| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 88611835000129 | Marcopolo S.A. | 1900-01-01 | R$ 79,2 mil |
| 89086672000175 | MAQUINAS SANMARTIN LTDA | 1900-01-01 | R$ 10,0 mil |
A) O projeto refere-se à realização de apresentações musicais; B) O projeto refere-se à realização de oficinas artísticas; C) O projeto refere-se à realização de palestras culturais.
Palestra Tratado de PazAs palestras com o rapper Chiquinho Divilas consistem em um profundo diálogo precedido por uma reflexão junto aos alunos sobre a sua importância na prevenção ao uso de drogas e a pacificação, além de abordar sobre respeito de gênero. O rapper utiliza elementos do rap para exemplificar as escolhas que podem ser feitas para não cair nas armadilhas dos convites maléficos e as oportunidades que os jovens podem encontrar com artíficios do Hip Hop.Para estudantes e professores das escolas contempladas com classificação indicativa 12 anos.Show RAPajadorResultado de uma mistura entre o rap e a pajada (Payador em castelhano, quer dizer repentista ou poeta do improviso), RAPajador nasce com o objetivo de representar a tradição do Sul por meio de sua essência musical e da rima. RAPajador é um projeto que une rapper Chiquinho Divilas, o acordeonista Rafael De Boni e o DJ Hood numa fusão de referências musicais que transitam pela Cultura Hip Hop e Cultura Sul-Riograndense e Platina, propondo um encontro das rimas do rap com os versos da pajada, mediados pelas intervenções das discotecagens produzidas por um DJ. O projeto surge com a parceria do rapper Chiquinho Divilas, do acordeonista Rafa De Boni e do DJ Hood. O Rapajador tem como escopo a união entre duas manifestações artísticas presentes na cultura brasileira, mas com “sotaques” diferenciados, vez que, tanto o rap quanto a pajada (payada), tem como principal fundamento o verso – tanto escrito quanto improvisado. A linguagem que se busca com o Rapajador é atrair o público para a cultura regional rio grandense com a fluência do rap, tendo como elo o acordeon – instrumento típico do RS e o verso e linguajar gaúcho, sem, com isso, torná-lo caricato. Nomes como Jayme Caetano Braun (RS) e Mano Brown (SP) inspiram letras e arranjos que contarão com a participação do DJ Hood, mixando temas e batidas típicas da região Sul com a batida do rap.Para estudantes e professores das escolas contempladas com classificação indicativa livre.Oficina de Rima Oficineiro: Pablo Faustino A oficina tem a função de apresentar conceitos sobre rima e poesia. A rima é a essência do RAP - Inserir o rap, expressão do universo cultural de crianças e adolescentes das periferias das grandes cidades, no trabalho com letramento. É o ritmo e a poesia. Nesta oficina os estudantes serão divididos em pequenos grupos para construirem a poesia coletiva, que resultará na composição do rap que será gravado na oficina de gravação musical. Dinâmica para até 15 participantes, com classificação indicativa livre.Oficina de PajadaOficineiro: Rafael De Boni A ideia de aproximar a Pajada ou Payada (Patrimônio Cultural do Mercosul) que também é uma forma de poesia de improviso, assim como muitas vezes é o RAP, nasce de uma demanda dos próprios estudantes das escolas percorridas na etapa de 2019. Muitos deles tem famílias oriundas da fronteira do RS ou dos Campos de Cima da Serra, tendo uma ligação maior com a cultura nativista. Apresentando