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Produzir e publicar livro e média-metragem que, juntos, revelam a relação simbiótica entre o homem e a natureza na Floresta da Tijuca. Como contrapartida social será realizada uma ação formativa.
PULSO DA MONTANHA – Floresta da TijucaLIVROO livro Pulso da Montanha — Floresta da Tijuca propõe reapresentar a floresta ao público por meio de um guia contemporâneo de imersão, que une cartografia, narrativa e imagem para estimular uma relação sensorial e consciente com o território. A obra reúne mapa atualizado das trilhas, linha do tempo do reflorestamento, glossário ecológico e relatos de esportistas e frequentadores que expressam vínculos afetivos com a montanha. Integrando vídeos acessados por QR Codes, com entrevistas, registros ambientais e percursos filmados, o livro amplia a leitura para som e movimento, convidando o leitor a vivenciar a floresta sem sair da página.MÉDIA-METRAGEMMédia-metragem de aproximadamente 20 minutos, dirigido por Jean Bergerot, com linguagem documental e abordagem sensorial. A narrativa é conduzida pela voz do protagonista, captada tanto em movimento quanto em depoimentos espontâneos. O som direto será protagonista, o vento, o esforço, o silêncio e o ruído da floresta se tornam parte da composição sonora.Entre o asfalto e a névoa, um homem sobe a montanha todos os dias. Seu nome é Bernardo Tillmann, e sua história se confunde com a da Floresta da Tijuca. Enquanto o corpo se move, sua voz narra o passado e o presente da floresta, as trilhas, os replantios, as histórias e os encontros que moldaram sua vida. A narrativa costura memórias pessoais e relatos de outros atletas, como Tota, ciclista de speed que simboliza a nova geração que habita o território. O filme culmina em uma corrida coletiva, onde dezenas de pessoas sobem juntas a Vista Chinesa, celebrando o vínculo humano com a montanha. Mais do que um retrato esportivo, Pulso da Montanha é uma meditação sobre o corpo, o tempo e o pertencimento.CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: LIVRE
OBJETIVO GERALO projeto PULSO DA MONTANHA _ FLORESTA DA TIJUCA tem como objetivo geral promover, por meio de uma publicação impressa e uma obra audiovisual a integração entre bem-estar, saúde e preservação ambiental, tomando a Floresta da Tijuca como referência para um diálogo mais amplo sobre a ocupação consciente de parques, florestas urbanas e áreas naturais no Brasil.A iniciativa propõe-se a despertar no público o interesse pela prática de atividades físicas ao ar livre e a valorização da natureza como espaço de convivência, aprendizado e equilíbrio, ressaltando a importância de uma relação sustentável entre o ser humano e o meio ambiente.O filme, com linguagem contemporânea e narrativa centrada na trajetória de um atleta, apresenta a floresta como um organismo vivo e simbólico, capaz de inspirar atitudes de cuidado e pertencimento. Já o livro, concebido como um desdobramento do audiovisual, oferece um guia atualizado das trilhas e da botânica da Floresta da Tijuca, além de 15 histórias inspiradoras que ampliam o entendimento sobre a relevância dos parques nacionais e urbanos.O projeto adota um formato integrado entre publicação impressa e audiovisual, em que ambos os produtos dialogam entre si de maneira interativa e complementar — o livro incorpora conteúdos digitais e vídeos acessíveis via QR Code, enquanto o filme é enriquecido pela narrativa documental e educativa da publicação. Assim, PULSO DA MONTANHA _ FLORESTA DA TIJUCA busca contribuir para o fortalecimento da consciência ambiental contemporânea, incentivando práticas de vida saudáveis e a valorização das florestas urbanas como patrimônio coletivo, cultural e natural.OBJETIVOS ESPECÍFICOSPRODUTO