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A Oficina Formativa _ Batucadona: Ritmos Brasileiros, Do Rio ao Amazonas é um programa continuado de 12 meses, voltado para a formação musical de 80 mulheres de comunidades periféricas do Rio de Janeiro. A iniciativa oferece aulas coletivas de percussão, vivências culturais e encontros com mestres convidados, abordando ritmos tradicionais brasileiros.Fina Batucada, primeira bateria feminina do Brasil, o projeto tem caráter pedagógico, artístico e social. Seu principal objetivo é fortalecer o protagonismo feminino na música popular, promover a diversidade cultural e valorizar as expressões rítmicas de diferentes regiões do país.As atividades incluem aulas semanais, ensaios abertos mensais e uma mostra formativa final, com acesso gratuito ao público. O formato garante a difusão dos ritmos brasileiros, democratização do acesso à cultura e à formação artística, atendendo aos princípios de inclusão, cidadania e equidade de gênero previstos na Lei Federal de Incentivo à Cultura.
Oficinas gratuitas de iniciação musical e prática percussiva voltadas exclusivamente para mulheres de comunidades periféricas. As aulas abordam ritmos afro-brasileiros como maracatu, ijexá, samba-reggae e coco, com exercícios rítmicos, prática coletiva e escuta crítica. A formação tem caráter emancipador, com foco no protagonismo feminino e no fortalecimento da identidade cultural das participantes.Classificação indicativa para participação de oficinas: 18 anos
Objetivo GeralPromover o empoderamento feminino e a valorização da diversidade cultural brasileira através da formação em percussão popular, com base nos ritmos tradicionais do país.Objetivos Específicosa) Ensinar fundamentos rítmicos e práticas coletivas de percussão.b) Promover intercâmbio cultural entre ritmos e tradições regionais.c) Estimular o protagonismo e a autoestima das participantes.d) Oferecer experiências de convivência, arte e cidadania.e) Realizar ensaios abertos e mostras formativas com acesso gratuito.f) Garantir ações de sustentabilidade e acessibilidade em todas as etapas.
A Oficina Formativa Batucadona: Ritmos Brasileiros, Do Rio ao Amazonas é um projeto cultural de 12 meses destinado à formação de 80 mulheres residentes em comunidades periféricas do Rio de Janeiro com interesse em música e percussão, independentemente de experiência prévia. A proposta surge da necessidade de promover educação musical gratuita e inclusiva, fortalecendo o protagonismo feminino na música popular e valorizando a diversidade cultural brasileira.Historicamente, as mulheres estiveram presentes nas manifestações culturais do país, do samba ao maracatu, mas muitas vezes ocuparam posições secundárias ou apenas como espectadoras. A Fina Batucada, primeira bateria feminina do Brasil, criada por Mestre Riko, transformou essa lógica, abrindo espaço para que mulheres ocupem instrumentos de percussão com protagonismo, técnica e sensibilidade. Inspirado nessa trajetória, o projeto busca ampliar o legado da Fina Batucada, formando novas gerações de percussionistas mulheres e promovendo a inclusão social por meio da arte.O projeto atua em dupla dimensão, formação musical e difusão cultural. As atividades incluem aulas semanais de percussão, vivências culturais, rodas de conversa sobre o papel da mulher na música, encontros com mestres convidados de diferentes regiões do Brasil, ensaios abertos e uma mostra formativa final com entrada gratuita. Dessa forma, as participantes têm a oportunidade de desenvolver competências técnicas, sociais e artísticas, enquanto o público da comunidade acompanha a disseminação dos ritmos brasileiros e da diversidade cultural do país.Além do mérito artístico e pedagógico, o projeto apresenta relevância social significativa. Ao priorizar mulheres em situação de vulnerabilidade social, promove a democratização do acesso à cultura e à educação musical, fortalecendo a autoestima, o protagonismo e a cidadania das participantes. A oficina atua também como espaço de convivência, troca e formação de redes de apoio entre mulheres, ampliando o impacto transformador da iniciativa para além do aprendizado musical.A proposta incorpora ações de sustentabilidade e acessibilidade, assegurando que todos os processos respeitem critérios ambientais e de inclusão. Entre essas ações estão uso de materiais reaproveitados para confecção de instrumentos, transporte coletivo para participantes, intérprete de Libras em todos os ensaios abertos, audiodescrição e legendagem em vídeos formativos, além do uso racional