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Produção de uma história em quadrinhos autoral com 60 páginas, disponibilizada gratuitamente online e com impressão sob demanda. Desenvolvimento, produção, publicação e lançamento de uma História em Quadrinhos do projeto Garra do Crime - uma história de Ação e Suspense em uma São Paulo distópica nos anos 30. A HQ será disponibilizada gratuitamente pela internet e vendida sob demanda àqueles que desejarem tê-la fisicamente.
São Paulo, 1928, um misterioso inventor é morto em sua oficina na Bela Vista após uma negociação mal sucedida com gângsteres. Antes de morrer, ele é forçado a ativar um experimento inacabado, colocando uma máscara sobre seu rosto, que em um curto circuito, gera uma explosão.Três anos depois, no carnaval de 1931, o detetive Luciano Miller, o “Sherlock Paulista”, e seu motorista Henrique Machado, herói da Revolução de 24, se infiltram no luxuoso baile de máscaras da mansão de Edson Green, magnata britânico e dono da Bright, a única empresa de energia elétrica de São Paulo. Miller e Machado, um homem negro na década de 30, têm um acordo: o motorista resolve os casos, e o detetive, em troca da fama, deve usar sua imagem para ajudá-lo a derrubar a companhia responsável por destruir sua casa em um esquema de especulação imobiliária. Enquanto o “falso Sherlock” se mistura à elite, Machado se infiltra secretamente na biblioteca da mansão, munido de uma câmera e o desejo de justiça.Porém, em um ato inesperado, Miller trai seu parceiro, revelando o plano de Machado aos conspiradores e o incriminando de ter sistematicamente sabotado a Bright. No momento em que Miller está prestes a matá-lo, uma escultura colossal despenca do teto, esmagando Miller diante de todos. Das chamas e da fumaça surge uma figura mascarada com rosto de caveira — o verdadeiro sabotador da Bright — que comanda a máquina gigantesca, transformando o baile em um cenário de pânico e destruição.Machado foge entre os foliões do carnaval, enquanto a mansão arde em chamas. Todos os seus inimigos estão mortos… mas ele não estava satisfeito. Eles precisavam saber quem os derrotou. Naquela noite, uma nova obsessão nasceu: derrotar e capturar aquele que roubou sua vingança, o maior mistério de São Paulo: O Garra do Crime.a) Descrever com detalhes o tema central que será abordado no livro. A obra tem como eixo central a reflexão sobre três forças humanas universais e atemporais: a perda, o luto e a obsessão. Elas são exploradas em profundidade por meio de seus personagens e de um enredo de tensão moral e psicológica. Por meio de Henrique Machado, um homem negro com habilidades geniais de detetive, a obra explora profundamente a obsessão. Inicialmente movido pelo desejo de desmascarar a empresa Bright, responsável por injustiças que devastaram sua vida, e posteriormente pelo desejo de capturar Garra do Crime, Machado acaba se perdendo em sua própria cruzada, deixando que a vingança o afaste da família e o leve a caminhos perigosos, incluindo o envolvimento, mesmo que involuntário, com milícias e grupos revolucionários.Em contraste, Garra do Crime, a figura misteriosa que dá nome à obra, encarna a dimensão mais trágica e simbólica do luto. Ao longo da história, o leitor é levado a crer que o criminoso mascarado é Victor, o inventor morto no primeiro capítulo; porém, descobre-se que a verdadeira mente por trás da máscara é Helena, uma excelente cientista e geniosa alquimista. Tomada pela dor de perder o amor de sua vida, e obcecada pela ideia de mantê-lo vivo, Helena ultrapassa todos os limites morais e científicos em busca do “Elixir da Regeneração”;ela fará o que