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"Aquazônia _ A floresta-água" é um livro fotográfico bilíngue que traduz, em imagens e narrativas, a profunda relação entre povos amazônidos, águas e florestas. Inspirado em uma reportagem premiada da Ambiental Media, o projeto transforma investigação jornalística em obra cultural, articulando arte e memória ambiental. A proposta inclui edição, impressão, lançamento e distribuição com contrapartidas sociais, além de versão digital acessível.
Aquazônia – A Floresta-Água é uma obra editorial bilíngue (português/inglês), em formato de livro, que entrelaça fotografia e curadoria cultural para revelar os ecossistemas aquáticos da Amazônia e suas interações com as populações locais. Será resultado de imagens captadas em três expedições por igarapés, igapós, várzeas, grandes rios e áreas costeiras, reunindo fotografias, mapas ilustrativos, depoimentos e textos curatoriais que expressam a pluralidade ecológica e cultural da região, compondo um retrato sensível e profundo da Amazônia e seus ecossistemas aquáticos.Mais que um registro documental, a obra propõe uma experiência estética e reflexiva sobre a importância das águas amazônicas como matriz de vida, cultura e identidade brasileira. Com caráter artístico, educativo e de preservação da memória socioambiental, o projeto valoriza a diversidade cultural da região e desperta o olhar para a interdependência entre as comunidades humanas e os ambientes aquáticos.O livro contará com recursos de acessibilidade visual (fonte ampliada, contraste reforçado) e será lançado também em versão digital acessível, ampliando seu alcance e permanência. O projeto também integra a realização de eventos de lançamento em São Paulo e Manaus (ou Belém), com acesso gratuito e recursos de acessibilidade. Cada evento incluirá uma roda de conversa com escritores, cientistas e lideranças amazônicas, além de uma exposição de imagens do livro, ampliando o diálogo entre arte, conhecimento e território.Inspirado em uma série jornalística premiada (https://aquazonia.ambiental.media/), Aquazônia – A Floresta-Água transforma essa narrativa em um projeto editorial expandido, com produtos culturais tangíveis e de acesso público. O objetivo é permitir ao público mergulhar na diversidade ecológica e cultural das águas amazônicas por meio da arte e da ciência, transformando a informação em uma experiência sensível, formativa e inspiradora.A relevância cultural da proposta está em promover o diálogo entre diferentes linguagens e perspectivas, valorizando a diversidade étnica, social e ambiental do país. A obra atua como um legado artístico, educativo e documental, contribuindo para a difusão do patrimônio natural e cultural da Amazônia, em consonância com os objetivos da Lei Rouanet (Lei nº 8.313/91).Classificação indicativa: livre.
Objetivo geral: Valorizar o patrimônio cultural e ambiental da Amazônia por meio da publicação e distribuição de um livro fotográfico bilíngue, que reúne imagens autorais e narrativas sensíveis sobre as relações entre populações tradicionais e os ecossistemas aquáticos da floresta. A proposta articula arte, memória e jornalismo para promover o letramento socioambiental, traduzindo conhecimentos científicos e experiências vividas em uma linguagem acessível e estética. Ao democratizar o acesso a essa produção cultural, o projeto busca estimular o engajamento com a conservação da biodiversidade e o reconhecimento da diversidade cultural amazônica como um bem coletivo.Objetivos específicos:A proposta Aquazônia _ A Floresta-Água transforma uma premiada série jornalística em um livro físico e digital. O projeto se organiza a partir de produtos culturais mensuráveis e acessíveis, que permitirão ao público mergulhar na diversidade ecológica e cultural das águas amazônicas por meio da arte e da ciência, traduzindo a série original em uma experiência sensível e formativa para o público.Para alcançar seu objetivo geral, o projeto se propõe a:1. Produzir e publicar um livro fotográfico bilíngue (português-inglês), em tiragem de 2.000 exemplares, reunindo imagens autorais, mapas ilustrativos, depoimentos em primeira pessoa e textos curatoriais que revelem a diversidade cultural e ecológica das paisagens aquáticas da Amazônia. Destinar 400exemplares à distribuição gratuita em escolas, bibliotecas e centros culturais.2. Realizar eventos de lançamento presenciais em São Paulo, Brasília e Manaus (ou Belém), com acesso gratuito e recursos de acessibilidade. Cada evento contará com uma roda de conversa reunindo artistas, cientistas e lideranças amazônicas, além da exibição de uma seleção de imagens do livro em formato expositivo. As ações fortalecerão o engajamento com os temas abordados na publicação e ampliarão sua visibilidade junto a públicos estratégicos.3. Ampliar o acesso ao conteúdo por meio da produção de versões digitais acessíveis (PDF e ePUB) do livro com a previsão de 3.000 acessos, com recursos de audiodescrição e contraste adaptado, e sua disponibilização gratuita no site da Ambiental Media. A iniciativa busca garantir ampla circulação nacional e internacional, promovendo o uso contínuo da obra por educadores, estudantes, pesquisadores e público geral, além de reforçar seu valor como instrumento cultural de referência sobre os ecossistemas aquáticos amazônicos.
