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O projeto propõe a concepção e produção do livro VILA DE BIRIBIRI: 150 ANOS DE HISTÓRIA E MEMÓRIA FABRIL, que reunirá pesquisa documental, registros fotográficos e relatos de ex-moradores e trabalhadores da histórica vila operária de Diamantina. A publicação abordará o contexto social, cultural e arquitetônico do conjunto tombado, ressaltando seu papel na industrialização mineira e na formação do patrimônio imaterial da região. Com tiragem de 2.000 exemplares, versão digital e audiobook acessível, busca promover valorização da memória coletiva.
SINOPSE DO LIVRO O livro VILA DE BIRIBIRI: 150 ANOS DE HISTÓRIA E MEMÓRIA FABRIL propõe uma imersão nas origens, na vida cotidiana e nas transformações da histórica vila operária de Biribiri, localizada a 12 km de Diamantina (MG). Fundada em 1876 por Dom João Antônio dos Santos e sua família, a vila nasceu da implantação de uma das primeiras fábricas de tecidos de Minas Gerais, constituindo um marco do processo de industrialização no estado e da formação de comunidades de trabalho no interior do Brasil. A publicação reúne pesquisa documental e iconográfica, entrevistas com ex-moradores e operárias, e registros fotográficos contemporâneos, compondo uma narrativa que atravessa 150 anos de história. A obra resgata as experiências humanas, a religiosidade, o cotidiano e as transformações sociais e arquitetônicas do lugar, um território em que o som das máquinas têxteis se misturava às manifestações culturais e às relações de solidariedade que moldaram a vida de seus habitantes. Estruturada em quatro partes, Linha do tempo, O lugar, Memória fabril e as pessoas. A publicação traça um percurso que vai da fundação da fábrica e sua vinculação à Igreja Católica, passando pela presença das famílias fundadoras e pelos ciclos de crescimento, fechamento e reocupação do espaço, até chegar ao tempo presente, marcado pela luta dos moradores pela preservação do patrimônio. A dimensão visual ocupa papel central na obra, que combina imagens históricas e registros atuais da vila, suas casas, maquinários e paisagens. O design gráfico, assinado pelo estúdio Cosmopolíticas editoriais, valoriza a materialidade do livro como objeto cultural e instrumento de preservação da memória. Mais do que um registro histórico, o livro é uma celebração da cultura mineira e de suas formas de resistência, revelando a interdependência entre o espaço, o trabalho e a vida comunitária. Ao destacar o protagonismo das mulheres na antiga fábrica e a força simbólica da paisagem de Biribiri, hoje tombada como patrimônio estadual e situada dentro do Parque Estadual de Biribiri, a obra transforma-se em testemunho da permanência da memória coletiva e da vitalidade das tradições locais. Com tiragem de 2.000 exemplares, além de versões em e-book e audiobook com audiodescrição de imagens, o projeto democratiza o acesso ao conhecimento e reafirma o papel da cultura como ferramenta de reflexão e cidadania. O livro busca sensibilizar o público para a importância da preservação do patrimônio material e imaterial, promovendo um diálogo entre passado e presente, e reafirmando o valor da história de Biribiri como parte essencial da identidade cultural brasileira. Classificação indicativa: Livre para todos os públicos.Acesso: Gratuito e comercial, conforme regras da Instrução Normativa vigente.
