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O Super Drag Brunch é um evento periódico em São Paulo que une gastronomia e performances drag em um brunch-show de 7 horas. Reúne 10 a 15 drags de perfis distintos, DJs e hosts, com mesa comunitária, interação com o público e cardápio inclusivo (opções veganas/vegetarianas/sem glúten). Com capacidade de até 2.000 pessoas e acessibilidade prevista nas falas, cenas e mediações (LIBRAS), haverá entrega de materiais em alto contraste e legendas; preços populares, cotas gratuitas e workshop gratuito de performance/autoexpressão (4h, até 40 participantes).
O Super Drag Brunch é uma celebração da liberdade, da arte e da diversidade. Super Drag Brunch é um brunch-show de sete horas em que gastronomia, performances drag e música se misturam para criar uma experiência de festa, diversão e acolhimento. Em mesas comunitárias, o público come, brinda e assiste a números de Drags, entre o que elas fazem de melhor: lip syncs, canto, humor e dança, tudo isso costurado por DJs e hosts, com interação leve, clima de celebração e com um excelente cardápio inclusivo (abrangendo opções veganas, vegetarianas e sem glúten).Super Drag Brunch é um espetáculo imperdível e é um lugar criado para que haja encontro: um dia para rir, se emocionar e se ver no palco. Um manifesto artístico que celebra o orgulho de ser quem se é.
GeralRealizar a edição anual do Super Drag Brunch, valorizando a arte drag como expressão cultural contemporânea, ampliando acesso e pertencimento do público e fortalecendo trajetórias de artistas selecionados através de uma curadoria diversa e operados por uma equipe experiente na produção deste evento.EspecíficosEntregar uma edição presencial em SP, com duração de 7h e público de até 2.000 pessoas.Contratar ao menos 2 headliners nacionais e 10 a 15 artistas drag de diferentes formas, DJs/hosts, equilibrando estilos (lip sync, canto, humor, dança) e tempos de palco.Oferecer acessibilidade: Intérpretes de LIBRAS em todas as ações, materiais em alto contraste, vídeos legendados e áudio-sinopse por QR da experiência.Implementar ações de democratização, tais como 10% cotas gratuitas (ONGs/escolas com voucher de alimentação para beneficiados por cota social) e 10% ingressos populares (até R$ 40,00), mantendo meia-entrada legal;.Realizar 1 workshop gratuito (4h, até 40 participantes) ministrado por uma drag selecionada pela curadoria, com inscrição aberta e certificação, ministrada por uma das drags selecionadas pela curadoria.Produzir registro foto/vídeo, clipping e aplicar pesquisa de público (perfil, percepção, uso de acessibilidade), publicando relatório-síntese pós-evento.
O Super Drag Brunch nasce da necessidade de dar visibilidade à arte drag, que historicamente ocupou espaços marginais e alternativos. O projeto propõe trazer essas artistas para o centro do palco — literal e simbolicamente — em um evento diurno e popular.O evento representa resistência, representatividade e empoderamento. Valorizar a cultura drag é reconhecer uma das manifestações mais criativas e potentes da cultura LGBTQIAPN+, que contribui para ampliar o debate sobre identidade, corpo e liberdade de expressão. Ao ocupar espaços urbanos e gastronômicos de prestígio, o Super Drag Brunch propõe uma inversão simbólica, celebrando em grande estilo o que outrora fora marginal.Para entregar uma curadoria plural, estrutura técnica (palco, som, luz), acessibilidade para até 2.000 pessoas, a bilheteria não cobre o custo fixo da produção deste evento, o que torna o incentivo o mecanismo adequado para viabilizar o projeto com qualidade e segurança para profissionais e o público.O enquadramento atende o Art. 1º da Lei 8.313/91: I (acesso), II (valorização da produção artística nacional), III (difusão), IV (pluralidade de expressões) e IX (priorização do produto cultural brasileiro); e cumpre o Art. 3º: II.c (realização de espetáculos de artes cênicas em evento/mostra) e I.c (ação formativa). O projeto movimenta a economia criativa (contratações formais e fornecedores), forma público por uma via popular e festiva, documenta resultados (clipping, indicadores de acesso/acessibilidade) e fortalece carreiras de artistas drag com visibilidade profissional e conteúdos de registro — entregas verificáveis na prestação de contas.Justificativa do conteúdo para o segmento de públicoO Super Drag Brunch foi desenhado para jovens e adultos (16+), com foco no público LGBTQIAPN+ e aliados que frequentam experiências híbridas de cultura e entretenimento. O formato brunch-show amplia portas de entrada: quem busca espetáculo encontra performances drag (lip sync, canto, humor, dança); quem prefere convivência social vive a mesa comunitária e os DJs como costura do dia; quem quer aprender acessa o workshop gratuito. A curadoria privilegia diversidade estética e territorial, com artistas periféricas e iniciantes dividindo a cena com nomes mais conhecidos — o que aproxima gerações e repertórios. A acessibilidade de conteúdo (LIBRAS nas falas/mediações, áudio-sinopse por QR, materiais em alto contraste e vídeos legendados) garante fruição para diferentes perfis; a política de preços populares, cotas gratuitas e voucher de alimentação para a cota social remove barreiras econômicas. Resultado: um evento festivo e seguro, de pertencimento e representatividade, que forma plateia sem perder qualidade artística nem acabamento técnico.