PRINCIPAL: LIVROÁrea: HUMANIDADESSegmento _ LIVRO / OBRA REFER IMPRES / ELETRÔNI VALOR ART/LIT/HUMO projeto Pulso da Montanha — Floresta da Tijuca propõe reapresentar a floresta ao público, especialmente sua parte caminhável, atravessável e vivida. A proposta é criar um livro que funcione como um guia contemporâneo de imersão, que não apenas orienta o percurso físico, mas incentiva uma relação sensorial, afetiva e consciente com o território.A obra será estruturada em três grandes eixos: uma nova cartografia das trilhas, nascentes, mirantes e pontos de interesse, acompanhada de um mapa dobrável para uso de campo; um capítulo histórico-ecológico que apresenta a recomposição da floresta no século XIX, seguido de glossário afetivo de espécies, sons e microclimas, além de princípios de convivência ética com o ambiente; e um conjunto de 15 relatos breves de esportistas e frequentadores que construíram vínculos afetivos com a montanha, demonstrando como o uso respeitoso gera pertencimento e cuidado.Além da edição impressa, o livro integra uma camada digital acessível por QR Codes, com vídeos exclusivos produzidos para a publicação. Esses materiais expandem a leitura para o campo sensorial e documental: entrevistas guiadas com biólogo em percurso pela mata, registros de fauna e flora com foco em microambientes, cenas da prática esportiva que revelam ritmo, respiração e presença no território, conversas com esportistas que complementam as micro-histórias do livro, e referências cartográficas em vídeo que mostram trechos das trilhas mapeadas. Não se trata de substituir a leitura, mas de prolongá-la — permitindo que o leitor entre na floresta sem sair da página.Produto no plano de distribuição: LIVROPRODUTO SECUNDÁRIO: MÉDIA METRAGEM (AUDIOVISUAL)Área: AUDIOVISUALSegmento: PROD. AV. CURTA/MEDIA METRAGEM / TV EDU CULTO projeto contempla a realização do média-metragem Pulso da Montanha - Floresta da Tijuca (aprox. 20 minutos), dirigido por Jean Bergerot, com linguagem documental e abordagem sensorial. A obra acompanha o atleta e treinador Bernardo Tillmann em sua rotina de convivência com a Floresta da Tijuca, articulando imagem, som direto e depoimentos espontâneos para revelar a montanha como organismo vivo e espaço de transformação.A narrativa combina dois regimes de experiência: momentos de silêncio, observação e respiração da mata; e sequências de intensidade física associadas ao esporte de montanha, como corrida, travessias e treinos em altitude. Esse contraste constrói uma leitura sensível da floresta, na qual corpo, tempo e paisagem se integram como uma só matéria. Ao longo do percurso, relatos de outros frequentadores e a culminância em uma subida coletiva à Vista Chinesa reforçam a dimensão comunitária e afetiva do território.O filme articula duas agendas de interesse público, preservação ambiental e bem-estar, evidenciando que o uso contínuo e consciente do território pode gerar pertencimento e cuidado, e não degradação. Com classificação livre, o média-metragem terá circulação em festivais, cineclubes, exibições públicas gratuitas, eventos culturais e plataformas digitais.Ainda que autônomo, o filme mantém diálogo direto com a publicação impressa do projeto, funcionando como camada audiovisual complementar capaz de expandir, em movimento, os temas presentes no livro.A obra possui classificação livre e está prevista para circulação em festivais de cinema, mostras temáticas (esporte, natureza, meio ambiente), exibições públicas gratuitas e disponibilização em plataformas digitais. Prevê-se ainda a realização de uma sessão presencial de pré-estreia com entrada gratuita, em equipamento cultural de 100 lugares, assegurando acesso ampliado e formação de público.Produto no plano de distribuição: MÉDIA METRAGEM (AUDIOVISUAL)PRODUTO SECUNDÁRIO - Contrapartidas SociaisÁREA - Artes VisuaisSEGMENTO - Empreend Ações Educ-Cult / Capacitação / TreinamentoComo contrapartida social, pretende-se realizar uma ação formativa voltada ao público constituído por estudantes e alunos de escola pública, atendendo até 500 pessoas.A atividade compreende uma palestra em formato de bate papo com parte da equipe envolvida com o projeto abordando temas como a criação, o processo de produção e a necessidade de valorização da Floresta da Tijuca como símbolo da coexistência entre cidade e natureza, promovendo a conscientização ambiental e estimulando o diálogo entre arte, esporte e ecologia, fortalecendo o vínculo afetivo e social com o território.Com duração estimada de 1:30h, a atividade deverá ser realizada na cidade do proponente.Produto no plano de distribuição: CONTRAPARTIDAS SOCIAIS
A Floresta da Tijuca, reconhecida como a maior floresta urbana do mundo e fruto de um processo histórico singular de reflorestamento no século XIX, representa um dos principais símbolos da convivência entre cidade e natureza. Apesar de sua relevância ecológica, histórica e cultural, há escassez de obras autorais contemporâneas que aliem cartografia atualizada, orientação prática de uso e abordagem sensível, revelando sua dimensão simbólica e humana de forma poética e acessível.O projeto Pulso da Montanha propõe preencher essa lacuna por meio de duas frentes complementares, livro e média-metragem, que combinam cartografia, registro audiovisual e relato subjetivo para oferecer uma experiência sensorial e reflexiva. A partir da trajetória do atleta Bernardo Tillmann, o filme evidencia a relação cotidiana entre corpo e território, transformando o ato de percorrer trilhas em metáfora de pertencimento e preservação. A publicação amplia esse olhar ao reunir fotografias profissionais, mapa cartográfico atualizado e relatos de personagens que vivem e cuidam da floresta, valorizando o conhecimento empírico e o vínculo afetivo com o ambiente.O projeto atende às diretrizes da Lei Federal de Incentivo à Cultura ao: (i) democratizar o acesso a um patrimônio ambiental e cultural; (ii) promover educação ambiental mediada por linguagem artística; (iii) valorizar práticas culturais contemporâneas ligadas ao corpo, ao território e ao uso qualificado do espaço público. Ao integrar livro, vídeos e filme, a obra cria uma experiência formativa que habilita o público a entrar na floresta com consciência, presença e cuidado.Seu caráter educativo, documental e de difusão cultural garante alcance ampliado e contribui para o fortalecimento da memória e da identidade ambiental brasileira. A qualidade do conteúdo, somada ao atendimento às exigências legais e contrapartidas previstas pela legislação federal de incentivo fiscal, demonstra a plena pertinência do projeto para aprovação neste mecanismo de fomento.SOBRE O USO DO INCENTIVO FISCALSobre o enquadramento no Artigo 1 º da Lei 8313/91:A proposta se enquadra aos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; eVIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;Sobre o enquadramento nos objetivos do Artigo 3º da Lei 8313/91: O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Art. 3º da Lei 8313/91):II - fomento à produção cultural e artística, mediante:a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes.Sobre o Enquadramento no Artigo 18 da IN 23/2025:Considerando a expectativa de público a ser alcançado pelo projeto explicitado no plano de distribuição (5.000 pessoas), o valor per capita será menor do que R$ 300,00.
SOBRE DESLOCAMENTOSEstão previstas viagens de São Paulo / Rio de Janeiro / São Paulo para três pessoas que assumem as funções de Direção e Coordenação no projeto.
