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PRONAC 2512332Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Um Trem Pra Cantar

52.662.923 LUCIANO MATOS TANURE DO AMARAL
Solicitado
R$ 1,05 mi
Aprovado
R$ 1,05 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Regional
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
MG
Município
Araçuaí
Início
2026-01-13
Término
2027-01-13
Locais de realização (5)
Caravelas BahiaNova Viçosa BahiaLadainha Minas GeraisNovo Cruzeiro Minas GeraisTeófilo Otoni Minas Gerais

Resumo

Um Trem pra Cantar é um projeto cultural idealizado pelo cantor, compositor e produtor Luciano Tanure, que propõe celebrar e preservar a memória da histórica Estrada de Ferro Bahia-Minas por meio de apresentações musicais gratuitas em antigas estações ferroviárias, aliando cultura, identidade regional e educação patrimonial no território que abrange o sul da Bahia, o Vale do Jequitinhonha e o Vale do Mucuri.Como contrapartida social, o projeto inclui a iniciativa "Um Trem pra Te Contar", que levará às escolas públicas das cidades participantes o jogo de tabuleiro "Trilhos da Memória", uma ferramenta educativa já finalizada que apresenta de forma lúdica a história da ferrovia Bahia-Minas, e que será acompanhada por uma palestra sobre patrimônio cultural.

Sinopse

O projeto Um Trem pra Cantar compreende um conjunto de ações artísticas, educativas e de difusão cultural voltadas à valorização da memória da Estrada de Ferro Bahia-Minas, patrimônio histórico de grande relevância para o sul da Bahia, Vale do Jequitinhonha e Vale do Mucuri. As atividades unem música, memória e educação patrimonial, promovendo a circulação de bens culturais e o acesso democrático à arte.Os produtos culturais gerados pelo projeto abrangem apresentações musicais, palestras educativas, material pedagógico, conteúdos digitais e registros audiovisuais. Todos possuem caráter gratuito, acessível e de interesse público, em conformidade com o Art. 3º, incisos I e II, da Lei nº 8.313/91 (Lei Rouanet).Produto 1: “Um Trem pra Cantar” - Espetáculo Musical Itinerante Formato: Espetáculo musical de circulação itinerante em seis cidades do sul da Bahia, o Vale do Jequitinhonha e o Vale do Mucuri.Conteúdo: Repertório de canções autorais e de domínio público que abordam o universo ferroviário, o cotidiano das comunidades, a cultura popular e a identidade regional. A narrativa musical conecta a memória da antiga Estrada de Ferro Bahia-Minas à realidade contemporânea das localidades visitadas.Duração média: 60 a 75 minutos por palestra.Local: Antigas estações ferroviárias, praças e espaços públicos adaptados.Público estimado: 1.400 pessoas ao longo das seis apresentações.Classificação indicativa: Livre para todos os públicos.Objetivo: Promover acesso gratuito à cultura e valorização da memória regional por meio da música.Produto 2: Eixo Educativo “Um Trem pra Te Contar / Trilhos da Memória”Formato: Ação educativa composta por oficinas de Educação Patrimonial e distribuição gratuita do jogo didático “Trilhos da Memória”, integrando arte, memória e aprendizagem lúdica em escolas públicas municipais.Conteúdo: O eixo reúne duas atividades complementares: Oficinas de Educação Patrimonial “Um Trem pra Te Contar” – ciclo de cinco oficinas realizadas em escolas públicas das cidades participantes. As atividades abordam história da Estrada de Ferro Bahia-Minas, preservação de bens materiais e imateriais, memória coletiva e identidade regional, com metodologia participativa e recursos visuais acessíveis.Jogo Educativo “Trilhos da Memória” – jogo de tabuleiro didático que apresenta, de forma lúdica e interativa, a história da ferrovia, seus personagens, trajetos e curiosidades. Desenvolvido com base em pesquisa histórica e pedagógica, o jogo alia diversão e conhecimento, funcionando como instrumento permanente de educação cultural.Distribuição: distribuição de 700 unidades do jogo “Trilhos da Memória” às escolas públicas das cinco cidades participantes, acompanhadas de oficinas práticas de aplicação pedagógica e material educativo digital em PDF acessível.Público estimado: 700 estudantes e educadores das redes públicas municipais.Duração média: Oficinas – 30 a 60 minutos por turma.Classificação indicativa: Livre.Classificação Indicativa GeralTodos os produtos e atividades do projeto possuem classificação indicativa “livre”, sendo adequados para todos os públicos — crianças, jovens, adultos e idosos — e especialmente voltados à formação cultural e educativa das comunidades atendidas.

