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O projeto consiste na realização da temporada de concertos da USP Filarmônica, com 18 apresentações gratuitas nas cidades de Ribeirão Preto e São Carlos, visando a democratização do acesso às artes, principalmente a música, fomentando a formação de plateia e oferecendo oportunidade de profissionalização de jovens músicos. Também estão previstas quatro contrapartidas gratuitas de formação para músicos.
Serão realizados 9 concertos de música instrumental, sinfônica, de câmara ou operística com duração de 50 minutos cada. O repertório é composto por clássicos da música de concerto e obras contemporâneas.Para as apresentações, a classificação é livre.
Objetivo geral: O projeto tem por objetivo a manutenção das atividades da orquestra USP Filarmônica, com uma agenda mensal de concertos nas cidades de Ribeirão Preto e São Carlos.Específicos:- Realizar 9 concertos abertos e gratuitos em Ribeirão Preto no Theatro Pedro II;- Realizar 9 concertos gratuitos em São Carlos, em locais a serem definidos;- Realização de ensaios abertos da orquestra;- Realização de 4 masterclass e oficinas como forma de contrapartida social.
Fundada em fevereiro de 2011 e regulamentada pela Resolução USP-7.472, a 19 de fevereiro de 2018, a USP Filarmônica é a única orquestra da USP formada exclusivamente por estudantes de graduação em seus quadros de bolsistas, cumprindo rigorosamente as atividades fim de ensino, pesquisa e extensão da universidade pública. Além dos estudantes bolsistas de graduação, a USP Filarmônica conta ainda com professores, funcionários, ex-estudantes egressos do Curso de Música da USP em Ribeirão Preto e demais músicos convidados, sempre de acordo com as necessidades dos repertórios. A USP Filarmônica ensaia na Sala de Concertos da Tulha e mantém agenda artística de concertos sinfônicos e récitas de óperas em Ribeirão Preto e São Carlos, além de apresentações especiais em outras cidades. Rubens Russomanno Ricciardi (diretor de orquestra e maestro principal) e José Gustavo Julião Camargo (maestro assistente) atuam na direção artística desde a sua fundação. A USP Filarmônica já realizou mais de 200 concertos sinfônicos e récitas de óperas em Ribeirão Preto (Theatro Pedro II, Teatro do Campus da USP de Ribeirão Preto, Auditório da FDRP-USP, Sala de Concertos da Tulha da FFCLRP-USP, Teatro Municipal e Centro de Eventos do Ribeirão Shopping), São Carlos (Auditório Sérgio Mascarenhas do IFSC-USP, Teatro Municipal, Teatro Universitário Florestan Fernandes da UFSCar e Igreja São Sebastião), Santos (Teatro do SESC), Barrinha (Teatro Municipal, em sua inauguração), Jaboticabal (Teatro Municipal, UNESP e Ginásio Municipal de Esportes), Franca (Teatro Municipal), Ourinhos (Teatro Municipal), Registro (IFSP), Itajubá (Teatro Municipal), Avaré (Igreja Matriz de Nossa Senhora das Dores), Birigui (Igreja Matriz), São Paulo (Auditório da FM-USP e Centro de Difusão Internacional da USP), Piracicaba (ESALQ-USP) e Patos de Minas (UNIPAM). A USP-Filarmônica já apresentou em estreia mundial obras de Bo Jäger, Piero Niro, Lucas Galon, José Gustavo Julião de Camargo, Estércio Marques Cunha, Gilberto Mendes, Rubens Russomanno Ricciardi, Marcos Câmara de Castro, Rafael Alexandre da Silva Fortaleza e Fernando Emboaba. Em estreia brasileira obras de Arturo Pantaleón e Dorothea Hofmann, entre outros. Participações no Festival Música Nova Gilberto Mendes em 2012, 2013, 2014, 2015, 2016, 2017, 2018 e 2022. Montagens de récitas de ópera: Bastien und Bastienne de Mozart em 2012 (Theatro Pedro II), 2013 (Theatro Pedro II e Ourinhos), 2015 (Theatro Pedro II e Teatro Municipal de São Carlos) e 2018 (Teatro do Campus da USP), e La serva Padrona de Pergolesi e, 2018 (Teatro do Campus da USP de Ribeirão Preto). A USP-Filarmônica já contou com solistas convidados, incluindo-se alunos e ex-alunos, tais como: - Yuka Almeida