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O projeto " PATÍBULO - A revolta de Beckman em quadrinhos" visa converter para as HQ's uma das primeiras revoltas nativistas do Brasil, ocorrida na capitania do Maranhão no final do século XVII, que buscou autonomia adminstrativa e combater o monopólio do Estanco, uma empresa de Lisboa que detinha o "privilégio exclusivo do comércio de todo o Estado por espaço de vinte anos". Por essa concessão, era o comércio "geral e absolutamente proibido a todos os vassalos".O Maranhão atravessa um período longo de escassez e penúria, como anotado por João Francisco Lisboa que "dois anos de esterilidade e de fome precederam à sublevação".Manuel Beckman foi figura destacada no movimento e coube a ele e a seus companheiros mais próximo as penas mais severas.É esta história, essencial não só para a historiografia local como também brasileira, que pretendemos contar. Para que o público, principalmente o estudantil, tenha acesso a mais esse capítulo da formação da identidade de nosso povo.
Produto: LIVRO "PATÍBULO - A revolta de Beckman em quadrinhos. O principal produto deste projeto, será um livro com a adaptação para a linguagem das histórias em quadrinhos de um dos primeiros movimentos nativistas ocorridos no Brasil, antecipando em mais de cem anos o que é considerado com o grande movimentos independetista brasileiro: a Inconfidência mineira. A Revolta de Beckman, ocorrida em em 1684, teve lugar no então Estado do Maranhão, criado na época da Dinastia Filipina, em 1621, e que compreendia os atuais territórios do Maranhão, Ceará, Piauí, Pará e Amazonas.É tradicionalmente considerada como um movimento nativista pela historiografia em história do Brasil e teve como causa o descontentamento contra a Companhia de Comércio do Maranhão, o Estanco. SINOPSE: Em meados do século XVII, o Estado do Maranhão enfrentava séria crise econômica. A empresa açucareira regional não tinha condições de arcar com os altos custos de importação de escravos africanos.A informação controversa de que o rei de Portugal teria implantado a lei de abolição da escravidão indígena, causou tensão no Estado. Na realidade, havia uma rivalidade entre os jesuítas e os senhores de engenho, onde os primeiros lutavam para evitar a escravidão dos índios pelos segundos. O fato é que a ordem dos jesuítas utilizava a mão de obra indígena a seu serviço.A forte atuação dos jesuítas dificultou o uso do trabalho escravo indígena, fator que veio a aumentar ainda mais a crise de mão de obra.A Companhia de Jesus recorreu à Coroa, que interveio e proibiu a escravização do indígena, uma vez que esta não trazia lucros para a Metrópole. Mas os comerciantes não concordavam com a proibição e passaram a hostilizar os jesuítas, defendendo sua expulsão. Para solucionar esta questão, a Coroa instituiu a Companhia do Comércio do Maranhão, em 1682, que deteria o estanco (monopólio) de todo o comércio do Maranhão por um período de vinte anos, com a obrigação de introduzir dez mil escravos africanos, além de tecidos manufaturados e outros gêneros europeus necessários à população local.Em contrapartida, a Companhia deveria enviar anualmente a Lisboa pelo menos um navio do Maranhão e outro do Grão-Pará, com produtos locais.A Companhia não conseguiu cumprir os compromissos, e isso agravou a crise econômica e fez crescer o descontentamento na região, passando a ser objeto de acusações de não fornecer anualmente o número de escravos estipulado pelo Regimento, de usar pesos e medidas falsificados, de comercializar gêneros alimentícios deteriorados e de praticar preços exorbitantes. Esses fatos, somados às isenções concedida aos religiosos conduziria a uma revolta.Após alguns meses de preparação, aproveitando a ausência do governador Francisco de Sá de Meneses, em visita a Belém do Pará, a revolta eclodiu na noite de 24 de fevereiro de 1684, durante as festividades de Nosso Senhor dos Passos.Sob a liderança dos irmãos Manuel e Tomás Beckman, senhores de engenho na região, e de Jorge de Sampaio de Carvalho, com a adesão de outros proprietários e comerciantes insatisfeitos com o governo, um grupo de sessenta a oitenta homens mobilizou-se para a ação, assaltando os armazéns da Companhia.Estava iniciada a revolta. Entre intrigas, atos de sublime heroísmo e traições, a repressão não tardaria. E seria cruenta.CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA • LIVRE Produto: EXPOSIÇÃO Por ocasião do lançamento do livro, faremos uma exposição com páginas originais (no caso das páginas produzidas digitalmente, ampliações das mesmas, as chamadas digigrafias). Desejamos