SOBRE A OBRA LITERÁRIA:Formato fechado 13,5x17cmMiolo 224 páginas em papel Offset 150g 4x4 corescapa Papel Masterblank 135g, 4x0 cores CAPA DURA C/ REFILE TRILATERAL) Tiragem: 2.000 exemplares (impresso) e 3.000 exemplares digitais (e-book)O LIVROA publicação impressa “Pulso da Montanha”, organizado por Jean Bergerot e Silvana Romano Santos será dividida em três grandes eixos:1. Mapas e caminhosUma nova cartografia será produzida, com levantamento topográfico atualizado das trilhas, nascentes, mirantes e pontos de interesse.Além do mapa impresso nas páginas, o livro acompanhará um mapa dobrável como presente ao leitor, para ser levado nas caminhadas ou colocado na parede. O mapa é pensado não apenas como ferramenta prática, mas como objeto poético, que devolve a experiência analógica de se orientar com o corpo dentro da paisagem.2. Ecossistema vivo e sua históriaA Floresta da Tijuca é um ecossistema híbrido. Ela foi replantada no século XIX, em um esforço de recomposição liderado por Dom Pedro II, após a crise hídrica que ameaçou o abastecimento do Rio de Janeiro.Esse capítulo apresentará a história da floresta em linha do tempo e um glossário ecológico afetivo, reunindo espécies nativas, sons, microclimas e texturas. Aqui entram também os 10 princípios de convivência com a floresta, orientações práticas e éticas para caminhar, observar, cuidar e respeitar o ambiente.3. A floresta como espaço de encontroA última parte do livro apresenta 15 micro-histórias de esportistas e frequentadores da Tijuca — pessoas que construíram ali vínculos afetivos profundos. Cada relato revela um modo singular de habitar a floresta, mostrando como o uso esportivo pode gerar respeito ambiental por osmose.Quem frequenta, ama. Quem ama, cuida. Além da publicação impressa, o livro trará conteúdos em vídeo acessados por QR codes, funcionando como uma extensão sensorial e documental da leitura. São materiais exclusivos, independentes do filme “Pulso da Montanha” já existente.Esses vídeos aprofundam temas apresentados nos capítulos, como:- Entrevista guiada com biólogo, caminhando pela mata e explicando o ecossistema híbrido.- Registro da fauna e da flora, com foco em microambientes e microclimas.- Vídeo sobre a prática esportiva na floresta, mostrando ritmo, corpo, respiração, presença.- Trechos de conversa com esportistas, complementando as micro-histórias da terceira parte.- Vídeos de referência cartográfica, mostrando visualmente trechos das trilhas apresentadas no mapa.Esses vídeos não substituem a leitura — eles a expandem, permitindo que o leitor entre na floresta sem sair de casa.ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS – DOCUMENTÁRIODuração: 20 minutosDirigido por Jean Bergerot, com linguagem documental e abordagem sensorial.O média-metragem documental aprofunda o eixo sensorial e poético da vivência: caminhar, respirar, ouvir, observar. Enquanto o livro é mapa, memória e convite, o filme é experiência em movimento. A narrativa é conduzida pela voz do protagonista, captada tanto em movimento quanto em depoimentos espontâneos. O som direto será protagonista, o vento, o esforço, o silêncio e o ruído da floresta se tornam parte da composição sonora.
Atendendo ao disposto no Art. 42 da IN nº 23/2025 e no art. 57, inciso II, do Decreto 11.453/2023, que diz “proporcionar, quando tecnicamente possível, condições de acessibilidade a pessoas idosas, nos termos do disposto no Art. 23 da Lei nº 10.741 de 1º de outubro de 2003, e portadoras de deficiência, nos termos do disposto no Art. 46 do Decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999”, destacamos que:PRODUTO PRINCIPAL – LivroÁREA – HumanidadesSEGMENTO – Livro / Obra refer impres / eletrôni valor Art/Lit/HumACESSIBILIDADE FÍSICA: Não se aplica.ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS: E-book e QRCode que constitui diálogo entre as obras de publicação literária e audiovisual.ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: Não se aplica.ACESSIBILIDADE PARA PcD INTELECTUAIS: E-book e QRCode que constitui diálogo entre as obras de publicação literária e audiovisual.PRODUTO SECUNDÁRIO: MÉDIA METRAGEM (AUDIOVISUAL)Área: AUDIOVISUALSegmento: PROD. AV. CURTA/MEDIA METRAGEM / TV EDU CULTACESSIBILIDADE FÍSICA - O espaço de exibição contemplará acessibilidade com rampas de acesso e/ou elevadores; banheiros adaptados e espaço reservado para cadeirantes.ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO PARA SURDOS E ENSURDECIDOS - Legendagem e Janela de Libras.ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO PARA DEFICIENTES VISUAIS - Audiodescrição.ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS E NEURO DIVERGENTES - Legendagem.PRODUTO SECUNDÁRIO - Contrapartidas SociaisÁREA - Artes VisuaisSEGMENTO - Empreend Ações Educ-Cult / Capacitação / TreinamentoACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: Seleção de espaço adequado para acesso à pessoa com limitação ou deficiência física.ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS: Audiodescrição, caso necessário.ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: Intérprete de libras, caso necessário.ACESSIBILIDADE PARA PcD INTELECTUAIS: Abafadores, caso necessário / Guia de Previsibilidade, caso necessário.