OBJETIVO PRINCIPAL Conceber, produzir e disponibilizar o livro VILA DE BIRIBIRI: 150 ANOS DE HISTÓRIA E MEMÓRIA FABRIL, reunindo pesquisa documental, entrevistas e registros fotográficos para valorizar o patrimônio histórico, arquitetônico e imaterial da vila operária de Biribiri (Diamantina/MG), patrimônio tombado pelo IEPHA/MG), fortalecendo a educação patrimonial e a memória coletiva vinculada à experiência fabril e à vida comunitária local. PRODUTO PRINCIPAL: LIVROOBJETIVOS ESPECÍFICOS a. Produzir e editar 1 (um) livro impresso, com formato 23,5 × 31 cm, capa dura e miolo 174 páginas (4×4 cores), com acabamento especificado;b. Realizar a publicação com tiragem de 2.000 (mil) cópias a serem distribuídas da seguinte maneira:- 10% da tiragem (200 unidades) a ser distribuída de maneira gratuita promocional por patrocinador(es);- 10% da tiragem (200 unidades) a ser distribuída de maneira gratuita em ações de divulgação;- 20% da tiragem (400 unidades) a ser distribuída de maneira gratuita com caráter social ou educativo (incluindo previsões do Art. 46 e 47 da IN MINC 23.2025);- 20% da tiragem (400 unidades) a ser comercializada a preço máximo de R$ 50,00 (cinquenta Reais);- 40% da tiragem (800 unidades) a ser comercializada a preço máximo de R$ 100,00 (cem Reais), dentro das previsões legais. a. Viabilizar, durante o período de 12 (doze) meses todas as etapas de execução do projeto que irão viabilizar a execução integral de todas as metas, oferecendo ao público uma tiragem de 2.000 livros; b. Publicar o livro proposto em 03 (três) diferentes formatos (livro, e-book e audiolivro), tornando-o amplamente acessível ao público e fortalecendo a reflexão sobre a temática abordada. c. Realizar, por meio de recursos próprios, 1 (um) encontro gratuito onde será realizado o lançamento do livro junto à comunidade. PRODUTO: CONTRAPARTIDA SOCIAL a. Oferecer a título de contrapartida social do projeto: - 8 (oito) atividades lúdicas de 60 a 80 minutos que trabalhará temática relacionada ao conceito do projeto. A atividade voltada para alunos da rede pública de ensino das cidades de Diamantina, beneficiando um total de 200 alunos (média de 25 em cada); b. Oferecer em todas as atividades um profissional especializado para tradução em libras em todas as atividades, garantindo acessibilidade às ações de contrapartida social. OBJETIVOS COMPLEMENTARES c. Distribuir a obra literária de forma abrangente, em livrarias, bibliotecas, plataformas online e outros meios, promovendo a difusão da temática do produto proposto e cooperando com a preservação da memória e da cultura; d. Promover a leitura e disseminação da obra por meio da disseminação da obra em diferentes formatos, com capacidade de incentivar o engajamento do público leitor e valorizando a cultura e a memória brasileira; e. Implementar estratégias de comunicação, incluindo divulgação online e tradicional, com contratação de equipe especializada, no intuito de promover a obra literária e a história da Vila de Biribiri; f. Registrar a história da Vila de Biribiri, importante reduto mineiro, reunindo pesquisa documental, entrevistas e registro fotográfico para narrar a formação da vila operária, a fábrica de tecidos e as memórias de trabalhadores e moradores.