de recursos como energia, água e materiais recicláveis. Tais medidas reforçam o compromisso do projeto com práticas responsáveis e inclusivas, alinhadas às políticas públicas de cultura.O projeto contempla também a difusão e preservação dos ritmos regionais brasileiros, incluindo samba, maracatu, baião, carimbó e ciranda, promovendo intercâmbio cultural entre tradições do Rio de Janeiro e do restante do país. Essa valorização da diversidade musical contribui para a ampliação do repertório cultural do público participante e fortalece a identidade cultural das comunidades envolvidas.A execução do projeto é coordenada por Mestre Riko, reconhecido nacional e internacionalmente pela difusão da cultura afro-brasileira e pela criação da Fina Batucada, e por Laís, sua discípula e coordenadora pedagógica, referência feminina na percussão carioca. Contam ainda com equipe de monitores, produção executiva, assessoria de comunicação e profissionais especializados em acessibilidade e apoio logístico. Esse conjunto garante a qualidade técnica, pedagógica e operacional do projeto, aumentando suas chances de sucesso e impacto.Os resultados esperados incluem a formação de 80 novas percussionistas mulheres, a realização de ensaios abertos mensais com média de 200 espectadores, fortalecimento da autoestima e do protagonismo feminino, ampliação do acesso a experiências culturais e artísticas e a valorização das tradições musicais brasileiras. O projeto também contribuirá para aumentar a presença feminina em grupos musicais e blocos de rua, estimulando novas iniciativas culturais e inspirando futuras gerações de artistas.O projeto se enquadra no Artigo 18 da Lei nº 8.313/91, Lei Rouanet, por se caracterizar como ação de formação, capacitação e difusão musical, com acesso gratuito e impacto social e cultural comprovado. A iniciativa promove educação artística e cidadania cultural, fomenta a diversidade e a representatividade feminina nas artes, e cumpre os critérios de gratuidade, democratização do acesso e valorização das manifestações culturais brasileiras, atendendo integralmente aos objetivos da política pública de incentivo à cultura.Dessa forma, a Oficina Formativa Batucadona: Ritmos Brasileiros, Do Rio ao Amazonas apresenta mérito cultural, relevância social, impacto educacional e compromisso com inclusão e acessibilidade, consolidando-se como uma proposta que transforma vidas e fortalece a cultura brasileira, reafirmando que cada batida de percussão é também um ato de liberdade, pertencimento e valorização da identidade cultural do país.
Oficina Formativa – Percussão Curso / Oficina 80 Vagas (mulheres participantes) GratuitaEnsaios Abertos Apresentação pública 6 Eventos GratuitaMostra Formativa Final Espetáculo / Apresentação 1 Evento GratuitaRegistro Audiovisual Vídeo 1 Produto digital Divulgação online gratuitaRelatório e Material Didático Publicação 1 Unidade Gratuita / PDF digital
Duração e periodicidade: 12 meses, com aulas semanais de 1h30 cada, totalizando 48 encontros pedagógicos. Ensaios abertos mensais e uma mostra formativa final.Público-alvo: 80 mulheres residentes em comunidades periféricas do Rio de Janeiro, prioritariamente em situação de vulnerabilidade social, com interesse em música e percussão, sem exigência de experiência prévia.Equipe técnica e pedagógica:Direção Musical e Geral: Mestre Riko – responsável pelo planejamento artístico e orientação técnica das aulas.Coordenação Pedagógica e Direção de Bateria: Laís – responsável pela execução pedagógica, supervisão de monitores e acompanhamento individual das participantes.Monitores de Percussão: 2 profissionais – suporte em aulas práticas, acompanhamento de progresso individual e apoio na execução de ensaios.Produção Executiva: 1 profissional – gestão logística e administrativa das oficinas.Assessoria de Comunicação: 1 profissional – registro audiovisual, divulgação e acompanhamento da cobertura do projeto.Acessibilidade e apoio logístico: 2 assistentes – intérprete de Libras, audiodescrição, legendagem e suporte operacional.Coordenação Administrativa e Contábil: 1 profissional – controle financeiro, prestação de contas e administração do projeto.Metodologia:Aulas práticas de percussão coletiva, com aprendizado progressivo dos ritmos brasileiros (samba, maracatu, baião, carimbó e ciranda).Vivências culturais com mestres convidados de diferentes regiões do Brasil, promovendo intercâmbio e conhecimento sobre tradições locais.Rodas de conversa e debates sobre a presença da mulher na música e nos grupos de percussão.Ensaios