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"Pretos Velhos" é um espetáculo inédito que celebra a sabedoria ancestral e o legado da música negra brasileira, com direção artística de Feyjão e Regina Casé. Realizado no Rio de Janeiro, o projeto apresenta três shows que conectam gerações de artistas em encontros marcados pela tradição, memória e contemporaneidade. Além das apresentações, "Pretos Velhos" realiza uma oficina formativa que valoriza a ancestralidade, o diálogo intergeracional e a difusão da cultura afro-brasileira. Essa jornada sonora e emocional entre passado, presente e futuro convida o público a refletir sobre pertencimento, identidade e continuidade da cultura negra no Brasil.
Espetáculo musical "Pretos Velhos" Espetáculo inédito que celebra a ancestralidade e o legado de compositores negros na música popular brasileira. Com repertório que mescla clássicos e composições autorais, incluindo uma canção em parceria entre Feyjão e Gilberto Gil, o show promove um mergulho afetivo e político na história da música negra no Brasil. A apresentação é marcada por um forte conteúdo pedagógico e emocional, sendo indicada para todas as idades (Classificação Indicativa: Livre). Oficina formativa Será realizada uma oficina voltada à formação em história da música negra brasileira, práticas musicais, composição e identidade afro-brasileira. Voltadas a jovens, educadores e artistas iniciantes, as oficinas promovem diálogo intergeracional, valorização da ancestralidade e fortalecimento da autoestima identitária. Classificação Indicativa: a partir de 14 anos. O repertório une clássicos da música popular brasileira a composições inéditas criadas por Feyjão em parceria com os convidados, em um diálogo vivo entre passado e futuro. As apresentações são intercaladas por trechos de entrevistas e falas curatoriais, revelando histórias, afetos e contextos que moldaram a música negra no Brasil.Pretos Velhos é mais que um show — é um gesto de continuidade. Um encontro intergeracional que reafirma a força da negritude como fundamento da cultura brasileira, aproximando o público de um legado que é, ao mesmo tempo, resistência, beleza e invenção.Com acessibilidade plena (Libras, audiodescrição e legendagem descritiva), o projeto amplia o acesso e promove uma experiência sensorial, educativa e espiritual. Feyjão conduz o público por uma roda onde cada tambor é uma memória, cada voz é um testemunho e cada canção, um elo entre os que vieram antes e os que seguem ecoando.
Valorizar e difundir o legado da música negra brasileira por meio de um espetáculo que promove a representatividade, a ancestralidade e o reconhecimento dos mestres que formaram a identidade musical do país.Objetivos Específicos (Quais? Quantos?)Realizar 3 espetáculos musicais inéditos no Rio de Janeiro, com artistas de destaque nacional;Produzir conteúdos audiovisuais e digitais para ampliação do acesso e registro da memória do projeto;Realizar 1 oficina formativa sobre a história da música negra brasileira, voltada a jovens e educadores;Garantir acessibilidade plena, com tradução em Libras, audiodescrição e comunicação inclusiva;Promover ações de democratização do acesso, fortalecendo o vínculo entre arte, educação e ancestralidade.
