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PRONAC 2512281Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Ginga Cultural – Capoeira Inclusiva para Crianças e Adolescentes Neurodivergentes

VIVIANE BASILIO DE ANDRADE AMANCIO DA SILVA
Solicitado
R$ 188,8 mil
Aprovado
R$ 188,8 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Inclusão da pessoa com deficiência, participação ativa e acessibilidade plena
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2026-01-01
Término

Resumo

O projeto Ginga Cultural _ Capoeira Inclusiva tem como objetivo promover a inclusão social e cultural de crianças e adolescentes neurodivergentes por meio da prática da capoeira, reconhecida como patrimônio imaterial da humanidade. Unindo movimento, musicalidade e expressão artística, o projeto oferece oficinas semanais de capoeira adaptada, rodas culturais, vivências com mestres, construção de instrumentos e atividades que valorizam a cultura afro-brasileira. A proposta inclui aulas regulares, encontros com as famílias, apresentações públicas e oficinas culturais abertas à comunidade. O foco é oferecer um espaço acessível, seguro e enriquecedor para o desenvolvimento integral dos participantes, incentivando o pertencimento, a diversidade e o respeito às diferenças.

Sinopse

Classificação indicativa: Livre – Atividade acessível para todos os públicos, com foco em crianças, adolescentes, jovens e adultos com Transtorno do Espectro Autista (TEA), neurodivergentes, seus familiares e comunidade.Resumo:Ginga Capoeira é um projeto de formação e difusão cultural com duração de 8 meses, que oferece oficinas de capoeira adaptada para pessoas com autismo e neurodivergentes, promovendo inclusão social, consciência corporal, expressão artística e valorização da cultura afro-brasileira.Ao todo, serão realizadas 96 oficinas semanais, divididas em 4 turmas, com atividades que integram musicalidade, ritmo, movimentos da capoeira e momentos de roda e diálogo. A proposta é desenvolver a autonomia, autoestima e o pertencimento cultural dos participantes, por meio de uma abordagem pedagógica sensível, acessível e inclusiva.O projeto culmina em uma apresentação pública cultural – a Roda Inclusiva de Capoeira – que reunirá os participantes em uma vivência artística aberta à comunidade, com cantos, jogos de capoeira, manifestações afro-brasileiras como maculelê e samba de roda, e depoimentos sobre o impacto das oficinas.Todos os produtos do projeto — oficinas, apresentações, rodas de conversa, relatórios e registros audiovisuais — têm como foco central a difusão da capoeira como ferramenta de inclusão, expressão e transformação social, reforçando o direito de todas as pessoas à cultura, à arte e ao convívio comunitário.

Objetivos

Objetivos EspecíficosRealizar 88 oficinas inclusivas de capoeira ao longo de 6 meses, com turmas reduzidas e acompanhamento individualizado, adaptadas às necessidades de até 40 crianças e adolescentes neurodivergentes (TEA, TDAH, dislexia, síndrome de Down, etc.).Oferecer 1 roda culturals abertas ao público (1 por bimestre), com apresentações dos participantes, vivências com mestres de capoeira, música ao vivo e contação de histórias da cultura afro-brasileira, promovendo o intercâmbio com a comunidade e as famílias.Realizar 8 oficinas de musicalidade tradicionais da capoeira, com foco em estimulação comunicacinal, expressão artística e transmissão de saberes ancestrais.Desenvolver 1 minicircuito cultural interno com apresentações dos alunos em escolas, centros culturais e instituições parceiras, promovendo a visibilidade da cultura da capoeira e o protagonismo dos participantes.Oferecer 1 encontro formativo com as famílias (1 por bimestre), com o objetivo de integrar os responsáveis ao processo educativo e cultural, criando espaços de escuta, troca de experiências e fortalecimento do vínculo com o projeto.Garantir acessibilidade comunicacional e pedagógica durante todas as atividades, com uso de recursos visuais, linguagem simples, pictogramas, suporte sensorial, monitores de apoio e adaptação de materiais.Capacitar 6 profissionais da equipe técnica e de apoio, por meio de oficinas internas de inclusão e educação antirracista, fortalecendo a atuação pedagógica e cultural com o público neurodivergente. Esse conjunto de ações busca garantir um impacto direto na vida de crianças e adolescentes neurodivergentes, promovendo sua participação ativa na cultura, o fortalecimento da autoestima, e o reconhecimento da capoeira como uma linguagem artística e educativa acessível, viva e plural.

