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PRONAC 2512220Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Cortejo de ogum 2026

ASSOCIACAO CULTURAL ESPORTIVA SOCIAL E PROFISSIONAL
Solicitado
R$ 1,84 mi
Aprovado
R$ 1,84 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação Música Popular Cantada
Enquadramento
Artigo 26
Tipologia
Festival, bienal, festa ou Feira
Ano
25

Localização e período

UF principal
DF
Município
Brasília
Início
2026-01-01
Término
2026-05-31
Locais de realização (1)
Brasília Distrito Federal

Resumo

O projeto Cortejo de Ogum 2026 propõe a realização de atividades culturais e religiosas de matriz africana no Distrito Federal. A programação inclui cortejo, oficinas formativas, apresentações culturais, feira de economia criativa e atendimentos sociais. Serão contratados profissionais, grupos culturais e prestadores de serviço. As ações ocorrerão em espaços públicos e comunitários, com acesso gratuito. A proposta segue os marcos legais e diretrizes federais de fomento à cultura.

Sinopse

O Cortejo de Ogum 2026 é uma obra cultural multidisciplinar que celebra, por meio da arte e da ancestralidade, a força simbólica e espiritual do orixá Ogum. A proposta articula um conjunto integrado de ações formativas, artísticas, comunitárias e espirituais, promovendo a valorização da cultura afro-brasileira, o fortalecimento dos povos de terreiro e o reconhecimento dos saberes tradicionais como patrimônio imaterial da nação. Com base em experiências acumuladas ao longo de mais de uma década, o projeto se estrutura em etapas sucessivas de pré-produção, realização e sistematização, envolvendo diretamente artistas, mestres e mestras, juventudes negras, mulheres de matriz africana e coletivos culturais do Distrito Federal e entorno.A obra tem como ponto culminante o tradicional Cortejo de Ogum, manifestação pública e performática realizada nas ruas do Gama/DF, reunindo centenas de pessoas em um desfile cultural que incorpora música, dança, rituais, trajes sagrados e expressões artísticas inspiradas nos valores civilizatórios afro-brasileiros. O cortejo é acompanhado por apresentações de grupos de maracatu, afoxé, congada, capoeira, samba de roda e tambor de crioula, em diálogo com os terreiros e comunidades que integram sua organização. É um momento de ocupação simbólica e política dos espaços urbanos, promovendo identidade, resistência e espiritualidade no espaço público.Complementarmente ao cortejo, o projeto desenvolve uma série de atividades programáticas distribuídas ao longo de três meses, com destaque para:Oficinas formativas voltadas à percussão,saberes ancestrais e produção cultural;Rodas de conversa e vivências sobre racismo religioso, políticas públicas de cultura, oralidade e patrimônio;Feira Afro Empreendedora e Solidária, com foco na geração de renda, estética afro-brasileira e economia comunitária;Apresentações culturais e artísticas com artistas locais e mestres de tradição;Exposição e instalação artística em homenagem a Ogum, com símbolos, estandartes e elementos sagrados;Registro audiovisual, produzindo memória, difusão e legado educativo da experiência;Medidas de acessibilidade e inclusão, como intérpretes de Libras, audiodescrição, materiais acessíveis.Todas as ações são gratuitas, acessíveis e orientadas pela inclusão social, diversidade étnico-racial, sustentabilidade ambiental e fortalecimento dos vínculos comunitários. O projeto promove, assim, a articulação entre cultura, espiritualidade, arte e cidadania, contribuindo para a superação do racismo, a valorização dos territórios tradicionais e o acesso democrático à produção simbólica afro-brasileira.Ao integrar diferentes linguagens artísticas e promover ações de formação, difusão e memória, o Cortejo de Ogum 2026 configura-se como uma obra de relevante interesse público, alinhada às diretrizes do PRONAC, e como uma contribuição potente à construção de políticas culturais inclusivas, representativas e comprometidas com a justiça social.

