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Proposta para realização de 40 apresentações do grupo SUCASONS de Percussão Afro-brasileira, sendo 4 apresentações por mês durante 10 meses, totalmente gratuitas, seguidas de oficinas de práticas percussivas se utilizando de bombonas plásticas reutilizáveis como tambores percussivos, buscando contemplar, preferencialmente, alunos de escolas públicas localizadas em regiões periféricas do município de Itaguaí, garantindo à estas comunidades o acesso a arte e cultura musical, com rodas de conversa sobre o tema sustentabilidade.
Resumo Técnico: A percussão afro-brasileira é composta por instrumentos como tambores, atabaques, agogôs, chocalhos, reco-recos, entre outros. Estes instrumentos são percutidos com as mãos e têm origem nas tradições musicais africanas.O projeto SUCASONS – Apresentações com oficinas de Percussão Afro-brasileira utilizará a musicalização como prática cultural e formação cidadã. Instrumentos percussivos com objetos reutilizáveis, recicláveis, favorecendo também uma cultura de conscientização sobre a preservação do meio ambiente. Assim, explorando o potencial da música para uma educação crítica e reflexiva sobre sustentabilidade, trabalhando com alunos de escolas públicas, e público participante, algumas ODS de acordo com as resoluções e metas 2030 da ONU. ODS 4: Educação de Qualidade; ODS 10: Redução das Desigualdades; ODS 12: Consumo e Produção Responsáveis; ODS 13: Ação Climática; ODS 17: Parcerias e Meios de Implementação.As apresentações serão totalmente gratuitas, e de classificação livre. Apresentações musicais em formato de oficinas, em que todos participam juntos. Apresentações abertas ao público em geral, tendo como público alvo alunos de escolas públicas em situação de vulnerabilidade social e extrema pobreza. Proporcionando um ambiente culturalmente rico e acessível para a comunidade, visando fortalecer a conexão do projeto com a identidade local, tornando as oficinas não apenas uma experiência educativa, mas também um mergulho na riqueza cultural Afro-brasileira. Além de contribuir com um aprendizado significativo e envolvente na imersão da própria realidade partindo das músicas, dos sons e ritmos que serão trabalhados.
Como objetivo Geral:Realizar apresentações em forma de oficinas de percussão "Afro-brasileira", promovendo e difundindo o gosto e conhecimento pela música instrumental percussiva, arte e cultura musical com rodas de conversa abordando temas de sustentabilidade. Com o objetivo principal de difundir a arte e a cultura musical Afro-brasileira trabalhando temas de sustentabilidade, atendendo as ODS da agenda 2030 da ONU.Objetivos específicos: - Realizar 40 apresentações do grupo SUCASONS de percussão "Afro-brasileira" ao final de 10 meses, sendo 4 apresentações em forma de oficinas por mês durante 10 meses;- Atender diretamente, aproximadamente, 40 alunos com oficinas de percussão Afro-brasileira, ensinando a tocar instrumento percussivo;- Promover 40 oficinas práticas e interativas de percussão Afro-brasileira, seguidas de rodas de conversas sobre sustentabilidade, de forma a provocar a participação dos alunos e público, 4 por mês durante 10 meses;- Alcançar um público estimado de, aproximadamente, 3000 pessoas (público direto e indireto alcançado com as apresentações), entre alunos de escolas da rede pública e público interessado;- Estimular a reflexão sobre a importância da preservação e valorização da cultura "Afro-brasileira Percussiva" com seus tambores e batidas;- Conscientizar todos os participantes do projeto, em torno de 3000 pessoas alcançadas, sobre a importância da reciclagem e do consumo consciente. Integrando os participantes em ações culturais e ambientais em suas comunidades.
