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PRONAC 2512290Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Companhia de Teatro Musical do Bixiga

PRUMOPRO PROJETOS E PRODUCOES LTDA
Solicitado
R$ 1,56 mi
Aprovado
R$ 1,56 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

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Eficiência de captação

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Classificação

Área
—
Segmento
Teatro Musical (c/ dramaturgia, danças e canções)
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Teatro musical
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2026-01-01
Término
2027-12-31
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

O projeto visa ao desenvolvimento da Companhia de Teatro Musical do Bixiga por meio da realização de oito oficinas formativas gratuitas em teatro musical (atuação, canto, dança, dramaturgia e técnica vocal), voltadas a artistas e moradores do Bixiga. As atividades culminam em uma mostra pública e estabelecem as bases para um núcleo permanente de criação e formação em teatro musical no território.

Sinopse

Oficina 1 – Atuação e Improviso no Teatro MusicalA oficina de Atuação e Improviso constitui a base interpretativa do projeto, desenvolvendo a presença cênica e a capacidade de criação espontânea dos participantes. As aulas combinam exercícios de corpo, voz e emoção, utilizando jogos de improvisação e práticas de escuta coletiva. Os participantes são conduzidos a compreender a relação entre texto, música e movimento, construindo pequenas cenas autorais e experimentando os fundamentos da atuação musicalizada. O foco está na construção do personagem, na intencionalidade dramática e na criação de situações cênicas a partir de estímulos rítmicos e musicais, formando intérpretes versáteis e expressivos.Oficina 2 – Canto Coral no Teatro MusicalO módulo de Canto Coral é voltado à prática vocal coletiva e à compreensão do canto como expressão cênica. As aulas trabalham respiração, afinação, ritmo, harmonia e interpretação, integrando técnica vocal e emoção. O repertório abrange diferentes estilos do teatro musical brasileiro e internacional, permitindo ao grupo experimentar arranjos a várias vozes e desenvolver consciência de conjunto. A oficina propõe o canto como exercício de escuta e convivência, valorizando o coro como elemento dramatúrgico e de identidade coletiva. O processo culmina na montagem de um pequeno repertório coral preparado para apresentações internas.Oficina 3 – Dramaturgia, Composição e Escrita de SiEsta oficina estimula o desenvolvimento da escrita autoral e a criação de textos e letras originais para o teatro musical. As atividades partem da observação do cotidiano e das vivências pessoais dos participantes, especialmente no território do Bixiga, transformando experiências e memórias em matéria dramatúrgica. São abordados fundamentos de narrativa, construção de personagens, ritmo e conflito, bem como a estrutura de letras e canções. O trabalho equilibra expressão individual e criação coletiva, resultando em pequenas dramaturgias e composições musicais que dialogam com a identidade do bairro e com as linguagens contemporâneas do teatro musical.Oficina 4 – Técnica Vocal IndividualFocada no aperfeiçoamento da voz cantada, a oficina de Técnica Vocal oferece um percurso de compreensão fisiológica, técnica e expressiva da voz. Os conteúdos abordam respiração, apoio diafragmático, emissão, articulação, afinação e ressonância. Cada participante recebe orientação personalizada para desenvolver controle, projeção e clareza, respeitando sua tessitura e timbre naturais. O módulo também enfatiza o uso da voz como instrumento interpretativo, relacionando emoção e intenção dramatúrgica. O processo culmina em performances individuais de canções trabalhadas ao longo do curso, integrando técnica, musicalidade e expressão cênica.Oficina 5 – Dança e Expressão CorporalA oficina de Dança e Expressão Corporal tem como objetivo ampliar a consciência física e a expressividade corporal dos participantes. O corpo é tratado como instrumento de comunicação, integrando ritmo, gesto e emoção. As aulas trabalham coordenação, musicalidade, presença cênica e diferentes estilos de movimento associados ao teatro musical, incluindo elementos de jazz, dança contemporânea e danças populares brasileiras. A abordagem valoriza a autonomia e o autoconhecimento corporal, com ênfase na composição de pequenas sequências coreográficas e na criação de narrativas físicas, reforçando a integração entre corpo e cena.Oficina 6 – História do Teatro Musical BrasileiroDe caráter teórico-prático, esta oficina introduz os participantes à trajetória do teatro musical no Brasil, contextualizando suas origens, transformações e desdobramentos contemporâneos. As aulas percorrem desde o teatro de revista e as comédias musicais até as produções autorais modernas, analisando obras, compositores e movimentos artísticos. A proposta busca relacionar o desenvolvimento do gênero às transformações sociais, políticas e culturais do país, discutindo também temas de representatividade, identidade e diversidade. O módulo estimula o pensamento crítico e a apreciação artística, aproximando a história do teatro musical da experiência vivida no Bixiga, território emblemático da cena paulistana.Oficina 7 – Backstage no TeatroEsta oficina introduz os participantes às áreas técnicas e de bastidores, abordando as funções essenciais para a produção e execução de um espetáculo. São trabalhados fundamentos de cenotécnica, iluminação, sonoplastia, figurino, maquiagem e adereços, além de noções de segurança e operação de palco. O curso busca desenvolver a compreensão do trabalho técnico como parte integrante da linguagem teatral, estimulando o senso de equipe e o profissionalismo. Por meio de atividades práticas, os participantes experimentam diferentes funções do backstage, compreendendo o processo de montagem, ensaio e realização do teatro musical em sua totalidade.Oficina 8 – O Bixiga como Potência do Teatro BrasileiroEncerrando o eixo formativo, a oficina propõe uma imersão no território do Bixiga como espaço simbólico e criativo. As atividades incluem caminhadas exploratórias, entrevistas com moradores e artistas locais, registro de memórias e criação de cenas inspiradas nas histórias do bairro. O objetivo é promover o reconhecimento do Bixiga como fonte viva de expressão teatral, articulando cultura popular, religiosidade, arte urbana e diversidade social. O processo de pesquisa e criação territorial conecta o aprendizado artístico à realidade concreta, fortalecendo a identidade cultural e o pertencimento dos participantes como agentes da cena local. Espetáculo de Teatro Musical O texto será decidido de forma colaborativa, pelo diretor artístico juntamente com a equipe de formadores durante fase de pré-produção.