Objetivos

Realizar o Cortejo de Ogum 2026 com a finalidade de promover ações culturais, formativas, sociais e religiosas ligadas às tradições de matriz africana no Distrito Federal, contribuindo para a valorização e fortalecimento dos povos de terreiro e comunidades negras. O projeto prevê a realização de cortejo público, oficinas, apresentações artísticas, feira de economia criativa e ações de atendimento social, envolvendo profissionais da cultura, mestres tradicionais, artistas e empreendedores locais. As atividades serão desenvolvidas em espaços acessíveis à população, promovendo a participação da sociedade civil e o reconhecimento das expressões culturais afro-brasileiras como parte integrante do patrimônio cultural nacional. O principal resultado esperado é a ampliação do acesso à cultura, o fortalecimento das identidades tradicionais e a geração de oportunidades de trabalho e renda, em conformidade com os objetivos da política nacional de incentivo à cultura estabelecida pela Lei nº 8.313/1991.OBJETIVO ESPECÍFICOS:O projeto Cortejo de Ogum 2026 tem como objetivo realizar um festival cultural descentralizado, gratuito e acessível, que integre ações de difusão cultural, formação artística, valorização da religiosidade afro-brasileira, afroempreendedorismo e inclusão social em três territórios estratégicos do Distrito Federal: Gama, Riacho Fundo II e Recanto das Emas.A iniciativa estrutura um circuito cultural e comunitário com atividades artísticas, formativas e empreendedoras, conectando expressões culturais afro-brasileiras e saberes ancestrais às demandas e potências dos territórios populares. O projeto busca democratizar o acesso à cultura, fortalecer redes comunitárias e estimular geração de renda e valorização identitária, ampliando a presença das manifestações tradicionais afro-brasileiras no espaço público. Produto Principal: Festival / Festa / Feira (Somente Estrutura)Implantar infraestrutura completa e acessível para viabilizar a realização da programação cultural nos três territórios, incluindo palco, iluminação, sonorização, tendas, camarins, gradis de proteção, banheiros químicos, sinalização acessível, áreas de convivência e apoio logístico. Essa estrutura garantirá acessibilidade universal, segurança, conforto e condições técnicas adequadas para as ações culturais e comunitárias. Produto Secundário: Apresentação MusicalPromover 24 apresentações musicais públicas e gratuitas (06 por território), com a participação de grupos afro-brasileiros locais e nacionais, incluindo afoxés, blocos afro, bandas percussivas, maracatus e grupos de matriz africana. As apresentações ocorrerão no palco principal e em cortejos musicais, valorizando expressões tradicionais, promovendo intercâmbio cultural e fortalecendo identidades afro-brasileiras no espaço urbano. Público estimado: 1.500 pessoas. Produto Secundário: Curso / OficinasDesenvolver ações formativas, comunitárias e de fomento à economia criativa, articuladas em quatro eixos:Oficinas Formativas: 09 oficinas (03 por território) sobre danças sagradas, percussão e saberes ancestrais, com mínimo de 15 participantes por oficina e certificação.Rodas de Saberes: encontros com mestres e mestras tradicionais para transmissão de saberes afro-brasileiros, religiosidade, identidade e ancestralidade.Feiras de Afroempreendedorismo: 04 edições com duração de 2 dias cada, reunindo pelo menos 15 expositores por feira, priorizando empreendedores negros, mães e jovens de terreiro.Atendimento Social