Prado, Rosana Lamosa, Karen Stephanie, Tatiana Gomes Castanheira, Tamara Pereira, Thaise Giunco, Tamara Caetano, Viktoria Zadvorna, Lilian Giovanini e Marly Montoni (sopranos); - Denise de Freitas, Carla Cecilia Odorizzi, Priscila Cubero, Luana Liaw e Marcela Rahal (mezzo-sopranos); - Gildo Legure e Felipe Rizzatti (contratenores); - Fernando Portari, Johannes Grau, Jean Willian e David Araujo (tenores); - Carlos Gonzaga Bastos Junior, Luís Felipe Sousa e Alexandre Mazzer (baixos/barítonos), - Sara Lima, Riane Benedini e Cassia Carrascoza (flauta); - Igor Picchi Toledo (clarineta); - Samuel Pompeo (saxofone); - Aloysio Fagerlande e Jeferson Souza (fagote); - Andrezinho Souza, Natanael Tomás e Wellington Souza Pinto (trompete); - Cecília Pacheco (que inaugurou a harpa da USP-Filarmônica) e Rafaela Lopes (harpa); - Claudio Rogério Giovanini Micheletti, Renato Wiedemann, Priscila Rato, Maressa Portilho, Anderson Oliveira, Ivan Rodrigues, Laura Ion, Carla Rincón, Alejandro Aldana, Samuel Henrique Nascimento, Paulo Eduardo de Barros Veiga, Victor Cesar de Souza e Paulo Cesar Paschoal (violinos); - Willian Rodrigues da Silva, Daniel Isaias Fernandes Robinho e Felix Schwartz (violas); - André Luís Giovanini Micheletti, Jonathas Silva e Ladson Bruno (violoncelos); - Sergio Oliveira, Ana Valéria Poles e Lincoln Reuel Mendes (contrabaixos); - Gustavo Silveira Costa, José Gustavo Julião de Camargo e Caio de Souza (violão/viola caipira); - Caio Pagano, Juliana D'Agostini, Carlos Vogt, Erika Ribeiro, Fernando Corvisier, Fátima Corvisier, Rodrigo Antônio Silva e Emmanuelle Stephan (pianos). - Günter Neuhold, Roberto Minczuk, Cláudio Cruz, Vantoil Souza Jr, Ricardo Bologna, Felix Krieger, Lucas Eduardo da Silva Galon e Marcelo Jardim foram seus maestros convidados, entre concertos e/ou masterclasses. A USP-Filarmônica contempla, na performance musical, a perfeita interação da poíesis (a composição ou invenção musical, ofício de compositor) com a práxis (a interpretação-execução, ofício de instrumentista e cantor). Em consonância com o projeto de Pós-Graduação Profissional, as pesquisas atreladas à USP Filarmônica são voltadas à performance. Estão sendo desenvolvidas também interfaces com o Projeto USP Música Criança e com o Centro de Memória das Artes da FFCLRP-USP. A USP-Filarmônica busca sempre a inovação dos repertórios com reconstrução de memória e exercícios de contemporaneidade, em um contraponto dinâmico entre antigo e novo, clássico e experimental, regional e cosmopolita. Um importante foco da USP-Filarmônica é a produção musical brasileira. Seus repertórios abrangem desde o período colonial até o contemporâneo, em conjunto com a produção do NAP-CIPEM (Núcleo de Pesquisa em Ciências da Performance) do Departamento de Música da FFCLRP-USP. Há também uma dedicação especial às obras inéditas dos próprios compositores locais e da USP. A USP-Filarmônica mantém duas séries mensais de concertos, os CONCERTOS USP, quase sempre na última terça e quarta-feira de cada mês, respectivamente em Ribeirão Preto (Theatro Pedro II) e em São Carlos (Teatro Municipal ou Teatro da UFSCar Florestan Fernandes). Todos os concertos e récitas de óperas da USP Filarmônica são gratuitos e abertos ao público em geral.O projeto atende aos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; e VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. no Art. 3º da mesma lei, o projeto atende aos incisos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; e c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.
A USP Filarmônia promove uma integração das três grandes áreas de atuação profissional em música: a composição, a interpretação/performance e a musicologia, bem como uma fusão de horizontes destas três grandes áreas com atividades de ensino, pesquisa e extensão.As contrapatidas serão realizadas nos temas indicados, com duração de até 1h cada, com 20 vagas gratuitas.
