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O projeto busca consolidar o Pontão AMDAR como polo cultural de referência em Goiás, mantendo atividades regulares já realizadas (formações artísticas, mostras, feiras, festivais, oficinas e eventos de rede) e ampliando a abordagem para incluir práticas sustentáveis e de educação ambiental. A iniciativa fortalece o acesso à cultura, valoriza saberes tradicionais, promove inclusão social e contribui para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU (ODS 4, 5, 10, 11, 12 e 13).
Oficinas Regulares de FormaçãoOficinas permanentes em diversas linguagens artísticas (dança, música, teatro, circo, artesanato, audiovisual, literatura e cultura digital). Voltadas para crianças, jovens, adultos e idosos, promovem inclusão, formação cidadã e estímulo à criatividade. Classificação indicativa: Livre.Oficinas com Mestres e Mestras dos Saberes TradicionaisEncontros conduzidos por mestres populares e detentores de saberes ancestrais, abrangendo artesanato, cultura popular e tradições afroindígenas. O objetivo é preservar e difundir conhecimentos tradicionais, fortalecendo vínculos comunitários e identidade cultural. Classificação indicativa: Livre.Atuação dos Agentes Cultura VivaSeis jovens agentes culturais serão bolsistas para mobilização comunitária, mediação de público, registro das atividades e articulação em rede. Atuam como elo entre o projeto e a comunidade, ampliando o alcance e a documentação das ações. Classificação indicativa: Livre.Feiras de Economia Criativa e Artesanato (2 edições)Espaços de exposição e comercialização de produtos criativos e sustentáveis, reunindo artesãos, empreendedores culturais e produtores locais. Além da feira, acontecem oficinas rápidas e rodas de conversa sobre economia criativa e consumo responsável. Classificação indicativa: Livre.Exposições de Artes Visuais (3 mostras)Exposições realizadas na Galeria Bené Silveira, com curadoria de artistas locais e regionais. Cada mostra contará com mediação cultural para escolas e recursos de acessibilidade (legenda descritiva, visitas sensoriais, audiodescrição). Classificação indicativa: Livre.Eventos de Médio Porte (até 3 edições)· Mostra de Dança Inhumas: apresentações comentadas e competitivas, oficinas paralelas e seminário temático.· Encontro de Vozes: mostra musical dedicada à cena autoral goiana, reunindo cantores, grupos vocais e coletivos musicais.· Raízes – Encontros de Culturas Tradicionais: celebração da memória e dos saberes populares, com rodas de prosa, apresentações e registros audiovisuais. Classificação indicativa: Livre.Batalha da Goiabeira (4 edições)Encontros de hip hop e batalhas de rima em espaço público, valorizando o protagonismo juvenil, a expressão periférica e a cultura urbana. Atividade com jurados convidados, microfone aberto e premiações simbólicas. Classificação indicativa: 12 anos.Podcast / Estúdio (6 a 8 episódios)Produção de episódios em áudio e vídeo, gravados no estúdio do Pontão, abordando temas como diversidade cultural, sustentabilidade, ancestralidade e economia criativa. Os conteúdos terão legendas e versão acessível em plataformas abertas. Classificação indicativa: Livre.Seminário Cultura & SustentabilidadeEncontro formativo com mesas-redondas, debates e oficinas paralelas sobre cultura, economia criativa, diversidade e justiça climática. Será transmitido online, ampliando o alcance para além do público presencial. Classificação indicativa: Livre.Campanhas de Sensibilização (2 edições)Campanhas educativas multicanais com foco em diversidade, igualdade de gênero, sustentabilidade e meio ambiente. Incluem peças gráficas, vídeos, inserções digitais e intervenções artísticas em eventos do projeto. Classificação indicativa: Livre.