Integrado: articulação com redes públicas e comunitárias para oferta de serviços de saúde integrativa, cidadania, documentação e direitos sociais.Essas ações visam fortalecer redes comunitárias, estimular a geração de renda, promover formação artística e cultural e valorizar saberes tradicionais. METAS ASSOCIADASMeta 1: Implantar a estrutura física e técnica necessária para a realização de um festival multicultural gratuito nos três territórios previstos.Meta 2: Realizar 24 apresentações musicais de grupos afro-brasileiros locais e nacionais (06 por território), com cortejos e shows em palco.Meta 3: Executar 09 oficinas formativas (03 por território) com temáticas de danças sagradas, percussão e saberes ancestrais, com participação mínima de 15 pessoas por oficina e emissão de certificado.Meta 4: Realizar 04 feiras de afroempreendedorismo, com duração de 02 dias cada, reunindo ao menos 15 expositores por edição.Meta 5: Promover rodas de saberes tradicionais e atendimentos sociais integrados em cada território, articulando cultura, cidadania e religiosidade.Meta 6: Mobilizar no mínimo 1.500 pessoas ao longo da programação cultural, garantindo acesso gratuito e medidas de acessibilidade. LOCAIS DE REALIZAÇÃOGama: Sede da Associação (Ponte Alta Norte), Galpãozinho e Estacionamento do Estádio da cidade.Riacho Fundo II: Estacionamento do Restaurante Comunitário, Feira Permanente, Administração Regional e terreiros locais.Recanto das Emas: Centro Comunitário, Escolas e Estacionamento do Shopping do Recanto das Emas.Os locais foram selecionados considerando a forte presença de comunidades tradicionais de terreiro, carência de políticas públicas culturais e potencial de articulação com lideranças comunitárias, garantindo descentralização territorial, acesso democrático e maior impacto social.PLANO DE DISTRIBUIÇÃO:Todas as ações do projeto serão gratuitas e abertas ao público, com priorização de pessoas em situação de vulnerabilidade social e pertencentes às comunidades de terreiro, juventudes negras, mulheres e população LGBTQIAPN+ dos territórios envolvidos.As atividades serão realizadas em espaços públicos acessíveis ou cedidos por parceiros institucionais e comunitários. A estrutura dos eventos inclui recursos de acessibilidade física e comunicacional, como intérprete de Libras, banheiros acessíveis, entre outros.O acesso à programação será amplamente divulgado por meios físicos e digitais: rádios comunitárias, redes sociais, escolas, templos religiosos, centros culturais, com linguagem direta e acessível.Os produtos e conteúdos resultantes do projeto, como vídeos, registros fotográficos, cartilhas e materiais audiovisuais, serão distribuídos em formato digital, com acesso livre, e parte em formato físico para bibliotecas comunitárias, escolas públicas e centros culturais.Serão adotadas medidas sustentáveis, como o uso de materiais recicláveis nas estruturas e incentivo ao descarte correto de resíduos durante os eventos, promovendo também a educação ambiental integrada à cultura.O desenvolvimento das ações será acompanhado por um plano de monitoramento e avaliação participativa, com o envolvimento das lideranças comunitárias, coletivos parceiros e representantes das comunidades beneficiadas. A equipe técnica do projeto atuará em articulação direta com instituições públicas de cultura, assistência social e direitos humanos para garantir que os impactos culturais, sociais e econômicos sejam documentados e multiplicados em outras iniciativas.