Justificativa

JustificativaO projeto Ginga Cultural _ Capoeira Inclusiva para Crianças e Adolescentes Neurodivergentes justifica-se pela urgente necessidade de promover o acesso à cultura de grupos historicamente excluídos, como pessoas com deficiência ou neurodivergência, além de contribuir para a valorização da cultura afro-brasileira. A capoeira, reconhecida como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade pela UNESCO e bem cultural brasileiro registrado pelo IPHAN, é uma poderosa ferramenta de inclusão, expressão e pertencimento. No entanto, ainda são escassas as iniciativas que aliem capoeira, acessibilidade e educação cultural de forma sistemática, segura e continuada.A utilização do mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais da Lei nº 8.313/91 (Lei Rouanet) é fundamental para garantir a viabilidade da proposta, especialmente por se tratar de um projeto voltado para públicos com menos acesso a políticas culturais, exigindo equipe técnica especializada, acessibilidade pedagógica, materiais adaptados e suporte de profissionais da saúde e educação. Trata-se de uma iniciativa que, dificilmente, conseguiria se sustentar por vias comerciais ou financiamento próprio dos beneficiários.📌 Enquadramento legal:O projeto se enquadra nos incisos II e III do Art. 1º da Lei 8.313/91, pois:II _ Estimula a produção cultural e artística e o acesso aos bens e serviços culturais;III _ Protege expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira.Além disso, atende a diversos objetivos do Art. 3º da mesma lei, com destaque para:I _ Contribuir para a formação cultural do povo brasileiro;II _ Priorizar o acesso aos bens culturais e a produção cultural regional;III _ Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;V _ Garantir a todos o pleno exercício dos direitos culturais e o acesso às fontes da cultura nacional;VII _ Preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural brasileiro;VIII _ Desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos e nações;X _ Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória.Diante disso, a Lei de Incentivo à Cultura é essencial para a democratização do acesso à cultura, para o resgate e valorização da capoeira enquanto patrimônio cultural afro-brasileiro, e para a promoção de ações inclusivas, acessíveis e formativas com impacto social e cultural significativo.