Objetivos

Objetivo GeralPor meio de ações formativas, articulações comunitárias e com agentes de artes cênicas da região, desenvolver a Companhia de Teatro Musical do Bixiga a partir da produção de um espetáculo de teatro musical, promovendo o acesso à formação em teatro musical em consonância com a identidade cultural do Bixiga como polo de artes cênicas de São Paulo. Objetivos Específicos- Realizar oficinas de Atuação e Improviso no Teatro Musical, com encontros semanais de 1 hora e carga horária total de 12 horas, voltadas ao desenvolvimento da interpretação, escuta cênica e criação de cenas musicais autorais, para 30 participantes por ciclo.- Realizar oficinas de Canto Coral, com encontros semanais de 1 hora e carga horária total de 12 horas, abordando harmonias, respiração e arranjos colaborativos, para 30 participantes por ciclo.- Realizar oficinas de Dramaturgia, Composição e Escrita de Si, com encontros semanais de 1 hora e carga horária total de 12 horas, voltadas à criação de textos e letras originais a partir das vivências no território, para 30 participantes por ciclo.- Realizar oficinas de Técnica Vocal Individual, com encontros semanais de 1 hora e carga horária total de 12 horas, voltadas ao aprimoramento técnico e expressivo da voz cantada, para 30 participantes por ciclo.- Realizar oficinas de Dança e Expressão Corporal, com encontros semanais de 1 hora e carga horária total de 12 horas, explorando ritmo, espacialidade e consciência corporal no teatro musical, para 30 participantes por ciclo.-Realizar oficinas de História do Teatro Musical Brasileiro, com encontros semanais de 1 hora e carga horária total de 12 horas, abordando obras, contextos e movimentos do teatro musical nacional, para 30 participantes por ciclo.-Realizar oficinas de Backstage no Teatro, com encontros semanais de 1 hora e carga horária total de 12 horas, introduzindo os participantes às funções técnicas e de bastidores do teatro musical, para 30 participantes por ciclo.-Realizar oficinas O Bixiga como Potência do Teatro Brasileiro, com encontros semanais de 1 hora e carga horária total de 12 horas, promovendo vivências territoriais e visitas a espaços simbólicos do bairro, para 30 participantes por ciclo. -Realizar uma espetáculao de Teatro Musical, de 120 a 150 minutos de duração, com participação dos estudantes dos 3 ciclos de oficinas, professores e artistas convidados. - Público-alvo: Artistas e moradores do bairro do Bixiga e arredores, com prioridade para pessoas negras, indígenas, LGBTQIAPN+, imigrantes, refugiadas e pessoas com deficiência, além de crianças de 7 a 12 anos em situação de vulnerabilidade social.

