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O Festival Som nas Pedras _ 8ª edição homenageia a mestra pifeira Zabé da Loca e será realizado na Comunidade Santa Catarina, em Monteiro (PB). Com programação gratuita de três dias, reúne apresentações musicais de artistas locais e convidados, cortejos culturais, feira comunitária e visitas guiadas ao Memorial Zabé da Loca. Como contrapartida, oferece oficinas continuadas de pífano com doação de instrumentos, mantendo vivo o legado da mestra, fortalecendo a transmissão de saberes tradicionais e ampliando o acesso à cultura popular no Cariri paraibano.
O Festival Som nas Pedras – 8ª edição celebra a vida e a obra de Zabé da Loca, mestra pifeira que marcou a história cultural da Comunidade Santa Catarina, em Monteiro (PB), onde viveu e deixou um legado de pertencimento e memória. Durante três dias, o festival reúne apresentações musicais de artistas locais e convidados, cortejos culturais, feira comunitária e visitas guiadas ao Memorial de Zabé e à Loca, onde a mestra viveu por 25 anos, fortalecendo a ligação entre arte, território e comunidade, mantendo vivo o seu legado.Como contrapartida, serão oferecidas oficinas continuadas de pífano ao longo de oito meses, com doação de instrumentos confeccionados especialmente para os participantes, estimulando a formação musical e a transmissão de saberes tradicionais.A programação contará com acessibilidade física, comunicacional e atitudinal, incluindo rampas, banheiros adaptados, intérpretes de Libras e registro audiovisual acessível, disponibilizado em plataformas digitais.Mais do que um festival, o Som nas Pedras se consolida como um território de memória, criação e encontro comunitário, conectando música, tradição e sustentabilidade, e reafirmando o Cariri paraibano como espaço vivo da cultura popular.
Objetivo GeralRealizar a 8ª edição do Festival Som nas Pedras, na Comunidade Santa Catarina, em Monteiro (PB), com três dias de programação gratuita que articulam apresentações musicais, cortejos culturais, feira comunitária e visitas ao Memorial Zabé da Loca, além de oferecer oficinas continuadas de pífano ao longo de oito meses, ampliando o acesso à cultura popular, assegurando a transmissão de saberes tradicionais e fortalecendo a identidade cultural do Cariri paraibano.Objetivos EspecíficosProduto Principal: FESTIVAL SOM NAS PEDRAS - 8ª ediçãoRealizar três dias de programação cultural gratuita e acessível na Comunidade Santa Catarina (Monteiro _ PB), com apresentações musicais de artistas locais e convidados de relevância regional, cortejos culturais que conectam música, território e memória, feira de economia solidária com produtos produzidos por moradores locais e visitas guiadas ao Memorial Zabé da Loca e à Loca, conduzidas por guias da própria comunidade. Todas as atividades contarão com condições adequadas de estrutura e logística, assegurando conforto ao público e qualidade às apresentações.Produto Contrapartida: OFICINAS CONTINUADAS DE PÍFANOOferecer oficinas gratuitas e semanais de pífano, com duração de 1h30 por turma, ao longo de oito meses. Serão duas turmas, com no mínimo 25 participantes cada: uma para crianças e jovens na escola rural da Comunidade Santa Catarina e outra para adultos no Memorial Zabé da Loca. A escolha do pífano como instrumento central decorre do legado de Zabé da Loca, mestra pifeira que inspira o projeto. A formação focará a prática musical e a transmissão de saberes tradicionais, com doação de 50 pífanos aos participantes para garantir continuidade após o ciclo. Ao final de cada ciclo, haverá apresentação pública do processo para a comunidade.