abertos mensais e mostra formativa final, com participação da comunidade e público geral.Infraestrutura e logística:Espaço físico adequado para aulas coletivas, ensaios e apresentações, com acústica apropriada para percussão.Material de percussão completo, incluindo instrumentos como surdos, caixas, repiques, tamborins, agogôs, pandeiros e acessórios auxiliares.Material pedagógico complementar: partituras, mapas rítmicos e fichas de acompanhamento individual.Transporte coletivo para participantes quando necessário.Equipamentos de audiovisual para registro das aulas, ensaios e mostra final, incluindo câmeras, microfones e iluminação adequada.Acessibilidade:Intérprete de Libras presente em ensaios abertos e na mostra final.Audiodescrição e legendagem de vídeos formativos.Adequação de espaço e logística para garantir mobilidade e conforto de todas as participantes e público.Sustentabilidade:Uso de materiais reaproveitados na confecção de instrumentos e cenários.Economia de recursos como energia e água, além da gestão de resíduos recicláveis.Cronograma resumido:Meses 1–2: Planejamento, contratações, compra de materiais e divulgação.Mês 3: Seleção das 80 participantes.Meses 4–11: Aulas práticas, vivências culturais e ensaios abertos mensais.Mês 12: Mostra formativa final e avaliação pedagógica.Resultados esperados:Formação de 80 percussionistas mulheres com habilidades em ritmos brasileiros.Realização de ensaios abertos e mostra formativa final com média de 200 espectadores por evento.Ampliação do protagonismo feminino na música e valorização de ritmos regionais do Brasil.Disseminação de conhecimento musical e inclusão social em comunidades periféricas.
O projeto Batucadona reconhece a importância da acessibilidade como elemento fundamental para garantir a participação plena e igualitária de todas as mulheres interessadas, inclusive aquelas com deficiência ou mobilidade reduzida. A seguir, detalhamos as ações e recursos que serão adotados, abrangendo as cinco dimensões principais da acessibilidade: 1. Acessibilidade FísicaIndicação de necessidades especiais serão requeridas na ficha de inscrição. Os espaços utilizados para as oficinas e apresentações (centros culturais, associações comunitárias, salões públicos) serão criteriosamente escolhidos com base em critérios de acessibilidade, tais como: acesso plano ou com rampa.Caso o espaço escolhido necessite de adequações simples (ex: instalação de rampa portátil ou corrimãos), essas adaptações serão providenciadas pelo projeto, em parceria com os espaços parceiros. 2. Acessibilidade ComunicacionalTodos os materiais de divulgação (posts, convites, cartazes) serão produzidos com:Linguagem clara e direta, com alto contraste de cores.Fonte legível e com tamanho mínimo adequado para leitura (mínimo 14pt).Alternativas em áudio e vídeo com legenda.Nas apresentações e vídeos do projeto, serão inseridas: 3. Acessibilidade MetodológicaAs oficinas serão planejadas com métodos inclusivos e adaptáveis. Por exemplo:Ritmos ensinados de forma visual, auditiva e tátil.Participantes com deficiência auditiva poderão acompanhar por visualização rítmica, batidas marcadas com gestos ou luzes, e com apoio de intérprete de Libras, se necessário.Participantes com deficiência intelectual ou neurodivergências serão acompanhadas com uma metodologia sensível à diversidade de aprendizagem, respeitando ritmos individuais e formas alternativas de expressão musical. 4. Acessibilidade AtitudinalToda a equipe (produção, oficineiras, mentoras e assistentes) será orientada e sensibilizada sobre inclusão e respeito à diversidade.O projeto valoriza um ambiente seguro, acolhedor e livre de discriminações de gênero, raça, orientação sexual ou condição física e mental.Serão realizados encontros formativos internos sobre atitudes inclusivas, com foco em acolhimento de mulheres com deficiência e interseccionalidades. 5. Acessibilidade InstrumentalSerão disponibilizados instrumentos de percussão adaptáveis ou alternativos para participantes com limitações físicas. Ex:Compromisso com a AcessibilidadeO projeto BatucaDona entende que acessibilidade é um processo contínuo e se compromete a adaptar ações conforme a necessidade real do público. Uma ficha de inscrição com campo para indicação de necessidades específicas será aplicada para que cada participante possa informar, desde o início, qualquer demanda de acessibilidade.Com essas ações, o projeto se alinha às diretrizes do Ministério da Cultura, garantindo que a arte, a música e o conhecimento estejam acessíveis a todas, sem exceção.
