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Realizar oficinas culturais, rodas de saberes e uma mostra comunitária em territórios periféricos de Belo Horizonte, fortalecendo a cultura afro-brasileira e popular por meio de ações formativas gratuitas.O projeto inclui 12 oficinas de percussão, dança afro, artes visuais e oralidade, 3 rodas de saberes com mestres e educadores, uma mostra cultural pública e a produção de um documentário e catálogo digital gratuitos.
Documentário “Territórios de Esperança” Registro audiovisual (15 min) das ações formativas e culturais do projeto, destacando práticas educativas, depoimentos e vivências artísticas. Classificação: Livre.Catálogo Digital – “Boas Práticas de Cultura Viva” Publicação digital (PDF gratuito) com registros, depoimentos e orientações sobre educação popular e arte comunitária. Classificação: Livre.Mostra Cultural “Vilarejo de Esperança” Evento público de encerramento, com apresentações artísticas, feira de empreendedores, exposição de artes visuais e exibição do documentário. Classificação: Livre.Oficinas Formativas e Rodas de Saberes Ciclo educativo de 12 oficinas e 3 rodas, envolvendo mestres populares e jovens de comunidades periféricas. Classificação: Livre.
Objetivo GeralPromover o acesso à arte e à cultura afro-brasileira em comunidades de vulnerabilidade social, fortalecendo práticas educativas e criativas por meio da cultura viva comunitária.Objetivos Específicos Realizar 12 oficinas formativas em linguagens artísticas afro-brasileiras;Conduzir 3 rodas de saberes sobre ancestralidade e educação popular;Organizar 1 Mostra Cultural Comunitária de encerramento;Produzir 1 documentário de curta duração (15 min) com registro das atividades;Elaborar 1 catálogo digital de boas práticas e devolutiva às comunidades;Fortalecer o protagonismo da juventude periférica e redes locais de cultura viva.
O projeto "Cultura, Território e Natureza" utiliza o Mecanismo de Incentivo à Cultura (Lei nº 8.313/91) por se enquadrar nos princípios do Art. 1º da Lei Rouanet:I _ amplia o acesso da população às fontes da cultura, ofertando gratuitamente todas as atividades educativas e artísticas; II _ valoriza a regionalização da produção cultural, atuando em comunidades periféricas e tradicionais de Belo Horizonte e Região Metropolitana; III _ reconhece e difunde expressões afro-brasileiras, indígenas e populares vinculadas ao cuidado com o território e com o meio ambiente; IV _ assegura proteção e visibilidade a grupos que compõem a diversidade cultural brasileira, em especial povos de terreiro e coletivos culturais de base comunitária; V _ contribui para a preservação e valorização do patrimônio cultural e ambiental imaterial, fortalecendo vínculos entre natureza, ancestralidade e cultura.No que se refere ao Art. 3º, atende aos objetivos de: I(c) _ formação cultural e artística, por meio de oficinas, vivências e práticas integradas de educação popular; III(d) _ valorização das tradições culturais e populares brasileiras, articuladas ao cuidado ambiental e à sustentabilidade comunitária; IV(b) _ pesquisa e sistematização de saberes territoriais e ambientais; V(b) _ difusão de conteúdos culturais acessíveis ao público, por meio de produtos audiovisuais, rodas e ações educativas.A iniciativa integra arte, educação popular e cuidado ambiental como ferramentas de transformação social e fortalecimento comunitário. Ao promover a cultura como prática viva e educativa, o projeto estimula o pertencimento, o respeito à natureza e a consciência coletiva sobre o uso responsável dos recursos naturais.Nesse sentido, a proposta alinha-se aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS/ONU), especialmente:ODS 4 _ Educação de qualidade, ao promover processos formativos baseados em metodologias populares e saberes tradicionais;ODS 5 e 10 _ Igualdade de gênero e redução das desigualdades, ao valorizar o protagonismo feminino, afro-brasileiro e indígena;ODS 11 _ Cidades e comunidades sustentáveis, ao fortalecer territórios culturais e ecológicos de base comunitária;ODS 12 _ Consumo e produção responsáveis, por incentivar práticas criativas e produtivas de baixo impacto ambiental;ODS 13 _ Ação contra a mudança global do clima, ao difundir uma cultura de cuidado e responsabilidade socioambiental.A proposta emerge da atuação do Centro Nacional de Africanidade e Resistência Afro-Brasileira (CENARAB), reconhecido por suas ações formativas, culturais e ambientais que integram educação popular, cultura e sustentabilidade. A partir de práticas ancestrais e comunitárias, o projeto contribui para o fortalecimento de redes culturais e ambientais, consolidando a cultura como um instrumento de cidadania, autonomia e esperança.