Geral: Assegurar a manutenção e fortalecimento das atividades culturais do Pontão AMDAR, integrando formação, difusão artística e sustentabilidade socioambiental, por meio da realização de oficinas, feiras, mostras e ações de valorização da diversidade cultural e dos saberes tradicionais, durante 12 meses.Específicos: Oferecer oficinas regulares de formação artística e cultural (dança, música, teatro, circo, artesanato, cultura digital, audiovisual e literatura), com atendimento médio de 120 participantes por mês, priorizando o acesso gratuito e inclusivo.Desenvolver oficinas temáticas com Mestres e Mestras dos Saberes Tradicionais (artesanato, cultura popular, ancestralidade afroindígena), com 10 meses de duração e bolsas de incentivo.Garantir a atuação de 6 Agentes Cultura Viva durante 10 meses, com bolsas de apoio, para articulação comunitária, mobilização territorial e registro das atividades.Realizar 2 feiras de economia criativa e artesanato (Feira Fuxico e Casa do Artesão), envolvendo cerca de 40 artesãos e empreendedores criativos.Realizar até 3 eventos culturais de médio porte (como Mostra de Dança, Encontro de Vozes e Raízes), alcançando aproximadamente 2.500 pessoas.Promover até 4 encontros de batalhas de rima e hip hop (Batalha da Goiabeira), com participação média de 30 jovens por edição.Produzir e difundir 6 a 8 episódios de podcast e/ou conteúdos audiovisuais (Pod AMDAR), registrando e divulgando práticas culturais e experiências comunitárias.Realizar 1 seminário de cultura e sustentabilidade, reunindo artistas, mestres e agentes culturais em torno de temas como economia criativa, diversidade e justiça climática.Organizar 3 exposições artísticas na Galeria Bené Silveira, com circulação escolar e acesso comunitário.Desenvolver ações de sensibilização e campanhas educativas sobre diversidade, igualdade de gênero e meio ambiente, integrando arte e sustentabilidade.
A utilização do mecanismo de incentivo fiscal da Lei nº 8.313/91 (Lei Rouanet) é indispensável para garantir a manutenção e a ampliação das atividades do Pontão AMDAR, considerando sua função estratégica na formação, difusão e valorização cultural em Goiás. O projeto não se limita à execução de eventos pontuais: trata-se de um programa integrado de continuidade, que assegura o funcionamento regular de oficinas, feiras, mostras, exposições e ações de articulação em rede, fortalecendo a diversidade cultural e ampliando o acesso da população a bens e práticas culturais.A proposta contempla também a valorização dos saberes tradicionais e ancestrais por meio da atuação de Mestres e Mestras do Saber, garantindo bolsas mensais durante dez meses, assegurando que a transmissão de conhecimentos culturais seja realizada de forma digna e reconhecida. Do mesmo modo, prevê a atuação de 6 Agentes Cultura Viva ao longo de dez meses, remunerados com bolsas de incentivo, para apoiar a mobilização comunitária, a articulação de rede e o registro das práticas culturais. Esses dispositivos reforçam a democratização do acesso e a sustentabilidade das ações, em consonância com a Política Nacional de Cultura Viva (Lei 13.018/2014).O projeto se enquadra diretamente no disposto no Art. 1º da Lei nº 8.313/91, em especial:Inciso I _ contribuir para a difusão das manifestações culturais e artísticas no País;Inciso II _ apoiar, valorizar e difundir a produção cultural e artística nacional;Inciso III _ proteger as expressões culturais dos diferentes grupos formadores da sociedade brasileira;Inciso V _ preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico;Inciso VII _ estimular a produção e difusão cultural voltadas para a formação da cidadania.Da mesma forma, alcança objetivos previstos no Art. 3º da mesma lei, como:I _ Facilitar a todos o acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais.II _ Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística, com valorização dos recursos humanos e conteúdos locais.III _ Apoiar, valorizar e difundir as manifestações culturais e seus criadores.IV _ Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira.V _ Preservar os bens culturais de natureza material e imaterial.VIII _ Estimular a produção e difusão cultural voltadas para a formação da cidadania.Assim, a Lei de Incentivo à Cultura se apresenta como o instrumento adequado e necessário para financiar este projeto, uma vez que garante:a continuidade das oficinas de formação em diversas linguagens artísticas e culturais, com acesso gratuito e inclusivo;a remuneração justa de Mestres e Mestras dos Saberes Tradicionais e de Agentes Cultura Viva, assegurando a transmissão de conhecimentos, a mobilização comunitária e o fortalecimento de redes culturais;a realização de feiras, mostras e exposições que impulsionam a economia criativa, a sustentabilidade e a difusão cultural;a integração da cultura com a agenda ambiental e de justiça climática, por meio de oficinas de reciclagem criativa, reaproveitamento de materiais e ações educativas.Sem o mecanismo de incentivo fiscal, a continuidade e o impacto desse conjunto de ações ficariam comprometidos, pois o público atendido é, em sua maioria, formado por comunidades de baixo poder aquisitivo, que dependem da gratuidade para ter acesso a bens e serviços culturais.