Justificativa

O projeto Cortejo de Ogum 2026 justifica-se pela relevância sociocultural de promover, valorizar e fortalecer as expressões culturais e religiosas de matriz africana no Distrito Federal, especialmente nos territórios periféricos e de presença significativa de comunidades tradicionais de terreiro. A proposta surge da necessidade de reconhecimento público dessas manifestações como parte integrante do patrimônio cultural brasileiro e da urgência em enfrentar os efeitos do racismo religioso, da exclusão territorial e da desigualdade de acesso aos meios de produção e fruição cultural.As comunidades de terreiro no Distrito Federal exercem papel histórico como espaços de acolhimento, resistência e produção de conhecimento. No entanto, essas mesmas comunidades continuam enfrentando a invisibilidade institucional e o apagamento de suas práticas culturais. Diante desse cenário, o Cortejo de Ogum se estrutura como uma estratégia de fortalecimento identitário, geração de oportunidades econômicas e articulação de políticas públicas intersetoriais, especialmente nos territórios do Gama, Riacho Fundo 2 e Recanto das Emas.O uso de recursos públicos por meio do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais se faz necessário para assegurar a gratuidade, a acessibilidade universal e a ampla participação popular em todas as ações propostas. A viabilização do projeto por meio do incentivo fiscal permitirá a contratação de artistas, técnicos, oficineiros e empreendedores culturais de comunidades locais, promovendo a descentralização dos investimentos culturais e a democratização dos bens culturais, conforme prevê a legislação federal de fomento à cultura.Nesse sentido, a proposta se enquadra nos seguintes dispositivos da Lei nº 8.313/1991:Enquadramento no Art. 1º da Lei nº 8.313/91O projeto se insere nos seguintes objetivos do Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac):Art. 1º. São objetivos do Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac): II _ apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e seus respectivos criadores; III _ preservar o patrimônio cultural material e imaterial; V _ promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; VI _ apoiar o intercâmbio cultural entre as diversas regiões do País e deste com o exterior; VII _ estimular o mecenato e ampliar o investimento de recursos privados em cultura por meio de incentivos fiscais.Enquadramento no Art. 3º da Lei nº 8.313/91A proposta visa alcançar os seguintes objetivos descritos no artigo 3º:Art. 3º. Constituem objetivos dos incentivos previstos nesta Lei, mediante o apoio a projetos culturais que:I _ contribuam para facilitar, a todos, o acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III _ estimulem a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; V _ preservem os modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira.A realização do Cortejo de Ogum 2026 permitirá a mobilização de artistas, grupos tradicionais, lideranças religiosas, empreendedores e juventudes periféricas em torno de ações culturais gratuitas e acessíveis. A programação contempla cortejo público, oficinas de formação, rodas de saberes, apresentações culturais, feiras de afroempreendedorismo e ações sociais integradas, assegurando o impacto social, cultural e econômico do projeto.Portanto, o apoio via incentivo fiscal é fundamental para garantir a sustentabilidade da iniciativa, o respeito à diversidade cultural e o cumprimento da função social da cultura, nos termos da Constituição Federal e da Lei nº 8.313/1991. O projeto contribui diretamente para a ampliação do acesso à cultura, a valorização de saberes tradicionais e a construção de uma sociedade mais justa, plural e democrática.