DAS MEDIDAS DE DEMOCRATIZAÇÃO DE ACESSO:Segundo orienta o Art. 46 da IN 23/2025, como medidas de democratização de acesso, prevemos:I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado;II - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto;III - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, incluindo professores de instituição públicas de ensino;IV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem R$ 50,00 (cinquenta reais).DAS MEDIDAS DE AMPLIAÇÃO DE ACESSO:Segundo orienta o Art. 47 da IN 23/2025, em complemento às medidas de democratização de acesso, prevemos:Art. 47. Em complemento às medidas de democratização de acesso, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso:V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas;Para atender ao disposto no Artigo 47 da IN 23/2025, desenvolvemos a proposta de realização de ação formativa conforme descrito abaixo:PALESTRA – “PULSO DA MONTANHA: CORPO, NATUREZA E PERTENCIMENTO”A palestra propõe um encontro entre arte, esporte e consciência ambiental, inspirada na obra documental Pulso da Montanha – Floresta da Tijuca. Com a participação de especialistas em ecologia, fotografia e esporte de montanha, o encontro convida o público a refletir sobre a relação entre corpo e território, o papel das trilhas como espaços de reconexão com a natureza e a importância da preservação da Floresta da Tijuca como patrimônio natural e cultural do Brasil. A atividade busca despertar um olhar sensível sobre a paisagem e promover o sentimento de pertencimento ao meio ambiente urbano, incentivando práticas sustentáveis e o respeito à vida ao ar livre.
Produção: Romano Guerra EditoraOrganização: Jean Bergerot e Silvana Romano SantosConsultor de conteúdo: Bernardo TillmannDireção e roteiro: Jean BergerotCoordenação Editorial: Silvana Romano SantosROMANO GUERRAProponente, Coordenadora Administrativo-FinanceiroEditora sediada em São Paulo, especializada na publicação de livros sobre arquitetura, urbanismo, design e disciplinas afins. Com um catálogo reconhecido por sua excelência editorial e gráfica, a editora tem como missão promover o pensamento crítico e a valorização da produção arquitetônica brasileira e latino-americana contemporânea. Seus livros já foram contemplados com importantes prêmios nacionais e internacionais, como o Jabuti, o Prêmio IAB, o Prêmio Anparq, o Prêmio Cica, o Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade (Iphan) e o RIBA International Book Awards. Entre suas publicações de destaque estão obras dedicadas a figuras fundamentais da arquitetura, como Lina Bo Bardi, João Filgueiras Lima (Lelé), Roberto Segre, Ruy Ohtake, Brasil Arquitetura, David Libeskind, João Kon, Königsberger Vannucchi e Marcello Fragelli, além de edições voltadas à crítica e à produção contemporânea, como Arquiteturas contemporâneas no Paraguai. A editora íntegra, junto ao Portal Vitruvius, um projeto editorial comprometido com a difusão do conhecimento e com a articulação entre pensamento crítico, prática profissional e produção cultural.SILVANA ROMANO SANTOSProdução e OrganizaçãoArquiteta e editora da Romano Guerra, além de co-fundadora do Portal Vitruvius, referência na difusão crítica da arquitetura no Brasil. Desde os anos 2000, coordena a edição de livros que se tornaram marcos na bibliografia da arquitetura brasileira e latino-americana. Sua atuação editorial foi reconhecida com prêmios como o Jabuti, o Prêmio IAB, o Prêmio Anparq, o Prêmio Cica, além de indicações ao RIBA International Book Awards e ao Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade, do