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PRONAC 2512375Autorizada a captação total dos recursosMecenato

A PONTE TEM COR!

INSTITUTO AFRO-DESCENDENTE-MOCAMBO
Solicitado
R$ 200,0 mil
Aprovado
R$ 200,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Linha do tempo

  1. 01/01/2025
    Cadastro PRONAC
    Ano 25
  2. 05/01/2026
    Início previsto
  3. 12/05/2026Captando
    Autorizada a captação total dos recursos
  4. 31/01/2028
    Término previsto

Histórico inicial = baseline (situação atual no momento da primeira ingest). Próximas mudanças de status serão capturadas automaticamente a cada nova sincronização SALIC.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Hip-Hop (DJ, MC, Breaking, Graffiti, Conhecimento)
Ano
25

Localização e período

UF principal
AP
Município
Macapá
Início
2026-01-05
Término
2028-01-31

Resumo

O projeto A Ponte Tem Cor promove intervenções artísticas e oficinas nas vertentes do Hip-Hop (rap, graffiti, breakdance e DJing) em comunidades de pontes localizadas em áreas de ressaca de Macapá. Com ações voltadas para jovens afrodescendentes, busca estimular a expressão cultural, formação crítica e transformação social por meio da arte urbana. Os produtos incluem oficinas práticas, apresentações e intervenções em espaços públicos, fortalecendo identidades periféricas e criando novas perspectivas de inclusão.

Sinopse

SINOPSE DOS PRODUTOS DO PROJETO "A PONTE TEM COR" 1. OFICINAS DE HIP-HOP (Classificação: Livre) Grafite: Oficinas práticas que ensinam técnicas de spray, stencil e muralismo, com criação coletiva de painéis temáticos sobre identidade negra e resistência nas pontes das ressacas.Breakdance: Aulas que exploram movimentos básicos e improvisação, culminando em uma "batalha" comunitária, usando as pontes como palco.Rap: Workshops de escrita criativa e ritmo, com produção de letras que retratam a realidade local. Inclui gravação de um rap coletivo.DJing: Introdução à mixagem e cultura das pick-ups, com foco na música amazônica reinterpretada no estilo Hip-Hop.2. INTERVENÇÕES URBANAS (Classificação: 12 anos) - "Pontes que Falam": Série de 5 grafites monumentais criados pelos participantes, retratando histórias das ressacas. Cada obra inclui QR code com audiodescrição. - "Batalha da Ponte": Eventos mensais de break e rap nas estruturas das pontes, integrando arte e denúncia social.3. FESTIVAL COMUNITÁRIO (Classificação: Livre) "Hip-Hop na Ponte": - Apresentações: Shows dos participantes das oficinas, duelos de break e exposição dos grafites. - Feira Criativa: Venda de artigos produzidos nas oficinas (camisetas, adesivos), com renda revertida para os artistas. - Roda de Conversa: Debate sobre direito à cidade com lideranças locais e especialistas. 4. EXPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA ITINERANTE (Classificação: Livre) "Corpo e Ponte": - 20 imagens em grande formato registrando o processo artístico, com: - Legendas em Braille; - Visitas guiadas com intérprete de Libras; - Reprodução tátil das texturas dos grafites. 5. CATÁLOGO DIGITAL (Classificação: Livre) - Fotografias das obras; - Letras dos raps produzidos; - Depoimentos dos participantes; - Disponível em PDF acessível e versão audiogravada. JUSTIFICATIVAS DE CLASSIFICAÇÃO - Livre: Oficinas e exposições com conteúdo educativo. - 12 anos: Intervenções urbanas e websérie contêm linguagem artística com referências a desafios sociais (violência, pobreza). Destaques: - Todos os produtos dialogam com o eixo arte-transformadora e memória comunitária; - Conteúdos acessíveis desde a concepção (ex.: grafites com audiodescrição via QR code).

