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PRONAC 2512386Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Festival TransformArte Cultural

GAPES - GRUPO DE APOIO A PESSOAS EM SITUACAO DE VULNERABILIDADE SOCIAL
Solicitado
R$ 1,47 mi
Aprovado
R$ 1,47 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Regional
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Festival, bienal, festa ou Feira
Ano
25

Localização e período

UF principal
PE
Município
Vitória de Santo Antão
Início
2026-01-05
Término
2027-12-10
Locais de realização (1)
Vitória de Santo Antão Pernambuco

Resumo

O Festival TransformArte Cultural, idealizado pelo GAPES _ Grupo de Apoio a Pessoas em Situação de Vulnerabilidade Social, será realizado em Vitória de Santo Antão (PE) entre 11 e 20 de setembro de 2026. O projeto propõe dez dias de programação gratuita com shows musicais de MPB, pop, rock e forró pé de serra, espetáculos de teatro, dança e performances, além de feiras de literatura, vinil, artesanato e empreendedorismo cultural. O Festival incluirá mostras de cinema, saraus, oficinas, palestras e ações socioambientais alinhadas aos ODS, com acessibilidade plena e foco na inclusão de grupos vulneráveis. A iniciativa visa democratizar o acesso à arte, fortalecer a economia criativa local e consolidar Vitória de Santo Antão como um dos grandes polos culturais de Pernambuco.

Sinopse

No coração da Zona da Mata pernambucana, o Festival TransformArte Cultural reúne uma diversidade artística que abrange música, teatro, dança, cinema, artes visuais, literatura, performances e manifestações populares. Durante dez dias de atividades gratuitas, o projeto apresenta shows de MPB, pop, rock e forró pé de serra, espetáculos teatrais para todas as idades, performances urbanas e populares, feiras de artesanato, literatura e vinil, além de oficinas, palestras e debates sobre produção cultural, cidadania e sustentabilidade. O Festival promove encontros entre artistas consagrados e emergentes, valorizando a cultura local e regional, incentivando o protagonismo juvenil e a inclusão social, com classificação indicativa variada conforme cada atividade, contemplando públicos infantis, adolescentes e adultos.

Objetivos

OBJETIVO GERALPromover o acesso democrático à arte e à cultura em suas múltiplas linguagens, por meio da realização do Festival TransformArte Cultural, fortalecendo a economia criativa e a valorização da diversidade artística e social, em especial a inclusão de grupos vulneráveis, e consolidando Vitória de Santo Antão (PE) como polo de referência cultural, educativa e sustentável do Nordeste brasileiro.OBJETIVOS ESPECÍFICOS- Realizar 10 dias de programação gratuita, reunindo artistas locais, regionais e nacionais, contemplando shows musicais, espetáculos de teatro, dança, performances, saraus e feiras culturais.- Oferecer ao menos 15 atividades formativas (oficinas, palestras, rodas de conversa e workshops) voltadas à capacitação de jovens, mulheres, pessoas com deficiência e grupos LGBTQIAPN+, fortalecendo a inclusão social por meio da cultura.- Realizar a Feira TransformArte com literatura, vinil, artesanato e empreendedorismo criativo, estimulando a geração de renda e o fortalecimento da economia solidária.- Promover uma Mostra de Cinema Independente, exibindo produções nacionais e regionais que abordem temáticas sociais, ambientais e culturais, fomentando o audiovisual brasileiro.- Garantir total acessibilidade física e comunicacional, incluindo intérpretes de Libras, legendagem e audiodescrição em todas as atividades, assegurando a participação de pessoas com deficiência.- Desenvolver ações de sustentabilidade ambiental, como coleta seletiva, uso de materiais recicláveis, campanhas educativas e neutralização de carbono.- Estimular o intercâmbio artístico-cultural entre criadores e o público, promovendo o diálogo entre tradição e contemporaneidade nas artes.- Fortalecer o protagonismo comunitário e a identidade local, através da valorização de artistas, artesãos e produtores da região.- Ampliar o alcance das ações culturais, com ampla divulgação nas mídias digitais, rádios, escolas e espaços comunitários, garantindo diversidade de público.- Gerar indicadores culturais e relatórios de impacto, documentando quantitativa e qualitativamente os resultados para fins de prestação de contas e replicabilidade do modelo.