a história da Pajada, seus principais nomes e obras, existe a intenção de provocar que os estudantes componham versos e desta forma antiga de poesia musicada, que se manifesta originalmente no Uruguai, na Argentina e no Rio Grande do Sul. Posteriormente essa composição feita por alunos será gravada na oficina de produção musical. Dinâmica para até 15 participantes, com classificação indicativa livre.Oficina de DeejayOficineiro: DJ HoodiO objetivo é utilizar a técnica do DJ como ferramenta de trabalho e envolvimento artístico. Os conteúdos abordados são: Montagem e desmontagem de equipamentos; Plataformas de DJ; A História dos DJs no Brasil; Performance de batidas e efeitos nos toca-discos; Técnicas de Scratches e mixagem. Dinâmica para até 15 participantes, com classificação indicativa livre.Oficina de GraffitiOficineiro: Felipe Borges O objetivo é dar visibilidade a arte popular urbana, contribuir e potencializar a inserção de artistas locais (novos grafiteiros) em instituições públicas, formar público para a arte, utilizando a mesma como ferramenta de cidadania. Conteúdo: Composição de Cores, Pigmentação e Proposta Artística. As discussões e os debates ocorridos durante as oficinas servirão como “matéria-prima” para o projeto, que fará suas criações em pinturas murais que serão produzidas a partir dessas demandas nos muros de cada comunidade escolar que recebe o projeto. Dinâmica para até 15 participantes, com classificação indicativa livre.Oficina de Breaking - DançaOficineiro: Jonathan Merêncio Essa oficina terá como produto a dinâmica de grupo, a expressão corporal, desinibição e a montagem de uma coreografia. Dinâmica para até 15 participantes, com classificação indicativa livre.Gravação da Rima e PajadaOficineiros: Chiquinho Divilas e Rafael De BoniCom duração de 2 horas para cada gravação, os estudantes que participarão das oficinas de Rima e Pajada, terão a oportunidade de cantar um trecho da poesia criada coletivamente. Para a dinâmica das atividades e otimização dos resultados, a ideia é ter somente os alunos participantes das oficinas de Rima e Pajada, para que gravem as letras produzidas por eles mesmos. Posteriormente, será mixado e masterizado para o lançamento no dia do show. Dinâmica para até 30 participantes, com classificação indicativa livre.
Objetivo Geral:O Projeto Tratado de Paz traz na sua essência a potência da linguagem do Hip Hop para disseminar aos jovens e adolescentes a cultura da paz. O projeto tem como objetivo geral comunicar-se com os jovens de periferia e apresentar elementos artísticos como ferramenta de pacificação nas comunidades, sendo essa uma possível alternativa de potencializá-los para o desenvolvimento humano. As atividades acontecerão em escolas públicas e na Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) de Caxias do Sul.Objetivos Específicos: A) Realizar 10 palestras Tratado de Paz em escolas públicas; B) Realizar 10 oficinas de Rima em escolas públicas;C) Realizar 10 oficinas de Deejay em escolas públicas;D) Realizar 10 oficinas de Pajada (Rap dos Pampas) em escolas públicas;E) Realizar 10 oficinas de Breaking em escolas públicas;F) Realizar 10 oficinas de Graffiti em escolas públicas;G) Realizar 10 Gravações Musicais em escolas públicas;H) Realizar 10 Shows do Grupo RAPajador em escolas públicas;I) Realizar 01 Show do Grupo RAPajador na APAE de Caxias do Sul.
