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"Tradições de Matriz Africana na Cápsula do Tempo. Uma imagem multidimensional das civilizações na arte de Renato Pascoal" é a proposta de uma Exposição Comemorativa do ano da Cultura Chinesa no Brasil. A obra de Renato Pascoal visa ser uma ponte que conecta as Tradições de Matriz Africana na Cápsula do Tempo com os povos da China e da América Latina, numa proposta de expografia da obra de Renato inspirada em narrativas de uma história imemorial da ancestralidade africana como ancestralidades de todos os povos.
Esta exposição propõe uma jornada sensorial e reflexiva ao explorar a presença ancestral das tradições de matriz africana na obra do artista Renato Pascoal. Através de uma abordagem performativa-expositiva, a mostra revela uma imagem multidimensional das civilizações, onde as matérias-primas e símbolos utilizados pelo artista funcionam como códigos que remetem aos princípios fundamentais dessas tradições, ligando sua arte viva às raízes ancestrais e ao respeito profundo pela terra, pela fauna e pela floresta.Renato Pascoal, por meio de sua capacidade de conectar culturas diversas — no plural — realiza uma espécie de mapeamento do universo, decodificando e codificando saberes que atravessam gerações. Suas obras, coletivas por essência, refletem pensamentos acumulados de diversos povos, promovendo conexões e mobilidade de ideias. Assim, a exposição favorece o diálogo intercultural, ampliando as narrativas de ancestralidade africana, mas também de todas as civilizações, contribuindo para uma compreensão mais ampla de história, cultura e identidade.A programação inclui uma palestra com o curador, que busca ampliar o entendimento sobre inclusão, diversidade e o exercício do conhecimento através da arte, estimulando reflexões sobre intercâmbio cultural, sustentabilidade, igualdade e paz. Voltada a diferentes públicos, como estudantes de escolas públicas e privadas, universitários, ONGs, associações e grupos diversos, a exposição oferecerá ações de sensibilização e troca. Gratuita, a mostra terá duração de 90 dias, promovendo um espaço de diálogo, aprendizagem e reconhecimento cultural.
Objetivo geral: Este projeto tem por objetivo realizar uma exposição da arte de Renato Pascoal por meio da linguagem perfomativa-expositiva. Objetivos específicos: Realizar uma exposição por 3 meses; Promover um debate com a curadora da Mostra; Fomentar a divulgação da arte popular brasileira;Contribuir para a economia local do município, meta: contratar de 70% da mão de obra local.
Por Que da Lei de Incentivo: O projeto intitulado "Tradições de Matriz Africana na Cápsula do Tempo. Uma imagem multidimensional das civilizações na arte de Renato Pascoal" Esta iniciativa tem a finalidade de mostrar que a obra de Renato Pascoal foi um marco no conjunto de referências fundamentais à história contemporânea da arte de reutilização de materiais e de promoção do desenvolvimento sustentável. Como tal, a expografia " Tradições de Matriz Africana na Cápsula do Tempo. Uma imagem multidimensional das civilizações na arte de Renato Pascoal" promove uma ponte de intercâmbio cultural que se articula ao processo global de enfrentamento às mudanças climáticas, seguindo e difundindo um princípio da tradição de matriz africana, narrativas de uma história imemorial das ancestralidades de todos os povos. A exposição atende a um princípio educativo de base que entende o lugar da arte para aprofundar identidade social e confiança estratégica. Como parte de sua filosofia de base, a obra de Renato Pascoal articula a palavra "tradição", neste espaço, dita no sentido de conexão, com princípios de transformação, princípios fundantes, advindos de culturas de todas as partes, convocados pela urgência de resgatar a humanidade e a consciência inscritas nos DNAs de todos os indivíduos. Por meio desta expografia, saudamos o ano da Cultura da China no Brasil, e os diálogos com o Sul Global, China e países da América do Sul e do Caribe cuja Declaração de Pequim, e Plano de Ação Conjunta (2025-2027) visam o desenvolvimento verde e remete a consolidação de Cooperações científicas e tecnológicas na direção de energias renováveis, tecnologias limpas, indústria ambiental e capacitação digital para a gestão verde. Informamos que a exposição "Tradições de Matriz Africana na Cápsula do Tempo. Uma imagem multidimensional das civilizações na arte de Renato Pascoal" atendem os incisos do I e VIII do Artigo 1º da Lei 8313/91 I - contribui para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; Visto que a entrada e todas as atividades serão gratuitas. VIII - estimula à produção e difusão de bens culturais de valor universal, formado e informado de conhecimento, cultura e memória; Através da palestra gratuitas ministradas pela Curadora pretendemos estimular a produção de cultura e da arte. Além disso, no Artigo 3º da Lei 8313/91 atendendo os objetivos de: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; Como contrapartida Social o projeto apresenta a palestra sendo a mesma gravada e disponibilizada em canal do YouTube gratuitamente com audiodiscrição e libras.