for necessário para salvar Victor: roubar, matar e até mesmo torturá-lo para mantê-lo vivo.A partir desses personagens, Machado e Helena, a HQ propõe uma reflexão sobre a fragilidade humana diante da perda e do desejo de controle sobre o destino, revelando que tanto o amor quanto o ódio podem nascer da mesma raiz: a incapacidade de aceitar o fim. Além disso, tangencialmente, o quadrinho aborda com profundidade temas sociais estruturais no Brasil, como o racismo e a desigualdade de classe, evidenciados na trajetória de Machado, um detetive brilhante impedido de ingressar na polícia devido à cor de sua pele, e nas relações de poder e corrupção que definem a São Paulo dos anos 1930.b) Apresentar como o autor pretende dividir, por capítulos, o conteúdo do livro. Por se tratar de uma história em quadrinhos, a obra não será dividida em capítulos internos, mas estruturada como uma narrativa contínua, com progressão visual e rítmica cinematográfica. O enredo de Garra do Crime se encerra dentro de um arco narrativo completo, mas abre espaço para expansões futuras.A proponente planeja desenvolver novos volumes, que funcionarão como capítulos avançados da série, aprofundando a história dos personagens, os dilemas morais e os temas de reflexão desta edição. A continuidade da obra dependerá da recepção do público e do sucesso da publicação, podendo ser viabilizada por meio de novos editais culturais ou da tração conquistada pela HQ digital em plataformas de leitura online, através de financiamento coletivo.c) Explicar qual a relevância do tema abordado para a área cultural brasileira. A obra possui alta relevância para a cultura brasileira ao promover uma reflexão artística e social sobre desigualdade, identidade e memória histórica. Ambientada na São Paulo das décadas de 1920 e 1930, Garra do Crime reconstrói um cenário de transformações políticas e urbanas, utilizando locais emblemáticos como a Estação da Luz, o Theatro Municipal e o Mosteiro de São Bento, além de eventos marcantes como as revoluções de 1924 e 1932. Essa ambientação histórica, combinada a uma narrativa de ficção noir, cria uma ponte entre o passado e o presente, convidando o leitor a refletir sobre os ciclos de poder e injustiça que ainda permeiam a sociedade.Ao tratar de temas como racismo estrutural, desigualdade social e corrupção política, a HQ contribui para o debate contemporâneo sobre representatividade e consciência histórica. Paralelamente, ao explorar sentimentos universais, como o luto, a perda e a obsessão, a obra estabelece um diálogo íntimo entre o humano e o social, entre o individual e o coletivo. Assim, Garra do Crime consolida-se não apenas como entretenimento visual, mas como uma obra de valor simbólico e cultural, que amplia o repertório artístico nacional e valoriza a narrativa gráfica como forma legítima de expressão e reflexão no cenário cultural brasileiro.Classificação indicativa: 14 anos.
Objetivos GeraisGerar uma obra literária em formato de história em quadrinhos com 60 páginas; Garantir ampla divulgação e acesso à obra.Objetivos Específicos- Realizar reuniões semanais para a adaptação da história ao formato de História em Quadrinhos e acompanhamento criativo;- Selecionar ilustrador e designer gráfico para criação das artes e diagramação;- Executar as etapas de revisão, finalização e preparação dos arquivos para publicação; - Selecionar equipe para desenvolvimento de uma campanha de marketing- Elaborar e implementar um plano de lançamento e divulgação do quadrinho;- Disponibilizar a versão digital gratuitamente em plataforma online; - Produzir versão impressa sob demanda para o público interessado.
