra a ser definida em etapa de produção.Produto no plano de distribuição: LIVROPRODUTO SECUNDÁRIO: MÉDIA METRAGEM (AUDIOVISUAL)Área: AUDIOVISUALSegmento: PROD. AV. CURTA/MEDIA METRAGEM / TV EDU CULTProdução de média-metragem de gênero documental intitulado PROJETO AR, baseado na pesquisa de Marcelo Macedo, com roteiro e direção de Jean Bergerot, além da publicação de obra literária homônima.O documentário revela o processo de pesquisa e criação de uma arquitetura feita com ar, traduzindo a busca de Marcelo por uma arquitetura leve, sustentável e permeável ao ambiente. Apresenta as pesquisas do arquiteto Marcelo Macedo sobre novas possibilidades de construção baseadas em sistemas pneumáticos, estruturas leves feitas com ar, mostrando como o uso do ar pode se tornar uma ferramenta essencial para o avanço da sustentabilidade na arquitetura e na construção civil, propondo alternativas de baixo impacto em matéria-prima, energia e resíduos.Com aproximadamente 20 minutos, a obra tem classificação livre e poderá vir a ser veiculada por meio de plataformas streamings, salas de cinema e/ou festivais.Também prevemos a exibição da obra em 01 sessão exclusiva de pré-estreia, com entrada gratuita e em equipamento cultural com capacidade de até 100 lugares para a exibição. Produto no plano de distribuição: MÉDIA METRAGEM (AUDIOVISUAL)PRODUTO SECUNDÁRIO - Contrapartidas SociaisÁREA - Artes VisuaisSEGMENTO - Empreend Ações Educ-Cult / Capacitação / TreinamentoComo contrapartida social, o Projeto AR prevê a realização de uma ação em território de vulnerabilidade social, em parceria com coletivos locais e instituições comunitárias. A proposta é apresentar, em escala real, o potencial das estruturas pneumáticas por meio de uma instalação leve e temporária, como um módulo de uso coletivo (ponto de apoio, abrigo, sanitário ou espaço de convivência), construído com as mesmas tecnologias e princípios apresentados no filme e no livro.Além da instalação, o projeto incluirá atividade educativa constituída por uma visita guiada à instalação quando será abordada a pauta da arquitetura leve e sustentável. Esta atividade será ministrada por profissionais da equipe e voltada a professores e alunos de escolas públicas.Essa ação tem como objetivo demonstrar a aplicabilidade social das pesquisas apresentadas no projeto, unindo tecnologia acessível, sustentabilidade e impacto direto na melhoria das condições urbanas e humanas.Produto no plano de distribuição: CONTRAPARTIDAS SOCIAIS
A arquitetura pneumática representa uma das fronteiras mais promissoras da construção sustentável contemporânea. Baseada no uso de membranas leves infladas com ar, ela reduz drasticamente o consumo de aço e concreto, o peso das estruturas e as emissões de CO₂.Essas construções utilizam materiais como ETFE e PVC reforçado com poliéster, que aliam resistência, transparência e leveza. Além de diminuírem o impacto ambiental, essas soluções oferecem rapidez de montagem, mobilidade e reaproveitamento, tornando-se alternativas concretas para habitações emergenciais, coberturas públicas e espaços culturais de baixo custo e alta eficiência.A indústria da construção civil é uma das maiores poluidoras e geradoras de resíduos do planeta. Seu impacto é especialmente visível nos assentamentos vulneráveis, onde as favelas e ocupações informais são construídas com materiais de alto impacto e descartes que degradam o território. Pensar novas formas alternativas de construir significa abrir caminhos para que populações em áreas de risco tenham meios mais acessíveis, econômicos e sustentáveis de erguer suas moradias, abrigos e edifícios de serviços.Em escala maior, edifícios institucionais e comerciais também podem adotar sistemas pneumáticos, substituindo elementos sólidos por estruturas de ar, como coberturas, paredes e lajes infláveis altamente estruturais.O Projeto AR nasce dentro da disciplina da arquitetura e da construção civil, mas aponta para novas possibilidades de substituição de matéria em produtos, mobiliário e outras áreas do design. Ao transformar o ar em estrutura, o projeto propõe uma nova forma de pensar a leveza e a eficiência como princípios fundamentais da construção contemporânea.A qualidade do conteúdo, as informações apresentadas nesta proposta, bem como o atendimento a todas as exigências