A Associação Amigos das Artes – AMDAR, proponente deste projeto, possui mais de 12 anos de atuação contínua na promoção da cultura, da cidadania e da educação em Goiás, tendo se consolidado como referência estadual em gestão e articulação cultural.Ao longo dessa trajetória, a instituição construiu um portfólio consistente de projetos, oficinas, mostras, festivais, feiras e ações de rede, com impacto direto em milhares de pessoas de diferentes faixas etárias, classes sociais e comunidades. Destaca-se pela diversidade de linguagens artísticas que desenvolve — dança, teatro, música, circo, artes visuais, artesanato, audiovisual, literatura e cultura digital — sempre aliadas a práticas de inclusão social e sustentabilidade.Competências e ExpertiseA AMDAR possui experiência comprovada em:Gestão de Programas Culturais Continuados, por meio da manutenção de oficinas artísticas regulares, abertas e gratuitas.Produção de Eventos Culturais, com organização de mostras, festivais, feiras e exposições de médio e grande porte.Articulação em Rede, por sua atuação como Pontão Territorial de Cultura Viva em Goiás, fortalecendo mais de 300 artistas e agentes culturais conectados em diferentes regiões.Formação e Inclusão Sociocultural, atendendo prioritariamente crianças, jovens, idosos, pessoas LGBTQIAPN+, mulheres, comunidades quilombolas e povos tradicionais.Inovação e Sustentabilidade, por meio de ações ligadas à reciclagem criativa, economia circular, agroecologia e moeda social.Gestão Técnica e Financeira, com equipe multidisciplinar especializada em projetos culturais, compliance, contabilidade, administração e comunicação, assegurando transparência e profissionalismo na execução.Selos, Certificações e ReconhecimentosA credibilidade institucional da AMDAR é reforçada por suas certificações e reconhecimentos oficiais:Ponto de Cultura certificado pelo Ministério da Cidadania desde 2017.Pontão Territorial de Cultura reconhecido pelo Ministério da Cultura em 2023, com atuação em toda a rede de Pontos de Cultura do Estado de Goiás.Medalha Jaburu (2021) – a maior honraria cultural concedida pelo Estado de Goiás, recebida pela contribuição cultural durante a pandemia e pelo apoio aos artistas locais.Selo Itaú-Unicef (2015) – reconhecimento pela excelência e relevância do Projeto Amigos das Artes, semifinalista nacional.Integração à Rede Ibercultura Viva (2025), rede ibero-americana de articulação cultural, a partir da realização da Teia dos Pontos de Cultura do Estado de Goiás.Esses selos e certificações demonstram não apenas a capacidade técnica da instituição, mas também o reconhecimento público e institucional da qualidade de suas ações.Experiência em Projetos RelevantesA AMDAR coordenou a 2ª Teia dos Pontos de Cultura de Goiás – Povos, Saberes e Natureza (2025), que consolidou Inhumas como a primeira cidade do Estado a sediar a Teia, reunindo centenas de agentes culturais em torno de temáticas como justiça climática, diversidade cultural e fortalecimento da economia criativa. O evento contou com GTs temáticos, apresentações artísticas, Feira Cultura Viva de Economia Criativa (com moeda social Pequi) e Show Cultura Viva com artistas de renome nacional, marcando um legado para a rede estadual de cultura.Além disso, a associação mantém continuamente projetos estruturantes como a Casa do Artesão e a Feira Fuxico de Artesanato, a Galeria de Arte Bené Silveira, o Espaço Alternativo AMDAR (Palco Elza Soares), a Mostra de Dança Inhumas, o Encontro de Vozes, o FestivIN, o Pajubá (festival de diversidade sexual e de gênero), o movimento Ìyálodè (conduzido por mulheres negras e afroindígenas), a Batalha da Goiabeira e as ações formativas de Cultura Digital 50+. Esses núcleos demonstram consistência, diversidade e continuidade.Equipe TécnicaA entidade conta com uma equipe técnica qualificada e experiente, formada por profissionais de gestão cultural, pedagogia, produção, audiovisual, acessibilidade, comunicação e finanças. Essa estrutura garante execução segura e eficiente, com divisão clara de responsabilidades e cumprimento de prazos e normas. A dirigente da instituição participa ativamente da coordenação geral e pedagógica, reforçando o compromisso direto com a qualidade do projeto.Impacto e AlcanceO projeto proposto representa não apenas a manutenção de atividades já consolidadas, mas também a expansão de práticas que unem arte, cidadania e sustentabilidade. Seu impacto se dá em diferentes dimensões:Formação e cidadania: atendimento direto de centenas de participantes em oficinas, cursos e eventos.Difusão cultural: alcance de milhares de pessoas em eventos presenciais e transmissões online.Sustentabilidade: integração entre cultura e meio ambiente, com oficinas de reciclagem criativa, agroecologia e economia circular.Inclusão e diversidade: protagonismo de mulheres, jovens, idosos, LGBTQIAPN+, povos originários e afrodescendentes.