Nada a declarar.
A Exposição "Tradições de Matriz Africana na Cápsula do Tempo. Uma imagem multidimensional das civilizações na arte de Renato" que será apresentada ao público, terá como principal objetivo promover uma imagem multidimensional das civilizações na arte de Renato Pascoal por meio da linguagem perfomativa-expositiva da obra, resgatando, por trás – por entre -as matérias primas, os índices que apontam para princípios fundamentais das tradições de Matriz Africana que ligam a arte viva de Renato Pascoal aos seus ancestrais e sua relação de respeito à terra, à fauna e à floresta. Nesse percurso de Ancestralidade e origem – arkhé – princípios das matrizes africanas da cultura brasileira, Renato Pascoal foi capaz de codificar e decodificar culturas (no plural) pela sua capacidade de conexão com o mundo, consigo mesmo e com os outros, realizando uma espécie de mapeamento do universo em seu entorno e irradiado. Assim suas obras, pode-se dizer, são trabalhos coletivos por serem fruto de pensamentos acumulados em diversos povos. Trata-se de uma arte que oferece possibilidades de conexões e mobilidade de pensamentos, narrativas de uma história imemorial da ancestralidade africana como a ancestralidades de todos os povos, ampliando o diálogo cultural, estimulando reflexões sobre intercâmbio cultural e aprendizagem recíproca entre Civilizações – como entre Brasil e China – com vistas à promoção de igualdade, desenvolvimento sustentável, reconhecimento e paz, e deverá ter a duração de 90 dias. A atividade palestra com o curador sera desenvolvida a partir da exposição, buscando contribuir para o exercício da inclusão, diversidade, construção do conhecimento e a sensibilização, ampliando o diálogo dos mais variados tipos de públicos com a arte. Gratuita será oferecida no período da exposição para escolas das redes pública e privada, universidades, ONGs, associações e grupos diversos. Públicos possíveis: Educação, Infantil, Fundamental I e II, Pessoas com deficiência visual, universitários e grupos diversos.
PRODUTO ExposiçãoAcessibilidade Física exposição, terá em sua expografia rotas acessível em 100% para circulação de cadeirantes e pessoas com baixa mobilidade, o Proponente se responsabiliza por garantir que os espaços aonde a exposição ocorrerão tenha acessibilidade conforme previsão legal como corrimões, rampas e banheiros adaptados.Acessibilidade de Conteúdo Exposição Audioguia com o conceito da exposição. Etiquetas das obras em braile, Tradutor de libras para abertura da exposição.PRODUTO: Palestra com o CuradoAcessibilidade Física o Proponente se responsabiliza por garantir que os espaços aonde a palestra ocorrera tenha acessibilidade conforme previsão legal como corrimões, rampas e banheiros adaptadosAcessibilidade de Conteúdo linguagem oral e Intérprete de libras.
A exposição tem entrada gratuita. Realização de uma palestra gratuitas aberta ao publico ministrada pelo curador. Gravação da palestra e posteriormente disponibilizar em canal do Youtube com legenda e linguagem de libras.