e contrapartidas previstas pela legislação que regulamenta o uso do incentivo fiscal, demonstram que o projeto preenche todos os requisitos (formais e materiais) para pleitear a aprovação junto a este mecanismo de incentivo.SOBRE O USO DO INCENTIVO FISCALSobre o enquadramento no Artigo 1 º da Lei 8313/91:A proposta se enquadra aos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; eVIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;Sobre o enquadramento nos objetivos do Artigo 3º da Lei 8313/91: O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Art. 3º da Lei 8313/91):II - fomento à produção cultural e artística, mediante:a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes.Sobre o Enquadramento no Artigo 18 da IN 23/2025:Considerando a expectativa de público a ser alcançado pelo projeto explicitado no plano de distribuição (5.000 pessoas), o valor per capita será menor do que R$ 300,00.
Arquitetura Pneumática — Estruturas Leves e o Futuro da ConstruçãoImagine um prédio sem tijolos nem colunas de concreto — e que ainda assim é seguro, iluminado e rápido de montar. Essa é a promessa das estruturas pneumáticas, construções feitas com membranas leves infladas com ar.1. O que são as estruturas pneumáticasA arquitetura pneumática é a criação de espaços e estruturas em que o ar pressurizado é o elemento responsável por dar forma e sustentação. Em vez de vigas, pilares ou alvenaria, são utilizadas membranas leves e flexíveis, que ganham volume e rigidez quando infladas.2. Como funcionamO funcionamento dessas estruturas baseia-se no controle da pressão interna do ar. Existem modelos totalmente infláveis e autoportantes, que dependem apenas do ar contido no interior para se manter de pé. Outros exigem fluxo contínuo de ar insuflado por ventiladores para conservar a pressão, usados em grandes coberturas. Há também sistemas híbridos que combinam membranas com cabos ou anéis rígidos, garantindo estabilidade e resistência.3. Materiais utilizadosEssas construções utilizam materiais leves, resistentes e de alto desempenho, como:- PVC reforçado com poliéster: acessível e durável.- ETFE: polímero transparente e leve, famoso no Allianz Arena (Alemanha).- PTFE com fibra de vidro: tecido branco de longa durabilidade.- TPU: muito flexível e resistente a rasgos.Esses materiais permitem liberdade de desenho, transparência, cores variadas e eficiência térmica.4. AplicaçõesAs aplicações são amplas: pavilhões temporários, ginásios, piscinas, estufas agrícolas, abrigos emergenciais e instalações artísticas. Também podem ser usadas em habitações de emergência ou coberturas leves em áreas urbanas densas, como favelas, criando sombreamento ou espaços comunitários.5. SustentabilidadeO caráter sustentável das estruturas pneumáticas está na leveza e na economia de materiais. Por consumirem menos aço e concreto, reduzem as emissões de CO₂. A transparência do ETFE permite iluminação natural, diminuindo o gasto de energia elétrica. Além disso, são fáceis de transportar e montar, gerando menos resíduos. O ETFE é 100% reciclável e tem longa vida útil (30–50 anos).6. Benefícios principais1. Leveza estrutural e fundações reduzidas.2. Rapidez de montagem e desmontagem.3. Economia de materiais e custos.4. Liberdade formal e estética.5. Mobilidade e reutilização.6. Baixa pegada de carbono.7. Desafios e limitaçõesOs principais desafios são o controle da pressão interna, a resistência ao clima, o desgaste da membrana e a vulnerabilidade a perfurações. Também é preciso atenção ao conforto térmico e acústico, à segurança contra incêndio e às normas técnicas. Alguns sistemas exigem fluxo contínuo de ar, o que implica custos operacionais permanentes.8. Contexto e futuro no BrasilEmpresas como Birdair/Taiyo e Hightex já atuam no Brasil com coberturas de estádios e pavilhões. Embora o ETFE ainda seja mais comum em obras internacionais, sua adoção cresce no país. O uso de estruturas pneumáticas pode representar uma alternativa sustentável para construções temporárias, abrigos emergenciais e espaços públicos em áreas de vulnerabilidade.9. Visão de futuroSe conseguirmos unir leveza, rapidez de montagem e menor impacto ambiental, as membranas pneumáticas podem transformar a forma de construir — seja em grandes estádios, seja em soluções acessíveis para quem mais precisa.