Objetivos

Objetivo GeralPromover a transformação social e o empoderamento de jovens em áreas de ressaca de Macapá através da cultura Hip-Hop, utilizando as pontes - espaços simbólicos dessas comunidades - como plataforma para expressão artística, desenvolvimento comunitário e ressignificação dos territórios.Objetivos EspecíficosRealizar 24 oficinas formativas (6 por vertente: rap, graffiti, breakdance e DJing) atendendo diretamente 300 jovens em 5 comunidades (pontes) de ressaca, com carga horária de 40 horas cada. A formações artísticas, totalizando 24 oficinas com estimativa de alcance de 300 jovensProduzir 5 intervenções artísticas urbanas (1 por comunidade) com grafites autorais e apresentações culturais nas pontes, envolvendo pelo menos 50 participantes diretos em cada ação, tratando-se de obras coletivas totalizando 5 intervenções com a participação de 250 envolvidos.Formar 25 jovens multiplicadores (5 por comunidade) como agentes culturais locais, com capacitação específica de 60 horas em produção cultural e mobilização comunitária, formando lideranças jovens.Realizar 1 festival comunitário final integrando todas as vertentes do Hip-Hop, com apresentações abertas à comunidade e estimativa de público de 500 pessoas.Documentar o processo através de:1 exposição fotográfica itinerante1 catálogo digital das obras produzidasEstabelecer 5 núcleos comunitários de cultura Hip-Hop (1 por área atendida) com infraestrutura básica para continuidade das atividades após o projeto.Mensurabilidade:Todos os objetivos possuem indicadores quantitativos clarosSerão comprovados através de: listas de presença, registros fotográficos/videográficos, relatórios de atividades, avaliações dos participantesContexto:Os objetivos dialogam diretamente com:A realidade das ressacas (25.520 moradias em assentamentos subnormais - IBGE 2020)A necessidade de espaços culturais (96% dos moradores não participam de organizações comunitárias - dados do projeto Amazônia 2040)O potencial transformador da arte urbana em territórios vulneráveis.

Justificativa

JUSTIFICATIVA DO PROJETO "A PONTE TEM COR" PELA LEI DE INCENTIVO À CULTURA (LEI 8.313/91)O projeto se enquadra nos Incisos do Art. 1º da Lei 8313/91:I. Livre acesso à culturaAtravés de oficinas gratuitas e intervenções artísticas em espaços públicos (pontes), democratiza o acesso à cultura Hip-Hop para comunidades historicamente excluídas.II. Regionalização cultural Valoriza a identidade afro-amapaense (73,7% da população local, conforme IBGE) e adapta as vertentes do Hip-Hop ao contexto das ressacas, incorporando elementos como o Marabaixo.III. Difusão de manifestações culturais Fomenta o Hip-Hop como expressão artística legitimada, dando visibilidade a jovens criadores das periferias de Macapá.IV. Proteção a grupos formadores Fortalece a cultura negra brasileira, majoritária nas ressacas, combatendo o apagamento histórico dessas comunidades.V. Salvaguarda de modos de viver Documenta e valoriza o cotidiano nas pontes através de registros visuais, preservando memórias ameaçadas por remoções.O projeto possui objetivos que se alinha também, integralmente aos seguintes dispositivos da Lei Rouanet de seu art.3º como vejamos:I. Incentivo à formação artística (inciso I) - Alínea c: Oficinas de rap, graffiti, breakdance e DJing formam 300 jovens, com carga horária certificada (40h cada). Fundamentação: Capacitação técnica gratuita em artes urbanas para população sem acesso a cursos formais (96% não participam de organizações culturais - dados do projeto Amazônia 2040).II. Fomento à produção cultural (inciso II) - Alínea e: Realização de 5 intervenções urbanas e 1 festival comunitário.Fundamentação: Criação de espaços de exibição artística em áreas desassistidas, com estimativa de 500 espectadores no evento final.III. Preservação do patrimônio imaterial (inciso III) - Alínea a: Exposição fotográfica e catálogo digital.Fundamentação:Registro sistemático das expressões culturais das ressacas, constituindo acervo sobre modos de vida ameaçados (25.520 moradias em risco - IBGE 2020).VI. Distribuição gratuita (inciso III)- Alínea a: Todas as ações são gratuitas, com distribuição de 500 ingressos para o festival.Fundamentação: Garante acesso prioritário a moradores de baixa renda (56% vivem com 1 salário mínimo - dados do projeto).Necessidade do Mecanismo de Incentivo:1. Viabilidade financeira: Comunidades-alvo não possuem recursos próprios para custear formações artísticas (renda média de R$ 1.100/mês - IBGE 2020).2. Escala de impacto: O Pronac permite ampliar o alcance para 5 comunidades simultaneamente, com estrutura profissional (oficineiros, equipamentos). 3. Continuidade: A lei propicia a viabilização da criação de 5 núcleos culturais permanentes, assegurando legado após o projeto.4. Reconhecimento institucional: Certificação pelo Ministério da Cultura fortalece a legitimidade das ações perante o poder público local.Nota: O projeto visa atender ainda aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) 4 (Educação de Qualidade), 10 (Redução das Desigualdades) e 11 (Cidades Sustentáveis), reforçando sua aderência às políticas públicas nacionais e internacionais.