O projeto "Pretos Velhos" é uma iniciativa cultural que visa valorizar, difundir e preservar a memória de compositores negros que moldaram a música popular brasileira, contribuindo significativamente para a construção da identidade cultural do país. No entanto, o financiamento de iniciativas com foco na ancestralidade negra e na reparação histórica ainda enfrenta grandes desafios no Brasil, especialmente no que diz respeito à produção independente e à circulação em espaços de acesso democrático. Diante disso, a utilização do Mecanismo de Incentivo à Cultura, por meio da Lei Federal nº 8.313/91 (Lei Rouanet), se faz necessária para viabilizar a execução do projeto com a qualidade e o alcance social e educativo que ele propõe, garantindo gratuidade ou preços populares nas apresentações e ações formativas, bem como acessibilidade e inclusão de diferentes públicos. A música popular brasileira tem suas bases profundamente enraizadas na cultura afro-brasileira, entretanto, muitos compositores negros que ajudaram a moldar essa identidade musical não recebem o devido reconhecimento das novas gerações. O projeto "Pretos Velhos" surge como uma resposta a essa lacuna histórica e cultural, colocando esses artistas no centro da cena e evidenciando sua importância na construção da identidade musical do Brasil, ao mesmo tempo que introduz um trabalho autoral de um "novo" preto velho. Muitos jovens desconhecem a importância e a trajetória de compositores negros na música brasileira, e "Pretos Velhos" busca resgatar e difundir esse conhecimento, garantindo que essa história seja contada e valorizada. Além disso, o projeto é uma ferramenta de empoderamento, fortalecendo a identidade afro-brasileira e promovendo o orgulho da ancestralidade por meio da arte e da música. O compartilhamento desta pesquisa através das entrevistas e falas de Feyjão no espetáculo funcionam como um complemento pedagógico, criando um diálogo intergeracional sobre a importância da música negra no Brasil. Para Feyjão, este projeto não é apenas um tributo aos mestres que o antecederam, mas também uma extensão de sua própria trajetória artística. O artista teve a honra de compartilhar espaços, experiências e composições com alguns dos Pretos Velhos homenageados, o que tornou essa pesquisa um processo de autoconhecimento e reafirmação de sua identidade musical. "Pretos Velhos" é, portanto, um projeto que representa um reencontro de Feyjão com sua ancestralidade e uma reafirmação de sua missão de perpetuar a musicalidade negra no Brasil. A parceria entre Feyjão e Gilberto Gil simboliza essa transmissão de saberes, mostrando que a música negra brasileira segue viva e se renovando constantemente. "Pretos Velhos" não apenas celebra os artistas do passado, mas também reafirma que esse legado permanece vivo, influenciando novas gerações de músicos e ouvintes. Ainda, o projeto se enquadra nos incisos II e III do Art. 1º da Lei nº 8.313/91, que tratam da produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória, bem como do apoio a iniciativas culturais que objetivem a formação artística e cultural da população. Além disso, atenderá aos seguintes objetivos do Art. 3º da mesma lei: I _ contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II _ promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;IV _ apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais dos diferentes grupos formadores da sociedade brasileira;V _ preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;VII _ estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;VIII _ priorizar o apoio a projetos culturais que contemplem as regiões de menor desenvolvimento econômico e social.Dessa forma, o incentivo via Lei Rouanet é fundamental não apenas para garantir a realização do projeto "Pretos Velhos", mas também para cumprir o papel do Estado na democratização do acesso à cultura e no fortalecimento da identidade afro-brasileira, promovendo inclusão, memória e valorização da ancestralidade negra por meio da arte.
