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Realização de 4 (quatro) espetáculos de música erudita e imagens nas cidades de Recife, Fortaleza, Rio de Janeiro e São Paulo, com o violonista e maestro Caio Cezar Sitonio e o violeiro Pita Cavalcanti interpretando a obra de Johann Sebastian Bach (Produto Principal). O projeto contempla, também, a gravação de um álbum musical com 14 faixas (Produto Secundário). O espetáculo (concerto) acontece dentro de uma caixa imersiva (palco) com imagens do sertão barroco brasileiro especialmente criadas para este projeto.
Quatro espetáculos de música erudita e imagens com o premiado violonista Caio Cezar Sitonio e o violeiro Pita Cavalcanti interpretando a obra de Johann Sebastian Bach. Os eventos acontecerão nas cidades de Recife, Fortaleza, São Paulo e Rio de Janeiro. O espetáculo tem 1 hora e 15 minutos de duração. Os espetáculos vêm acompanhado de imagens do sertão barroco brasileiro especialmente produzidas para este projeto.Será, também, produzido um álbum musical inédito com 14 músicas de Bach interpretadas pelo violonista e maestro Caio Cezar Sitonio (vencedor do 22º Prêmio da Música Brasileira) e o violeiro pernambucano Pita Cavalcanti. A seleção para o repertório privilegiou 14 composições que no sentido estético e musical atendessem ao conceito de diálogo entre o Barrocos Histórioco Bachiano e o Barroco Nordestino Brasileiro, bem como, fossem pertinentes para com as características sonoras e interpretativas da viola caipira e do violão. No repertório teremos:Invenção 01. BWV 772; Invenção 02. BWV 773; Invenção 04. BWV 775; Invenção 06. BWV 777Invenção 14. BWV 785; Invenção 15. BWV 786.Fuga 02. BWV 847; Fuga 03. BWV 848; Fuga 10. BWV 855; Fuga 12 BWV 881; Fuga 13. BWV 858Prelúdio 02. BWV 847; Prelúdio 10. BWV 855; Partita - Allemande BWV 1013.
Objetivo Geral1. Realizar quatro (04) espetáculos de música erudita.2. Gravar de um álbum musical.Objetivo específico1. Realizar quatro concertos de música erudita com o violonista e maestro Caio Cezar Sitonio e o violeiro Pita Cavalcanti. As cidades: Recife, Fortaleza, São Paulo e Rio de Janeiro.2. Gravar um álbum musical com quatorze faixas com a obra de Johann Sebastian Bach interpretadas por violão e viola caipira.3. O espetáculo prever um público de aproximadamente 2000 pessoas.4. A gravação do álbum será realizada em estúdio de gravação em Jaboatão dos Guararapes, região metropolitana de Recife, Pernambuco.5. O álbum musical será disponibilizado nas principais plataformas digitais de música através de uma distribuidora digital.
Propiciar ao público um projeto inédito e arrojado baseado num sincretismo estético e fantástico formado pela música de Bach, a sonoridade barroco sertaneja da Viola Caipira e brasileira do Violão. Esse é o mote dessa peleja atemporal.Apresentamos, aqui, um projeto eminentemente Barroco que propõe um diálogo artístico e musical entre o Barroco Bachiano Setecentista (Barroco Histórico) e o Barroco do Sertão Brasileiro (Barroco Trans-histórico), este, caracterizado por um existencialismo dramático que consiste em inventar e reinventar ao seu modo, à sua maneira os determinismos clássicos e universais. Nessa seara do Barroco ou do Neobarroco ou do Transbarroco ou do Surregionalismo ou do Realismo Mágico, são muitas as nomenclaturas, obras basilares foram criadas por artistas de linguagens diversas no Brasil e na América Latina. Exemplo disso se dar na literatura de Guimarães Rosa de "Grande Sertão: Veredas", no