SOBRE A OBRA LITERÁRIA:Formato fechado 26x26cm Miolo 208 páginas em papel Offset 150g 4x4 coresCapa Papel Masterblank 135g, 4x0 cores CAPA DURA C/ REFILE TRILATERAL) Serão produzidos 2.000 exemplares impressos da obra e 3.000 exemplares digitais (e-book)PROJETO COMPLEMENTARAlém do filme e da publicação impressa, o Projeto AR inclui um projeto complementar: um grande slideshow com fotografias e imagens do making-of da produção audiovisual para exibição no pré-lançamento do filme e disponibilização junto à instalação projetada para ação de contrapartida e ampliação de acesso,, funcionando quase como uma videoinstalação. A proposta é criar uma experiência sensorial paralela, que amplifique o clima e a provocação da obra principal, estendendo seu impacto para além da tela e do papel.
Atendendo ao disposto no Art. 42 da IN nº 23/2025 e no art. 57, inciso II, do Decreto 11.453/2023, que diz “proporcionar, quando tecnicamente possível, condições de acessibilidade a pessoas idosas, nos termos do disposto no Art. 23 da Lei nº 10.741 de 1º de outubro de 2003, e portadoras de deficiência, nos termos do disposto no Art. 46 do Decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999”, destacamos que:PRODUTO PRINCIPAL: LivroÁREA – HumanidadesSEGMENTO – Livro / Obra refer impres / eletrôni valor Art/Lit/HumACESSIBILIDADE FÍSICA: Não se aplica.ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS: E-book e QRCode que constitui diálogo entre as obras de publicação literária e audiovisual.ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: Não se aplica.ACESSIBILIDADE PARA PcD INTELECTUAIS: E-book e QRCode que constitui diálogo entre as obras de publicação literária e audiovisual.PRODUTO SECUNDÁRIO: MÉDIA METRAGEM (AUDIOVISUAL)Área: AUDIOVISUALSegmento: PROD. AV. CURTA/MEDIA METRAGEM / TV EDU CULTACESSIBILIDADE FÍSICA - O espaço de exibição contemplará acessibilidade com rampas de acesso e/ou elevadores; banheiros adaptados e espaço reservado para cadeirantes.ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO PARA SURDOS E ENSURDECIDOS - Legendagem e Janela de Libras.ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO PARA DEFICIENTES VISUAIS - Audiodescrição.ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS E NEURO DIVERGENTES - Legendagem.PRODUTO SECUNDÁRIO - Contrapartidas SociaisÁREA - Artes VisuaisSEGMENTO - Empreend Ações Educ-Cult / Capacitação / TreinamentoACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: Seleção de espaço adequado para acesso à pessoa com limitação ou deficiência física.ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS: Audiodescrição, caso necessário.ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: Intérprete de libras, caso necessário.ACESSIBILIDADE PARA PcD INTELECTUAIS: Abafadores, caso necessário / Guia de Previsibilidade, caso necessário.