fazer o lançamento e exposição na sede da Assembleia Legislativa do Maranhão, conhecida como Palácio Manuel Beckman, espaço que consideramos mais indicado para esse lançamento. Depois poderá ocpar outros espaços, como a Galeria da AMEI - Associação Maranhense dos Editores Independentes do Maranhão e Galeria Trapiche, em São Luís. CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA • LIVRE Produto: PALESTRAS Nas semanas seguintes após o lançamento do livro, promoveremos palestras em 5 escolas públicas no município de São Luís-MA, quando conversaremos com os estudantes sobre o processo de conversão do julgamento em uma obra em quadrinhos e outros assuntos correlatos. Estimamos que cada palestra terá a participação de pelo menos 50 alunos por escola, podendo variar para mais, de acordo com o porte da escola. CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA • LIVRE
Objetivo Geral Publicar um livro em quadrinhos sobre uma das primeiras revoltas nativistas do Brasil, e que ocorreu no Maranhão no ano de 1684, tendo como líder o português Manuel Beckman que, junto a outros companheiros, deram início a uma sublevação de cunho revolucionário, opondo a capitania aos direitos de monopólio de uma companhia de comércio portuguesa instalada em São Luís, em grande parte responsável pela situação de penúria em que se encontrava a população do Maranhão. A escrita do roteiro original será feita a partir de pesquisa bibliográfica e iconográfica para que se tenha um entendimento das motivações dos revoltosos, dos passos dados na direção dos objetivos, das ações que foram postas em movimento e, finalmente da repressão que os revoltosos sofreram e que decidiu o destino da revolta capitaneada pelos chamados "homens bons" da capitania, mas que, por se oporem à coroa, foram vilanizados. O livro deverá contar com 104 páginas, entre quadrinhos e paratextos sobre a revolta; será escrito e desenhado por autor e artista maranhenses, e impresso em preto e branco, com capa colorida com uma tiragem de 1000 exemplares, dos quais 10% serão encaminhados para o patrocinador, como uma das contrapartidas e 10% serão encaminhados para bibliotecas públicas estaduais, municipais e comunitárias da cidade de São Luís. Além disso, serão ministradas palestras em escolas públicas do município e Estado, notadamente as escolas populares localizadas na periferia da cidade. Também serão feitas doações de exemplares para o acervo das bibliotecas dessas escolas. Objetivos Específicos Proporcionar aos estudantes maranhenses, tanto do ensino secundário quanto superior, e ao público geral, o conhecimento de uma capítulo muito importante da história maranhense, e que é abordada de forma rápida, sem aprofundamento, nos livros didáticos, mas cuja importância é justificada pelo fato de ter se constituído em uma dos primeiros movimentos de autonomia em relação à Coroa portuguesa. Fazê-lo sob a forma de História em Quadrinhos é uma forma de alcançar um público mais amplo, inclusive entre alunos de nível médio nas escolas particulares e nas faculdades de História; Fazer o lançamento do livro e montar uma exposição com artes das páginas originais ou digigravuras: reproduções de páginas quando estas forem originalmente digitais; em local e data a serem definidos a posteriori, mas, em princípio, desejamos fazê-lo na Assembleia Legislativa do Maranhão, nomeada Palácio Manuel Beckman que homenageia o líder da revolta. Pretendemos montar essa exposição na galeria da Assembleia, onde há um espaço específico para exposições dessa natureza. Também pretendemos fazer lançamentos em outros espaços culturais da cidade, sempre acompanhados da exposição de artes das páginas. Promover para estudantes e público em geral, palestras sobre quadrinhos históricos e adaptações literárias. Essas palestras acontecerão nas escolas da ilha de São Luís, principalmente as localizadas em regiões periféricas e, portanto, carentes de eventos dessa natureza. Ministrar uma oficina de história em quadrinhos a estudantes de escolas públicas e público geral. Essa oficina ocorrerá na cidade de São Luís, mas poderá atender interessados dos outros municípios e deverá ser ministrada pelo roteirista e/ou pelo ilustrador. Doar 10% da tiragem da edição, a bibliotecas públicas, escolares e comunitárias, para que os estudantes tenham acesso facilitado à obra. Proporcionar, a pelo menos 5 escolas da ilha de São Luís, a obra "PATÍBULO - A revolta de Beckman em quadrinhos", por meio de palestras e bate papos sobre Histórias em Quadrinhos, com doação de pelo menos 5 exemplares para as bibliotecas das escolas visitadas.