Especificação técnica

1. Publicação Impressa – Cartilha Cultural "Ogum Caminha Conosco"Descrição: Cartilha institucional e pedagógica contendo registros do projeto, entrevistas com mestres de tradição, fotografias do cortejo, oficinas e apresentações, textos explicativos sobre o orixá Ogum e os valores civilizatórios afro-brasileiros.Formato: A4 (21 cm x 29,7 cm)Paginação: 20 páginasTiragem: 500 exemplaresCapa:Papel couchê fosco 250gImpressão colorida 4x0Laminação fosca e verniz localizadoMiolo:Papel couchê fosco 150gImpressão colorida 4x4Diagramado com imagens em alta resoluçãoAcabamento: Lombada quadrada, encadernação com cola PURFinalidade: Distribuição gratuita em escolas, centros culturais, bibliotecas, instituições públicas e terreiros parceirosVersão Digital Acessível: PDF com audiodescrição textual de imagens, compatível com leitores de tela2. Cortejo Cultural de Rua – Cortejo de OgumTipo de Apresentação: Espetáculo de rua, com elementos de performance, música ao vivo, dança e rituaisParticipantes: Grupos de afoxé, maracatu, capoeira, tambor de crioula, congada, samba de roda, terreiros de Candomblé e UmbandaCaracterística Musical:Instrumental: Tambores (atabaques, agogôs, alfaias), berimbaus, xequerês, com base nos toques de OgumCantada: Cânticos tradicionais em iorubá e portuguêsRegional: Linguagens do Centro-Oeste com influência afro-indígena, performances afro centradasDuração estimada: 6 horasRoteiro do cortejo: Carreata performática em via pública, com paradas para saudações, apresentações e rituaisElementos cênicos: Estandartes, altares de Ogum, figurinos tradicionais e cenografia ritualística3. Oficinas FormativasModalidades:Percussão afro-brasileira: tambores ,berimbau e xequerêSaberes ancestrais:ervas medicinais ,chás,tinturas e xaropes Dança afro-brasileiras: tambor de crioula,danças dos orixás e samba de roda;Duração de cada oficina: 20 horasPúblico-alvo: Crianças, Jovens, mulheres negras, integrantes de terreiros, artistas locaisMaterial Didático: cartilhas impressas, kits individuais de materiais (ex: agulhas, linhas, instrumentos de percussão leve)Local: Espaço comunitário ou centro cultural parceiro4. Feira Afro Empreendedora e SolidáriaFormato: Estrutura de feira com tendasNúmero de expositores: até 30 empreendedores e coletivos afrocentradosProdutos ofertados: Gastronomia ancestral, roupas afro, cosméticos naturais, literatura negra, instrumentos sagradosEstrutura:Tendas (10x10 e 6x6)IluminaçãoSistema de som ambienteEspaço para apresentações culturais paralelasAcessibilidade: comunicação visual, intérprete de Libras e audiodescrição em atividades públicas5. Exposição “Ogum em Caminhos e Ferramentas”Tipo: Exposição itinerante com painéis e instalação artísticaItens expostos:Ferramentas simbólicas de Ogum (espadas, ferragens, folhas sagradas)Fotografias dos cortejos anterioresDepoimentos de mestres e mestrasMaterial:Totens (diversos)Painéis com adesivos vinílicos, QR Codes para conteúdos digitaisIluminação com refletores LED portáteisInstalação cenográfica: Altar coletivo com objetos sagrados e elementos simbólicos de Ogum6. Produtos de AcessibilidadeIntérpretes de Libras: Disponíveis nas rodas de conversa, cortejo e apresentações artísticasAudiodescrição: Aplicada nas exposições e nas atividades Materiais com fonte ampliada e contraste visual: Para pessoas com baixa visão7. Kit de Identidade Visual e ComunicaçãoElementos:Banners institucionais e informativos (1x2m e 2x3m)Camisetas de equipeAdesivos, folders e ecobags para distribuiçãoPosts para redes sociais com identidade visual padronizadaMaterial: Impressão digital em lona, vinil adesivo e algodão

