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Realizar uma nova exposição permanente no Museu da Amazônia (MUSA), intitulada Manaus Invisível. Esta apresentará múltiplas narrativas sobre a cidade e sua relação com a floresta por meio de linguagens visuais e tecnológicas. O projeto inclui encontros educativos, acessibilidade universal e visitas mediadas para escolas públicas, promovendo o acesso gratuito e a valorização das identidades amazônicas.
A exposição permanente “Manaus Invisível” propõe um mergulho nas múltiplas camadas da metrópole amazônica, articulando arte, ciência e tecnologia para revelar dimensões pouco exploradas da vida urbana na floresta. A mostra apresenta seis salas expositivas e uma maquete interativa de 36m², estruturadas a partir dos temas Floresta, Água, Lugares, Habitantes, Cotidiano e Tempo, e atravessadas por quatro perspectivas curatoriais que ampliam o olhar sobre a cidade.A curadoria adota um processo colaborativo e interdisciplinar, baseado na formação de Grupos de Trabalho Temáticos (GTs) que reúnem artistas, pesquisadores e moradores locais. Cada GT é responsável por desenvolver um módulo expositivo a partir de pesquisas, entrevistas e registros documentais, resultando em um conjunto de narrativas sobre a vida urbana manauara.Os seis temas estruturam o percurso da exposição:Floresta, como ponto de partida e condição de existência da cidade;Água, que molda o território e define ritmos de vida;Lugares, que revelam memórias e disputas nos espaços urbanos;Habitantes, que representam a diversidade humana e mais-que-humana de Manaus;Cotidiano, que evidencia práticas de trabalho, sociabilidade e fé;Tempo, que conecta passado, presente e futuros possíveis da metrópole amazônica.As quatro perspectivas transversais – Memórias-Desejos, Símbolos-Sentidos, Coisas-Trocas e Micro e Macro-Invisível – funcionam como eixos conceituais que atravessam os temas e convidam o público a repensar a cidade.Memórias-Desejos conecta passado e futuro, evocando lembranças e aspirações urbanas;Símbolos-Sentidos investiga as linguagens, rituais e expressões simbólicas de Manaus;Coisas-Trocas evidencia a materialidade e as redes de intercâmbio da cidade-floresta;Micro e Macro-Invisível amplia as escalas, revelando desde gestos cotidianos até forças globais que incidem sobre o território amazônico.O resultado é uma experiência imersiva que combina instalação física e recursos digitais acessíveis, convidando o público a refletir sobre Manaus como um território vivo, plural e em constante transformação.
Objetivo GeralRealizar a exposição permanente "Manaus Invisível", no Museu da Amazônia (MUSA), apresentando múltiplas narrativas sobre a cidade por meio de linguagens visuais, tecnológicas e educativas. A fim de promover a difusão cultural, o acesso democrático e a reflexão crítica sobre a identidade amazônica.Conforme o artigo 03 do Decreto 11.453, de 2023, o projeto tem como finalidade contribuir para:II _ estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades do território;V _ incentivar a ampliação do acesso da população à produção e fruição de bens culturais;IX - apoiar as atividades culturais de caráter inovador ou experimental;X - apoiar ações artísticas e culturais que usem novas tecnologias ou sejam distribuídas por plataformas digitais;XI _ valorizar artistas, mestres de culturas tradicionais e técnicos que atuam na região.Objetivos EspecíficosProduto Principal: Exposição Cultural / de Artes- Realizar a exposição permanente "Manaus Invisível" no Museu da Amazônia (MUSA), reunindo acervos, obras de arte, documentos, imagens e instalações interativas sobre a memória social e urbana da cidade de Manaus, com foco em territórios historicamente invisibilizadas;- Produzir obras e instalações inéditas com artistas da Amazônia, representando esteticamente os temas centrais da exposição por meio de esculturas, vídeos, pinturas, projeções e objetos interativos;- Construir uma maquete eletrônica interativa, integrando recursos de modelagem 3D, projeções mapeadas e conteúdos audiovisuais sobre o território urbano de Manaus, como ferramenta de educação patrimonial e ambiental;- Ampliar a área expositiva do MUSA com infraestrutura expográfica e cenográfica, incluindo climatização, sonorização, iluminação, sinalização e adequações de acessibilidade arquitetônica e comunicacional;- Integrar conteúdos audiovisuais e digitais que ampliem a interatividade do público, com telas sensíveis ao toque, realidade aumentada e interfaces conectadas, proporcionando uma experiência imersiva e educativa;- Distribuir gratuitamente 10% dos ingressos com caráter social e educativo, priorizando estudantes