"PATÍBULO - A revolta de Beckman em quadrinhos" em quadrinhos, é a continuidade de um projeto que o autor, Iramir Araujo, desenvolve desde 2008, quando lançou a obra, "Balaiada - a guerra do Maranhão": quadrinizar aspectos da História, cultura e literatura maranhenses, para que conterrâneos e visitantes conheçam e valorizem a diversidade da riqueza histórica e cultural do Estado. Isso tem sido feito por meio da edição e publicação de livros com Histórias em Quadrinhos, também conhecidas por arte sequencial, como a já citada "Balaiada-a guerra do Maranhão", e outras que já foram publicadas seguindo esse objetivo: "Ajurujuba-a fundação da cidade de São Luís; "O mulato-em quadrinhos"; "Além das lendas", em que reconta lendas de São Luís e do Maranhão; e "Maria Firmina-Úrsula-em quadrinhos" e "Os tambores de São Luís-em quadrinhos".O título do projeto "PATÍBULO - A revolta de Beckman em quadrinhos" advém de estudos sobre o tema e ao destino do personagem que, por sua ousadia em rebelar-se buscando condições melhores de existência para a população de sua cidade, entrou para a História como um dos primeiros mártires brasileiros. Diversos profissionais são envolvidos na realização de um projeto dessa natureza, principalmente em se tratando de uma HQ do gênero histórico, como é o caso desse projeto: pesquisador, roteirista, desenhista, arte finalista, capista, designer, editor, revisor, além de fornecedores como gráfica, por exemplo, o que faz com que os custos para a produção de um trabalho como esse,com toda a complexidade que exige, tornem-se proibitivos para serem arcados por um produtor independente, e, por isso, faz-se necessário o uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais. Sabe-se que o mecanismo de incentivo a Projetos Culturais possibilita a concretização de ideias de valor cultural e alimenta uma cadeia produtiva formada por diversos atores, não só os diretamente envolvidos com a produção, como os elencados acima, mas também outros cujo trabalho se dá após e em torno do produto finalizado, dos quais podemos citar os livreiros, distribuidores, assessores de imprensa, publicitários, influenciadores literários, entre outros. O presente projeto se enquadra, de forma direta ou indireta, em alguns incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; Ao direcionarmos parte da tiragem para bibliotecas públicas, bibliotecas escolares e comunitárias, estaremos promovendo acesso livre e facilitado à obra promovendo, assim, conhecimento de uma parte de nossa História que habitualmente é limitada aos meios acadêmicos a um público mais amplo. II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; Nosso trabalho, e isso pode ser comprovado por meio de nosso currículo, é essencialmente voltado para a valorização da História, Cultura e Literatura maranhense. Nós nos debruçamos sobre os temas que, por um lado, têm grande importância para a História e cultura do nosso povo, em âmbito nacional, mas que, por outro, não circula como deveria entre o nosso próprio público. Além disso, buscamos sempre contratar serviços de artistas locais e regionais, principalmente pela familiaridade com os temas propostos como pelo talento reconhecido na produção de diversas obras do gênero e de quadrinhos, como um todo, inclusive internacionalmente. VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Essa é nossa preocupação primeira: estimular e valorizar a produção e difusão de bens culturais de nosso povo. Bens culturais que integram nossa História e cultura e que, por isso se revestem de valor universal, como nos ensina Liev Tolstoi (1828-1910) "Se queres ser universal começa por pintar a tua aldeia". É o que temos feito. É o que pretendemos continuar a fazer, com o projeto "PATÍBULO - A revolta de Beckman em quadrinhos". IX - priorizar o produto cultural originário do País. Reafirmamos: já produzimos, além do já mencionado livro "Balaiada - a guerra do Maranhão", quadrinizações dos romances de Aluísio Azevedo, "O mulato" e de Maria Firmina dos Reis, Úrsula" e de Josué Montello, "Os tambores de São