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PRONAC 2512503Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Circuito Formativo Raízes do Cerrado

AGENCIA DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTAVEL DE PARACATU
Solicitado
R$ 1,58 mi
Aprovado
R$ 1,58 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Ações de Educação Patrimonial
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Patrimônio cultural
Ano
25

Localização e período

UF principal
MG
Município
Paracatu
Início
2026-01-06
Término
2026-12-31
Locais de realização (1)
Paracatu Minas Gerais

Resumo

O "Circuito Formativo Raízes do Cerrado" identificará e registrará bens culturais imateriais de comunidades do município de Paracatu, no noroeste de Minas Gerais. Promoverá encontros, oficinas e mostras com diferentes linguagens culturais e artísticas, visando o fomento, a valorização e a difusão da cultura local e fortalecendo a participação comunitária, a autonomia e o desenvolvimento de habilidades criativas.

Sinopse

1. Realizar 01 (um) inventário do Patrimônio Cultural Imaterial das comunidades rurais citadas;1.1 O inventário contemplará a observação, a escuta, a coleta de dados e a análise técnica feita por profissional competente, para o devido registro e submissão de informações ao órgão responsável pela gestão do Patrimônio. 2 Elaborar 01 (um) Catálogo impresso e virtual informativo com fotografias e textos contemplando o registro das manifestações culturais rurais identificados e registradas nas comunidades rurais do Município de Paracatu;2.1 Serão impressos 300 exemplares do catálogo ilustrado para disponibilização nos espaços de consulta e pesquisa pública como escolas, bibliotecas e Casas de Cultura. 3. Promover (05) encontros de vivências intergeracionais com anciãos e anciãs residentes nas comunidades rurais envolvidos no projeto.3.1 As vivências serão momentos de diálogos, escutas, trocas, “fazeres” com pessoas de diferentes gerações e diferentes comunidades em que se possibilite o conhecimento e a ampliação das histórias e memórias que constituem as comunidades. Histórias das benzeções, dos garimpos, dos tropeiros, e outras tradições regionais. Ações: produção de alimentos típicos, visitas “in loco” a garimpos e museus, cantorias e partilha de refeições. 4. Promover 50 (cinquenta) oficinas formativas com os temas: questão hídrica e formas sustentáveis de produção; agricultura orgânica e agroecológica; arte, cultura e sustentabilidade; identidades e fortalecimento das culturas locais; artesanato local: produção e comercialização; música; artes cênicas; literatura; gastronomia; artes visuais. 5. Promover 06 (seis) mostras de fotografias e vídeos registrados durante os encontros e dos registros das manifestações identificadas nas comunidades. 5.1 As Mostras visuais acontecerão nas comunidades rurais atendidas, sendo que a última acontecerá no evento de encerramento do projeto que será realizado na sede do município de Paracatu, em praça pública. 6. Promover 06 (seis) mostras cênico-musicais, bem como uma feira gastronômica contemplando produtores, artistas e obras locais e regionais contemporâneas e/ou históricas, que sejam representativas na memória coletiva, bem como uma feira gastronômica e de outros itens de produção artesanal com produtos variados da produção rural do município. 6.1 As mostras acontecerão nas comunidades rurais atendidas, sendo que a última acontecerá no evento de encerramento do projeto que será realizado na sede do município de Paracatu, em praça pública.