Acessibilidade

ACESSIBILIDADE:A acessibilidade no projeto Cortejo de Ogum 2026 será considerada de forma transversal, presente em todas as fases do planejamento, execução e avaliação. A proposta está alinhada ao disposto no artigo 1º da Lei nº 8.313/1991, que estabelece como um de seus objetivos o respeito à diversidade cultural, a promoção da cidadania e a democratização do acesso aos bens culturais. Assim, o projeto propõe um conjunto de medidas que visam garantir acessibilidade arquitetônica, comunicacional, de conteúdo e de divulgação, promovendo a participação de pessoas com deficiência, mobilidade reduzida e demais grupos em situação de vulnerabilidade. ASPECTO ARQUITETÔNICOAs ações do projeto ocorreram em praças públicas, espaços culturais comunitários e terreiros parceiros, localizados nas regiões administrativas do Gama, Riacho Fundo 2 e Recanto das Emas. O mapeamento dos locais inclui critérios de acessibilidade arquitetônica, considerando deslocamento, sinalização, infraestrutura e apoio à permanência com segurança e autonomia.MEDIDAS PREVISTAS:Mapeamento técnico dos espaços para verificar e adaptar as condições de acessibilidade (rampas, pisos regulares, sanitários adaptados, acessos amplos).Instalação de rampas móveis e plataformas niveladoras em locais com desníveis ou barreiras temporárias, como palcos ou feiras.Montagem de banheiros químicos acessíveis em eventos abertos, devidamente sinalizados e em locais de fácil acesso.Organização de áreas de público com assentos preferenciais, espaços reservados para cadeirantes e acompanhantes, com visibilidade para as atividades culturais e cortejo.Estruturação de zonas de apoio, com tenda de acolhimento e equipe treinada para receber e orientar pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida.ASPECTO COMUNICACIONAL E DE CONTEÚDOA acessibilidade comunicacional e de conteúdo será incorporada nas ações formativas, artísticas e sociais, respeitando as diferentes formas de percepção, compreensão e expressão. O projeto busca ampliar o acesso a conteúdos que envolvem oralidade, religiosidade, estética afro-brasileira e práticas tradicionais.MEDIDAS PREVISTAS:Presença de intérpretes de Libras em oficinas, rodas de conversa, feiras e apresentações culturais. Esses profissionais atuarão desde a abertura oficial até as atividades artísticas e educativas.Produção de conteúdo audiovisual com legendas e audiodescrição, especialmente nos registros de apresentações, vídeos formativos e peças institucionais.Adaptação de materiais gráficos e didáticos em formatos acessíveis, com fontes ampliadas, contraste elevado, linguagem direta e sinalização visual.Elaboração de materiais em fácil leitura, voltados para o público com deficiência intelectual, com foco em oficinas, programação e direitos culturais.Incentivo à participação de pessoas com deficiência como agentes culturais, seja como aprendizes, instrutores ou artistas convidados.Metodologia das oficinas adaptada para incluir diferentes níveis de autonomia, considerando tempo estendido para execução de tarefas, dinâmicas táteis e materiais alternativos.Criação de experiências sensoriais e interativas em parte das oficinas, promovendo a comunicação não verbal e corporal como linguagem cultural, especialmente relevante em tradições de matriz africana.Sensibilização de artistas e educadores envolvidos para aplicação de práticas pedagógicas acessíveis, com base em princípios da educação inclusiva.ASPECTO DE COMUNICAÇÃO E DIVULGAÇÃO ACESSÍVEISO projeto adota um plano de comunicação multicanal e inclusivo, voltado à ampla divulgação da programação cultural em formatos acessíveis, com linguagem simples e recursos visuais, auditivos e táteis que dialoguem com o território.MEDIDAS PREVISTAS:Produção de material gráfico impresso com fontes ampliadas e alto contraste, distribuído em equipamentos públicos (CRAS, escolas, postos de saúde), terreiros e organizações comunitárias.Peças digitais com descrição de imagem (texto alternativo) e vídeos com legenda e Libras em redes sociais, site e canais de parceiros.Spots de rádio e carros de som, com linguagem acessível, voltados para alcançar populações com baixo letramento ou sem acesso à internet, especialmente em regiões periféricas.Sinalização dos eventos com pictogramas universais, placas com tamanho adequado e localização estratégica para facilitar o entendimento do público em geral.Produção de vídeos promocionais com audiodescrição e legenda, que poderão ser veiculados antes dos eventos nas redes.Criação de uma central de comunicação acessível, com atendimento via WhatsApp com mensagens de áudio, texto simplificado e orientação inclusiva.COMPROMISSO COM A INCLUSÃO E A EQUIDADE CULTURALA proposta de acessibilidade vai além do cumprimento legal. Está fundamentada no compromisso de respeito aos direitos culturais das pessoas com deficiência, como parte da diversidade que compõe o público-alvo do projeto. O Cortejo de Ogum 2026 parte do reconhecimento da pluralidade de saberes e experiências como base para uma cultura democrática, participativa e acessível.Assim, todas as ações terão como premissa a inclusão de públicos historicamente afastados da fruição cultural, com atenção à interseccionalidade entre deficiência, raça, gênero, território, classe e religiosidade. Será promovido o envolvimento ativo das comunidades locais na construção e validação das estratégias de acessibilidade, com escuta ativa e avaliação participativa.AVALIAÇÃO E MONITORAMENTO DA ACESSIBILIDADEAo longo do projeto, será implementado um plano de monitoramento de acessibilidade, com foco na escuta qualificada dos públicos e coleta de dados:Aplicação de questionários de satisfação acessíveis, com versões digitais e impressas.Realização de entrevistas e rodas de feedback com pessoas com deficiência, lideranças comunitárias e integrantes da equipe.Registro em relatório técnico das práticas aplicadas, barreiras enfrentadas e aprendizados para futuras ações culturais.Sistematização das ações acessíveis como parte da documentação final do projeto, contribuindo para a formação de um modelo replicável em outras iniciativas de cultura afro-brasileira.PARCERIAS E SUSTENTABILIDADE:O projeto buscará cooperação com instituições especializadas em acessibilidade cultural, como ONGs, universidades, coletivos de cultura inclusiva e conselhos de direitos. A intenção é fortalecer a sustentabilidade das ações inclusivas e construir uma base sólida de boas práticas a serem ampliadas em edições futuras.

