Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
A Incubadora Afrontart é um programa de aceleração de artistas visuais negros e indígenas, realizado pela empresa baiana Afrontart - Quilombo Digital de Artes. Tem o propósito de fortalecer e profissionalizar artistas em início de carreira, ampliando suas possibilidades de inserção e sustentabilidade no mercado de arte contemporânea. A iniciativa atua como um espaço de formação, experimentação e conexão, oferecendo suporte em diferentes camadas da cadeia produtiva da Art Business - da criação artística à comercialização, passando por aspectos de gestão, circulação, comunicação e internacionalização. A incubadora busca promover um ambiente de troca de saberes, em formato híbrido - com atividades presenciais e online, onde práticas tradicionais e contemporâneas dialogam com ferramentas estratégicas do mercado por meio de mentorias, masterclass, laboratórios criativos e networking com agentes do mercado.
CURSO/OFICINA/CAPACITAÇÃO - ARTES VISUAISPrograma de formação profissional para artistas visuais negros e indígenas, em formato híbrido, com atividades online e presenciais. A formação terá a carga horária de 100 horas, divididas em 9 módulos; Parte presencial da formação contempla 01 encontro de networking / pitchings com Players do mercado.CONTRAPARTIDAS SOCIAISRealização de 01 masterclass online com transmissão ao vivo em plataforma digital sobre temática Art Business;Realização de 01 evento aberto ao público “Ateliê Aberto”, com a abertura de processos artísticos para visitação de grupos de estudantes de Artes Visuais da Universidade Federal da Bahia.
A Incubadora de Artes Visuais Negra e Indígena é uma iniciativa voltada para a profissionalização de 10 jovens artistas do Nordeste em início de carreira, atuando de forma estratégica no fortalecimento da presença negra e indígena dentro do mercado tradicional de arte contemporânea. O projeto tem o foco em mercado, buscando trazer o viés de gestão estratégica aliada ao criativo para capacitar artistas a se inserirem no mercado com entendimento da lógica operacional desta cadeia produtiva, explorando temas como ferramentas de gestão, planejamento estratégico, funcionamento de galerias, noções jurídicas e tipos de contrato, noções de contabilidade e impostos, mecanismos de fomento. Objetivos Específicos- Profissionalização: oferecer formação prática sobre mercado, contratos, precificação, direitos autorais e internacionalização, permitindo que os artistas compreendam e atuem em todas as camadas do Art Business.- Aceleração: Incubar 10 artistas visuais do Nordeste.- Fortalecimento de carreiras: apoiar a construção de portfólios, dossiês e estratégias de visibilidade, fundamentais para o diálogo com galerias, curadores e colecionadores.- Ampliação de redes: promover encontros com agentes do mercado _ galeristas, curadores, críticos, instituições e plataformas digitais _ para expandir conexões e oportunidades.- Valorização da diversidade: reafirmar a relevância das narrativas negras e indígenas como parte central da produção contemporânea, contribuindo para a construção de um mercado decolonial.- Autoconhecimento: trazer à ‘'luz" as principais características subjetivas de cada artista, com a intenção de elucidar potências positivas e negativas, principalmente no campo do trabalho e da autoestima, através do enfrentamento e acolhimento de si mesmo.