Espetáculo Musical “Pretos Velhos”Duração: 70 minutosFormato: Apresentação ao vivo com banda composta por 5 músicos, incluindo o artista Feyjão, com repertório que integra releituras de clássicos da música negra brasileira e composições autorais inéditas.Paginação: Palco frontal com estrutura de som e luz profissional, cenário com elementos visuais que remetem à ancestralidade afro-brasileira (panos, objetos rituais estilizados, projeções visuais).Classificação Indicativa: LivreMaterial técnico: Sistema de som (PA, retorno, microfones), iluminação cênica, telão para projeções, figurinos e adereços, cenografia modular.Acessibilidade: Intérprete de Libras em tempo real, legendagem das canções em projeção, audiodescrição disponível por fone de ouvido.Local: Espaços culturais com estrutura para média plateia (a partir de 200 lugares). Oficina Formativa “Pretos Velhos”Duração: 1 encontro de 2h Formato: Oficina presencial e/ou online voltadas para jovens, artistas iniciantes, educadores e público em geral. Serão ofertadas oficinas de: História da música negra brasileiraComposição e identidade afro-brasileira Projeto pedagógico: A oficina será guiada por uma metodologia participativa, que estimula o reconhecimento de trajetórias negras invisibilizadas, desenvolvendo escuta sensível, criatividade musical e fortalecimento de identidade. Cada participante receberá um caderno digital com conteúdos e exercícios complementares.Material: Caderno digital e projeções audiovisuais.Paginação: Sala com capacidade para até 25 participantes, com recursos multimídia e mobiliário adaptado.Acessibilidade: apostilas digitais em formato acessível (PDF com leitura de tela), recursos audiovisuais com audiodescrição.Classificação Indicativa: A partir de 14 anos. Acessibilidade: Todos os materiais de audiovisual contarão com tradução em Libras, audiodescrição e legendas descritivas.Distribuição: Publicação online gratuita em plataformas de vídeo (ex: YouTube), com ampla divulgação nas redes sociais do projeto e parceiros.Classificação Indicativa: Livre
O projeto "Pretos Velhos" tem como princípio a democratização do acesso à cultura, sendo a acessibilidade uma diretriz fundamental em todas as suas etapas. Acessibilidade Física: Todas as atividades presenciais do projeto serão realizadas em espaços culturais com infraestrutura adequada para receber pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, incluindo rampas de acesso, banheiros adaptados, sinalização adequada e, sempre que possível, piso tátil. A escolha dos locais será orientada pela garantia do direito de ir e vir de todos os públicos. Acessibilidade de Conteúdo: As apresentações contarão com intérprete de Libras posicionado de forma visível no palco. Os materiais de divulgação digital terão legendas descritivas e audiodescrição para pessoas com deficiência visual. Quando possível, serão oferecidas visitas sensoriais e experiências táteis antes das apresentações, para promover uma imersão acessível ao conteúdo artístico do espetáculo. Os materiais impressos (folders, cartilhas ou programas de apresentação) também contarão com versões em fonte ampliada. Essas medidas visam garantir que o projeto seja acessível a todos os públicos, promovendo inclusão e respeito à diversidade dos corpos e formas de percepção.
A democratização do acesso é um princípio essencial do Pretos Velhos, que busca aproximar a população da rica herança da música negra brasileira por meio de experiências artísticas acessíveis, inclusivas e educativas.As apresentações acontecerão no Rio de Janeiro, com parte dos ingressos distribuída gratuitamente a escolas públicas, projetos socioculturais e comunidades periféricas, e o restante oferecido a valores populares, garantindo que o público em vulnerabilidade social também possa usufruir plenamente da programação.Como ação formativa e contrapartida social, o projeto realizará uma oficina gratuita sobre a história e os ritmos da música afro-brasileira, conduzidas por Feyjão e convidados. As atividades serão voltadas especialmente a jovens, educadores e integrantes de coletivos culturais, fortalecendo o vínculo entre arte, educação e ancestralidade. O conteúdo pedagógico dessas oficinas será disponibilizado também em formato digital, ampliando o alcance para outras regiões do país.A acessibilidade plena é um compromisso estruturante da proposta. Todas as apresentações contarão com intérpretes de Libras, audiodescrição, legendagem descritiva e sinalização visual acessível, assegurando a participação de pessoas com deficiência auditiva, visual ou mobilidade reduzida.Além das ações presenciais, serão disponibilizados conteúdos audiovisuais e trechos dos espetáculos em plataformas digitais, permitindo que o público de diferentes estados tenha acesso à experiência e às reflexões propostas pelo projeto.Com uma equipe diversa e representativa, formada majoritariamente por mulheres negras, pessoas LGBTQIAP+, indígenas e PcD, o projeto reafirma o compromisso com a inclusão e a equidade também nos bastidores. “Pretos Velhos” é, portanto, mais do que uma série musical: é um gesto de partilha, onde o palco se torna espaço de encontro entre gerações, territórios e histórias, promovendo a democratização do acesso à arte e à memória afro-brasileira.