Estratégia de execução

INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES: CONTEXTO DAS PONTES E HISTÓRICO DO INSTITUTO MOCAMBO 1. O SIMBOLISMO DAS PONTES EM MACAPÁ As pontes nas áreas de ressaca representam muito mais que estruturas físicas – são artérias de sobrevivência e identidade para comunidades historicamente negligenciadas. - Conexão Vital: Único acesso a serviços básicos (saúde, educação) em áreas alagadas onde 25.520 moradias estão em assentamentos subnormais (IBGE, 2020). - Palco de Resistência: Espaços naturalmente ocupados por camadas sociais desprivilegiadas socialmente onde buscam um local digno para estabelecer sua moradia.- Memória Coletiva: Registros orais apontam que 50% dos moradores usam as pontes como local de trabalho informal (vendas, reparos). Dado Crítico: maior percentual das pontes em ressacas estão em estado precário, reforçando a urgência de projetos que as valorizem como patrimônio afetivo, sem contar que está ocorrendo o avanço de grupos de facções em dominar esses territórios. 2. HISTÓRICO DO INSTITUTO MOCAMBO NA DEFESA DESSES TERRITÓRIOS Com 22 anos de atuação no Amapá, o Instituto Mocambo possui trajetória comprovada em projetos que articulam cultura, direitos humanos e urbanismo:Caminhada da Consciência NegraAção contínua desde 2003 com objetivo de visibilizar a luta do povo negro no Amapá.2005 – 3ª Edição2007 – 5ª Edição2009 – 7ª Edição2012 – 10ª Edição2014 – 12ª Edição2015 – 13ª Edição2016 – 14ª Edição2017 – 15ª Edição2018 – 16ª Edição2019 – 17ª Edição (banner erroneamente com 18ª edição)2020 – 18ª Edição2022 – Realização com apoio renovado do Instituto2023 – Continuidade das ações e articulações comunitáriasAtividades Complementares (2021-2025)Capoeira Angola nas ComunidadesFormação teórica e prática para crianças e jovens.Participação em eventos escolares.Ensino de toques, cantos e entrega de materiais.Eventos em 07/07/2021 e dezembro de 2022 (encerramento).Educação Étnico-Racial – Rede CirandaOficinas nas escolas municipais com base na Lei 10.639/03.Ponto de Cultura com o tema: Cultura Afro-brasileira e AfricanaProjeto audiovisual com exibição de filmes nas comunidades.PROJETO EWÉ – O Poder das PlantasCultivo de plantas sagradas em terreiros.Formação de multiplicadores contra o racismo ambiental.Financiado pelo Fundo Brasil de Direitos Humanos.Ações Formativas e Mobilizações Comunitárias - 202510/03: Palestras sobre a mulher negra na luta antirracista.12/03: Curso de Elaboração de Projetos Culturais.30/03: Panfletagem e mobilização para mutirão no bairro Congós.08 e 11/04: Reuniões para organização comunitária.25/04: Mutirão de limpeza com apoio da Secretaria Municipal.02/05: Seminário sobre saúde tradicional com ervas.24/05: Seminário sobre Racismo Ambiental. 3. POR QUE ESSE PROJETO É INÉDITO? - Abordagem Integral: Une arte urbana, tecnologia e ativismo comunitário nas próprias pontes, transformando-as em: - Galeria a céu aberto (grafites) - Estúdio de criação (oficinas) - Palco de denúncia (festival) - Metodologia Validada: Adaptação do modelo "Hip-Hop Therapy" (EUA) ao contexto amazônico. - Protagonismo Geracional: 35% dos jovens multiplicadores são filhos de participantes de projetos anteriores do Instituto. 4. ARTICULAÇÃO COM POLÍTICAS PÚBLICAS O projeto dialoga diretamente com: - Programa Nacional de Direitos Humanos (Meta 92: Regularização de Territórios Tradicionais) - ODS 11.1: Acesso universal a espaços públicos seguros e inclusivos 5. GARANTIAS DE TRANSPARÊNCIA - Comitê Gestor Tripartite: Formado por: - 2 representantes do Instituto Mocambo - 1 líder comunitário por ponte atendida - 1 técnico da Secretaria Municipal de Cultura - Prestação de Contas Colaborativa: - Relatórios mensais em linguagem acessível - Assembléias públicas bimestrais nas pontes O link abaixo é de uma reportagem que demostra a situação precária dos moradores das pontes nas aréas de ressacas de Macapáhttps://www.youtube.com/watch?v=WlyqRtnzwn4