Estratégia de execução

INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES:O projeto “Eu Sou a Nova Geração Capoeira” se apresenta como uma proposta sólida e inovadora, alinhada com os princípios da cidadania cultural, da inclusão social e da democratização do acesso à arte, ao esporte e à cultura popular afro-brasileira. A seguir, destacam-se aspectos relevantes e complementares que reforçam a importância e a viabilidade desta iniciativa: 1. Metodologia Especializada e HumanizadaA equipe técnica envolvida será composta por profissionais com experiência em educação inclusiva, capoeira adaptada, psicomotricidade e trabalho com pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA). A condução das oficinas será feita de forma personalizada e humanizada, respeitando o tempo, as limitações e as potencialidades de cada participante. A proposta não se limita a uma prática esportiva ou recreativa, mas assume uma abordagem terapêutica, educativa e cultural integrada. 2. Parcerias Comunitárias e Rede de ApoioA execução será fortalecida por parcerias com instituições locais, ONGs, escolas, associações de moradores e redes de apoio a pessoas com deficiência, promovendo a mobilização comunitária e o engajamento social. Essa articulação permitirá não apenas a ampliação do alcance do projeto, mas também sua sustentabilidade e enraizamento no território. 3. Sistematização e Produção de ConhecimentoAo longo do projeto, será feito o registro pedagógico e audiovisual das práticas e metodologias desenvolvidas, com a finalidade de compor uma sistematização que poderá ser compartilhada com outros educadores, grupos de capoeira, instituições culturais e educacionais. Este material servirá como referência técnica para a replicação do modelo, ampliando o impacto da proposta além dos beneficiários diretos. 4. Sustentabilidade e ContinuidadeA proposta foi desenhada de forma a possibilitar continuidade após o término do financiamento inicial. Através do fortalecimento da rede de apoio local, formação da equipe e documentação metodológica, pretende-se buscar novos editais e parcerias para dar seguimento às atividades. A valorização da cultura local e o envolvimento da comunidade favorecem a apropriação do projeto pelos próprios participantes e instituições do território.5. InterseccionalidadeA proposta considera a interseccionalidade como elemento central da sua construção. O recorte de pessoas neurodivergentes em situação de vulnerabilidade, somado ao contexto periférico e à valorização da cultura afro-brasileira, torna o projeto potente em termos de transformação social. Além disso, o projeto também acolhe diversidades de gênero, raça e orientação sexual, promovendo um espaço seguro e representativo para todos os participantes. 6. Contrapartidas Sociais e Abertura à ComunidadeTodas as atividades são gratuitas e abertas à comunidade, promovendo não apenas inclusão, mas também sensibilização social e multiplicação do conhecimento. A realização da roda de encerramento aberta ao público, com apresentações e rodas de conversa, é uma das formas de ampliar o impacto do projeto, incentivando o diálogo entre diferentes segmentos sociais. 7. Valorização do Patrimônio ImaterialA proposta reforça o papel da capoeira como patrimônio cultural imaterial da humanidade, promovendo seu uso como instrumento de inclusão, diálogo intercultural e pertencimento. A capoeira, enquanto arte marcial, dança, música e filosofia de vida, é aqui ressignificada como ferramenta de empoderamento para públicos que, muitas vezes, são colocados à margem da vida cultural da cidade. 8. Compromisso com a TransparênciaTodas as fases do projeto serão documentadas com relatórios técnicos, registros fotográficos e audiovisuais, e haverá prestação de contas detalhada conforme exigências legais. Essa conduta reafirma o compromisso ético do proponente com a correta aplicação dos recursos públicos e com a entrega de resultados mensuráveis e significativos. 9. Potencial TransformadorMais do que um projeto cultural, “Eu Sou a Nova Geração Capoeira” é uma iniciativa de transformação de vidas. A inclusão de pessoas com autismo e outras neurodivergências em atividades artísticas e culturais promove autonomia, protagonismo e pertencimento. Ao reconhecer e valorizar essas subjetividades, o projeto reafirma o direito de todos à cultura e à expressão plena de sua humanidade.

Especificação técnica

1. Oficinas de Capoeira AdaptadaQuantidade total: 96 oficinas (24 por turma / 4 turmas)Duração de cada oficina: 1 horaPeriodicidade: SemanalFaixa etária: LivreLocal: Espaço acessível da organização parceira (Jabaquara – São Paulo/SP)Materiais utilizados:Instrumentos da capoeira (berimbau, atabaque, pandeiro, agogô, reco-reco)Uniformes (camiseta personalizada e abadá branco)Tatames, cones, fitas de orientação, bolas sensoriaisCartazes visuais, recursos de comunicação alternativa e pranchas de apoioProjeto pedagógico:Conteúdo adaptado para pessoas com TEA e neurodivergênciasÊnfase em musicalidade, expressão corporal, ritmo e socializaçãoAtividades em grupo e individuais com foco no respeito ao tempo e ao perfil de cada participanteParticipação ativa das famílias e estímulo à convivência socialRegistro contínuo de evolução e frequência dos alunos 2. Rodas de Conversa e Diálogos FormativosQuantidade: 1 roda bimestralDuração média: 2 horas cadaPúblico estimado: 30 a 50 pessoas por encontroFormato: Presencial, com mediação de profissionais convidados (educação, psicologia, cultura)Materiais utilizados:Material impresso (folders, dinâmicas, avaliações)Equipamentos de som simples, quadro branco, microfoneCadeiras acessíveis e espaço adaptadoTemas trabalhados:Inclusão e neurodiversidadeCapoeira como linguagem artística e cidadania culturalPapel das famílias e da comunidade no processo educativoObjetivo pedagógico: Fortalecer vínculos entre equipe, famílias e comunidade; promover escuta sensível e troca de saberes 3. Apresentação Final – “Roda Inclusiva Eu Sou a Nova Geração”Tipo: Evento público e gratuitoDuração: 2h30Classificação indicativa: LivrePúblico estimado: Até 100 pessoasFormato: Apresentação com roda de capoeira, toques musicais, maculelê, samba de roda e expressões afro-brasileirasMateriais utilizados:Aparelhos de som, microfone, instrumentos da capoeiraUniformes, faixas, decoração culturalRecursos de acessibilidade: Libras, sinalização visual, ambiente adaptadoObjetivo pedagógico e social:Celebrar o encerramento do ciclo formativoValorizar a expressão cultural dos alunosFortalecer o sentimento de pertencimento e reconhecimento da diversidade 4. Relatórios Mensais + Relatório FinalQuantidade: 8 relatórios mensais + 1 relatório finalPaginação estimada:Relatórios mensais: 4 a 6 páginas cadaRelatório final: 15 a 20 páginasFormato: Digital (PDF) + cópia impressa se necessárioConteúdo:Dados de frequência e participaçãoRegistro das atividades desenvolvidasAvaliação da equipe técnica (instrutor, coordenação, psicóloga)Reflexões pedagógicas, fotos e anexosObjetivo: Garantir transparência, monitoramento e avaliação contínua das ações do projeto 5. Documentação AudiovisualProdutos gerados:Álbum com até 200 fotos organizadas por atividade1 vídeo institucional final (5 a 7 minutos), com registro das oficinas, apresentações e depoimentosEquipamentos utilizados: Câmera ou celular com boa resolução, microfone, software de edição simplesObjetivo:Criar memória do projetoApoiar ações de comunicação e prestação de contasValorizar os participantes e divulgar a metodologia inclusiva aplicada

Acessibilidade

O projeto de capoeira será totalmente acessível e inclusivo, garantindo a participação plena de pessoas neurodivergentes, conforme as diretrizes de acessibilidade da Lei Rouanet (Lei nº 8.313/91) e da Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015).Serão adotadas estratégias que assegurem o acesso físico, comunicacional, sensorial e atitudinal, promovendo um ambiente acolhedor e respeitoso à diversidade.Adaptação do espaço físico: os locais das oficinas e apresentações serão acessíveis, com rampas, banheiros adaptados e sinalização visual clara.Apoio especializado: presença de profissionais capacitados em inclusão e mediação de atividades para pessoas com autismo, TDAH e outras condições do espectro neurodivergente.Comunicação acessível: uso de linguagem simples, pictogramas e apoio visual para compreensão das atividades e das regras da capoeira.Acolhimento sensorial: criação de um espaço de regulação emocional (“cantinho sensorial”) com iluminação suave, fones abafadores e brinquedos táteis, garantindo conforto durante as atividades.Capacitação da equipe: todos os professores e monitores receberão formação básica em neurodiversidade e estratégias de manejo sensível e respeitoso.Participação com autonomia: as atividades serão adaptadas ao ritmo, à sensibilidade e às habilidades de cada participante, valorizando suas potencialidades e promovendo a autoestima.Essas ações garantem que o projeto não apenas cumpra as exigências legais de acessibilidade, mas também fortaleça a inclusão cultural e o direito à participação plena das pessoas neurodivergentes na arte e na cultura.Intérprete de Libras (Língua Brasileira de Sinais): Será contratado(a) profissional habilitado e certificado para atuar como intérprete de Libras durante as oficinas e apresentações públicas do projeto. O serviço garante a comunicação e compreensão do conteúdo por pessoas surdas ou com deficiência auditiva, conforme o Decreto nº 5.626/2005.AudiodescriçãoSerá realizada por profissional especializado, com roteiro e locução que descrevem elementos visuais importantes das apresentações, vídeos e materiais de roteiro e locução que descrevem elementos visuais importantes das apresentações, vídeos e materiais de comunicação do projeto.

Democratização do acesso

O projeto será desenvolvido com foco na democratização do acesso à cultura, priorizando a participação de pessoas neurodivergentes, famílias e comunidades em situação de vulnerabilidade social. Todas as oficinas, vivências e apresentações públicas terão garantindo a inclusão e a igualdade de oportunidades.A distribuição dos registros das oficinas (vídeos, registros fotográficos, cartilhas e materiais educativos) será feita de forma gratuita e acessível, em formato físico e digital. Os conteúdos digitais serão disponibilizados em plataformas abertas e redes sociais do projeto, com legendas, janela de Libras e audiodescrição, assegurando acessibilidade comunicacional.Não haverá comercialização com fins lucrativos. A proposta tem caráter formativo e sociocultural, buscando ampliar o alcance da capoeira como expressão artística e ferramenta de inclusão. As ações de divulgação contemplarão escolas públicas, instituições parceiras e organizações voltadas à pessoa com deficiência e à neurodiversidade.Dessa forma, o projeto promove o acesso universal e democrático à cultura, conforme os princípios da Lei Rouanet, fortalecendo o direito à participação cultural de todos os cidadãos.

Ficha técnica

Coordenação geral e pedagógica: Viviane Basilio de Andrade Amancio da Silva, pedagoga, psicomotricista corporal, especialista em Neurociência, Análise de comportamento e produtora cultural do projeto Nova Vida Dons e Talentos. Trabalho com supervisão das ações de acessibilidade para garantir que todas as práticas estejam alinhadas às diretrizes de inclusão, respeitando os limites e potencialidades dos participantes, com o suporte da equipe especializada.Instrutor de Capoeira:Francisco de Assis Gomes do Nascimento, Contramestre de Capoeira e fundador do grupo Nova Geração Capoeira Heliópolis, atuará diretamente como instrutor e facilitador de oficinas, liderando atividades práticas de musicalidade, movimentos da capoeira, rodas de conversa e expressão corporal.Isabela Borges Farias é graduada em psicologia e especialista em neuropsicologia com formação em reabilitação cognitiva, trabalha a terapia cognitiva comportamental para desenvolvimento de habilidades sociais em pessoas com deficiência. Responsável pelo acompanhamento dos participantes com TEA, avaliação dos avanços individuais, apoio à família e formação da equipe em práticas inclusivas.Raimundo Aurileudo Barroso Bandeira, auxiliar do instrutor de capoeira, socioeducador, responsável por auxiliar o contramestre nas atividades propostas.Emanuel Jonatas Soares, auxiliar do instrutor de capoeira, socioeducador, responsávvel por auxiliar o contramestre nas atividades propostas.Isabela Borges Farias é graduada em psicologia e especialista em neuropsicologia com formação em reabilitação cognitiva, trabalha a terapia cognitiva comportamental para desenvolvimento de habilidades sociais em pessoas com deficiência. Responsável pelo acompanhamento dos participantes com TEA, avaliação dos avanços individuais, apoio à família e formação da equipe em práticas inclusivas.Matheus Borges Faria, formado em técnico de informática e especialista em Marketing Digital, com sólida experiência em estratégias de anúncios online, certificada pelo Google em Google Ads. Geração de autoridade para marcas, produtos e profissionais em mídia paga, redes sociais, construção de autoridade online e funis de venda, atuando tanto em projetos corporativos quanto em mentorias e ações voluntárias.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.

2027-12-31
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo