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O projeto "Tonha", espetáculo teatral solo, consiste num projeto de circulação itinerante com apresentações marcadas para SP, DF e AC. A obra retrata o 2° Ciclo da Borracha e através da técnica do Contador de História, o espetáculo traz ao palco a personagem Silvia, jovem acreana, que através de cartas, retrata a trajetória da bisavó Tonha, que migrou da Caatinga para a Amazônia. Com trilha sonora autoral de Salomão Soares e acervo de fotos de Dalmir Rodrigues Ferreira e texto de autoria de Catarina Cândida "Tonha" é uma obra fictícia baseada no processo de ocupação do estado do Acre. O projeto prevê ações de acessibilidade e democratização, sustentabilidade e plano de comunicação robusto, além de oficina de artesanato típico dos seringais com ex-seringueiras, em Xapuri (AC).
Tonha é a história de uma mulher. Nordestina. Retirante. Uma emigrante no seu próprio país. Quando a Amazônia era a terra prometida e diziam que lá o outro era branco e escorria pelas árvores, milhares de nordestinos abandonaram a caatinga do sertão e rumaram para as margens do Rio Amazonas. Em plena 2° Guerra Mundial a borracha era ouro, os seringais os campos de produção e o seringueiros os Soldados da Borracha. Convocados pelo Governo Federal, nordestinos cruzaram o país para atender a ordem do País e com a esperança de uma digna assegurada nos seringais da Amazônia. Com trilha sonora autoral de Salomão Soares e acervo de fotos de Dalmir Rodrigues Ferreira, texto de autoria de Catarina Cândida “Tonha” é uma obra fictícia baseada no processo de ocupação do estado do Acre. Acompanhar a história de Tonha e sua família é entender um pouco da estrutura escravagista presente na seca do Nordeste e nas abundantes terras Amazônicas. Silvia, bisneta de Tonha, mergulha em cartas e memórias dos seus antepassados e leva ao público o pouco que sabe e muito o que imagina sobre essa grande trajetória vivenciada pelos seus bisavós. Através de cartas, Silvia conta ao público como a miséria e a violência estiveram presentes por toda a vida de seus antepassados. Seja na terra seca do Nordeste ou na terra fértil da Amazônia, questões estruturais marcaram a vida de Tonha e sua família que repercutem até a geração de Silvia. O silêncio, a vergonha e a dor em relembrar aquele período. O processo de adaptação dos personagens ao novo ambiente é interpretado pela atriz Catarina Cândida que retrata a fusão de tradições que acontecem nesta travessia do seco e árido Nordeste, para o úmido e fértil Norte do Brasil. O espetáculo “Tonha” tem classificação indicativa para 12 anos, com duração de 50 minutos, a obra se apoia na técnica do Contador de Histórias, por meio de uma performance solo com a interpretação de 8 personagens.
Objetivo GeralO projeto "Tonha" visa realizar uma temporada itinerante pelos estados de São Paulo (capital), Brasília (DF) e Rio Branco (AC), com o propósito de difundir para os palcos das grandes capitais a história dos seringais do Acre e o impacto do período para as gerações atuais de bisnetos e netos de seringueiros, ainda pouco visto em palcos e espaços culturais. Em cada cidade as apresentações ocorrerão no período de 3 semanas, com expectativa de público de 500 - 1000 pessoas, incorporando ações de democratização e acessibilidade ao projeto. Objetivo específico- Realizar a circulação nacional do espetáculo "Tonha", com temporada de 3 semanas em cada cidade (São Paulo, Brasília e Rio Branco), difundindo a história dos seringais e do 2° Ciclo da Borracha por meio da linguagem teatral contemporânea.- Promover uma pré-estreia com coquetel voltada a convidados, imprensa e patrocinadores, fortalecendo a visibilidade e a rede de difusão do projeto.- Realizar rodas de conversa após cada sessão, incentivando o diálogo entre público, equipe artística e especialistas sobre a memória dos seringais e o papel das mulheres na formação da Amazônia.- Oferecer 1 apresentação gratuita do espetáculo em Xapuri (AC), município emblemático da luta seringueira e terra de Chico Mendes, ampliando o acesso de comunidades locais à produção artística contemporânea.