A cultura mineira é marcada por um tecido histórico e simbólico de rara densidade, onde a fé, o trabalho e o território se entrelaçam na construção de identidades que atravessam séculos. Nesse cenário, a Vila de Biribiri ocupa lugar de destaque como expressão singular da industrialização nascente, da religiosidade popular e das formas de sociabilidade que moldaram a região do Alto Jequitinhonha. Ao longo de quase cento e cinquenta anos, a vila preserva uma memória viva que articula arquitetura, paisagem natural e vida operária, revelando um capítulo essencial da história de Minas Gerais e do Brasil. A celebração de seu sesquicentenário em 2026 representa uma oportunidade histórica para sistematizar e difundir esse patrimônio reconhecido por meio de tombamento do IEPHA | MG, promovendo uma leitura contemporânea sobre o valor cultural, social e ambiental de Biribiri. A proposta de publicação do livro VILA DE BIRIBIRI: 150 ANOS DE HISTÓRIA E MEMÓRIA FABRIL surge, portanto, como um instrumento de preservação e democratização da cultura mineira, reunindo pesquisa, documentação e narrativa literária para resgatar o percurso de um dos primeiros complexos fabris do Estado. A iniciativa contribui para a consolidação de uma memória coletiva plural, evidenciando a força de um território que resiste ao esquecimento por meio da ação comunitária, da fé e da arte. A produção editorial, ao abordar temas como o cotidiano operário, a presença feminina nas fábricas e a transformação do espaço urbano, amplia o entendimento sobre a cultura do trabalho e o patrimônio industrial, reafirmando o papel da cultura como meio de formação cidadã e desenvolvimento social. O interesse público do projeto se manifesta em múltiplas dimensões: educacional, patrimonial, social e simbólica. Ao registrar e difundir a história de Biribiri, o livro fortalece a consciência coletiva sobre a importância da preservação do patrimônio material e imaterial brasileiro, contribuindo para o reconhecimento da cultura como bem comum. A obra proporcionará aos leitores, estudantes e visitantes uma compreensão aprofundada da experiência fabril mineira, servindo como ferramenta de educação patrimonial e apoio pedagógico em escolas, museus e universidades. A relevância cultural do projeto reside na capacidade de unir pesquisa científica, narrativa sensível e compromisso com o território. A obra se integra à tradição de Minas Gerais em valorizar suas vilas e cidades históricas, mas amplia essa perspectiva ao dar protagonismo à memória operária, frequentemente invisibilizada nos registros oficiais. Biribiri simboliza o encontro entre o sagrado e o labor, entre a arte e a técnica, e sua história ilumina o processo de transformação social que moldou a cultura mineira. O impacto esperado extrapola os limites da publicação: o livro servirá de base para políticas de preservação, ações educativas e atividades turísticas, além de inspirar novas gerações a reconhecerem o patrimônio como elemento ativo de identidade e pertencimento. A combinação entre qualidade editorial, acessibilidade (com e-book e audiolivro com audiodescrição) e ações formativas (oficinas e rodas de conversa) garantirá um legado duradouro, tanto para a comunidade de Biribiri quanto para o público em geral. O projeto é amparado por uma equipe de alta competência técnica e reconhecida experiência, cuja atuação garante a solidez e o rigor da proposta. A proponente, Anielle Freitas faz parte de equipe que é referência nacional em preservação patrimonial, com dezenas de projetos realizados em Minas e no Brasil. E, para cumprimento de todas as metas e objetivos do projeto, se ampara de equipe competente. A coordenação editorial de Cyro Almeida, mestre em comunicação social e reconhecido produtor cultural, assegura qualidade curatorial e narrativa; enquanto Maria Vaz, doutoranda em artes visuais e produtora experiente, responde pela execução técnica e acompanhamento das etapas de produção. O projeto gráfico será desenvolvido pelo estúdio Cosmopolíticas editoriais, cuja atuação se destaca por um design comprometido com a diversidade cultural e a sensibilidade estética. Por fim, a equipe do projeto permitirá uma condução com alto padrão de transparência e execução. O prazo de execução de 12 (doze) meses foi planejado de modo equilibrado, garantindo o tempo adequado para as etapas de pesquisa, redação, edição, impressão e distribuição, respeitando o ritmo próprio de um trabalho que demanda profundidade e cuidado com o acervo documental. O equilíbrio financeiro do projeto foi estruturado de forma compatível com o padrão editorial proposto e com as práticas de mercado do setor cultural, assegurando a exequibilidade das metas e o cumprimento integral dos objetivos de democratização e acessibilidade. Assim, o projeto demonstra mérito cultural, relevância social e aderência integral às diretrizes da Lei Federal nº 8.313/1991, atendendo aos incisos I, II, III, IV, VI, VIII e IX do Art. 1º e aos incisos II-b do Art. 3º. Sua aprovação permitirá que um capítulo essencial da história mineira seja eternizado em uma obra de alta qualidade técnica, produzida com ética, sensibilidade e compromisso público, reafirmando o papel da cultura como meio de memória, inclusão e transformação social.