Objetivos

Objetivo GeralPromover a valorização da memória da Estrada de Ferro Bahia-Minas por meio da música e da educação, incentivando a preservação do patrimônio cultural das comunidades por onde a ferrovia passava.Objetivos Específicos• Realizar 6 apresentações musicais gratuitas em antigas estações ferroviárias das regiões atendidas, com acesso livre ao público local, valorizando a tradição e o repertório musical regional vinculado ao contexto ferroviário.• Atender aproximadamente 2500 pessoas de forma presencial por apresentações culturais itinerantes, incentivando a circulação artística e o acesso democrático à cultura.• Desenvolver e executar o eixo educativo "Um Trem pra Te Contar" em 5 municípios das regiões atendidas como ação sociocultural complementar. • Distribuir gratuitamente 700 unidades do jogo pedagógico "Trilhos da Memória" para escolas públicas, promovendo a educação lúdica sobre patrimônio cultural.• Realizar 5 palestras de Educação Patrimonial voltadas a estudantes, educadores e comunidades locais, abordando preservação histórica e identidade regional.• Estimular o uso pedagógico contínuo do jogo educativo nas escolas participantes, capacitando educadores para sua aplicação em sala de aula.• Registrar, documentar e divulgar as atividades do projeto por meio conteúdos digitais, ampliando seu alcance e legado educativo e cultural.• Fortalecer a articulação cultural regional por meio de parcerias com prefeituras, secretarias de educação e cultura, instituições escolares e lideranças comunitárias.• Gerar impacto sociocultural positivo ao promover pertencimento regional, valorização das tradições locais e conscientização sobre preservação de patrimônio material e imaterial.• Garantir contrapartidas sociais e acessibilidade, com atividades gratuitas e ações de inclusão voltadas a públicos diversos e comunidades sócio culturalmente vulneráveis.

Justificativa

O projeto Um Trem pra Cantar justifica-se pela relevância sociocultural de promover ações que articulam arte, memória e educação em territórios com baixo acesso a bens culturais, como as regiões do sul da Bahia, Vale do Jequitinhonha e Vale do Mucuri. Essas localidades apresentam indicadores de vulnerabilidade social e carência de equipamentos culturais estruturados, fatores que historicamente dificultam a circulação artística e a democratização do acesso à cultura. A proposta contribui para a preservação e difusão da história da Estrada de Ferro Bahia-Minas (EFBM), um patrimônio histórico de grande importância para a formação econômica, cultural e afetiva dessas comunidades, atualmente em risco de esquecimento. A Estrada de Ferro Bahia-Minas exerceu papel fundamental no desenvolvimento de diversas cidades, conectando pessoas, promovendo trocas culturais e criando identidades coletivas. Com sua desativação em 1966 e o abandono de suas antigas estações ferroviárias, parte significativa dessa memória encontra-se ameaçada. Ao ocupar simbolicamente esses espaços com apresentações culturais e ações educativas, o projeto ressignifica lugares de memória, fortalece o patrimônio cultural e promove pertencimento social, devolvendo à comunidade um sentimento de identidade e continuidade histórica. Entretanto, a preservação dessa memória não tem encontrado respaldo consistente em políticas públicas de valorização patrimonial. Muitas cidades possuem estações ferroviárias abandonadas, sem reconhecimento oficial como bens culturais protegidos, e sem iniciativas permanentes de educação patrimonial. Assim, o projeto atua como agente de preservação simbólica e educativa, alinhado à diretriz do Art. 1º, inciso II da Lei 8.313/91 (preservação do patrimônio histórico e cultural brasileiro). A escolha por ações itinerantes e gratuitas também reforça o compromisso com a democratização do acesso à cultura, especialmente em territórios que historicamente receberam pouco investimento cultural. Segundo dados do IBGE e da Fundação João Pinheiro, o Vale do Jequitinhonha e o Vale do Mucuri estão entre as regiões brasileiras com menor índice de equipamentos culturais por habitante.O projeto se torna, assim, uma importante ferramenta de descentralização cultural, alinhando-se ao Art. 3º, inciso I da Lei Rouanet (democratização do acesso aos bens culturais). Além de difusão cultural, o projeto promove também formação de público e fortalecimento de identidade social, sobretudo ao integrar música e memória. A música é utilizada como linguagem capaz de reativar memórias afetivas e narrativas históricas, resgatando valores simbólicos esquecidos. Esse aspecto reforça o caráter humanizador da arte ao aproximar a população de sua própria história. O projeto também se destaca pelo seu eixo educativo, "Um Trem pra Te Contar", que contribui diretamente para a formação cultural de crianças e jovens das redes públicas de ensino. A distribuição gratuita do jogo didático "Trilhos da Memória" e a realização de oficinas de Educação Patrimonial estimulam novos olhares sobre a história local e fortalecem o senso de pertencimento em relação ao território. Isso inclui a reflexão sobre patrimônio cultural, bens coletivos e memória popular. Outro diferencial é o impacto social do projeto. Ele contempla municípios com realidades sociais desafiadoras, onde a cultura é uma necessidade fundamental para desenvolvimento humano, autoestima comunitária e fortalecimento da cidadania. Além disso, o projeto prevê ações de contrapartida social, como acesso irrestrito às atividades, público prioritário escolar e articulação com secretarias municipais de cultura e educação, fortalecendo políticas públicas locais.