Luís"; pesquisamos e publicamos sobre a origem da capital do Maranhão, no livro "Ajurujuba - a fundação da cidade de São Luís" e compilamos lendas locais, criamos roteiros e as editamos, também sob a forma de quadrinhos, no livro "Além das lendas". Em relação aos objetivos do Art. 3º da referida norma, que serão alcançados: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; A realização do projeto que visa publicar uma obra em quadrinhos sobre uma revolta ocorrida no século XVII, por meio da quadrinização de um fato conhecido como o "A revolta de Beckman", contempla os 3 aspectos listados na alínea "b" do inciso II, ao remeter a um fato histórico, portanto contemplando as ciências humanas, no caso, a História; as letras, pois o fato histórico será roteirizado a partir de pesquisas que abrangem o processo e uma bibliografia textual e iconográfica sobre o tema; e, por fim, um ou mais de um artista se envolverá na conversão do roteiro em páginas desenhadas, transformando em arte o fato histórico que se pretende mostrar aos leitores. c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; É nosso objetivo que o lançamento do livro seja enriquecido por uma exposição de páginas originais da história. No caso de o artista decidir por executar as artes digitalmente, ampliaremos páginas da HQ sob a forma de posters, as conhecidas digigrafias. IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; No nosso caso, que se trata de edição de livro, faremos a distribuição gratuita de exemplares do livro para estudantes de diversas escolas públicas e bibliotecas comunitárias, além das bibliotecas oficiais (municipal e estadual). b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos; O segmento a que pertence o presente projeto, é o da arte, representado pelas Histórias em Quadrinhos, que por sua vez mantém ligações estreitas com a literatura, com as artes visuais e gráficas, com a pesquisa histórica, enfim, com vários segmentos da cultura. Para a consecução do projeto, será necessária pesquisa histórica, iconográfica e bibliográfica além da intervenção artística de um ilustrador. Estudos e pesquisas na área da História, cultura e da arte, são a matéria-prima do projeto "PATÍBULO - A revolta de Beckman em quadrinhos".
Declaro, para os fins que se fizerem necessários, que esse projeto cultural é uma produção independente em que o proponente não exerce funções de fabricante de livros ou de qualquer insumo necessário à sua fabricação; de distribuição de livros ou conteúdos editoriais, inclusive em formatos digitais; e nem a de comercialização de livros ou conteúdos editoriais, inclusive em formatos digitais, restringindo a sua função à de realizador, com atividades diretamente ligadas à execução do projeto. Iramir Alves Araujo
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS Produto: LIVRO "PATÍBULO - A revolta de Beckman em quadrinhos". Editoração: O livro "PATÍBULO - A revolta de Beckman em quadrinhos" terá as seguintes especificações: • Formato aberto: 340x240mm • Formato fechado: 170x240mm • Capa: papel cartão 250g, com orelha, em 4x0 cores • Miolo: papel pólem bold • Quant. páginas: 104 páginas impressas em offset • Cor do miolo: 1 cor • tiragem: 1000 exemplares
ACESSIBILIDADE FÍSICA: A Pessoa com Deficiência Física não terá impedmentos em sua fruição da obra. E para facilitar sua participação no lançamento do livro, haverá rampa para uso por quem tenha dificuldades, como cadeirantes, de acessar o local e seus espaços e poder apreciar o livro em quadrinhos e a exposição dos originais. ACESSIBILIDADE para PcD VISUAIS: Os desenhos das páginas são em preto e branco e, portanto, com contrastes, e da fonte de tamanho bem legível. Haverá ampliações de páginas no dia do lançamento. Para o objeto livro, especificamente, não dispomos de outras formas de tornar mais acessível a PcD VISUAIS. Ainda não dispomos de meios para tornar o livro em quadrinhos acessível com recursos táteis. ACESSIBILIDADE para PcD AUDITIVOS: A fruição do livro em quadrinhos por Pessoa com Deficiência Auditiva, não é prejudicada. E no evento de lançamento, um profissional de LIBRAS será responsável por traduzir as falas para esse público. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Considerando que o livro em quadrinhos será produzido em idioma português, não há, de imediato, previsão para tradução para outros idiomas, e quanto aos espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos, ainda não dispomos de equipamentos ou soluções para que essas pessoas possam ter inteiro acesso e compreensão do conteúdo do livro. Produto: EXPOSIÇÃO DAS ARTES ORIGINAIS ACESSIBILIDADE FÍSICA: A Pessoa com Deficiência Física poderá visitar a exposição por meio de rampa de acesso. ACESSIBILIDADE para PcD VISUAIS: Os desenhos são em preto e branco. No evento de lançamento alguns estarão ampliados, portanto, com contrastes bem perceptíveis. Além disso, o local da exposição disporá de um monitor para sanar dúvidas e responder a questionamentos. Acreditamos que essas providências podem ajudar na fruição da exposição por PcD VISUAIS. ACESSIBILIDADE para PcD AUDITIVOS: A Pessoa com Deficiência Auditiva não terá dificuldade de visitar a exposição, que terá legendas e, em dias especificados o produtor do livro e um profissional de LIBRAS para traduzir os diálogos e dúvidas dirigidas ao produtor do projeto. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: A exposição das páginas será acompanhada de legendas em idioma português, não há, de imediato, previsão para tradução para outros idiomas, e quanto aos espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos, ainda não dispomos de equipamentos ou soluções para que essas pessoas possam ter inteiro acesso e compreensão do conteúdo das artes. Produto: WORKSHOP ACESSIBILIDADE FÍSICA: A Pessoa com Deficiência Física terá acesso aos workshops, normalmente e realizados em escolas e, portanto, já adaptada, por meio de rampa de acesso ou entradas alternativas, assim como para acesso a outras dependências. ACESSIBILIDADE para PcD VISUAIS: Os desenhos apresentados nos workshops, serão ampliações das páginas, que são em preto e branco e, portanto, com contrastes e da fonte de tamanho bem legível. Isso poderá tornar mais acessível a PcD VISUAIS. ACESSIBILIDADE para PcD AUDITIVOS: Nos workshops oferecidos, a Pessoa com Deficiência Auditiva poderá acompanhar as atividades, pois terá a presença de profissional de LIBRAS para traduzir os diálogos e dúvidas dirigidas à pessoa responsável pela atividade. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: O workshop será ministrado em idioma português, não há, de imediato, previsão para tradução para outros idiomas, e quanto aos espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos, ainda não dispomos de equipamentos ou soluções para que essas pessoas possam ter inteiro acesso e compreensão do conteúdo. Produto: CONTRAPARTIDA SOCIAL ACESSIBILIDADE FÍSICA: A Pessoa com Deficiência Física terá acesso a todos os locais de atividades, por meio de rampa de acesso ou entradas alternativas. ACESSIBILIDADE para PcD VISUAIS: As a PcD VISUAIS terão acesso ao livro, à exposição e aos workshops. no caso do livro e da exposição, os desenhos são em preto e branco e, portanto, com contrastes e da fonte de tamanho bem legível. ACESSIBILIDADE para PcD AUDITIVOS: No lançamento e nos workshops oferecidos, a Pessoa com Deficiência Auditiva poderá acompanhar as atividades, pois terá a presença de profissional de LIBRAS para traduzir os diálogos e dúvidas dirigidas à pessoa responsável pela atividade. Quanto ao livro e à exposição, as PcD AUDITIVOS terão inteiro acesso, e poderão fruir completamente da obra. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: O workshop será ministrado em idioma português, não há, de imediato, previsão para tradução para outros idiomas, o mesmo se dá com o livro e exposição. As pessoas terão acesso a todos os produtos, entretanto, quanto aos espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos, ainda não dispomos de equipamentos ou soluções para que essas pessoas possam ter inteiro acesso e compreensão do conteúdo.