Produto Apresentação Musical: 1) ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: rampas, corrimões, banheiros adaptados, lugares demarcados; 2) ACESSIBILIDADE para PcD VISUAIS: monitores treinados para auxiliarem este público (na planilha orçamentária rubrica monitor cadastrada); 3) ACESSIBILIDADE para PcD AUDITIVOS: intérprete de libras (na planilha orçamentária rubrica de intérprete de libras cadastrada); 4) ACESSIBILIDADE para PcD INTELECTUAIS: monitores treinados para auxiliarem este público (na planilha orçamentária rubrica monitor cadastrada).Produto Curso/Oficina/ Capacitação: 1) ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: rampas, corrimões, banheiros adaptados; 2) ACESSIBILIDADE DOS CONTEÚDOS para PcD VISUAIS, AUDITIVOS E INTELECTUAIS: caso haja procura, as vagas estão disponíveis para pessoas portadoras de deficiências.
Em acordo com o Art.46 da IN nº 23/2025, o projeto prevê as seguintes medidas de democratização do acesso: II - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; III - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, incluindo professores de instituição públicas de ensino. De acordo com o Art. 47 da IN nº 23/2025, o projeto prevê as seguintes medidas: III - disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal,acompanhado com libras e audiodescrição; IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas; VI -realizar ação cultural voltada para crianças, adolescentes, jovens e seus educadores.
Coordenador geral: Marcela Borges Moreira (responsável legal da proponência) - É formada em Comunicação Social pelo Centro Universitário Barão de Mauá e possui extensão universitária em Marketing Digital e Comunicação em Mídias Sociais. É Mestranda do Programa de Pós Graduação em Estudos Culturais na Escola de Artes, Ciências e Humanidades da USP (EACH/USP). Atua como gestora de projetos artísticos e na área de comunicação voltada às artes. Atuou como Diretora de Cultura na Secretaria da Cultura e Turismo de Ribeirão Preto, tendo como principais atribuições a estruturação de políticas de fomento cultural, a partir de legislações federais e municipais, como a Lei Paulo Gustavo e a Política Nacional Aldir Blanc, e o Sistema Municipal de Cultura de Ribeirão Preto. Atuou ainda como assessora de imprensa por mais de dez anos e, no setor cultural, com projetos como USP Música Criança, USP Filarmônica, Festival Música Nova “Gilberto Mendes”, entre outros. Atuou como assistente de produção, assessora de imprensa e social media da Alma – Academia Livre de Música e Artes, conveniada do DM-FFCLRP-USP. Atuou também como assessora de imprensa e gestora de projetos na Secretaria Municipal da Cultura de Ribeirão Preto, de 2013 a 2016, com importante participação no desenvolvimento e manutenção do projeto Agentes de Leitura, e no acompanhamento das obras, nas licitações, no conselho gestor, na elaboração de agenda cultural e na prestação de contas do CEU das Artes de Ribeirão Preto. Ainda na Secretaria da Cultura, colaborou para a elaboração do Plano Municipal de Cultura (2013), Sistema Municipal de Cultura (Projeto de Lei Complementar nº 284/2016) e Sistema Municipal de Patrimônio Cultural de Ribeirão Preto (Projeto de Lei Complementar nº 313/2016). Atuou ainda como assistente de produção do projeto “Theatro Pedro II – um Homem e tHeatro com agá maiúsculo”, com publicação de livro infanto-juvenil sobre o Theatro Pedro II de Ribeirão Preto em 2015.Diretor artístico: Rubens Russomanno Ricciardi (não remunerado - professor titular da FFCLRP-USP) - Compositor, musicólogo, arranjador e intérprete (maestro e pianista) ribeirãopretano (nascido em 1964), foi aluno de Olivier Toni (Teoria Musical), em São Paulo, desde 1979. Em 1983, venceu o Concurso de Composição Ligue para um clássico da Televisão Cultura, em São Paulo. É graduado em Licenciatura (1985) pelo Departamento de Música da ECA-USP, em São Paulo, onde foi aluno de Gilberto Mendes e Stephen Hartke. De 1987 a 1991, com bolsa do Governo da República Democrática Alemã (RDA/DDR), especializou-se em Musicologia, sob orientação de Günter Mayer, na Humboldt Universität de Berlim, onde atuou também em Canto Coral, sob orientação de Peter Vagts, e foi aluno de Órgão de Dietmar Hiller (monitor). Ainda em Berlim, frequentou classes de