Justificativa

O Festival TransformArte Cultural nasce da necessidade de criar um espaço de convergência entre arte, inclusão e consciência social, em um tempo em que a cultura volta a se afirmar como uma das principais forças de reconstrução simbólica e afetiva do país. Realizado em Vitória de Santo Antão, Pernambuco, o projeto tem como essência a valorização da diversidade das expressões artísticas brasileiras e a democratização do acesso à produção cultural, em diálogo com as transformações sociais e os novos modos de relação entre artistas, comunidades e territórios.A proposta do festival ultrapassa o simples acontecimento de um evento. Trata-se de um movimento de integração estética e social que compreende a arte como meio de expressão de identidades e de fortalecimento de vínculos comunitários. Ao reunir artistas de linguagens diversas — música, teatro, dança, cinema, literatura, artesanato e performance —, o projeto constrói um campo de experimentação sensível, onde o encontro entre as diferenças gera novas possibilidades de escuta, convivência e criação coletiva.O nome "TransformArte" traduz com exatidão o sentido do que se pretende realizar: uma celebração da arte enquanto força transformadora, capaz de tocar o sensível, reorganizar percepções e impulsionar processos de emancipação social. A iniciativa parte do entendimento de que a cultura é um bem público de direito universal e, portanto, deve estar acessível a todos os cidadãos, independentemente de suas condições econômicas, físicas, raciais, territoriais ou de gênero.Vitória de Santo Antão, cidade de raízes históricas profundas e de forte pulsação cultural, torna-se o cenário ideal para a realização do festival. Localizada na Zona da Mata pernambucana, a cidade concentra tradições que dialogam com a ancestralidade afro-brasileira, com a herança indígena e com o vigor criativo das manifestações populares. Esse território, ao mesmo tempo plural e simbólico, oferece as condições ideais para a construção de um evento que não apenas apresenta arte, mas também gera pertencimento e memória.O festival propõe uma imersão artística de dez dias, com uma programação gratuita que abrange shows de música popular brasileira, pop, rock e forró pé de serra, espetáculos de teatro, dança e performances contemporâneas, feiras de literatura, vinil, artesanato e empreendedorismo criativo, além de mostras de cinema e atividades formativas. Cada ação é pensada para que o público tenha contato direto com processos de criação, vivência artística e debate crítico sobre o papel da cultura na sociedade. Essa diversidade de linguagens é uma escolha estética e política: o reconhecimento de que a arte não se compartimenta, mas se amplia na troca e no diálogo.A relevância cultural do projeto se manifesta tanto pela amplitude de suas ações quanto pela coerência entre suas diretrizes artísticas e sociais. Em um contexto em que o Brasil busca reafirmar políticas culturais sólidas e inclusivas, o Festival TransformArte Cultural se apresenta como um gesto de resistência e reencantamento. Ele cria pontes entre o fazer artístico e o fazer social, promovendo experiências coletivas que desconstroem a lógica da exclusão e reafirmam a potência do encontro humano.O caráter formativo é uma das bases estruturais do projeto. Ao propor oficinas, rodas de conversa, palestras e encontros com artistas e produtores culturais, o festival oferece oportunidades concretas de aprendizado e trocas intergeracionais. As atividades formativas são voltadas principalmente a jovens, mulheres, pessoas com deficiência, povos originários e integrantes da comunidade LGBTQIAPN+, ampliando o alcance e o impacto social do evento. Essas ações reafirmam o compromisso do projeto com a inclusão e com a redução das desigualdades, ao mesmo tempo em que estimulam a autonomia e o protagonismo cultural desses grupos.A pertinência cultural do Festival TransformArte também se revela na escolha curatorial das atrações