Objetivos

Objetivo geral: Realizar o "Circuito Formativo Raízes do Cerrado" visando a valorização, o fomento e a difusão dos saberes culturais das comunidades rurais do município de Paracatu, no noroeste mineiro.Objetivos específicos:1. PRODUTO: Curso / Oficina / Capacitação1.1. Promover 05 (cinco) encontro de agricultores, agricultoras, mestres e mestras de saberes com jovens e estudantes possibilitando intercâmbios intergeracionais regionais;1.2. Realizar 25 (vinte e cinco) oficinas culturais sobre temáticas pertinentes à sustentabilidade e à valorização dos povos do campo: questão hídrica e formas sustentáveis de produção; agricultura orgânica e agroecológica; arte, cultura e sustentabilidade; identidades e fortalecimento das culturas locais; artesanato local: produção e comercialização;1.3. Realizar 25 (vinte e cinco) oficinas artísticas sobre diferentes linguagens da arte perpassando os repertórios e os saberes prévios dos participantes: música, artes cênicas, literatura, gastronomia e artes visuais;1.4. Atender 05 (cinco) comunidades rurais com a realização de ações culturais e artísticas articuladas entre elas, a saber: Assentamento Hebert de Souza; Comunidade Soares; Comunidade Ribeirão; Comunidade Santa Rosa; Comunidade Santa Rita.2. PRODUTO: Inventário de Patrimônio Imaterial / Festival, bienal, festa ou feira de Bem Imaterial _ Registro2.1. Realizar 01 (um) mapeamento em 05 (cinco) comunidades rurais de Paracatu e identificar saberes e expressões culturais em cada comunidade mapeada;2.2. Elaborar 01 (um) catálogo impresso e virtual informativo com fotografias e textos contemplando o registro de manifestações culturais identificadas e mapeadas nas 5 (cinco) comunidades atendidas pelo projeto;2.3. Promover 01 (uma) mostra de danças tradicionais (carretagem, folias e batuques) envolvendo artistas da região;2.4. Promover 01 (uma) mostra de fotografias e vídeos registrados durante os encontros, vivências e oficinas. A produção será exibida nas cinco comunidades rurais e em espaço urbano.3. PRODUTO: Apresentação Musical3.1. Promover 05 (cinco) mostras cênico-musical-gastronômicas, uma em cada comunidade participante do projeto, contemplando obras e artistas locais e/ou regionais e comercialização das produções artesanais e agrícolas para o fortalecimento econômico dos grupos e famílias. 3.2. Realizar um evento de culminância do projeto, na sede do município, articulando toda a comunidade (urbana e rural) para um grande encontro festivo.

Justificativa

A tradição cultural, a produção da agricultura familiar e outros tipos de produção artesanal, a manutenção dos costumes, mitos e ritos, implicam diretamente os modos de vida dos trabalhadores e trabalhadoras e de suas famílias, apresentando fundamental importância em relação à segurança alimentar e aos meios de subsistência da população. Em meio às dificuldades e limitações, e a todos os desafios encontrados pelos povos do interior e em especial os povos do campo, há nessas comunidades um vasto repertório de saberes e práticas (seja da tradição ou das interações contemporâneas) impregnadas na vida e na cultura camponesa e interiorana que envolvem as múltiplas faces da vida humana. São histórias, causos, receitas, festas, folias, poesias, contos, lendas, alimentos e tradições que compõem suas histórias e formas de vida. No que se refere ao Patrimônio cultural, histórico e artístico, há inúmeras criações e produções que muitas vezes ficam restritas a pessoas ou famílias que não encontram espaços e oportunidades de socialização e expressão. O acesso ao campo, especialmente em cidades do interior, é feito por estradas precárias, em conduções raras e também precárias. Além disso, o baixo desenvolvimento humano das comunidades dificulta, em certa medida, a busca ou a possibilidade de se acessar recursos que permitam experiências, socialização, exploração de mercados e perspectivas.Esse projeto surge para ampliar, disseminar e visibilizar os saberes relativos aos conhecimentos dos povos do campo do município de Paracatu/MG com sede de atividades nas comunidades Assentamento Hebert de Souza; Comunidade Soares; Comunidade Ribeirão; Comunidade Santa Rosa; Comunidade Santa Rita. E também para promover a economia local por meio do fomento, valorização e preservação do Patrimônio. A sua não realização implicaria a manutenção da realidade existente e a negação do direito dos povos do campo, do município de Paracatu ao reconhecimento, empoderamento e à visibilidade dos seus saberes e das suas manifestações culturais tradicionais.O município de Paracatu possui um patrimônio histórico significativo, refletido em suas tradições musicais, gastronômicas, artesanais ainda com uma imensa diversidade de manifestações como danças, cantos e cantigas, rituais folclóricos, folias, modos de produção de alimentos e outros. No entanto, muitos desses aspectos não recebem a visibilidade e o reconhecimento merecidos, tanto local quanto nacionalmente. Além disso, há uma necessidade crescente de salvaguardar essas tradições para as futuras gerações, bem como de promover o desenvolvimento cultural e econômico da região. A oferta de encontros, vivências e oficinas artísticas é uma forma de qualificar o repertório de conhecimentos da população local, especialmente os mais jovens, em diversas áreas culturais, incentivando o desenvolvimento de novas habilidades, a crença nas próprias habilidades e talentos e fortalecer os laços identitários. A realização de eventos gratuitos e abertos ao público é essencial para garantir o acesso democrático à cultura, especialmente em regiões onde o acesso a bens culturais pode ser limitado por questões econômicas ou geográficas. Além disso, ao incluir a participação de artesãos, músicos, cozinheiras e outros profissionais culturais, o evento contribui diretamente para a economia local, gerando oportunidades de renda e promovendo o turismo cultural. A utilização de recursos públicos através do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais é essencial para a viabilização do projeto, pois cobre os custos de produção, incluindo infraestrutura necessária para a realização de eventos, contratação de artistas e facilitadores de oficinas, bem como logística e organização. Além disso, garante a gratuidade dos eventos, promovendo o acesso universal e inclusivo, e cobre despesas de promoção e divulgação para alcançar um público mais amplo. O projeto se enquadra nos seguintes parágrafos do Art. 1º da Lei 8313/91:I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V - Salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VI - Preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;O projeto atender os seguintes objetivos do Art. 3º da Lei 8313/91:II - Fomento à produção cultural e artística, mediante:a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural;b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes;c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante:d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante:b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais;