O mercado de arte contemporânea tradicional é pautado em dinâmicas coloniais, eurocêntricas, lógicas excludentes e exclusivas para os agentes que dominam essa Indústria há séculos. Porém, as narrativas identitárias, negras, indígenas, LGBTQIAPN+, feministas têm ganhado destaque e crescido globalmente nas diversas indústrias criativas. Em contraponto, historicamente, estes agentes sofrem os entraves estruturais do mercado, no que diz respeito ao acesso à informação, ao investimento, principalmente no mercado das Artes Visuais que não tem a prática da democratização de acesso. No Brasil, especialmente no Nordeste, os artistas estão sendo pautados e ganhado destaque e relevância no contexto nacional e internacional. Cada vez mais, torna-se necessário que, além de desenvolverem suas poéticas e pesquisas, os artistas estejam preparados para atuar profissionalmente em um ecossistema complexo, que vai além do viés criativo, envolve galerias, feiras, contratos, negociações, direitos autorais, circulações, internacionalização. A ausência de formação técnica e direcionada ao Art Business representa uma barreira estrutural para jovens artistas, especialmente negros e indígenas, que encontram maiores dificuldades de inserção e sustentabilidade em suas carreiras. Além disso, o conhecimento é aqui entendido como instrumento de proteção das narrativas negras e indígenas, assegurando que essas produções não sejam apenas absorvidas pelo mercado, mas que circulem com autonomia e consciência crítica. De acordo com dados da plataforma Versalic (ferramenta oficial do Governo Federal para acompanhamento da captação de projetos via Lei Rouanet), observa-se que nos últimos anos não foram identificados projetos voltados especificamente para formação técnica e profissionalização nas artes visuais. Essa lacuna reforça a urgência de iniciativas que preparem artistas para acessar de forma qualificada os espaços de legitimação e circulação de suas obras, como galerias, feiras, coleções e instituições culturais.O projeto, além do seu viés mercadológico e econômico, tem também como prioridade o enfrentamento do racismo estrutural nas camadas sociais que incluem e atravessam as artes visuais fortemente. O apagamento, o empobrecimento, a invisibilidade, a falta de reconhecimento, o ininterrupto furto criativo, artístico e cultural, a ausência de lideranças criativas no mercado e a não subsistência através da arte de corpos negros e indígenas urge por soluções que tragam a descolonização do olhar, do objeto e das camadas que estruturam o mercado das artes. Este mercado, bem como seus agentes, operam há anos um nepotismo sócio racial. Nesse cenário, a Lei de Incentivo à Cultura assume papel estratégico, ao possibilitar que iniciativas inovadoras como esta Incubadora tenham viabilidade e impacto real, ampliando o alcance de recursos privados para áreas em que o investimento direto ainda é reduzido. É por meio dessa política pública que projetos de democratização do acesso ao mercado, como o proposto pela Afrontart, podem se estruturar de forma sólida, garantindo continuidade e escala para seus resultados.
Formato do Pitching para as Rodadas de Negócios Cada artista terá 10 minutos com cada Player para apresentar seu portifólio e projeto de trabalho mais recente que deseja desenvolver, circular, expor, vender. Serão 5 players convidados de todo o Brasil representando galerias, museus, curadores e instituições culturais a fim de gerar articulação e impacto efetivo pós o processo de formação, promover uma inserção ao mercado. Links úteis - Proponente SITE: www.afrontart.com LINKEDIN: https://www.linkedin.com/company/afrontart/?viewAsMember=true INSTAGRAM: https://www.instagram.com/afrontart_/
CURSO/OFICINA/CAPACITAÇÃO - ARTES VISUAISCarga horária: 100h Formato híbridoPeríodo Total - 2 meses e meio Fase virtual - 8 semanas (40h)Fase presencial - 2 semanas (60h)- 9 Módulos - Acompanhamento Psicológico - Presencial- 27 Encontros Coletivos - 4 Mentorias Individuais Programa - Fase Virtual - 40hMETODOLOGIAFormação Técnica e ProfissionalGestão Estratégica: Noções de contratos, modelos de representação e consignação, planejamento de carreira e captação de recursos.Art Business: noções do funcionamento de galerias, curadorias, programas de residências e intercâmbios, internacionalização e vendas.Organização profissional: Análise e criação de portfólios e projetos artísticosPesquisa e CriaçãoMentorias individuais e coletivas para o desenvolvimento dos projetos artísticos.Laboratórios de experimentação interdisciplinar, explorando narrativas visuais negras e indígenas decoloniais.Articulação e MercadoPitchings com players do mercado nacional das artes visuais - Galerias, Residências e Curadores.Público-AlvoArtistas negros e indígenas em início de carreira, preferencialmente residentes na Bahia e no Nordeste, que busquem expandir sua atuação profissional no mercado das artes visuais.Resultados EsperadosFormação de um grupo de artistas com competências técnicas e mercadológicas sólidas.Maior participação de artistas negros e indígenas em galerias, feiras e editais nacionais e internacionais.Consolidação de uma rede de articulação entre artistas, instituições e agentes do mercado.Geração de renda e sustentabilidade financeira para jovens artistas.Fortalecimento das narrativas estéticas e culturais negras e indígenas no circuito global da arte contemporânea.CONTEÚDO PROGRAMÁTICOMÓDULO I - Art business - Rodrigo Mitre - 6h - 3 encontros Art Business é um módulo voltado para as artes visuais que apresenta os principais fundamentos do mercado da arte, seus mecanismos e o sistema econômico que o sustenta. Ao longo do programa, você conhecerá os pacotes do setor, suas conexões e cadeias de valor, explorando diferentes possibilidades de atuação e geração de negócios. Serão abordados temas como estratégias de precificação, prospecção e práticas mercadológicas contemporâneas, em uma abordagem acessível mesmo para quem não possui experiência prévia na área.MÓDULO II - Elaboração de Projetos Editais - Raína Biriba - 8h - 4 encontros Definição de política cultural. O papel do Estado na produção simbólica e cultural. Leis de incentivo à cultura. Editais e chamadas públicas como forma de acesso da sociedade ao orçamento da cultura. Edital de fomento à cultura: o que é. Tipos de editais (área de abrangência, linguagem artística e diferentes objetos). Onde encontrar. Como ler. Estruturação e elaboração de projetos culturais simplificados. O que é uma proposta simplificada. Etapas da elaboração de um projeto de proposta simplificada: título, apresentação da proposta (objeto), justificativa, objetivo geral, objetivos específicos, metas, processos, resultados, estimativa de público, equipe técnica, cronograma, planilha financeira, plano de comunicação/divulgação.MÓDULO III - Assessoria Contábil - Remy De Launey - 3h - 1 encontroMÓDULO IV - Assessoria Jurídica - Verônica Aquino - 3h - 1 encontroMÓDULO V - Autoconhecimento Integrado - Luana Kayodè - 4h - 2 Mentorias individuais A mentoria de Autoconhecimento Integrado tem como intenção proporcionar o alargamento do autoconhecimento do indivíduo assistido, por meio da fusão da cosmovisão afro e indígena brasileira junto à Madre Gestão - Filosofia africana. Que por meio de atendimentos individuais, e utilizando como apoio técnicas e metodologias esotéricas, como leituras dos Astros e Oráculos Sagrados, direciona a/o artista através de um diálogo integrado com sua subjetividade, a reconhecer, enfrentar e acolher potências positivas e negativas em seu perfil energético, para que possa se colocar no mundo e nas artes como ofício, de forma mais fluida. Como melhores ferramentas e tecnologias para encarar sua realidade, e desenvolver com melhor desempenho suas obras, pesquisas, conceitos e processos artísticos, assim como seu viver.MÓDULO VI - Gestão de Carreira - Luana Kayodè e Raína Biriba - 8h - 2 encontros coletivos + 2 mentorias individuaisCom ênfase no desenvolvimento de portfólio, gestão de perfil profissional em redes sociais, mercado de artes, e na criação e prospecção de novas oportunidades dentro e fora do ambiente digital, este módulo propõe uma abordagem prática para a gestão da carreira artística. Assumir esse processo é responsabilidade de cada indivíduo, equilibrando as demandas do mercado com suas próprias motivações e objetivos. O autoconhecimento torna-se, assim, peça-chave para uma trajetória sólida, aliada à capacidade de interpretar tendências, identificar habilidades diferenciadoras e planejar estratégias consistentes. Crescimento contínuo e atualização constante são indispensáveis, assim como evitar adotar uma postura passiva diante da própria carreira.MÓDULO VII - Olhar decolonial - Rosane Borges - 8h - 4 encontros O curso propõe uma reflexão sobre o olhar em sua dimensão política, explorando como os regimes de visibilidade moldam a percepção e a organização sociocultural do mundo. Analisa o impacto das tecnologias modernas na produção do visível, a ubiquidade das telas e a vigilância eletrônica, destacando a forma como olhares racistas, sexistas e coloniais perpetuam assimetrias de poder. A trajetória do olhar nas artes, na ciência e na cultura audiovisual é tomada como eixo para compreender tanto a manutenção dessas desigualdades quanto as possibilidades.Eixos do módulo: 1 – Ver e olhar para os antigos: saber e desejo ou “quando se inflama o que não cessará de queimar”2 – Episteme da representação no classicismo: a construção do ex-ótico e as camadas que não se vê, validadas pela arte e pela ciência3 – As transformações dos modos de ver na ascensão da sociedade telânica: vestígios dos olhares colonizadores na cultura audiovisual4 – Somos seres olhados no espetáculo do mundo: a descolonização do olhar na arte, na ciência e na cultura audiovisualMÓDULO VIII - Estudos da Imagem - 6h - 2 encontros Além disso, realizaremos um exercício de observação, onde os participantes irão analisar imagens de outros artistas, e compartilhar suas percepções e emoções. A ideia é discutir como a fotografia pode nos ensinar a olhar para além do óbvio, despertando sentimentos e reflexões que muitas vezes não conseguimos verbalizar. O encontro será uma oportunidade de acolher a multiplicidade de processos criativos e fortalecer a confiança nas nossas próprias produções.Programa - Fase Presencial - 60 horas MÓDULO IX - LAB. de Processo Criativo em Artes Visuais Contemporâneas (presencial) - Juliana dos Santos, Luana Kayodè e Raína BiribaO Laboratório propõe uma reflexão sobre o processo criativo, explorando as dificuldades, sentimentos e descobertas que emergem durante a produção de imagens. A proposta é criar um espaço de diálogo e troca de experiências, no qual cada participante possa compartilhar motivações, desafios e perspectivas em aberto. Assim como praticar suas técnicas e fazeres artísticos como processos, sem a exigência de conclusão da obras, mas sim como experimento.Com uma abordagem transversal, o LAB em Processos de Criativo promove um saber-fazer crítico que ultrapassa fórmulas e manuais, contemplando a natureza dinâmica e imprevisível dos processos vivos que atravessam assuntos e sociedades. O módulo se dedica ao estudo de técnicas e linguagens diversas, capacitando os participantes a responder de forma crítica e material a múltiplas demandas criativas. São acolhidos projetos de artes visuais em seus diversos gêneros, bem como suas interseções, sempre orientados pelo eixo comum dos processos de criação.Atendimento psicológico (presencial) - Profissional da PsicologiaEncerramento - Ateliê aberto
1. Acessibilidade FísicaInfraestrutura adaptada: os espaços utilizados contarão com rampas de acesso, banheiros adaptados, sinalização tátil e pisos antiderrapantes.Apoio à locomoção: disponibilização de cadeiras de rodas de apoio e monitores para auxiliar participantes com mobilidade reduzida.2. Acessibilidade de ConteúdoTradução em Libras: intérpretes em todas as aulas, oficinas e mentorias coletivas.Materiais acessíveis: disponibilização de conteúdos em braille, formatos digitais compatíveis com leitores de tela e fontes ampliadas para baixa visão.Legenda descritiva: todos os vídeos e registros audiovisuais devem conter legendas descritivas.Visitas e práticas sensoriais: atividades de aproximação com obras e processos artísticos voltadas a pessoas cegas ou com baixa visão, como visitas táteis e experiências multissensoriais.Mentorias inclusivas: quando solicitado, oferta de atendimento individualizado com recursos de acessibilidade de acordo com a necessidade do artista participante.3. Estratégias TransversaisCapacitação da equipe: formação da equipe pedagógica e técnica em boas práticas de acessibilidade e inclusão.
O projeto fará a seleção dos artistas através de Chamada Pública, com inscrições gratuitas através do envio de formulário online. A incubadora prevê o pagamento de uma Bolsa Permanência no valor de R$ 10.000,00, pagos de maneira parcelada, para garantir que os selecionados tenham condições de se dedicar integralmente à formação. O projeto prevê 1 masterclass online com transmissão ao vivo em plataforma digital. O projeto prevê o evento Abertura de Processo - Ateliê Aberto com visitação de grupos de estudantes de Artes Visuais da Universidade Federal da Bahia.
Afrontart - Quilombo Digital de Artes (Proponente) - A AFRONTART é uma empresa baiana de impacto social e inovação voltada ao fomento às Artes Preta e Indígena Brasileira. Desde 2020 vem construindo um espaço de referência para os artistas e profissionais negres, no que tange a circulação, comercialização de obras, criação, curadoria, formação e qualificação profissional e fortalecimento de comunidade. Um lugar de aquilombamento, articulação, resistência e inovação. Em 2021 foi acelerada pela Vale do Dendê de Tecnologia através do programa Google for Startups. Idealizou e realizou projetos como a exposição Indomináveis Presenças (2024-2025) que circulou pelos Centros Culturais do Banco do Brasil Brasília, São Paulo e Rio de Janeiro, recebeu mais de 50.000 visitantes, com patrocínio do Banco do Brasil; AFRO ART - Feira de Arte Negra e Indígena (2025) com patrocínio da Ambev; Salão de Arte Negra e Indígena SP (2025); as exposições individuais "Zamba" de Bruno Zambelli e "Qual o Pente que e penteia?" de Juh Almeida (2021/2022). Colaborou com projetos como Festival Salvador Capital Afro (2023), realizado pela Prefeitura de Salvador, a qual desenvolveu o programa de articulação de Artes Visuais; e a direção de produção da exposição Terra de Gigantes (2022/2023) pelo Sesc SP.Luana Kayodè (Direção Geral) - Mulher, negra, oriunda da periferia de Salvador, radicada em São Paulo há 10 anos. Bacharela em Políticas e Gestão da Cultura pelo Bacharelado Interdisciplinar em Artes da Universidade Federal da Bahia; Especialização em Fotografia SENAC SP; Atua como Diretora Criativa, Curadora, Pesquisadora e é CEO-fundadora da AfrontArt – Quilombo Digital de Artes. Possui 20 anos de carreira na gestão e produção de arte e cultura em diversas áreas e linguagens, dos quais 8 anos dedicados como produtora e criativa em projetos audiovisuais nacionais e internacionais. Raína Biriba (Direção Executiva) - Produtora, Gestora e Empreendedora Cultural atua há 17 anos no mercado brasileiro. Graduada em Produção em Comunicação e Cultura pela Universidade Federal da Bahia. É co-fundadora da Afrontart a qual realizou projetos como AFRO ART - Feira de Arte Negra e Indígena, circulação da exposição Indominável Presenças (CCBB DF, SP e RJ) e criação e articulação do programa de Artes Visuais do Festival Salvador Capital Afro da Prefeitura de Salvador; diretora estratégica da Plataforma Frequências Preciosas, voltada à difusão de cantoras negras e indígenas. Colaborou com nomes e projetos como Margareth Menezes, Festival Afropunk, Instituto Dragão do Mar, Rio2C, Banco do Nordeste e Prefeitura do Recife. Tem vasta experiência em produção e gestão de festivais, exposições, feiras, shows, bem como na operação de grandes eventos internacionais como Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio2016 e Copa do Mundo FIFA 2014.Janaína Machado (Coordenação Pedagógica) - Mestre em Estudos Étnicos pela Universidade Federal da Bahia-UFBA (2023). Possui graduação em Letras - Linguística pela Universidade de São Paulo (2007) e Licenciatura plena em Língua Portuguesa pela Faculdade de Educação da USP. Foi assessora do Programa de Mediação da Fundação Bienal de São Paulo. Atualmente é a curadora educativa da exposição Dos Brasis: Arte e pensamento negro no SESC Belenzinho (SP). Coordenou o educativo da 13ª edição da Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo, a 30ª edição da Mostra de Arte de Juventude-MAJ, o educativo da exposição itinerante Carolina Maria de Jesus: Um Brasil para os Brasileiros. Tem experiência na área de educação e pesquisa , com ênfase em relações étnico-raciais, com foco nos seguintes temas: mediação e relações étnico-raciais, racismo, epistemologias negras, artes e produção artística africana e afrodiaspórica nas artes visuais.Laynara Rafaela (Coordenação de Comunicação) - Laynara Rafaela é publicitária, roteirista e realizadora cinematográfica com mais de 10 anos de experiência em comunicação e mais de 5 anos no audiovisual. Atuou na coordenação de comunicação de exposições e no desenvolvimento de estratégias digitais para marcas e projetos culturais, unindo planejamento estratégico, criação e gestão de redes sociais. Possui experiência em mídia e produção, redação publicitária, copywriting, roteirização, direção e edição de vídeos.
Projeto paralisado porque o proponente está INADIMPLENTE junto ao Ministério da Cultura.