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Execução de ações para a finalização da implantação museográfica na nova sede do Museu da Imagem e do Som (MIS), em Copacabana, no Rio de Janeiro. O projeto contempla ações relacionadas ao pleno funcionamento de todos os espaços deste novo equipamento cultural; atualização e conclusão da produção dos conteúdos expositivos e a implantação da expografia; a realização de atividades educativas que precedem a abertura do Museu; e realizar a publicação de catálogo sobre o Museu e a Cultura Carioca.
Não se aplica.
Objetivo GeralFinalizar a implantação do novo Museu da Imagem e do Som como um equipamento cultural de referência na cidade do Rio de Janeiro, destinado à preservação, valorização e difusão da memória audiovisual e sonora brasileira. O museu será um espaço de encontro entre cultura, educação e tecnologia, oferecendo ao público experiências significativas e interativas que promovam o conhecimento, o reconhecimento e o pertencimento à diversidade cultural do país.Com área total de 9.800 m², o novo MIS será um equipamento cultural de referência, e este projeto visa consolidar sua abertura ao público, garantindo a entrega final da exposição de longa duração e a plena operação do museu.Objetivos EspecíficosPRODUTO IMPLANTAÇÃO DE EQUIPAMENTO CULTURAL: Finalizar a instalação de equipamentos audiovisuais, de projeção e sonorização; Aquisição de mobiliário para áreas expositivas e administrativas; Instalação de sinalização de todos os espaços de circulação e das áreas expositivas; PRODUTO EXPOSIÇÃO DE ARTE: Finalizar a produção e implantação museográfica do novo Museu da Imagem e do Som, ocupando uma área expositiva de 2.140 m².PRODUTO CURSO/OFICINA: Realizar o programa Ônibus Andante MIS, serão três percursos formativos, serão atendidos 32 grupos, cada grupo com 20 pessoas, público estimado 1920 pessoas; o programa Residência MIS, residência de pesquisa para 30 Professores e 30 Agentes Culturais do Território do Museu; Visitas pré-inauguração: 45 visitas técnicas para grupos de até 20 arquitetos e engenheiros; 45 visitas teatralizadas para grupos de até 20 pessoas, totalizando 1.800 pessoas atendidasPRODUTO CATÁLOGO: Elaborar e produzir um catálogo composto por dois volumes complementares, com tiragem de 3.000 exemplares para distribuição gratuita.
O Museu da Imagem e do Som (MIS), fundado em 1965, é um dos mais importantes centros de documentação audiovisual do país, com um acervo que retrata a memória cultural brasileira, especialmente a identidade carioca. Desde sua criação, o MIS se destacou como um museu do presente, inovador em sua proposta de registrar e difundir a produção artística e urbana por meio da imagem e do som. Ao longo das décadas, reuniu coleções valiosas de artistas e instituições, como Augusto Malta, Rádio Nacional, Jacob do Bandolim e Carmen Miranda, consolidando-se como referência nacional. No entanto, suas instalações originais mostraram-se inadequadas para a difusão de seu acervo, o que motivou, a partir de 2009, o desenvolvimento do projeto de uma nova sede em Copacabana, fruto da parceria entre a Fundação Roberto Marinho (FRM) e o Governo do Estado do Rio de Janeiro.Desde então, foram realizados estudos técnicos, projetos de arquitetura e museografia, curadoria de conteúdo, digitalização do acervo e preparação do terreno. A execução de parte das obras e da museografia foi viabilizada por meio de múltiplos instrumentos, incluindo o PRONAC nº 107097 (2010), já concluído, e os PRONACs nº 127628 (2012) e nº 1310874 (2013), ambos em fase final de execução. Esses projetos contemplaram ações como produção de conteúdo audiovisual, aquisição de mobiliário, equipamentos tecnológicos, sinalização, acessibilidade, restauro de acervo e divulgação. , A obra também conta, em sua etapa atual, com significativo montante de recursos diretos do Governo do Estado do Rio de Janeiro, que já realizou todas as contratações necessárias para a finalização dos acabamentos e instalações especiais e prediais, com previsão