e no cuidado com a representatividade. O festival valoriza a produção local e regional, oferecendo espaço de visibilidade para artistas emergentes de Pernambuco e de outros estados nordestinos, ao lado de nomes já reconhecidos nacionalmente. Essa interação entre diferentes trajetórias artísticas não apenas qualifica a programação, como também favorece a criação de redes de intercâmbio e cooperação entre artistas, produtores e o público.Há, ainda, uma dimensão simbólica que atravessa todo o projeto: o desejo de construir um território de afetos, no qual o público possa se reconhecer e se reinventar. A arte, nesse sentido, é compreendida como uma linguagem que comunica o indizível e reencanta o cotidiano, convidando a comunidade a se ver refletida nas múltiplas narrativas que o festival abriga. Ao promover o encontro entre tradição e contemporaneidade, o projeto reafirma o valor das manifestações culturais como bens vivos, em constante processo de transformação e reinvenção.O Festival TransformArte Cultural também se alinha às diretrizes de sustentabilidade e responsabilidade ambiental. A utilização de materiais recicláveis, o incentivo à coleta seletiva e a compensação de emissão de carbono são práticas integradas à sua concepção. A sustentabilidade, entretanto, é compreendida para além da dimensão ecológica: ela é também cultural e humana, sustentando o propósito de que a arte é uma energia que se renova a partir do encontro com o outro.Outro ponto fundamental é o compromisso com a acessibilidade universal. Todas as atividades do festival contarão com intérpretes de Libras, legendagem, audiodescrição e estrutura física adaptada, garantindo que pessoas com deficiência possam desfrutar plenamente da experiência artística. Essa perspectiva inclusiva amplia o alcance do evento e reafirma seu princípio ético: a cultura como direito e não privilégio.O festival atua, ainda, como importante vetor de dinamização econômica. Ao movimentar artistas, técnicos, produtores, empreendedores criativos, artesãos e prestadores de serviços locais, o evento impulsiona a cadeia produtiva da cultura e contribui para a geração de emprego e renda. O fortalecimento da economia criativa em Vitória de Santo Antão e região é um dos efeitos mais duradouros da realização do projeto, que busca deixar como legado não apenas memórias artísticas, mas também oportunidades concretas de desenvolvimento social.A proposta de reunir diversas expressões culturais em um mesmo evento reflete um olhar atento para o cenário contemporâneo da arte no Brasil, marcado por multiplicidades, deslocamentos e reinvenções. O festival se torna, portanto, um espaço de convergência dessas múltiplas vozes, oferecendo ao público experiências estéticas que provocam reflexão e pertencimento. Ao fomentar o diálogo entre artistas de diferentes gerações e origens, o projeto reafirma a importância da convivência e da pluralidade como valores fundamentais da cultura brasileira.O Festival TransformArte Cultural também se articula com as políticas públicas de cultura, educação e cidadania, ao propor ações que ultrapassam o caráter do espetáculo e alcançam dimensões pedagógicas e comunitárias. Cada atividade é concebida para fortalecer o acesso à arte como instrumento de emancipação, reflexão crítica e formação de valores democráticos. Essa transversalidade entre cultura e educação é o que dá ao projeto sua relevância social e seu impacto transformador.No campo da difusão cultural, o festival tem potencial para reposicionar Vitória de Santo Antão no mapa dos grandes eventos artísticos de Pernambuco. A descentralização da produção cultural, tradicionalmente concentrada nas capitais, é um dos eixos mais relevantes da proposta, que visa democratizar o acesso à arte também em regiões de menor visibilidade midiática. Ao ocupar praças, teatros, escolas e espaços públicos com arte e diálogo, o projeto reafirma a cidade como um território criativo, vivo e participativo.