O projeto Aquazônia _ A Floresta-Água tem como ponto de partida uma série jornalística premiada e de ampla repercussão para propor a produção editorial de um livro de fotografia e narrativas amazônicas. A iniciativa busca conectar arte, ciência e saberes tradicionais na construção de um imaginário coletivo sobre as águas da Amazônia, tema de alta relevância socioambiental e cultural para o Brasil e o mundo.A proposta dialoga com os objetivos da Lei Rouanet (Lei nº 8.313/91), ao promover expressões culturais brasileiras, valorizar a diversidade étnica e regional, e estimular a formação de público. O livro constitui um legado material, artístico e educativo, com potencial de circulação ampla e permanente.Especificamente, o projeto atende aos seguintes objetivos dos artigos 1 e 3 da Lei Rouanet:- contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;- apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores- proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade - priorizar o produto cultural originário do País.- estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;- preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionaisO incentivo fiscal é essencial para a viabilização do projeto, pois permite garantir padrões elevados de produção editorial, acessibilidade, difusão e formação, ampliando seu impacto cultural. O projeto também contribui para descentralizar o acesso à cultura amazônica, com material acessível a diferentes públicos.
Em conformidade com os princípios de economicidade e eficiência previstos pelo edital e pela Instrução Normativa nº 1/2023, o orçamento foi elaborado com rigor técnico e foco em contratações estratégicas de empresas e profissionais especializados. A execução prevê a terceirização de etapas que demandam expertise e infraestrutura específicas, como impressão e acabamento gráfico, distribuição do livro e curadoria de conteúdo e produção dos eventos de lançamento, garantindo alto padrão de execução com custos otimizados.O valor orçamentário proposto foi pensado e adequado à dimensão e complexidade do projeto Aquazônia – A Floresta-Água, que envolve múltiplas etapas de execução e produtos culturais de grande alcance. Trata-se de uma iniciativa em larga escala, que inclui eventos de lançamento e exposição fotográfica gratuitos, produção de versões digitais acessíveis e gratuitas e a captação de imagens originais em expedições de campo na região amazônica, etapa imprescindível para atingir o nível de qualidade editorial e documental proposto.O projeto prioriza o uso racional dos recursos, evitando despesas desnecessárias e restringindo a aquisição de equipamentos ao estritamente essencial. Assim, o único bem permanente previsto para compra é um HD externo, destinado ao armazenamento seguro das fotografias captadas durante as expedições de campo. Todos os demais itens são contratados ou locados conforme a natureza temporária das atividades.
Livro fotográficoTítulo: Aquazônia – A Floresta-ÁguaFormato: 28 × 28 cmPáginas: 100Capa: dura, com laminação foscaImpressão: papel couchê 170g, 4x4 coresIdiomas: bilíngue (português/inglês)Tiragem: 2.000 exemplares200 destinados à distribuição gratuita (cota social)Versão digital acessível (PDF com audiodescrição e contraste adaptado)Acompanhado de textos curatoriais, científicos e relatos em primeira pessoaDesign gráfico editorial desenvolvido especialmente para o projeto
O projeto assegura acessibilidade e democratização do acesso em todas as suas etapas. O livro será também publicado em versão digital acessível, com descrições textuais das imagens, audiodescrição, e opção de leitura com fonte ampliada. O curta documental seguirá os mesmos padrões de acessibilidade.Como contrapartida social, serão doados 400 exemplares do livro para escolas, bibliotecas e instituições culturais de acesso público.