Acessibilidade

O projeto Um Trem pra Cantar foi concebido para ser inclusivo e acessível a todos os públicos, garantindo o direito de participação cultural previsto no Art. 215 da Constituição Federal e na Lei Brasileira de Inclusão (Lei nº 13.146/2015). Acreditamos que a cultura só cumpre seu papel social quando alcança a todos, sem barreiras físicas, sensoriais ou comunicacionais. Por isso, todas as ações do projeto – apresentações musicais e atividades educativas – serão planejadas com atenção especial à acessibilidade. Acessibilidade Física As apresentações acontecerão em espaços públicos adaptados, com atenção à locomoção e segurança. Para isso, serão adotadas as seguintes medidas: - Banheiros químicos acessíveis; - Sinalização clara com placas visuais e orientação da equipe de produção; - Área reservada para cadeirantes e acompanhantes próxima ao palco; - Equipe de recepção treinada para atendimento prioritário e apoio à locomoção;- Organização de filas com prioridade e circulação segura.Acessibilidade de ConteúdoPara que o conteúdo artístico e educativo do projeto seja acessível e compreensível a todos os públicos. adotaremos: - Intérprete de Libras nas aberturas das apresentações musicais e palestras; - Legendas em vídeos de divulgação nas redes do projeto; - Audiodescrição nos conteúdos audiovisuais institucionais; - Materiais educativos com linguagem simples, de fácil leitura e compreensão; - Equipe sensibilizada para atendimento humanizado, respeitando a diversidade cultural, social e funcional do público.

Democratização do acesso

O projeto Um Trem pra Cantar tem o compromisso de garantir acesso público, gratuito e democrático às ações culturais propostas, ampliando o alcance da produção artística e educativa para além dos grandes centros urbanos. As atividades serão realizadas de forma descentralizada em cidades do Sul da Bahia, Vale do Jequitinhonha e Vale do Mucuri, regiões com baixo índice de acesso a bens culturais e baixa oferta de programação em espaços públicos. A democratização de acesso é, portanto, princípio estruturante do projeto e atravessa todas as suas etapas – planejamento, execução e circulação. Todas as ações do projeto serão 100% gratuitas, sem cobrança de ingresso, taxa de participação ou inscrição. A participação do público será livre, sem necessidade de cadastro prévio. A estimativa de público presencial é de 2.500 pessoas ao longo das seis apresentações musicais itinerantes, além do atendimento direto a 700 estudantes por meio das ações educativas e da distribuição do jogo pedagógico Trilhos da Memória. Distribuição dos Produtos Culturais A proposta contempla diferentes produtos culturais e educativos que serão distribuídos gratuitamente: - 6 apresentações musicais abertas ao público, realizadas em antigas estações ferroviárias e praças públicas; - 5 oficinas de Educação Patrimonial realizadas em escolas públicas; - 700 unidades do jogo educativo “Trilhos da Memória” distribuídas gratuitamente às escolas participantes; - Registro fotográfico das apresentações.Ações de Ampliação de Acesso Para fortalecer a participação e o engajamento do público, o projeto adotará medidas complementares de democratização: - Mediação cultural antes das apresentações, contextualizando a história da ferrovia Bahia-Minas e aproximando a população da temática do projeto; - Ações educativas integradas, conectando cultura e memória regional por meio do eixo Um Trem pra Te Contar; - Divulgação inclusiva em escolas, praças, feiras livres e emissoras comunitárias.Comunicação e Mobilização Social Para ampliar o alcance das ações e garantir a participação da população das regiões atendidas, será implementado um Plano de Comunicação Popular e Colaborativo: - Divulgação comunitária por meio de rádios locais, carros de som e murais informativos; - Campanhas digitais pelas redes sociais do projeto e dos parceiros locais; - Parcerias com prefeituras e secretarias municipais para mobilização educativa; - Convocação de escolas e educadores das redes municipais e estaduais; - Distribuição de cartazes e faixas em pontos de grande circulação; - Equipe de mobilização local em cada cidade, articulada com associações culturais, lideranças e jovens monitores. O esforço de comunicação busca alcançar, de forma eficaz, tanto áreas urbanas quanto rurais, assegurando público consistente e engajado. Acesso Digital O projeto também contempla estratégias de democratização digital para ampliar seu alcance para além das cidades atendidas presencialmente: - Publicação de conteúdos nas redes sociais; - Galeria digital de fotos e trechos de depoimentos locais.A democratização de acesso é elemento central do projeto Um Trem pra Cantar, que promove cultura como direito cidadão, articula arte e história e se compromete com resultados públicos e coletivos. Por meio de apresentações gratuitas, conteúdos educativos, circulação descentralizada e plano de comunicação acessível, o projeto assegura que seu impacto alcance de forma real e efetiva as comunidades envolvidas.

