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PRONAC 2512112Autorizada a captação total dos recursosMecenato

PALÁCIO ITAMARATY ( Título provisório)

EO EDITORA LTDA
Solicitado
R$ 1,49 mi
Aprovado
R$ 1,49 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Livro/Obra Refer impres/eletrôni valor Art/Lit/Hum
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2026-01-01
Término
2027-12-31
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

Publicar uma grande obra editorial bilíngue, em três volumes, sobre o Palácio Itamaraty, sede do Ministério das Relações Exteriores, que completará em 2027 seus 60 anos. O projeto jogará luz sobre um dos mais relevantes edifícios modernos do Brasil e sua coleção de arte e design, fruto da ambição modernista e diplomática. Os volumes terão como temas a arquitetura e paisagismo, arte plásticas, design e artes decorativas do Palácio Itamaraty e o projeto conta com a parceria institucional do Ministério das Relações Exteriores e com a autoria de alguns dos mais destacados especialistas nacionais de cada área do conhecimento, além de participações internacionais.

Sinopse

Esta obra editorial bilíngue apresenta o Palácio Itamaraty Sede do Ministério das Relações Exteriores, como expressão máxima da síntese das artes no modernismo brasileiro. Dividida em três volumes ricamente ilustrados, a publicação aborda a arquitetura de Oscar Niemeyer, o paisagismo de Burle Marx, e um acervo notável de artes plásticas, design e mobiliário. Textos inéditos de especialistas revelam detalhes históricos, estéticos e simbólicos do edifício e de sua coleção, lançando luz sobre aspectos pouco explorados da cultura diplomática e artística do país. Um convite à redescoberta do Itamaraty como patrimônio cultural integrado e vivo.

Objetivos

Objetivo Geral Publicar uma grande obra editorial bilíngue, em três volumes, sobre o Palácio Itamaraty, sede do Ministério das Relações Exteriores, quando se completam seus 60 anos, com o intuito de valorizar e divulgar um dos mais relevantes edifícios modernos do Brasil, sua coleção de artes plásticas e design, e sua importância histórica, cultural e diplomática. Promover, com isso, o conhecimento e a preservação do patrimônio arquitetônico, artístico e histórico brasileiro representado pelo Palácio Itamaraty. Objetivos Específicos - Imprimir 3.000 livros de cada volume, totalizando 9.000 livros- Produzir 3 volumes editoriais com os temas: arquitetura e paisagismo; artes plásticas; e design e artes decorativas; - Apresentar todos os edifícios do complexo arquitetônico do Ministério das Relações Exteriores, destacando os projetos de Oscar Niemeyer e Burle Marx;- Reunir um conjunto de pesquisadores e autores de excelência, considerando 6 autores por cada um dos 3 livros, para debater e analisar criticamente o Palácio e seu acervo;- Descrever todas as etapas do processo projetivo de Oscar Niemeyer ao longo dos sete projetos desenvolvidos para o complexo arquitetônico;- Apresentar uma seleção do acervo artístico, incluindo obras monumentais e uma coleção representativa de gravuras das décadas de 1950, 60 e 70, com destaque para artistas mulheres;- Documentar o acervo exclusivo de móveis e tapetes criados para o Itamaraty na década de 1960, pouco explorados na literatura sobre design brasileiro;- Dar visibilidade a pontos cegos e resgatar episódios esquecidos da historiografia das artes plásticas e decorativas brasileiras, como mobiliário brasileiro do século XVIII, art déco marajoara e gravura abstrata informal feminina;- Publicar acervos inéditos de fotógrafos sobre o Palácio e seu acervo;- Publicar imagens de filmes de curta-metragem sobre o Palácio e suas obras, ainda inéditas.- Reverenciar o Palácio Itamaraty como obra-prima da arquitetura e das artes integradas do modernismo brasileiro.

