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PRONAC 2512492Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Exposição Couro | Civilização do Couro | Ciclo do Couro

SERVICO SOCIAL DA INDUSTRIA - SESI
Solicitado
R$ 1,13 mi
Aprovado
R$ 1,13 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Expo realiz em Museu ou c/ Acervo d Museu+Museogra
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Exposições de artes visuais, culturais, com museografia ou acervos de museus
Ano
25

Localização e período

UF principal
CE
Município
Fortaleza
Início
2026-01-05
Término
2027-12-30
Locais de realização (1)
Fortaleza Ceará

Resumo

Ofertar ao público uma exposição com o tema do couro a partir dos eixos : território/espaço; práticas artesanais; industrialização/trabalho/curtume. A ser realizada no Museu da Indústria SESI | FIEC em Fortaleza, Ceará, a intenção é promover uma discussão sobre o couro, como matéria-prima de uma das mais antigas indústrias da humanidade.

Objetivos

.Objetivo Geral : O objetivo deste projeto é produzir, montar e abrir ao público uma exposição com o tema do couro. A ser realizada no Museu da Indústria SESI/FIEC em Fortaleza, Ce.Objtivos Específicos : 1 - Ofertar ao público uma exposição por um período de 12 meses, com acesso gratuito e com a presença de 20 mil visitantes;2. Promover um projeto educativo que envolva escolas públicas e privadas, com oferta de atividades educativas;3. Realizar ações paralelas à exposição com oficinas, palestras e mesas redondas abertas ao público gratuitamente, aos finais de semana - Produto EXPOSIÇÃO CULTURAL: realizar uma exposição sobre, na cidade de Fortaleza, Ce. A exposição ficará disponível para visitação por 1 ano, aberta gratuitamente ao público, de terça a domingo.

Justificativa

Exposição Couro | Civilização do Couro | Ciclo do CouroO Museu da Indústria do Ceará está localizado no centro histórico de Fortaleza, região da cidade que concentra marcos relevantes para a cidade, como a Santa Casa de Misericórdia, o Passeio Público, o Museu do Ceará, a Associação Comercial do Ceará e o Forte de Nossa Senhora da Assunção. Próximo ao litoral, o edifício remonta a um período histórico importante, em que a cidade se desenvolvia de costas para o mar com as principais construções ao redor do Riacho Pajeú, atualmente, região central de Fortaleza. Projetado pelo arquiteto João Adolfo Herbster em 1871 e tombado 1995, o edifício foi sede de diversas instituições, como o Clube Social de Fortaleza, um hotel e os Correios. Em 2001, a edificação foi adquirida pelo SESI, em 2005 as obras de restauro foram iniciadas e, em 2014, inaugurou-se o Museu da Indústria. Com o objetivo de apresentar aos visitantes temas como trabalho, inovação tecnológica, sustentabilidade e design, o Museu da Indústria conecta o passado e o futuro da indústria, através de marcos econômicos do Ceará.Nesta oportunidade, ressaltamos que a ocupação do Siará Grande pelos colonizadores, no século XVII, seguiu o curso dos grandes rios da região. Acompanhando as margens das águas doces, o gado e toda a infraestrutura necessária para a criação de animais foram avançando pelos caminhos que o historiador Capistrano de Abreu denominou de "sertões de dentro" — partindo do Rio São Francisco, desbravando o Piauí, o Maranhão e chegando ao Ceará — e os "sertões de fora", que seguiam pelo litoral da Paraíba e do Rio Grande do Norte, alcançando também o território cearense. Essa ocupação gerou o que Capistrano chamou de civilização do couro, ".... de couro era a porta das cabanas, o rude leito aplicado ao chão duro, e mais tarde a cama para os partos; de couro todas as cordas, a borracha para carregar água..." (ABREU, 1998, p.135). A indústria do couro marcou a história da ocupação do Ceará, sendo um dos principais produtos de exportação do estado ao longo dos anos. A tradição de fabricação das selas, alforges e gibões gabaritou artesãos e influenciou o surgimento das primeiras indústrias que tinham o couro como principal matéria prima, como a indústria calçadista, artefatos de couro, vestuário, automotiva, moveleira, entre outras. Pois, segundo Cândido Couto Filho, o couro é certamente uma das mais antigas indústrias do homem, que transforma as peles maleáveis para a produção de todo tipo de artefato. Os curtumes se apresentam, então, como indústrias que utilizam de variados métodos para o tratamento da pele.O Museu da Indústria tem como uma das suas principais missões preservar, divulgar e salvaguardar a história e a memória da indústria no Ceará. Nos salões do edifício histórico do museu, já passaram exposições sobre a carnaúba, o café e a chegada da eletricidade, temas que marcam o desenvolvimento econômico do estado.Nesse sentido, o tema do ciclo do couro cumpre um papel fundamental para a ocupação e desenvolvimento do Ceará e a exposição que abre o Museu da Indústria já apontava esse caminho, com objetos e imagens que faziam referência ao ciclo do couro no estado. Uma exposição museológica necessita de etapas e profissionais específicos, a pesquisa e concepção são bases fundamentais para as demais etapas. Esse trabalho deverá subsidiar a produção da mostra construindo o alicerce do que será apresentado ao público.O projeto da exposição se conecta a estes debates atuais e se dedica a tratar de temas como a territorialização gerada pelo ciclo do couro, aspectos do trabalho com o gado, a produção artesanal que compõem este universo de peças de vestuário entre outras, além das técnicas de curtimento e a industrialização.Este projeto contribui para o inciso primeiro do Art. 1 da Lei 8313/91, "ao contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais", além de cumprir com obrigações do Art. 3 , ao possibilitar o "II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;"

Acessibilidade

Em atendimento ao Art. 42 da Instrução Normativa MinC nº 23, de 05 de fevereiro de 2025 :No aspecto arquitetônico:os espaços do Museu da Indústria oferecem acessibilidade a pessoas com deficiências e pessoas com mobilidade reduzida, com rampas de acesso, banheiro adaptado, sinalização e equipe treinada para a recepção do público.No aspecto comunicacional e de conteúdo Acessibilidade para PCD’S visuais: audiodescrição, obras táteis;Acessibilidade para PCD’S auditivos: disposição de vídeos para tradução em Libras dos conteúdos expositivos;Acessibilidade para PCD’S neuro divergente: educadores treinados para o atendimento, abafadores de ruídos.

Democratização do acesso

Em atendimento ao Art. 47 da Instrução Normativa MinC nº 23, de 05 de fevereiro de 2025 :Em complemento às medidas de democratização de acesso, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso:III - disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição;O projeto visa democratizar o acesso ao espaço expositivo, oferecendo uma experiência gratuita e inclusiva para o público. O Museu está localizado no centro comercial da cidade, um local de fácil localização e acesso, pois dispõe de uma grande frota de transportes públicos e estacionamentos no entorno, além de estar inserido em um corredor histórico da cidade. A divulgação será realizada em canais digitais e publicitários, e a permanência da exposição por 12 meses permitirá que um maior número de pessoas possa visitá-la, ampliando assim a acessibilidade e o alcance do público.Para aproximar a comunidade local, o projeto visa criar parcerias com instituições, seja com associações ou projetos sociais, para fomentar o diálogo e valorizar o saber-fazer dos ofícios relacionados ao couro. Para o público escolar, serão desenvolvidas ações educativas e lúdicas, como visitas mediadas, jogos didáticos, contação de história, oficinas, dinâmicas, dentre outras atividades que visam estimular a criatividade e o aprendizado dos alunos. Além disso, será disponibilizado um caderno da exposição para professores, o que auxilia o docente em sala de aula ao trabalhar temáticas que podem ser discutidas a partir da visita à exposição.

Ficha técnica

Luis Carlos Beltrão Sabadia – Coordenador Geral. É formado em Administração de Empresas com pós-graduação em Gestão de Produtos e Serviços Culturais, ambos pela Universidade Estadual do Ceará. Iniciou seus trabalhos na iniciativa privada. É um dos fundadores da ONG Alpendre - Casa de Arte Pesquisa e Produção. Desde 2002 é consultor do SEBRAE. Entre 2003 - 2007 foi Diretor de Ação Cultural do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura. Foi membro da Comissão de Implantação da organização social Instituto Cultural Iracema junto a Prefeitura de Fortaleza. Foi avaliador do Prêmio Cultura Viva por quatro anos consecutivos. Desde 2009, como consultor na elaboração e gestão de projetos para instituições públicas e privadas, destacando-se a Fundação Edson Queiroz – Universidade de Fortaleza. É presidente da ong. IACD. Desde 2014 é gestor do Museu da Indústria, uma iniciativa FIEC / SESI Ceará. É membro do Conselho Estadual de Cultura, através da FIEC e da CNIC – Comissão Nacional de Incentivo à Cultura do MinC, através da CNI – Confederação Nacional da Indústria.Patrícia Pereira Xavier - Coordenadora Pedagógica. É graduada em história pela UFC, tem mestrado em História Social pela PUC/SP, e mestrado Profissional em Preservação do Patrimônio Cultural pelo Iphan. Atou como gestora do Museu Sacro São José de Ribamar em Aquiraz, como analista na elaboração do Plano Estadual de Cultura e atualmente coordena o núcleo educativo do Museu da Indústria.Edcarlos da Silva Araujo – Pesquisador. É mestre em História e Espaços pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte – UFRN, pesquisa processos de patrimonialização do patrimônio material tombado. Possui experiência em conservação e organização de acervos documentais. Atuou como diretor do Centro de Referência Cultural e Histórica de Sobral – Casa do Capitão-Mor, em Sobral-CE, atualmente é Analista de Educação do Museu da Indústria.Alisson Freitas da Silva - Pesquisador. Mestre em História, Culturas e Espacialidades pela Universidade Estadual do Ceará - UECE. Graduado em História pela mesma instituição. Atua desde 2019 na área museal, tendo passado por instituições como o Museu da Indústria (SESI-CE) e Museu da Imagem e do Som do Ceará (MIS-CE). Atualmente está como Arte-educador do Memorial do Ministério Público do Estado do Ceará, onde realiza trabalhos de mediação cultural, pesquisa, curadoria e montagem de exposições.Mariana Dias Lima –Supervisora de ação educativa. Historiadora pela Universidade Estadual do Ceará. Possui experiência com ensino na educação básica e em museu. Área de pesquisa e estudo: Educação Museal, Didática da História e Ensino de História. Participou da expografia da 13° CHAMA (Palácio das Artes - MG), como conclusão do curso básico de Expografia. Atualmente é Analista de Educação do Museu da Indústria.André Scarlazzari - Curadoria e Expografia. Graduado em Educação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) - Licenciatura Plena, com habilitação específica em Geometria (1983). Em 1993 inicia sua prática profissional na área de educação patrimonial e museografia, sendo autor de vários projetos de concepção e implantação de museus e exposições temporárias. Sua prática profissional transita com muita liberdade entre a museografia, arquitetura efêmera e o design, com várias concepções voltadas para a educação ambiental e patrimonial. Seus projetos são alinhados a um design didático que inclui a investigação do uso de novas tecnologias interativas (softwares interativos, multimídia, espaços virtuais e realidade aumentada) como ferramentas facilitadoras do processo do conhecimento, educação e formação.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.