Feyjão – Artista, compositor e educador musical Homem negro, nascido no Rio de Janeiro, Feyjão é cantor, compositor, multi-instrumentista e pesquisador das tradições afro-brasileiras. Sua trajetória une arte, ancestralidade e educação, traduzindo em sua obra o diálogo entre o sagrado e o popular. Formado em Licenciatura em Música pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), atua também como educador e oficineiro, ministrando vivências sobre musicalidade afro-brasileira e expressão ancestral.Com uma carreira consolidada na cena contemporânea, já se apresentou em palcos e festivais de destaque, colaborando com artistas como Gilberto Gil, Preta Gil, Regina Casé e Thiaguinho, e levando sua música para rádios, TVs e plataformas digitais. Suas composições mesclam samba, ijexá, funk e jazz, refletindo o encontro entre tradição e modernidade.Com o projeto “Pretos Velhos”, Feyjão reafirma seu compromisso com a valorização dos mestres que o antecederam e com a formação de novas gerações de artistas negros, transformando arte e pedagogia em instrumentos de memória, pertencimento e resistência.Silvio Cesar – Produtor musical e pesquisador da cultura popularHomem negro, produtor musical, arranjador, multi-instrumentista e compositor, Silvio Cesar tem sua atuação marcada pela fusão entre a música instrumental e as matrizes da cultura popular brasileira. Iniciou sua trajetória aos 14 anos, desenvolvendo uma sonoridade que une tradição e contemporaneidade. Sua pesquisa musical o levou a integrar grupos de estudo e projetos dedicados à musicalidade afro-brasileira, realizando viagens e intercâmbios culturais pelo país. Ao longo da carreira, colaborou com diversos artistas da cena nacional, entre eles o cantor e compositor Feyjão, com quem compartilha o propósito de valorizar a ancestralidade negra e a educação musical como instrumentos de transformação social.Márcio Carvalho Oliveira (Tim Maia) – Músico e percussionista da cultura popularConhecido artisticamente como Tim Maia, Márcio Carvalho Oliveira é músico e percussionista com mais de duas décadas de carreira. Iniciou sua trajetória no samba carioca, consolidando-se como um dos instrumentistas mais atuantes da cena do pagode e da música popular. Ao longo dos anos, acompanhou nomes como Charles André, Beto Correia, Ivo Meirelles, Mumuzinho, Gustavo Lins, Arlindo Cruz, Dudu Nobre, Ferrugem e Diney. Sua performance alia técnica e tradição, com uma expressividade marcada pela vivência nas rodas de samba e nos terreiros, onde aprendeu os fundamentos rítmicos da música afro-brasileira. Atualmente, integra a equipe do artista Feyjão, contribuindo para a construção sonora e percussiva do projeto “Pretos Velhos”.Lucien Jhonatan Santana – Músico, educador e contrabaixistaLucien Jhonatan Santana é contrabaixista, educador e músico profissional com mais de 20 anos de experiência. Iniciou sua trajetória ainda na infância, em um ambiente familiar de intensa vivência musical, onde a espiritualidade e a música caminharam lado a lado. Aos 11 anos descobriu o contrabaixo, instrumento que se tornaria sua principal forma de expressão. Acompanhou artistas como Álvaro Tito, Fernanda Brum, Emerson Pinheiro, Michele Nascimento, Gisele Nascimento, Novo Som, Ministério Atitude e Davi Sacer. Ao longo da carreira, expandiu suas referências para a MPB, o samba e a música afro-brasileira, desenvolvendo uma linguagem que une groove, ancestralidade e emoção. Atualmente, integra o projeto “Pretos Velhos”, ao lado de Feyjão, contribuindo para o diálogo entre tradição e contemporaneidade.Thiely Leoni Nunes – Comunicadora e produtora culturalNascida no Rio de Janeiro, Thiely Leoni Nunes é comunicadora, fotógrafa e produtora cultural com atuação em projetos artísticos e musicais. Atualmente, é produtora oficial do cantor e compositor Feyjão, acompanhando