Especificação técnica

ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DOS PRODUTOS 1. OFICINAS DE HIP-HOP Duração: 40h por vertente (10 semanas, 4h/semana) Material Didático: - Grafite: 200 latas de spray (cores primárias), 50 máscaras, 100 luvas, 20 rolos de fita crepe. - Breakdance: 20 colchonetes (2m x 1m), 5 caixas de som portáteis, 1 piso de EVA modular. - Rap: 30 cadernos de rimas, 10 microfones, 1 mesa de som básica. - DJing: 2 pick-ups, 1 mixer, 50 vinis de samples regionais. Projeto Pedagógico: - Metodologia: Aula expositiva (30%) + prática guiada (70%). - Avaliação: Portfólio individual (grafite/rap) e apresentação coletiva (break/DJ). 2. INTERVENÇÕES URBANAS Grafites Monumentais: - Dimensões: 5m x 3m (cada). - Materiais: Tinta acrílica à base d’água, primer antimofo, verniz protetor UV. - Técnica: Stencil + livre, com camadas sobrepostas. Batalhas de Break/Rap: - Estrutura: Palco modular (6m x 4m) com piso antiderrapante. - Sonorização: 2 caixas amplificadas 500W, 2 microfones sem fio.3. FESTIVAL "HIP-HOP NA PONTE" Duração: 8h (13h às 21h). Estrutura: - Palco Principal: 8m x 6m, coberto com lona PVC. - Iluminação: 4 refletores LED RGB + 2 lasers de baixa potência. - Segurança: 10 brigadistas comunitários treinados. Programação: - 14h: Batalha de Breaking (eliminatórias). - 16h: Show de rap com participantes das oficinas. - 18h: Grafite ao vivo (2 artistas convidados + alunos). 4. EXPOSIÇÃO "CORPO E PONTE" Montagem: - 20 imagens (60cm x 90cm) em banners de lona (420g/m²). - 5 réplicas táteis em MDF (30cm x 30cm) com texturas de grafite. - Iluminação: spots LED de 50W por peça. Itinerância: - 10 locais (escolas, centros culturais, feiras). - Transporte em van com sistema de climatização. 5. CATÁLOGO DIGITAL Formato: - 50 páginas (PDF interativo). - Seções: - Galeria de grafites (fotos + descrições). - Letras de rap (com análise semiótica). - Depoimentos em texto e vídeo (links embutidos). Acessibilidade: - Versão em áudio (MP3 128kbps). - Legendagem descritiva para imagens. Observações Técnicas:- Todos os materiais são atóxicos e adequados para uso público; - Projeto elétrico das estruturas assinado por profissional CREA/AP; - Logística de transporte otimizada para evitar danos às obras.