As ações sociais e workshops serão realizadas em parceria com coletivos locais LGBTQIAPN+;As campanhas digitais terão foco em diversidade e acessibilidade de conteúdo;Haverá plano de segurança e atendimento médico de prontidão durante todo o evento.Proposta Curatorial — Super Drag Brunch BrasilO Super Drag Brunch coloca a arte drag no centro de uma experiência de sete horas que mistura show, convivência e mesa comunitária. Curadoria buscará selecionar as atrações por ritmo, variedade, afeto, acabamento técnico e com adequação à ações de acessibilidade. A edição parte de um equilíbrio: ao menos 2 headliners nacionais (nomes grandes da cena) abrindo espaço e visibilidade para 10–15 artistas de diferentes trajetórias, com recorte territorial e social (periféricas e iniciantes incluídas). DJs e hosts costuram as viradas para que o clima nunca caia — a festa é contínua, sem atropelo.Recorte e intenção. Selecionamos trabalhos que sustentem presença, técnica e identidade de cena: lip syncs performáticos, números de canto, humor, dança e hibridismos (drag-comedy, live voice + coreografia). O recorte privilegia diversidade estética e geracional e dá prioridade a quem normalmente não acessa casas de grande porte. Headliners entregam amplitude e “momento de culto”; emergentes garantem descoberta real e renovação de repertório.Critérios de seleção. Força autoral, domínio de linguagem (tempo, construção de clímax, interação), consistência visual (figurino, maquiagem, props), viabilidade técnica no formato brunch-show, diversidade de trajetórias e aderência ao clima acolhedor do evento. Valorizamos materiais com plateia real e números que dialoguem com proximidade de público. Para DJs, buscamos recortes complementares (pop, disco/funk, brasilidades) com leitura de pista e respeito a níveis de pressão sonora de sala.Desenho de grade. A programação alterna picos de energia e respiros: abrimos com DJ + host para aquecer, apresentamos blocos curtos de performances com mediações enxutas e fechamos com “quebra de eixos” (colab, mash-up, número coletivo). Não repetimos o mesmo tom em sequência; cada bloco apresenta um “sabor” e garante variedade real em 30 a 40 minutos.Acessibilidade e experiência como premissa curatorial. A ordem de show considera interpretação em LIBRAS nas falas e mediações definidas, visibilidade dedicada aos intérpretes e tempo de palco que comporta acessibilidade sem cortar o número artístico.Democratização e efeito de carreira. A curadoria assume compromisso de contratar artistas periféricas e iniciantes e de produzir registro profissional (foto/vídeo) utilizável em portfólios. O workshop gratuito será conduzido por uma das convidadas com lastro na cena e capabilidade técnica para lecionar. Metodologia e integridade. A seleção combina convites para headliners e chamada dirigida para as demais vagas, com critérios publicados e prevenção a conflito de interesses. Cada aprovação vem com orientação objetiva de tempo, rider, segurança e convivência. O pós-evento inclui pesquisa de público e relatório-síntese com indicadores de acesso, acessibilidade e percepção — transparência para público, artistas, patrocinadores e para a próxima edição.