a gestão de sua carreira, agenda de shows e ações de comunicação. Já integrou equipes de produção em lançamentos, festivais e projetos audiovisuais, além de ter atuado como administradora das redes sociais da escola de samba Beija-Flor de Nilópolis, campeã do Carnaval 2025. Sua trajetória une sensibilidade artística, olhar fotográfico e experiência em comunicação estratégica voltada à valorização da cultura afro-brasileira.Jeysi - Mulher Negra, LGBTQAIP+, Quilombola - coordenadora pedagógica - é nascida e criada no quilombo urbano Areal da Baronesa, onde desde cedo participou da escola de samba local e das atividades comunitárias. Filha de um ex-presidente da Associação de Moradores, cresceu em um ambiente de debates políticos e consciência territorial.Em 2015, participou em Brasília da votação da PEC 2015, ampliando seus conhecimentos sobre a demarcação de terras indígenas e quilombolas e fortalecendo sua identidade como mulher negra. Formada em Serviço Social pelo ENEM, atua hoje como assistente social na política de saúde para idosos, com foco na população negra.Com experiência como educadora social no Ilê Mulher e palestrante sobre o território quilombola do Areal da Baronesa, Jysi valoriza o protagonismo da mulher negra periférica. Atualmente, voltou a residir no Areal e se engaja ativamente nas ações do bloco, reforçando sua presença e contribuição para a comunidade.Anielle Santos - mulher negra, consultora em acessibilidade é pedagoga, especializada em Psicomotricidade e em Clínica Interdisciplinar em Estimulação Precoce, com capacitações em desenvolvimento sensório-motor e educação inclusiva. Atua como professora na rede municipal de Porto Alegre e Esteio, e como psicomotricista no Espaço de Brincar, atendendo crianças de 0 a 3 anos, promovendo uma abordagem individualizada e inclusiva para potencializar o desenvolvimento infantil. Atua também na área de consultoria de acesssibilidade para projetos de impacto social.Ilca de Castro Lemos Guimarães – Mídias Sociais Trabalha na ONU Mulheres desenvolvendo estratégias de comunicação voltadas à igualdade de gênero, combate à violência contra a mulher e valorização do protagonismo feminino. Formada em Direito pelo Ceub (2013) e com especialização em Marketing Digital pela Udacity (2017), participou de projetos culturais como Festival Quilombo Cultural (2024), Sinfônica Griô (2023), Fábrica de Gigantes: a força dos erês (2023) e Toques Percussivos Agbelas (2022). É sócia-fundadora da NOVA – Conteúdo Criativo, atuando em marketing, design e branding para empresas privadas.João Oliveira – Diretor criativo e produtor musicalSoteropolitano e candomblecista, João Oliveira é diretor criativo, diretor de fotografia, produtor musical e designer formado pela PUC-Rio. Mestre em Geografia e Sustentabilidades, pesquisa ecologia política e decolonialidade, unindo arte e consciência social. Fundador do projeto BARÙ, desde 2018 desenvolve narrativas afro-brasileiras e latinas por meio do audiovisual, premiado no Festival CawCine e finalista da Rádio MEC. À frente da ACÁCIA PRODUZ, realiza projetos socioculturais nas áreas de música, design e audiovisual, com trabalhos para o BaianaSystem, Bando de Teatro Olodum e Instituto BantuAlice Kasper é produtora cultural, LGBQIAP+ artista circense e pesquisadora da cultura popular, pós-graduanda em História, Cultura e Literatura Afro-Brasileira e Indígena. Com mais de 8 anos de experiência em elaboração e gestão de projetos culturais, já produziu espetáculos, festivais e atuou em grandes iniciativas como a Virada Cultural em São Paulo. É cofundadora da Orquestra Agbelas, primeira formada por mulheres de comunidade em vulnerabilidade social — e hoje reside em Salvador, onde desenvolve projetos com o Aguidavi do Jêje e comunidades locais.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.