O Festival Som nas Pedras _ 8ª edição consolida-se como uma importante ação cultural do Cariri paraibano, tendo como ponto de partida a memória e o legado da mestra pifeira Zabé da Loca (Isabel Marques da Silva, 1924_2017). Pifeira, compositora e referência das tradições musicais da região, Zabé tornou-se nacionalmente reconhecida pelo brilhantismo e pela trajetória construída em um campo historicamente masculinizado das bandas de pífano. Em 2004, aos 80 anos, recebeu o prêmio Mestres das Artes, da Secretaria de Educação e Cultura da Paraíba; em 2008 foi condecorada com a Ordem do Mérito Cultural, pelo Ministério da Cultura; e em 2009 foi eleita Revelação da Música Brasileira pelo Prêmio da Música Brasileira.Realizado na Comunidade Santa Catarina, em Monteiro (PB), onde Zabé viveu, o festival articula música, memória, turismo cultural e práticas comunitárias, valorizando saberes tradicionais do semiárido. Criado em 2012 por Josivane Caiano _ afilhada de Zabé e responsável pelo Memorial que guarda sua trajetória _ o evento nasceu da mobilização comunitária e se tornou um espaço de encontro intergeracional, reunindo mestres populares, artistas, pesquisadores e público em geral.Desde suas primeiras edições, que reuniram artistas como Chico César, Sandra Belê, Mestre Escurinho e grupos de pífano locais, o festival se firmou como um movimento cultural sustentado pela colaboração e pelo reconhecimento da grandeza de Zabé da Loca. Esses artistas participaram de forma voluntária para fortalecer a mobilização que deu origem ao evento. O Som nas Pedras também fortalece a economia solidária e movimenta o turismo rural, tendo como singularidade o palco formado pela natureza: a Pedra do Índio e o terreiro de Zabé. Como destacou Sandra Belê, participante da primeira edição, trata-se de "uma festa, em equilíbrio com o ambiente, em que o público se sente presenteado e banhado de coisas belas".A programação de 2026 propõe três dias de atividades gratuitas, com seis apresentações musicais, dois cortejos culturais com intervenções de artistas locais, feira comunitária, visitas aos espaços do Complexo Turístico Zabé da Loca e oficinas de pífano como ação de contrapartida, de forma continuada, durante oito meses. O festival assegura o livre acesso à cultura (Art. 1º, I), promove a descentralização cultural ao levar programação de qualidade à área rural, distante de centros urbanos (Art. 1º, II), valoriza manifestações da cultura popular (Art. 1º, III), contribui para a preservação e difusão do patrimônio cultural material e imaterial (Art. 1º, VI e VIII) e prioriza o produto cultural originário do país (Art. 1º, IX).A comunidade onde o festival acontece, formada por cerca de três mil habitantes em área rural, dispõe de reduzido acesso a políticas públicas na área cultural. Nesse contexto, o Som nas Pedras se afirma como um espaço de fortalecimento comunitário, ao impulsionar a economia solidária local com a feira de produtos da comunidade, incentivar a transmissão de tradições musicais com as oficinas de pífano e movimentar o turismo por meio das visitas ao Memorial Zabé da Loca e da circulação de visitantes.O projeto atende diretamente aos objetivos do Art. 3º da Lei nº 8.313/91, ao estimular a formação e difusão cultural por meio de oficinas e apresentações (incisos I e II, alínea c); valorizar e difundir bens culturais imateriais vinculados à música popular e ao patrimônio do Cariri (inciso IV, alínea a); e apoiar iniciativas comunitárias, fortalecendo a economia solidária e a sustentabilidade cultural da região (inciso V, alínea c).Mais do que um festival, o Som nas Pedras constitui um território de memória coletiva e criação cultural, integrando música, poesia, gastronomia, natureza e práticas socioambientais. Sua realização reafirma o lugar do Cariri paraibano no mapa cultural brasileiro e evidencia o impacto territorial de uma ação enraizada na história de Zabé da Loca. A submissão ao Programa Rouanet Nordeste, voltado à democratização e descentralização do financiamento cultural, reforça o alinhamento do projeto com as políticas públicas de valorização da cultura no Nordeste. O apoio da Lei Rouanet garantirá sustentabilidade financeira, acessibilidade plena e difusão nacional a uma iniciativa que conecta passado, presente e futuro da cultura popular, mantendo vivo o legado de Zabé da Loca.