A realidade das comunidades periféricas da sociedade brasileira tem registrado altos índices de evasão escolar nos últimos anos, evidenciando com os reflexos da pandemia de Covid19. Em consequência, a ociosidade dos jovens aumenta e torna-os suscetíveis a receberem convites para embarcar na criminalidade. A sociedade brasileira não tem conseguido reduzir de forma expressiva a desigualdade social, e, por conseguinte a exclusão social de uma grande parcela da população empobrecida, em sua maioria negros, refletem nos índices de não aproveitamento escolar e desinteresse pelas instituições de ensino. As razões para a constituição desta realidade são as mais diversas: má distribuição de renda, descrença na educação, escolas mal equipadas, professores desmotivados pelos baixos salários... gerando ambientes de stress que tornam-se agravantes do cotidiano escolar. O Projeto Tratado de Paz tem como principal objetivo instrumentalizar os jovens para despertá-los para as artes e para a cultura, oportunizando experiências através da potente linguagem do Hip Hop que servirá como alicerce de apoio na formação cultural e social desses adolescentes, contribuindo com a ascensão deles como sujeitos ativos, capazes de lutar por um mundo melhor e, consequentemente, afastá-los da criminalidade. Nesse contexto, a utilização do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais, previsto na Lei 8313/91, é fundamental para viabilizar o desenvolvimento e a realização das atividades planejadas. A Lei 8313/91, conhecida como Lei de Incentivo à Cultura, estabelece o apoio a projetos culturais por meio de mecanismos de incentivo fiscal, que são cruciais para a execução de iniciativas culturais que, de outra forma, poderiam não encontrar recursos suficientes. O projeto se encaixa nos seguintes incisos do Art. 1º da referida lei: Inciso I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; Inciso II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; Inciso III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; Inciso V - salvaguarda a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; Inciso VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Incisos do Artigo 3º da Lei 8313/91 que serão alcançados com o projeto: Inciso I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; Inciso IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos. A arte em espaços de conflitos tem um papel fundamental para contrariar as estatísticas da violência. Os elementos do hip hop assumem responsabilidades em vários espaços e se convergem na ressignificação de novas oportunidades por meio de suas performances sonoras, estéticas e suas variadas linguagens, que provocam questionamentos e oferecem um ambiente de acolhimento e segurança, além de garantir experiências de aprendizagem, resiliência e autogestão. Esse projeto já ganhou o prêmio Educação RS 2019 (Sinpro/RS). No mesmo ano conquistou o Prêmio Brasil Criativo na categoria Música. A cerimônia de premiação ocorreu em São Paulo durante a Pixel Show, chancelado pelo Ministério da Cidadania e pela Secretaria Especial de Cultura. Em 9 anos de projeto, 6 deles com o nome de Hip Hop nas escolas e 3 como Tratado de Paz, já foram mais de 15 mil jovens impactados pelas atividades e oportunizados a esses o experimento de um conhecimento artístico, que é capaz de salvar vidas e transformar a sociedade. O hip hop é um dos gêneros musicais mais populares e lucrativos do mundo e com este projeto pretende-se evidenciar a voz dos artistas que estão escondidos nas regiões empobrecidas da cidade; a dança no estilo breaking também tem a relevância no mercado econômico como forte e potente forma de manifestação de empreendedorismo dos jovens.Justifica-se este projeto por ser um aliado à educação, tendo o hip hop como ferramenta de ensino e fortalecendo a cadeia econômica para jovens e educadores que se inter-relacionam diariamente nos diversos ambientes sociais.A linguagem do hip hop é uma ferramenta de comunicação e através dessa linguagem potente pretende-se levar mensagem positiva, como alternativa de mudança e ressignificação, instrumentalizando os jovens para serem protagonistas nas suas comunidades, a voz dos guetos e vielas em prol de uma sociedade justa e com dignidade aos desasistidos. A reivindicação por empregos, escolas, moradias, hospitais, segurança... pode ser feita através desses elementos culturais, na reivindicação de políticas públicas. O projeto, que além de abranger diversas áreas, gerando oportunidades aos jovens, também contribui para um viés econômico cultural, para a redução da criminalidade e violência nas comunidades. Isso representa ao estado investimento em políticas públicas de cunho preventivo e políticas restaurativas, na perspectiva de reduzir o custo em policiamento e sistemas prisionais, fortalecendo assim a participação das regiões periféricas na propagação dos direitos humanos e na promoção da paz.
O rapper Chiquinho Divilas em sua palestra aborda temas pertinentes que fizeram parte da sua vivência na periferia. Com base no grupo de rapper's Racionais MC's, Chiquinho traz a exemplificação do disco "Escolha o Seu Caminho", onde provoca os jovens a refletirem sobre suas escolhas. Chiquinho também aborda assuntos relacionados aos convites maléficos que são feitos diariamente aos jovens, nas comunidades periféricas, o que resultam na "abreviação" da vida desses adolescentes que tornam-se reféns da criminalidade.No show de encerramento realizado em cada escola os alunos também apresentarão suas habilidades e aquilo que aprenderão nas oficinas. É um momento significativo para os adolescentes a oportunidade de demonstrarem suas capacidades artísticas, bem como instigá-los ao fazer cultural. Isso torna-se o momento ainda mais atrativo, podendo ser um divisor de águas na vida de cada jovem participante.