ESPECIFICAÇÕESOficinas Regulares de FormaçãoModalidades: dança (ballet, jazz, sapateado, contemporâneo), música (violão, canto, bateria), teatro, circo, artesanato (crochê, bordado, costura), literatura, audiovisual e cultura digital.Duração: 10 meses, carga horária semanal de 2h a 4h conforme modalidade.Materiais: instrumentos musicais, figurinos básicos, materiais de artesanato (linhas, tecidos, agulhas, tintas), equipamentos digitais (computadores, câmeras, projetor).Projeto Pedagógico: metodologia participativa, ensino coletivo, valorização das diversidades culturais, avaliação formativa bimestral e mostra final de processos.Oficinas com Mestres e Mestras dos Saberes TradicionaisModalidades: artesanato tradicional, cultura popular, práticas afroindígenas e memória oral.Duração: encontros mensais durante 10 meses.Materiais: insumos específicos dos saberes (palha, madeira, sementes, tecidos), kits de registro (caderno, gravador, câmera).Projeto Pedagógico: transmissão oral, práticas coletivas, registro audiovisual e publicação digital de caderno de saberes.Atuação dos Agentes Cultura VivaFunção: mobilização comunitária, mediação de público, registro fotográfico/audiovisual, organização de dados e relatórios.Duração: bolsas mensais durante 10 meses.Materiais: câmeras fotográficas, celulares, formulários digitais e kits de campo (camisetas, crachás).Projeto Pedagógico: formação inicial em documentação cultural, comunicação comunitária e acessibilidade, com acompanhamento mensal.Feiras de Economia Criativa e Artesanato (2 edições)Formato: feira de exposição e comercialização com stands, oficinas paralelas e rodas de conversa.Duração: 2 dias por edição.Materiais: tendas, mesas, cadeiras, painéis de exposição, material gráfico (catálogo e sinalização).Projeto Pedagógico: atividades paralelas de sensibilização sobre economia criativa, consumo responsável e sustentabilidade.Exposições de Artes Visuais (3 mostras)Formato: exposições na Galeria Bené Silveira com curadoria, expografia e mediação escolar.Duração: 4 a 6 semanas cada mostra.Materiais: painéis expositivos, iluminação cênica, legendas, audioguia e catálogos digitais.Projeto Pedagógico: visitas guiadas para escolas públicas, oficinas introdutórias e recursos acessíveis (legendas descritivas, visitas sensoriais).Eventos de Médio Porte Formato: Mostra de Dança Inhumas, Encontro de Vozes e Raízes.Duração: 2 a 4 dias cada evento.Materiais: palco, iluminação, sonorização, painéis visuais, camarins e material gráfico.Projeto Pedagógico: ensaios abertos, oficinas paralelas, seminários temáticos e rodas de conversa com artistas.Batalha da Goiabeira (4 edições)Formato: batalhas de rima em espaço público, com jurados e microfone aberto.Duração: 1 dia cada edição (aprox. 4h).Materiais: som portátil, microfones, caixas de retorno, banners, gravação audiovisual.Projeto Pedagógico: estímulo à oralidade, improviso, protagonismo juvenil e cultura de paz.Podcast / Estúdio (6 episódios)Formato: produção de episódios em áudio e vídeo com entrevistas, debates e registros artísticos.Duração: 30 a 40 minutos por episódio.Materiais: estúdio de gravação, microfones condensadores, interface de áudio, câmeras, softwares de edição.Projeto Pedagógico: pauta orientada para diversidade cultural, sustentabilidade e inclusão; episódios com legenda descritiva e audiodescrição.Seminário Cultura & SustentabilidadeFormato: mesas-redondas, debates e oficinas paralelas, com transmissão online.Duração: 2 dias.Materiais: sonorização, projetores, intérprete de Libras, material gráfico e caderno digital.Projeto Pedagógico: abordagem interdisciplinar entre cultura, diversidade, meio ambiente e justiça climática; metodologias participativas.Campanhas de Sensibilização (2 edições)Formato: campanhas multicanais em mídia digital e impressa, com vídeos, cartazes, spots e posts.Duração: 4 semanas cada campanha.Materiais: artes gráficas, vídeos, legendas, versões acessíveis.Projeto Pedagógico: campanhas educativas com foco em diversidade, igualdade de gênero e sustentabilidade, estimulando reflexão social.