Formato e capacidade. Evento cultural brunch-show com duração de 7 horas, meta de público até 2.000 pessoas em área única com palco principal, mesas comunitárias, bares e lounges. Programação artística: 10 a 15 drags, DJs e hosts, com blocos de performances e interações com a plateia. Contrapartida: workshop gratuito (4h, até 40 participantes).Som (PA e operação). PA estéreo compatível com o salão; mesa digital de 24 a 32 canais (ex.: SQ5/X32/QL/CL); 2 a 4 monitores de palco; kit DJ (2 CDJs + mixer padrão rider) integrado ao sistema. Input list base: 6 canais microfone (headset/hand), 2 DI estéreo (playback/teclado), 2 ambience L/R, talkback. RF coordenado; checagem de pilhas/baterias por sessão. Soundcheck: 90 min.Luz. Grid com recortes frontais/contra, laterais para recorte de corpo, banhos de cor e cenas de plateia; controle via mesa compatível (Avolites/MA/ETC). Plano de foco que garanta visibilidade contínua para intérpretes de LIBRAS nas falas/mediações. Haze opcional.Vídeo e conteúdo. Telão LED/projeção para vinhetas, KVs e avisos de serviço; media server/notebook dedicado; playback operado pela técnica.Gastronomia. Brunch completo com fichas técnicas e pictogramas de alérgenos; oferta vegana/vegetariana/sem glúten; postos de bar e água; cozinha/apoio com refrigeração e área de pré-preparo. Voucher de alimentação incluído para beneficiados por cota social.Acessibilidade física. Local com rampas/elevadores, banheiros acessíveis, rota nivelada e mesas/assentos reservados para PcD + 1 acompanhante; entrada antecipada com recepção treinada; mapa de rota acessível (PDF/PNG) publicado no site.Acessibilidade de conteúdo. LIBRAS nas falas/mediações definidas; áudio-sinopse por QR (1–2 min) para PV; materiais essenciais em alto contraste e fonte ampliada; vídeos legendados. Página “Acessibilidade” com calendário de recursos e contato de apoio (WhatsApp).Sustentabilidade e operação. Coleta seletiva/triagem, logística reversa com cooperativa, eliminação de plásticos de uso único. POPs para bilheteria/portaria, acolhimento, palco/trocas, segurança/brigada, limpeza e bar.Equipe mínima por dia. Produção (gerência, produtor(a) de palco, assistentes), técnica (som/luz/vídeo), DJ/hosts, camarim/contrarregragem, recepção/bilheteria/controle de acesso, brigada/segurança, limpeza; equipe de acessibilidade (intérprete(s) de LIBRAS) conforme grade.Montagem e desmontagem. Montagem técnica D-2/D-1 (marcação de salão/mesas, estrutura, som/luz, testes de RF e passagem de cena). Desmontagem D+1 (inventário, limpeza, devoluções).Registro e avaliação. Foto/vídeo profissional, clipping e pesquisa de público (perfil, percepção, uso de acessibilidade). Relatório-síntese público pós-evento.Beneficiários do produto e forma de seleção.Beneficiários diretos: até 2.000 pessoas nas apresentações; 40 participantes no workshop gratuito. Beneficiários indiretos: artistas e técnicos contratados (renda, registro, visibilidade) e rede de parceiros. Seleção do público: bilheteria híbrida (on-line e física) com meia-entrada, 10% ingressos populares (até R$ 40,00) e 10% cotas gratuitas destinadas a ONGs e escolas públicas via códigos nominados com prazo de retirada. Para a cota social, o ingresso inclui voucher de alimentação. Seleção para o workshop: inscrição simples por formulário, ordem de chegada com reserva de vagas para pessoas trans e não binárias, PcD e estudantes de escolas públicas; certificado digital ao final.