CONTRAPARTIDA SOCIAL | PLANO PEDAGÓGICO O projeto prevê a realização de atividade lúdica voltada para crianças e jovens da rede pública de ensino. A que aborda temática relacionada à construção conceitual e técnica do projeto que será direcionada a título de contrapartida sociocultural. Assim, dentro das previsões do item II do § 2º do artigo 49 da Instrução Normativa MINC nº 23/2025, a empresa proponente apresenta abaixo informações relacionadas ao perfil da atividade proposta, dando cumprimento às informações obrigatórias. 1) ATIVIDADE LÚDICA ● beneficiários do produto da proposta e forma de seleção Beneficiários: A atividade desenvolvida para ser oferecida a título de contrapartida tem como foco alunos (crianças e jovens) da rede pública de ensino da região de Diamantina | MG. Forma de seleção: A equipe do projeto entrará em contato com escolas da rede pública de ensino e buscará compreender interesse e direcionamento de turmas e faixa-etária de interesse das escolas. Com isso, após um processo pedagógico bem estruturado, a atividade será adequada ao público-alvo selecionado. Dessa maneira, em se tratando de atividade direcionada, a seleção se dará de maneira direta, sem a necessidade de qualquer tipo de inscrição. ● plano de execução contendo carga horária e conteúdo programático no caso de oficinas, de workshops e de outras atividades de curta duração; • Ação: Contrapartida Social• Tipo da atividade: Atividade Lúdica (Oficina)• Professor: A definir• Número de Atividades: 08 (oito) atividades que se dividirão na cidade de Diamantina | MG:• Público-Alvo: crianças e jovens, alunos de escola da rede pública da cidade de Diamantina | MG;• Faixa-etária: preferencialmente alunos acima de 07 a 18 anos, podendo ser realizadas adaptações pedagógicas para outras idades;• Número de alunos estimado por atividade: 25• Número total de alunos: 200• Conteúdo Programático: A metodologia adotada privilegia a participação ativa e o diálogo intergeracional, articulando memória oral, escuta ativa e práticas de sensibilização. As oficinas buscarão despertar nos participantes o interesse pela história de Biribiri e, ao mesmo tempo, ampliar a compreensão sobre o valor do patrimônio histórico e arquitetônico como elemento de identidade coletiva. O conteúdo será desenvolvido a partir de recursos visuais, trechos do livro e materiais complementares (reproduções fotográficas e narrativas curtas), permitindo aos alunos vivenciar a história do lugar de forma sensorial e significativa. Democratização: 100% gratuita;Acessibilidade: Intérprete de Libras em todas as atividades e, ainda, contratação de consultoria especializada para ampliação das ações de inclusão de público PcD. PLANO DE COMUNICAÇÃO O Plano de Comunicação do projeto visa agregar estratégias de divulgação bem adequadas e alinhadas, garantindo o fortalecimento da visibilidade da divulgação do livro principalmente em Minas Gerais, mas também nas mais diversas regiões do país, ampliando ao máximo o acesso do público em geral, de diferentes idades e classes sociais. Assim, com estratégias bem estruturadas no ambiente online e tradicional, o plano de comunicação seguirá de maneira a cooperar com o cumprimento de todos os objetivos e metas.
OBJETO PRINCIPALPRODUTO 1Tipo: LivroNome: Vila de Biribiri: 150 anos de história e memória fabrilProduto Principal: SimÁrea: Patrimônio CulturalSegmento: Arquitetura de reconhecido valor culturalTransmissão em canal aberto: Não ● Número de páginas: 174● Formato: 23,5 x 31,0 cm (fechado) | 47,0 x 31,0 cm (aberto)● Capa dura: revestimento em Masterblank Lino 135 g, impressão 4x0 cores, termolaminação fosca;● Guardas: papel Color Plus 180 g, impressão 4x4 cores;● Miolo: papel Offset 150 g, impressão 4x4 cores, com verniz base d’água fosco para proteção;● Acabamento: costurado e colado, lombada quadrada, shrink individual;● Encadernação: cadernos costurados, com qualidade de conservação e durabilidade museológica;● Elementos complementares: lâmina-folder com ficha técnica e texto curatorial de apresentação.