Democratização de acesso / Ampliação de Acesso Art. 23 O Plano de Distribuição do livro "PATÍBULO - A revolta de Beckman em quadrinhos", produto central dessa proposta assegurará a democratização do acesso (Anexo I) aos produtos, bens, serviços e ações culturais produzidos, contendo: b) 10% da tiragem será destinada para distribuição gratuita entre incentivadores, patrocinadores e doadores, conforme parágrafo único do art. 31 do Decreto nº 10.755, de 26 julho de 2021; O percentual de no mínimo 5% da tiragem será destinado ao apoiador/patrocinador do produto principal, (a título de ampliação do acesso), o livro e também de convites para as palestras que serão ministradas nos locais para onde também levaremos a obra. d) até 5% para distribuição gratuita promocional pelo proponente; Para que seja feita a promoção do produto, o percentual de 5% será encaminhado à imprensa e divulgadores de cultura, atentando sempre para menção dos patrocinadores e da Lei de Incentivo à Cultura; e) mínimo de 10% para comercialização em valores que não ultrapassem o valor do Vale-Cultura, nos termos do art. 8º da Lei nº 12.761, de 2012, fazendo o uso desse mecanismo quando possível; 10% do total da tiragem será comercializado pelo valor do vale-cultura. Em nosso plano de distribuição, previmos um valor menor do que o indicado no vale-cultura. Sempre que possível, ou seja, de acordo com sua implementação, faremos a utilização desse mecanismo para além do atendimento à democratização do acesso. Art. 24. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso (Anexo I): I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 23, no mínimo, 10% dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, ao Programa Pracinhas da Cultura, a equipamentos culturais de acesso franqueado ao público e em especial à pessoa com mobilidade reduzida e seu acompanhante, devidamente identificados; Da tiragem total, faremos a doação de mais 5% dos exemplares a bibliotecas comunitárias e escolares, para além das previstas inicialmente em escolas públicas do município de São Luís. Na ocasião faremos palestras sobre a produção de quadrinhos, notadamente os de caráter histórico ao público frequentador e demais interessados. II - disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, slam e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição; A exposição e palestras serão registrados e disponibilizados na internet e para as redes públicas de televisão, acompanhados com libras e audiodescrição. III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas; A captação de imagens das atividades não só será permitida como também será incentivada a veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas. IN 01/22 Art. 24. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso VIII – ações culturais de contrapartida com foco na promoção e a participação de pessoas com deficiência e de idosos em concursos de prêmios no campo das artes, cultura e das letras; Faremos a distribuição gratuita de exemplares e bate papo em entidades que congreguem pessoas com deficiência, e/ou idosos, como o asilo de mendicidade, localizado em São Luís-MA. Também queremos levar exemplares a detentos na penitenciária estadual e disponibilizá-los na biblioteca da instituição.