- Promover uma oficina gratuita de artesanato tradicional dos seringais, ministrada por antigas seringueiras em Xapuri, com o objetivo de salvaguardar saberes sobre a confecção de objetos utilitários em cipó (xamaxim, paneiro, cesto e abanador), fomentando a transmissão intergeracional desses conhecimentos.- Estabelecer parcerias com escolas e universidades públicas para a realização de 3 apresentações gratuitas, uma em cada cidade da circulação, voltadas a estudantes e professores das áreas de história, artes e ciências sociais.- Desenvolver e gerenciar plano de comunicação digital, com criação de perfil exclusivo do projeto para divulgação de ensaios, bastidores, agenda e conteúdos educativos sobre o processo criativo e histórico do espetáculo.- Implementar ações de sustentabilidade, com acompanhamento de produtora especializada para garantir descarte correto de resíduos, uso de materiais cenográficos de baixo impacto ambiental e produção de materiais de divulgação ecológicos (ex.: papel semente).- Garantir acessibilidade física e comunicacional nas apresentações e oficinas, com medidas como Libras, audiodescrição, piso tátil e espaços adaptados para pessoas com deficiência.- Registrar a circulação em material audiovisual e fotográfico, documentando as apresentações, rodas de conversa e oficina como acervo histórico e de memória do projeto.
Historicamente, o estado do Acre marca a história mundial e nacional pela sua atuação na produção da borracha, por meio da coleta do látex. Essa matéria-prima impulsionou o avanço da Revolução Industrial e teve papel relevante durante a Segunda Guerra Mundial, com os chamados Soldados da Borracha.Localizado na Amazônia Ocidental, o território acreano já foi palco de conflitos com os países vizinhos Bolívia e Peru, que resultaram em sua anexação ao território brasileiro. Vivenciou períodos de grande riqueza para os donos dos seringais e de esperança para aqueles que migravam, movidos pela promessa do Governo Federal de trabalho e vida digna na exploração da seringa. Em um contexto análogo à escravidão, a formação do Acre é marcada pela exploração, violência e abusos físicos e psicológicos sofridos, sobretudo pelos nordestinos, população que mais migrou para o estado durante a convocação dos bravos Soldados da Borracha.A história do Acre é permeada por contradições: o progresso do Brasil e do mundo esteve atrelado à exploração daqueles que, no interior da Amazônia, migraram, trabalharam e formaram famílias, constituindo comunidades tradicionais brasileiras. Essa exploração se estende até o período da ditadura militar, quando o governo federal incentivou fortemente a ocupação de terras na região para a criação de pastagens e gado. Nesse contexto, a luta pela defesa da Amazônia e das comunidades originárias e tradicionais foi simbolizada pela figura do seringueiro e ambientalista Chico Mendes.Atualmente, a cultura extrativista vem sendo apagada e substituída pela lógica do agronegócio, marcada pela bota, o chapéu e o desmatamento. O Relatório Anual do Desmatamento no Brasil (RAD), divulgado em 15 de maio pela iniciativa MapBiomas Alerta, apontou redução do desmatamento em cinco dos seis biomas brasileiros em 2024. Na Amazônia, o Acre foi o único estado que não apresentou queda na área desmatada, registrando um aumento de 30% no último ano.O estado ainda é marcado por conflitos entre extrativistas e fazendeiros. Em 2025, esses confrontos ganham novas proporções: a disputa pela narrativa nas redes sociais opõe produtores rurais com atividades ilegais em reservas ambientais a extrativistas que também vivem nesses territórios. Esse cenário revela a persistente desvalorização da cultura e da produção extrativista, o desconhecimento do potencial econômico dos produtos da floresta e a negação de um passado histórico marcado pela exploração e violência, que teve início nos Ciclos da Borracha, passou pela ditadura e hoje se reflete na exaltação da cultura do agronegócio e do desmatamento.O espetáculo Tonha propõe, por meio de uma performance contemporânea, o questionamento da jovem Sílvia, que busca compreender sua própria