Justificativa

O projeto Companhia de Teatro Musical do Bixiga nasce da necessidade de articular formação, criação artística e pertencimento territorial em um dos bairros mais simbólicos da cidade de São Paulo. O Bixiga é reconhecido historicamente como um polo de diversidade cultural, resistência popular e produção artística, abrigando manifestações ligadas à presença negra, imigrante e operária. Contudo, o território enfrenta processos de apagamento, gentrificação e exclusão social, que ameaçam a continuidade de suas expressões culturais.Embora São Paulo concentre a maior produção de teatro musical da América Latina, o setor ainda se estrutura de forma desigual e pouco representativa, com baixa participação de artistas negros, periféricos e LGBTQIAPN+. A criação da Companhia de Teatro Musical do Bixiga responde a esse cenário ao propor formação gratuita e acessível em artes cênicas, promovendo oportunidades profissionais e fortalecendo a identidade cultural do bairro por meio de ações contínuas de capacitação e intercâmbio artístico.A proposta une educação, cultura e desenvolvimento comunitário, estruturando um núcleo permanente de formação e criação que oferece oficinas de teatro musical, canto, dança, dramaturgia e técnica vocal, além de ações de integração territorial e uma mostra pública aberta à população. Dessa forma, o projeto atua simultaneamente na formação de novos profissionais, na valorização da memória viva do Bixiga e na ampliação do acesso à cultura para públicos historicamente excluídos.A utilização do mecanismo federal de Incentivo à Cultura (Lei nº 8.313/1991 _ Lei Rouanet) é fundamental porque garante a viabilidade financeira e a sustentabilidade estrutural de um projeto de caráter formativo, gratuito e de interesse público. O investimento por meio da Lei possibilita a oferta gratuita das oficinas e apresentações, a remuneração justa de artistas e técnicos envolvidos, a implementação de medidas de acessibilidade e o fortalecimento de espaços culturais do Bixiga como pontos de articulação comunitária. O projeto se enquadra no art. 1º da Lei 8.313/91 em seus incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País. Também atende a alínea "c" do inciso II, do art. 3 da referida lei, a saber: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;

Estratégia de execução

não se aplica.