de conclusão em março de 2026, o que permitirá à FRM finalizar os serviços previstos nos PRONACs nº 127628 e nº 1310874, além dos serviços do Contrato nº 039/2013 celebrado com a Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Estado do Rio de Janeiro, ainda vigente, que inclui a produção da maioria dos suportes museográficos, o projeto educativo e de acessibilidade do conteúdo, o MIS digital e o acompanhamento técnico da obra realizada pelo Governo pelos projetistas.Após anos de paralisação deste projeto, que foi atravessado por uma calamidade pública financeira no Estado do Rio de Janeiro (iniciada oficialmente em de junho de 2016 pelo Decreto nº 45.692, tendo sua vigência prorrogada diversas vezes por meio de leis estaduais, tendo sido estendida até junho de 2022, ou seja, 6 anos) e uma calamidade de saúde em função da pandemia de COVID 19 (iniciada oficialmente em fevereiro de 2020, com declaração do fim da emergência global pela OMN em maio de 2023, ou seja, 3 anos), que impactaram diretamente a retomada das obras pelo Governo do Estado, finalmente a conclusão da 3ª etapa das obras está próxima de ocorrer. As ações civis e de bem como as ações de fachadas e esquadrias estão a cargo de um Consórcio, formado pelas construtoras Tangran Engenharia e R2X. Já as ações de painéis de marcenaria estão sob responsabilidade da Fabmix Engenharia, tendo todos estes contratos sido firmados pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro com recursos diretos.Em 2025, a FRM realizou um diagnóstico aprofundado do projeto, identificando a necessidade de atualizações nos conteúdos e tecnologias museográficas, em razão das transformações históricas, sociais e culturais ocorridas entre 2016 e 2021, período em que o projeto esteve paralisado. A retomada das obras no fim de 2021 e a proximidade da conclusão exigem a readequação de parte dos conteúdos e das soluções tecnológicas para garantir que o museu continue relevante e alinhado às demandas contemporâneas. A natureza imersiva e interativa da proposta museográfica exige constante atualização de equipamentos e linguagens, especialmente em um contexto de acelerada evolução tecnológica.Diante da impossibilidade de ampliar os valores de execução dos PRONACs existentes — que já atingiram o limite de 50% do valor originalmente autorizado, conforme o § 5º do art. 65 da Instrução Normativa nº 23/2025 — este novo PRONAC se apresenta como instrumento necessário para acomodar as ações complementares imprescindíveis à conclusão da implementação do MIS. Trata-se de serviços e produtos que não podem ser executados com os recursos disponíveis nos PRONACs em vigor, mas que são fundamentais para a entrega completa e qualificada do equipamento cultural.O novo MIS será um espaço singular de preservação, pesquisa, educação e fruição cultural, com vocação para se tornar um ícone da cidade do Rio de Janeiro e do Brasil. Em um dos endereços mais simbólicos do país, o museu oferecerá experiências narrativas imersivas que valorizam a cultura carioca e brasileira, democratizando o acesso ao patrimônio audiovisual e sonoro nacional. Com estimativa de mais de 1 milhão de visitantes por ano, o MIS contribuirá para a revitalização urbana de Copacabana, a dinamização do turismo cultural e o fortalecimento da memória coletiva, reafirmando seu papel como espaço de referência na preservação e difusão da cultura brasileira.A solicitaça~o de apoio ao projeto MUSEU DA IMAGEM E DO SOM _ FINALIZAÇÃO DA IMPLANTAÇÃO MUSEOGRÁFICA junto ao Ministe´rio da Cultura, através da Lei Federal de Incentivo à Cultura, e´ hoje uma das poucas formas de se valer dos recursos da iniciativa privada, sendo imprescindível sua existência para democratizar a cultura em todo o país. Sobre o atendimento ao Artigo 1º da Lei 8.313/91:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;III- apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória.Sobre o atendimento ao Artigo 3º da Lei 8.313/91: III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante:a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos;
