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PRONAC 2512173Projeto liberado para adequação à realidade de execução.Mecenato

ORQUESTRAÇÃO : LITIO - VALE DO JEQUITINHONHA

AYO CULTURAL LTDA
Solicitado
R$ 867,8 mil
Aprovado
R$ 867,8 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Livro/Obra Refer impres/eletrôni valor Art/Lit/Hum
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2026-03-02
Término
2027-03-02
Locais de realização (1)
Araçuaí Minas Gerais

Resumo

A proposta "Orquestração: Litio - Vale do Jequitinhonha" consiste na realização de uma instalação artística e de um conjunto de ações sociais, motivada para refletir sobre os impactos da extração de lítio — minério central para a transição energética e para tecnologias de inteligência artificial. O projeto busca compreender como esse processo afeta o território em dimensões econômicas, sociais e ambientais, construção de um espaço de escuta e expressão corporal com as comunidades locais. A instalação resultante apresentará uma composição de imagens, sons e objetos produzidos no território, propondo expressões de negociações entre natureza, tecnologia e sociedade _ em direção a uma construção de sentido. Será apresentado uma video performance e um catálogo bilíngue. Todos os produtos com acesso gratuito.

Sinopse

não se aplica

Objetivos

Objetivo Geral Investigar, por meio da arte contemporânea, as camadas simbólicas, sociais e ambientais que atravessam a extração do lítio no Vale do Jequitinhonha — elemento-chave da transição energética e das tecnologias de inteligência artificial — transformando esse território em espaço de criação, escuta e reflexão sensível.O projeto propõe uma instalação audiovisual imersiva que nasce do encontro entre corpo, som e imagem, construída em diálogo com as comunidades locais, a paisagem e seus ritmos. Por meio dessa experiência, busca-se elaborar novas formas de perceber e narrar as transformações provocadas pela mineração e pelo avanço tecnológico, tensionando as fronteiras entre natureza e máquina, economia e afeto, futuro e memória.Mais do que representar o tema, a obra pretende instaurar um campo de negociação simbólica — onde arte, tecnologia e território se interpenetram — e convidar o público a imaginar outros modos possíveis de coexistência e sustentabilidade. Objetivos Específicos- Investigar as dimensões econômicas, sociais e ambientais da extração de lítio no Vale do Jequitinhonha, a partir de registros audiovisuais, depoimentos e experiências diretas com moradores da região.- Realizar oficinas e experimentações sonoras e corporais junto às comunidades locais, criando espaços de escuta, expressão e troca de saberes entre artistas, pesquisadores e habitantes.- Produzir uma instalação audiovisual imersiva, composta por imagens, sons e objetos coletados no território, que articule natureza, tecnologia e sociedade como dimensões interdependentes da transição energética.- Valorizar e difundir a cultura e os saberes locais do Vale do Jequitinhonha, promovendo visibilidade e reconhecimento de suas expressões artísticas e modos de vida em diálogo com os debates contemporâneos sobre sustentabilidade e inovação tecnológica.- Fomentar o pensamento crítico sobre a relação entre extração, escassez e futuro sustentável, estimulando a reflexão do público sobre os limites e as contradições do progresso tecnológico.- Ampliar o acesso à arte e à reflexão ambiental por meio de atividades educativas gratuitas e exibição pública da instalação, promovendo a democratização do acesso aos bens culturais.- Publicar 1.000 unidades de um livro / catálogo bilíngue com distribuição gratuita.

Justificativa

A proposta "Orquestração: Litio - Vale do Jequitinhonha" parte do desejo de compreender e traduzir, pela arte, as tensões e possibilidades que emergem do atual ciclo de transformação tecnológica e ambiental. O lítio, elemento central da transição energética global e base material de baterias, dispositivos eletrônicos e inteligências artificiais, tem no Vale do Jequitinhonha (MG) um de seus principais pontos de extração no Brasil. Esse território, historicamente marcado por desigualdades e resistências culturais, torna-se agora palco de uma nova forma de exploração — energética e simbólica — que redefine relações entre natureza, corpo e tecnologia.O projeto propõe, portanto, refletir artisticamente sobre os impactos sociais, ambientais e culturais da mineração, aproximando-se das comunidades locais para construir uma escuta compartilhada e coletiva. Através de oficinas, registros audiovisuais e experimentações sonoras e corporais, busca-se produzir uma obra que transcenda o registro documental, propondo um campo poético de negociação entre diferentes temporalidades e forças — a ancestralidade do território, a urgência climática e as promessas do progresso tecnológico.Em um momento histórico em que a sustentabilidade e a transição energética ocupam o centro do debate global, a arte assume um papel essencial como espaço de sensibilidade e pensamento crítico. A iniciativa propõe uma instalação audiovisual imersiva que articula imagem, som e objeto, expandindo o olhar sobre o Vale do Jequitinhonha para além da lógica extrativista e convidando o público a repensar seus modos de relação com a terra, a energia e o futuro.Do ponto de vista cultural, o projeto contribui para o fortalecimento da produção artística contemporânea brasileira, aproximando arte, ciência e ecologia, e promovendo o diálogo entre criadores, pesquisadores e comunidades tradicionais. Também reafirma o papel da arte como instrumento de transformação simbólica e social, favorecendo a democratização do acesso por meio de ações educativas gratuitas e de caráter inclusivo.O uso do Mecanismo de Incentivo Fiscal da Lei nº 8.313/91 (Lei Rouanet) justifica-se pela relevância pública e formativa do projeto, em consonância com o disposto no Art. 1º, que visa "fomentar, valorizar e difundir as manifestações culturais brasileiras" e "assegurar a todos o pleno exercício dos direitos culturais".Além disso, o projeto atende aos objetivos previstos no Art. 3º da referida lei, notadamente nos incisos:I _ estimular a produção e difusão cultural;II _ promover o acesso à cultura e o fortalecimento da identidade nacional;III _ apoiar projetos que valorizem a diversidade cultural e a reflexão crítica;V _ incentivar a formação artística e a integração entre cultura, educação e meio ambiente.Assim, "Transição Energética: Lítio _ Vale do Jequitinhonha" inscreve-se como uma ação de arte e escuta, onde estética e ética se entrelaçam para iluminar um tema urgente da contemporaneidade, transformando o território em linguagem e a reflexão em experiência sensível e compartilhada.