história e imagina as vivências dos bisavós nos seringais. A partir dessa personagem, bisneta da protagonista, o espetáculo destaca e preserva a origem da cultura extrativista, a adaptação dos antepassados ao ambiente úmido e vasto da Amazônia, e convida o público, especialmente a juventude, a conhecer e valorizar esse período tão marcante para o desenvolvimento do Brasil e do mundo. O projeto se enquadra nos seguintes dispositivos da Lei nº 8.313/91:Art. 1º _ incisos aplicáveis:I. contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II. promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III. apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV. proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V. salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VI. preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;VII. desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações;VIII. estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX. priorizar o produto cultural originário do País.Art. 3º _ objetivos atendidos:I - incentivo à formação artística e cultural, mediante:a) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos;b) estímulo à participação de artistas locais e regionais em projetos desenvolvidos por instituições públicas de educação básica que visem ao desenvolvimento artístico e cultural dos alunos, bem como em projetos sociais promovidos por entidades sem fins lucrativos que visem à inclusão social de crianças e adolescentes;
Plano de DivulgaçãoA comunicação do projeto será planejada para fortalecer a visibilidade do espetáculo e da oficina, alcançando tanto o público local quanto interessados em cultura e tradições da Amazônia. A divulgação busca valorizar as expressões culturais ligadas aos seringais e ao trabalho das antigas seringueiras, além de incentivar a participação da comunidade nas atividades gratuitas.1. Estratégia GeralA divulgação ocorrerá de forma integrada, com ações presenciais e digitais. A equipe de produção será responsável pela elaboração e acompanhamento de todo o plano, articulando parcerias com rádios, coletivos culturais e instituições locais para ampliar o alcance das informações.2. Identidade Visual e Materiais de ComunicaçãoSerá desenvolvida uma identidade visual unificada para o projeto, aplicada em todos os materiais gráficos e digitais.Materiais previstos:Cartazes e panfletos distribuídos em pontos estratégicos (centros culturais, escolas, feiras, associações);Banners e faixas em locais de grande circulação;Peças digitais para redes sociais (posts, stories e vídeos curtos);Conteúdos informativos sobre o processo e os saberes das seringueiras, com imagens e depoimentos.3. Comunicação Comunitária e RegionalContato direto com rádios locais e comunitárias para veiculação de spots e entrevistas;Parcerias com coletivos culturais e organizações sociais para circulação das informações;Divulgação boca a boca e uso de aplicativos de mensagens (como WhatsApp) para chegar a moradores de áreas rurais;Participação das antigas seringueiras na comunicação, compartilhando suas histórias em vídeos ou entrevistas curtas.4. Comunicação DigitalUtilização das redes sociais do artista, da produtora e de parceiros locais para promover as ações;Publicações semanais com cronograma das apresentações, bastidores e conteúdos educativos;Criação de um evento digital para facilitar o compartilhamento e confirmação de presença;Registro audiovisual das atividades, que servirá também como material de divulgação pós-realização.5. Divulgação InstitucionalEnvio de releases e fotos para veículos de imprensa local e regional;Contato com portais culturais, blogs e páginas de cultura independente;Agradecimento público aos apoiadores e parceiros nas comunicações digitais e impressas.6. Resultados EsperadosEngajamento das comunidades envolvidas nas ações culturais;Ampliação da visibilidade das antigas seringueiras e de seus saberes tradicionais;Valorização da cultura amazônica e dos modos de vida dos seringueiros;Fortalecimento da imagem do projeto e do espetáculo como ações comprometidas com memória, sustentabilidade e inclusão.