Proponente: Responsável por toda a gestão administrativa. Responderá pela coordenação geral e por todas as etapas da exposição junto a fornecedores, prestadores de serviços, parceiros e instituições a qual a exposição for realizada. Luís Rogério Baltazar. Formado em administração de empresas foi gestor administrativo dos Museus: MAC - Museu de Arte Contemporânea de Niterói e MJCAP - Museu Janete Costa de Arte Popular, onde planejava, geria, processava e controlava os recursos logísticos e pessoais do museu. Fundador da LRB Cultural. Trabalha há 25 anos na área de cultura. Sendo o Administrador por mais de 13 anos, um profissional atuante e com larga experiência em produzir, coordenar e montagem de exposições e projetos relacionados à cultura. Curadora Maristela Botelho França. Professora Titular em Linguística Aplicada da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO). Professora do curso de Pós-Graduação em Ecoturismo e Conservação. Graduada em Letras, português-francês, é Doutora em Linguística Aplicada pela PUC-SP (PICDT) com curso de Pós-Doutorado no Conservatório de Artes e Ofícios de Paris (FAPERJ/CNPq). Desde 2023 coordena o Projeto “Performances de vulnerabilidade e resistência na obra de Renato Pascoal: educação antirracista, educação ambiental e ativismo queer” em uma parceria com a Escola de Museologia da UNIRIO. Escreveu os textos, fez curadoria e coordenou a montagem em 2024 da exposição “Renato Pascoal, o multiartista do Mundo Novo” no Espaço Aquário (UNIRIO), inaugurada no contexto do V Colóquio Raça e Interseccionalidades e I Encontro de pesquisadores afro-latinos americanos e do Caribe, com a participação de oito estudantes de Museologia, entre bolsistas de Iniciação Científica e estudantes voluntários e uma estudante de história da Arte da UFRJ. A atividade envolveu processos de documentação, restauração, higienização, acondicionamento e transporte das obras, com coparticipação do professor doutor Ivan Coelho de Sá e apoio da professora Helena Uzeda, museólogos (UNIRIO). No mesmo ano, coordenou a atividade de estudantes no processo envolvido na montagem da sessão dedicada à obra de Renato Pascoal na exposição intitulada “Matéria Prima”, que reuniu 18 artistas em torno da temática da consciência ambiental e sustentabilidade, com curadoria de Jorge Mendes, ocorrida entre novembro de 2024 e abril de 2025 no Museu Janete Costa de Arte Popular. Jorge Mendes – Curadoria Sócio proprietário da empresa Rosa dos Ventos, paisagismo e organização de eventos, Jorge é cenógrafo e artista plástico. Expôs individualmente no centro cultural Paschoal Carlos Magno, Sesc e Cultura Inglesa ,além de diversas coletivas. Como curador, foi responsável pela exposição "Mestre Ziza'' em 1990, na Casa Norival de Freitas; "Ex-votos " - ceramistas populares, em 1995, no Espaço Cerj; e dividindo a curadoria e assinando a cenografia da exposição "Sertão Rio", na Biblioteca Parque RJ/2021. De 2017 até 2023 esteve como curador e cenógrafo no Museu Janete Costa de Arte Popular, assinando as exposições: “Na companhia de Jorge”. “Mambembe”, “Caminhando com Janete: Viva o povo brasileiro, 25 anos”, “Sim, aceito!”, “Valei-me!”, “Piauí, entre anjos e palmeiras”, “Ceará, terra que ilumina”, “Entre fragmentos e frestas”, e “Tudo que move é sagrado''. Recebeu medalha de ouro no salão de arte decorativa RJ/78. Prêmio de melhor decoração natalina , cidade Niterói/96. É indicado ao prêmio "Sou de Niterói " na categoria cultura, promovido pelo jornal O Globo. Daniella Magalhães - Produtora executivaProdutora Cultural, graduada pela UFF, e com pós graduação em Comunicação Empresarial pela Universidade Cândido Mendes. Atua como Gestora em equipamentos culturais, desenvolvendo projetos e ações de