Iphan. Silvana coordenou obras como Arquitetura: uma experiência na área de saúde, Ministério da Educação e Saúde: ícone urbano da modernidade brasileira, Lina Bo Bardi: sutis substâncias da arquitetura, Arquiteturas contemporâneas no Paraguai, David Libeskind: ensaio sobre as residências unifamiliares, Taipa, canela preta e concreto, além de monografias sobre Ruy Ohtake, Brasil Arquitetura, João Filgueiras Lima (Lelé), João Kon e Königsberger Vannucchi. Além da produção editorial, participa da organização de eventos, colóquios e publicações no Brasil e no exterior, sempre com foco na valorização do pensamento crítico e na circulação de ideias no campo da arquitetura.JEAN BERGEROTDiretor/roteiro e organizadorJean Bergerot é cineasta, fotógrafo e publisher, especializado em arquitetura, design e arte. É fundador e coordenador da produtora Labdesign.TV, dedicada à criação de filmes autorais e séries documentais sobre arquitetura. Atuou como editor e publisher da Anual Design entre 2004 e 2018, publicação referência na produção de anuários e revistas voltadas ao universo da arquitetura, do design e da cultura visual contemporânea. Desde 2010, realiza filmes publicitários e documentais para escritórios de arquitetura, incorporadoras e mostras de decoração, desenvolvendo uma linguagem visual poética, sensível e sofisticada — sempre alinhada ao universo criativo desses segmentos. Dirigiu e fotografou documentários que investigam a relação entre o espaço construído e a existência, retratando figuras como Paulo Mendes da Rocha, Carlos Vergara, os Irmãos Campana, Nitsche Arquitetos, Márcio Kogan, Angelo Bucci, Arthur Casas, Bloco Arquitetos e FGMF Arquitetos. Seu estilo combina rigor técnico, apuro estético e uma escuta atenta, resultando em obras marcadas por uma narrativa visual envolvente. Também produziu o documentário BIOFILIA – Em busca da conexão, que aborda a integração das cidades com o meio ambiente e inclui entrevistas com personalidades como Hans Donner, Araquém Alcântara e Christian Dunker. Seus filmes foram selecionados por festivais internacionais, como o Música x Arquitectura – Open House Barcelona, o ARCHFILM – Festival de Cinema de Arquitetura do Norte Europeu, o Psarokokalo International Short Film Festival, o Reel Houses International Film Festival e o Afragola International Film Festival of Architecture and Design – Al di là della visione (2023). Sua paixão está em contar histórias através do cinema, explorando a interseção entre arquitetura e outras formas de expressão artística.BERNARDO TILLMANNConsultor de conteúdoAtleta e treinador especializado em corrida de montanha, com uma trajetória que transita entre a corrida de aventura, ultratrail e triathlon. Vive há mais de duas décadas em contato direto com a Floresta da Tijuca, onde desenvolve treinamentos, orienta grupos e participa de ações educativas sobre esporte e preservação ambiental. É sócio da assessoria Tribus Adventure / Tribus Trail Running e atuou como diretor técnico do circuito Rei e Rainha do Mar. Ao longo da carreira, participou de mais de 10 edições de Ironman e alcançou a 9ª posição no Mundial de Ultraman. Fundador e referência no esporte de natureza carioca.* O proponente não será voluntário, ficando sob sua responsabilidade a coordenação administrativa financeira de todo o projeto cultural, recebendo por rubrica constante em custos administrativos e atuando de forma a garantir a execução dos objetivos constantes no projeto e a boa gestão dos recursos financeiros.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.