DAS MEDIDAS DE DEMOCRATIZAÇÃO DE ACESSO:Segundo orienta o Art. 46 da IN 23/2025, como medidas de democratização de acesso, prevemos:I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado;II - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto;III - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, incluindo professores de instituição públicas de ensino;IV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem R$ 50,00 (cinquenta reais).DAS MEDIDAS DE AMPLIAÇÃO DE ACESSO:Segundo orienta o Art. 47 da IN 23/2025, em complemento às medidas de democratização de acesso, prevemos:Art. 47. Em complemento às medidas de democratização de acesso, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso:V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas;Para atender ao disposto no Artigo 47 da IN 23/2025, desenvolvemos a proposta de realização de ação formativa conforme descrito abaixo:A ação será destinada exclusivamente a moradores, estudantes e jovens aprendizes da comunidade, a ser realizada em data previamente agendada com a produção do evento. Terá duração aproximada de 2 horas e contará com a participação de profissionais envolvidos com o projeto.A proposta é apresentar, em escala real, o potencial das estruturas pneumáticas por meio de uma instalação leve e temporária, como um módulo de uso coletivo (ponto de apoio, abrigo, sanitário ou espaço de convivência), construído com as mesmas tecnologias e princípios apresentados no filme e no livro.Além da instalação, o projeto incluirá atividade educativa constituída por uma visita guiada à instalação, quando será abordada a pauta da arquitetura leve e sustentável. Esta atividade será ministrada por profissionais da equipe e voltada a moradores, estudantes e jovens aprendizes da comunidade.Essa ação tem como objetivo demonstrar a aplicabilidade social das pesquisas apresentadas no projeto, unindo tecnologia acessível, sustentabilidade e impacto direto na melhoria das condições urbanas e humanas.
ROMANO GUERRAProponente, Coordenadora Administrativo-FinanceiroEditora sediada em São Paulo, especializada na publicação de livros sobre arquitetura, urbanismo, design e disciplinas afins. Com um catálogo reconhecido por sua excelência editorial e gráfica, a editora tem como missão promover o pensamento crítico e a valorização da produção arquitetônica brasileira e latino-americana contemporânea. Seus livros já foram contemplados com importantes prêmios nacionais e internacionais, como o Jabuti, o Prêmio IAB, o Prêmio Anparq, o Prêmio Cica, o Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade (Iphan) e o RIBA International Book Awards. Entre suas publicações de destaque estão obras dedicadas a figuras fundamentais da arquitetura, como Lina Bo Bardi, João Filgueiras Lima (Lelé), Roberto Segre, Ruy Ohtake, Brasil Arquitetura, David Libeskind, João Kon, Königsberger Vannucchi e Marcello Fragelli, além de edições voltadas à crítica e à produção contemporânea, como Arquiteturas contemporâneas no Paraguai. A editora íntegra, junto ao Portal Vitruvius, um projeto editorial comprometido com a difusão do conhecimento e com a articulação entre pensamento crítico, prática profissional e produção cultural.SILVANA ROMANO SANTOSOrganizacão e Coordenação EditorialArquiteta e editora da Romano Guerra, além de co-fundadora do Portal Vitruvius, referência na difusão crítica da arquitetura no Brasil. Desde os anos 2000, coordena a edição de livros que se tornaram marcos na bibliografia da arquitetura brasileira e latino-americana. Sua atuação editorial foi reconhecida com prêmios como o Jabuti, o Prêmio IAB, o Prêmio Anparq, o Prêmio Cica, além de indicações ao RIBA International Book Awards e ao Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade, do Iphan. Silvana coordenou obras como Arquitetura: uma experiência na área de saúde, Ministério da Educação e Saúde: ícone urbano da modernidade brasileira, Lina Bo Bardi: sutis substâncias da arquitetura, Arquiteturas contemporâneas no Paraguai, David Libeskind: ensaio sobre as residências unifamiliares, Taipa, canela preta e concreto, além de monografias sobre Ruy Ohtake, Brasil Arquitetura, João