O projeto “Aquazônia – A floresta-água” foi concebido com o compromisso de ampliar o acesso à informação, à cultura e ao debate socioambiental em múltiplas frentes, priorizando públicos historicamente pouco representados na literatura. A democratização do acesso começa pela distribuição gratuita de 50% da obra impressa a bibliotecas públicas, escolas da rede básica de ensino e instituições culturais.A versão digital do livro será disponibilizada gratuitamente em português e inglês, hospedada no site da Ambiental Media, o que permitirá seu acesso irrestrito por comunidades escolares, educadores, estudantes, jornalistas e interessados no tema, inclusive em áreas remotas ou com infraestrutura limitada.O conteúdo bilíngue e a abordagem visual favorecem o acesso de públicos diversos, com diferentes níveis de escolaridade, pois estimulam o envolvimento sensível e intuitivo com o tema. Assim, a democratização do acesso se realiza tanto na capilaridade da distribuição quanto na adaptação dos conteúdos para diferentes contextos de uso e públicos, garantindo que o livro alcance sua vocação educativa e mobilizadora.
1. Coordenação e Gestão de ProjetoCoordenador geral: Thiago MedagliaProdutor executivo: Miguel VilelaAssistente de produção: a contratarGestor operacional: Letícia Prochnow2. Expedições de Campo (Fotografia e Pesquisa)Fotógrafo documental principal: André DibJornalista / repórter: Kevin DamásioAssistente de campo: a contratarEspecialista em cultura amazônica (consultoria temática): a contratar3. Edição e Publicação do LivroCurador editorial e fotográfico: a contratarEditor de texto: Ronaldo RibeiroRevisor ortográfico e gramatical: a contratarTradutor português ↔ inglês: Matthew RinaldiDiagramador / designer gráfico editorial: Victor PapaleoConsultor de acessibilidade editorial: a contratarCoordenador editorial: Fernanda LourençoAssistente de produção editorial: Sophia Linares4. Produção Visual e TécnicaDiretor de arte: Victor PapaleoTratamento de imagem: a contratarEspecialista em dataviz: Thais LongarayConsultor de produção gráfica: a contratarEspecialista em pré-impressão: a contratar5. Impressão e AcabamentoEspecialista em produção gráfica / arte-finalista: a contratarGráfica especializada (empresa contratada): IPSIS6. Comunicação e DivulgaçãoAssessor de imprensa: Helena PortilhoGestor de mídias sociais: Samantha PradoDesigner gráfico (para materiais promocionais): Thais LongarayFotógrafo de making of: a contratarGestor de parcerias institucionais: a contratarVideomaker: a contratarEditor de vídeo institucional: Marcelo Carloni7. Distribuição e LogísticaAgência de coordenação logística e distribuição: a contratar8. Lançamento e Evento LiterárioCurador de programação cultural: Sylvia MonasteriosMediadores de rodas de conversa: a contratarAgência de produção de eventos: a contratarTécnico de montagem da mostra fotográfica: a contratarIntérprete de libras: a contratar9. Acompanhamento e Prestação de ContasContador: a contratarAdvogado: Ana Márcia Silva Pinheiro RoyoGestor financeiro e responsável pela prestação de contas: Gabriela TakahashiAnalista de indicadores / impacto: a contratar10. Captação de RecursosCoordenador de captação de recursos / gestor de patrocínios: a contratarThiago: Thiago Medaglia é jornalista, escritor e fundador da Ambiental Media, iniciativa brasileira dedicada ao jornalismo investigativo baseado em ciência e dados. Ex-editora da National Geographic Brasil, Mongabay e InfoAmazonia, Medaglia é mestre em História da Ciência pela Universidade de Harvard e foi bolsista do MIT Knight Science Journalism Fellow em 2020.Letícia Prochnow: Bacharel em Relações Internacionais, se especializa em gerência de operações para startups e pequenas organizações. Foi fellow do Instituto CEO do Futuro em 2020, do IREX e George Mason University Program for Civic and Leadership Engagement em 2022, e do US Department State em 2023.André Dib: Fotógrafo desde 2002, André Dib especializou-se em fotografia documental, produzindo conteúdo para as principais revistas e jornais do país e do exterior. Participou de diversas expedições pelo mundo a fim de documentar paisagens, fauna e flora, bem como registrar o modo de vida de povos e comunidades tradicionais. Entre ensaios e reportagens, teve trabalhos publicados nas conceituadas National Geographic, Scientific American, Nature, The Guardian Explore, O Globo, Folha de São Paulo, entre outros.Kevin Damásio: Jornalista de São Paulo, Brasil, focado em direitos humanos, ciência, crise climática e questões socioambientais. Repórter colaborador da National Geographic Brasil, Diálogo Chino, Mongabay e Ambiental Media. Autor do livro "Serra do