cinema de Glauber Rocha em "Deus e o Diabo na Terra do Sol", nas esculturas de Francisco Brennand, no Armorial de Ariano Suassuna, no realismo mágico de Manoel de Barros, Jorge Luis Borges, Gabriel Garcia Marquez, Isabel Allende, entre outros. Daí o entendimento libertador e consagrador de que "A América é fronteira, o Sertão da Europa".Dar continuidade e propor novos entendimentos a essa estética, de forma inédita, através da música barroca de Bach, da sonoridade sertaneja da Viola Caipira e brasileira do Violão, faz deste projeto uma rica oportunidade do público perceber a grandeza de sua cultura e se deparar com a trajetória e construção plural de sua identidade e formação.Portanto, aqui está um projeto singular em que podemos, ainda, vivenciar a renovação simbólica e referencial dos elementos significativos inerentes a toda obra de arte.Atento às diretrizes da Lei 8313 o projeto Bach Viola Sertão se insere plenamente nos seguintes termos da lei:ARTIGO 1ºI - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;VII - Desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos e nações;VIII - Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;ARTIGO 3ºII _ Fomento à produção cultural e artística mediante:a) produção de discos (álbum musical), vídeos, filmes e outras formas de reprodução fonovideográfica de caráter cultural.;
Figurino indicado na planilha será para os músicos/interpretes tirem a foto de divulgação, sendo este figurino o mesmo a ser utilizado pelos interpretes nas apresentações.O trecho aéreo Rio-Recife-Rio Rio-Fortaleza-Rio e Rio-São Paulo-Rio destinam-se ao Proponente / Diretor de Produção Luiz Boal, Iluminador Gustavo Guenzburger, o Técnico de Som Fernando Capão e o assistente de produção Aloísio Antunes que residem no Rio de Janeiro. Os trechos Recife-Fortaleza-Recife, Recife-São Paulo-Recife, e Recife-Rio-Recife destinam-se aos interpretes Caio Cezar Sitonio, Pita Cavalcanti, VJ Gabriel Furtado e o cenógrafo/diretor de arte Toni Braga.
Quatro Apresentações Musicais de música erudita exclusivamente instrumental com violão e viola caipira interpretando Johann Sebastian Bach (domíno público). O espetáculo tem duração de 1 hora e 15 minutos e vem acompanhado de imagens do sertão barroco brasileiro.O Álbum Musical terá 14 faixas musicais com duração total de 1 hora de duração. A gravação será realizada pelos músicos/interpretes Caio Cezar Sitonio (violão) e Pita Cavalcanti (viola caipira) em estúdio de gravação digital em Joboatão dos Guararapes, região metropolitana do Recife.
Este projeto se compromete a atender rigorosamente, dentro das características deste produto cultural, as exigências legais descritas no Manual do Proponente relativas à Lei nº 13.146 de 2015 nos termos dos arts. 42,43,44, 54, 63, 67, 68, 69, 70, 71, 73 e 102, o Decreto nº 3298 de 1999 no art. 46, e do Decreto nº 9404 de 2018.Este projeto se compromete a contratação de um monitor de PCD em cada um dos espetáculos.Este projeto se compromete a produzir material em Braille para o público com deficiência visual.Este projeto se compromete a fazer parcerias com instituições de ensino para deficientes visuais destinando a estas cotas de ingressos.
Em conformidade como Artigo 47 da IN nº 23/2025 este projeto atenderá os seguintes itens da lei:OBS: Todos os espetáculos têm estrada gratuita.II - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos, incluindo os seus acompanhantes;III - disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos.
Luiz Boal, sócio administrador da Olhar Brasileiro Produções Artísticas, empresa proponente, exercerá a função de Coordenação Geral e Direção de Produção do projeto Bach Viola Sertão. (Ver nos Documentos Anexos portfólio da empresa Olhar Brasileiro/Luiz Boal).NOME: Caio Cezar Barros Sitonio (Músico/Interprete - violão, Diretor Artístico e Musical)Violonista e maestro pernambucano vencedor do 22º Prêmio da Música Brasileira – Melhor Grupo Instrumental. 2011.Como violonista solo destacam-se: CD Saudades de Princesa (2010), com o Trio de Câmara Brasileiro; CD Um Século do Violão Brasileiro (2000) com Yamandu Costa, Duo Assad, Marco Pereira, Paulo Bellinati e outros); e CD Caio Cezar Interpreta João Pernambuco (1992);Como maestro orquestrador destacam-se: Orquestrador Sinfônico para os projetos: Sertanejo Sinfônico, Rock Brasília Sinfônico e Rock Brasil Sinfônico para a Orquestra Petrobrás Sinfônica (2021); Arranjos, Direção e Produção Musical (ao lado de Mário Caldato Jr.) do CD Orquestra Afro Brasileira 75 ANOS (2017) tendo como convidados Elza Soares, Diogo Nogueira, Céu, Jards Macalé e outros; Direção Musical e Direção Artística dos CDs: Pixinguinha Sinfônico (com a Orquestra Petrobrás Sinfônica); Pixinguinha Sinfônico Popular (com a Orquestra Sinfônica do Recife); e Pixinguinha No Cinema (2009);Depoimentos:“Dos violonistas atuais, destaco Caio Cezar, gente boa e séria que estuda e toca pra valer”. RAPHAEL RABELO (Revista JAM, 1997);“Caio Cezar é um violonista cuja técnica impecável permite-lhe tocar as passagens mais rápidas e os acordes mais extensos com total clareza sonora”. JOSÉ DOMINGOS RAFAELLI (Jornal O Globo, 1993);NOME: Pita Cavalcanti (Músico/Intérprete - viola caipira)Violeiro e compositor pernambucano, tem se destacado ao longo de sua vida musical pelo apreço à cultura popular e o rigor técnico interpretativo.Dentre seus trabalhos, destacamos:Série de Concertos Sertão Barroco ao lado do violonista Caio Cezar Sitonio (Recife, 2021); Projeto Solo & Cia. Série de concertos no Museu do Estado de Pernambuco que contou com a participação do violonista Caio Cezar Sitonio, do bandolinista Marco César, do cavaquinista João Paulo Albertim, do multi-instrumentista Sérgio Ferraz e do violoncelista Fabiano Menezes. (Recife, 2018); Violeiro e Assistente de Direção Musical da “Ópera do Sol”, de Adriano Marcena, com estréia no Teatro Apolo (Recife) e turnê por todo o Nordeste (Recife, 2017); Concerto como integrante do grupo “Violões de Câmara” no Teatro Santa Isabel no IV Encontro de Violões e Bandolins do Recife (Recife, 2008).NOME: Gabriel Furtado (Artista Visual e VJ)Em 2002 integrou a criação do coletivo Media Sana que realiza um trabalho audiovisual de “reciclagem de mídia”. O grupo faz performances ao vivo de som e imagem e já se apresentou em diversas cidades e eventos do país. Destacamos os seguintes projeto: Show com Orquestra Sinfônica do Recife; Show Som Da(r)Vida com Lucas dos Prazeres; 3. DVD Cordas, Gonzaga e Afins com Elba Ramalho, Sagrama e Quarteto Encore; Festival de Inverno de Garanhuns 2015; 5. Projeto URBE---SE; Monumento Video Mapping – Edição Noronha; Turnê Cordel do Fogo Encantado; Festival Rec beat 2018; Festival de Inverno de Garanhuns 2014; 10. Projeções na pandemia (Recife).TONI BRAGA - Artista Visual e Cenógrafo. Formado pela Escola Técnica Estadual Prof. Agamemnon Magalhães, Toni Braga se consolidou como um dos principais Artistas Visuais e Cenógrafos pernambucanos. Segue, abaixo, alguns dos seus trabalhos: Cenografia do lançamento do CD “O sonho da rabeca”de Mestre Salustiano (2000); Cenografia do 2º Encontro de Pífanos (2010); Ilustração para o Encarte do CD, Cenário do Show de Lançamento e Clip da Faixa Título do CD Sinfonia e Batuques de Naná Vasconcelos. (2011); Cenografia do “5º Tocando Pífano” (Olinda – PE, 2015); Identidade Visual do “Centenário de Louro do Pajeú”. São José do Egito – PE. (2015); Cenografia e Identidade Visual do DVD Grupo “Em Canto e Poesia” (2015); Cenografia: Desenhos ao vivo e Identidade Visual do Espetáculo “O duelo da Rabeca com o Violino” (2015); Vídeo da música “Chão de Giz” do CD/DVD de Elba Ramalho “Cosdas, Gonzaga e afins”; Cenografia da ”Mostra AMP de Músicas” (2021); Cenografia e Desenhos ao Vivo do “Festival Recife Cidade da Música – Palco Pré AMP”. (2022); Cenografia Mostra Pré AMP (2022); Cenografia Festival Sonora Olinda (2023); Cenografia Alceu Valença – Carnaval (2023).NOME: Gustavo Guenzburger (Iluminador)Ativista e pesquisador pós-doutorando em Artes Cênicas, na UNIRIO. Segue abaixo alguns dos trabalhos realizados: ILUMINAÇÃO: Paulo César Pinheiro 70 anos (2019); Choro Carioca Música do Brasil (2018); Mudando de conversda, com Hermínio Bello de Carvalho (2018); Aracy de Almeida, a rainha do Parangolés (2017); Instituto Moreira Salles, show de Edu Lobo, Moraes Moreira, Roberto Silva, entre outros (2011/2013); Pixinguinha na Pauta, show Teatro Carlos Gomes, RJ (2011); DIREÇÃO: Co-direção do filme Pedro e o Choro – Uma história Musical (2021); Série de shows Hermínio aos 80. Centro Cultural dos Correios, RJ (2016); Show Rosa de Ouro 50 anos, Teatro Ginástico, RJ (2015); Crônica de Nuestra América, de Augusto Boal, OI Futuro e Sesc Tijuca (2014-2915); Show Iluminante, com Áurea Martins (2012-2013); Série de shows Onomatopeia Não é Palavrão, de Hermínio Bello de Carvalho (CCBB/RJ - 2011).NOME: Salismar Alves Bezerra (Dsigner Gráfico)Designer gráfico nos seguintes projetos:Livro AMOR EM PRETO E BRANCO do multiartista Lula Côrtes (1997); CD RECRIAR da banda SOMOS UNO (2007); Cd colibri da banda SOMOS UNO (2008); CD PÉ DE FREVO – compositor Claudio Motta (2010); Álbum ROMERO PERNANBUCO CANTA CHICO BUARQUE (2012); Álbum CONVITE Marcia Corcino (2013); Álbum AMEIXAS DE PLUM VILLAGE – GROWN IN BRAZIL – Goreti Rocha (2014); Álbum PALAVRAS ENCANTADAS - SOMOS UNO, GERALDO AZEVEDO (2015); Turnê SOMOS UNO E GERALDO AZEVEDO (2016); CANTO SOBRE RODAS projeto aprovado pelo edital Funcultura (2017); De A ÓPERA DO SOL de ADRIANO MARCENA (2018); CD CORAÇÕES PERNAMBUCANOS do cantor Bento Rezende com Nando Cordel e Maestro Spok (2018); CD E MUITO MAIS ... – João Donato, Lysias Enio e Stephan Hitzelberger (2018); Tratamento de imagens do livro O LOBO E A LAGOA de Lula Côrtes (2000); NOME: Stephan Hitzelberger (Estúdio Via Brasil, Engenheiro de Gravação)Como Engenheiro de Gravação e Produtor Musical gravou, em seu Estúdio Via Brasil, artista como: Nando Cordel, Geral Azevedo, Lysias Ênio, Silvério Pessoa, Maestro Spock, Josildo Sá, Flávio José, Santana, Cezzinha, Marcelo e Ciano do Quinteto Violado, Getúlio Cavalcanti, Nigel Shore (1º oboé da Filarmônica de Berlim), Hans Limburg, bem como, importantes músicos instrumentistas nacionais, entre eles: Paulo Russo, Rafael Vernet, Andrew Scott Potter, Bráulio Araújo, Augusto Silva, Fabinho Costa, Fabiano Menezes, Kelly Benevides, Júnior Xanfre, Kelly Rosa, Zeh Rocha, Jessé Pessoa, Transversal Frevo Orquestra (com César Michiles), Orquestra Beiradão do Amazonas (de Ênio Prieto), entre outros.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.