As palestras terão duração de 01 hora cada;As oficinas de Rima, Pajada e Deejay terão duração de 01 hora cada;As oficinas de Gravação, Breaking e Graffiti terão duração de 02 horas cada.Os shows terão duração de 1h30 cada.
Acessibilidade Física: Todas as atividades coletivas (palestras e shows) serão realizados em espaços com rampas de acesso. Sabendo da realidade de muitas escolas de periferia que possuem estrutura precária, optaremos por espaços com o máximo de estrutura possível para oferecer acessibilidade a todos (as), com banheiros adaptados e guias táteis.Acessibilidade de Conteúdo:Intérprete de Libras em todas as atividades coletivas, com mais de 30 pessoas (palestras e shows), custeado pelo percentual de acessibilidade.Audio descrição do cenário e dos artistas em todas as atividades;Acessibilidade Atitudinal: Equipe orientada para atender cuidadosamente pessoas com deficiência que estiverem na plateia.Realização de 01 show do Grupo RAPajador na APAE (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais) de Caxias do Sul.
As atividades acontecerão em escolas da rede pública de ensino do município de Caxias do Sul.Todas as atividades serão gratuitas e destinadas às escolas periféricas que atendam estudantes de baixa renda e/ou em situações de vulnerabilidade social.As atividades serão divulgadas em redes sociais de todos artistas envolvidos no projeto e nas redes oficiais do projeto. Divulgações na imprensa local através de rádios, jornais e comunicadores digitais.
Jankiel Francisco Claudio - Chiquinho Divilas - Produtor e PalestranteDivillas é rapper, educador, pesquisador e escritor. Doutor e Mestre em Diversidade Cultural e Inclusão Social pela Feevale-RS. Formado em Relações Públicas e Pós-graduado (MBA) em Gestão Estratégica de Pessoas (UCS-RS). Aborda a cultura hip hop, sua linguagem e seus elementos em escolas públicas, privadas, periferias, universidades, penitenciárias e empresas. Iniciou a carreira artística em 1997 como músico no grupo de rap caxiense, Poetas Divilas.Autor de três livros: Cultura Hip-Hop nas Escolas (2020); Contos Divilas (2023); Elementos (2025) pela Editora Ueba.Integrante do projeto RAPajador que aproxima a Cultura Hip-Hop à Cultura Sul- Riograndense e a Platina, propondo um encontro das rimas do rap com os versosda pajada, mediados pelas intervenções eletrônicas produzidas por um DJ. A proposta mobiliza o rapper Chiquinho Divilas, o acordeonista Rafael De Boni e o DJ Hood.Pablo Faustino - MC Pablo - Oficineiro de RimaTalentoso cantor e compositor brasileiro de Funk, Rap e Trap. Iniciou sua caminhada no meio artístico após participar de um projeto cultural no seu bairro onde foi convidado a cantar um rap juntamente com seu grande ídolo Chiquinho Divilas, quando tinha apenas 09 anos. Hoje, com 18 anos, MC Pablo tem seus próprios rap's nas plataformas de streeming e circula o estado do Rio Grande do Sul participando de shows e batalhas de rima. Tem se tornado exemplo para muitos jovens de periferia que sonham com a carreira artística.Rudimar Camargo - DJ Hoodi - Oficineiro de DJNatural de Caxias do Sul, iniciou as atividades como DJ em 1991, utilizando para tocar, toca-discos domésticos, caixas de som de aparelho 3 em 1 e fita cassete. No ano de 2000 com outros amigos criou o projeto Família Hip Hop. Em 2006 passou a atuar no grupo de criação e pesquisa da cultura popular, na função de DJ e produtor artístico, resultando em importantes espetáculos como: Mixtu, Cor e Sotaque e Sambô