Estratégia de execução

O Festival TransformArte Cultural, que se realizará entre os dias 11 e 20 de setembro de 2026, ocupará Vitória de Santo Antão com uma programação intensa e diversificada, envolvendo múltiplas linguagens artísticas, formação sociocultural e ações de inclusão e sustentabilidade. Cada dia do festival será estruturado de modo a criar uma experiência imersiva para o público, aproximando diferentes gerações e promovendo o encontro entre artistas locais, regionais e nacionais. A abertura ocorrerá na Praça da Matriz, com cerimônia de boas-vindas, apresentações musicais e performances urbanas que simbolizam a fusão entre tradição e contemporaneidade, celebrando a riqueza cultural da cidade e seu entorno.Durante o período de realização, dois palcos principais funcionarão simultaneamente para apresentações musicais, contemplando shows de MPB, pop, rock e forró pé de serra, bem como performances autorais emergentes que dialogam com a identidade local. Cada show terá duração média de 60 a 90 minutos, com intervalos estratégicos para permitir circulação do público, participação em oficinas ou visita às feiras de literatura, vinil e artesanato. Ao longo de cada dia, intervenções de rua ocorrerão em praças e vias públicas, mesclando teatro, dança e performances, proporcionando experiências gratuitas e acessíveis a transeuntes, moradores e turistas.O teatro, peça central da programação formativa, será apresentado em diferentes espaços, incluindo o palco principal, centros culturais e praças abertas. As apresentações transitarão entre comédia, drama e experimentação, incorporando elementos da tradição popular pernambucana e da dramaturgia contemporânea. Após cada sessão, debates e rodas de conversa permitirão que o público dialogue com artistas e diretores sobre o processo criativo, as temáticas sociais abordadas e as possibilidades de fruição cultural. A classificação indicativa será respeitada, garantindo segurança e adequação para crianças, adolescentes e adultos.As oficinas e atividades formativas acontecerão em horários estratégicos, integrando jovens, adultos e crianças, priorizando grupos historicamente marginalizados, incluindo pessoas LGBTQIAPN+, mulheres chefes de família, comunidades rurais e pessoas com deficiência. Entre as oficinas previstas, destacam-se: música, composição e arranjo musical; dança popular, urbana e contemporânea; teatro e expressão cênica; audiovisual, incluindo gravação, edição e produção de conteúdos; artes visuais, pintura, desenho e técnicas mistas; literatura, contação de histórias, escrita criativa e produção de fanzines; empreendedorismo cultural, com ênfase em economia criativa, comercialização de produtos culturais e gestão de projetos artísticos. Cada oficina terá duração média de duas a quatro horas, podendo se estender em ciclos de até dez encontros, de acordo com a metodologia de formação proposta.O cinema será apresentado em sessões a céu aberto e em espaços adaptados para projeção digital de alta resolução, com curadoria focada em produções independentes, documentários sociais e filmes que abordem questões ambientais, identitárias e culturais. Sessões incluirão debates com cineastas e produtores, além de atividades de mediação com estudantes e o público geral. Cada sessão contará com legendas, audiodescrição e recursos de acessibilidade, garantindo fruição plena a todos os participantes.As feiras de literatura, vinil, artesanato e empreendedorismo cultural funcionarão diariamente das 10h às 20h, compondo um circuito de circulação que integra artistas, produtores, empreendedores e público visitante. Além da comercialização de livros, discos e produtos artesanais, estas feiras abrigarão palestras, apresentações rápidas, contação de histórias e minicursos, fortalecendo a economia criativa local e estimulando a autonomia financeira de pequenos produtores.O festival incorporará ações de sustentabilidade, como coleta seletiva, utilização de materiais recicláveis na cenografia e comunicação visual, campanhas educativas sobre consumo consciente e segurança alimentar, promovendo uma experiência sensível à responsabilidade socioambiental. Pontos de convivência serão equipados com áreas de descanso, hidratação e alimentação saudável, valorizando a experiência do público em espaços acessíveis e acolhedores.Durante o festival, ensaios abertos, saraus, rodas de conversa e encontros com artistas permitirão que o público participe ativamente do processo artístico, fortalecendo vínculos culturais e sociais. As atividades de democratização cultural incluem transmissões ao vivo de shows e palestras, permitindo que a comunidade regional e nacional acompanhe parte do festival pela internet. Todas as atividades contarão com intérpretes de Libras, audiodescrição, legendas descritivas e acessibilidade física, com rampas, banheiros adaptados, guias táteis e sinalização adequada, garantindo participação inclusiva.Cada dia será estruturado para combinar diferentes experiências: manhãs e tardes dedicadas a oficinas, feiras e cinema; finais de tarde para performances e apresentações de rua; noites reservadas aos shows principais e espetáculos de maior porte, sempre com atenção à circulação, conforto e segurança do público. A programação noturna incluirá sessões musicais, teatrais e de dança, celebrando a diversidade estética e social da cidade.O impacto sociocultural do festival se estende além da experiência artística. Ele fortalece a economia local, gera empregos diretos e indiretos, movimenta setores de hospedagem, transporte, alimentação e serviços, e fomenta o turismo cultural. Mais de 500 profissionais estarão envolvidos diretamente na produção e execução, incluindo artistas, técnicos, educadores, produtores culturais e prestadores de serviço, além de dezenas de parceiros institucionais e comunitários, garantindo eficiência e qualidade em todas as etapas.O Festival TransformArte Cultural transforma a cidade de Vitória de Santo Antão em um grande território de convívio cultural, onde arte, educação, inclusão social e sustentabilidade se encontram, criando uma experiência contínua e multifacetada. A proposta valoriza a identidade regional, fortalece o protagonismo comunitário, amplia o acesso à cultura e promove reflexão crítica sobre cidadania, diversidade e responsabilidade socioambiental.