e professores de escolas públicas;- Garantir que 100% dos ingressos sejam comercializados por valores de até R$ 50,00 (cinquenta reais);A comprovação se dará por meio de controle de bilheteria, registros fotográficos e relatórios de visitação.Produto Secundário: Contrapartidas Sociais- Realizar aproximadamente 20 visitas mediadas gratuitas para estudantes e professores da rede pública de ensino de Manaus, impactando no mínimo 500 beneficiários, conforme o Art. 49 da IN 23/2025.A comprovação se dará por meio de cartas de agradecimento, relatórios de mediação e registros fotográficos.Produto Secundário: Curso / Oficina / Capacitação- Realizar 12 encontros temáticos presenciais, sendo 6 durante a fase de montagem e 6 durante o período de execução da exposição, com a participação de especialistas, artistas, lideranças comunitárias e pesquisadores.Os encontros serão gratuitos e abertos ao público geral interessado, com carga horária estimada de 03 horas por atividade, totalizando aproximadamente 36 horas totais.A comprovação se dará por meio de listas de presença, registros fotográficos e audiovisuais e relatórios das atividades.
O projeto Manaus Invisível é uma exposição de grande relevância cultural e social que propõe repensar a cidade de Manaus a partir das vozes e memórias de seus próprios habitantes. A iniciativa oferece um olhar inédito sobre a urbanidade amazônica, frequentemente invisibilizada nos discursos sobre a Amazônia, ainda centrados em paisagens florestais e populações ribeirinhas, embora 79% da população da região viva em áreas urbanas (IBGE, 2020). O Museu da Amazônia (MUSA) está localizado em uma área de 100 hectares da Reserva Florestal Adolpho Ducke, configurando-se como um espaço de fronteira entre cidade e floresta. Esse contexto territorial fundamenta a exposição Manaus Invisível, que propõe articular arte, ciência e tecnologia para reconstruir a imagem da capital amazonense como uma metrópole viva, complexa e diversa.A exposição valoriza a pluralidade cultural que conforma Manaus e busca revelar as camadas históricas, afetivas e simbólicas que constituem sua paisagem urbana e humana. Fundamentada em um processo de pesquisa e curadoria colaborativa, a mostra evidencia múltiplas narrativas e reafirma a importância estratégica da cidade nas discussões contemporâneas sobre sustentabilidade, urbanização e Amazônia, contribuindo para novas formas de percepção e pertencimento em relação ao território.A iniciativa está alinhada à missão institucional do MUSA, criado em 2009 para valorizar as identidades amazônicas e promover o diálogo entre saberes científicos e culturais. O museu não apenas abriga a exposição, mas a co-assina conceitualmente, convocando artistas, pesquisadores e moradores a construir narrativas coletivas e interativas sobre a cidade. O projeto também prevê o uso de tecnologias digitais para que o público participe ativamente da construção das narrativas, reforçando o caráter educativo, inclusivo e participativo da proposta.Ao colocar Manaus como protagonista — e não como cenário —, o projeto reverte o olhar colonial e externo que historicamente definiu a cidade e propõe uma reflexão sobre novas formas de pertencimento, memória e futuro na Amazônia. "Manaus Invisível" é, portanto, um projeto estruturante para a produção cultural da região, contribuindo para a valorização de conteúdos locais, o fortalecimento do MUSA e a ampliação do acesso da população à cultura, de forma gratuita e democrática.O projeto atende às finalidades e objetivos da LEI Nº 8.313, DE 23 DE DEZEMBRO DE 1991, conforme abaixo:Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;O projeto também atende aos objetivos descritos nos Art. 3º da referida Lei Federal N° 8.313/91:Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante:a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos;Dessa forma, a Lei de Incentivo à Cultura constitui o instrumento essencial para a viabilidade da proposta, permitindo a realização de uma exposição de alta qualidade artística e técnica, com o uso de tecnologias digitais contemporâneas e recursos imersivos que ampliam o alcance e a acessibilidade do conteúdo. O projeto distribuirá ingressos gratuitos destinados prioritariamente a grupos em situação de vulnerabilidade social e visitas mediadas para estudantes e professores de escolas públicas de Manaus, promovendo inclusão, formação de público e democratização do acesso à cultura. Assim, a Lei nº 8.313/1991 não apenas viabiliza financeiramente o projeto, mas assegura que "Manaus Invisível" se realize como uma experiência transformadora de valorização do território amazônico, da arte e da cidadania cultural.