JustificativaPor meio deste projeto espera-se proporcionar uma experiência transformadora que irá impactar positivamente a vida das pessoas envolvidas e, consequentemente, beneficiar a sociedade como um todo. Incentivando a formação artística e cultural, e oportunidade para que jovens da periferia e comunidades se envolvam ativamente na aprendizagem e prática dessa arte, enriquecendo assim a formação cultural do país e contribuindo para a preservação das tradições e raízes musicais brasileira.No que, o projeto busca se enquadrar nos mecanismos que justificam receber recursos da Lei de Incentivos. A importância da Lei de incentivo para este projeto está em proporcionar condições a população em situação de desigualdade social de ter acesso a cultura "Afro-brasileira percussiva ", e suas raízes com seus tambores e batidas, sem precisar pagar por isso, garantindo meios de livre acesso às fontes da cultura, promovendo e estimulando a regionalização de produção cultural com elementos de brasilidade e seus ritmos históricos difundindo seu conjunto de manifestações culturais. Neste sentido, temos que, a música é uma linguagem universal que possui expressão particular, que através das melodias e ritmos produzidos por meio dos instrumentos percussivos alternativos, unindo música com sustentabilidade, apresentamos uma ideia de "Cultura musical e Ambiental", onde cada indivíduo pode contribuir e impactar nas suas determinadas realidades. Assim, conforme acima exposto, a presente proposta destaca a necessidade do uso do Mecanismo Incentivo a Projetos Culturais para o seu financiamento, buscando atender aos princípios da Lei Rouanet (Lei nº 8.313/91), promovendo o acesso à cultura, formação de público, valorização de identidade local e sustentabilidade ambiental, atendendo às metas dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU (Agenda 2030). O projeto está em conformidade com os princípios da Lei nº 8.313/91 (Lei de Incentivo à Cultura), especialmente nos seguintes incisos do Art. 1º:Inciso I do Art. 1º: Estimula a formação cultural da população brasileira, oferecendo atividades educativas e culturais acessíveis _ No que o projeto procura atender a alunos de escolas públicas ensinado a cultura percussiva Afro-brasileira;Inciso II: Promove a regionalização da produção cultural e artística, valorizando iniciativas locais e sustentáveis;Inciso V: Preserva e valoriza bens culturais imateriais por meio da música comunitária e da educação ambiental;Inciso IX: Desenvolve a consciência internacional e intercultural, alinhando-se aos ODS da Agenda 2030 da ONU.A proposta está alinhada com diversas ODS da Agenda 2030 da ONU, como ODS 4, 10, 12, 13 e 17, promovendo a educação de qualidade, redução das desigualdades, consumo consciente, ação climática e parcerias para o desenvolvimento sustentável.Relação com os ODS:ODS 4 (Educação de Qualidade): Proporciona aprendizado significativo e criativo através da música;ODS 10 (Redução das Desigualdades): Garante acesso igualitário à cultura e à formação artística;ODS 12 (Consumo e Produção Responsáveis): Incentiva o reuso de materiais e a educação ambiental;ODS 13 (Ação Climática): Reduz o impacto ambiental através do reaproveitamento de resíduos;ODS 17 (Parcerias): Estimula cooperações entre sociedade civil, escolas e setor público; Da mesma maneira, contempla os seguintes objetivos do artigo terceiro da supracitada Lei:Inciso I - Incentivo à formação artística e cultural, mediante: Instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; Inciso II o fomento à produção cultural e artística, mediante: Realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; Assim como o Inciso IV - Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: Distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.Ampliando, assim, o acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais, valorizando a cultura nacional, considerando suas várias matrizes e formas de expressão, oportunizando a crianças, adolescentes e jovens, estudantes de escolas públicas, e a população em geral, apresentações musicais de forma totalmente gratuita, utilizando instrumentos musicais alternativos, confeccionados de sucata e materiais recicláveis, conscientizando através da música, sobre a importância da reciclagem e do cuidado com o meio ambiente, em busca de um planeta mais limpo e sustentável.