Mar: a bacia do Rio Grande e seu entorno" (Horizonte, 2022)Ronaldo Ribeiro: Editor sênior da revista National Geographic Brasil durante duas décadas anos, foi um dos fundadores e editor da revista Os Caminhos da Terra, pioneira na cobertura de ecoturismo e conservação ambiental no Brasil. Matthew Rinaldi: Tradutor português–inglês com mais de 15 anos de experiência profissional. Possui ampla atuação com tradução e revisão em publicações bilíngues no Brasil em arte contemporânea, fotografia e viagens. Também traduz literatura brasileira, textos acadêmicos, relatórios de marketing, pesquisas científicas, crítica literária, publicações institucionais e corporativas, ensaios sobre arquitetura, revistas de bordo, catálogos de exposições de arte, entre outros formatos editoriais.Victor Papaleo: Designer de produtos digitais com 9 anos de experiência especializada no fornecimento de soluções completas para diversos setores. Especialista em orientar projetos desde a concepção até a implementação, com foco na colaboração com o cliente e na liderança de equipes.Fernanda Lourenço: Jornalista especializada em gestão de conteúdo e de equipes, trabalhou por 18 anos em uma afiliada da Rede Globo e no portal G1. Foi produtora, repórter, editora e durante dez anos atuou em cargos de gestão, incluindo chefe de redação, com a missão de integrar a produção de conteúdo para web e televisão.Sophia Linares: Fotógrafa e formanda de jornalismo na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, é estagiária da Ambiental Media, onde atua como assistente de produção editorial. Thais Longaray: Designer e pesquisadora com mais de 15 anos de experiência em comunicação visual, atuando em jornais, revistas, agências de publicidade e instituições acadêmicas no Brasil, Portugal e Espanha.IPSIS: Gráfica referência em qualidade e excelência, produzindo obras que exigem o mais alto padrão. Vencedor de vários prêmios, inclusive do prêmio Latino-Americano Theobald de Nigris, Prêmio Nacional de Excelência Gráfica Fernando Pini, e The Premier Print Awards da Printing Industries of América (PIA).Samantha Prado: Samantha Prado é jornalista, formada pela USP e com passagem pela Université Lumière Lyon 2. Escreveu sobre política e cultura para o Le Monde Diplomatique Brasil, a Revista ZUM e a revista uruguaia Lento. Atua em mídias sociais desde 2020, tendo trabalhado em redações como as do Le Monde Diplomatique Brasil, Agência Pública e UOL.Helena Portilho: Atuação em projetos de comunicação de organizações como Imaflora, Instituto de Pesquisas Ecológicas, TEDx Amazônia, Sistema B Brasil, Profile, Alter, Ambiental Media, Climate Finance Hub e Habitat Brasil. Portfólio: linktr.ee/portfolio.helenaportilhoGabriela Takahashi: Gabriela Takahashi é secretária executiva formada pela FECAP e construiu sua carreira por mais de 10 anos em grandes empresas na área administrativa. Em 2020 decidiu empreender e fundou sua própria empresa de gestão financeira, com o propósito de ajudar pequenas e médias empresas a organizarem suas finanças e crescerem com segurança.Sylvia Monasterios: Sylvia Monasterios é curadora, gestora cultural e tradutora venezuelana. Vive e trabalha em São Paulo. Estudou Sociologia e possui um mestrado em Arte, Educação e História da Cultura. Recentemente, trabalhou como Assistente de Curadoria na 35ª Bienal de São Paulo, atuou como curadora do setor de Artes Visuais do Centro Cultural São Paulo (CCSP), do Pivô Arte e Pesquisa e de diversas exposições individuais. Também foi programadora na Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo, onde realizou eventos como a Virada Cultural e SP na Rua.Ana Márcia Silvia Pinheiro Royo: Advogada com mais de 12 anos de experiência na área Empresarial. Especialista em Direito do Trabalho pela PUC-SP/COGEAE e em Direito Tributário pelo Instituto Brasileiro de Estudos Tributários (IBET) – instituição na qual também atua como Professora Seminarista na unidade de São José dos Campos. Ronaldo Ribeiro: Ronaldo Ribeiro ajudou a desenvolver o projeto da primeira revista de turismo de aventura e conservação do Brasil, Caminhos da Terra, da Editora Abril. Com a experiência, tornou-se editor sênior da National Geographic no país. Ao longo de 19 anos, foi responsável pela gestão do conteúdo da marca na edição em português.Marcelo Carloni: Editor com mais de 20 anos de experiência, desde documentários a vídeos curtos e de impacto para redes sociais. Para tornar os conteúdos mais dinâmicos e acessíveis, utiliza ferramentas do motion design, como o After Effects. Também tem vasta experiência na coordenação de transmissões ao vivo."
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.