1) O público beneficiário do projeto abrange moradores da cidade de Manaus e da região metropolitana, com ênfase em estudantes, professores, pesquisadores, artistas, lideranças comunitárias e visitantes interessados nas temáticas culturais e ambientais da Amazônia.2) Os produtos secundários do projeto (visitas mediadas e encontros temáticos) serão inteiramente gratuitos, em conformidade com o Art. 47, inciso V, da IN nº 25/2023, que prevê atividades de caráter educativo e formativo como medidas de ampliação de acesso.Os ingressos para a exposição principal serão comercializados ao valor de até R$ 50,00 (cinquenta reais), com aplicação da política nacional de meia-entrada, conforme a legislação vigente. Em cumprimento ao Art. 46 da IN nº 25/2023, será destinada cota mínima de 10% (dez por cento) de ingressos para distribuição gratuita, priorizando grupos de instituições públicas de ensino, pessoas com deficiência e membros de comunidades vulnerabilizadas.3) Segundo INSTRUÇÃO NORMATIVA MINC Nº 23, DE 5 DE FEVEREIRO DE 2025, aplica-se ao projeto o valor máximo de R$6.000.000,00 pois se enquadra em educativos em geral e, também, em ações de incentivo à leitura, conforme transcrevemos abaixo:Art. 14. Limitado ao valor da carteira, aplica-se o valor máximo de R$ 6.000.000,00 (seis milhões de reais), por projeto de:VII - exposições de artes visuais, culturais, com museografia ou relacionadas a acervos de museus;4) Os deslocamentos do projeto serão realizados por via terrestre, dentro da cidade de Manaus, visando facilitar a logística de produção e o transporte local da equipe.5) Não será adquirido material permanente pelo projeto, salvo em caso de maior economicidade, conforme previsto pela IN 23/2025, em seu Art. 34.Art. 34. A aquisição de equipamentos e materiais permanentes será permitida quando o proponente comprovar que o item:I - Representa a opção de maior economicidade; ouII - Constitui item indispensável à execução do objeto, em detrimento da locação, e desde que esteja prevista na planilha orçamentária aprovada para o projeto.Será observado o princípio da economicidade e, na eventualidade de alguma aquisição, o bem será incorporado ao acervo do MUSA, instituição sem fins lucrativos.
Produto Principal: Exposição Cultural / de ArtesExposição de grande porte a ser instalada no Museu da Amazônia (MUSA), apresentando múltiplas narrativas sobre a cidade de Manaus sob a ótica da memória social, urbana e ambiental. O projeto propõe a valorização de territórios e populações historicamente invisibilizadas, articulando arte, ciência e tecnologia em uma experiência imersiva e acessível ao público.Características técnicas:Área expositiva: aproximadamente 1.000 m².Construção de um espaço expositivo na área externa do MUSA.Elementos expográficos: Maquete física centralizada de 36 m², representando a cartografia simbólica da cidade;Maquete eletrônica interativa, com projeções mapeadas e recursos de realidade aumentada;Painéis informativos e instalações audiovisuais com depoimentos, fotografias e vídeos;Conteúdos multimídia e sonoros desenvolvidos com trilhas originais e ambientações imersivas;Recursos de acessibilidade universal, incluindo mapa tátil, sinalização em braile, legendas, audiodescrição e rampas de acesso;Público estimado: 50.000 visitantes ao longo do período de exibição.Equipe técnica envolvida: curadores, pesquisadores, museólogos, educadores, técnicos de montagem, monitores, produtores e equipe de comunicação.Comprovação: controle de bilheteria, registros fotográficos e audiovisuais, clipping de imprensa, relatórios de visitação e relatório