O projeto contempla a acessibilidade como princípio estruturante, assegurando que todas as atividades propostas sejam inclusivas e alcancem o maior número de pessoas, independentemente de suas condições físicas, sensoriais ou cognitivas.Acessibilidade Física Os espaços utilizados para a realização das atividades (salas de oficinas, teatro, galeria, áreas de convivência e feiras) já contam com recursos de acessibilidade, como:rampas de acesso e corredores adaptados para cadeirantes;banheiros acessíveis;sinalização indicativa em locais estratégicos. Serão realizadas adequações adicionais, quando necessárias, para garantir a circulação segura de pessoas com deficiência.Acessibilidade de Conteúdo As atividades do projeto também preveem recursos de acessibilidade comunicacional e de conteúdo, como:presença de intérprete de Libras em eventos de médio porte, seminários e mostras;oferta de material impresso em Braille para divulgação de oficinas e programação;utilização de legenda descritiva em vídeos produzidos;produção de conteúdos digitais com audiodescrição em episódios selecionados;possibilidade de visitas sensoriais mediadas em exposições na Galeria Bené Silveira.Essas medidas asseguram que pessoas com deficiência auditiva, visual ou mobilidade reduzida possam usufruir plenamente das ações propostas, reafirmando o compromisso do Pontão AMDAR com a democratização do acesso à cultura.
A proposta prevê a democratização do acesso às atividades de forma ampla e inclusiva, assegurando a participação gratuita da comunidade em todas as ações realizadas.Distribuição e comercialização dos produtosTodos os ingressos para oficinas, mostras, feiras e eventos serão distribuídos gratuitamente, mediante inscrição prévia ou retirada antecipada, com cota reservada para escolas públicas, grupos comunitários e pessoas com deficiência.Os produtos culturais gerados (episódios de podcast, registros audiovisuais, publicações digitais) serão disponibilizados em plataformas abertas e gratuitas, com acesso online e irrestrito.Catálogos, folders e materiais impressos de exposições e feiras serão distribuídos sem custo ao público visitante.Medidas de ampliação de acessoEnsaios abertos de espetáculos e mostras de dança, permitindo que escolas, grupos comunitários e público em geral acompanhem o processo criativo.Oficinas paralelas durante feiras e eventos, voltadas especialmente a crianças, jovens e idosos, com conteúdos introdutórios e experimentais.Transmissão pela internet de seminários, apresentações e rodas de conversa, garantindo alcance para públicos que não possam estar presencialmente.Ações descentralizadas em espaços comunitários, escolas e áreas públicas da cidade, aproximando a programação de territórios periféricos e de difícil acesso.Essas medidas asseguram que o projeto não apenas mantenha o acesso gratuito, mas também diversifique os canais de participação, alcançando públicos distintos e promovendo a equidade cultural.
