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PRONAC 2512500Autorizada a captação residual dos recursosMecenato

Museu Marítimo do Brasil: acervo - segunda fase - e ativações culturais

FUNDACAO DE ESTUDOS DO MAR
Solicitado
R$ 4,52 mi
Aprovado
R$ 4,52 mi
Captado
R$ 100,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

2.2%

Classificação

Área
—
Segmento
Criação Implantaç (Proj Construç Restaur Reforma)
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Construção, conservação e implantanção de equipamento cultural
Ano
25

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2025-12-01
Término

Resumo

Dar continuidade à pesquisa e seleção de acervo para o futuro Museu Marítimo do Brasil, e realizar atividades de ativação com exposições temporárias acompanhadas de projeto educativo, e seminário com temáticas relacionadas ao acervo do novo Museu.

Sinopse

Não se aplica.

Objetivos

GeralDar visibilidade ao projeto do Museu Marítimo do Brasil (MUMA), que será construído no píer instalado no Espaço Cultural da Marinha - ECM, Rio de Janeiro.Específicos(1) Dar continuidade à realização de pesquisas de mapeamento, levantamentos e seleção de acervo para o Museu Marítimo;(2) Realizar a adequação do espaço conhecido como Cordoaria, localizado no Espaço Cultural da Marinha, no Centro da cidade, oferecendo um espaço versátil para receber 03 exposições com temáticas relacionadas aos acervos do futuro Museu Marítimo do Brasil. Ocupando 480 m², cada mostra terá uma duração de 03 meses, e projeto educativo com visitas monitoradas para estudantes e público espontâneo;(3) Realizar um Seminário de âmbito nacional com o objetivo de valorizar a experiência marítima brasileira na sua diversidade, a partir da história e memória de barcos, compreendidos como bens culturais, com duração de 03 dias.

Justificativa

A coleção do Arquivo da Marinha é composta por itens iconográficos do século XIX e XX, procedente de coleções e arquivos privados doados à Marinha do Brasil. Esta coleção grandiosa só concorre com a do Arquivo Nacional e seu conjunto é composto por fotografias, gravuras e desenhos avulsos e também reunidos em dossiês ou álbuns. Efetuar o levantamento de itens da coleção de iconografia do Arquivo da Marinha, é tarefa fundamental no processo de construção de conteúdo para o Museu Marítimo do Brasil, seja através do seu programa de exposições virtuais, temporárias e de longa duração; ou de seus programas editorial e educacional. Considerando não apenas a ameaça de extinção de saberes e práticas em contexto de comunidades tradicionais, mas igualmente de contextos da marinha mercante e da indústria naval, realizar um levantamento abrangente e um inventário da filmografia sobre a experiência marítima brasileira é da maior importância para o futuro Museu Marítimo do Brasil. Este levantamento dos diferentes gêneros _ ficção, documentários e etnográficos _ que tratam de representações e aspectos da vida social em torno de saberes, práticas marítimas tradicionais inclusive de povos originários, assim como aspectos das histórias de barcos e da construção naval no Brasil - será seguido de uma minuciosa descrição, documentando título, diretor, país de produção, dados complementares de equipe ou elenco, tempo, ano, sinopse, etc.O Museu Marítimo, ao atuar no campo da memória histórica de tema estreitamente ligado à formação do país, cumprirá importante função cultural e educacional. A história marítima brasileira, como elemento fundamental para a formação do país em suas esferas territoriais e econômicas, bem como nas simbólicas e culturais, constitui-se em tema inédito e de enorme relevância cultural, educacional e social.Para uma maior visibilidade da constituição do futuro museu, este projeto compreende o desenvolvimento de produtos que terão por objetivo promover a ideia de que o museu está vivo e que irá, desde já, contribuir para promover a consciência marítima, pensando o Brasil e suas identidades. Serão disponibilizados ao público as exposições e o seminário que abordem o acervo pesquisado e alguns dos temas associados ao vasto universo marítimo, com foco no território brasileiro: a navegação, as pesquisas científicas, as variadas manifestações místicas e religiosas, as explorações marítimas, os portos, os faróis, a indústria da pesca, a indústria naval, etc. Ao circunscrever a brasilidade como seu objeto fundamental, o museu se caracterizará como uma instituição cultural nacional e se diferenciará dos demais museus marítimos ao redor do mundo.A Lei Federal de Incentivo à Cultura é hoje uma das poucas formas de se encontrar parceria na iniciativa privada, sendo imprescindível sua existência para democratizar a cultura em todo o País. Sobre o atendimento ao Artigo 1º da Lei 8.313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País.Sobre o atendimento ao Artigo 3º da Lei 8.313/91: III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante:a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos;