técnico final da exposição.Produto Secundário: Contrapartidas SociaisRealização de aproximadamente 20 visitas mediadas gratuitas para estudantes e professores da rede pública de ensino de ManausPúblico: mínimo de 500 estudantes e professores da rede pública de ensinoAs visitas serão conduzidas por mediadores formados pelo projeto e adaptadas às faixas etárias e contextos educacionais dos grupos participantes.Duração de cada ação: 90 minutos (média).Comprovação: relatórios de mediação, cartas de agradecimento das instituições participantes, registros fotográficos e listas de presença.Produto Secundário: Curso / Oficina / CapacitaçãoRealização de 12 encontros temáticos presenciais, sendo:- 6 encontros na fase de montagem da exposição, voltados à formação técnica e curatorial;- 6 encontros durante a execução da mostra, com foco em mediação cultural, acessibilidade e práticas educativas.Carga horária: aproximadamente 36 horas (03 horas por encontro).Capacidade: cerca de 15 pessoas por encontro, totalizando 180 participantes.Público-alvo: educadores, estudantes, pesquisadores, artistas e lideranças comunitárias interessadas nas temáticas urbanas e ambientais da Amazônia.Metodologia: aulas expositivas dialogadas, rodas de conversa e dinâmicas participativas com especialistas convidados.Comprovação: listas de presença, registros fotográficos e audiovisuais, relatórios de atividades e clipping de divulgação.
Em atendimento às orientações da Instrução Normativa nº 23/2025, Seção I – Das Medidas de Acessibilidade, de Comunicação e Divulgação Acessíveis, Art. 42, o projeto prevê ações integradas nos três eixos de acessibilidade: arquitetônico, comunicacional e atitudinal, garantindo que diferentes públicos possam usufruir plenamente da experiência expositiva.I – Aspecto arquitetônico:O espaço contará com rampas de acesso, áreas reservadas para circulação de pessoas com mobilidade reduzida e cadeirantes, além de sinalização tátil e visual em todo o percurso expositivo. A montagem priorizará a integração entre arquitetura e acessibilidade, com ambientes amplos e fluxos contínuos de visitação, assegurando autonomia e conforto. Serão incorporados recursos interativos e tecnológicos (como telas sensíveis ao toque, projeções e dispositivos multimídia) que permitirão diferentes formas de fruição, estimulando a participação ativa do público e a inclusão de pessoas com deficiência.II – Aspecto comunicacional e de conteúdo:Os conteúdos da exposição serão disponibilizados em múltiplos formatos acessíveis, incluindo textos e etiquetas em Braile e mapa tátil. Todos os painéis seguirão parâmetros de leitura inclusiva, instalados em alturas adequadas para pessoas em pé ou em cadeira de rodas. A exposição contará também com audiodescrição transmitida por dispositivos portáteis, sinalização em Braile indicando os acessos, garantindo uma experiência segura e acolhedora.III – Aspecto atitudinal:Será realizada consultoria especializada em acessibilidade com o objetivo de formar a equipe do MUSA e sensibilizar os profissionais para o atendimento inclusivo. O projeto também prevê a atuação de uma equipe de monitores treinados, capacitada para orientar o público, auxiliar no uso dos recursos acessíveis e garantir o acolhimento adequado a pessoas com deficiência, idosos e demais públicos que necessitem de apoio específico.Essas medidas concretizam o compromisso do projeto com a democratização do acesso à cultura, assegurando que a exposiçao Manaus Invisível seja uma experiência inclusiva, participativa e exemplar em acessibilidade museológica e comunicacional na Amazônia.
