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PRODUTO PRINCIPAL - PRODUTO PRINCIPAL - Realização de concerto inaugural da Orquestra Flumia, em 2 sessões, no Rio de Janeiro, apresentando a Sinfonia nº6 "Pastoral" de Beethoven em formato inédito: uma experiência guiada de escuta musical em duas partes - uma introdução comentada e a execução integral da obra. CONTRAPARTIDA SOCIAL - A ação será complementada por três oficinas presenciais gratuitas de escuta musical, voltadas ao público geral e professores da rede pública, que atuarão como multiplicadores junto a seus alunos. O projeto inclui registro audiovisual, material educativo e difusão digital dos conteúdos, ampliando o acesso à música clássica e incentivando a formação de ouvintes conscientes, em sintonia com a missão educativa e social da Orquestra Flumia.
O PRODUTO PRINCIPAL - O Concerto será dividido em 2 partes. A primeira delas, com cerca de 20-25 minutos de duração, será uma introdução à 6ª Sinfonia de Beethoven (Pastoral). Nela, o público conhecerá a história por trás da obra, o contexto musical e biográfico em que foi concebida, além de conhecer detalhes musicais, como temas e descrições musicais de imagens da natureza que caracterizam os 5 movimentos da sinfonia. O público aprenderá a escutar esses detalhes, conhecendo paralelamente os instrumentos musicais, suas funções na malha orquestral e disposição no "layout" da orquestra.Já na segunda parte, a obra será interpretada integralmente pela orquestra e o aspecto cênico criado pela iluminação buscará evidenciar as diferenças entre os climas musicais de cada parte da sinfonia. A classificação etária é livre.CONTRAPARTIDA SOCIAL - As 3 oficinas serão experiências estritamente didáticas, cujo foco será a abordagem de aspectos fundamentais da escuta ativa de música clássica, a saber: diferenciação entre audição passiva e escuta ativa; percepção das camadas sonoras que formam a malha musical; a noção de estrutura em música; diferenças tímbricas entre instrumentos; relações entre silêncio e música, som e espaço; a esfera simbólica e emocional da música clássica. Cada oficina terá duração média de 90 minutos. Serão disponibilizadas playlists para estimular a continuidade da experiência de escuta após o término do evento. Durante a fase de pré-produção, serão selecionados os locais para a realização das oficinas, levando-se em conta as regiões cujo acesso a equipamentos culturais que oferecem eventos de música clássica ainda seja notadamente precário.
Objetivo Geral Realizar concertos de inauguração da Orquestra Flumia visando promover a formação de plateia e a democratização do acesso à música clássica, por meio de ações presenciais e digitais que aproximem o público da experiência de escutar e compreender a música. O projeto combina o concerto inaugural da Orquestra Flumia com oficinas gratuitas de escuta musical, voltadas a estudantes, professores e comunidade em geral, além da produção de conteúdo educativo e audiovisual que amplia seu alcance. Busca-se despertar o interesse e o entendimento da música clássica como recurso de formação cultural e humana, capaz de desenvolver sensibilidade, concentração e ampliação de repertório intelectual e emocional nos participantes. Objetivos EspecíficosRealizar 2 apresentações do concerto inaugural da Orquestra Flumia, contando com 40 músicos profissionais para interpretar a Sinfonia nº 6 "Pastoral" de Beethoven em formato comentado e imersivo. A proposta é de que um concerto aconteça preferenciamente na Sala Cecília Meireles, no Rio de Janeiro, e o outro em espaço alternativo a ser definido, em região com pouca oferta de eventos de música clássica. O espetáculo completo - por razões técnicas, apresentado apenas na Sala Cecília Meireles - contará com a participação de ator que atuará na parte de introdução à obra. Oferecer três oficinas presenciais gratuitas de escuta musical, voltadas a públicos diversos - geral, estudantil e docente —, com o objetivo de formar ouvintes e multiplicadores capazes de compreender e transmitir a experiência da música clássica. Produzir material educativo complementar, em formato digital (vídeos curtos e áudios), com conteúdo relativo ao repertório trabalhado para distribuição gratuita nas plataformas da orquestra. Ampliar o acesso cultural por meio da disponibilização gratuita de parte dos ingressos e da oferta de atividades formativas em espaços públicos e educacionais, priorizando professores e pessoas idosas. Registrar e divulgar o concerto inaugural em formato audiovisual, gerando um documento artístico e educativo que preserve o caráter formativo do espetáculo e amplie sua circulação posterior. Fomentar a aproximação do público com a música clássica pela integração entre performance, mediação cultural e difusão digital, consolidando um modelo de concerto que alia excelência artística e propósito educativo.