regência e composição com Friedrich Goldmann, bem como um curso de extensão em Composição e Orquestração com Pierre Boulez (em Berlim Ocidental). De volta ao Brasil, de 1992 a 1995, foi coordenador do núcleo de Ribeirão Preto do Festival Música Nova, em parceria com o SESC de Ribeirão Preto e, de 1998 a 1999, foi coordenador artístico e coordenador geral, ao lado de Gilberto Mendes, deste mesmo festival, com concertos realizados em Santos, São Paulo e Ribeirão Preto, em parceria com o Itaú Cultural. Pelo Departamento de Música da ECA-USP, em São Paulo, tornou-se mestre (1995) com dissertação sobre Hanns Eisler; doutor (2000) com tese sobre Manuel Dias de Oliveira; livre-docente (2003) com tese em Poética Musical (filosofia da música); efetivou-se como professor de Teoria Musical (2005) e venceu o concurso para professor titular em Regência e Instrumento (2006). De 1995 a 2002, foi membro da diretoria e depois também presidente do conselho da Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto. No segundo semestre de 2012, foi, pela última vez, diretor artístico da OSRP. De 1997 a 2001, foi musicólogo junto à OSESP, a convite de John Neschling, realizando a revisão musicológica e edição crítica de mais de 30 obras sinfônicas e coral-sinfônicas de compositores brasileiros, bem como promovendo a programação intensiva de obras de compositores brasileiros, incluindo a nova geração, com destaque para a edição da partitura e das partes para o CD da ópera Jupyra de Francisco Braga, pelo Selo BIS da Suécia. Sua obra sinfônica Candelárias foi premiada no México (Foro Internacional de Musica Nueva Manuel Henriquez), em 2000 - e vem sendo executada por várias orquestras no Brasil e no exterior. Foi bolsista da CAPES (no Mestrado) e da FAPESP (no Doutorado), sendo desta última, desde 2007, relator em música. Tem artigos e capítulos de livros em musicologia publicados no Brasil, em Portugal e na Alemanha. Suas áreas de atuação em música são composição, musicologia e interpretação/execução (regência e piano). Suas linhas de pesquisa são 1) Filosofia da Música e 2) Música Brasileira: história, interpretação-execução, processos composicionais e editoriais. Como compositor e intérprete, apresenta-se em diversos concertos e festivais nas principais cidades brasileiras, tais como: Festival Música Nova (Santos, São Paulo, Campinas e Ribeirão Preto); Seminários Internacionais de Música de Salvador; Festival de Inverno de Campos do Jordão; Instituto Goethe de São Paulo e Porto Alegre; Oficina de Música de Curitiba (2015), como professor convidado para o Curso de Composição; Bienal de Música Brasileira Contemporânea do Rio de Janeiro, com destaque para sua última participação, em novembro de 2019, com a estreia de Oh Venus und Cupido, ária de sua ópera Die Witwe von Ephesos (ainda inédita). Suas obras sinfônicas têm sido apresentadas por orquestras brasileiras, como a OSESP, OSB, OSRP, Sinfônica Nacional da UFF de Niterói, USP Filarmônica, OSUSP, Filarmônica Amazonas de Manaus, Sinfônica Municipal de Santos, Sinfônica de Barra Mansa, Sinfônica da UFRJ e Municipal de Uberaba. No exterior, já atuou em países como Alemanha (Schauspielhaus – hoje Konzerthaus de Berlim), Áustria (Mozarteum de Salzburg), Bélgica (Teatro do Conservatório Real de Gent), Canadá (Universidade McGill de Montreal), Estados Unidos (California State University Summer Arts), Itália (Sinfônica Regional de Molise), México (Foro Internacional de Musica Nueva Manuel Henriquez, na Cidade do México, com a Filarmônica da Cidade do México), Suíça (Academia de Música da Basileia), Uruguai, França (Château de Lunéville) e País Basco (Sinfônica de Bilbao). Já realizou gravações para diversas rádios como a Rádio Cultura FM de São Paulo, a BBC de Londres, a Rádio DDR II de Berlim e a Rádio Belga de Língua Holandesa. Como cravista, já gravou um LP (Selo USP, sob regência de Olivier Toni) e um CD (com o Coral Ars Nova da UFMG de Belo Horizonte, sob regência de Carlos Alberto Pinto Fonseca) com música brasileira do período colonial (obras de José Joaquim Emerico Lobo de Mesquita e Manuel Dias de Oliveira) e, como pianista, dois CDs com canções de Gilberto Mendes, sendo o segundo em conjunto com Fernando Portari e Rosana Lamosa, num projeto CCSP / Petrobrás. Gravou também, como pianista