O projeto “Territórios de Esperança” é uma iniciativa inédita de cultura viva afro-brasileira na periferia de Belo Horizonte, promovendo a arte como ferramenta de transformação social.A proposta consolida a Associação Vilarejo Esperançar como espaço de formação, criação e difusão cultural, fortalecendo a economia solidária, a igualdade racial e o protagonismo juvenil.Todos os produtos e atividades serão gratuitos, acessíveis e de livre circulação, reafirmando o direito à cultura como bem comum.
Documentário: 15 minutos, formato digital (Full HD), com legendas e audiodescrição;Catálogo Digital: 10 páginas, PDF acessível e distribuído gratuitamente;Mostra Cultural: evento presencial (1 dia, 8h de programação), com intérprete de Libras, palco, sonorização e exposições;Oficinas e Rodas: encontros presenciais (2h cada), em espaços com acessibilidade física.
Todos os eventos gratuitos e abertos ao público;Intérprete de Libras na Mostra Cultural e nas rodas de saberes;Legendas no documentário e catálogo digital acessível (compatível com leitores de tela).
Todas as atividades gratuitas;Distribuição digital gratuita do documentário e catálogo;Oficinas e rodas realizadas em espaços comunitários de fácil acesso;Mostra Cultural aberta ao público, com feira de empreendedores e apresentações artísticas;Transmissão online de parte das atividades pelas redes sociais da AVE.
Proponente: A Associação Vilarejo Esperançar – AVE, criada em 08 de março de 2024, no município de Belo Horizonte/MG, vem desenvolvendo ações voltadas ao fortalecimento comunitário e à valorização das expressões culturais populares, atuando nos campos da assistência social, educação, cultura, saúde, esporte, agroecologia, economia solidária, moradia e sustentabilidade ambiental. Ao longo de sua atuação, a AVE tem promovido atividades formativas e socioculturais que articulam arte, educação e cidadania, contribuindo para a inclusão produtiva e o fortalecimento das redes comunitárias.A Associação Vilarejo Esperançar é formada por uma equipe multidisciplinar de gestores culturais, educadores populares, produtores, advogados e analistas sociais, com ampla experiência em projetos socioculturais e parcerias com movimentos populares, instituições religiosas e organizações da sociedade civil.Desde sua fundação, a AVE vem se consolidando como uma organização de referência na promoção da cultura popular, afro-brasileira e periférica em Belo Horizonte e Região Metropolitana, destacando-se por seu compromisso com a democratização do acesso à cultura, a valorização da diversidade e o fortalecimento das políticas públicas de inclusão social.Nome: Ítalo de Andrade Pires/ Função: Professor/Dirigente da Instituição/ Resumo de CV: Graduado em Filosofia, especialista em Gestão e Responsabilidade Social e em Teologia Pastoral. Atua como professor no Colégio Santa Maria e possui experiência como Analista Social na Cáritas MG. Atualmente, é Presidente da Associação Vilarejo Esperançar e Analista Cultural, com atuação voltada à formação cidadã, educação popular e desenvolvimento comunitário por meio da cultura. Rubrica orçamentária: Coordenação Pedagógica.Nome: Filipe Fernandes de Oliveira/ Função: Advogado/ Resumo de CV: especialista em Direitos Humanos, Gestão Pública e Projetos Sociais. Possui experiência como Analista Social na Cáritas MG e atuação voltada à promoção da justiça social, políticas públicas e cultura cidadã. É Diretor Jurídico e Financeiro da Associação Vilarejo Esperançar, Diretor Institucional da Escola de Samba Unidos da Zona Leste e Gestor Cultural, com ampla experiência em gestão de projetos culturais e comunitários. Rubrica orçamentária: Coordenação Administrativa e de Produção.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.