A Orquestra Flumia surge com a missão de aproximar a música clássica das pessoas, transformando o concerto em uma experiência de aprendizado e descoberta. Seu concerto inaugural, dedicado à Sinfonia nº 6 "Pastoral" de Ludwig van Beethoven, foi concebido como um espetáculo comentado e imersivo, no qual a música é apresentada com explicações acessíveis, iluminação cênica e diálogo direto entre maestro e público. Mais do que uma estreia artística, trata-se de uma proposta de educação pela escuta, que busca despertar curiosidade, entendimento e prazer estético. O projeto se apoia na convicção de que a escuta musical é uma forma de formação cultural e humana. Escutar com atenção desenvolve sensibilidade, memória, concentração e empatia — capacidades fundamentais para a vida em sociedade. Nesse sentido, a música clássica, apresentada de forma descomplicada e contextualizada, deixa de ser percebida como um universo restrito e se torna um recurso educativo e de desenvolvimento pessoal, acessível a todos. As Oficinas de Escuta Musical, oferecidas gratuitamente, ampliam esse propósito ao preparar estudantes, professores e comunidade em geral para compreender o repertório e vivenciar o concerto de modo mais consciente. Além das atividades presenciais, o projeto inclui produção de conteúdo digital gratuito — vídeos, áudios e material educativo — que expandem o alcance das ações, permitindo que o público de outras regiões também se beneficie da experiência formativa. A iniciativa contribui para a democratização do acesso à música clássica ao criar pontes entre arte, educação e comunidade. O projeto propõe um modelo inovador de concerto que combina excelência artística e função social, valorizando a escuta ativa e o acesso à informação como caminhos de conhecimento, sensibilidade e cidadania culturalO projeto se enquadra nos incisos do Art 1° da Lei 8813/91:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País.Os objetivos do Art 3° da Lei 8813/91 que serão alcançados:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante:c) ações não previstas nos incisos anteriores e consideradas relevantes pelo Ministro de Estado da Cultura, consultada a Comissão Nacional de Apoio à Cultura. (Redação dada pela Lei nº 9.874, de 1999)
Resultados EsperadosAmpliação do interesse e da compreensão do público em relação à música clássica, através da participação nas oficinas e da interação nos concertos.Realização de oficina para até 900 participantes diretos em práticas de escuta musical ativa, entre professores e público geral, estimulando novas formas de aproximação com a arte dos sons. Participação de cerca de 1400 pessoas no concerto inaugural, vivenciando a música sinfônica de forma acessível e comentada. Criação de um acervo digital educativo com vídeos e áudios distribuídos gratuitamente, atingindo público estimado entre 10 e 15 mil pessoas online.Fortalecimento da percepção da música clássica como linguagem acessível e formativa, associada ao desenvolvimento sensível, cognitivo e cultural dos participantes.Consolidação da Orquestra Flumia como modelo de orquestra inovadora, comprometida com educação musical e formação de plateia, estabelecendo bases para futuras ações de continuidade.