Especificação técnica

(1) Pesquisa e seleção de acervosOs acervos da Marinha do Brasil sob a custódia da Diretoria de Patrimônio Histórico e Documentação da Marinha (DPDHM) e mantidos pelos departamentos de Arquivo, Biblioteca e Museologia, reúnem em boa parte de suas coleções, objetos, iconografia, fotografia e cartografia, que representam a experiência marítima do Brasil, sua diversidade regional e a pluralidade de seus sujeitos sociais e dos povos do mar. Efetuar um levantamento e identificar estes acervos, será portanto, uma grande contribuição e fonte valiosa para as ações futuras do Museu Marítimo.Não menos importante para o MuMa, fora das coleções da DPHDM, será efetuar um extenso levantamento e um inventário da filmografia nacional de documentários, filmes de ficção e etnográficos, que representem a diversidade da experiência marítima brasileira, tendo em vista o protagonismo de barcos e de trabalhadores do mar. (2) Exposições temáticas – proposta museográfica anexada em documentos da propostaPretendemos a adequação do espaço conhecido como Cordoaria, localizado no píer do Espaço Cultural da Marinha – ECM, uma área de 480 m², para realizar ao longo de 12 meses, três exposições com duração de 03 meses cada. Prevemos a realização de projeto educativo para o atendimento de alunos e professores da Rede Pública de Ensino, como também do público espontâneo.Serão três salas com instalações interativas e conteúdos renováveis, ocupando a área central do espaço, aproximadamente 100 metros de paredes para exposições bidimensionais, e vitrines para a exposição de acervo tridimensional ou objetos. O projeto prevê curadorias distintas para a conceituação de cada uma das três exposições, que irão explorar temas pertinentes ao MuMa, antecipando o que está por vir.Na área externa, serão apresentadas 04 instalações de grandes dimensões por exposição, acompanhando os temas das exposições vigentes.(3) Seminário Barcos do Brasil – A Diversidade da Experiência Marítima BrasileiraA proposta é realizar um seminário nacional que tem por objetivo valorizar a experiência marítima brasileira na sua diversidade, a partir da história e memória de barcos, compreendidos como bens culturais, que podem ser de diferentes épocas e contextos sociais, relacionados a saberes e práticas tradicionais ou da indústria naval moderna.Pesquisas anteriores revelaram que tanto no caso de museus marítimos estrangeiros como brasileiros, as peças mais destacadas de suas coleções são barcos originais ou réplicas, acompanhados pela profusão de modelos/maquetes de barcos. Diante desse quadro, é incontornável admitir que os museus marítimos têm como marca a promoção do protagonismo dos barcos em suas coleções para representar a singularidade das experiências marítimas ou da maritimidade plural a partir das formas de navegar. Pode-se compreender, então, que a construção naval é uma expressão das formas de navegar em águas marinhas e fluviais.Neste sentido, a proposta é de realização de um seminário nacional, que através de um edital ou chamada pública, convoque pesquisadores e grupos de pesquisa brasileiros que estejam trabalhando sobre embarcações do Brasil, para participarem de um seminário, incluindo também palestrantes convidados.Trata-se de promover o reconhecimento de um quadro amplo das pesquisas em desenvolvimento no país, identificando tendências de abordagem e perspectivas disciplinares variadas, bem como pesquisadores, grupos de pesquisa e centros de pesquisa dedicados a estudar:• Embarcações tradicionais de povos originários e de culturas regionais;• Embarcações históricas de navegação costeira e de grandes bacias fluviais; e • Embarcações modernas de longo curso, caracterizadas pela pluralidade da construção naval (artesanal ou industrial);• Os distintos modos de propulsão das embarcações (vela, vara, remo e motores) e de práticas pesqueiras, além de transporte de mercadoria, postal ou de passageiros, considerando igualmente os aspectos de cultura material da arquitetura e engenharia naval, bem como de trabalho e vida a bordo.FORMATO:O seminário deverá ter caráter híbrido - presencial e remoto – durante 03 dias com um programa geral estruturado em: - Conferência presencial com transmissão remota, com três conferencistas convidados; - Duas mesas em formato presencial com transmissão online com dois palestrantes e um mediador-coordenador convidados; e- Um número amplo de comunicações de pesquisa em modo presencial com transmissão online, como também comunicações exclusivamente em modo remoto. Toda a produção deverá ser mapeada e reunida num banco de dados e no Hotsite Acessível ou Landing Page “Barcos do Brasil”, a ser criado e hospedado no site do Museu Marítimo do Brasil.