Justificativa

Os 60 anos do Palácio Itamaraty, a serem completados em 14 de março de 2027, são a ocasião ideal para este grande projeto editorial que, por meio de um exame de sua arquitetura e paisagísmo, de seu acervo artístico e de mobiliário e artes decorativas, conte uma outra história do modernismo brasileiro.O Palácio Itamaraty foi o último grande projeto representativo do modernismo brasileiro e, como o conjunto de livros proposto pretende demonstrar, é considerado o mais bem sucedido _ e mais bem documentado e conservado _ exemplo da síntese das artes prevista no movimento. Seu projeto integrado de arquitetura, artes plásticas e design se insere numa linhagem de edifícios-manifesto, que se inicia com a Casa Modernista de Gregori Warchavchik e cujos expoentes mais importantes são o Palácio Gustavo Capanema e o pavilhão brasileiro na Feira Mundial de Nova York, de 1939. Ao mesmo tempo, é um ponto cego na historiografia nacional.Concluído durante o regime militar, sete anos após o tour de force da construção de Brasília, o edifício não foi incorporado à narrativa épico-desenvolvimentista centrada nos chamados "palácios brancos" (Alvorada, Planalto, Congresso, STF), que pautou a recepção da nova capital pela crítica internacional. Ademais, foi injustamente relegado à categoria de precursor do edifício-sede da Editora Mondadori, também desenhado por Oscar Niemeyer, situado numa grande cidade europeia e muito mais acessível à visitação.Embora Portinari, Segall e Brecheret estejam representados com obras monumentais, o acervo do Itamaraty não é dominado por artistas das duas primeiras gerações do modernismo, e tampouco pelos movimentos Concreto e Neoconcreto, que monopolizam o interesse da historiografia sobre os anos 1950 e 1960. Os pontos fortes da indiscutível qualidade de seu conjunto são artistas de grande individualidade que não se enquadram nos grandes movimentos e manifestos estéticos privilegiados por nossa historiografia tradicional, como Manabu Mabe, Fayga Ostrower, Frans Krajcberg, Iberê Camargo, Tomie Ohtake, Arcângelo Ianelli, Sérgio Camargo, Milton Dacosta, Maria Leontina, Emanoel Araújo e Ruben Valentim, entre outros. A dificuldade de enquadrar um acervo e de indiscutível valor artístico na historiografia tradicional aponta para a necessidade de revisitar criticamente as narrativas consagradas sobre nossa arte moderna. O projeto de interiores para o Itamaraty (documentado em fotos de Marcel Gautherot de 1968) envolveu uma organização dos espaços única entre os palácios de Niemeyer em Brasília e a encomenda de cerca de 50 modelos originais a quatro importantes designers brasileiros _ Joaquim Tenreiro, Sergio Rodrigues, Bernardo Figueiredo e Karl Heinz Bergmiller. Outra riqueza do acervo é conjunto de mobiliário do século XVIII ao neocolonial _ este último estilo promovido, e depois renegado, pelos modernistas da geração de 1922. Trata-se da mais abrangente coleção pública de mobiliário existente no Brasil, que é pouquíssimo conhecida e divulgada. Ela nunca foi adequadamente registrado nos livros-catálogo sobre seus autores, preservando relativo ineditismo mesmo para entusiastas do tema.Pesquisa recente levantou novas informações sobre o processo projetivo do edifício e a curadoria das obras, que demonstram que, ao mesmo tempo em que cinquenta anos de experiências modernistas desembocam na sede do Ministério das Relações Exteriores na nova capital, o projeto do Palácio Itamaraty é um caso único, cuja história e acervo convidam a um reexame de diversas narrativas consolidadas na historiografia de nossa arte moderna. É um dos poucos edifícios de Niemeyer cujo processo projetivo está bem documentado. Houve sete versões do complexo, desenhadas entre 1959 e 1963, e todo o diálogo entre o arquiteto e o ministério (e o processo decisório dentro deste) está preservado _ o que permite constatar, entre outros fatos, influência nos estágios iniciais do projeto por parte do arquiteto-chefe do ministério, Olavo Redig de Campos e, na curadoria dos interiores, a inequívoca autoria de Wladimir Murtinho e Campos.Ademais, se o projeto é inegavelmente tributário da síntese das artes modernista proposta por Le Corbusier, ele também é resultado de uma tradição diplomática brasileira de construir, por meio da arquitetura e do design, narrativas sobre a formação do corpo político brasileiro calcadas na modernidade. De 1902 a 1970, o Ministério das Relações Exteriores realizou três vultosos projetos integrados orientados pelo objetivo de apresentar a moderna identidade nacional _ em muitos casos, investindo em correntes estéticas independentes das grandes linhas nascidas na Semana de Arte Moderna de 1922. Peças dos dois projetos anteriores se encontram no Itamaraty de Brasília.Todo o acervo do Palácio Itamaraty poderia ser interpretado como uma gigantesca brasiliana, que parte das "visões do paraíso" dos viajantes europeus (Frans Post, Albert Eckhout, Jacob van Meurs e Rugendas) e documenta os processos paralelos e interconectados de emergência de uma estética própria (mobiliário do século XVIII); de ocupação do território e formação do povo (Portinari; Di Cavalcanti); da constituição de um projeto político de inserção autônoma na economia-mundo (retratos do século XIX e obras de temática histórica); de conscientização sobre a própria identidade cultural (estilos nacionalistas como o art déco marajoara e mobiliário neocolonial) do processo de urbanização e industrialização (obras construtivistas e peças de design industrial) e, sobretudo, da formação de uma sociedade dinâmica capaz de uma contribuição estética contemporânea e original. Graças àquela dupla ambição, modernista de promover uma síntese das artes, e diplomática de representar a formação de nosso corpo político por meio da modernidade, a coleção de obras de arte e design do Itamaraty de Brasília é, a um só tempo, a mais abrangente temporal e estilisticamente e a mais consistente e orgânica dentre todos os acervos dos edifícios representativos brasileiros do século XX. Abaixo os incisos do Art. 1º da Lei 8313/91, nos quais o projeto se enquadra:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;E abaixo os objetivos do Art. 3 da Lei 8313/91 que ele atende:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes;