- Realização de 40 apresentações em forma de oficinas, do grupo SUCASONS de percussão Afro-brasileira, 4 por mês durante 10 meses, com 1h de duração cada apresentação e 40 minutos para as oficinas de instrumentos percussivos;APRESENTAÇÕES/oficinas: Ocorrerão em espaços públicos preveamente acertado com o Ente Público responsável, tendo preferencia por serem realizados em escolas públicas, de forma totalmente gratuitas.APRESENTAÇÕES - Com público total, estimado, em 3000 pessoas, alcançadas de forma direta e indireta, público estimado total presente nas 40 apresentações, e público alcançado pelas redes e mídias sociais.OFICINAS: Ministração de 40 oficinas de percussão Afro-brasileira, ensinando a, aproximadamente, 40 alunos a tocar um instrumento percussivo, sendo 4 oficinas por mês durante 10 meses, com aproximadamente 40 minutos de duração cada oficina;Temas de sustentabilidade - Realização de rodas de conversas sobre temas ambientais, a partir de que o projeto se utilizará de bombonas reutilizáveis como tambores percussivos.Classificação: LIVREPúblico-alvo: Produto – Shows e oficinas - Crianças, adolescentes e jovens matriculados na rede pública de ensino, total de 40 alunos nas oficinas, e público em geral interessado.PROPOSTA PEDAGÓGICA – Aptidão musical (H. Gardner) - Todos nascem intrinsecamente musicais, independentemente de receberem algum treinamento. Este projeto tem como objetivo não apenas realizar apresentações, ou ensinar técnicas musicais percussivas, mas também proporcionar um espaço para a vivência da cultura e da identidade Afro-brasileira, fortalecendo o senso de pertencimento, com cultura e favorecendo a uma conscientização ambiental. Música como instrumento didático-Pedagógico na escola. Contextualização de ritmos, batidas e batuques relacionando os ao conteúdo programático de criação de instrumentos percussivos de objetos reutilizáveis (ferramenta para novos ambientes de aprendizagem). As apresentações em forma de oficinas aliados as rodas de conversas com temas ambientais serão o momento de aprendizagem e aprimoramento dos alunos e do público participante.A intenção é de que através deste projeto cada aluno e cada participante do projeto possa desenvolver cada vez mais a aptidão e o gosto pela música percussiva Afro-brasileira, e crie uma consciência ambiental.Metodologia: Metodologia de abordagem prática e interativa, com aprendizagem através da experimentação e da vivência musical percussiva existente dentro de cada participante do projeto, com auxílio e acompanhamento. A perspectiva adotada tem como base os pressupostos da teoria do conhecimento de Paulo Freire, de corrente educativo-crítica e suas contribuições acerca da educação ambiental, utilizando-se do método de ensino Círculo de cultura, em atividades que buscam valorizar a relação que os adolescentes têm com música no seu contexto de vida. As apresentações em forma de oficinas foram pensadas para que sejam assimiladas de forma simples e intuitiva, prática e envolvente, para que todos se sintam bem.
Como medida de acessibilidade – Apresentações e Oficinas:Todos os envolvidos conscientes e sensibilizados sobre a importância da acessibilidade e da inclusão. Onde todas as atividades realizadas serão adaptadas as necessidades que forem surgindo.Acessibilidade: Contratação de profissional para acompanhamento, físico e para pessoas que apresentem espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos. Monitor de acessibilidade, Interprete de libras. As ações de acessibilidade podem ser adaptadas conforme a necessidade prática no momento de sua execução, respeitados os limites legais.O material de divulgação dos produtos culturais gerados pelo projeto conterá informações sobre a disponibilização das medidas de acessibilidade, nos termos do §2º do Art 25, IN MinC.- ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: O projeto será realizado em local que contenha rampa de acesso, facilidade para quem possua mobilidade reduzida, banheiros adaptados e assentos disponíveis. - ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Os materiais didáticos serão também feitos em método braile.- ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de libras em todas as apresentações e oficinas, conforme a necessidade, e um monitor para acompanhamento.
Democratização de Acesso: Trata-se de um projeto 100% gratuito. As Apresentações e oficinas ocorrerão em espaço público e aberto, espaços públicos obedecendo as diretrizes do Poder local responsável. Art. 28. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: IV - Disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos, referente ao produto principal. Que serão medidas adotadas neste projeto.