Especificação técnica

Plano Pedagógico – Companhia de Teatro Musical do BixigaO plano pedagógico da Companhia de Teatro Musical do Bixiga propõe a estruturação de um núcleo formativo e criativo voltado ao ensino, à prática e à difusão do teatro musical a partir do território do Bixiga, em São Paulo. O projeto reúne oito oficinas formativas independentes, realizadas de maneira simultânea, com metodologias ativas e foco na prática artística como eixo central de aprendizagem. O objetivo é formar intérpretes, criadores e técnicos capazes de atuar nas múltiplas dimensões do teatro musical, promovendo o acesso à formação de qualidade, a valorização da diversidade e o fortalecimento da identidade cultural do bairro como polo histórico das artes cênicas paulistanas.O plano está organizado em três ciclos formativos de 12 semanas cada, totalizando 36 semanas de atividades educativas. Cada oficina tem carga horária de 12 horas (1 hora semanal), com exceção da oficina de teatro para crianças, que possui 1h30 semanal. As turmas são compostas por 30 participantes (20 no caso da oficina infantil) e contemplam o público do Bixiga e arredores, com prioridade para pessoas negras, indígenas, LGBTQIAPN+, imigrantes, refugiadas e pessoas com deficiência. O processo seletivo é gratuito e composto por inscrição, análise de currículo e audição. Serão concedidas 10 bolsas de estudo por turma para estudantes de baixa renda.As oito oficinas — Atuação e Improviso, Canto Coral, Dramaturgia e Composição, Técnica Vocal, Dança e Expressão Corporal, História do Teatro Musical Brasileiro, Backstage e O Bixiga como Potência do Teatro Brasileiro — funcionam como eixos complementares de formação, permitindo que os participantes escolham livremente entre diferentes módulos ou realizem o percurso completo. Todas as oficinas acontecem de forma simultânea e autônoma, sem dependência entre si, mas integradas por uma mesma base pedagógica e conceitual.As atividades serão conduzidas com base em metodologias ativas de ensino-aprendizagem, que colocam o participante como agente central do processo formativo. A prática será o eixo estruturante de todas as etapas, associada à reflexão crítica e à construção coletiva do conhecimento. A abordagem privilegia a experimentação, a escuta e a criação colaborativa, desenvolvendo competências técnicas, sensibilidade artística e consciência social. O projeto adota como referência teórica os princípios de John Dewey, Paulo Freire e Augusto Boal, integrando as dimensões da experiência, do diálogo e da emancipação através da arte.Inspirado em Democracy and Education (1916) e Art as Experience (1934), de John Dewey, o plano entende o aprendizado como um processo de experiência estética, no qual o conhecimento é produzido no fazer e na reflexão sobre a prática. Em diálogo com Paulo Freire, autor de Pedagogia do Oprimido (1968), as oficinas valorizam os saberes prévios dos participantes e as realidades culturais do território, adotando uma pedagogia dialógica e horizontal. A essas bases soma-se Augusto Boal, com O Teatro do Oprimido (1974), cuja abordagem reconhece o teatro como instrumento de libertação e cidadania. A prática de Boal é incorporada às oficinas como ferramenta de conscientização, escuta e protagonismo coletivo.Cada módulo promoverá um ambiente de aprendizado horizontal, inclusivo e participativo, articulando diferentes linguagens — teatro, música, dança, dramaturgia e técnica — em uma perspectiva interdisciplinar que reflete a complexidade do teatro musical contemporâneo. O aprendizado se dá por meio de aulas práticas e laboratoriais, leitura e análise de repertório, estudos de caso, visitas de campo, processos de criação autoral, feedbacks contínuos e mostras internas. As estratégias metodológicas priorizam o learning by doing (“aprender fazendo”) e a experimentação artística como motor de formação e transformação social.A equipe pedagógica será composta por profissionais das artes cênicas com experiência comprovada em teatro musical, pedagogia teatral e produção cultural. Cada oficina contará com um docente principal, um assistente pedagógico e o acompanhamento da coordenação geral de oficinas, responsável pela supervisão pedagógica e integração conceitual do programa. As práticas de ensino serão acompanhadas por registros pedagógicos e audiovisuais, garantindo a sistematização dos processos de aprendizado e a documentação de resultados.A avaliação será contínua e formativa, observando o progresso individual e coletivo dos participantes. Serão considerados critérios como presença mínima de 75%, participação ativa nas atividades, desempenho técnico e expressivo, cooperação em grupo e engajamento nos processos criativos. A cada ciclo será realizada uma mostra interna de resultados, que servirá como etapa avaliativa e formativa. Ao término do projeto, os participantes que cumprirem os requisitos receberão certificado de participação, emitido pela Companhia de Teatro Musical do Bixiga, com menção à carga horária e à oficina frequentada. Aqueles que concluírem os três ciclos formativos e participarem do processo de montagem do espetáculo final receberão certificação de formação continuada em teatro musical.A acessibilidade é tratada como diretriz transversal do plano. Os espaços utilizados nas oficinas contarão com acessibilidade física (rampas, banheiros adaptados, piso tátil e sinalização), e o conteúdo das atividades contemplará recursos de acessibilidade comunicacional, como intérprete de Libras em atividades abertas, audiodescrição e legendas descritivas nas mostras e apresentações, além de materiais didáticos em fonte ampliada e versão em braille. As práticas de acessibilidade também fazem parte da formação artística, contribuindo para o desenvolvimento de um teatro musical mais inclusivo e representativo.O plano pedagógico busca ainda promover o diálogo entre arte e território, valorizando o Bixiga como fonte de conhecimento, identidade e memória cultural. As oficinas estimulam o reconhecimento do bairro como espaço de resistência e produção artística, integrando dimensões históricas, sociais e simbólicas em seus processos de criação. O contato com manifestações culturais locais — festas populares, tradições afro-brasileiras, imigração italiana, arte urbana e teatro de grupo — oferece aos participantes uma formação contextualizada e crítica, conectando a experiência pedagógica ao tecido vivo da cidade.O programa também inclui o acompanhamento pedagógico, a produção de relatórios mensais e a realização de reuniões de avaliação com a equipe docente. Serão observados indicadores de desempenho como taxa de presença, número de concluintes, qualidade das criações coletivas e impacto das atividades nas comunidades envolvidas. As mostras internas e apresentações públicas funcionarão como instâncias de devolutiva social e de integração entre os participantes, o público e o território.As ações formativas da Companhia de Teatro Musical do Bixiga têm caráter gratuito e público, contribuindo para a democratização do acesso à cultura e para a qualificação de novos profissionais. O projeto pretende estabelecer um modelo permanente de formação em teatro musical comunitário, que articule educação, arte e cidadania. A combinação entre prática artística, estudo teórico e vivência territorial garante a construção de um percurso pedagógico sólido e transformador, capaz de formar artistas conscientes de sua função cultural e social.O plano pedagógico completo anexado no projeto. Espetáculo de Teatro Musical: Duração: carca de 180 minutos Texto: definido durante a pré-produção de forma colaborativa, pelo diretor artístico juntamente com a equipe de formadores 12 apresentações.