Proposta museográfica e conceito curatorial anexados no campo de documentos da proposta.(1) PRODUTO IMPLANTAÇÃO DE MUSEU: • Aquisição e instalação complementar de equipamentos audiovisuais, de projeção e sonorização.• Aquisição de mobiliário para áreas expositivas e administrativas, incluindo poltronas estofadas, móveis e utensílios.• Instalação de sinalização dos espaços expositivos.• Transporte de material para apoio logístico.• Passagens aéreas, hospedagem e alimentação para equipes técnicas envolvidas.• Atividades administrativas e de comunicação.(2) PRODUTO EXPOSIÇÃO DE ARTE: Finalizar a produção e implantação museográfica do novo Museu da Imagem e do Som, por meio das seguintes ações:• Atualizações, finalização e implantação dos conteúdos museológicos.• Preservação do acervo museológico, incluindo ações de conservação, restauração e transporte especializado.• Confecção de cenografia• Revisão, tradução e legendagem dos textos expositivos complementares.• Licenciamento de direitos autorais e de personalidade.• Execução complementar de projeto multimídia e instalação de sistemas interativos.(3) PRODUTO CURSO/OFICINA: Serão realizadas as seguintes atividades:Ônibus Andante MIS: sistema de linhas de transporte a pé para grupos de pessoas de forma educativa e cultural. Serão três percursos formativos sinalizados em pontos simbólicos da cidade do Rio de Janeiro. Em cada percurso serão atendidos 32 grupos, cada grupo com 20 pessoas, público estimado 1920 pessoas. Residência MIS: programa de residência de pesquisa com dois públicos: 30 Professores e 30 Agentes Culturais do Território do Museu.Visitas pré-inauguração: 45 visitas técnicas para grupos de até 20 arquitetos e engenheiros; 45 visitas teatralizadas para grupos de até 20 pessoas, totalizando 900 pessoas atendidas(4) PRODUTO CATÁLOGO: Desenvolver e produzir um catálogo composto por dois volumes complementares, com tiragem de 3.000 exemplares para distribuição gratuita ao público:Volume I – Catálogo do MuseuReunirá textos e imagens sobre o processo de concepção e construção do novo MIS, incluindo informações sobre sua arquitetura e sobre sua exposição de longa duração. Este catálogo buscará registrar os conceitos curatoriais e os processos de criação do seu edifício e de suas experiências museográficas. Este volume também apresentará informações sobre as coleções que compõem o acervo, os temas abordados e as personalidades retratadas, além de detalhes sobre o processo de implantação da nova sede do MIS em Copacabana.Especificações técnicas: Formato: Brochura costurada; Dimensões: Capa: fechado 216 x 276 mm / aberto 486 x 306 mm. Miolo: fechado 215 mm x 270 cm / aberto: 430 mm x 270 mm; Miolo: 150 páginas em papel couché matte 170g, impresso em padrão de cores 4x4; Capa: Papel SUPREMO 250g, com laminação fosca na frente, impressão em padrão de cores 4x0, acabamento refilado.Volume II – Dicionário Enciclopédico da Cultura CariocaApresentará aproximadamente 500 verbetes biográficos de personagens e personalidades da cultura carioca que integram o acervo e a narrativa da exposição. Cada verbete incluirá informações relevantes sobre a trajetória, a contribuição cultural e o contexto histórico de cada figura, compondo um panorama enciclopédico da diversidade e riqueza cultural do Rio de Janeiro.m uma página de Memórias e Territórios Especificações técnicas: Formato: Brochura costurada; Dimensões: Capa: fechado 216 x 276 mm / aberto 486 x 306 mm. Miolo: fechado 215 mm x 270 cm / aberto: 430 mm x 270 mm; Miolo: 100 páginas em papel OFFSET 150g, impresso em padrão de cores 4x4; Capa: Papel SUPREMO 250g, com laminação fosca na frente, impressão em padrão de cores 4x0, acabamento refilado.Caixa Acondicionadora: Material: Papel cartão rígido com acabamento gráfico; Dimensões internas: Compatíveis com os dois volumes (217 x 277 mm cada); Acabamento: Laminação fosca, impressão em cores, com design institucional do MIS; Finalidade: Proteção e apresentação dos volumes como conjunto editorial.