Estratégia de execução

Em Paracatu, nas comunidades rurais, preserva-se muitas tradições familiares e comunitárias. Seja no que se refere aos festejos, como a caretagem e a folia de reis, seja na gastronomia ou na religiosidade popular. Também os modos de vida, de produção econômica e cultivo da terra são permeados por saberes populares e ancestrais. O projeto "Circuito Formativo Raízes do Cerrado", a partir da identificação das produções existentes na comunidades Santa Rosa (Plantio de mandioca e produção de farinha), Soares (Plantio de milho), Ribeirão (Plantio de Cana de açúcar e produção dos derivados rapadura e cachaça), Santa Rita (Plantio de cana de açúcar e produção de rapadura) está concentrado grande número de comunidades e famílias que subsistem dessas culturas.Nesse sentido pretende-se realizar, nas comunidades e também em espaços urbanos ações de fomento, valorização e promoção da cultura alimentar mineira e paracatuense, dando foco aos saberes populares das comunidades produtoras de mandioca, milho e cana de açúcar. E ainda a produção de leite e derivados da comunidade. Serão contempladas também pessoas e/ou famílias que produzam, comercializem e/ou mantenham vivas as tradições e costumes alimentares a partir dos saberes relacionados a esses cultivos, considerando- se a produção, a comercialização e o consumo.O Festival “Paracatu Rural” pretende-se um evento de promoção, homenagem e valorização da cultura do cultivo e consumo da mandioca, do milho e da cana de açúcar e seus derivados, uma vez que essas culturas perpassam a vida e a economia das comunidades. Visa promover os saberes culinários envolvendo o consumo alimentar dessas culturas, perfazendo costumes e ritos dos homens e mulheres que as cultivam e todos os subprodutos derivados desses cultivos.Destaque-se que no dia 05 de julho de 2023 os “Sistemas Culinários da Cozinha Mineira – o milho e a mandioca” foram reconhecidos como patrimônio imaterial do estado de Minas Gerais. De acordo o texto descrito no site do Instituto Estadual do Patrimônio histórico e Artístico de Minas Gerais (IEPHA) os saberes culinários mineiros relacionados ao milho e à mandioca, são tomados como um sistema, que apresenta como base “os processos socioculturais que envolvem o consumo da mandioca e do milho, desde o plantio, o processamento, a preparação, as receitas, além dos aspectos relacionados às sociabilidades e ritualísticas atreladas aos lugares, paisagens, instrumentos e técnicas que compõem esse sistema culinário”. Sendo assim, realizar um evento que aborde tais tradições alimentares é lançar luz sobre o nosso patrimônio cultural imaterial, fazendo com que esse seja resguardado e mantido nas construções reais e simbólicas do povo que o detém. No contexto desse projeto, homens e mulheres das comunidades rurais de Paracatu e suas famílias.