caráter cultural e educativo nos últimos 20 anos já tendo sido Coordenadora Geral de eventos da Fundação de Arte De Niterói, Diretora do espaço cultural Solar do Jambeiro e Diretora do Museu Janete Costa de Arte Popular além de Produtora Executiva na empresa Dellarte Soluções Culturais e junto à projetos do carnavalesco Joãozinho Trinta, coordenando eventos como: Aniversário da cidade de Mossoró (RN) e festivais de inverno nas cidades de Petrópolis e Nova Friburgo. Recebeu uma moção de aplausos pelos serviços prestados à classe artística e a cidade de Niterói em abril do ano corrente. Elaine Backer - Designer GráficoElaine Backer concluiu a faculdade de Desenho Industrial em 2000 e se especializou em direção de arte pela ESPM, iniciou sua carreira profissional no segmento cultural.Por 18 anos, coordenou projetos de design para a Fundação de Arte de Niterói – FAN/ Secretaria Municipal das Culturas, na qual assumiu as unidades do Teatro Municipal de Niterói, Museu Janete Costa de Arte Popular, Sala Nelson Pereira dos Santos, Centro Cultural Paschoal Carlos Magno, Sala José Cândido de Carvalho, além de outros projetos culturais. Desde 2014, se concentra na área editorial e identidade visual para exposições. Últimos trabalhos:2023 Livreto: Apresentação da Casa Geyer MUSEU IMPERIAL. Catálogo das exposições: Rio 1922 e 10 Objetos, outras histórias MUSEU HISTÓRICO NACIONAL. 2022 Exposição: A Arte do Retrato MUSEU DO INGÁ/FIRJAN | Curadoria: Ana Maria Mauad e Paulo Knauss. Exposição e catálogo: A paisagem de Lia Mittarakis MUSEU JANETE COSTA DE ARTE POPULAR | Curadoria: Marcus de Lontra Costa e Rafael Fortes Peixoto. 2021Livro: Pátio Epitácio Pessoa - entre pedras, arcadas e canhões MUSEU HISTÓRICO NACIONAL. Exposição: Tudo que Move é Sagrado MUSEU JANETE COSTA DE ARTE POPULAR | Curadoria: Jorge Mendes. Catálogo das exposições: Piauí, entre anjos e palmeiras e Ceará, terra que iluminaMUSEU JANETE COSTA DE ARTE POPULAR | Curadoria: Jorge Mendes. 2020 Exposição e catálogo: O Mercado Municipal de Niterói e o Art Déco MERCADO MUNICIPAL DE NITERÓI | Curadoria: Marcio Roiter. Exposição: Entre Fragmentos e Frestas MUSEU JANETE COSTA DE ARTE POPULAR | Curadoria: Jorge Mendes. Livro: A História da Associação Brasileira de Arte Fotográfica – ABAF ABAF - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ARTE FOTOGRÁFICA.Assistente:Márcio Januário é ator, cantor, bailarino, escritor e diretor de teatro e cinema. Como coreógrafo e preparador corporal participou de montagens de peças infantis, shows de música e peças de teatro adulto. Em 2006 fundou a “Cia Completa Mente Solta”, de Teatro e foi premiado na “V Mostra de Teatro de Petrópolis” com o texto “Tratado do Vão Combate”, - cuja peça foi apresentada no Brasil e Europa. Desde de 2011 participa da “FLUP – Festa Literária das Periferias”, como escritor, palestrante e mestre de cerimônias, inclusive com trabalhos editados no exterior. Em 2015 representou o Brasil no Shakespeare Festival, na Alemanha, com a peça “Trans Hamlet Formation”, em que escreveu, atuou e dirigiu. Em 2016 criou e dirigiu a Casa das Artes de Algodões, no sul da Bahia onde oferecia oficinas e atividades artísticas para os moradores de baixa renda da Praia de Algodões. Atualmente está apresentando o Show As Canções de Amor de Uma Bixa Velha e trabalha como produtor, ator e diretor com os cineastas Clementino Junior, André Sandino e Paulo Cesar, em filmes de longa e curta metragens. O filme “As Canções de Amor de Uma Bicha Velha”, do diretor André Sandino, recebeu cinco prêmios de melhor documentário e um prêmio de melhor intérprete.Assistente:Girlan do Nascimento Gomes, graduando em Museologia pela UNIRIO, atualmente no 6º período do curso noturno: em meados de 