Produto - CIRCULAÇÃO ESPETÁCULO TONHA palco estilo arena Projetor mapping 6 PAR64 #5 Geral8 PAR64 #5 Laterais6 PAR64 #5 Contra Luz 4 Parled RGBWA 6 PAR64 #2 (220v)4 Fresnel4 Plano Convexo (1000w)5 Elipsoidal Source Four ETC (zoom 25 -50°) com porta gel e írisCamarim Espetáculo destinado a público com faixa etária acima de 12 anos. Espetáculo voltado a professores, estudantes, profissionais da área de história, ciências sociais, geografia, antropologia, artes cênicas, comunicação e saude, diretores, produtores e demais profissionais do setor cultural, pessoas oriundas de povos indígenas, comunidades tradicionais, inclusive de terreiros e quilombolas, populações nômades e povos ciganos, pessoas LGBTQIAPN+, pessoas com deficiência, além de famílias, jovens e idososDuração do espetáculo: 50 minutos Subproduto - OFICINA DE ARTESANATO sala com ar condicionado e boa iluminaçãoProjetor Equipamentos cortantes para produção das peças Matéria prima: cipó
Produto CIRCULAÇÃO DE ESPETÁCULO TEATRAL “TONHA” a. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: i. Disponibilização de infraestrutura (rampas, elevadores e barras laterais) e adaptação de espaços/equipamentos com o objetivo de priorizar ou facilitar o acesso; iii. Banheiros adaptados, espaço para cadeiras de rodas e ambiente com espaço adequado para mobilidade de cadeirantes. b. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO COMUNICACIONAL E DE CONTEÚDO: ii. Gravações com a descrição dos ambientes; iv. Piso tátil para deficientes visuais; vi. Placas de sinalização em braille; vii. Material em braile, viii. Materiais em áudio. Para pessoas com deficiência auditiva: i. Atendimento especializado em Libras ou por meio de articulador orofacial, devidamente sinalizado; Para pessoas com deficiência intelectual e autistas: iii.Disponibilização de cadeiras na primeira fileira para pessoas com TEA e seu acompanhante em locais com iluminação amena, menos barulho ou aglomerações. Fast pass em filas de acesso (acesso pela saída); iv.Disponibilização de protetores auriculares ou fones de ouvido para diminuição de ruído para pessoas com TEA; Contrapartida OFICINA DE ARTESANATO EM XAPURI a. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: i. Disponibilização de infraestrutura (rampas, elevadores e barras laterais) e adaptação de espaços/equipamentos com o objetivo de priorizar ou facilitar o acesso; iii. Banheiros adaptados, espaço para cadeiras de rodas e ambiente com espaço adequado para mobilidade de cadeirantes. b. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO COMUNICACIONAL E DE CONTEÚDO: Para pessoas com deficiência auditiva: i. Atendimento especializado em Libras ou por meio de articulador orofacial, devidamente sinalizado; Para pessoas com deficiência intelectual e autistas: i.Monitoria especializada inclusiva ao longo das atividades com uso de “Linguagem Simples” (recurso da acessibilidade cognitiva, criado para facilitar a comunicação das pessoas com deficiência intelectual); iii.Disponibilização de cadeiras na primeira fileira para pessoas com TEA e seu acompanhante em locais com iluminação amena, menos barulho ou aglomerações. Fast pass em filas de acesso (acesso pela saída);
Medidas de Ampliação de Acesso (conforme Art. 47 da IN 23/2025): IV - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Comissão Nacional de Incentivo à Cultura.Atendendo ao inciso IV, o projeto de circulação “Tonha” também prevê: a realização de 3 apresentações gratuitas para escolas e/ou universidades públicas por cidade visitada; Disponibilizar ingressos no valor de meia entrada a grupos sub-representados, como: pessoas negras, pessoas com deficiências, pessoas de baixa renda, LGBTQIAPN+; Disponibilizar ingressos no valor de meia entrada a grupos como: estudantes, acadêmicos e profissionais do setor cultural, jovem aprendiz, professores e idosos. Realizar as ações previstas