Acessibilidade

I. Produto: Espetáculo de Artes Cênicas a. Acessibilidade física: Local de realização do espetáculo terá plena acessibilidade para pessoas com deficiências físicas, idosos ou dificuldade de loconoção, com rampas de acesso, sinalização, banheiros acessíveis, espaço para circulação apropriados e espaços reservados. b. Acessibilidade de conteúdo: b.1 Locução descritiva e monitores capacitados para acessibilidade de pessoas com deficiência visual; b.2 Intérprete de LIBRA para acessibilidade de pessoas com deficiência auditiva. b.3 Monitores capacitados para acessibilidade de pessoas com deficiência intelectual. II. Produto: Curso/ Oficina/ Capacitação - Artes Cênicas a. Acessibilidade física: Local de realização das oficinas terá plena acessibilidade para pessoas com deficiências físicas, idosos ou dificuldade de loconoção, com rampas de acesso, sinalização, banheiros acessíveis, espaço para circulação apropriados e espaços reservados. b. Acessibilidade de conteúdo:b.1 Locução descritiva e monitores capacitados para acessibilidade de pessoas com deficiência visual;b.2 Disponibilidade de intérprete de LIBRA para acessibilidade de pessoas com deficiência auditiva. b.3 Monitores capacitados para acessibilidade de pessoas com deficiência intelectual.