Samba. Desde 2006 atuou como Dj em quase todas as edições da Festa Nacional da Uva de Caxias do Sul. Foi homenageado como Mestre da Cultura Popular em 2011, pela Secretaria da Cultura de Caxias do Sul - RS. Atuou no projeto MCs pela Paz, sistema prisional de Caxias do Sul. Comunicador no programa Majestade 54 a 7 anos na Rádio Legal 87,5 FM Um dos articuladores da Semana Hip Hop do município de Caxias do Sul. Dj do Grupo Rapajador . Idealizador do projeto Semente Conquista, onde atualmente está na função de diretor.Rafael De Boni - Oficineiro de Pajada e Produtor MusicalRafael De Boni é instrumentista e compositor com mais de 30 anos de carreira e trabalha também na produção musical e executiva de projetos culturais e como compositor de trilhas sonoras para séries e docs. Atualmente, além da pesquisa e apresentação da websérie “Causos e Gaitas”, que conta com mais de 700 mil visualizações e do projeto “Nossa música entre causos e gaitas” juntamente com Gilney Bertussi, participa do duo de viola e acordeón, De Boni e Henz, Choros de Balcão, Quarteto Libertango, RAPajador e De Boni Quarteto, além de participações com diversos artistas como instrumentista, compositor, produtor e arranjador musical e diretor artistico. É oficineiro de pajada, trova gaúcha e música serrana e sulriograndense desde 2020. Em 2023, lançou seu livro “Entre causos e gaitas”, que figurou entre os 10 mais vendidos da 39a Feira do Livro de Caxias do Sul.Felipe Borges - Oficineiro de GraffitiO artista de rua Felipe sempre gostou de arte desde a infância. Seu primeiro contato foi dentro de um projeto social na zona norte de Caxias do Sul. Desde então, busca aprender mais e desenvolver sua arte com bastante criatividade. Seu seguimento principal hoje é o graffiti, mas também desenvolve diversos tipos de arte além da pintura, como a criação de objetos e customizações, esculturas, luminárias e reciclagem.Jhonatam Merêncio - Oficineiro de BreakingJhow, como é conhecido no meio artístico é um artista que atua através da dança em zonas periféricas. Iniciou sua trajetória por meio de projetos sociais, no qual conheceu o Hip Hop em 2012, no CAMI São José – Bairro Canyon, Zona Norte de Caxias do Sul. Atualmente trabalha como educador social no SCFV Irmão Sol, localizado no bairro Campos da Serra, estimulando as danças urbanas e breaking. Além de ser professor de Hip Hop Freestyle na Fluência Casa Hip Hop, presente no bairro Colina do Sol. Realiza serviços como b-boy, professor, oficineiro e jurado em battles. Acreditando que, assim como o Hip Hop mudou sua vida, ele podeser fonte de transformação e oportunidade para outras crianças e adolescentes. Fábio Maikel Lubenov - Produtor ExecutivoGraduando em Psicologia pela Universidade de Caxias do Sul, tem especialização MBA em Gestão Empresarial pelo Instituto Meridional (2018) e Graduado em Filosofia pelo Instituto de Filosofia Berthier (2009). Produtor em diversos projetos de leis de incentivo municipais, estaduais e federais. Sua carreira profissional na área cultural iniciou em 2013 com grupos de teatro e logo em seguida fazendo parte do quadro de colaboradores do Sesc (Serviço Social do Comércio) do Rio Grande do Sul, atuando como agente de cultura e lazer. Atualmente é proprietário da Benov Produções, elaborando e produzindo projetos na área da música e teatro, acreditando na transformação social pelo viés cultural.
Transferência de recursos entre conta captação e conta movimento no valor de R$89.162,80 em 19/03/2026.