2024, ingressou no projeto “Performances de vulnerabilidade e resistência na obra de Renato Pascoal: educação antirracista, educação ambiental e ativismo queer”, colaborando na montagem da primeira exposição, realizada no campus da UNIRIO no centro de Ciências Humanas e Sociais. Nesta primeira exposição, trabalhou com o acondicionamento, higienização, montagem e desmontagem das obras do acervo e da coleção pessoal do artista. Também atuou na monitoria e mediação durante os dias de visitação. A segunda exposição ocorreu em 2025, no Museu Janete Costa de arte popular onde contribuiu com o que havia aprendido do acervo e obras, da última exposição, ou seja mais uma vez com montagem e desmontagem das peças. Em paralelo com o projeto Renato Pascoal, faço parte como voluntário do "Projeto Igrejas Históricas no Rio de Janeiro Descobrindo e Revelando seus Acervos" onde faço mediações sobre a arte, também realizo higienização nas peças sacra da Igreja São Francisco de Paula, projeto coordenado pela professora Márcia Valéria Teixeira Rosa. Ao longo desses quase 3 anos de graduação já colaborei diretamente em oito exposições. Esse somatório de experiência me habilita a ter mais noções expográficas, de acessibilidade, manutenção das peças e segurança para lidar com objetos e, assim, zelando para prolongar a vida útil dos mesmos.Assistente:Maria Fernanda de Barros Duarte, graduanda em museologia (UNIRIO) no 6° período. Minha primeira oportunidade de trabalhar com um acervo e processos expositivo foi com o projeto "Performances de vulnerabilidade e resistência na obra de Renato Pascoal: educação antirracista, educação ambiental e ativismo queer" em junho de 2024. Entrei no projeto um pouco depois dos colegas que me ajudaram a entender melhor sobre como conduzir as obras, pois esse era o meu primeiro contato com um acervo e exposição. Juntos fizemos a higienização, acondicionamento, transporte, montagem e iniciamos a documentação das peças que seriam expostas na UNIRIO. Durante o período da exposição fizemos todo o trabalho de recepção e mediação com o público, o que foi uma experiência riquíssima. Nesse processo, conversando com uma visitante, professora de pedagogia, descobri que algumas pequenas imagens que compunham um artefato da exposição faziam parte de um álbum de figurinhas sobre diferentes povos e partes do mundo, vendido no século passado em bancas de jornal. Conheci também um aluno com baixa visão, que me levou a começar a pensar em como fazer com que um acervo tão plural e potente possa se tornar cada vez mais acessado e reverenciado através de medidas de acessibilidade em exposições. Também fiz parte da desmontagem da exposição no Museu Janete Costa, onde o acervo Renato Pascoal esteve junto de outros artistas com propostas similares, todos em diálogo. Acredito que esse acervo tão delicado e visceral possa tocar um pouco em todos nós.Assistente:Alan Costa de Jesus, 31 anos e morador no Andaraí: Trabalhei como técnico de informática com enfoque na área de manutenção e prevenção de máquinas. Atualmente sou graduando em Museologia pela UNIRIO, estagiando no Museu da Justiça, na área de Museologia. Minha primeira experiência na Museologia foi no Museu de Favela (MUF), onde pude aprofundar conhecimentos teóricos e desempenhar habilidades técnicas como higienizar e acondicionar o acervo bem como auxiliar na expografia em algumas exposições. Mais uma das experiências profissionais da área foi com a exposição "RENATO PASCOAL, O MULTIARTISTA DO MUNDO NOVO", onde desempenhei práticas de higienização, acondicionamento para transporte e mediação. Outra Experiência mais recente foi a oportunidade de participar da montagem da exposição "Precioso Ouro Negro: Memória e Resistência" em Ouro Preto