Especificação técnica

Das ações do projeto resultará a edição de um catálogo impresso que possuirá 100 páginas (aproximadamente), impresso em papel couchê ou papel reciclável, no formato 21 x 30, com ilustrações em cores. A exposição fotográfica será apresentada na Casa da Cultura local ( além da exposição em praça pública) a ver adequação do momento da realização. Serão expostas no mínimo trinta painéis fotográficos com tamanhos entre 70 x 50 a 1,50 por 1,0; a considerar os espaços e a boa circulação, apreciação e visibilidade do público. A Mostra de vídeos acontecerá durante 05 (cinco) dias, em todas as comunidades participantes do projeto. Também será exibida durante a realização do evento de encerramento do projeto que acontecerá na cidade de Paracatu. O evento de encerramento será uma grande celebração da cultura do município de Paracatu, em especial a cultura dos povos do campo. Acontecerá em praça pública e haverá comercialização de alimentos típicos e outros produtos artesanais da produção local. Haverá cortejo, pela cidade, com instrumentos e figuras do folclore regional. Tais performances e atividades dialogarão com o repertório musical que contemplará aspectos da música tradicional rural, como a viola caipira que é patrimônio imaterial de Minas Gerais.

Acessibilidade

MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO- Disponibilização de infraestrutura (rampas, elevadores e barras laterais) e adaptação de espaços/equipamentos com o objetivo de priorizar ou facilitar o acesso;- Banheiros adaptados, espaço para cadeiras de rodas e ambiente com espaço adequado para mobilidade de cadeirantes.MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO COMUNICACIONAL E DE CONTEÚDOPara pessoas com deficiência visual:- Materiais em áudio.Para pessoas com deficiência auditiva:- Intérprete de Libras.Para pessoas com deficiência intelectual e autistas:- Monitoria especializada inclusiva ao longo das atividades com uso de “Linguagem Simples” (recurso da acessibilidade cognitiva, criado para facilitar a comunicação das pessoas com deficiência intelectual);- Disponibilização de cadeiras na primeira fileira para pessoas com TEA e seu acompanhante em locais com iluminação amena, menos barulho ou aglomerações.

Democratização do acesso

PROGRAMAÇÃO GRATUITATransporte gratuito para os deslocamentos de grupos e pessoas das comunidades do campo para a sede do município em dias de evento. Realização da maior parte das atividades nas próprias comunidades, para possibilitar maior participação.Programação gratuita. Distribuição das vagas por meio de inscrição e análise do currículo e da carta de intenção em caso do número de inscrições superior ao número de vagas. Prioridade para jovens em situação de vulnerabilidade social.Ampliação de acesso, conforme artigo 47 da IN 23/2025:II - Oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos, incluindo os seus acompanhantes;III - disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição;IV - Garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos.VI – Realizar ação cultural voltada para crianças, adolescentes, jovens e seus educadores.

