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O Festival Mil Cores tem o propósito de ofertar a população vivências culturais e recreação em locais públicos às população paulistana. As vivências, esquetes teatrais e ações de recreação traz a arte e a cultura como protagonistas para difundir valores do ideário nacional por meio de conteúdos simples, lúdicos e interativos, valorizando a a estética popular. É um projeto que também dignifica o trabalho e renda da cadeira produtiva cultural.
Festival, bienal, festa ou feira (somente estrutura)Estrutura de festival multilinguagem em espaço público para um dia de programação gratuita dedicada à promoção de bem estar e alimentação saudável, integrando palco, som, luz, ambientação temática com frutas e natureza, áreas acessíveis e mediação cultural para famílias, crianças e adolescentes; classificação indicativa: livre. Esquetes teatrais com apresentação cênica de rua com narrativa lúdica sobre escolhas alimentares, cultura alimentar brasileira e o estilo de vida ativo, combinando humor físico, interação com o público para reforçar hábitos saudáveis; duração estimada: 40–60 minutos; classificação indicativa: livre.Contação de histórias Sessão de narração participativa que resgata memórias afetivas e personagens ligados a hortas, feiras e frutas brasileiras, estimulando o interesse por alimentos saudáveis e bem estar; duração estimada: 30–40 minutos; classificação indicativa: Livre.Vivência Cultural: formato de aula‑show, focada em movimento corporal e bem‑estar promovendo gasto energético de forma divertida e acessível para todas as idades, com mensagens educativas sobre rotina ativa e saúde; duração estimada: 30–45 minutos; classificação indicativa: livre.Sessões musicais adequada ao perfil do público local com duração de 30 - 45 minutos.Ações de recreação com monitores para fomentar a participação intergeracional; duração por oficina: 40–60 minutos; classificação indicativa: livre.A cenografia do festival será ambientada com ícones ligados ao estilo de vida saudável e práticas de autocuidado, com painéis informativos com linguagem simples, elementos táteis e rotas acessíveis, funcionando como eixo educativo contínuo durante o evento; classificação indicativa: livre.O site e as redes socias do projeto funcionarão como plataforma digital e registros audiovisuais, no qual serão dispostos mosaicos de fotos, vídeos de bastidores e trechos das atividades, além de materiais educativos para famílias e educadores; todos os vídeos com legenda e audiodescrição; classificação indicativa: livre
Objetivo GeralPromover em São Paulo um festival multilinguagem gratuito em espaço público, a sensibilização de famílias, crianças e adolescentes para práticas de autocuidado, bem estar, alimentação saudável integrando fruição artística, mediação cultural, conteúdos educativos e acessibilidade, com difusão presencial e digitalObjetivos EspecíficosRealizar o Festival Mil Cores em três datas e espaços públicos diferentes compostos por:3 esquetes teatrais abordando questões sobre alimentação saudável 3 Contações de história com foco em bem estar e estilo de vida saudável3 Apresentações musicais que serão adequadas ao perfil do público de cada local.3 Vivências culturais com a participação de monitores com foco em recreação e bem estar.Além disso, haverá uma cenografia adequada ao perfil /local da realização dos eventos que assegure acessibilidade.