PRODUTO IMPLANTAÇÃO DE EQUIPAMENTO CULTURALACESSIBILIDADE FÍSICA: rampas, banheiros adaptados, sinalização e piso tátil. ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS: conteúdos acessíveis em aplicativo (audioguias e audiodescrição)ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: legendagem de conteúdo audiovisual, janela de libras em conteúdo audiovisual ACESSIBILIDADE PARA PcD INTELECTUAIS: profissionais treinados para atendimento deste tipo de público.PRODUTO EXPOSIÇÃO DE ARTEACESSIBILIDADE FÍSICA: rampas, banheiros adaptados, sinalização e piso tátil. ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS: conteúdos acessíveis em aplicativo (audioguias e audiodescrição)ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: legendagem de conteúdo audiovisual, janela de libras em conteúdo audiovisual ACESSIBILIDADE PARA PcD INTELECTUAIS: profissionais treinados para atendimento deste tipo de público.PRODUTO CURSO/OFICINAACESSIBILIDADE FÍSICA: As ações presenciais ocorrerão em vias públicas e no edifício do MIS, este último preparado para receber público com deficiência.ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS: profissionais treinados para atendimento deste tipo de público.ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: Contaremos com intérprete de LibrasACESSIBILIDADE PARA PcD INTELECTUAIS: profissionais treinados para atendimento deste tipo de público.PRODUTO CATÁLOGOACESSIBILIDADE FÍSICA: não se aplica.ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS: ÁudiolivroACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: não se aplicaACESSIBILIDADE PARA PcD INTELECTUAIS: não se aplica
Para atendimento ao Artigo 46 da IN 23/2025: Não está prevista a comercialização de produtos culturaisPRODUTO IMPLANTAÇÃO DE EQUIPAMENTO CULTURALPara atendimento ao Artigo 47 da IN 23/2025, optamos pelo Inciso III - disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição;PRODUTO EXPOSIÇÃO DE ARTEPara atendimento ao Artigo 47 da IN 23/2025, optamos pelo Inciso III - disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição;PRODUTO CURSO/OFICINAPara atendimento ao Artigo 47 da IN 23/2025, optamos pelo Inciso III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição;PRODUTO CATÁLOGOPara atendimento ao Artigo 47 da IN 23/2025, optamos pelo Inciso I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto no art. 46, III, totalizando 20% (vinte por cento);
O proponente será responsável pela Coordenação Geral do projeto e por toda a gestão do processo decisório do projeto. Possui aptidão comprovada na gestão administrativa, financeira e operacional, como pode ser verificado em outros projetos apresentados e executados com recursos incentivados. Coordenação geral: Fundação Roberto Marinho (proponente)*Criada em 1977, a Fundação Roberto Marinho é uma organização sem fins lucrativos que utiliza a comunicação como ferramenta de transformação social. Atua nas áreas de educação, cultura, meio ambiente e preservação do patrimônio histórico, com foco em inovação, inclusão e parceria com instituições públicas e privadas. A FRM entende a educação de forma integrada com a cultura e a arte, promovendo aprendizagem significativa fora da sala de aula, com ações voltadas à correção de fluxo escolar, inclusão no mundo do trabalho e apoio à BNCC. Referência nacional em restauração e criação de museus, alia conservação à função social e educativa do patrimônio. Desenvolveu projetos como: Museu da Língua Portuguesa, Museu do Futebol, Museu de Arte do Rio (MAR), Museu do Amanhã, Paço do Frevo e Casa da Cultura de Paraty. A FRM Incorporou acessibilidade, sustentabilidade e tecnologia nos museus, promovendo experiências imersivas. Os projetos já somam mais de 20,8 milhões de