em teatros próximos ao centro da cidade com acesso simplificado por meio de transporte público; Medidas de Ampliação de Acesso (conforme Art. 47 da IN 23/2025): I - disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição; II - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas; III - estabelecer parceria visando à formação de agentes culturais em iniciativas financiadas pelo poder público; IV - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Comissão Nacional de Incentivo à Cultura. Atendendo ao inciso IV, o projeto de circulação “Tonha” também prevê: a realização de 3 apresentações gratuitas para escolas e/ou universidades públicas; Disponibilizar ingressos no valor de meia entrada a grupos sub-representados, como: pessoas negras, pessoas com deficiências, pessoas de baixa renda, LGBT+; Disponibilizar ingressos gratuitos a grupos como: estudantes, acadêmicos e profissionais do setor cultural, jovem aprendiz, professores e idosos. Realizar as ações previstas em teatros próximos ao centro da cidade com acesso simplificado por meio de transporte público;
Catarina Cândida Oliveira Macedo Neves Viana - Atriz e Autora Atriz com formação em artes cênicas e trajetória construída entre o Brasil e Portugal. Iniciou sua experiência teatral no teatro infantil, entre 2011 e 2014, na Companhia de Expressão, em Rio Branco, sob orientação de Jocilene Barroso e Núbia Alves. Entre 2016 e 2018, deu continuidade à sua formação na Cia da Ilusão, em Brasília, no curso de Introdução ao Teatro.Em 2019, mudou-se para Lisboa, onde estudou Teatro Físico e Formação de Atores na Evoé – Escola de Atores, concluindo o curso profissionalizante de artes cênicas em 2021. No ano seguinte, participou do programa de Teatro e Comunidade na Escola Superior de Teatro e Cinema, aprofundando seu interesse pelas relações entre arte, corpo e sociedade.Paralelamente à carreira artística, Catarina formou-se em Psicologia, com estudos realizados no UniCEUB (Brasília) e no ISPA (Lisboa) entre 2019 e 2022. Atualmente, conclui o Mestrado em Psicologia Clínica pelo ISPA – Instituto Universitário de Ciências Psicológicas, Sociais e da Vida, em Lisboa (2022 a 2024).No campo profissional, Catarina participou de diversas produções teatrais e audiovisuais. Em 2022, integrou o elenco da série B.O, da Netflix, interpretando a personagem Soraia Cristina. No teatro, destacou-se com o espetáculo “Tonha”, apresentado em diferentes espaços e cidades: Usina de Artes João Donato (Rio Branco – 2021 e 2022), Teatro dos Ventos (Brasília – 2021), Evoé Escola de Atores (Lisboa – 2021), UFAC (Rio Branco – 2024) e SESC Rio Branco(2024).Outros trabalhos incluem o projeto “Um Tour por Lisboa Antiga”, no Museu de Lisboa (2021), e os espetáculos “Ivress” (Fábrica Braço de Prata – Lisboa, 2023), “A Lógica da Escuridão” (Os Satyros – São Paulo, 2024) e “Louca Amizade” (Funarte – São Paulo, 2024).Em 2024 coordenou o projeto de desenvolvimento financiado pela Lei Paulo Gustavo, na adaptação do texto teatral Tonha para versão de roteiro de longa metragem. A equipe composta por profissionais acreanos, elaborou a pesquisa, escrita do roteiro, argumento, sinopse, logline e descrição de personagens, e desenho de produção. Atualmente trabalha na produtora Estúdio Escarlate, localizada em São Paulo e integra projetos como a produção do longa metragem Chico Mendes, obra que retrata o último ano de vida do ambientalistas, Prêmio Chico Vive, evento cultural que celebra o legado de Chico Mendes, “Eternamente Sua” obra escrita e dirigida por Sergio Machado, entre outros projetos em desenvolvimento.Naira Johansson Carneiro Larrea - Diretora e Cenografa Naira Carneiro é atriz, diretora e produtora. Formada em Artes Cênicas pela Universidade de Brasília – UnB em 2011. Atua profissionalmente desde os 6 anos de idade na companhia Os Buriti.Em 2022 estreia “À Beira do Sol” seu primeiro solo com