Em atenção ao Artigo 27 da IN 01 de abril/2023: II - Inscrição 100% gratuita com caráter social ou educativo; Em atenção ao Artigo 28 da IN 01 de abril/2023: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais das apresentações, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal;
Coordenação e Gestão: O Proponente Graduado em Marketing pela UNESA, Tecnólogo em Administração de Empresas no Colégio Estadual Amaro Cavalcânti. Profissional com 18 anos de experiência em gestão de eventos na Marriott International, última posição na empresa foi Diretor de Eventos no hotel Sheraton da cidade de Nova Orleans. Em meu currículo participações em eventos associados aos Jogos Panamericanos 2007, Copa do Mundo Brasil 2014, Olimpíadas 2016, Super Bowl 51, além de festivais como Rock in Rio, New Orleans Jazz Fest, Houston Livestock Rodeo & Show. Planejamento e gestão de eventos culturais e corporativos. Gestão de contratos, elaboração e controle de orçamento, gestão de sucesso do cliente, gestão de SAC e CRM. Cursos nas áreas de negócios pela Harvard Business School, Cornell University e University of Houston. Atuo na gestão de equipes e recursos com a finalidade de maximizar produtividade. Realizou oficinas de Roteiros para Piloto de Programa de Variedades de TV e Piloto de Séries de Ficção, fundador da produtora Visuallyze.Direção Geral: Mestre RikoOrdem dos Músicos do Brasil, estudou na Associação dos Músicos Militares do Brasil. Nesse período, tomou conhecimento da Escola de Música Villa-Lobos: prestou exames, foi classificado e tornou-se aluno de Edgar Nunes Roca, o Mestre Bituca.Sua consolidação na Escola de Música Villa Lobos foi rápida. Participou do primeiro festival de música da escola , no qual foi considerado um dos melhores instrumentistas. Concomitantemente, lecionava na Faculdade Cândido Mendes e, uma vez que suas aulas eram frequentadas também por professores de escolas e universidades de música da Europa, foi convidado a dar aulas de percussão no estrangeiro: Áustria, Alemanha, França, Portugal, Japão... suas aulas e apresentações artísticas faziam dele um eminente difusor da cultura afro-brasileira.Laís Viana — Diretora de Bateria e Coordenadora PedagógicaIniciou sua trajetória musical em 2004, no projeto social “Talentos da Vez”, e, em 2005, ingressou na Fina Batucada, tornando-se discípula direta de Mestre Riko. Licenciada em Música, estudou Rítmica Dalcroze com Iramar Rodrigues e atua em projetos sociais como educadora musical, ministrando aulas de percussão, flauta doce e saxofone.É coordenadora do projeto Escola que Transforma, flautista da Orquestra Popular Ariano Suassuna (OPAS) e idealizadora da Roda de Samba para Mulheres da Zona Oeste. Durante o Carnaval, lidera a bateria da Fina Batucada ao lado de Mestre Riko, consolidando-se como uma das principais referências femininas da percussão carioca.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.