Filgueiras Lima (Lelé), João Kon e Königsberger Vannucchi. Além da produção editorial, participa da organização de eventos, colóquios e publicações no Brasil e no exterior, sempre com foco na valorização do pensamento crítico e na circulação de ideias no campo da arquitetura.JEAN BERGEROTDireção e organizaçãoJean Bergerot é cineasta, fotógrafo e publisher, especializado em arquitetura, design e arte. É fundador e coordenador da produtora Labdesign.TV, dedicada à criação de filmes autorais e séries documentais sobre arquitetura. Atuou como editor e publisher da Anual Design entre 2004 e 2018, publicação referência na produção de anuários e revistas voltadas ao universo da arquitetura, do design e da cultura visual contemporânea. Desde 2010, realiza filmes publicitários e documentais para escritórios de arquitetura, incorporadoras e mostras de decoração, desenvolvendo uma linguagem visual poética, sensível e sofisticada — sempre alinhada ao universo criativo desses segmentos. Dirigiu e fotografou documentários que investigam a relação entre o espaço construído e a existência, retratando figuras como Paulo Mendes da Rocha, Carlos Vergara, os Irmãos Campana, Nitsche Arquitetos, Márcio Kogan, Angelo Bucci, Arthur Casas, Bloco Arquitetos e FGMF Arquitetos. Seu estilo combina rigor técnico, apuro estético e uma escuta atenta, resultando em obras marcadas por uma narrativa visual envolvente. Também produziu o documentário BIOFILIA – Em busca da conexão, que aborda a integração das cidades com o meio ambiente e inclui entrevistas com personalidades como Hans Donner, Araquém Alcântara e Christian Dunker. Seus filmes foram selecionados por festivais internacionais, como o Música x Arquitectura – Open House Barcelona, o ARCHFILM – Festival de Cinema de Arquitetura do Norte Europeu, o Psarokokalo International Short Film Festival, o Reel Houses International Film Festival e o Afragola International Film Festival of Architecture and Design – Al di là della visione (2023). Sua paixão está em contar histórias através do cinema, explorando a interseção entre arquitetura e outras formas de expressão artística.MARCELO MACEDOAutor do livro e pesquisaDesde o início de sua formação em Arquitetura e Urbanismo, em 2005, Marcelo Macedo percebeu o potencial transformador da disciplina sobre o espaço, a sociedade e o mundo. Após um longo período de preparo, reuniu experiência acadêmica e profissional até fundar o Studio MEMM, para pôr em prática suas ideias de transformação. Graduado pela FAU-Mackenzie, reconhecida pela ênfase projetual, complementou sua formação na ENSA-Paris-Val-de-Seine, na França, onde explorou o lado artístico da antiga escola de Belas Artes e ampliou sua vivência cultural na Europa. Trabalhou cerca de três anos no escritório Metro Arquitetos, desenvolvendo projetos culturais, educacionais, residenciais e urbanos, e colaborou com Paulo Mendes da Rocha e o OMA. Em 2016, concluiu o Master de Arquitetura Avançada na Columbia University, em Nova York, aprofundando-se em projeto e fabricação. Na mesma cidade, atuou na TPG Architecture, na área de varejo e interiores corporativos, aproximando-se da escala do usuário. De volta ao Brasil em 2018, criou o Studio MEMM, voltado a unir prática profissional e impacto social. Após a pandemia, passou a dividir sua atuação entre projetos de arquitetura e iniciativas culturais — como livros e podcasts — voltadas à difusão do pensamento arquitetônico. Em 2023, com o Studio consolidado, viveu uma temporada na China, incorporando aprendizados que unem tradição oriental e tecnologia contemporânea. Em 2025, o estúdio iniciou sua internacionalização, participando da Bienal de Veneza, tendo projetos publicados por BRAUN e TASCHEN, e consolidando-se no mercado de residências de alto padrão.* O proponente não será voluntário, ficando sob sua responsabilidade a coordenação administrativa financeira de todo o projeto cultural, recebendo por rubrica constante em custos administrativos e atuando de forma a garantir a execução dos objetivos constantes no projeto e a boa gestão dos recursos financeiros.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.