Estratégia de execução

O projeto conta com a parceria institucional do Ministério das Relações Exteriores, de acordo com a carta anexa em documentos da proposta.

Especificação técnica

Formato de cada volume: 23x30cm capa dura com laminação fosca 320 páginas miolo em couche fosco 150g a cores guarda em ofsete 120g, a cores 3000 exemplares (de cada volume)

Acessibilidade

1 Acessibilidade FÍSICAO proponente se compromete a realizar o lançamento dos livros, se acontecer em local físico, que o mesmo tenha rampas de acesso para cadeirantes e banheiros acessíveis. Se for em plataforma virtual, será um evento em plataforma gratuita. 1.2 Acessibilidade para deficientes visuaisO proponente irá disponibilizar um link dentro dos livros impressos para a audiodescrição de cada um dos volumes.ITEM NA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA 1.3 Acessibilidade para deficientes auditivosO proponente se compromete a realizar no lançamento do livro, seja em ambiente físico ou virtual, o recurso de intérprete de libras. ITEM NA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA 1.4 Acessibilidade para deficientes INTELECTUAIS O proponente irá disponibilizar um link dentro dos livros impressos para a audiodescriçàoO proponente também deixará esse link no site do projeto, para facilitar o acesso.

Democratização do acesso

O proponente seguirá a nova IN n. 23 de 5 de fevereiro de 2025, no que tange à distribuição dos produtos/livros:Art. 46. O plano de distribuição da proposta deve prever medidas de democratização do acesso aos produtos, bens, serviços e ações culturais produzidos, contendo as estimativas da quantidade total de ingressos ou produtos culturais previstos, observados os seguintes limites:I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado;II - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto;III - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, incluindo professores de instituição públicas de ensino;IV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem R$ 50,00 (cinquenta reais).Tudo detalhado no plano de distribuição.Como ampliação de acesso:Art. 47. Em complemento às medidas de democratização de acesso, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso:V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas;