O Festival Mil Cores utiliza a Lei de Incentivo à Cultura para viabilizar um festival multilinguagem gratuito em espaço público, ampliando o acesso da população a atividades culturais de qualidade com mediação educativa sobre bem estar e alimentação saudável (estilo de vida). A natureza do projeto exige estrutura profissional de montagem, programação artística diversa, acessibilidade e difusão digital, custos que demandam captação via incentivo fiscal para garantir entrada franca e qualidade técnica sem onerar o público.Enquadramento no Art. 1º da Lei 8.313/91Inciso I: contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais, pois oferece programação gratuita e acessível em espaço público, com ações de mediação e acessibilidade de conteúdo.Inciso III: apoiar, valorizar e difundir manifestações culturais e seus criadores, ao reunir artes cênicas, música, dança, artes visuais e oficinas, garantindo visibilidade e circulação artística.Inciso IV: proteger expressões culturais dos grupos formadores da sociedade, ao atuar em comunidades diversas e valorizar conteúdos culturais locais por meio das atividades e comunicação dirigida.Inciso IX: priorizar o produto cultural originário do País, com linguagem, elenco, curadoria e conteúdos educativos produzidos no Brasil e voltados às famílias brasileiras.Enquadramento no Art. 3º da Lei 8.313/91 e fundamentaçãoArt. 3º, II, alínea c: realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; Produto principal "Festival (somente estrutura)" e produtos secundários de artes cênicas, música, dança e exposição/ambientação caracterizam diretamente este dispositivo.Art. 3º, II, alínea e: realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; a multilinguagem e a curadoria com apresentações e oficinas reforçam a aderência da proposta a este objetivo.Art. 3º, I, alínea c: instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação e aperfeiçoamento; as oficinas e ações formativas com conteúdos culturais e mediação educativa sobre alimentação saudável e cultura alimentar local se caracterizam como atividades de formação cultural de curta duração abertas ao público, justificando a vinculação, ainda que não se trate de curso formal prolongado.Art. 3º, IV, alínea a: distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; embora o evento ocorra em espaço público e gratuito, o princípio do acesso universal gratuito está integralmente atendido, alinhando-se à finalidade de estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais.Por que o mecanismo é necessárioGratuidade: a gratuidade integral e a diversidade de ações exigem orçamento que não se sustenta apenas por bilheteria ou patrocínio direto, tornando o incentivo essencial para ampliar alcance e reduzir desigualdades de acesso.Infraestrutura e acessibilidade: montagem de palco, som, luz, cenografia, limpeza, segurança, comunicação e recursos de acessibilidade física e de conteúdo são custos estruturais típicos de festival que justificam o uso do mecanismo para manter padrões técnicos e inclusão.Difusão e formação: a plataforma digital com conteúdos, registros e exposições virtuais, além de oficinas e mediação cultural, fortalecem a dimensão formativa e a difusão cultural continuada, objetivos centrais da Lei.Relação dos incisos com o eventoA programação artística gratuita em espaço público materializa o Art. 1º, I e o Art. 3º, II, c/e, promovendo acesso e circulação de bens culturais com qualidade técnica.As oficinas e mediação educativa dialogam com o Art. 3º, I, c e o Art. 1º, III, difundindo conteúdos culturais e formativos com foco em cultura alimentar e bem‑estar.A comunicação dirigida a escolas e OSCs e a ambientação/exposição reforçam o Art. 1º, III e IV, ao valorizar criadores, linguagens e expressões culturais locais, ampliando repertório cultural das famílias
Em todos os eventos do Festival Mil Cores, serão adotadas medidas para garantir o acesso pleno de pessoas com deficiência e mobilidade reduzida, incluindo:Escolha e adaptação de espaço público com rampas de acesso, área reservada para cadeirantes e acompanhantes, pisos nivelados e ausência de barreiras arquitetônicas, sempre conforme a NBR 9050.Instalação e manutenção de banheiros acessíveis (fixos ou móveis), devidamente sinalizados e próximos à área principal das atividades, além de bebedouros acessíveis e áreas de descanso com mobilidade facilitada.Guias e pisos táteis, sinalização tátil e visual em pontos estratégicos, facilitando a locomoção de pessoas com deficiência visual.Acessibilidade de ConteúdoO projeto prevê recursos de acessibilidade comunicacional e sensorial, tais como:Disponibilização de intérprete de Libras em todas as apresentações artísticas e oficinas, garantindo participação equitativa de pessoas surdas.Elaboração de materiais de comunicação com fontes ampliadas, cores contrastantes, versão digital acessível e distribuição de materiais em Braille para programação, conteúdos educativos e orientações do evento.Recursos de audiodescrição para espetáculos, visitas sensoriais sob demanda para pessoas com deficiência visual e legendas descritivas para todos os vídeos, transmissões ou registros audiovisuais disponibilizados online.Treinamento da equipe de produção e acolhimento para atendimento inclusivo, com orientação sobre atendimento prioritário e abordagem adequada a pessoas com deficiência.Com essas ações, o festival assegura experiência inclusiva e democrática para todos os públicos, cumprindo com rigor a legislação vigente e os princípios de equidade e diversidade na cultura.