O projeto implementará práticas socioambientais em diálogo com o território. A Trupe R.A.I.S. será responsável por uma consultoria socioambiental e por intervenções artísticas com a linguagem da palhaçaria, sensibilizando o público sobre sustentabilidade. A comunicação em palco, nos momentos que antecedem os shows, trará mensagens educativas sobre preservação ambiental e descarte correto de resíduos. Serão instaladas lixeiras seletivas em pontos estratégicos e estabelecida parceria com cooperativas de reciclagem de Monteiro, garantindo logística reversa e valorização do trabalho de catadores locais. As medidas incluem ainda incentivo ao uso consciente da água, alimentação sem descartáveis e valorização da economia solidária, com o objetivo de reduzir impactos ambientais e cultivar práticas sustentáveis entre público, equipe e moradores da região.Além das atividades principais, o projeto contará com registro audiovisual acessível, acompanhando todas as etapas do festival. Serão produzidos teasers e materiais digitais, ampliando o alcance das ações e fortalecendo a memória do evento.A acessibilidade atitudinal será promovida na fase de pré-produção, mediante um workshop de sensibilização em acessibilidade, presencial, com carga horária de 3 horas, ministrado por Larissa Hobbi, destinado à equipe técnica, facilitadores e produtores. A atividade abordará práticas inclusivas de atendimento e mediação cultural, garantindo acolhimento desde a chegada do público e contribuindo para a eliminação de barreiras atitudinais ao longo do festival.As equipes e prestadores de serviço serão contratados com critérios de equidade de gênero, raça e territorialidade, reforçando o compromisso do projeto com práticas inclusivas e sustentáveis.Plano de distribuição Produto Principal - Produto: Apresentação Musical - Segmento: Apresentação/Gravação de Música Regional - Refere-se a área Patrimônio Cultural - Produto: Festival de Música “Som nas Pedras” - Segmento: Apresentações de grupos de Cultura Popular.Produto: Curso/Oficina/Capacitação - Músicas - Segmento: Empreend. Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento - Refere-se Oficinas continuadas de pífano.Custo por ProdutoProduto: Aula de PifePré-Produção - Instrumento Musical (manutenção) - Refere-se a Aquisição Instrumento Pife - de cano de PVC - Para Oficinas continuadas de pífano.Produto Principal: Festival Som nas PedrasProduçãoConsultoria Técnica - Refere-se a Consultoria socioambiental, intervenção artística de conscientização Profissional Técnico (contratação) - Refere-se a Workshop de Sensibilização em AcessibilidadeArtista Criação - Refere-se a Intervenções artísticasMonitores - Refere-se a Guia Turístico - Memorial e Trilha p/ LocaEquipamento de som com operador - Refere-se a Som e luz profissional + Equipe TécnicaMobiliário (aluguel) - Refere-se a aluguel de mesas de plásticoAssistentes - Refere-se a assistentes de produçãoAlimentação: Refeição - Refere-se a alimentação da equipe técnica e artistasLimpeza - Refere-se a Serviço de limpeza e recolhimento de lixoVeículo (ônibus) - Refere-se a Transporte gratuito público - Centro/Monteiro x Comunidade Santa CatarinaProfissional: Designer - Refere-se a criação de Identidade Visual do Projeto e Designer GráficoAssistente de Câmera - Refere-se a Assistente audiovisual - videomakerTécnico de audiovisual - Refere-se a Coordenador audiovisual e edição de vídeo - videomakerPós-ProduçãoCoordenador do Projeto - Refere-se a Prestação de Contas/ControllerAcessórios - Refere-se a Manutenção Memorial Zabé da LocaDocumentos Anexos:Proponente:Cópia autenticada da Ata de Eleição da atual diretoria e/ou Termo de Posse do atual dirigente - Refere-se Ata da AssociaçãoCópia autenticada do Estatuto Social, contendo a finalidade cultural expressa nos seus objetivos - Refere-se Estatuto e atasDeclaração do Poder Executivo Municipal ou Estadual - Refere-se CND Federal, Estadual, MunicipalINFORMAÇÃO DE REGULARIZAÇÃO NO CADIN - Refere-se a CNDTProposta:Carta ao proponente - Refere-se a Portfólio Mariana VelcicCONTRATO OU ACORDO DE COOPERAÇÃO TECNICA, CASO DE EXECUÇÃO COMPARTILHADA - Refere-se a Caleidoscópio AcessibilidadeCÓPIA AUTENTICADA ATO DE TOMBAMENTO, CASO DE INTERVENÇÃO EM IMÓVEIS TOMBADOS PELOS PODERES PÚBLICO - Refere-se Portfólio Mestre Escurinho e Sandra BeleCÓPIA AUTENTICADA DA ESCRITURA DO IMÓVEL, QUANDO O PROPOSTA ENVOLVER INTERVENÇÃO EM BENS IMÓVEIS - Refere-se a Portfólio Laudivan Freitas - Professor de PifeCÓPIA DO CERTIFICADO DE REGISTRO DO ROTEIRO NA FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL(NO CASO DE FICÇÃO) - Refere-se a Consultoria Ambiental com Trupe RaisCRONOGRAMA DE EXECUÇÃO ATUALIZADO - Plano de aula - Oficina pifeDeclaração do Poder Executivo Municipal ou Estadual - Certificado Ponto de CulturaMEMORIAL DESCRITIVO DETALHADO, ASSINADO PELO AUTOR DA PROPOSTA - Portfólio Cotidiana Produções Ltda.