Acessibilidade

ACESSIBILIDADE DO PROJETO "A PONTE TEM COR"1. ACESSIBILIDADE FÍSICAInfraestrutura para mobilidade:- Locais de oficinas e eventos: Todos os espaços físicos utilizados (escolas comunitárias, associações de bairro e áreas públicas) serão escolhidos prioritariamente os contarão com: - Rampas de acesso (inclinação máxima de 8%) - Banheiros adaptados (pelo menos 1 unidade por local) - Pisos táteis direcionais nas áreas de circulação - Sinalização em alto relevo e BraillePontes de ressaca:- Adaptação temporária com:- Plataformas niveladoras para cadeirantes- Possibilidade de corrimãos duplos (alturas 70cm e 90cm)- Piso antiderrapante em áreas de apresentaçãoTransporte adaptado:- 1 vans com elevador para cadeirantes para deslocamento de participantes com deficiência- Paradas acessíveis em raio de 500m dos locais de atividade2. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDOComunicação inclusiva:- Libras:- Intérpretes em todas as atividades presenciais- Vídeos institucionais com janela de interpretação- Glossário de termos do Hip-Hop em LibrasMateriais adaptados:- Braille ou impresso em fontes diferentes para participantes de baixa visão:- Programação em Braille ou impresso em fontes diferentes para participantes de baixa visão:- Catálogo tátil com amostras de texturas (tintas de graffiti, tecidos de roupas de break)- Mapas táteis das comunidadesRecursos audiovisuais:- Audiodescrição:- Todas as apresentações artísticas com canal de audiodescrição via app- Grafites descritos em áudio através de QR codes- Legenda descritiva:- Transcrição de letras de rapVisitas sensoriais:- Oficinas especiais para pessoas com deficiência visual:- Breakdance: enfoque no som e vibração do movimento- Grafite: uso de tintas com texturas e relevos- DJ: mesa adaptada com marcadores táteis3. CAPACITAÇÃO DA EQUIPE- Treinamento de 20h para todos os monitores e oficineiros sobre:- Linguagem inclusiva- Técnicas de guia para cegos- Noções básicas de Libras- Protocolos de atendimento4. MONITORAMENTO- Comitê de Acessibilidade com 3 membros (incluindo 1 representante com deficiência)- Pesquisa de satisfação específica sobre acessibilidade- Ajustes contínuos a partir do feedback dos participantesNota: Todas as medidas seguem as normas da ABNT NBR 9050/2020 e o Decreto nº 10.098/2019, garantindo que pelo menos 10% dos recursos totais do projeto sejam destinados à acessibilidade. O projeto prevê a possibilidade de parceria com a Associação de Pessoas com Deficiência do Amapá para validação das ações.

Democratização do acesso

DEMOCRATIZAÇÃO DE ACESSO E AMPLIAÇÃO DE ACESSO1. DISTRIBUIÇÃO E COMERCIALIZAÇÃO DOS PRODUTOSTodos os produtos serão oferecidos gratuitamente, garantindo pleno acesso às comunidades das ressacas:- Oficinas formativas: Inscrições abertas e gratuitas, com prioridade para: - Moradores das 5 comunidades-alvo (Pacoval, Beirol, Chico Dias, Lagoa dos Índios e áreas adjacentes) - Jovens de 15 a 29 anos em situação de vulnerabilidade social - 30% das vagas reservadas para mulheres negras- Intervenções artísticas: Realizadas em espaços públicos (pontes e áreas comunitárias), sem restrição de acesso.- Festival comunitário: Distribuição gratuita de 500 ingressos, sendo: - 70% para moradores das ressacas - 20% para estudantes de escolas públicas - 10% para convidados e parceiros- Materiais didáticos: Kits com spray para graffiti, cadernos de rimas e apostilas distribuídos sem custo.- Produções visuais: - Catálogo digital distribuído via WhatsApp comunitário - Exposição fotográfica itinerante em 10 espaços públicos de Macapá2. MEDIDAS DE AMPLIAÇÃO DE ACESSOEstratégias presenciais:- Ensaio aberto: Apresentações públicas mensais nas pontes durante o processo criativo- Oficinas paralelas: - "Hip-Hop na Quebrada": Aulas-relâmpago em espaços informais (bares comunitários, feiras) - "Batalhas de Conhecimento": Rodas de conversa sobre direitos culturais- Visitas guiadas: Às intervenções artísticas com mediação culturalEstratégias digitais:- Transmissão ao vivo: - 5 lives das oficinas principais - Festival final transmitido via YouTube e Facebook- Conteúdo on-demand: - Videoaulas das técnicas de Hip-Hop - Banco de letras de rap produzidas no projeto- Aplicativo Mapa Cultural: - Geolocalização das ações - Agenda atualizada - Galeria virtual das obrasEstratégias comunitárias:- Carreta cultural: Unidade móvel com equipamentos para levar atividades a áreas remotas das ressacas- Pontos de escuta: 5 espaços com caixas de som comunitárias para divulgação das produções- Agentes culturais: 25 jovens multiplicadores atuando como divulgadores locais3. INDICADORES DE DEMOCRATIZAÇÃO- Meta de público direto: 1.200 pessoas- Meta de público indireto (transmissões): 5.000 visualizações- 100% das atividades realizadas em territórios periféricos- 70% dos participantes oriundos de famílias com renda ≤ 1 salário mínimo- 5 comunidades atendidas simultaneamente4. PARCERIAS PARA AMPLIAÇÃO- Telecentros comunitários: Acesso gratuito ao material digital- Rádios comunitárias: Veiculação de spots e programas- Pontos de Cultura: Rede de difusão regional- Escolas públicas: Divulgação nas unidades educacionaisDiferencial: O projeto adota a metodologia "arte-porta", transformando as próprias pontes - estruturas vitais para as comunidades - em pontos de difusão cultural, garantindo que o acesso ocorra nos locais de convívio cotidiano da população-alvo.

Ficha técnica

FICHA TÉCNICA1. INSTITUIÇÃO PROPONENTEInstituto Afro-Descendente – MocamboCNPJ: 05.615.271/0001-75Atuação no Projeto:Coordenação Geral: Gestão administrativa e financeira, articulação comunitária e monitoramento das metas.Apoio Logístico: Disponibilização de sede física para reuniões e espaço para armazenamento de materiais.Mediação Institucional: Interface com órgãos públicos (Secretaria de Cultura, lideranças locais) para viabilização das ações.Experiência Relevante:22 anos atuando em projetos socioculturais no Amapá;Parceiro do Ministério da Igualdade Racial no projeto Projeto a Ponte tem Cor em 2024.tem o projeto EWE - PODER DAS PLANTAS com o FUNDO BRASIL DE DIREITOS HUMANOS em 2024.Com Trabalho com jovens negros da periferia de MacapáMembro do Conselho Municipal da Criança e Adolecente, em âmbito nacional compõem a rede Amazônia Negra que é integrante do Conselho Nacional de Promoção da Igualdade Racial. 2. EQUIPE TÉCNICACoordenação GeralMestre Paulo Axé (Pedro Paulo da Cunha Carvalho)Formação: Mestre em Capoeira Angola, pós-graduado em História Afro-Brasileira.Atuação: Conceito artístico-pedagógico das oficinas e mediação cultural.Experiência: 20 anos desenvolvendo metodologias de arte-educação em periferias.Coordenação ArtisticaMax Gregori F. YatacoFormação: Advogado, Cientista Social, com atuação em gestão cultural Atuação: Supervisão pedagógica, gestão de parcerias e prestação de contas.Experiência: 13 anos de advocacia social, com ênfase em direito cultual, atualmente assessor jurídico da Fundação Municipal de Cultura de MacapáOficineiros - com tuação de mais de 6 anos na organização de juventude por meio do hip-hop na periferia de Macapá:Nome Vertente ExperiênciaEdiana Oliveira do Nascimento - DJ Delba dos Santos Carvalho - BreakdanceRuane Larissa da Trindade Ramos - Grafite MuralistaCarlos Augusto Paraense da Conceição (Zulu Rap) MC Fundador do grupo Consciência Negra, ativista cultural desde 2010.Equipe de Apoio:Intérprete de Libras: responsável por garantir a acessibilidade comunicacionalDesigner: responsável pela criação de artes e comunicação socialAssistente Social: responsável pelo mapeamento sociocultural.3. VOLUNTÁRIOSJovens Multiplicadores (25):Atuarão como monitores nas oficinas após capacitação (60h);Responsáveis pela divulgação local e mobilização comunitária.Lideranças Comunitárias (5 representantes, 1 por área):Mediação entre projeto e moradores;Acompanhamento das intervenções urbanas.4. PARCEIROS TÉCNICOSInstituição ContribuiçãoRede Amazônia Negra Intercâmbio de conhecimento de hip-hop na AmazôniaAssociação de PCDs do AP Validação das ações de acessibilidade.Rádio Comunitária Divulgação e transmissão das atividades.Universal Nation Batalha de BreaksInstituto de Promoção da Igualdade Racial do Município de Macapá Articulação institucional voltada à formação antiracista. Destaques:Equipe com experiência comprovada em projetos de base comunitária;60% dos profissionais são oriundos das próprias comunidades atendidas;Metodologia validada em edições anteriores (ex.: projeto A ponte tem cor, 2024, e Cinema na Ponte, 2023).

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.

Locais de realização (1)
Macapá Amapá