quem divide a direção com Duda Rios. À Beira do Sol recebeu 6 indicações a prêmios em São Paulo, incluindo Melhor Atriz, foi indicado a Melhor Espetáculo Infantil pelo grande Prêmio APTR e a 6 categorias no Prêmio CBTIJ, incluindo Melhor Atriz; Assina a direção dos espetáculos “Cantos de Encontro” (2012), que já foi apresentado em 40 cidades de 8 estados brasileiros e em 16 cidades de 6 países europeus; “KALO – Filhos do Vento”, que foi indicado pelo Prêmio Sesc do Teatro Candango em 5 categorias, incluindo melhor direção; “Tal Mãe, Tal Filha – histórias que nascem das águas” da icônica Cia Carroça de Mamulengos; e do mais recente espetáculo-show da Orquestra Sanfônica do Rio de Janeiro. No audiovisual dirige, juntamente com Carlon Hardt, o premiado curta-metragem de animação “O Jardim Mágico” (2025), em fase de distribuição e está em processo de finalização de dois clipes animados intitulados “Voar” e “Curió Curí”.Yasmin Lira Fernandes - Co-cenógrafa Yasmim Lira é Cenógrafa e Iluminadora. Graduanda em Artes Cênicas pela UNIRIO. Foi Cenógrafa de “A Tempestade”, iluminadora de “Ainda Sou Circo”, “Deus Pelo Avesso” e “O Agri-doce Chorume da Vida”, neste último ganhando o prêmio de melhor iluminação no FESTU 2025. Trabalhou como assistente de cenografia e figurino ao lado de cenógrafas como Beli Araújo, Alice Cruz e Elsa Romero nos espetáculos “A Inquilina” e “Meu corpo está aqui”, “Mãe Riso” e “Asilo?” e “Dicas para Sofrer em Paz”. Como assistente e técnica de iluminação trabalhou com diversos nomes, dentre eles Paulo Cesar Medeiros, Aurélio de Simoni, Felipe Medeiros e Daniela Sanchez no espetáculos “Meu caro amigo”, “Show do Glaucio”, “O Formigueiro” e “Faminta”, com este último participou do Festival de Circo La Grainerie na cidade de Toulouse, França em 2025. Recebeu o troféu de melhor técnica no CBTIJ na 9° edição. Participa do projeto “Sentir Espaços” onde desenvolve maquetes táteis de espaços cênicos voltadas a pessoas cegas e com baixa visão.Priscila Paraguassu - Produtora de sustetabilidade Priscila Paraguassú é natural do Rio de Janeiro, graduada em Gestão e Tecnologia em Eventos, Técnica em Segurança do Trabalho é Produtora de Cinema e Cultural, com passagens pela área de Gestão de RH, Comercial , Executiva e Atendimento ao público, fluente em Libras e Inglês, tendo vasta experiência e atuação em importantes segmentos e Organizações como Anistia Internacional e Museu do Amanhã. Iniciou sua carreira produzindo eventos culturais e musicais e após anos de vivência no mercado, migrou para o Audiovisual com a necessidade, intenção e missão de contribuir para a transformação do setor tornando-o cada vez mais inclusivo, seguro, respeitoso e sustentável atuando na produção de séries , filmes e projetos tais como : Sob Pressão, DOM, How to be a Carioca, A Divisão, Arcanjo Renegado entre outros. Atualmente Diretora de Produção e Captação pela Escarlate atuou na Direção de produção do projeto Música Preta Brasileira e na Coordenação de Produção do longa O Sequestro Voo 375.Carol Lacombe - Produtora Executiva Formada em Comunicação Organizacional pela Universidade De Brasília – UnB e pós-graduada em Gestão Estratégica em Eventos pela USP, possui experiência na área de produção, captação e elaboração de projetos culturais, atuando na produção executiva e coordenação de produção de filmes, eventos, festivais e shows nacionais e internacionais. É sócia fundadora e diretora de projetos da Mauka Cultura, sendo responsável pela construção de projetos culturais para inscrição em editais, chamamentos públicos e privados e Leis de Incentivo à Cultura nacionais e regionais. À frente da Mauka, já foi responsável pela aprovação de mais de R$ 8 milhões em recursos públicos e privados, tendo em seu histórico mais de 150 projetos aprovados em editais, Leis e premiações culturais
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.