Especificação técnica

Shows MusicaisDuração: 60 a 90 minutos por apresentação; programação diária de 3 a 4 shows por palco.Material: Som profissional, iluminação cênica, palcos moduláveis de 12x8 m, backline completo de instrumentos e equipamentos.Classificação indicativa: Livre, com monitoramento do público infantil.Projeto pedagógico: Inclusão de workshops e bate-papos sobre história da música pernambucana, composição e performance musical, com mediação de profissionais do setor.Espetáculos TeatraisDuração: 45 a 90 minutos, variando conforme o espetáculo.Material: Cenários modulares, figurinos adaptados às obras, iluminação cênica completa e sonorização adequada para espaços abertos e fechados.Classificação indicativa: Infantil, adolescente e adulto, conforme cada montagem.Projeto pedagógico: Oficinas de atuação, expressão corporal e improvisação; debates pós-apresentação sobre dramaturgia e temas sociais tratados nas peças.Dança e PerformancesDuração: 30 a 60 minutos cada apresentação.Material: Palco adaptado para dança, iluminação específica, equipamentos de som e cenografia móvel.Classificação indicativa: Livre e adolescente.Projeto pedagógico: Oficinas de dança popular, contemporânea e urbana, integrando cultura local e técnicas de performance.CinemaDuração: Exibições de curtas, médias e longas-metragens entre 15 e 120 minutos.Material: Tela de projeção de 6x4 m, projetor digital 4K, sistema de som surround, cadeiras e espaço acessível.Classificação indicativa: Infantil, adolescente e adulto, conforme o conteúdo.Projeto pedagógico: Debates e palestras com cineastas locais e convidados, sobre linguagem audiovisual, produção independente e documentação cultural.Artes Visuais e ExposiçõesDuração: Exposições permanentes durante os 10 dias do festival; workshops com duração de 2 a 3 horas cada.Material: Telas, cavaletes, tintas acrílicas, papéis, materiais recicláveis, tecidos, madeira e materiais multimídia.Projeto pedagógico: Oficinas de pintura, desenho, técnicas mistas e mural coletivo, estimulando criatividade, expressão e inclusão social.Literatura e Feiras de VinilDuração: Funcionamento diário do festival; feiras e encontros de 10h às 20h.Material: Livros, publicações independentes, discos de vinil, estandes modulares e materiais de divulgação.Projeto pedagógico: Rodas de leitura, contação de histórias, debates sobre literatura local e escrita autoral, oficinas de escrita criativa.Oficinas e Formação SocioculturalDuração: Cada oficina terá duração média de 2 a 4 horas, com ciclos de até 10 encontros.Material: Kits pedagógicos com cadernos, materiais artísticos, instrumentos musicais, equipamentos audiovisuais e digitais.Projeto pedagógico: Formação em artes visuais, música, teatro, dança, audiovisual e empreendedorismo cultural, com foco em inclusão social, protagonismo juvenil, diversidade e sustentabilidade.Feiras de Artesanato e Empreendedorismo CulturalDuração: 10 dias de funcionamento, das 10h às 20h.Material: Estandes modulares, mesas, expositores, energia elétrica, iluminação e sinalização.Projeto pedagógico: Oficinas práticas para pequenos produtores, capacitação em vendas, gestão de produtos culturais e valorização da economia criativa local.