O projeto se enquadra no Art. 1º, inciso I, da Lei nº 8.313/91, pois contribui para facilitar, a todos, o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais. Garra do Crime cria uma história ficcional baseada em um projeto cultural relevante da década de 1930, utilizando o patrimônio histórico e urbano de São Paulo como espaço narrativo e estético. A obra valoriza a cidade como centro de memória e identidade cultural brasileira, e será disponibilizada gratuitamente pela internet, o que permite que cerca de 90% da população brasileira possa ter acesso à produção artística de forma ampla, democrática e sem custos, cumprindo assim a função social do bem cultural e garantindo o livre acesso às fontes de cultura.O projeto também se alinha ao Art. 1º, inciso II, ao promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, valorizando recursos humanos e conteúdos locais. A história valoriza a cultura paulista, explorando marcos históricos, revoluções e estruturas sociais da década de 1930, ao mesmo tempo em que estimula o desenvolvimento conjunto de designers, ilustradores e roteiristas.Além disso, a obra se enquadra no Art. 1º, inciso IV, por proteger e valorizar as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional. O projeto será desenvolvido por uma produtora independente, desvinculada de grandes oligopólios editoriais, e busca retratar São Paulo e o Brasil por meio do olhar de cidadãos comuns — artistas, roteiristas e técnicos que representam a diversidade social e cultural do país. Essa perspectiva amplia a representatividade na produção literária e gráfica, democratizando o acesso à criação cultural e reforçando o papel das produções independentes como instrumentos de pluralidade e inclusão.O projeto também concretiza o Art. 1º, inciso VIII, ao estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. Garra do Crime se constrói como uma obra que dialoga com questões atemporais, como o racismo estrutural, a corrupção e a tensão entre poder e justiça, ao mesmo tempo em que valoriza o patrimônio histórico e arquitetônico paulistano. O quadrinho reflete sobre temas universais como o luto, a perda e a obsessão, convidando jovens e adultos entre 16 e 29 anos a repensarem o passado histórico de São Paulo e seus reflexos no presente. Através da arte sequencial, a obra desperta consciência crítica e promove o conhecimento da história e da cultura urbana brasileira.O uso de recursos públicos se justifica por permitir a viabilização de uma obra autoral de alta complexidade técnica e relevância cultural, garantindo condições adequadas para a produção, edição, impressão e difusão do quadrinho, além de assegurar a remuneração justa de artistas, roteiristas e técnicos envolvidos. A produção independente no setor de quadrinhos enfrenta barreiras significativas no mercado editorial brasileiro, e o apoio do Mecanismo de Incentivo à Cultura é fundamental para que projetos de qualidade alcancem o público em escala nacional e contribuam para a democratização do acesso à cultura.Por fim, Garra do Crime se enquadra também no Art. 3º, inciso II, alínea b da Lei nº 8.313/91, ao promover o fomento à produção cultural e artística por meio da edição de obras relativas às letras e às artes. O projeto resulta na publicação de um quadrinho autoral de valor estético e literário, que articula artes visuais, narrativa e crítica social, fortalecendo o mercado editorial nacional e reafirmando o quadrinho como linguagem artística legítima.
Proposta do tipo Criação de obras artísticas: O Projeto HQ Garra do Crime propõe uma fusão entre duas tradições gráficas de grande relevância histórica dentro do mundo dos quadrinhos, a europeia e a americana, resultando em uma linguagem visual híbrida que combina profundidade atmosférica e dinamismo narrativo. Essa proposta busca equilibrar o ritmo intenso das narrativas de ação com a densidade emocional e o tempo contemplativo característicos do quadrinho europeu, criando uma experiência de leitura que une ritmo, silêncio e reflexão.A linguagem visual da HQ Garra do Crime é construída a partir de composições que alternam grandes painéis panorâmicos e sequências curtas e fragmentadas. Essa estrutura confere à obra um ritmo cinematográfico, no qual o enquadramento e o tempo de leitura tornam-se elementos expressivos da narrativa. A intenção é fazer com que cada página funcione como uma unidade poética, em que a relação entre forma, cor e espaço possa traduzir as tensões internas dos personagens e a atmosfera de suspense da trama. O quadrinho é pensado como uma experiência estética total, em que o silêncio e o vazio adquirem papel dramático tão relevante quanto o diálogo e a ação.Do ponto de vista técnico, o projeto faz uso de softwares como Adobe Illustrator e Adobe Photoshop, que possibilitam uma integração refinada entre textura, cor e composição, resultando em uma pintura digital de maior complexidade e profundidade atmosférica. A paleta cromática, fortemente inspirada na concepção estética noir, é concebida como elemento narrativo, orientando o leitor emocionalmente ao longo da obra: tons frios e neutros predominam nas passagens introspectivas, associadas ao luto e à perda, enquanto contrastes acentuados de luz e sombra intensificam as cenas de ação, conflito e tensão psicológica. Essa construção visual reflete o estado mental fragmentado e moralmente ambíguo dos personagens, traduzindo em imagem a dualidade que estrutura toda a narrativa.As referências artísticas e históricas da HQ Garra do Crime incluem as tiras Garra Cinzenta, publicadas no jornal A Gazeta no final da década de 1930 - obra precursora do imaginário da ficção pulp e noir brasileiro e reconhecida por uma Tese da Universidade de São Paulo (USP) como uma das possíveis influências na criação do Batman. A partir desse diálogo, o projeto propõe uma releitura contemporânea dessa estética sombria e moralmente ambígua, resgatando uma herança gráfica nacional sob nova luz. Em paralelo, a série animada Batman: The Animated Series (1992) constitui uma referência direta de atmosfera e linguagem visual, especialmente pelo uso da luz, da arquitetura e da introspecção psicológica dos personagens.No campo filosófico e temático, HQ Garra do Crime tem como eixos centrais o luto e a obsessão, explorados como forças estruturantes da narrativa e metáforas da condição humana. Os protagonistas, Machado e Dani Lee, emergem de contextos sociais marginalizados que os levam a desenvolver obsessões intensas como motores de sobrevivência e identidade, enquanto a antagonista, Helena Armond, a desenvolve por meio da negação de seu luto, o que resulta em uma traição de todos os seus próprios ideais.Machado, um homem negro de origem humilde, sonha desde jovem em tornar-se detetive. Contudo, no Brasil dos anos 1930, marcado pelo racismo estrutural, sua competência jamais é suficiente para lhe garantir um lugar na força policial. Ao perder sua casa em uma especulação imobiliária promovida por uma grande empresa monopolista, sua frustração amplia ainda mais sua obsessão: destruir aqueles que ele julga como fora da lei. Essa jornada o consome, fazendo com que ele se afaste até mesmo de sua família. Sua origem e jornada refletem questões discutidas por Florestan Fernandes, especialmente no que tange à relação entre ascensão de classe e desigualdade racial no contexto brasileiro.Dani Lee, por sua vez, é um órfão asiático criado por uma família ligada à máfia, que atua como policial e contrabandista ao mesmo tempo. Sua moralidade ambígua o conduz a agir como justiceiro quando lhe convém, sempre motivado por ganhos próprios e pela sobrevivência. Ao fornecer armas a grupos revolucionários, sua obsessão pelo dinheiro se torna um risco ativo à sua vida. Sua trajetória tensiona as fronteiras entre justiça e corrupção, entre ética e instinto de autopreservação.O tema do luto atinge seu ápice na figura da antagonista Helena Armond, conhecida como Garra do Crime. Após um acidente de laboratório que deixa seu marido, o engenheiro Victor Armond, gravemente ferido, Helena recusa-se a aceitar sua morte e canaliza seu sofrimento em uma busca desesperada pela cura. Dotada de conhecimento alquímico e científico, ela realiza experimentos proibidos na tentativa de curar a morte e espalha o caos por São Paulo em nome de um único propósito: salvar o homem que ama. Em sua obsessão, Helena rouba, mata e destrói, inclusive a alma de Victor, mantendo-o vivo por meio de choques e torturas, acreditando estar preservando-o. Sua tragédia ecoa o processo de negação do luto, no qual o amor se converte em destruição, e o impulso de cura se transforma em violência.Dessa forma, Garra do Crime constrói uma reflexão profunda sobre os “tons de cinza” da moralidade humana, abordando o luto e a obsessão como expressões de uma sociedade em desequilíbrio. A obra estabelece diálogo com grandes pensadores e sociólogos brasileiros, ao tratar das relações entre raça, poder e ética, e convida o público a questionar a estrutura moral e social que molda nossas escolhas.A poética de Garra do Crime nasce das decisões de seus personagens e do modo como essas escolhas revelam as falhas da moral e da estrutura social que os cercam. Cada ato carrega o peso do desejo e da culpa, transformando o conflito ético em imagem. O uso de luz e sombra, das cores que oscilam entre o silêncio do luto e o fervor da obsessão, amplia a dimensão emocional da narrativa, enquanto a estética torna visível o que os personagens não conseguem dizer. Assim, a poética emerge do encontro entre a técnica e a narrativa.O cronograma total para a execução da HQ é de dez meses, passando pelas etapas de pré-produção, produção, pós-produção e lançamento.Locais de Realização: Criação de Roteiro e adaptação da história ao formato de História em Quadrinhos - São Paulo, São PauloDesign gráfico, diagramação, impressão e realização da campanha publicitária ONLINE - Blumenau, Santa CatarinaO projeto planeja fazer sua distribuição majoritariamente de forma online e gratuita, através de site próprio e da publicação em aplicativos/sites online para a leitura de quadrinhos, como Webtoons e Tapas. A venda sob demanda será realizada através do site e das redes sociais que serão criadas durante a fase de divulgação do projeto. Sua venda incluirá custos de impressão e transporte. A proponente pretende fazer uma campanha de divulgação, através de redes sociais próprias e do projeto, ao longo de, no mínimo, três semanas, com conteúdos adquiridos ao longo dos 9 (nove) meses de produção até tal ponto; além de fazer o lançamento dos quadrinhos no evento Blumenau Comics Experience (BCX), que teve um público de 15 (quinze) mil pessoas em 2025 e espera atrair 18 (dezoito) mil em 2026 - o lançamento seria realizado na edição de 2027. Dessa forma, a proponente tem uma estimativa de público aproximado em dez mil pessoas.
Produção de uma história em quadrinhos autoral com 60 páginas, disponibilizada gratuitamente online e com impressão sob demanda.Miolo com 56 páginas e 04 páginas de capa e contracapa.Classificação indicativa: 14 anos.Impressão de exemplares 60 páginas + Capa e Contracapa Colorido. Tamanho 135 x 190 mm e de A5. Impressão laser.Capa mole e impressão laser.
O projeto HQ Garra do Crime adota medidas de acessibilidade comunicacional e digital em conformidade com os arts. 42 a 44, 54, 63, 67 a 71, 73 e 102 da Lei nº 13.146/2015 (Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência), com o art. 46 do Decreto nº 3.298/1999 e com o Decreto nº 9.404/2018.Por sua própria natureza, o quadrinho é uma linguagem acessível a pessoas com deficiência auditiva, uma vez que a compreensão da narrativa se dá majoritariamente pela integração entre texto e imagem, dispensando o uso do som como elemento central. A publicação digital amplia essa acessibilidade, permitindo que pessoas com deficiência física tenham acesso direto ao conteúdo de forma autônoma, por meio de computadores, tablets ou celulares.A diagramação seguirá critérios de contraste e legibilidade, com tipografia adequada e espaçamento que facilita a leitura por pessoas neurodivergentes, incluindo autistas e disléxicos. A narrativa visual, por ser sequencial, simbólica e direta, favorece a compreensão por pessoas com diferentes formas de processamento cognitivo, ampliando o alcance comunicacional da obra.Essa combinação entre recursos tecnológicos acessíveis e linguagem visual inclusiva faz de Garra do Crime uma obra pensada para garantir que pessoas com diferentes tipos de deficiência possam fruir, compreender e se relacionar plenamente com o conteúdo. Além disso, o aspecto comunicacional do projeto será desenvolvido de forma acessível, com textos e vídeos com audiodescrição elaborados para atender o público com deficiência visual, e recursos adicionais de clareza textual, ritmo e estrutura narrativa adaptados para favorecer a compreensão por pessoas neurodivergentes, incluindo leitores autistas e pessoas com diferentes formas de atenção e processamento. Dessa maneira, todo o processo de comunicação — da leitura à divulgação — será planejado para ser acessível, sensível e inclusivo.
O projeto HQ Garra do Crime adotará o Inciso I do Art. 47 da IN nº 23/2025, comprometendo-se com a doação de pelo menos 10% (dez por cento) dos produtos resultantes de sua execução para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto no art. 46, inciso III, totalizando 20% (vinte por cento).Embora o projeto preveja uma pequena tiragem de exemplares físicos para comercialização, seu conteúdo digital será integralmente gratuito, disponibilizado em plataformas acessíveis ao público em geral. Dessa forma, a proposta amplia significativamente o acesso ao bem cultural, alcançando públicos diversos em todo o território nacional e reforçando o compromisso com a função social da arte e com os princípios de inclusão e democratização cultural previstos na Lei Rouanet.
Projeto Gráfico e artístico -Belli Studio A Belli Studio é uma produtora cultural sediada em Blumenau/SC que, há mais de 25 anos, atua na criação de conteúdos audiovisuais e ilustrativos com impacto social, educacional e artístico. Seu foco é desenvolver projetos que encantem, eduquem e promovam o acesso à cultura para públicos de todas as idades. Abaixo estão nossas principais ações e atividades culturais: Produção de Séries Animadas Originais · Boris e Rufus (estreou em 2018 nos canais Disney, exibida em mais de 100 países, dublada em mais de 7 línguas). · Tuca, o Mestre Cuca (estreou em 2021 na TV Cultura e já é apresentada na Prime Video em espanhol na América Latina). · Esquadrão do Mar Azul (estreou em 2023 na TV Cultura). Essas séries reforçam a identidade cultural brasileira e promovem valores como amizade, curiosidade e consciência ambiental, sendo acessíveis a públicos diversos. Criação de Ilustrações e Design Gráfico · Atua desde 1999 com ilustração de livros infantis, inicialmente com a editora Todolivro, contribuindo para o fomento da leitura e da educação visual. Criação de livros para o Alles Park, HQ para Heróis da Pizza. · Desenvolve mapas ilustrados e conteúdos gráficos para parques temáticos e projetos culturais, integrando arte e território. . Criação de personagens, conceitos, ilustrações e mapas temáticos para Grupo Aviva, Credeal, Alles Park, Beto Carrero, Bondinho Pão de Açúcar e Parque Unipraias, Heróis da Pizza etc. Formação de Profissionais da Cultura · Desenvolve o Plano de Trainee, um programa próprio de capacitação para jovens talentos da animação, incluindo cursos EAD gratuitos, workshops presenciais e treinamento prático com mentoria. · Anualmente seleciona e forma novos profissionais, promovendo a empregabilidade e qualificação no setor audiovisual, especialmente em uma região carente de formação técnica específica. Desenvolvimento de Obras com Impacto Social e Cultural · Trabalha com temas que valorizam a diversidade, inclusão, ética, meio ambiente e infância. · Suas obras são independentes, com total liberdade criativa, e têm como objetivo contribuir para a formação de repertórios culturais e emocionais do público infantojuvenil.Diretor - Rubens BelliIlustrador, animador, diretor e produtor de filmes em animação com experiência nos mercados de publicidade, editorial e de conteúdo para TV e novas mídias. Desde 1990 ilustrou mais de 100 livros infantis e produziu diversos VTs em animação para publicidade, empresas privadas, curtas metragens, séries para o mercado editorial e séries para TV. Em 1999, fundou a produtora Belli Studio Design. Em 2003 foi diretor do Curta em animação Aventuras na Ilha da Magia, com duração de 18 minutos no qual foi ganhador do prêmio Cinemateca Catarinense/ Mostra Competitiva Anima Mundi. Em 2004 foi diretor dos projetos Clássicos de Ouro (animação 10x 5 minutos) da Editora Todolivro, com mais de 800 mil dvds vendidos, bem como também diretor do projeto Aventuras de Betinho Carrero (Animação - 9x10min e 12x5min) para o Beto Carrero World. Entre 2015 e 2023 dirigiu temporadas da série Boris e Rufus (42 x 11’) exibida pela Disney XD, Disney Channel, TV Cultura, Vivo Play, Now, Looke e Amazon Prime Video. A série ganhou 1º prêmio no evento Chilemonos e foi indicada ao Grande Prêmio do Cinema Brasileiro em 2019 na categoria série animada para TV e é exibida em mais de 100 países. Entre 2022 e 2024, Diretor e produtor executivo da série Esquadrão do Mar Azul. Formato: episódios de 7 minutos. Músicas inclusas. Temas de ESG. Vamos sensibilizar as novas gerações para importância da preservação das nossas águas. Uma série de desenho animado que apresenta as maravilhas do universo submarino com muita música e diversão! Ganhador do Prêmio Grande Otelo em 2024. Rubens Belli vem difundindo a arte da animação e ilustração no estado de Santa Catarina através de mostras, workshops, palestras e exibições e tem participação constante em feiras como KIDSCREEN (EUA) ANIMAFORUM e RIO CONTENT MARKET (RJ). É membro da ABCA – Associação brasileira de cinema e animação e sócio da BRAVI – Brasil Audiovisual Independente. Portfólio Rubens: https://www.linkedin.com/in/rubensbelli/ Produtora Executiva - Aline Muxfeldt da Silva Belli Desde 1999 quando fundou a produtora de ilustração e animação Belli Studio Design Ltda, Aline atua como Produtora Executiva em diversos projetos e tem como principais funções: construir networking, cuidar da marca Belli Studio, apresentar projetos em eventos (pitching), acompanhar testes de personagens/universo em escolas, palestras sobre animação (prod. executiva), receber pitching de novos projetos, gerenciar o desenvolvimento de novos projetos, sua documentação artística e orçamentária, levantar recursos de produção, além de ser responsável pelo contato com as emissoras de TV e outros exibidores. Na prestação de serviços, também é responsável pela divulgação da Belli Studio e captação de novos negócios. Ao lado do sócio, Rubens Belli, participa ativamente de eventos do setor no estado de Santa Catarina através de mostras, workshops, palestras e exibições e tem participação constante em feiras.Eduardo Correa Kissajikian - Roteirista e criador Eduardo “Crox” Kissajikian é diretor de arte e fotógrafo nascido na cidade de São Paulo, Brasil, no ano de 1986. Em 2013 começou a trabalhar na Coyote Produções com os diretores de arte Pedro Bolo Catellani e Luisa Doria, atuando inicialmente como assistente e produtor de arte desenvolvendo projetos de direção de arte e cenografia para cinema, TV e internet. Como produtor de arte seu trabalho de maior destaque foi a série “Buuu - Um chamado para a Aventura”, exibido no canal Gloob em 2016. A partir de 2016 passou a atuar como Diretor de Arte e nos últimos anos desenvolveu projetos de curtas e longa metragens, vídeo clipes e peças publicitárias. Entre seus trabalhos de conteúdo destacam-se: “Discover". Be Discovered - Steven Spielberg Tribute” (2016), trailer de abertura do 24o Festival de Cinema de Raindance, e vencedor do prêmio “Young Directors Award - 2016”, o curta “Dead Teenager Séance” (2018), selecionado e premiado em diversos festivais nacionais e internacionais, o longa metragem “FEIQUE” (2020), atualmente em finalização. Seu portfólio pessoal pode ser visto em vimeo.com/edukissa. Paralelamente, como fotógrafo desenvolve projetos documentais e ficcionais para o cinema desde 2015. Também é formado em Direito pela UPM/SP e especialista em Direito da Comunicação e Entretenimento pela ESA/SP, e desde 2008 oferece suporte e orientação jurídica para diversas produtoras de cinema de São Paulo. Rafael Baliú - Roteirista e criador Escreve desde pequeno. Formou-se em cinema pela FAAP e trabalha como roteirista desde 2010. Escreveu ou co-escreveu os curtas O Último Jokenpo (2011), Um Estranho na Porta (2012), Blondie- A Loira do Banheiro (2016), Children of The Cosmos (2017), Invocação dos Adolescentes Mortos (2018), NERVO (2019) e META (2012, que também dirigiu). Também co-escreveu a websérie Nerd of the Dead (2016), exibida pelo portal Omelete. Suas obras participaram de dezenas de festivais dentro e fora do Brasil e já foi premiado 17 vezes, incluindo melhor filme e melhor roteiro. Já trabalhou na televisão aberta escrevendo para os programas de auditório Conversa de Gente Grande (com Marcelo Tas) e Quem fica em Pé (Com Datena) ambos pela Bandeirantes. Escreveu alguns roteiros de longas- metragens de ficção. Asco (2016) e O Diabo Mora Aqui (2016) foram filmados e o segundo ficou alguns meses em cartaz em diversas capitais brasileiras e fez parte da grade de programação do Canal Brasil e Telecine. Também co-dirigiu o longa-metragem documentário Drama da Paixão (2016). Escreveu para desenhos animados, inclusive WeeBoom, que faz parte da programação do canal Boomerang. Também escreveu o roteiro dos quadrinhos ARANHA e NINJA, além de diversos contos.
Projeto encaminhado automaticamente para pauta da reunião da CNIC