A dirigente e a instituição proponente terão atuação direta e transversal em todas as fases do projeto, exercendo papel ativo tanto no planejamento quanto na execução cotidiana das ações.Atividades desempenhadas:· Gestão institucional e articulação intersetorial: validação dos planos de trabalho, acompanhamento da execução das metas, mediação com patrocinadores, conselhos de cultura, secretarias municipais e órgãos de controle.· Coordenação pedagógica e acompanhamento artístico: presença ativa nas formações, supervisão dos oficineiros, avaliação das metodologias aplicadas e mediação junto a Mestres e Mestras dos Saberes Tradicionais.· Mobilização comunitária: articulação com escolas públicas, grupos culturais e lideranças locais; escuta ativa com beneficiários do projeto; promoção da inclusão e do pertencimento.· Coordenação de comunicação institucional: supervisão das redes sociais, validação de materiais de divulgação e apoio na construção de campanhas educativas e culturais.· Supervisão da prestação de contas: acompanhamento direto dos relatórios técnicos e financeiros, garantindo a conformidade com a Lei nº 8.313/91, os princípios da administração pública e os compromissos firmados com patrocinadores e parceiros.· Apoio voluntário contínuo: participação em ensaios, formações, rodas de conversa, visitas técnicas e ações não remuneradas voltadas à consolidação da política cultural na comunidade. Currículo Resumido dos Principais ParticipantesAletheia Martins Jorge – Diretora Geral / Coordenadora Pedagógica Produtora cultural, educadora e artista da dança. Fundadora da Associação Amigos das Artes e diretora da Cia Alma de Dança. Atua como gestora de projetos culturais há mais de 15 anos. É autora do livro "Pelos Caminhos do Corpo: A Dança na Primeira Infância", reconhecida como articuladora da Rede Cultura Viva de Goiás e da Teia dos Pontos de Cultura. Coordenadora de diversos projetos aprovados via Rouanet, Lei Goyazes e Cultura Viva.Antonio Alfredo Lourenço de Sousa – Professor de Teoria Musical e Bateria Músico, baterista, educador e escritor, autor do livro “Tocando o Brasil”. Desenvolve pesquisas sobre ritmos brasileiros e afro-cubanos. Atua em projetos sociais e culturais em todo o país, com oficinas, masterclasses e apresentações em escolas e festivais.Letícia Ferreira de Sousa – Professora de Dança (Ballet e Contemporâneo) Professora com formação em ballet clássico e experiência em danças contemporâneas. Coordena os Agentes Cultura Viva no estado de Goiás e atua como educadora em projetos da AMDAR voltados à infância e juventude.Larissa Gabriel da Silva – Professora de Danças Populares Bailarina com formação em dança clássica e contemporânea, ministra aulas de Catira e danças populares goianas. Atua com crianças e adolescentes em projetos de cultura tradicional.Giovanna Camila Vieira – Professora de Teatro Atriz e bailarina com experiência desde a infância em espetáculos. Atua como educadora em projetos culturais voltados à iniciação teatral e expressão cênica.Nathalia Kimberly Vieira Costa – Professora de Canto Cantora, atriz e arte-educadora, atua em oficinas de técnica vocal com jovens e adultos. Desenvolve atividades integrando canto, corpo e cena.Hugo Kauã França Lourenço – Professor de Violão Popular Músico e compositor autodidata, natural do Maranhão, estudante de música na EMAC/UFG. Atua como oficineiro nos projetos da associação, com foco na formação musical popular.Railda de Fátima de Assis Silva – Professora de Artes e Desenho Livre Arte-educadora com mais de 30 anos de experiência, ministra oficinas de desenho, pintura e expressão plástica para públicos de todas as idades.Maria José Brandão – Professora de Bordado Manual Artesã tradicional com mais de 60 anos de prática, transmite saberes ancestrais do bordado livre para crianças, jovens e idosos.Lourdes Maria Ribeiro – Professora de Crochê Mestra do saber tradicional, com mais de 70 anos de idade, ensina crochê criativo e técnicas herdadas de geração em geração.Naziane de Macedo Costa – Professora de Costura e Modelagem Costureira há mais de 20 anos, atua na formação de mulheres e jovens em costura criativa, com foco na valorização da estética afro-brasileira.Anderson Claiton dos Santos – Professor de Pintura Artista visual autodidata especializado em desenho realista e técnicas mistas. Atua com jovens em situação de vulnerabilidade promovendo acesso à arte como linguagem e renda.Tarciso Aquino Felício – Professor de Sonoplastia e Videomaker Músico, sonoplasta, guitarrista e técnico de estúdio. Responsável pela formação de jovens e adultos em gravação, edição de som e produção audiovisual.Henrique Ricardo de Camargo – Professor de Cultura Digital 50+ Agente Cultura Viva, ator, bailarino e educador. Coordena projetos de inclusão digital voltados a pessoas acima de 50 anos, com foco em alfabetização tecnológica e uso consciente das redes.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.