Produto Principal: FESTIVAL SOM NAS PEDRAS – 8ª ediçãoO Festival Som nas Pedras – 8ª edição será realizado na Comunidade Santa Catarina, em Monteiro (PB), com três dias de programação cultural gratuita e acessível, totalizando aproximadamente 30 horas de atividades. As tardes serão dedicadas a visitas guiadas ao Memorial Zabé da Loca e à Loca onde a mestra viveu por 25 anos, além da caminhada ecológica-cultural até a Pedra do Índio, que contará com intervenções de poesia e música instrumental. À noite, no Terreiro de Zabé da Loca, acontecem as apresentações musicais, reunindo grupos de cultura popular da comunidade e artistas convidados de relevância regional. Paralelamente, em todos os dias do evento, funcionará a feira de economia solidária, com produtos locais, fortalecendo a integração entre arte, produção comunitária e território. A realização contará com infraestrutura adequada, incluindo palco com sonorização e iluminação profissional, banheiros químicos adaptados, rampas de acesso, áreas reservadas para pessoas com deficiência e equipe técnica especializada. Todas as atividades públicas terão intérpretes de Libras, e os materiais de divulgação em redes sociais serão produzidos em formatos acessíveis, com textos alternativos, legendas descritivas e vídeos em Libras. O festival será registrado em fotografia e vídeo, com a produção de teasers e materiais audiovisuais acessíveis (audiodescrição, legendas e Libras) para difusão em plataformas digitais, ampliando o alcance e fortalecendo a memória do evento.Produto Contrapartida: OFICINAS CONTINUADAS DE PÍFANOComo contrapartida social, serão realizadas oficinas gratuitas de pífano durante oito meses, divididas em duas turmas semanais, com carga horária total de 96 horas (3h semanais, em 32 encontros, de março a outubro). Uma turma será voltada a crianças e jovens na escola rural da Comunidade Santa Catarina e a outra destinada a adultos no Memorial Zabé da Loca, espaço que preserva a memória da mestra e fortalece a identidade cultural do território. O conteúdo programático contempla a introdução à história do pífano e sua relevância cultural, noções básicas de leitura rítmica e melódica, práticas coletivas de ensaio e composição, além do estímulo à criação de repertório comunitário. Ao final do último ciclo (outubro), será realizada uma apresentação pública do processo formativo, compartilhando os resultados com a comunidade. As oficinas contarão com a confecção e doação de trinta pífanos aos participantes, assegurando a continuidade das práticas musicais após o término da formação. A metodologia articula aulas expositivas e práticas, sob a tutoria do professor Laudivan Freitas, que ministra vivências de pífano na Comunidade, de forma voluntária, há mais de quinze anos. Todos os participantes receberão certificados de participação integral, reforçando o caráter formativo e de valorização da trajetória cultural.
O Festival Som nas Pedras – 8ª edição será realizado com acessibilidade abrangendo as dimensões física, comunicacional e atitudinal, em conformidade com a Lei nº 13.146/2015 (Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência).Na dimensão física, a infraestrutura contará com banheiros químicos acessíveis, rampas de acesso a áreas de circulação e áreas reservadas para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida.Na dimensão comunicacional e de conteúdo, todas as apresentações musicais e cortejos contarão com intérprete de Libras. Os materiais de divulgação em redes sociais incluirão textos alternativos para leitores de tela, vídeos com legenda descritiva e janela de Libras. O registro audiovisual do festival será editado com audiodescrição, legenda e Libras, ampliando seu alcance para públicos com deficiência auditiva e visual.Como medida atitudinal, a equipe de produção e recepção passará por um processo prévio de sensibilização em acessibilidade cultural, garantindo um ambiente inclusivo e respeitoso para todos os públicos.Essas ações asseguram que tanto a comunidade local quanto visitantes, incluindo pessoas com deficiência, possam participar das atividades do festival e usufruir de seus conteúdos artísticos e culturais.
O Festival Som nas Pedras – 8ª edição assegura ampla democratização do acesso, em conformidade com os artigos 46 e 47 da Instrução Normativa nº 23/2025 do MinC. Todas as atividades terão entrada gratuita e classificação indicativa livre, atendendo ao Art. 46, inciso III, que prevê distribuição social e educativa. A expectativa é de cerca de 2.000 pessoas presentes ao longo dos três dias.Como medida de ampliação do acesso (Art. 47, V), além das apresentações e cortejos, o festival promove visitas guiadas ao Memorial de Zabé e à Loca onde a mestra viveu por 25 anos, bem como uma feira de economia solidária que aproxima o público da memória local e da produção coletiva dos moradores. Será disponibilizado transporte gratuito em ônibus, desde a cidade de Monteiro até o Complexo Zabé da Loca, no início e no final de cada dia do evento, garantindo maior acesso do público, em conformidade com o Art. 47, II.A contrapartida prevê oficinas de pífano com duração de oito meses e a doação de 50 instrumentos confeccionados, atendendo ao Art. 47, IX, ao assegurar formação continuada e difusão, tendo a comunidade como público prioritário.Dessa forma, o projeto cumpre integralmente as disposições do Art. 46 e adota medidas complementares do Art. 47, garantindo gratuidade, acessibilidade e formação comunitária, incluindo crianças e adolescentes. O Som nas Pedras se configura como uma ação exemplar de democratização cultural ao fortalecer vínculos locais, estimular a economia solidária e o turismo rural, e ampliar o acesso à cultura popular do Cariri em escala regional e nacional.
Associação Cultural Zabé da Loca - AZLOCA (Associação) - Josivane Caiano da Silva - Proponente e Coordenadora Geral - Mulher cis - parda - heterosexual - 47 anosJosivane Caiano é paraibana, produtora cultural, cuja trajetória se entrelaça com a valorização da cultura do pife e a preservação da Caatinga. Guardiã do Centro Cultural Zabé da Loca, mantém viva a memória da icônica pifeira, de quem cuidou até seus últimos dias, garantindo a continuidade de seu legado por meio da música e da cultura popular, de forma independente e sem nenhum tipo de fomento.Seu compromisso com o meio ambiente se expressa em ações de recuperação da Caatinga, onde já restaurou dezenas de hectares na região de Monteiro (PB), aliando práticas sustentáveis e saberes tradicionais. Nesse mesmo caminho, desenvolve um trabalho com pigmentação natural a partir da anileira, resgatando técnicas ancestrais e promovendo a valorização da biodiversidade local.Como produtora cultural, é idealizadora e articuladora de eventos como o Festival Som nas Pedras, o Arraiá Zabé da Loca e o Festival de Cultura Popular, que fortalecem a identidade nordestina e criam espaços de celebração das tradições locais.Sua atuação a levou a participar de eventos como o Mais Nordestino do Brasil, além de compartilhar suas experiências nos podcasts "Zabé da Loca – História e Legado" e "Economia Criativa", ampliando o alcance de sua voz e de sua luta.Cotidiana Produções Ltda (ME) – Coordenação Geral e Prestação de Contas/Controller - Guadalupe Merki: Mulher cis, branca, bissexual, 37 anos.Empresa especializada na elaboração e produção de projetos culturais, com foco nas artes circenses e em iniciativas de inovação e democratização do acesso à cultura. Atua em diferentes regiões do Brasil, com destaque para projetos realizados no interior e em territórios periféricos, abrangendo estados como Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Amazonas, Pará, São Paulo, entre outros.Fundada por Guadalupe Merki, produtora com sólida experiência em gestão de projetos, possui formação em Administração de Empresas, Economia e Gestão das Organizações (Argentina), é graduanda em Ciências Contábeis (Anhanguera) e pós-graduanda em Gestão e Produção Cultural (UEPB).Iniciou sua trajetória na produção cultural em 2017, com a Cia Pé de Cana (SP), participando da criação e execução de projetos artísticos e culturais. Em 2018, coordenou a circulação independente “Mambembes”, que percorreu onze estados do Brasil com apresentações de rua e oficinas de técnicas circenses. De 2019 a 2021, integrou a Cia TrupeÇando (PB), atuando na produção do espetáculo “Perfeitamente ImperfeitoS”. Coordenou o projeto “TrupeÇando nos Cariris” (Funarte) e idealizou eventos como o Festival Pé de Cana (SP), SóRisos – Encontro de Palhaços Nordestinos (PB), Na Rua Tem Arte (PB), o I Encontro de Mulheridades do Circo no Nordeste (LPG-PB) e a II edição, realizada com recursos da PNAB-PB e do FIC – Fundo de Incentivo à Cultura Augusto dos Anjos.Mariana Velcic (MEI) – Produção Executiva - Mulher cis, branca, bissexual, 41 anosProdutora cultural com experiência em gestão de projetos, editais e acessibilidade. Doutora em Geociências (Unicamp) e licencianda em Artes Visuais (Unifatecie, modalidade remota), possui formação complementar em produção cultural, elaboração de projetos e prestação de contas. Atuou na produção de iniciativas como Na Rua Tem Arte, Caravana Interatos e o Encontro de Mulheridades do Circo no Nordeste (I e II edições). No Rio Grande do Norte, integrou a Setorial de Circo, participou do Encontro Potiguar de Malabarismo e Circo e colaborou na escrita de projetos da Lei Aldir Blanc. Desde 2018, atua na área da produção cultural, conciliando trabalhos independentes e projetos realizados com recursos de editais.Laudivan Freitas (PF) - Facilitador Oficinas de Pífano - Homem cis, branco, heterosexual, 42 anosLaudivam Freitas é professor da rede pública de ensino desde 2012 e um ativo defensor da cultura regional, atuando nas áreas de teatro, cinema, música e literatura. Músico desde jovem, iniciou sua trajetória na Filarmônica 7 de Setembro (1996–2002), integrou o grupo teatral Os Cariris (2008–2012) e participou como guitarrista de grupos de forró (2009–2016). Desde 2015, é violonista do grupo de Reisado de Zabelê e, desde 2014, se dedica à revitalização de bandas de pífano no Cariri paraibano, preservando tradições musicais e culturais.Como poeta de cordel, compositor e oficineiro, ministra oficinas de poesia, confecção e musicalização com o pífano, compartilhando saberes populares com a comunidade. Na área audiovisual, roteirizou e dirigiu os curtas-metragens O Benzendor sem Vergonha (2020) e Curió (2022), explorando narrativas que dialogam com a cultura local.Formado em Letras/Libras pela UFPB, técnico em Instrumento Musical (Violão) pelo IFPB e atualmente cursando História na UEPB, Laudivam combina prática artística e acadêmica. Sua presença nas redes e em vídeos online reforça seu papel de difusor da cultura popular, aproximando poesia, música e tradição de um público mais amplo.Jonas Epifânio dos Santos Netto (Escurinho) (MEI) - Artista convidado - Homem cis, negro, heterosexual, 63 anosJonas Epifânio dos Santos Netto, o Escurinho, nasceu em Serra Talhada (PE) em 1962 e cresceu em Catolé do Rocha (PB), onde herdou do pai sanfoneiro e das tradições populares nordestinas suas primeiras referências musicais.Na adolescência formou com Chico César o grupo Ferradura e, nos anos 1980, integrou em João Pessoa o coletivo Jaguaribe Carne, marco da “guerrilha cultural” paraibana. Nesse período estudou percussão com Odair Salgueiro e passou a colaborar com diversos artistas locais.Sua trajetória também se destacou no teatro, recebendo em 1992 o prêmio de trilha sonora pelo espetáculo Vau da Sarapalha, dirigido por Luiz Carlos Vasconcelos. Como compositor e intérprete, lançou os álbuns Labacé (1995), Malocage (2003), O Princípio Básico (2013) e Ciranda de Maluco Vol. 1 (2015), além do DVD Toca Brasil (2004). Em 2011, venceu o Festival de Músicas do Cangaço com a canção Nas estradas de bom nome.Com uma sonoridade que mescla xote, reggae, rock, forró, baião, caboclinho, maracatu e coco de embolada, Escurinho imprime em sua obra uma poesia urbana de forte caráter social, inspirada em emboladores, cirandeiros e repentistas.Apresentou-se em festivais como Abril pro Rock, FIG, Mada, Fenart e Pixinguinha, além de espaços como o Itaú Cultural e o Centro Cultural BNB. Em 2024 representou a Paraíba no Cena Nordeste Festival, em Maceió, e mantém ainda trabalhos voltados à educação musical, atuando com jovens em medidas socioeducativas e estudando Música Popular na UFPB.Belê Produções - Elisandra Romeria da Silva (Sandra Belê) (ME) - Artista convidado - Mulher cis - Negra - Lésbica - 45 anosSandra Belê, nome artístico de Elisandra Romeria da Silva, nasceu em 14 de março de 1980, em Zabelê, no Cariri Paraibano, cidade que inspira seu nome artístico. Cantora, compositora, musicista, atriz, apresentadora de rádio e TV e diretora de arte, construiu uma trajetória marcada pela valorização da cultura nordestina e pela versatilidade de sua atuação. É graduada em Arte e Mídia pela Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) e desde cedo envolveu-se em projetos de fortalecimento cultural, sendo fundadora e presidente da Associação Cultural de Zabelê (Ascuza) e integrante do Coletivo Atissar.Iniciou sua carreira musical aos 18 anos, como vocalista da banda Millenium, em sua cidade natal, e a partir daí consolidou-se como uma das vozes mais expressivas da música nordestina contemporânea. Sua discografia inclui os álbuns Nordeste Valente (2004), Se Incomode Não (2009), EncarnadoAzul (2011), o EP Prisma (2013) e Cantos de Cá (2020), este último inteiramente dedicado a compositores paraibanos.Sandra também se destacou como atriz e cantora na microssérie “A Pedra do Reino”, exibida pela Rede Globo, e como apresentadora do programa junino “Arraial Itararé”, na TV Itararé, afiliada da TV Cultura na Paraíba. Ao longo de sua carreira, realizou apresentações em palcos de grande prestígio, dividindo cenas com nomes como Dominguinhos e Chico César, participando de projetos especiais como a Semana José Lins do Rego, em que se apresentou ao lado da Orquestra Sinfônica Jovem da Paraíba, e marcando presença em importantes festivais, incluindo diversas edições da Virada Cultural de São Paulo.Seu trabalho foi reconhecido com premiações de grande relevância, como o Troféu Gonzagão, o Prêmio Mulher Forte Anaíde Beiriz e o Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade, concedido pelo IPHAN, pelo desenvolvimento de projetos culturais através da Ascuza.Com presença de palco envolvente e voz marcante, Sandra Belê conquistou público e crítica, sendo considerada uma artista que traduz a força da tradição nordestina em diálogo com novas linguagens musicais.Larissa Hobi (MEI) – Facilitadora do Workshop “Sensibilização em Acessibilidade” (3h) - Mulher cis, branca, heterosexual, 45 anosAudiodescritora, professora, artista e pesquisadora. Doutoranda em Educação (UFRN), mestra em Artes Cênicas, especialista em Audiodescrição (UFJF), licenciada em Artes Cênicas (UFPB). Gestora da Caleidoscópio Acessibilidade, atua como produtora de acessibilidade, roteirista, narradora e formadora desde 2015. Atuou como professora do DAC/UFPB e da FUNAD (2010–2015). Foi pesquisadora do NPE-LAVID/UFPB e colaborou com projetos como o Memorial Abelardo da Hora, Museu de Arte do Rio, Festival Anima Mundi e MIT+.Renato Gannito de Jesus (MEI) - Trupe RAIS (MEI) Integrantes:Renato Gannito de Jesus (Renato Gannito) - Homem Cis - Branca - Heterossexual - 37 anosSofia Oliveira Caseiro (Sofia Caseiro) - Mulher Cis - Branca - Pansexual - 35 anosMurilo Tenório dos Santos Campinas (Palhaço Lixolino) - Homem Cis - Heterossexual - 36 anosA Trupe RAIS é uma companhia formada por artistas circenses, atores e arte-educadores ambientais que atuam desde 2015 unindo arte e consciência ecológica. Utilizando diversas linguagens como circo, teatro, performance, ecogastronomia, música, dança, palhaçaria e ações que abordam a ressignificação do lixo e as relações com o meio ambiente.Com uma abordagem sensível, criativa e lúdica, propões reflexões sobre os grandes problemas ambientais da atualidade, utilizando a imaginação como ferramenta para despertar um novo olhar sobre o desafio que enfrentamos enquanto humanidade.Além das criações artísticas, a Trupe RAIS também atua com consultoria ambiental para eventos, oferecendo estratégias práticas e educativas para o manejo consciente de resíduos sólidos, sempre integrando arte, educação e sustentabilidade.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.