Acessibilidade

PRODUTO MODERNIZAÇÃO E APARELHAGEM DE ESPAÇOS CULTURAIS Solicitamos considerar que se trata de produto voltado exclusivamente para o mapeamento e seleção de acervo para elaboração e desenvolvimento de expografia do futuro Museu, não sendo aplicável qualquer medida de acessibilidade para a sua execução. Entretanto, ressaltamos que os quesitos de acessibilidade previstos na legislação brasileira para idosos, pessoas com deficiência motora, auditiva, visual e neuro-divergentes estarão contemplados na implantação do Museu Marítimo, como rampas de acesso, elevadores e instalações sanitárias com utilização independente. Ainda, a FEMAR entende que futuramente, suas exposições devem ser construídas a partir do princípio da acessibilidade universal, permitindo a todos os seus segmentos de público uma vivência completa em suas ações e o uso irrestrito de seus espaços compartilhados. Como consequência desta adoção, as exposições deverão levar em conta a acessibilidade arquitetônica, comunicacional, metodológica, instrumental, programática e atitudinal. PRODUTO EXPOSIÇÃOAcessibilidade física: As exposições serão realizadas em local que permita a locomoção de PCDs, como rampas, banheiros acessíveis e outras facilidades. Acessibilidade para PcD visual: audiodescrição e ajustes de legibilidade.Acessibilidade para PcD auditivo: Intérprete de librasAcessibilidade para PcD intelectual: Contaremos com profissionais especializados para atendimento de público especial.PRODUTO SEMINÁRIOAcessibilidade física: o seminário será realizado em local que permita a locomoção de PCDs, como rampas, banheiros acessíveis e outras facilidades. Acessibilidade para PcD visual: audiodescriçãoAcessibilidade para PcD auditivo: Intérprete de librasAcessibilidade para PcD intelectual: Não se aplica.

Democratização do acesso

Para atendimento ao Artigo 46 da IN 23/2025: Ingressos a R$ 20,00 e R$ 10,00. Plano de Distribuição no campo específico do projeto. Para atendimento ao Artigo 47 da IN 23/2025: PRODUTO MODERNIZAÇÃO E APARELHAGEM DE ESPAÇOS CULTURAIS - optamos pelo Inciso III - disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição;PRODUTO EXPOSIÇÃO - optamos pelo Inciso III - disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição;PRODUTO SEMINÁRIO - optamos pelo Inciso III - disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição;