1. LIVRO (PRODUTO PRINCIPAL) a) ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: o item não se aplica por se tratar de publicação literária que terá a sua distribuição realizada de maneira direta. Porém, no encontro de lançamento do livro, ligado ao produto principal, se prevê a realização em espaço que possua adequação física à participação de público PcD; b) ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: produção e liberação de um audiolivro completo do VILA DE BIRIBIRI: 150 ANOS DE HISTÓRIA E MEMÓRIA FABRIL, promovendo uma experiência inclusiva e enriquecedora. c) ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: produção de versão do livro em e-book, de modo a permitir a utilização de aplicativos e programas de audiodescrição. d) ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: o produto gerado pelo projeto possui capacidade de cooperar com a formação intelectual. O livro é reconhecido como uma ferramenta importante no processo de alfabetização e no apoio ao desenvolvimento de deficientes intelectuais e, com isso, através de uma linguagem clara será capaz de cooperar com a quebra de barreiras relacionada ao acesso de público deficiente a produtos de alta qualidade. 2. ATIVIDADE LÚDICA (CONTRAPARTIDA SOCIAL) a) ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: realização de atividades em espaços com adequação física que permita a inclusão de pessoa com deficiência e idosos; b) ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: contratação de empresa especializada para adaptação e execução de medidas que permitam facilitar o acesso do deficiente visual ao conteúdo da atividade | vivência lúdica que será oferecida pelo projeto. c) ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: contratação de profissional intérprete em libras para todas as atividades; d) ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: contratação de empresa especializada para adaptação e execução de medidas voltadas a deficientes intelectuais.
1. LIVRO (PRODUTO PRINCIPAL) O projeto de publicação do livro VILA DE BIRIBIRI: 150 ANOS DE HISTÓRIA E MEMÓRIA FABRIL possui todas as suas previsões de execução realizadas em total conformidade com a legislação vigente, garantindo assim uma execução democrática e em completo alinhamento aos preceitos da Lei Federal de incentivo à Cultura. Assim, em atendimento a IN MINC 23.2025, o projeto prevê medidas e estratégias que visam democratizar amplamente o acesso, tais como: Art. 46 I – Oferecer 10% (dez por cento) da tiragem para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, considerando a proporcionalidade em relação a cota de patrocínio; II - Oferecer 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; III – Oferecer 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; e IV – Oferecer 20% (vinte por cento) da tiragem (400 unidades) para comercialização a R$ 50,00 (cinquenta Reais); IV - § 4º - Separadas as cotas previstas nos incisos I, II, III e IV, será realizada a comercialização de 40% (800 unidades) da tiragem a um valor máximo de R$ 100,00 (cem reais), respeitando as determinações legais. Art. 47 I – Oferecer a título de doação, para além das previsões do inciso II do Art. 47, um total de 10% (dez por cento) da tiragem do livro, ampliando para 20% o total do produto a ser distribuído gratuitamente; X – Oferecer o livro em formato de e-book e audiolivro para distribuição gratuita e irrestrita em ambiente online, ampliando o acesso e agregando medidas sugeridas pelo proponente para apreciação pela Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC). Dessa maneira, o projeto dá cumprimento, de maneira integral a todas as previsões aos Arts. 46 e 47 da IN MINC 23.2025 com um plano de em acordo com as previsões da Lei Federal, fortalecendo os interesses de beneficiar um público estimado pelo produto principal em 2.000 pessoas.2. ATIVIDADE LÚDICA (CONTRAPARTIDAS SOCIAIS) Em acordo com o artigo 49 da IN MINC 23.2025, a empresa proponente se compromete a oferecer gratuitamente, a título de contrapartida social, as seguintes atividades: a) 08 (oito) atividades lúdicas de 60 a 80 minutos que trabalhará temática relacionada ao conceito do projeto. A atividade voltada para alunos da rede pública de ensino das cidades de Diamantina | MG, beneficiando um total de 200 alunos, sendo média de 25 alunos em cada uma das atividades. Com previsão média de um mínimo de 200 (duzentas) crianças e adolescentes, alunos de escolas da rede pública, está previsto o acompanhamento pedagógico no desenvolvimento da atividade, fortalecendo o aprendizado dos participantes.