visitantes até 2023. Coordenação técnica: Larissa Torres Graça É arquiteta e urbanista formada pela Universidade Federal do Paraná em 2005, com parte de sua formação universitária na Université de Technologie de Compiègne (UTC) na França. É Gerente da área de Patrimônio e Cultura da Fundação Roberto Marinho e possui ampla experiência na formatação, implantação e gerenciamento de projetos, especialmente na área cultural, na qual trabalha desde 2007. Atua nos campos de patrimônio material e imaterial, museus, exposições, programação cultural, arquitetura, museografia, curadoria, acessibilidade e educação. Possui sólida experiência em implantação de projetos de grande porte e complexidade, tendo atuado na concepção, planejamento e implantação de grandes museus, como o Museu do Futebol, Museu do Amanhã e Museu da Imagem e do Som do Rio de Janeiro. Atuou como gerente do projeto de reconstrução do Museu da Língua Portuguesa em São Paulo, que compreendeu a restauração do prédio da Estação da Luz após o incêndio de 2015 e a implantação da nova exposição de longa duração do museu. Integra atualmente o Conselho de Administração do Museu da Língua Portuguesa e do Museu do Futebol.Coordenação de Produção: Ana Cândida Baêsso Moura Integra a equipe de Patrimônio e Cultura da Fundação Roberto Marinho, desde 2017. É mestre em Teorias Jurídicas Contemporâneas pela UFRJ, na linha de pesquisa Sociedade, Direitos Humanos e Arte. Formada pela Faculdade de Direito de São Bernardo do Campo (2002), com Especialização em Gerenciamento de Projetos no 3º Setor pela FGV, MBA Executivo no Coopead/UFRJ e Extensão em Administração Pública da Cultura/UFRGS. Como atriz cursou interpretação na Escola Livre de Teatro (SP), Tablado e CAL (RJ). Integrou o Grupo Tá Na Rua de Amir Haddad como atriz e produtora cultural (2004/2010) tendo participado de diversos festivais nacionais e internacionais. Ministrou Curso de Sustentabilidade para ONGs no Projeto Tempo Livre do Sesc/RJ (2007). Na SECEC do RJ foi Assessora na Superintendência de Artes (2009/2011), Chefe de Gabinete (2011/2017) e presidente da Comissão de Aprovação de Projetos (2013/2017). Desde 2017 trabalha na FRM, foi Coordenadora de Desenvolvimento Institucional (2017/2022) e atualmente é Especialista de Inteligência e Projetos Culturais, atuando nos projetos do novo Museu da Imagem e do Som e do novo Museu do Folclore.Produtora: Raquel da Silva Ferreira Integra a equipe de Patrimônio e Cultura da Fundação Roberto Marinho, desde 2011, onde participa do planejamento e execução de projetos de Museus e Exposições. Formada em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Federal Fluminense em 2003. Colabora no projeto de reconstrução do Museu da Língua Portuguesa em São Paulo, desde 2015, coordenando o desenvolvimento dos projetos técnicos de Arquitetura e Complementares e auxiliando na implantação da nova exposição de longa duração do museu. Compõe, ainda, a equipe de implantação do Museu da Imagem e do Som no Rio de Janeiro. Anteriormente, atuou na área de Cenografia da TV Globo. Tem experiência na gestão dos projetos, monitorando a execução dos pacotes de trabalho, do orçamento, cronograma e contratações, incluindo a seleção de profissionais especializados nas diferentes disciplinas. Possui também experiência nas ações de logística e de produção dos materiais necessários à realização dos projetos. Produtora: Regina de Paula Vasconcelos AlvesIntegra a equipe de Patrimônio e Cultura da Fundação Roberto Marinho, desde 1999, onde realiza as atividades administrativas e financeiras dos projetos desenvolvidos pela área, inclusive inscritos em leis de incentivo à cultura. Formada em Administração pela Universidade Estácio de Sá em 2014 e pós-graduada em Gestão