- PRODUTO PRINCIPAL: 2 concertos de inauguração da Orquestra Flumia - 40 músicosDuração: 115 minClassificação indicativa: LivrePúblico: Adultos e jovensLocais Sugeridos: Sala Cecília Meirelles e espaço em bairro ou cidade vizinha, distantes do Centro do Rio de Janeiro.- OFICINAS GRATUITAS: 3 oficinas para até 50 alunosDuração: 90 minClassificação indicativa: LivrePúblico: Adultos e jovensLocais sugeridos para realização das oficinas: Teatro Raul Cortez, em Duque de Caxias, Teatro Artur Azevedo, em Campo Grande eEscola de Música da UFRJ ou na própria Sala Cecília Meireles, no 2o dia de concerto inaugural.Apresentador: Thiago Santos
- A Sala Cecília Meireles é a sugestão de pauta e foi escolhida pois oferece a estrutura necessária para atender ao público cadeirante ou com dificuldade de locomoção. O público com necessidades visuais e auditivas contará com intérprete de libras. Haverá produtores orientando o público com necessidade especial. Buscaremos oferecer através de um QRCode, informações acessíveis.- A divulgação através das redes sociais do espetáculo terá informação acessível.ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: rampas, corrimão, banheiros adaptados.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: QR Code com informação acessível.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de libras no concerto.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: produtores para auxiliar esse público em todas as sessões.
- Os ingressos terão preços acessíveis. - Todas as cotas serão cumpridas. - Serão realizadas promoções nas redes sociais com sorteios de ingressos, cupom de descontos, lista amigas e outras ações. - Será negociada formação de plateia e realização de campanhas sociais (fome, agasalho, etc). - Disponibilização de ingressos na plataforma EU FAÇO CULTURA, caso esteja em funcionamento. para distribuição de ingressos gratuitos a pessoas de baixa renda. - Realização de Oficinas gratuitas como contrapartida social inclusive para adultos e jovens de instituições públicas de ensino, respeitando a classificação etária. De acordo com o artigo 28 da IN 01/2023, será adotado no projeto os incisos: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento); II - ampliar a meia entrada de que trata o § 3º do art. 27, em todos os ingressos comercializados, para pessoas elegíveis e não contempladas com a gratuidade de caráter social referida no inciso II, caput do art. 27; III - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; X - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC).
ANACRIS MONTEIRO - PROPONENTE - PRODUÇÃO E PRESTAÇÃO DE CONTAS Fundadora e Diretora da Ouro Verde Cultura, atua há mais de 15 anos no mercado carioca como produtora cultural. Profissional com diferencial de ser especialista em processos de liberação, administração e prestação de contas de recursos fomentados, incentivados e conveniados para projetos culturais. Já no nascimento, a Ouro Verde conquistou o Prêmio Klauss Vianna 2010 e seguiu sendo contemplada em outros editais culturais e fundindo grandes parcerias. Áreas culturais de atuação: dança, teatro infantil e adulto, festivais, espetáculos musicais, shows, concertos com orquestras e corais, entre outras.THIAGO SANTOS - DIREÇÃO GERAL e MAESTRO Pertence à nova geração de regentes brasileiros que vêm se afirmando no cenário nacional. Já esteve à frente de diversas orquestras brasileiras, incluindo Sinfônica Nacional-UFF, Sinfônica de Porto Alegre, Petrobrás Sinfônica, Filarmônica de Minas Gerais, Sinfônica da UFRJ, Sinfônica de Sergipe, entre outras. Foi maestro titular da Orquestra Sinfônica da Universidade Federal da Paraíba (2017–2019) e de 2018 a 2021, foi maestro titular da Orquestra Jovem Alegro (Curitiba-PR). Entre 2014 e 2016, atuou como maestro assistente da BBC Philharmonic e da Royal Liverpool Philharmonic, tendo colaborado com maestros como Juanjo Mena, Vasily Petrenko, Sir Mark Elder, Vassily