Ficha técnica

A função do proponente é de coordenação editoral, reponsável por todo o processo decisório e gestão das ações do projeto.Coordenação editorial e publicação: Editora Olhares (EO Editora) - proponenteA EO Editora Ltda, nome fantasia Editora Olhares, é uma empresa brasileira constituída em 2008 com objetivo de elaborar e produzir projetos culturais. A editora se especializou em propor e gerar conteúdo editoriais, culturais e artísticos com a preocupação central de transformar o resultado de pesquisas rigorosas em narrativas agradáveis e dinâmicas, primando por um tratamento visual moderno e adequado a cada projeto. A empresa está engajada no resgate e registro de temas culturais e históricos, comprometendo-se com a preservação e difusão da cultura nacional. Dentre os trabalhos que desenvolveu, destacam-se:Livros publicados (www.editoraolhares.com.br)• 45 volumes da coleção A cidade da gente (2015-25)• Anônimos - móvel moderno brasileiro além dos ícones (2025)• Horizonte ampliado (2024)• Tradição e modernidade no móvel brasileiro (2024)• Remanescentes da Mata Atlântica (2023)• Sergio Rodrigues em Brasilia (2023)• Jean Gillon (2021)• Bernardo Figueiredo - arquiteto e designer (2021)• Art deco no Brasil - Coleção Fulvia e Adolpho Leirner (2020)• Percival Lafer - Design, indústria e mercado (2018)• O fabuloso Zé Rodrix (2017)• Marcenaria Baraúna: móvel como arqutetura (2017)• Desenho da utopia (2016)• Móvel moderno no Brasil (2015)• Sapos, cobras e lagartos - a charge política de Glauco (2014)• Já era jacaré (2013)• Alex Vallauri – da gravura ao grafite (2013)• Ciclismo no limite (2013)• A vida dos centros (2013)• São Paulo é Legal! (2013)• Sobrados da Zona Oeste (2012)• São Paulo 1971-2011. História recente, versões literárias, resíduos visuais (2012)• Artesãos da Sapucaí (2011)• Interiores no Brasil – a influência portuguesa nos espaços domésticos (2011)• Yoga massagem ayurvédica (2011)• Chico Niedzielski (2011)• Minas; estado de espírito (2010)• Retratos do Brasil Profundo (2010)• Um a um – arquitetura de Betty Birger (2010)• No campo da memória, jogando conversa fora (2010)• A arte de Jaime Prades (2009)• Faces da moeda (2009)• Menu di Funghi (2009)• Viva Favela (2009)• A Ilha Tipográfica (2008)• Japoneses no Vale do Aço (2008)Prêmios• 31o Prêmio Museu da Casa Brasileira, 2017 - 1o lugar na categoria Trabalhos publicados com o livro Marcenaria Baraúna: móvel como arquitetura.• 53o Prêmio Jabuti, 2011 - 2o lugar na categoria fotografia com o livro Minas; estado de espírito.• 25o Prêmio Museu da Casa Brasileira, 2011 - 1o lugar na categoria Trabalhos publicados com o livro Interiores no Brasil: a influência portuguesa no espaço doméstico.Coordenação editorial: Otávio Nazareth (sócio da EO Editora)Graduado em Produção editorial pela Escola de Comunicação da UFRJ. Pós-graduado em Fotografia como instrumento de pesquisa, pela Universidade Cândido Mendes. Sócio e editor-executivo da Editora Olhares, responsável pela edição de mais de 60 títulos com perfil semelhante ao do projeto em questão. Autor dos livros: Intimidade revelada. São Paulo: Len Comunicação, 2007; Serra dos Órgãos. Rio de Janeiro: Doiis Editora, 2007; Stuhlberger – uma história da construção de São Paulo. São Paulo: Len Comunicação, 2006; Serra do Cipó. Rio de Janeiro: Doiis Editora, 2006; Onde nascem as águas, Serra da Mantiqueira. Rio de Janeiro: Doiis Editora, 2003. Organização e texto: Heitor Granafei É diplomata de carreira e pesquisa da cultura material do Ministério das Relações Exteriores desde 2014, com ênfase no uso da arquitetura e das artes plásticas e aplicadas como ferramenta para a projeção internacional do Brasil. Autor de “O projeto do Palácio dos Arcos e a cultura material do Ministério das Relações Exteriores”, tese aprovada com recomendação de publicação no LXV Curso de Altos Estudos do Instituto Rio Branco (2020).Foi o Secretário-Executivo da Comissão RE50 – comissão de organização das comemorações dos 50 anos do Palácio Itamaraty (2016-2018) e curador da exposição “Desenhando para um Palácio – o Itamaraty e o design”, em 2018. Autor dos artigos “O Itamaraty e o design”, para a Revista da Associação de Diplomatas Brasileiros e “O Itamaraty por Gautherot” (2018), disponível no site do Instituto Moreira Salles. Daniel Brito (design)Especialista em desenvolvimento de projetos para mídias de comunicação e direção de arte, atuo nas áreas de cultura, música, fotografia, design de produto e arte.Apaixonado por minimalismo e simetria, minha atuação é multidisciplinar com resultados em suportes diversos, sempre em busca da melhor forma de potencializar a transmissão da mensagem de cada projeto.Sou sócio e diretor de criação da Editora Olhares, onde temos muitos livros próprios sobre cultura criativa mas também prestamos serviços editoriais ou de identidade e comunicação para outros projetos culturais.Vencedor do bronze no Brasil Design Award 2022 - Identidade de produto ou serviçoVencedor de prata no Prêmio Bornancini 2022 - Identidade impacto positivo - socialVencedor de prata no Prêmio Bornancini 2022 - Projeto gráfico de livroProjeto gráfico finalista do Prêmio Jabuti 2022Vencedor do bronze no Brasil Design Award 2021 - Projeto gráfico de livro13ª Bienal Brasileira de Design Gráfico ADG – 3 projetos selecionadosProjeto gráfico finalista do Prêmio Jabuti 2018Projeto gráfico finalista do Prêmio Jabuti 2015Projetos gráficos do livro vencedor no Prêmio Jabuti 2011 – 2º lugar em fotografiaProjetos gráficos dos vencedores no Prêmio Design Museu da Casa Brasileira 2010 e 2016Autores principais por volume:Paulo Herkenhoff (arte) - É um dos mais destacados pesquisadores e curadores de arte brasileira. Foi Curador-Chefe do MAM Rio (1985-1999), Curador Adjunto no MoMA (1999-2002), Diretor-Geral do MNBA (2003-2006) e o foi o primeiro Diretor Cultural do Museu de Arte do Rio, o MAR. Além disso, foi Curador Geral da XXIV Bienal de São Paulo (1997 e 1999) e realizou curadorias consideradas centrais para a compreensão histórica das produções em arte brasileira e latino-americana, como o Pavilhão brasileiro na 47ª Bienal de Veneza (1997). Durante os anos 2019 e 2020 foi professor catedrático da USP.André Correa do Lago (arquitetura) - É um economista, crítico de arquitetura e diplomata brasileiro. Com longa atuação na área de diplomacia ambiental, foi escolhido pelo Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva para ser o presidente da Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2025, a COP-30, em Belém, Pará. É membro do Comitê de Arquitetura e Design do MoMA e do corpo de jurados do prêmio Pritzket, o mais importante da arquitetura mundial.Paulo Garcez (design) - É historiador, Doutor em História Social pela FFLCH/USP e atual diretor do Museu