solista, o CD OHL 50 Anos de Bossa-Nova – Tom Jobim (com orquestrações de Mario Adnet), frente à OSRP (sob regência de Cláudio Cruz). Desde fevereiro de 1999, foi professor da ECA-USP, em São Paulo, transferindo-se, em 2001, para o Curso de Música pela USP no Campus de Ribeirão Preto (como professor decano e fundador), que, em dezembro de 2010, tornou-se o novo Departamento de Música da FFCLRP-USP, do qual é hoje professor titular, ministrando as disciplinas Música Brasileira, Filosofia e História da Arte, Teoria Musical (Harmonia e Contraponto) e Práticas Interpretativas (Orquestra). É curador da série mensal Concertos USP em Ribeirão Preto, desde 1997, sendo que, desde 2004, ocorre no Theatro Pedro II, numa parceria da USP com a Fundação D. Pedro II (dando continuidade aos concertos do antigo Grupo-Pró-Música, cuja série remonta ao ano de 1969). Desde 2011, esta série passou a contar com a USP Filarmônica em quase todos os concertos. Desde 2015, a série ocorre também em São Carlos, numa realização do Campus da USP de São Carlos. Foi idealizador da série Direito & Filô têm concerto (em parceria com a FDRP-USP), hoje sob curadoria de Gustavo Silveira Costa. Idealizou também os Encontros de Musicologia de Ribeirão Preto, o qual, em suas últimas edições, é coordenado por Marcos Câmara de Castro. Sua proposta de fundar a Revista da Tulha (https://www.revistas.usp.br/revistadatulha) também foi levada à frente por Marcos Câmara de Castro, que desde sua fundação a dirige. É fundador e diretor artístico do Ensemble Mentemanuque (desde 1993) e da USP Filarmônica (desde 2011). Desde 2012, é coordenador científico do Núcleo de Pesquisa em Ciências da Performance em Música (NAP-CIPEM), contemplado pelo Programa de Incentivo à Pesquisa da Pró-Reitoria de Pesquisa da USP; e também diretor científico do Centro de Memória das Artes, projeto contemplado pela Pró-Reitoria de Cultura e Extensão Universitária da USP. É professor responsável pelo Festival Música Nova Gilberto Mendes que, a partir de 2012, passou a ter Ribeirão Preto como sede, inicialmente em parceria da USP com o SESC-SP. Em 2015, idealizou o projeto USP Música Criança, hoje com polos em Ribeirão Preto e em São Joaquim da Barra. É autor dos livros As Solfas de Mogi das Cruzes, pelo Itaú Rumos (2022) e Contra o identitarismo neoliberal – um ensaio de Poíesis Crítica pela apologia das artes, pela Editora Contracorrente (2023).Maestro-assistente: José Gustavo Julião de Camargo - Compositor natural de Vista Alegre do Alto radicado em Ribeirão Preto graduou-se em composição e regência pela UNICAMP. É orientador de estruturação musical do Departamento de Música da FFCLRP-USP, Campus de Ribeirão Preto. Atua ainda como membro no Nap-CIPEM (Núcleo de Pesquisa em Ciências da Performance em Música da FFCLRP-USP) e maestro assistente da USP-Filarmônica. Participa também como instrumentista solista (Viola Brasileira) e nos grupos: Brasil Matuto Ensemble, Ensemble Mantemanuque e LaCorde duo. É produtor e apresentador do programa “Revoredo, o som da Viola Caipira instrumental” no 107,9 FM da Rádio-USP Ribeirão Preto e no 93,7 FM da Rádio –USP São Paulo.USP FILARMÔNICA (alunos bolsistas remunerados pela FFCLRP-USP) - Fundada em 2011, a USP Filarmônica é integrada por estudantes de graduação da USP nos seus quadros de bolsistas, cumprindo as atividades fim de ensino, pesquisa e extensão da universidade pública, atuando ainda com professores, funcionários, ex-estudantes egressos do Curso de Música da USP em Ribeirão Preto e artistas convidados. Rubens Russomanno Ricciardi (maestro principal) e José Gustavo Julião Camargo (maestro assistente) atuam na direção artística, buscando a inovação dos repertórios com a reconstrução de memória e os exercícios de contemporaneidade, num contraponto entre o antigo e o novo, o clássico e o experimental, o regional e o cosmopolita. A USP Filarmônica se dedica, em especial, à música brasileira de todos os tempos – quase sempre fruto das pesquisas do NAP-CIPEM do Departamento de Música da FFCLRP-USP. Apresentando-se regularmente nas suas sedes em Ribeirão Preto e São Carlos, todos os concertos, récitas de óperas e balés sinfônicos da USP Filarmônica são gratuitos e abertos ao público em geral.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.