Sinaisky, Yan Pascal Tortelier, Andrew Manze e Ton Koopman. Durante esse tempo, regeu também a Manchester Camerata, a Stockport Symphony e a Nottingham Philharmonic. Ainda na Europa, esteve à frente da Bohuslava Martinu Filharmonie (República Tcheca) e da U Artist Festival Orchestra (Ucrânia). Em 2015, foi selecionado para reger os masterclasses orquestrais da Mahler Chamber Orchestra para jovens músicos. Seu repertório abrange música sinfônica, coral e ópera, do barroco às obras contemporâneas, tendo dirigido estreias mundiais de inúmeras obras no Brasil e no exterior. Em 2016, estreou no Theatro Municipal do Rio de Janeiro com a ópera Savitri, de Gustav Holst, e participou de produções como Lo Schiavo, de Carlos Gomes, e Jenůfa, de Leos Janáček. Entre seus compromissos mais recentes, destacam-se a estreia mundial da ópera A Cartomante, de Eduardo Frigatti, e Le nozze di Figaro, de Mozart. Defensor da música brasileira, Thiago colabora com a Academia Brasileira de Música em edições e revisões de obras de compositores como Heitor Villa-Lobos, Francisco Braga, Henrique Oswald e José Siqueira. Paralelamente à carreira de regente, desenvolve um trabalho inovador na difusão e democratização da música clássica através da internet. Em 2020, iniciou um projeto pessoal de formação de plateia com várias ações que, até o momento, já alcançaram cerca de 1 milhão de pessoas, no Brasil e no exterior, tornando-o uma das principais referências na divulgação da música de concerto no Brasil. Venceu o Concurso para Jovens Solistas e Regentes da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (2011) e foi o primeiro latinoamericano contemplado com a bolsa de estudos Leverhulme Arts Scholar para o renomado programa de regência orquestral do Royal Northern College of Music, na Inglaterra, sob orientação de Clark Rundell e Mark Heron. Cursou bacharelado e mestrado em regência na UFRJ com André Cardoso. Outros mentores foram Giancarlo Guerrero, Marin Alsop, Ernani Aguiar, Fábio Mechetti, Ronald Zollman, Donald Schleicher e Guillermo Scarabino. ANDRÉ CARDOSO - ROTEIRISTA Natural do RJ iniciou suas atividades musicais como cantor do Coral do Colégio Marista São José do RJ e nos cursos de verão do Instituto dos Meninos Cantores de Petrópolis. Estudou na Escola de Música Villa-Lobos. Na cidade de Petrópolis fez parte do Coral Municipal, das orquestras Camerata Abrarte e Academia Música Nova e foi o regente do Coral da Sociedade Artística Villa-Lobos. Graduou-se em regência pela Escola de Música da UFRJ. É Mestre e Doutor em Musicologia pela UNIRIO. De 1998 a 2000 fez curso de aperfeiçoamento e especialização em regência orquestral com o maestro Guillermo Scarabino, na Universidade de Cuyo, em Mendoza, Universidade Católica Argentina e no Teatro Colón de Buenos Aires, com bolsa da Fundação VITAE. Em 1994 ganhou o 1º prêmio no Concurso Nacional de Regência promovido pela Orquestra Sinfônica Nacional da Universidade Federal Fluminense. A partir da premiação passou a ser convidado para as temporadas de orquestras como a Sinfônica Brasileira, a Petrobras Sinfônica, a Sinfônica da Paraíba, a Sinfônica de Minas Gerais, a Sinfônica do Teatro Nacional de Brasília, a Sinfônica do Estado do Espírito Santo e Sinfônica de Campinas. De 2000 a 2007, foi maestro assistente da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, onde dirigiu concertos, óperas e balés. Publicou mais de vinte artigos em revistas especializadas, periódicos e anais. Em 2005 lançou seu primeiro livro, A Música na Capela Real e Imperial do RJ, premiado com o primeiro lugar no II Concurso José Maria Neves de Monografias da Academia Brasileira de Música. Em 2008 lançou A Música na corte de D. João VI, pela Editora Martins, de São Paulo. Produziu dezenas de discos, todos dedicados à música brasileira de concerto, como a primeira gravação integral da ópera Colombo, de Carlos Gomes que ganhou em 1998 dois prêmios: o APCA/Associação