onde pude usar o que aprendi no MUF com a experiência do processo de musealização com o acervo do Renato Pascoal. Também pude aumentar meu repertório com um curso feito no Instituto Moreira Salles (IMS) sobre preparação de obra de arte para transporte, o qual foi ministrado pelo professor João Gabriel Reis Lemos que compartilhou e ensinou técnicas de marcenaria, na preparação de molduras e chassi, e artesanato na confecção de caixas para transportar obras. Atualmente eu trabalho no Museu da Justiça, sou estagiário do setor de Serviços de acervos museológico e inconográficos e desempenho a função de documentar, higienizar, acondicionar.Assistente:Isis Tulani Santos da Silva, graduanda em História da Arte na UFRJ, no momento terminando o 6° período. Em junho de 2026, durante o I Congreso de Investigadores/as AfroLatinosamericanos y del Caribe e o V Colóquio Raça e Interseccionalidades Discursos, Memórias Negras e Esperança na América Latina e Caribe, eu integrei a equipe do projeto "Performances de vulnerabilidade e resistência na obra de Renato Pascoal: educação antirracista, educação ambiental e ativismo queer", participando da montagem da exposição e monitoria durante os dias de exposição que foi instalada no aquário do prédio CCH na UNIRIO. Desde então, ajudo a manter a coleção de obras pertencentes ao vasto acervo do Renato Pascoal que está nas mãos da professora Maristela França. Este projeto proporciona uma experiência significativa em relação à aplicação prática de teorias que são ensinadas em aulas em faculdades que tem ligação direta ao manuseio, organização e produção de exposições e acervos, além de gerar uma oportunidade de aprender mais sobre trabalho em equipe.Assistente:Ivan Magalhães Grangier, graduando em museologia da UNIRIO no 8° período: Entrei no projeto "Performances de vulnerabilidade e resistência na obra de Renato Pascoal: educação antirracista, educação ambiental e ativismo queer" em maio de 2024 como bolsista de Iniciação Científica, cujo plano de estudo foi atualizado e se estenderá até junho de 2026. Meu trabalho tem sido de documentar as obras e participar na preparação de exposições, auxiliando a pensar soluções para a casa de Renato, onde está seu acervo, realizando um plano museológico. Ao todo no projeto até agora produzimos e auxiliamos em duas exposições. Uma na UNIRIO e outra no museu Janete Costa de Arte Popular. Ao todo o processo está sendo muito produtivo e tem me ajudado muito a pôr em prática os ensinamentos teóricos que tenho em sala de aula. Atualmente a obra está sendo exposta por fotografias na galeria Cândido Portinari da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) em curadoria de Ricardo Lima e Jorge Mendes.Assistente:João Henrique Fonseca, graduando no 9º período do curso de Museologia (UNIRIO): Durante a graduação fui bolsista de monitoria nas disciplinas Museologia e Arte Ocidental II, III e agora sou monitor voluntário na disciplina Museologia e Arte Brasileira I. Participei no projeto de extensão ENACTUS na UNIRIO que se dedica à criação de projetos sociais para comunidades carentes da cidade do Rio de Janeiro. Fiz parte, da exposição "Renato Pascoal, o multiartista do Mundo Novo" no V Colóquio Raça e Gênero. Em 2024 fiz parte como mediador no encontro do Centro Cultural Fato Presença Rio Encontros. Fui como colaborador da exposição Matéria - Prima no Museu Janete Costa. Na solenidade do Jubileu de 250 da Benção da Pedra Fundamental 1775 -2025 da Igreja da Candelária do Rio de Janeiro fiz parte na organização e mediador voluntário, e atualmente participo como voluntariado como mediador na Igreja Nossa Senhora da Candelária pelo projeto de extensão Igrejas Históricos do Rio de Janeiro: descobrindo e revelando