PROPONENTE: 55.724.634 PATRICIA PEREIRA DE MORAES. Rubrica pretendida, no orçamento: Coordenação Geral (responsável pela gestão do processo decisório do projeto, pela coordenação da linha de trabalho do projeto, do planejamento administrativo e financeiro e ministrando oficinas).Patrícia Pereira é uma artista plástica autodidata, educadora cultural e ativista ambiental, reconhecida como uma das pioneiras do hip hop e do graffiti no interior do Rio de Janeiro. Com mais de sete anos de trajetória, iniciados em 2017, Patrícia utiliza a arte como ferramenta de transformação social e ambiental, deixando sua marca em painéis pela Zona Rural do estado. Campeã do Duelo Nacional de Bomb em 2024 e participante da imersão cultural Hip Hop BR US, Patrícia consolidou-se como referência no cenário artístico. Sua obra é influenciada por ícones brasileiros como Abdias Nascimento, Elisa Lucinda, Mano Brown e Tarsila do Amaral, refletindo sua visão crítica e engajada. Atuando há quatro anos como produtora cultural e fotógrafa do grupo Sucasons, Patrícia desenvolve projetos de iniciação musical e educação ambiental em Seropédica e região. Em 2024, apresentou o projeto no Encontro Regional da Baixada, na UFRRJ, e representou Seropédica no Terceiro Fórum Estadual da Juventude Rio 2030, no Lagoon, Zona Sul do Rio. Além disso, Patrícia atua como educadora no projeto Iniciação Rítmica Musical e Educação Ambiental e no Alfabetizar de Grafite, em parceria com o Projeto Social Unidos para o Reino. Sua atuação voluntária no Coletivo Cultural Terapia de Freestyle reforça seu compromisso com a arteterapia e a educação ambiental.Coordenador de produçãoObadias de Lima Guimarães – Rubrica na planilha orçamentária: Coordenador de produção - Desenvolvimento e aplicação de todos os critérios voltados produção artística e apresentações, também por passar aos alunos, e a todos beneficiados pelo projeto, uma cultura de conscientização ambiental, através de rodas de conversas.Dom Badu, ou Obadias Guimarães, é uma figura icônica em Seropédica, RJ, com uma carreira de 30 anos como MC, grafiteiro e percussionista, sendo um dos pioneiros do hip hop na região rural do Rio de Janeiro. Desde 1993, ele tem usado a arte como uma poderosa ferramenta de transformação social, introduzindo a cultura urbana em áreas menos urbanizadas e enfrentando barreiras culturais com inovação e perseverança. Seu projeto mais marcante, o SUCASONS, nasceu em resposta aos protestos contra um aterro sanitário no início dos anos 2000 e combina educação ambiental com iniciação musical, utilizando o hip hop para engajar a comunidade. Por meio de oficinas, shows e eventos, o SUCASONS não só conscientizou a população sobre a preservação do meio ambiente, mas também revelou novos talentos musicais, tendo um impacto tão significativo que levou à criação da Secretaria de Cultura de Seropédica (Secult) e do Centro de Arte e Cultura da UFRRJ, marcos históricos para a valorização cultural local. Além disso, Dom Badu liderou outras iniciativas importantes, como o "Rap na Palma da Mão", que democratiza a produção musical ao permitir que qualquer pessoa crie áudios e clipes usando celulares, e a "Fanfarra Falcões CEAP", que promove inclusão social e educação musical para jovens em situação de vulnerabilidade. Seu legado vai além dos projetos, estando profundamente enraizado na cultura de Seropédica, onde sua dedicação à arte como catalisadora de mudança continua a inspirar gerações. Dom Badu também colaborou com o governo estadual e a UNESCO em projetos como "Escola Aberta" e "Escola de Paz", reforçando seu compromisso com a justiça social e a valorização das raízes culturais, especialmente da cultura afro-brasileira, dando voz a grupos marginalizados e enriquecendo a identidade local. À medida que Seropédica evolui, as contribuições de Dom Badu permanecem como um exemplo vivo do poder transformador da arte, deixando um legado de inclusão, criatividade e mudança social que continua a moldar o cenário cultural da região.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.