a) FUNÇÕES A SEREM EXERCIDAS PELO PROPONENTE (ANIELLE KELLY VILELA FREITAS | CPF: 014.727.366-80)- COORDENAÇÃO GERAL; b) DOCUMENTAÇÃO DE EQUIPE ANIELLE KELLY VILELA FREITASCOORDENAÇÃO GERAL Anielle Kelly Vilela de Freitas é arquiteta e urbanista formada pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e mestre em Ambiente Construído e Patrimônio Sustentável pela mesma instituição, com pesquisa voltada à paisagem cultural minerária e à preservação de territórios atingidos por desastres ambientais. Especialista em conservação e restauro pela Università degli Studi di Roma La Sapienza, consolidou trajetória técnica e acadêmica voltada à proteção, difusão e requalificação do patrimônio cultural brasileiro.Como sócia da Paspartu Arquitetura e Restauro, coordena projetos contratados por instituições como o IPHAN, Funarte, BDMG e prefeituras mineiras, destacando-se em trabalhos de restauro das fortalezas históricas de Santa Catarina, do Solar da Baronesa e Galpões Lulu Librandi (SP) e do Eixo Cultural Ibero-Americano (DF). Também atuou em diagnósticos para bens culturais da AngloGold, projetos de requalificação de imóveis tombados em Belo Horizonte e na digitalização do acervo do CCBB Brasília. É membro do ICOMOS-Brasil e representante do CAU-MG na Câmara Temática de Patrimônio do CAU-BR, além de autora do Dossiê de Tombamento de Bento Rodrigues (2017–2019). Ex-professora do curso de Arquitetura e Urbanismo da Rede Doctum, Anielle alia rigor técnico, pesquisa e sensibilidade social, fortalecendo o diálogo entre arquitetura, memória e sustentabilidade cultural. CYRO AUGUSTO GOMES DE ALMEIDA (CPF: 007.079.736-60)COORDENAÇÃO EDITORIAL Cyro Almeida (Araxá-MG, 1984) é artista, produtor cultural, professor e mestre em comunicação social. Atua na produção de exposições e edição de livros para artistas e instituições. Pelo mérito cultural como técnico da arte recebeu o BH Premiação Agentes Culturais, oferecido pela Secretaria Municipal de Cultura de Belo Horizonte por meio da Política Nacional Aldir Blanc (2024). Elaborou e dirigiu projetos subvencionado por editais públicos em âmbito federal, estadual e municipal, e no setor privado junto ao programa Rumos Itaú Cultural. Professor do curso de pós-graduação Escrita Criativa, da PUC Minas, dedicando-se ao ensino de projetos autorais, produção editorial e implementação de propostas literárias com fomento cultural. Entre seus trabalhos recentes destacam-se a coordenação editorial do livro Cerâmica Saramenha (2024), do Mestre Leonardo Ricart; produção executiva do livro Samburá, de Fernando Piancastelli (2022); e produção executiva da exposição Pranteio, de Niura Bellavinha (2024), no Museu da Inconfidência, em Ouro Preto-MG. MARIA FIGUEIREDO VAZ (CPF: 099.536.816-35)PRODUÇÃO EXECUTIVA Maria Vaz é artista visual, pesquisadora, curadora e produtora cultural. É doutoranda e mestra em artes visuais pela EBA/UFMG. Foi indicada ao Prêmio PIPA 2023 e contemplada com o XVI Prêmio Funarte Marc Ferrez de Fotografia. Por meio do fomento cultural da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte (LEIC MG) e da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte (LMIC BH), atuou nos seguintes projetos: Produtora e editora de texto do Portal Revista Sagarana (2025); Coordenadora geral da exposição Tramontana (2025), de Maria Vaz e Marlon de Paula, no espaço cultural Fazendinha Dona Izabel, em Belo Horizonte. Produtora e curadora do Festival Tapume (2024 e 2025); Coordenadora editorial do livro Cerâmica Saramenha: escrituras da louça vidrada, do Mestre Leonardo Ricart; Curadora e produtora geral da exposição Vasto Sertão Gerais, o Cerrado de Minas, de Cezar Felix (2022), no MM Gerdau - Museu das Minas e do Metal, em Belo Horizonte, e nas cidades de Curvelo e Três Marias. COSMOPOLÍTICAS EDITORIAIS (CNPJ: 61.682.150/0001-17)PROJETO GRÁFICO E DIAGRAMAÇÃO Composto por Felipe Carnevalli, Paula Lobato e Bianca Perdigão, Cosmopolíticas editoriais é um estúdio gráfico-editorial que busca produzir espaços de encontro entre mundos através dos livros. Além de publicações próprias, desenvolvem projetos editoriais e de design gráfico em aliança com comunidades tradicionais, povos originários, instituições culturais e universidades. Realizam também pesquisas, exposições, oficinas e seminários sobre livros, publicações e design editorial em contextos independentes que ampliam vozes, pontos de vista, histórias e culturas marginalizadas pelo circuito hegemônico. Nos últimos anos, seus sócios realizaram projetos gráficos, entre outros, dos seguintes livros: Catálogo Mundos Indígenas (2020); Cosmologias da imagem (2021); Em memória das águas (2022); Vozes indígenas na produção do conhecimento (2022); TAIB: uma história do teatro (2023); Saberes dos matos Pataxó (2023); Cinemas da terra (2024); Catálogo Luiz Zerbini: Paisagens ruminadas (2024); Plano de gestão territorial e ambiental Maxakali (2925). ATRAVÉS GESTÃO CULTURAL LTDA. (CNPJ: 24.399.558/0001-50)GESTÃO FINANCEIRA A Através - Gestão cultural é uma empresa fundada em 2016, com foco no desenvolvimento, na produção, na gestão e na prestação de contas de projetos, além de consultorias para implementação de políticas, indicadores de análise e monitoramento, fundos e mecanismos de incentivo, dentre outras atividades. A empresa foi idealizada por Leonardo Beltrão, gestor cultural com histórico de atuação junto a instituições como Inhotim, Sesc Palladium, Nexo Investimento Social, Instituto Cultural Sérgio Magnani (Fundação Clóvis Salgado) e Secretaria Municipal de Cultura de BH - onde foi responsável pela gestão da Política Municipal de Fomento à Cultura, incluindo a Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte, o Fundo Municipal de Cultura e os demais editais da SMC. Alguns clientes e parceiros atuais: Fartura (BH e Tiradentes), A Macaco (BH), Sonastério (Nova Lima), Julia Branco (BH), Luiza Brina (BH), Modernos Eternos (BH), Dia de Rock (Juiz de Fora), Exposição "Vasto Sertão Gerais, o Cerrado de Minas (BH), Exposição "Metal Etéreo" (BH), Cerâmica Saramenha (Divinópolis), Lugar de Mulher (BH), RB Produções (Varginha), Sonastério (Nova Lima), Coletivo Laço (BH), Gruta! (BH), Lorenzo (Divinópolis), Cingulado produções (São Paulo), Pira Cultural (BH), Nexo Investimento Social (BH), Prosas (BH e SP) e Feira Preta (SP).
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.