Democratização do acesso

Todas as atividades serão gratuita para o público e participantes das oficinas. Como medida de ampliação de acesso, o projeto conta como atividades paralelas uma série de oficinas formativas, atendendo o inciso V do art. 47 da Instrução Normativa 23/2025, a saber: V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas;

Ficha técnica

A PrumoPro será responsável pela rubrica de Direção Geral.1. Direto Artístico e Diretor Teatral - Renato Caetano Renato Caetano é ator (DRT 35776/SP), arte-educador, cantor, dublador, artista visual e músico (saxofonista), natural de Ipeúna, São Paulo. É graduado em Licenciatura em Artes Plásticas pela UNESP/Bauru, com complementação na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto (Portugal), e formado em Atuação pela SP Escola de Teatro e Técnico em Teatro Musical pelo SESI/SP.Como ator, participou de montagens de destaque como Bom Retiro 958m (Teatro da Vertigem), Eleguá (Clã do Jabuti) — indicado ao Prêmio FEMSA na categoria Elenco Revelação —, A Missão em Fragmentos (Coletivo Legítima Defesa), O Homem de La Mancha, A Cor Púrpura, Sweeney Todd, Bonnie & Clyde e Codinome Daniel. No teatro musical, foi cover de Mufasa em O Rei Leão, alternante de Apollo Creed em Rocky – O Musical, e prepara-se para viver Gyp DeCarlo em Jersey Boys. Durante a pandemia, criou o Coletivo ReVeLa, e em 2021 dirigiu e editou o curta-metragem Pra Se Manter São, sua estreia como cineasta.Nas artes visuais, desenvolve pesquisa com foco na técnica da aquarela, explorando borrões, transparências e texturas como expressões de identidade e ancestralidade. Sua produção reflete a estética e a temática negra, abordando diáspora, memória e autoafirmação. Desde 2008 participa de exposições coletivas e, em 2014, realizou sua primeira mostra individual, puro.acaso, no Ap. Byob, em São Paulo. Em 2023 foi artista convidado na III Expo Internacional da Consciência Negra. Como ilustrador, assina capas e ilustrações internas de livros como O Divino do Jovem (Hilário Dick, 2009), Cantares em Aço e Concreto (Edu Perez, 2019), Gaiola do Corpo (Edu Perez, 2021) e Segredos de uma Vida (Hugo Aspromonte, 2024). Desde 2020 é ilustrador colaborador do jornal Le Monde Diplomatique Brasil, com produções sociopolíticas de grande circulação.Sua experiência visual também o levou à assistência de criação de cenografia e figurino, contribuindo para espetáculos como A Cidade dos Rios Invisíveis (Grupo Estopô Balaio, 2014) e Baquaqua (Cia do Pássaro, 2016). Reconhecido por sua versatilidade, Renato atua no cruzamento entre teatro, música e artes visuais, afirmando-se como um artista negro multidisciplinar, cuja obra transita entre a cena, o som e a imagem com profundo compromisso estético e político. 2. Coordenador de Produção - Fabricio Addeo Ramos Gestor de projetos em cultura, diversidade e economia criativa, formado em Comunicação com ênfase em Cinema pela Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP) e em Gastronomia pela Universidade Mackenzie. Possui curso de gestão de projetos pela Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) e produção cinematográfica pelo King's College (Reino Unido, 2003).Em 2024, produziu o álbum "Quintal dos Deuses", o videoclipe da música "Preto Velho" e o show de lançamento do álbum em Taubaté, SP. Coordenou a produção de festivais como Quitutes e Batuques (2009-2011), Olinda Jazz (2008-2012), Sampa Jazz (2008-2009), Festival Conexão Internacional da Dança (2009), Museu Virtual do Moleque de Rua (2013) e as turnês internacionais do Quinteto Violado na Coreia do Sul, Paraguai e Turquia (2015-2017).Foi responsável pela comunicação de projetos como Cortejo Cultural de Barretos (2019), Espetáculos e Exposição dos 40 anos do Projeto Sol (2019) e Feira Literária do Sol (2021). Produziu os documentários "Understanding Unbelief" (2019), "Bye Bye Desemboque - Lima Duarte e suas Veredas" (2020) e "Palavras ao Mar" (2021), dirigidos por Ariane Porto.Atualmente, é diretor artístico e curador dos projetos Quitutes e Batuques (desde 2021) e do Programa Internacional de Intercâmbios Artísticos e Criativos (PRINTA, desde 2008). No terceiro setor, atua como diretor executivo da Nix Diversidade e Economia Criativa, liderando a gestão de coletivos inclusivos de esporte LGBTQIA+ e como coordenador geral e autor do estudo "Diversidade & Inclusão – Estudo sobre as conquistas e desafios da comunidade LGBTQIA+ no Esporte" e do "Mapeamento de Coletivos de Esporte Inclusivo no Brasil". 