Democratização do acesso

O projeto Cortejo de Ogum 2026 adota um conjunto de medidas de democratização de acesso com o objetivo de garantir ampla participação da população, especialmente de grupos historicamente excluídos das políticas culturais, como comunidades tradicionais de matriz africana, juventudes negras, mulheres, pessoas com deficiência, população de baixa renda e moradores de territórios periféricos. As ações estão alinhadas com os princípios do Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac) e seguem o disposto no Art. 28 da IN MinC nº 01/2023.As seguintes medidas de ampliação de acesso serão implementadas:Inciso I – Doação de 20% dos produtos resultantes da execução do projeto com caráter socialSerá garantida a doação de, no mínimo, 20% dos produtos culturais e pedagógicos resultantes do projeto, como publicações, cartilhas, materiais gráficos e audiovisuais. Esses produtos serão distribuídos gratuitamente para:Escolas públicas das regiões atendidas (Gama, Riacho Fundo II e Recanto das Emas);Terreiros e casas de matriz africana;Centros culturais comunitários e bibliotecas públicas;CRAS e associações locais.Essa ação visa contribuir para a formação cultural de base e o fortalecimento das práticas comunitárias e da memória cultural afro-brasileira.Inciso IV – Disponibilização na internet de registros audiovisuais das atividadesO projeto prevê a produção, edição e publicação online de vídeos com registros dos cortejos, oficinas, rodas de conversa, feiras e apresentações culturais. Os vídeos contarão com acessibilidade comunicacional (legenda, Libras e audiodescrição) e serão disponibilizados gratuitamente em plataformas digitais como YouTube, redes sociais e site institucional da proponente, com acesso aberto e livre compartilhamento. Essa medida amplia o alcance do projeto para públicos de outras regiões e permite acesso contínuo ao conteúdo, mesmo após o encerramento das atividades presenciais.Inciso VI – Realização de atividades paralelas gratuitasO projeto realizará um conjunto de atividades paralelas gratuitas, com função formativa, mobilizadora e social:Oficinas culturais e de saberes tradicionais, voltadas para juventudes, mulheres negras, artistas populares e lideranças comunitárias;Rodas de conversa sobre religiosidade afro-brasileira, direitos culturais e enfrentamento ao racismo religioso, abertas à comunidade;Exposição fotográfica e audiovisual itinerante, com imagens do cortejo e dos terreiros parceiros, montada em espaços públicos dos três territórios.Essas atividades paralelas complementam a ação principal, ampliando o caráter educativo e participativo do projeto, com entrada franca e acessibilidade garantida.Inciso X – Outras medidas sugeridas pelo proponenteComo medida complementar, o projeto propõe:Criação de um circuito cultural de base comunitária, envolvendo três regiões do DF, com foco na articulação de ações culturais regulares em parceria com terreiros, coletivos culturais e escolas públicas. A proposta visa gerar continuidade às ações após o término do projeto, criando uma rede sustentável de cultura e cidadania.Essa medida será implementada por meio de articulação com lideranças locais, construção de uma agenda colaborativa e estímulo à gestão cultural comunitária, fortalecendo a autonomia territorial no campo da cultura.Essas ações compõem o plano de democratização de acesso do projeto Cortejo de Ogum 2026, que reafirma seu compromisso com a gratuidade, a inclusão e a valorização das culturas afro-brasileiras, em consonância com os princípios do Pronac, da Lei nº 8.313/1991 e das diretrizes de acessibilidade e equidade do Ministério da Cultura.

Ficha técnica

A Associação Cultural Esportiva Social e Profissional – ACESP, CNPJ nº 11.700.075/0001-00, localizada no SHPT Avenida Buriti, Chácara 04, Lote 01, Ponte Alta Norte – Gama/DF, é a proponente e executora do projeto Cortejo de Ogum 2026.A entidade é responsável pela gestão completa e direta do projeto, abrangendo todas as dimensões do processo decisório, incluindo as atividades de natureza artística, técnico-operacional, administrativa e financeira. Toda a articulação com fornecedores, prestadores de serviço, contratados e instituições parceiras será realizada de forma centralizada pela proponente, sem delegação de responsabilidades decisórias a terceiros, em total conformidade com as normas do mecanismo de incentivo fiscal.PRINCIPAIS PROFISSIONAIS ENVOLVIDOS:Alexsan Gomes de LimaFunção no projeto: Coordenador Geral e Gestor Técnico-Financeiro Currículo resumido: Presidente da ACESP, articulador cultural e gestor social com mais de 5 anos de atuação em projetos comunitários, culturais e educacionais no Distrito Federal, com foco em territórios de periferia e comunidades tradicionais de matriz africana. Atua na elaboração, captação, execução e prestação de contas de projetos culturais e sociais. É responsável pela coordenação técnica, articulação institucional, supervisão de equipe e gestão financeira do projeto.Daiane Leite de JesusFunção no projeto: Coordenadora de Produção e Mobilização Comunitária Currículo resumido: Produtora cultural, arte-educadora e mobilizadora social com mais de 3 anos de experiência em projetos comunitários e culturais no DF. Atua com juventude, cultura afro-brasileira, ações de base e formação cidadã. Responsável pelo planejamento e execução das atividades culturais nos territórios, interlocução com lideranças locais e supervisão logística.Outros profissionais contratados:Durante a fase de pré-produção, será formada uma equipe complementar, com profissionais da produção executiva, apoio logístico, fotografia, vídeo, intérpretes de Libras, oficineiros, artistas, segurança, limpeza e montagem de estruturas. Todos os profissionais serão contratados diretamente pela ACESP, por meio de processo transparente e com priorização de residentes nos territórios onde o projeto será realizado.Essa ficha técnica assegura que a condução do projeto respeita integralmente os critérios legais de responsabilidade direta do proponente, conforme previsto no Art. 2º da Instrução Normativa nº 01/2023 e nas diretrizes do Ministério da Cultura para uso do incentivo fiscal.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.