O público-alvo do projeto é composto por moradores de Manaus e região metropolitana, incluindo estudantes, professores, artistas, lideranças comunitárias, pesquisadores e visitantes interessados nas temáticas culturais e ambientais da Amazônia.Medidas de Democratização de Acesso a serem adotadas, conforme Art. 46 da IN 23/2025:I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado;III - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, incluindo professores de instituição públicas de ensino;Medidas de Ampliação de Acesso a serem adotadas, conforme Art. 47 da IN 23/2025:V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas;
ProponenteO Museu da Amazônia – MUSA é uma instituição dedicada à difusão da ciência, da cultura e da convivência com a floresta. Localizado em Manaus (AM), o MUSA ocupa uma área de 100 hectares dentro da Reserva Florestal Adolpho Ducke, pertencente ao Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA). Criado para aproximar o público do conhecimento científico produzido sobre a floresta amazônica, o MUSA atua como casa de cultura e ciência, um espaço de convivência, educação e celebração da diversidade da vida, humana e não humana. Sua programação contempla exposições, trilhas interpretativas, laboratórios, oficinas e ações educativas voltadas à valorização da floresta e de seus múltiplos saberes. O MUSA tem como missão promover o diálogo entre ciência, arte e sociedade, transformando o conhecimento em experiência sensorial e afetiva.Coordenação Geral - Filippo Stampanoni BassiDiretor Geral do Museu da Amazônia (MUSA), situado em Manaus (AM). Doutor em Arqueologia (2016) pelo Programa de Pós Graduação do Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade de São Paulo (MAE/USP). Coordena o Projeto Amazônia Revelada: mapeando legados culturais e outros projetos relacionados às áreas de Arqueologia Amazônica e Museologia.Coordenador expográfico e arquitetônico - Almir de OliveiraProfissional autônomo com mais de 30 anos de atuação no Amazonas, graduado em Arquitetura e Urbanismo pela UnB, com especialização em Antropologia na Amazônia e mestrado em Sociedade e Cultura na Amazônia pela UFAM. Atuou em cargos de destaque como superintendente do IPHAN/AM (2018) e coordenador do Escritório Técnico da Prefeitura de Manaus no PAC Cidades Históricas (2019–2021), além de ter coordenado o Programa Monumenta (2004). Seu portfólio reúne projetos públicos, educacionais, culturais e ambientais, incluindo o Museu da Amazônia (MUSA), o Jardim Botânico Adolpho Ducke, o Centro Cultural dos Povos da Amazônia e os Centros Culturais dos Bois-Bumbás de Parintins. Desenvolveu também projetos de urbanização, praças e escolas no interior do estado, além de trabalhos junto a povos indígenas do Alto Rio Negro. Sua trajetória alia técnica, cultura e território, fazendo da arquitetura um instrumento de preservação, identidade e transformação social.Produção executiva - Isabella PetryMestre em Antropologia pelo Programa de Pós-Graduação de Antropologia Social da Universidade Federal do Amazonas (UFAM), desenvolve pesquisa, produção e gestão de projetos culturais a partir da cidade de Manaus (AM). Bacharel em Relações Internacionais pelo Centro Universitário Curitiba (2019). Atua junto ao Grupo de Trabalho Nacional da Década Internacional das Línguas Indígenas da UNESCO e com projetos voltados às práticas de vitalização linguística junto ao povo Kokama e ao Centro Yats+ +k+ra em Manaus. Desde 2021 atua no Museu da Amazônia como mediadora cultural por meio da integração comunitária, unindo arte, ciência e cultura. Hoje realiza assessoria executiva no Projeto Amazônia Revelada: mapeando heranças culturais e integra o Núcleo de Projetos do Museu da Amazônia. Produção executiva - Ricardo RellaPossui graduação em Filosofia (2009) e Mestrado em Antropologia da saúde (2013) pela Università degli Studi di Bologna (Itália). Doutor em Antropologia Social pela Universidade Federal do Amazonas (2024). Tem experiência na área de Antropologia, com ênfase em Antropologia da Saúde e Antropologia do Corpo e da Doença com enfoque de pesquisa na medicina indígena em parceria com o Instituto Bahserikowi, de Manaus. Hoje atua na assessoria executiva da diretoria do Museu da Amazônia (MUSA) em Manaus.Monitoramento e controle do projeto - André Luiz Guimarães CostaAtualmente integra