3. Coordenador de Oficinas - Renato Ferraz Renato Ferraz é produtor cultural, gestor de projetos e coordenador de oficinas com atuação destacada nas áreas de cultura, esporte e economia criativa, voltado à promoção da diversidade, inclusão social e sustentabilidade.Em 2025, coordenou e produziu o projeto COCUNIX, realizado entre janeiro e outubro, voltado à gastronomia e identidade cultural, promovendo ações formativas, oficinas e atividades de valorização das tradições alimentares paulistas. No mesmo ano, atuou na produção e logística do Projeto Mobilidade Artística, que apoiou intercâmbios de artistas com bolsas para viagens nacionais e internacionais, e integrou a equipe de produção do Projeto Jogos Trans, festival poliesportivo pioneiro que reuniu mais de 600 atletas trans em modalidades variadas, promovendo visibilidade e cidadania à comunidade LGBTQIA+.Entre junho e dezembro de 2024, foi coordenador de oficinas e produtor do Projeto Cultura Popular, desenvolvido com crianças, adolescentes e professores da comunidade Vinte e do Projeto Sol, em São Paulo. Nesse período, também participou da produção de projetos de grande relevância sociocultural, como o Cine Rural, que levou cinema itinerante com temática ambiental a comunidades rurais; o Projeto Rede Cidade Acervo do Vale do Paraíba, voltado à digitalização de acervos históricos e à reflexão sobre cidades inteligentes; o Projeto Negros Sentimentos, com apresentações musicais centradas na identidade étnico-racial; o Projeto Coletivo Diversidade, que promoveu ações de cidadania LGBTQIAPN+; o Diálogos de Transcidadania, voltado ao empoderamento de pessoas trans; e o Projeto Cultura Itinerante, que realizou oficinas artísticas em periferias de São Paulo. Também em 2024, coordenou o Projeto Angels Volley, dedicado ao primeiro time de vôlei LGBTQIA+ de mulheres trans do país, e participou da produção do Prêmio Cultura Viva, que reconhece iniciativas comunitárias de artes e patrimônio cultural.Entre março e setembro de 2023, foi coordenador de oficinas e produtor do festival internacional de intercâmbios criativos Quitutes e Batuques, que promoveu trocas entre artistas brasileiros e estrangeiros nas áreas de música, gastronomia e artes visuais. Nesse mesmo ano, atuou na produção do álbum afro-brasileiro Quintal dos Deuses, em editais culturais voltados à valorização de matrizes africanas, e no Projeto Angels/Reckitt, voltado à inclusão esportiva de mulheres trans. Também participou da gerência de mídias sociais do Projeto Nike Diversidade no Esporte, dedicado à inclusão de pessoas LGBTQIA+ no esporte, e da produção da Promoção Coca-Cola Retornáveis, campanha nacional de incentivo ao consumo sustentável por meio de sorteios e ações interativas.Com trajetória iniciada na área de comunicação e marketing promocional, Renato Ferraz consolidou-se como produtor de projetos culturais e sociais com forte dimensão formativa e comunitária. Sua atuação reúne experiência em gestão, logística, curadoria e coordenação pedagógica, integrando equipes multidisciplinares em iniciativas reconhecidas por seu impacto e compromisso com a diversidade, o desenvolvimento territorial e a cidadania cultural. Critérios de Seleção de AtoresVínculo formativo:Estar matriculado e frequentando regularmente as oficinas formativas do projeto, com presença mínima de 75% nas atividades do ciclo em andamento. Análise curricular; Desempenho em audição; Diversidade e representatividade;Priorização de artistas e moradores do Bixiga e regiões do entorno, bem como de pessoas negras, indígenas, LGBTQIAPN+, imigrantes, refugiadas e com deficiência, respeitando o caráter inclusivo e comunitário do projeto. Disponibilidade e comprometimento.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.