Especificação técnica

não se aplica

Acessibilidade

1) PRODUTO - LIVROACESSIBILIDADE FÍSICA: Não se aplica.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: O livro será disponibilizado na internet, em redes sociais por exemplo. O catálogo no formato PDF permite ao usuário a utilização da funcionalidade “Voice Over” que possibilita a descrição dos elementos, textos e imagens contidos no catálogo. Vale ressaltar que tal funcionalidade é intrínseca aos computadores, sem necessidade de inserção de rubrica para contemplar esta medida de acessibilidade.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Não haverá impactos para deficientes auditivos, e a participação ocorrerá da mesma forma que para os demais, uma vez que poderão ler o livro.ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Não haverá impactos para deficientes cognitivos, e a participação ocorrerá da mesma forma que para os demais, uma vez que poderão ler o livro bilíngue com textos em português e inglês.2) PRODUTO - OFICINAS ACESSIBILIDADE FÍSICA: No âmbito físico, as oficinas serão realizadas em espaços que possuam acessibilidade, como rampas de acesso, para pessoas com deficiência de mobilidade.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: O deficiente visual poderá se contemplar pelas oficinas e os textos apresentados serão impressos em braile e distribuidos ao público que necessitar. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: As oficinas terão tradução simultânea em libras.ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOSCONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Não haverá impactos para deficientes cognitivos, e a participação ocorrerá da mesma forma que para os demais.3) PRODUTO - VIDEO ACESSIBILIDADE FÍSICA: Não se aplica.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: O deficiente visual poderá se contemplar através da narração do vídeo.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: O vídeo terá legenda em libras.ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOSCONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Não haverá impactos para deficientes cognitivos, e a participação ocorrerá da mesma forma que para os demais.

Democratização do acesso

Todas as atividades ocorrerão de forma gratuita e acessível à todos os públicos.O livro estará disponível online com acesso amplo e gratuito além do vídeo que também será disponibilizado pela internet.

Ficha técnica

Proponente: AYO CulturalFunção: Coordenação geral, Coordenação administrativo financeiroDesde de 2018, os produtores culturais Julia Brandão e Gabriel Curti uniram-se em uma só figura jurídica para agregar e disseminar suas experiências em prol de projetos culturais das mais diversas naturezas e formados. Desde de 2012 em parceria e colaborações autônomas com diversas produtoras, produziram mais de 40 exposições de artes visuais dentro e fora do Brasil.Gabriel Curti - produtor executivo: Produtor cultural. Pós-graduado em gestão cultural pelo Senac São Paulo (2018/2019). Formado arquiteto pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismos da Universidade Católica de Santos (2012). Em parceria e colaborações autônomas com diversas produtoras (como arte3, Madai Art , Magnetoscópio entre outras), produziu diversas exposições de artes visuais dentro e fora do Brasil, com destaque para: AI WEIWEI RAIZ | coordenação de produção (CCBB BH e RJ | Museu Oscar Niemeyer, Curitiba | Oca, Parque do Ibirapuera, São Paulo) / ANISH KAPOOR SURGE | produção (CorpArtes, Santiago do Chile e Fundacion PROA, Buenos Aires) / Resistir é preciso | produção (CCBB SP / BH / RJ / DF) / X Bienal de Arquitetura de São Paulo | produção executiva / ELLES: Mulheres Artistas na Coleção do Centro Pompidou | produção (CCBB RJ / BH).Camila Sposati - ARTISTA - (São Paulo, 1972) é artista visual cuja obra investiga os processos de transformação da matéria, a energia e as relações simbólicas entre natureza, corpo e sociedade. Com formação em História pela PUC-SP, pós-graduação em Fotografia pelo Centro di Ricerca e Fotografia (Itália) e mestrado em Belas-Artes pela Goldsmiths College (Londres), desenvolve uma pesquisa que combina experimentação científica e poética, articulando escultura, performance, som e instalação. Vive entre São Paulo e Viena, e já participou de exposições em instituições como o Museu de Arte Moderna de São Paulo, Fundação Bienal de São Paulo, ifa-Galerie Stuttgart e Georg Kargl Fine Arts (Viena), além de ter publicado o livro Stone Theatre (Revolver, Berlim, 2016).Camila Sposati - artista - (São Paulo, 1972) é artista visual cuja obra investiga os processos de transformação da matéria, a energia e as relações simbólicas entre natureza, corpo e sociedade. Com formação em História pela PUC-SP, pós-graduação em Fotografia pelo Centro di Ricerca e Fotografia (Itália) e mestrado em Belas-Artes pela Goldsmiths College (Londres), desenvolve uma pesquisa que combina experimentação científica e poética, articulando escultura, performance, som e instalação. Vive entre São Paulo e Viena, e já participou de exposições em instituições como o Museu de Arte Moderna de São Paulo, Fundação Bienal de São Paulo, ifa-Galerie Stuttgart e Georg Kargl Fine Arts (Viena), além de ter publicado o livro Stone Theatre (Revolver, Berlim, 2016).

Providência

Projeto liberado para o proponente adequar à realidade de execução.