o Núcleo de Projetos do Museu da Amazônia (MUSA). Possui graduação pela Universidade Federal do Amazonas em Administração, (2010). Pós-Graduado em docência do ensino Superior e Profissional Capacitado da #RedeParcerias do Ministério da Gestão e Inovação, Multiplicador Ouro Amazonas do TransfereGov e Gestor de Projetos. Com 13 anos de experiência na área da Administração Pública e 9 anos na iniciativa privada, desenvolve atualmente trabalhos voltados à captação de recursos, identificação, elaboração, execução, gerenciamento e controle de Projetos nas mais diversas áreas (saúde, segurança pública, educação, cultura, etc.), atuando ainda na prestação de contas dos mesmos.Pesquisadora - Marilene Corrêa da Silva FreitasPresidente do Conselho de Administração do Museu da Amazônia (MUSA) e professora titular do Departamento de Ciências Sociais da Universidade Federal do Amazonas (UFAM). Doutora em Ciências Sociais pela Unicamp, com pós-doutorado na Université de Caen e na UNESCO. Ex-reitora da Universidade do Estado do Amazonas e ex-secretária de Ciência e Tecnologia do Amazonas, é pesquisadora de referência nas áreas de sociologia, políticas públicas e desenvolvimento amazônico, com destacada atuação em instituições científicas nacionais e internacionais.Curador - Eduardo Góes NevesArqueólogo, professor titular e diretor do Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade de São Paulo (USP). Doutor em Antropologia pela Universidade de Indiana e bolsista de produtividade 1A do CNPq. Coordena o projeto Amazônia Revelada: mapeando legados culturais, realizado em parceria com o Museu da Amazônia (MUSA) e financiado pela National Geographic. Especialista em arqueologia amazônica, é referência internacional na área, com extensa atuação em pesquisa, docência e cooperação científica em instituições do Brasil e do exterior.Curador - Altaci Corrêa RubimMembro do Conselho de Administração do Museu da Amazônia (MUSA), é doutora em Linguística pela Universidade de Brasília (UnB) e mestre em Sociedade e Cultura na Amazônia pela UFAM. Professora e pesquisadora do Departamento de Linguística da UnB e do Projeto Nova Cartografia Social da Amazônia (PNCSA/UEA), atua nas áreas de educação indígena, política linguística e valorização das línguas originárias. É copresidente do Grupo de Trabalho da Força-Tarefa Global da Década das Línguas Indígenas da UNESCO (2024–2026) e Coordenadora de Promoção de Políticas Linguísticas do Ministério dos Povos Indígenas.Curadora - Uýra SodomaBióloga, Mestra em Ecologia da Amazônia, atua como Artista Visual e Arte educadora de comunidades tradicionais. Já participou de mais de 50 exposições coletivas, nacionais e internacionais, e apresentou 6 individuais, incluindo sua estreia no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, Brasil, Currier Museum of Art (EUA) e Museo de Arte Moderno de Bogotá (Colômbia). Foi destaque da 34º Bienal de São Paulo, da 14º Bienal Manifesta! (Kosovo), da 13º Bienal de Arquitetura de SP e da 1ª Bienal das Amazônias, além de vencedora do Prêmio EDP nas Artes - Instituto Tomie Ohtake (2020), do Prêmio PIPA 2022, do Prêmio SIM à Igualdade Racial 2023 e do Prêmio FOCO Arte Rio 2023. Suas obras compõem Acervos nacionais, de colecionados e de Instituições como da Pinacoteca de São Paulo, Instituto PIPA, e internacionais como do Castello de Rivoli (Itália), Institute for Studies on Latin American Art (ISLAA), Currier Museum of Art e Los Angeles County Museum of Art (EUA). Coordenação pedagógica - Winnie Isadora Mendonça VilhenaMestre em Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia pela Universidade Federal do Amazonas (UFAM/2024). Licenciada em Ciências Naturais (UFAM/2018). Tem experiência em CTI, educação ambiental, educação museau e sustentabilidade na Amazônia. Foi técnica de projetos e pesquisa da Fundação Vitória Amazônica - FVA, consultora técnica ambiental da Fundação Amazônia Sustentável - FAS, Instrutora de Cursos Profissionalizantes do Centro de Educação Tecnológica do Amazonas - CETAM, professora da Fundação Matias Machline -FMM e Formadora de Lideranças Educacionais do Centro Lemann. Atualmente é coordenadora do Núcleo Educativo do Museu da Amazônia - MUSA, onde realiza mediações dos conteúdos expositivos com escolas e comunidade de Manaus.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.