Ficha técnica

Atuação do Proponente no ProjetoO proponente Luciano Tanure atuará como idealizador, dirigente artístico e executor principal do projeto. Será responsável pela coordenação geral das ações culturais e educativas, articulação institucional com as prefeituras e escolas das cidades atendidas, definição do repertório musical, direção das apresentações artísticas, além de participar como músico e mediador cultural durante toda a circulação do projeto. Atuará diretamente na concepção das estratégias de democratização de acesso, acessibilidade e integração comunitária, garantindo a coerência entre proposta, identidade cultural regional e execução das ações previstas. Terá ainda função ativa na promoção do projeto junto à mídia regional e parceiros culturais.Luciano Tanure – Proponente, Diretor Musical e Artista Cantor, compositor e produtor cultural com mais de 20 anos de atuação na cena musical regional. Desenvolve projetos de circulação musical e valorização da cultura do Vale do Jequitinhonha e da Bahia-Minas. Já se apresentou em importantes festivais de música e tem trajetória ligada à preservação da memória e identidade cultural através da arte. É o idealizador e autor do conceito do projeto Um Trem pra Cantar.Álvaro Tanure – Diretor Artístico Ator e diretor com experiência na criação de projetos culturais integrados à memória e identidade social. Atua com direção de cena e criação de roteiro artístico para apresentações culturais, aproximando público e narrativa por meio de performances e intervenções dramáticas.Yuri Hunas Miranda – Arranjador Músico, arranjador e produtor musical com formação em trilhas sonoras e arranjos instrumentais. Responsável pela elaboração dos arranjos musicais do projeto e adaptação do repertório para apresentações em formato itinerante.Milana Caires – Produção Executiva Produtora cultural com experiência na coordenação de projetos de circulação artística, eventos culturais e ações sociais. Responsável pelo planejamento operacional, cronograma de execução, logística de transporte e interface administrativa do projeto.Magda Tanure – Coordenação Pedagógica Educadora com experiência em formação escolar e projetos de educação patrimonial. Coordenará o eixo educativo do projeto Um Trem pra Te Contar, articulando palestras e mediação pedagógica nas escolas públicas atendidas.Maurício de Magalhães Rodrigues – Roteirista e Educador Professor e pesquisador, autor do conteúdo histórico do jogo Trilhos da Memória, responsável pela pesquisa sobre a Estrada de Ferro Bahia-Minas. Atuará como palestrante no projeto, conectando cultura, território e memória histórica.Maurício de Magalhães Rodrigues – Designer Gráfico e Criador do Jogo Criador do conceito visual do jogo Trilhos da Memória, responsável pela diagramação, identidade visual e desenvolvimento gráfico dos materiais educativos do projeto.Gino Freire – Pesquisador Pesquisador cultural e historiador regional. Responsável pelo levantamento histórico do acervo documental e memórias comunitárias relacionadas à ferrovia Bahia-Minas.Lucas Silva Martins – Fotografia e Audiovisual Fotógrafo e videomaker. Será responsável pela documentação visual do projeto, gravação das apresentações musicais e edição do material audiovisual para difusão.Equipe Técnica – Som e Iluminação Profissionais especializados em eventos itinerantes, responsáveis pela montagem técnica, operação de som e iluminação profissional em todas as cidades de execução do projeto.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.