Paulista dos Críticos de Arte e o Prêmio Sharp, na categoria “Melhor Disco Erudito”. Realizou mais de sessenta primeiras audições e, como regente, já executou obras de 55 compositores brasileiros desde o período colonial até os contemporâneos mais jovens, inclusive em diferentes edições da Bienal de Música Brasileira Contemporânea. Foi diretor da Escola de Música da UFRJ por dois mandatos (2007-2015), onde é professor de regência e prática de orquestra dos cursos de graduação e pós-graduação, além de diretor artístico e regente titular da Orquestra Sinfônica da UFRJ. Foi diretor artístico do Teatro Municipal do Rio de Janeiro (2015-2016). É o atual presidente da Academia Brasileira de Música. EDUARDO MONTEIRO (Arte Opera Studio) - CAPTAÇÃO DE SOM Fundada em 2023, a Arte Opera Studio conta com a consultoria de Eduardo Monteiro, profissional com mais de 30 anos de experiência em produção fonográfica. Flautista e professor, construiu uma carreira sólida tanto na performance quanto na educação musical e na produção técnica. Foi membro da Orquestra do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, atuou na Orquestra Sinfônica Brasileira e integrou a Orquestra da Ópera de Stuttgart, na Alemanha. Como professor de flauta, ministrou cursos em diversas regiões do Brasil e, desde 1992, é docente na Escola de Música da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Desde 1988, atua como técnico de gravação e produtor musical, tendo iniciado sua trajetória ainda na era dos LPs e, posteriormente, nos CDs. Seus principais campos de atuação incluem música clássica, jazz e instrumental brasileiro. Sua formação técnica teve início no curso de eletrônica, com complementação no CEFET-RJ. Agraciado com o Prêmio Sharp de 1997 como Melhor Produtor Clássico pelo lançamento da ópera Colombo, de Carlos Gomes. Ao longo de sua carreira, diversas produções sob sua responsabilidade receberam reconhecimento nacional. Em 2023, a Orquestra Sinfônica Brasileira venceu o Prêmio da Música Brasileira com a gravação do Prelúdio das Bachianas Brasileiras nº 4, produzida por Eduardo. Em 2025, a OSB voltou a ser premiada, desta vez com o Prêmio BTG Pactual da Música Brasileira, pela gravação, também produzida pela AOS, das Bachianas Brasileiras nº 8, de Heitor Villa-Lobos, sob regência de Roberto Tibiriçá. FRANCISCO EUGÊNIO - COORDENADOR DE COMUNICAÇÃOEmpresário, estrategista de marketing e mentor de empreendedores, Francisco Eugênio atua há mais de uma década na interseção entre comunicação, educação e cultura. Fundador da Agência B16, lidera projetos que unem propósito, arte e inovação, ajudando instituições e especialistas a construírem ecossistemas digitais de impacto. É sócio da Audias Produções Musicais, ao lado do maestro Thiago Santos e de Felipe Belloni, onde desenvolve ações voltadas à democratização da música clássica e à formação de ouvintes. Sob sua coordenação estratégica, a Audias vem alcançando centenas de milhares de pessoas por meio de iniciativas como a Escola do Ouvido e de diversos conteúdos gratuitos difundidos pela internet — um movimento dedicado ao resgate e à valorização da música de concerto no Brasil. Em 2020, durante a pandemia, idealizou e coordenou o lançamento de um marketplace de nicho voltado a artesãos e profissionais liberais, com o objetivo de apoiar trabalhadores que ainda não atuavam no meio digital. A iniciativa, totalmente gratuita, reuniu mais de 100 lojistas cadastrados e promoveu reuniões e mentorias voltadas à capacitação e digitalização desses empreendedores. Mais recentemente, organizou a primeira edição de um seminário empresarial no Rio de Janeiro, que reuniu mais de 300 empreendedores em um hotel na Barra da Tijuca. O evento contou com palestras de grandes nomes do cenário nacional e consolidou-se como um espaço de networking, aprendizado e fortalecimento do empreendedorismo brasileiro.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.