de Projetos pela Universidade Veiga de Almeida em 2019. Dentre os muitos projetos que participou destacam-se: o Museu da Língua Portuguesa – SP, Museu do Futebol – SP, Museu Náutico – RS, Igreja Matriz de Santo Antônio – MG, Som e Luz do Museu Imperial de Petrópolis – RJ, Casa de Cultura de Paraty – RJ, Memória do Movimento Estudantil Brasileiro - RJ, Igreja de Nossa Senhora do Carmo – Antiga Sé – RJ, Exposição Burle Marx -RJ, Museu de Arte do Rio de Janeiro, Museu da Imagem e do Som E Museu do Amanhã - RJ. Curador da exposição e do catálogo: Hugo SukmanJornalista, curador, roteirista e escritor carioca, Hugo Sukman é curador da nova sede do Museu da Imagem e do Som do Rio de Janeiro, a ser inaugurada em 2023. É autor, entre outros, dos livros “Nara - 1964; (2022, ed. Cobogó), “A história da música brasileira em 100 fotografias” (2021, ed. Bazar do Tempo), “Martinho da Vila –Discobiografia” (2014), “Histórias paralelas - 50 anos de música brasileira” (2012, ambos da editora Casa da Palavra), “Cancioneiro Moacir Santos” (ed. Jobim Music) e Djavan Songbook (Luanda). E das peças musicais “Deixa ador por minha conta”, sobre a obra de Sidney Miller; “Nara – A menina disse coisas”, sobre a vida de Nara Leão, e “Com amor, Vinicius – Como sobreviver nesta selva escura e desvairada”, a partir da obra de Vinicius de Moraes. Escreve e dirige shows musicais como “Edu Lobo – 70anos”, no Teatro Municipal do Rio, e participa como crítico musical apresentando shows históricos como “Avenida Samba Canção” (sobre o samba-enredo), de Igor Eça e Paula Santoro, e “Ismael Silva – Uma Escola de Samba”, de Cláudio Jorge e Augusto Martins, sobre vida e obra do compositor. Com 30 anos de experiência em redações, foi crítico de cinema e música, repórter, editor e correspondente do Globo em Paris. Hoje, colabora para várias publicações brasileiras. Dirigiu para a HBO a série “Hoje é dia de música”, sobre a história da música brasileira no século XX. Atualmente, prepara seu primeiro longa-metragem como diretor, o documentário “Aldir Blanc, o ourives do palavreado”, em parceria com o Canal Brasil. Foi curador das exposições oficiais da FLIP em 2012 (sobre Carlos Drummond de Andrade), 2013 (Graciliano Ramos) e 2014(Millôr Fernandes).Responsável expográfia: Daniela Thomas e Felipe Tassara Daniela iniciou seu trabalho no teatro como cenógrafa em 1983 na cidade de Nova York, com o espetáculo All Strange Away de Samuel Beckett, dirigido pelo diretor Gerald Thomas. A partir desse momento, Daniela, que também é cineasta, figurinista, diretora, dramaturga e iluminadora, foi responsável pela criação de várias cenografias para o teatro nacional e internacional, o que a colocou na posição de cenógrafa de maior destaque dos anos 80. Com seu sócio Felipe Tassara, cenógrafo e arquiteto, criaram a empresa T+T Projetos, na qual possuem um extenso trabalho sendo responsáveis há mais de 30 anos pela expografia e pelo desenvolvimento de projetos de design para exposições e museus, cenários de ópera e teatro, além de atuarem como cineastas e diretores de arte. Nas diversas exposições e museus que realizaram verificam-se traços da museologia crítica, colocando-os no hall da expografia brasileira contemporânea. O trabalho de Daniela Thomas foi visto em todo o mundo e homenageado com importantes prêmios no Brasil e em outros lugares, como a Triga de Ouro da Quadrienal de Praga de Cenografia, e a Palma de Ouro no Festival de Cinema de Cannes, para a atriz principal do longa-metragem de Thomas "Linha de Passe". Daniela Thomas foi uma das Diretoras de Criação da Cerimônia de Abertura das Olimpíadas Rio 2016 e, junto com Felipe Tassara, fez o design de produção final do espetáculo.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.