Ficha técnica

O trabalho da Proponente consistirá na coordenação geral do projeto. Na execução técnico-administrativa, no gerenciamento financeiro, monitoramento das etapas, emissão de relatórios de monitoramento e relatório final, bem como o contato e mobilização do público, distribuição do material de divulgação, contato com os parceiros locais e regionais, supervisão da logística das apresentações, dos transportes, das hospedagens e da alimentação e recepção ao público. A proponente participará dos processos de curadoria das atividades e cuidará diretamente da articulação das Mestras, mestres, detentores de saberes, lideranças de grupos populares, mulheres do campo e demais participantes fundamentais para a genuína valorização das comunidades e para a boa execução do projeto. Leonardo Barros de Oliveira. (Homem) Gestor do Projeto. Atual presidente da ADESP (instituição proponente), empresário, educador físico, educador social, ator amador, palhaço clown.André Luiz Nascimento Dias - Coordenador geral. Diretor de arte e Coordenador de produção. Licenciado em Artes Cênicas pela Universidade Federal de Ouro Preto, diretor teatral, ator, bailarino e dramaturgo, com 20 anos de atuação profissional, é fundador e diretor artístico do Grupo In-Cena de Teatro e diretor executivo e arte educador no Instituto Cultural In-Cena em Teófilo Otoni/MG. É idealizador e diretor geral do FESTTO - Festival Nacional de Teatro de Teófilo Otoni, festival de teatro que está em sua décima edição, da "Mostra Mucuri em Cena 10 anos do Grupo In-Cena" (2017), e "Mostra In-Cena 4x4" (2019) que teve sua estreia em Curitiba e em São José dos Pinhais, parceria do Grupo In-Cena e Curadoria de André Luiz Dias, com a Cia de Teatro Gente, de Salvador, O Coletivo Aquilombo, de BH, e MeiMundo Inventações Compartilhadas, São Paulo. Jandira Batista Cangussú - Consultora Pedagógica. Mais de 20 anos de experiência no serviço público. Ampla formação em gestão pública por meio de fóruns, seminários, encontros e cursos. Mestre em “Estado, Governo e Políticas Públicas” pela Flacso Brasil. Atuação em instituições privadas e públicas, em especial as de caráter social e cultural, prestando serviços de elaboração, execução e gestão de projetos. Pesquisadora das políticas de base comunitária, em especial as políticas de cultura, sendo cofundadora do Ponto de Cultura Ceia em Pavão, MG, onde atuou como coordenadora cultural e gestora de projetos. Idealizou e produziu dezesseis mostras culturais com crianças e adolescentes e realiza a Festa da Mandioca em Pavão há quatro anos. Atuou por mais de 10 anos no campo educacional, com foco nos estudos sobre literatura infantil, cultura e infância. Florisvaldo Gomes Costa Júnior - Consultor Técnico para Projetos Culturais. Atualmente é Coordenador de Projetos e Diretor Financeiro do Instituto Cultural In-Cena, onde também idealizou e coordena o Núcleo de Cinema e Vídeo iniciado em março de 2016. Idealizador, produtor e curador do Cine Pojichá, Festival de Cinema dos Vales Mucuri e Jequitinhonha, realizado anualmente desde de 2017. Entre 2013 e 2015 foi Analista de Arte e Cultura do Sesc Teófilo Otoni, sendo responsável pela estruturação e gestão da Escola de Artes e Cultura da unidade e também da produção local de diferentes projetos, como o Cine Sesc, o Palco Giratório, o Sonora Brasil, o Arte Sesc, a Semana de Formação Artística, as Rodas de Conversa. Graduado em Cinema pela Estácio de Sá-RJ, com especialização em Cultura e Meios de Comunicação pela PUC-SP e capacitações em Gestão e Produção Cultural.Ludmila Silva Neiva. Diretora de Comunicação. Graduada em Administração de Empresas há mais de 10 anos e cursando pós-graduação em Gestão de Pessoas. Atuou como repórter e cinegrafista na filial da TV Cultura durante um ano, e por três anos trabalhou na agência de comunicação e marketing Agência Wes, com mais de 2000 ideias criadas. Influenciadora digital, criadora do bordão "Bom dia quase boa tarde", que se tornou uma marca registrada em Paracatu e região sendo reproduzido por diversas pessoas inclusive famosos. Atualmente é Diretora de Produção pela sua microempresa Ludmila Birro e videomaker profissional.Stéphane Cristyne de Oliveira Estevão - Zootecnista (voluntária). Stéphane Cristyne de Oliveira Estevão é doutora em Ciência Animal pela UNESP, mestre em Produção Animal com ênfase em Nutrição de Monogástricos pela UFVJM e graduada em Zootecnia pelo UNIPAM. Possui experiência internacional na área de suinocultura nos Estados Unidos e mais de oito anos de atuação em pesquisa, desenvolvimento e docência. Sua trajetória acadêmica e profissional abrange nutrição animal, formulação de rações, análise estatística e meta-análise, com foco em avicultura e suinocultura. Além disso, tem vivência na condução de projetos científicos, publicação de estudos, coordenação de equipes e colaboração com o setor produtivo, destacando-se pela capacidade de integrar conhecimento técnico-científico à prática aplicada.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.