Acessibilidade FísicaO projeto visa sua realização na Varanda Estaiada, em frente à Ponte Estaiada, que dispõe de área coberta ampla (≈2.200 m²), capacidade para grandes públicos (até ~2.000 pessoas), banheiros, camarins, palco, salas de apoio, cozinha e bares, além de acessibilidade com rampas e instalações adaptadas. Isso permite rotas niveladas entre acesso, salão e palco, com implantação de mesas reservadas e fluxo desobstruído para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida. Caso, por falta de pauta, a produção selecione outra locação, sua contratação exigirá rampas/elevadores, banheiros adaptados, assentos reservados e sinalização clara de rotas acessíveis, replicando as condições mínimas descritas aqui.Além da infraestrutura do espaço, adotaremos entrada antecipada para PcD e um acompanhante, com recepção treinada para orientar rotas e acionar apoio quando necessário. No site do evento ficará disponível mapa de rota acessível (PDF/PNG) indicando caminho de entrada, salão, palco e sanitários; no dia, um canal de WhatsApp fará o atendimento de acessibilidade em tempo real.Acessibilidade de ConteúdoNas falas, cenas e mediações, haverá interpretação em LIBRAS, com posicionamento e iluminação adequados para visibilidade contínua. Para pessoas com deficiência visual, disponibilizamos áudio-sinopse por QR (uma gravação curta, de 1 a 2 minutos, descrevendo a experiência geral) e menus digitais acessíveis, compatíveis com leitor de tela e acompanhados de pictogramas de alérgenos. Toda a comunicação essencial (programação, avisos de segurança e orientações de serviço) será publicada também em versões de alto contraste e com fonte ampliada; os vídeos de divulgação sairão legendados. O site reunirá o calendário dos recursos por atividade, o mapa de rota acessível, instruções de entrada antecipada e contatos para solicitações específicas.As ações de comunicação do evento incluirão recursos de texto alternativo nas redes sociais e convites digitais acessíveis.
A política de acesso combina meia-entrada legal, 10% de cotas gratuitas destinadas a organizações parceiras (ONGs e escolas públicas) e 10% de ingressos populares com teto de R$ 40, garantindo que públicos de baixa renda vivenciem a experiência completa do brunch-show. Para os beneficiados por cota social, o ingresso vem acompanhado de voucher de alimentação, assegurando participação integral e socialmente inclusiva no evento, sem barreira econômica escondida. A bilheteria será híbrida (on-line e física), com transparência de taxas e opção de pagamento via PIX; as organizações parceiras recebem códigos nominados com prazo de retirada, o que evita “no-show” e permite remanejamento responsável. A comunicação prioriza redes comunitárias e coletivos culturais, com cupons rastreáveis por canal para medir alcance real. A curadoria assumirá contratação deliberada de artistas drags periféricas e iniciantes, garantindo diversidade territorial e de trajetórias na cena. Para ampliar impacto socioeconômico, o evento implementará um Programa de Primeiro Emprego para assistentes de produção, garçons e auxiliares técnicos, com treinamento prático supervisionado durante a montagem, operação e desmontagem. Como contrapartida formativa, realizaremos workshop gratuito ministrado por uma das drags selecionadas (4h, até 40 participantes) que apresentará sua proposta pedagógica alinhada ao fazer drag. Poderá haver parceria com coletivos LGBTQIAPN+ locais para mobilização e apoio. A inscrição será simples, haverá reserva de vagas para pessoas trans e não binárias, PcD e estudantes de escolas públicas, e emissão de certificado digital.A produtora gerará uma pesquisa pós-evento, disparada para os emails dos participantes, gerando um relatório público pós-evento.
Dennis Vianêz – Proponente / Direção de Produção Produtor cultural e sócio-fundador da Cuco Agência, com mais de 15 anos de experiência em eventos e projetos culturais. Responsável por produções de grande porte como Jazz Mansion e Drag Brunch Brasil, unindo música, performance e experiências gastronômicas em formato imersivo.Amauri Rodrigues – Gerente Administrativo e Financeiro Administrador com formação em gestão cultural e experiência em planejamento e captação via leis de incentivo. Atua na gestão financeira e operacional da Cuco Agência, garantindo a sustentabilidade e a execução técnica dos projetos culturais.Lívia Freitas – Comunicação e Mídias Digitais Especialista em marketing cultural e social media, com trajetória voltada à valorização da diversidade e da arte como forma de impacto social. Responsável pela estratégia de divulgação, assessoria de imprensa e acessibilidade digital dos projetos da Cuco.Efeito (Grupo Uma Uma) – Produção Executiva e Técnica Produtora do Grupo Uma Uma, a Efeito é referência em estruturação de eventos, cenografia e operações culturais de grande porte. Sob direção de Guga Rahner, profissional com ampla experiência em produção de eventos, a empresa assina produções de destaque como o Varanda Estaiada, um dos rooftops mais conhecidos de São Paulo, além de festivais e ativações culturais em todo o país. A parceria entre Cuco e Efeito garante excelência técnica, segurança operacional e alto padrão de acabamento nas montagens do Super Drag Brunch Brasil.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.