Paulista da USP. É orientador nos Programas de Pós-Graduação em Museologia e em Arquitetura e Urbanismo da USP. Desenvolve pesquisas sobre representações artísticas do passado brasileiro em acervos musealisados, bem sobre políticas de preservação do patrimônio cultural no Brasil.Autores convidados:Barry (volume de arquitetura) - É professor do Departamento de História da Arte e Arqueologia da Universidade Columbia e, de 2007 a 2019, foi curador do Departamento de Arquitetura e Design do MoMA de Nova York, onde atuou como Curador-Chefe de Arquitetura e Design de 2007 a 2013. Desde 2018, ele é Presidente do Conselho do Centro de Arquitetura da Cidade de Nova York e membro do júri do Prêmio Pritzker de Arquitetura desde 2019.Rubens Ricúpero (volume de arquitetura) - É um professor, advogado, diplomata e escritor brasileiro. Foi ministro da Fazenda, do Meio Ambiente e da Articulação de Ações na Amazônia Legal durante o governo Itamar Franco, além de embaixador do Brasil junto à ONU, nos Estados Unidos e na Itália, foi secretário-geral da Conferência das Nações Unidas para o Comércio e o Desenvolvimento (UNCTAD), em Genebra, de 1995 a 2004.Heitor Granafei (volume de arquitetura e design) - É diplomata de carreira e pesquisa da cultura material do Ministério das Relações Exteriores desde 2014, com ênfase no uso da arquitetura e das artes plásticas e aplicadas como ferramenta para a projeção internacional do Brasil. Autor de “O projeto do Palácio dos Arcos e a cultura material do Ministério das Relações Exteriores”, tese aprovada com recomendação de publicação no LXV Curso de Altos Estudos do Instituto Rio Branco (2020). Foi o Secretário-Executivo da Comissão RE50 – comissão de organização das comemorações dos 50 anos do Palácio Itamaraty (2016-2018) e curador da exposição “Desenhando para um Palácio – o Itamaraty e o design”, em 2018. Autor dos artigos “O Itamaraty e o design”, para a Revista da Associação de Diplomatas Brasileiros e “O Itamaraty por Gautherot” (2018), disponível no site do Instituto Moreira Salles. Adélia Borges (volume de design) - É curadora, historiadora e crítica de design. Autora e co-autora de 45 livros sobre o design brasileiro, em uma trajetória de mais de 30 anos, é uma das mais reconhecidas personalidades da área. Tem uma atuação profissional estruturada em três eixos: os textos (para imprensa e livros), as exposições e as palestras e aulas. Foi diretora do Museu da Casa Brasileira e em 2021 recebeu o título de Doutora Honoris Causa pela Universidade Estadual Paulista (Unesp).Vanessa Grossman, Universidade de Delft (paisagismo)Luiz Márcio Ferreira de Carvalho, consultor (artes decorativas e aplicadas)Myriam Andrade Ribeiro de Oliveira – ex-UFRJ; ex-UNIRio (obras de arte do século XVIII)Ronaldo Brito ex-PUC-Rio (concretismo e neoconcretismo)Paulo Knauss (IHGB) Retratos (Artes)Márcio Roiter – curador, Instituto Art Déco (Artes)Lauro Cavalcanti – Curador, Casa Roberto Marinho (Artes)Maria Luisa Távora – UFRJ, UNICAMP (gravuras)Paola Antonelli curadora do Museu de Arte Moderna de Nova York (Design)Rafael Cardoso – UERJ, Universidade Livre de Berlim (Design)Piero Castiglione, curador e designer (Light design)Fotografia: Joana França é uma das mais reconhecidas fotógrafas de arquitetura do Brasil, com mais de 20 anos de profissão, baseada em Brasília.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.