O proponente: CNPJ 34.257.826/0001-52 Iramir A Araujo Editora Livros e Filmes, por meio de seu responsável, Iramir Alves Araujo, será responsável pela gestão do processo decisório, incluindo atividade técnico-financeira. Coordenará a execução do projeto e exercerá atividades técnicas e artísticas relativas ao mesmo, como pesquisa e escrita do roteiro, pois é a área de trabalho do mesmo, já que o projeto trata de um livro em quadrinhos, atividade em que tem larga experiência já demonstrada em outras produções elencadas nesse projeto. Outros profissionais envolvidos no desenvolvimento do projeto são: Pesquisa e revisão: Rosa Ewerton Jara - integrará o corpo de profissionais que cuidará da pesquisa bibliográfica e iconográfica e será responsável pela revisão final do livro. A profissional é graduada em letras, pesquisadora e atriz; Ilustradores: Convidamos ilustradores do Maranhão que poderão trabalhar no projeto. Eles se disponibilizaram a colaborar. Mas estão cientes que não necessariamente todos integrarão o projeto "PATÍBULO - A revolta de Beckman em quadrinhos". A escolha será feita após testes com interpretação gráfica de páginas do roteiro. Dentre os artistas a serem convidados para os testes, elencamos: Beto Nicácio - Mestre em Artes Visuais, arte-educador, animador, quadrinhista e escritor. Venceu prêmios de salões de humor e quadrinhos no Maranhão e em outros estados do Brasil; organizou e participou de exposições de pinturas, desenhos e cartuns; ministrou aulas e oficinas de quadrinhos, fanzines e desenhos animados; ilustrou livros e revistas em quadrinhos; publicou ‘‘A lenda da Carruagem Encantada de Ana Jansen’’, ‘‘Catirina e Pai Francisco - em quadrinhos’’, ‘‘Proscritos’’ e o livro ‘‘O machado de Assis’’, com seu filho Felipe Nicácio. Com Iramir Araujo, fez "Balaiada-a guerra do |Maranhão " e ‘‘Jurados de Morte’’.instagram.com/nicaciobeto Rômulo Freire - Ilustrador, quadrinhista e designer, trabalha profissionalmente com quadrinhos desde 2009, tanto para autores independentes brasileiros, quanto para editoras dos EUA. Em 2016 lançou seu personagem ‘‘Grimorium’’ por seu selo Subverso HQ. Em 2013, quadrinizou a obra ‘‘Fausto’’, de Göethe, publicada na coleção Clássicos em HQ da Editora Peirópolis (SP). O álbum recebeu, em 2017, o ‘‘Selo Seleção Cátedra 10’’ da Unesco. www.facebook.com/rom.freire www.deviantart.com/romfreire instagram.com/romfreirehq/ Marcos Caldas da Silva - Artista gráfico e designer com experiência na área de artes visuais, atuando em agências de publicidade como freelancer, prestando serviços a ONG’s e empresas privadas na área de design gráfico e ilustração. Desenhou para a revista MAD, da editora Panini e cria estampas para a loja de camisetas As baratas. instagram.com/marcos.caldas/ Ronilson Freire - Ilustrador, com trabalhos para editoras dos Estados Unidos, Canadá, Inglaterra e Ásia. O artista já ilustrou roteiros de Mark Waid, Grant Morrison, Nancy A. Collins, Peter Milligan, Stephen Bissette, Cristophe Bec e Dan Watters. No mercado editorial brasileiro especializou-se em ilustrar clássicos da literatura, como o romance O Mulato, de Aluísio Azevedo, e as graphic novels baseadas em fatos históricos, Ajurujuba – A fundação da Cidade de São Luís e Balaiada – A Guerra do Maranhão, roteirizados por Iramir Araujo. Atualmente desenha a série steampunk Myopia, da Dynamite Entertaiment, e Promethée Alfa, para a editora francesa Soleil. instagram.com/ronilson.freire/ Wagner Elias é quadrinhista desde 2008 e cofundador do Estúdio Gibitales. Com uma trajetória marcada por diversas obras, é autor de títulos como Colatino Caça-Trertas, Escarra Brasa e Divisão 5. Reconhecido por seu talento, recebeu dois prêmios nacionais: o Brasil Mangá Awards, da editora JBC, e o Dracomics Shonen, da editora Draco. Além disso, foi finalista no prestigiado concurso internacional de mangá Silent Mangá Audition, da editora Coamix Design e produção gráfica:Para o desenvolvimento do projeto gráfico, convidaremos a agência Dupla Criação - Agência de produção gráfica, design e animação com mais de 20 anos de experiência na criação e produção de histórias em quadrinhos, ilustrações, livros, filmes e animação 2d, marcas e campanhas publicitárias. Gráfica: A gráfica responsável por imprimir o livro e material de divulgação será escolhida oportunamente a partir de pesquisa que concilie preço e qualidade.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.