Acessibilidade

A acessibilidade constitui um dos pilares centrais da concepção do Festival TransformArte Cultural, permeando todas as suas etapas — da idealização à execução — como um compromisso ético, social e artístico com a inclusão e o direito de participação plena. O projeto compreende que a cultura deve ser experimentada e compartilhada de forma igualitária, e que a acessibilidade não é um adendo à programação, mas uma condição fundamental de sua existência. Assim, todas as atividades do festival serão concebidas com atenção às dimensões física, sensorial, comunicacional e simbólica do acesso, garantindo que diferentes corpos, linguagens e percepções possam habitar e fruir o espaço cultural com dignidade, segurança e autonomia.Na estrutura física, o festival adotará soluções que assegurem a circulação livre e confortável de todas as pessoas, incluindo aquelas com deficiência ou mobilidade reduzida. As áreas de acesso ao público serão planejadas com rampas de inclinação adequada, piso tátil direcional e de alerta, corrimãos duplos e sinalização visual em contraste de cores, garantindo o deslocamento seguro e independente. Os sanitários serão adaptados e devidamente sinalizados, com barras de apoio, portas ampliadas e lavatórios acessíveis, permitindo a utilização por pessoas cadeirantes ou com limitações motoras. O posicionamento do público nos locais de espetáculo contará com áreas reservadas para cadeiras de rodas, acompanhadas de assentos adaptados para acompanhantes, de modo a favorecer a convivência e o conforto coletivo.As estruturas temporárias — como palcos, tendas e arquibancadas — seguirão rigorosamente as normas técnicas de acessibilidade (ABNT NBR 9050) e de segurança, com instalação de rampas e pisos antiderrapantes. O controle de entrada e a bilhetagem simbólica (quando houver necessidade de controle de público) contarão com filas prioritárias e sinalizações táteis e visuais de orientação. O festival também contará com equipes de apoio treinadas para acolher o público com deficiência, idosos e pessoas com mobilidade reduzida, oferecendo assistência na locomoção e informações sobre o espaço.No que se refere à acessibilidade de conteúdo, o projeto assegurará que todos os públicos possam compreender, participar e se emocionar com as experiências artísticas propostas. Todas as apresentações cênicas e musicais contarão com a presença de intérpretes de Libras posicionados em local visível ao público, devidamente iluminados e integrados à dinâmica do espetáculo. As falas, letras de músicas e falas mediadas em rodas de conversa e oficinas serão acompanhadas de tradução simultânea em Libras, permitindo que pessoas surdas possam acompanhar plenamente o conteúdo.Para o público com deficiência auditiva, o festival também oferecerá legendagem descritiva em vídeos, projeções e materiais audiovisuais, garantindo a compreensão integral das falas e dos sons essenciais à narrativa. As peças de comunicação do projeto — vídeos institucionais, teasers, documentações e registros das apresentações — incluirão legendas automáticas e audiodescrição, promovendo uma comunicação acessível e inclusiva.A audiodescrição será implementada em filmes, vídeos e espetáculos que permitam sua inserção sem prejuízo artístico, oferecendo a pessoas com deficiência visual o acesso às informações visuais relevantes da cena. Os conteúdos descritivos serão realizados por profissionais capacitados, respeitando o ritmo e a linguagem estética de cada obra, de forma a transformar a audiodescrição em uma extensão sensível da experiência artística e não em um simples recurso técnico.O material impresso e digital produzido pelo festival também será acessível. Os catálogos, folders, cartazes e programas de mão terão diagramação com contraste adequado, tipografia legível e distribuição de texto que facilite a leitura por pessoas com baixa visão. Versões digitais desses materiais serão disponibilizadas em formato PDF acessível e em arquivos de áudio, garantindo que o conteúdo informativo chegue a todos os públicos, independentemente da limitação sensorial.No espaço das feiras culturais e de empreendedorismo, os estandes e áreas de circulação serão adaptados com altura acessível e corredores amplos, garantindo a mobilidade e o alcance dos produtos e obras expostas. Os palcos e áreas de convivência terão sinalização visual e tátil que oriente o deslocamento e a localização de serviços essenciais, como banheiros, postos de atendimento, saídas de emergência e áreas de descanso. Haverá também sinalização em braile e pictogramas universais nos principais pontos do evento, ampliando a comunicação inclusiva e a autonomia do público.Para o público neurodivergente, especialmente pessoas com transtorno do espectro autista, o festival contará com espaços de descanso sensorial — áreas mais silenciosas e com iluminação suave —, além de disponibilizar abafadores de ruído para empréstimo gratuito. Essa medida visa oferecer condições para que todas as pessoas possam participar das atividades de acordo com suas necessidades e limites individuais.As ações de formação também estarão comprometidas com a acessibilidade. Oficinas, debates e palestras adotarão recursos de comunicação inclusiva, como intérpretes de Libras, materiais digitais em formato acessível, além de espaços adequados à participação de pessoas com mobilidade reduzida. As inscrições para atividades formativas poderão ser realizadas tanto presencialmente quanto de forma online, facilitando o acesso de participantes de diferentes perfis e condições.A equipe técnica e de produção do festival passará por capacitação específica sobre atendimento inclusivo e comunicação acessível. Esse treinamento contemplará conteúdos sobre acolhimento de pessoas com deficiência, atendimento prioritário, uso correto dos recursos de acessibilidade e empatia na relação com o público. A formação das equipes é parte fundamental da estratégia de acessibilidade, pois não basta garantir infraestrutura se o atendimento não estiver orientado por respeito e sensibilidade.O festival entende que a acessibilidade não se resume à eliminação de barreiras físicas, mas envolve também o direito à compreensão e à participação simbólica. O acesso à arte é, em si, um direito cultural, e garantir que todas as pessoas possam fruir e compreender as obras apresentadas é uma forma de democratizar o sensível. Dessa forma, o projeto adota a acessibilidade como linguagem e valor estético, transformando-a em parte integrante da experiência artística.Essa postura dialoga com o caráter transformador que define a identidade do Festival TransformArte Cultural. Em um evento que se propõe a reunir artistas de diferentes origens e estilos, a acessibilidade se torna também um gesto poético de igualdade. Ao garantir que o público surdo, cego, cadeirante, neurodivergente ou idoso possa se ver representado e incluído nas ações do festival, o projeto reafirma o sentido social da cultura como território compartilhado.A acessibilidade será também um elemento comunicacional. O site oficial e as redes sociais do festival adotarão recursos digitais inclusivos, com descrição de imagens, legendas automáticas e versões em Libras para vídeos informativos. As campanhas de divulgação terão linguagem clara e objetiva, com sinalização visual e textual que permita fácil compreensão. O compromisso com a inclusão estará igualmente presente na curadoria do festival. A presença de artistas com deficiência, tanto nas performances quanto nas mostras e debates, será incentivada, ampliando as representações estéticas e questionando os padrões hegemônicos da arte. O festival pretende não apenas oferecer acessibilidade ao público, mas também promover a visibilidade e o protagonismo de artistas que constroem poéticas singulares a partir de suas experiências corporais e sensoriais.

Democratização do acesso

O projeto será guiado pelo princípio da democratização cultural como prática efetiva e não apenas simbólica, garantindo que a arte alcance pessoas de diferentes origens, idades, gêneros, territórios e condições sociais. Todas as etapas da ação — da criação à circulação — serão estruturadas para gerar acesso gratuito, descentralizado e inclusivo, reafirmando o compromisso com a democratização dos bens culturais e o direito de todos à fruição artística.As apresentações serão gratuitas e abertas ao público, sem qualquer restrição econômica. A distribuição dos ingressos ocorrerá de maneira ampla, com reservas online e disponibilização presencial, priorizando pessoas em situação de vulnerabilidade social, estudantes de escolas públicas, idosos, pessoas com deficiência, povos originários, comunidades periféricas e LGBTQIAPN+. A ação contará com parcerias com centros culturais, escolas, coletivos artísticos e instituições sociais, de modo a garantir que os convites cheguem a grupos que, historicamente, têm menos acesso a bens culturais.Além das apresentações, o projeto oferecerá oficinas e vivências formativas gratuitas, com vagas destinadas prioritariamente a jovens e adultos das periferias e de contextos sociais vulneráveis. Essas atividades servirão não apenas como espaços de aprendizado técnico e artístico, mas também como territórios de trocas simbólicas, de estímulo à criatividade e de fortalecimento das identidades locais. Haverá oficinas de canto, de composição musical e de produção de projetos culturais, além de rodas de conversa sobre a função social da arte e sobre o papel da cultura como ferramenta de transformação e pertencimento.Para ampliar o alcance do projeto além do público presencial, todas as ações — apresentações, oficinas e encontros — terão registro audiovisual profissional, e parte desse conteúdo será disponibilizada gratuitamente na internet, por meio de plataformas de acesso aberto e redes sociais. Essa estratégia assegura que o impacto da proposta ultrapasse as fronteiras geográficas, permitindo que pessoas de diferentes regiões do país possam se conectar à experiência artística e pedagógica do projeto.Também será adotado o formato de ensaios abertos, nos quais o público poderá acompanhar parte do processo criativo e compreender as etapas de construção estética, sonora e dramatúrgica das apresentações. Esses momentos funcionarão como ações de mediação cultural, aproximando a plateia do fazer artístico e fortalecendo o vínculo entre artistas e comunidade.O projeto ainda prevê a realização de bate-papos pós-apresentação entre artistas e público, criando um espaço de diálogo direto sobre as temáticas abordadas nas obras, sobre o processo criativo e sobre a relevância da arte na formação crítica e emocional do indivíduo.Para reforçar a democratização de acesso, o projeto terá divulgação ampla e inclusiva, com materiais gráficos e digitais em linguagem clara, legendas descritivas em vídeos, tradução em Libras para os conteúdos audiovisuais e comunicações adaptadas para garantir o entendimento por públicos diversos.Todas essas ações estão ancoradas na convicção de que a arte só cumpre plenamente sua função social quando se torna patrimônio compartilhado, e não privilégio de poucos. Democratizar o acesso significa criar condições reais para que cada pessoa — independentemente de sua origem, condição econômica ou física — possa viver a experiência estética de forma digna, sensível e transformadora, reconhecendo-se como parte integrante e criadora da cultura brasileira.

Ficha técnica

Coordenador(a) Geral: Laís Samara Moura dos SantosProfissional graduado em Administração, com experiência em Gestão de Projetos. Experiência de mais de 6 anos na coordenação de projetos sociais e culturais, atuando no planejamento estratégico, gestão financeira e articulação com parceiros institucionais. Já coordenou equipes em programas voltados à formação profissional e inclusão social. Possui habilidade na elaboração de relatórios técnicos e monitoramento de resultados. Perfil proativo, organizado e comprometido com a transformação social por meio da educação e cultura.Coordenação de Produção: Joedson Santos OliveiraFormado em Produção Cultural, com experiência de 5 anos em logística e organização de eventos. Atuou na coordenação de oficinas, espetáculos e atividades comunitárias, garantindo o cumprimento de cronogramas e a qualidade técnica das ações. Tem vivência na negociação com fornecedores, contratação de serviços e gestão de recursos materiais. Forte atuação no acompanhamento de equipes operacionais e suporte técnico a projetos. Comprometido com prazos, dinamismo e soluções práticas para execução de atividades culturais.Produção Executiva: Williams Bibiano dos SantosProfissional formado em Comunicação Social, com 6 anos de experiência em produção de projetos artísticos e sociais. Já trabalhou em projetos artísticos, além de possui cursos técnicos, de aperfeiçoamentos, garantindo apoio integral às atividades programadas relacionadas ao projeto. Focado em resultados e na transparência da execução das ações.Curador Geral: SantiagoSantiago - Compositor, Cantor, Ator, Diretor, Dramaturgo, Poeta e Roteirista.Com 31 anos de carreira dedicados ao Teatro, Dança, Música, Circo e desde 2018 ao Cinema. Santiago já compôs 23 músicas do projeto “Infinitude Musical” que se dividem em 2 álbuns: "Axioma" 2024 e "S2" que será lançado em 2025. Escreveu cerca de 20 dramaturgias, encenou a maioria delas e está numa frenética produção de roteiros para o Cinema e TV: Longas: “Janelas…”, “Invisíveis - A Saga do Poeta João Preto da Silva”, “Esperando o Silêncio”, “Verbo Divino”, “No Final da Rua…”, “Tudo seria mais do que perfeito, mas não é!” e “Maria Medeia”; Séries: Absinto; Ópera Caldeirão a Santa Revolução e Hamlet Fragmentado. Além de uma novela que está escrevendo para TV. É idealizador do Festival Nacional OURO MPB, Musique Festival, Rock Jazz Festival e Fest Mar Music Rio-Búzios. Curador da MICINE - Mostra Independente de Cinema do Nordeste (2022) e foi Idealizador e Curador do FESTCAL SP - Festival Nacional de Teatro do Campo Limpo - São Paulo (2006 a 2015) e da Mostra Internacional de Teatro da Paraíba - MITpb (2014, 2015 e 2017). Também foi contemplado em mais de 30 editais públicos (4 vezes o Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo); Mais de 10 PROACS EDITAIS; Prêmios da FUNARTE; Editais da Caixa Econômica Federal e BNB).

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.