Programação totalmente gratuita em espaço público, sem cobrança de ingressos, com acesso livre por ordem de chegada e áreas reservadas para PcD e idosos,garantindo fruição universal da programação artística e formativa do festival.As vivências culturais terão inscrição simples, local e gratuita, priorizando escolas públicas, OSCs e famílias do território e sem barreiras de acesso.A difusão digital da programação, conteúdos educativos e registros das ações no site/plataforma do projeto e redes sociais, ampliando o alcance para públicos que não possam comparecer presencialmente.
AFLORA CULTURAL – PROPONENTE E COORDENADORA GERAL: O proponente será o responsável por todas as decisões operacionais, administrativas e financeiras do projeto. A Aflora Cultural é uma produtora dedicada à criação, gestão e realização de projetos culturais e experiências que conectam arte, educação e impacto social. Atua tanto com recursos incentivados quanto com financiamentos diretos, desenvolvendo iniciativas que fortalecem a economia criativa e ampliam o acesso à cultura. Seu trabalho tem como base os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), buscando gerar transformação positiva nos territórios em que atua por meio de ações inovadoras, inclusivas e de alto valor cultural. Equipe: Lavinia Batan Moreira da Silva - Diretora Executiva Aflora Cultural Graduada em Moda e Arquitetura, atua na produção cultural com enfoque técnico-gerencial, participando de todas as etapas de implantação de exposições, vivências e projetos realizados com recursos incentivados e diretos. Em 2019, colaborou no Festival São Paulo e na exposição Artemisa, ambos na Casa das Rosas, articulando oficinas, artistas e participantes. Em 2020, integrou a produção do projeto Inspiração Pink, que instalou esculturas e painéis em espaços públicos para sensibilização sobre saúde da mulher. Em 2025, pela Colmeia Social, contribui para a produção das exposições Tom Sobre Tom e Vida e Saúde, envolvendo registros audiovisuais, apoio executivo e articulação com convidados. Andrea Moreira: Desde 2013, atua na gestão e mentoria de projetos socioculturais e sustentabilidade, que incluem a produção de exposições artísticas multimídia em locais públicos, direção de materiais audiovisuais e implementação de oficinas artísticas temáticas, sempre com um olhar que contribui para o fortalecimento das políticas públicas e promoção de direitos e acesso gratuito à arte e cultura. Fez carreira ao longo de 20 anos nos bancos Real, Santander e na Centroflora (segmento farmacêutico), atuando na concepção e gestão de programas socioculturais que contribuíram para a promoção dos direitos da criança e do adolescente, desenvolvimento local, melhoria na qualidade da educação e engajamento de pessoas físicas e jurídicas para a destinação de recursos incentivados para projetos aprovados pelas diferentes instâncias públicas. Possui sólida experiência nas áreas de Sustentabilidade e atividades socioculturais. É Mestre em Gestão Humana e Social pela Universidade Mackenzie, conta com três cursos de pós-graduação sendo em Marketing pela FAAP, Cultura e Globalização pela Fundação de Sociologia e Política de São Paulo e pelo SBDG formou-se em facilitação e leitura de dinâmicas de grupos. Arthur de Arruda Gebara Santos: Analista de sistemas, formado pela Faculdade de Informática e Administração Paulista (FIAP), desde 2017 vem atuando na área de tecnologia em diferentes frentes desde a concepção de aplicações e estruturas, até o desenvolvimento de programas, sites e softwares que contribuem a implementação de projetos sociais e culturais. Responsável pela arquitetura, desenho técnico e elaboração dos sites de diversos projetos incentivados via Lei Federal de Incentivo à Cultura Milena Andrade Gavioli: Publicitária com Ênfase em Criação, formada pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Aluna do MBA em Marketing, Branding e Growth na PUCRS, atua na área de Comunicação desde 2019, contribuindo com seu olhar artístico em diferentes etapas do processo de desenvolvimento da comunicação de projetos sociais e culturais. Responsável pela criação, elaboração e desenvolvimento de expositivos e materiais de comunicação digital (KVs, sites, mídias sociais) de diversos projetos incentivados via Lei Federal de Incentivo à Cultura
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.