seus acervos, pela PROExC/UNIRIO. Possuo experiência em ferramentas ágeis (SMART,KANVA,TRELLO e Processos e Indicadores), conservação e preservação de obras, organização de exposição, mediação, entendimento sobre história da arte, pesquisa, conhecimento sobre Plano Museológico mediano e estudo sobre o patrimônio cultural.Assistente:Julia Cordeiro França Faria, graduanda em Museologia pela UNIRIO, atualmente no 8º período do curso: Participei, em junho de 2024, pela primeira vez do projeto “Performances de vulnerabilidade e resistência na obra de Renato Pascoal: educação antirracista, educação ambiental e ativismo queer”, ajudando na montagem da primeira exposição na qual a obra foi apresentada, instalada no aquário do CCH, na UNIRIO. Nesta primeira exposição, trabalhei com acondicionamento, higienização, montagem das obras do acervo e da coleção pessoal, além de atuar na monitoria durante os dias de visitação. Em setembro de 2025, passei a fazer parte da Bolsa de Iniciação Científica do projeto, coordenado pela professora Maristela França, e atualmente colaboro com a documentação da coleção pessoal de Renato Pascoal. Ao longo dessa experiência no projeto, venho adquirindo uma base mais sólida para aplicar, na prática, os conhecimentos obtidos nas aulas teóricas, além de desenvolver habilidades de trabalho em equipe e de manuseio e cuidado com os objetos.Assisntente:Gabriel Monteiro, graduando no último período de Museologia na UNIRIO. Iniciou participação no projeto "Performances de vulnerabilidade e resistência na obra de Renato Pascoal: educação antirracista, educação ambiental e ativismo queer" em maio de 2024, participando da montagem da exposição e monitoria durante os dias de exposição que foi instalada no aquário do prédio CCH na UNIRIO. Teve participação destacada na mediação com as turmas de crianças que visitaram a exposição, por já ter desenvolvido vários trabalhos de mediação com esse público.Assistente:Luis Henrique N.S. Porto, estudante em período de conclusão do curso de Museologia da UNIRIO e diretor do Museu de Favela (MUF). Com vasta rede de interlocução no universo museal, fez a intermediação entre o acervo Renato Pascoal e o curador do museu Janete Costa de Arte Popular, Jorge Mendes, para que a obra integrasse a exposição “Matéria Prima”, tendo em vista se encaixar na proposta elaborada por Jorge. Apontou que obra de Renato Pascoal, sem dúvida, possuía uma ligação com o tema da exposição que visou reunir obras de artistas os quais, “a partir de materiais descartados, caixotes de madeira, garrafas plásticas, papelão, sobras de tecidos, latas e sucata em geral encontram uma fonte para desenvolver seus trabalhos” (MENDES, 2024), isto é, demonstram como a grande quantidade de resíduos gerados nos grandes centros urbanos está sendo ressignificada e utilizada como matéria prima de arte e forma de expressão de grande impacto no público.Assistente:Ivan Coelho de Sá é doutor em Artes Visuais (2004) pelo Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais - PPGAV, da EBA/UFRJ, com dois cursos de graduação: em Museologia pela Escola de Museologia da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro - UNIRIO (1986) e graduação em Pintura pela Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ (1988); mestrado em História da Arte (1994). Professor Associado 4 do Departamento de Estudos e Processos Museológicos - DEPM e do Programa de Pós-Graduação em Museologia e Patrimônio - PPG-PMUS, do Centro de Ciências Humanas e Sociais - CCH/UNIRIO. Ministra disciplinas de História da Arte Ocidental, Produção Artística no Brasil, Museologia e Preservação, com experiência em técnicas de higienização e conservação.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.