Ficha técnica

O proponente será responsável pela coordenação geral do projeto, e por toda a gestão do processo decisório do projeto. Possui aptidão comprovada na gestão administrativa, financeira e operacional.Coordenação geral: FEMAR (proponente)Coordenação técnica: MM MUSEOLOGIA E PROJETOS CULTURAIS/ Margareth de Moraes – Diretora - COREM # 138-I. Pós-graduada em Metodologia do Ensino Superior - Universidade Estácio de Sá. 1982-1983; Museóloga pela Universidade do Rio de Janeiro UNI-RIO. 1978-1981. É uma empresa sediada no Rio de Janeiro que há mais de trinta anos atua na produção de exposições nacionais e internacionais, no planejamento e implantação de museus, e no gerenciamento de coleções de arte. A experiência institucional e empresarial de sua diretora, a museóloga Margareth de Moraes, que por doze anos dirigiu o Departamento de Museologia do MAM/RJ e teve aperfeiçoamento profissional no MoMA-NY, confere uma capacidade na gestão de projetos reconhecida por órgãos da esfera pública, que concederam notória especialização à MM. Entre seus clientes há importantes instituições culturais e empresas, do Brasil e do exterior como: MoMA NY, Fundação Bienal de São Paulo, Fundação Roberto Marinho, Fundación La Caixa Madrid, Bienal do Mercosul, Centro Cultural Banco do Brasil, Milwaukee Art Museum, Cia Bozano, Documenta de Kassel, Fundação Nacional de Arte e Fundación Cisneiros. Curadoria e Coordenação de pesquisa: Paulo Knauss de MendonçaÉ licenciado em História pela Universidade Federal Fluminense (UFF), onde também obteve o título de doutorado em História, depois de realizar o mestrado em História na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e ter sido bolsista do DAAD na Universidade de Freiburg . i. B., na Alemanha. Fez, ainda, estudos de pós-doutorado na Universidade de Estrasburgo, França, no campo da história cultural das relações internacionais. É professor de Departamento de História da Universidade Federal Fluminense, onde atua também no Programa de Pós-Graduação em História. Como pesquisador dedica-se especialmente ao estudo das relações entre Memória e História, assim como ao campo da História da Imagem e da Arte. É autor de inúmeros ensaios publicados em revistas e livros sobre Historiografia e Teoria da História, História Urbana, História da Imagem, História do Patrimônio Cultural e da Arte Pública. Seu livro de estreia foi O Rio de Janeiro da pacificação: franceses e portugueses na disputa colonial(1991), e em co-autoria escreveu Macaé: história e memória (2005) e Brasil: uma cartografia (2010), The Rio de Janeiro Reader: history, culture, politics (2016). Coordenou, ainda, Cidade Vaidosa: imagens urbanas do Rio de Janeiro (1999), Sorriso da cidade: imagens urbanas de Niterói (2003). Em colaboração organizou os livros Niterói: cidade múltipla (1997), Cultura política, memória e historiografia (2009) e Revistas ilustradas: modos de ler e ver no Segundo Reinado (2011) e História do Rio de Janeiro em 45 objetos (2019).Coordenação de produção: Gláucia Soares de MouraMuseóloga (UNIRIO,1992), Historiadora (UERJ,2000), Especialista em Supervisão Escolar (UFRJ, 2000), Oficiais do Quadro Técnico da Marinha do Brasil (CIAW, 2003) e Especialista em História Militar Brasileira (UNIRIO, 2005). Trabalhou como prestadora de serviço no Museu Histórico Nacional (1993 –1994), e no Arquivo Nacional (1994 – 1995), no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (1995-1998), e na empresa MM Assessoria Museológica e Projetos Culturais (1996 -1997). Em 1998 tornou-se, Museóloga do Quadro de Oficiais Técnicos Temporários do Exército Brasileiro. Desde 2004, trabalha na Diretoria do Patrimônio Histórico e Documentação da Marinha onde exerceu as funções de Encarregada do Museu Naval, da Divisão de Museografia, da Divisão de Educação em Museus, da Chefia do Departamento de Museologia e, atualmente, é Assessora Cultural responsável por projetos culturais e captação de recursos.

Providência

SITUAÇÃO CORRIGIDA AUTOMÁTICAMENTE PELO SISTEMA. PROJETO COM CAPTAÇÃO DE RECURSOS.

2027-12-31
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro