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Produção e realização de uma temporada de 18 apresentações do espetáculo de artes cênicas Música Desaparecendo no Rosto, além da promoção de 04 atividades formativas relacionadas aos temas que atravessam a obra, com ingressos distribuídos gratuitamente ao público em geral, em um teatro da cidade de São Paulo.
Música Desaparecendo no Rosto é um monólogo que acompanha a jornada de um homem de meia-idade em busca de sua identidade em meio ao universo digital. Mesclando teatro, performance e linguagem audiovisual, o espetáculo investiga as fronteiras entre o real e o virtual, refletindo sobre como a tecnologia molda nossas emoções, relações e formas de existir. Um espelho poético e crítico da era dos algoritmos, onde o “eu” se dilui entre rostos forjados e identidades em constante mutação.Classificação indicativa: Livre Programação Educativa - de modo a realizar a ampliação do acesso ao projeto cultural gerado, serão realizadas oficinas presenciais com a equipe artística e especialistas convidados, que debaterão com o público presente temas adjacentes do espetáculo, como:1. Quem sou eu online? A máscara da perfeição nas redes sociaisA oficina propõe uma reflexão sobre as formas de construção da identidade digital e a constante busca por validação nas redes. A partir de trechos e temas do espetáculo Música Desaparecendo no Rosto, o encontro convida os participantes a questionarem a distância entre o “eu” real e o “eu” idealizado nas plataformas virtuais, discutindo os impactos dessa dualidade na autoestima, na imagem corporal e nas relações interpessoais.Classificação indicativa: 12 anos2. Geração saúde mental: ansiedade e pressão no mundo digitalInspirada na atmosfera emocional do espetáculo, esta oficina aborda o aumento dos casos de ansiedade, solidão e depressão entre adolescentes e jovens na era das telas. A atividade propõe dinâmicas de escuta, debate e expressão artística sobre como a hiperconectividade e a comparação constante afetam o bem-estar psíquico, estimulando novas formas de cuidado, empatia e presença no ambiente digital.Classificação indicativa: 12 anos3. Cyberbullying: quando o virtual deixa marcas reaisPartindo das tensões apresentadas em Música Desaparecendo no Rosto, esta oficina discute o fenômeno do cyberbullying e suas consequências emocionais e sociais. Busca-se compreender como a violência simbólica e o assédio nas redes impactam a vida das vítimas, estimulando práticas de acolhimento, prevenção e enfrentamento que envolvem toda a comunidade — sem culpabilização, mas com responsabilidade coletiva.Classificação indicativa: 12 anos4. Você é o produto: como os algoritmos moldam suas escolhasA oficina investiga o papel invisível dos algoritmos na formação de gostos, comportamentos e visões de mundo, tema central do espetáculo. A partir de exemplos práticos e discussões interativas, o encontro revela como as plataformas digitais direcionam conteúdos e moldam desejos, incentivando o público a desenvolver um olhar crítico sobre o consumo de informação e o uso ético da tecnologia.Classificação indicativa: 12 anos
São objetivos específicos do projeto a realização de: Produção e realização de temporada do espetáculo de artes cênicas MÚSICA DESAPARECENDO NO ROSTO, com contratação de equipe técnica e artística especializada na produção de eventos do gênero;Realização de 04 atividades formativas sobre temas adjacentes do projeto;Adoção de medidas de acessibilidade e democratização no sentido de disponibilizar gratuitamente vídeo na íntegra do espetáculo Música Desaparecendo no Rosto , bem como das 04 atividades formativas, com recursos de acessibilidade aplicados (Libras, audiodescrição, legendas descritivas, texto simples, etc.), em site/redes sociais do projeto.
Música Desaparecendo no Rosto é um monólogo em primeira pessoa, onde acompanhamos a história de um homem de meia idade em busca de sua identidade. Ele encontra uma possibilidade de existência no mundo virtual onde ele pode ter qualquer rosto, pode ser tudo o que forjar.A revolução tecnológica que tem alterado a vida das pessoas nos últimos anos não é apenas o tema, mas também a linguagem utilizada para a construção do trabalho. Almejamos a construção de um objeto artístico capaz de se valer dos instrumentos transmidiáticos contribuindo para a experiência do público-participante, seja no ao vivo, seja no ambiente digital. A proposta artística do projeto é mesclar o teatro, a performance, o audiovisual e o digital, tendo como ponto de pesquisa as novas possibilidades de vida e interação a partir do uso das tecnologias em todos os âmbitos do nosso cotidiano, para o bem e para o mal.O texto é uma reflexão contemporânea que traz uma perspectiva importante sobre o império da felicidade e do ódio no mundo fabricado nas redes, onde todas as situações são aperfeiçoadas, mensuradas e retocadas para capturar o máximo de engajamento a todo e qualquer custo. O projeto se destaca como um espelho crítico e poético de nossa relação com a tecnologia, propondo uma reflexão urgente sobre até que ponto moldamos nossas identidades — e até que ponto somos moldados por algoritmos. Ao unir teatro e tecnologia, convida o público a experienciar, não apenas assistir, as contradições de um mundo onde o "eu" é tão fluido quanto a tecnologia. Lançando mão de recursos e equipe técnica altamente especializada, o projeto pretende oferecer ao público em geral um espetáculo de artes cênicas inédito, com vistas a apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores, nos termos do inciso II, do artigo 1º da Lei Federal de Incentivo à Cultural. Nos termos da alínea "c", do inciso II, do artigo 3º da referida Lei, os recursos captados serão canalizados para a realização de espetáculo de artes cênicas, de modo a atender os objetivos do Programa Nacional de Apoio à Cultura.
A proposta pedagógica do projeto Música Desaparecendo no Rosto parte da compreensão de que as transformações provocadas pela tecnologia e pelas redes sociais atravessam todas as faixas etárias — crianças, adolescentes, jovens, adultos e idosos —, afetando de modo profundo nossas formas de comunicação, afeto e percepção de si. Assim, o projeto adota uma perspectiva intergeracional, reconhecendo que as lógicas de exposição, comparação e engajamento nas redes digitais influenciam diferentes públicos, cada qual a partir de suas próprias vivências e repertórios.O espetáculo funciona como eixo central dessa proposta: um monólogo sensível e provocador que reflete sobre a busca por identidade em um mundo mediado por telas, avatares e algoritmos. A partir dessa experiência artística, o público é convidado a refletir sobre a dualidade entre o “eu real” e o “eu virtual”, tema que serve de ponto de partida para as quatro oficinas formativas que integram o projeto.Mais do que transmitir informações, a proposta pedagógica visa criar espaços de diálogo e expressão que permitam compreender como as tecnologias moldam nossas emoções, comportamentos e laços sociais. O projeto entende o teatro e a arte como ferramentas de formação humana — capazes de sensibilizar e ampliar a consciência sobre o tempo em que vivemos.Ao unir espetáculo e oficinas, Música Desaparecendo no Rosto propõe um percurso educativo que ultrapassa gerações e fronteiras disciplinares, promovendo a reflexão sobre o impacto das redes sociais na construção de identidades e convidando o público a reaprender a presença, a escuta e o encontro em meio ao ruído digital.
Nos termos da Instrução Normativa 23/2025, a proponente se compromete a adotar medidas de acessibilidade de aspecto arquitetônico e de conteúdo, como: - realização de apresentações em casa de espetáculos com acessibilidade física tanto na sala de espetáculo e em seus espaços acessórios (banheiros, p. ex.); - disponibilização de memória audiovisual do projeto (site), com vídeos na íntegra de todas as apresentações (artísticas e educativas), no site do projeto com recursos de acessibilidade aplicado, como LIBRAS, audiodescrição, legenda descritiva, texto em linguagem simples etc.; - Divulgação acessível, com textos e imagens de simples leitura, que possam ser lidos por softwares especializados;- Presença de intérprete de Libras em 09 das 18 sessões do espetáculo, bem como nnas atividades educativas que compõe a programação cultural do projeto. No mais, o proponente se compromete a contratar consultoria especializada em acessibilidade cultural, para que possa oferecer as soluções mais adequadas para que a cada um dos produtos culturais gerados por meio do projeto, presencial e virtualmente, adotando ações necessárias para que a memória do projeto pode alcançar mais pessoas.
A distribuição dos produtos gerados por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, observará:100% de distribuição gratuíta dos ingressos para apresentações e oficinas . Da porcentagem total dos ingressos, haverá as seguintes reservas: até 10% (dez por cento) para patrocinadores, havendo mais de um receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado;até 10% (dez por cento) para ações de divulgação do projeto;mínimo de 10% (dez por cento) com caráter social ou educativo, incluindo professores de instituição públicas de ensino, com fornecimento de ônibus gratuito para deslocamento dos membros/alunos da instituição. Como medida de ampliação do acesso, o projeto promoverá oficinas educativas com temas adjacentes do espetáculo, de modo a estimular a reflexão e o debate sobre as questões abordadas pelo espetáculo.
Maracutaia - Arte e Espaço Público - Fundada em 2014, a Maracutaia é uma produtora cultural com atuação na cidade de São Paulo, dedicada à promoção da arte em diálogo com o espaço público. Representa artistas, grupos e coletivos que desenvolvem trabalhos nas mais diversas linguagens — como arte urbana, performance arte, artes visuais, audiovisual e artes cênicas — com foco na experimentação artística, e circulação local e global.Entre os artistas representados, destaca-se o Desvio Coletivo, referência internacional em arte urbana e performance, com participações em importantes festivais e eventos artísticos na África, Ásia, EUA e Europa.Sob direção de Leandro Brasilio, diretor de produção (DRT 5329/SP) e advogado (OAB/SP 337.631) com especialização em Gestão de Projetos Culturais pela ECA/USP, a Maracutaia atua também no desenvolvimento, gestão e consultoria para projetos culturais, com ampla experiência na elaboração para editais públicos e leis de incentivo à cultura (Lei Rouanet, ProAC ICMS e ProMAC) e ao Esporte. Nos últimos anos, esteve à frente da produção de projetos realizados em eventos de grande relevância, como:Virada Cultural – São Paulo/SP (2015)Cena Contemporânea – Festival Internacional de Teatro de Brasília/DF (2016)Imaginarius - Festival Internacional de Arte de Rua de Santa Maria da Feira – Portugal (2017)Festival Aldeia do Velho Chico, Petrolina/ PE (2017)World Stage Design - evento organizado pela OISTAT – Organização Internacional de Cenógrafos, Arquitetos de Teatro e Técnicos - Taipei/Taiwan (2017)Mindelact – Festival Internacional de Teatro de Mindelo - Mindelo/Cabo Verde (2017)Ansan Street Arts Festival – Coréia do Sul (2018)Festival D’Aurillac – França (2018)GeorgeTown Festival – Malásia (2018)Mostra Teatro de Segunda – Curitiba/PR (2018)FIT - Festival Internacional de Teatro de São José do Rio Preto - São Paulo (2019)Nuit Blanche Brussels - Bruxelas/Bélgica (2020)V Edição da CALLE - Bienal de Performance - São Paulo (2023)Desde 2024, a sede da produtora está localizada no 358 – uma ocupação artística situada no bairro do Cambuci, em São Paulo. O espaço tem funcionado como polo criativo e experimental, abrigando uma programação contínua voltada às artes e à cultura, com projetos que atravessam linguagens como artes cênicas, dança, circo, performance, música, literatura, fotografia, arte urbana, artes visuais e audiovisual, como: LABORATÓRIO DE PERFORMANCE, SOM NA SALA, PRETEXTO - CLUBE DO LIVRO, PROJETO PILOTO, além de cursos e oficinas de diferentes linguagens artísticas. Leandro Brasilio - Coordenação de Produção: artista, produtor cultural e advogado. É especialista em Gestão de Projetos Culturais pela ECA/USP. Diretor de Produção. Advogado com ênfase na área cultural. Desde 2013 trabalha como produtor, desenvolvendo projetos em performance, artes cênicas, artes visuais, arte urbana e audiovisual. Desde 2015 integra o Desvio Coletivo (SP), grupo que atua na zona de fronteira entre arte urbana, performance arte e artes visuais. Produz a circulação global da performance urbana CEGOS que já representou o Brasil em festivais e eventos América do Sul, América do Norte, Europa, África e Ásia, dentre os quais: Festival D’Aurillac (França), Ansan Street Arts Festival (Coréia do Sul), Georgetown Festival (Malásia), Mindelact (Cabo Verde), Festival de Dança de Londrina (Paraná), Virada Cultural (São Paulo), World Stage Design (Taiwan), Imaginarius – Festival Internacional de Teatro de Rua de Santa Maria da Feira (Portugal), Cena Contemporânea – Festival Internacional de Teatro de Brasília, Festivale – Festival Nacional de Teatro do Vale do Paraíba (São Paulo), Festival Aldeia do Velho Chico (Pernambuco), Nuit Blanche Brussels (Bruxelas, Bélgica), dentre outros. Em 2022 foi contemplado pelo Proac 04/2022 – Circulação para mais uma etapa de circulação de CEGOS no Estado de São Paulo; também produz a performance urbana MATRIMÔNIOS, do mesmo coletivo, realizada em São Paulo, em Santiago (Chile) durante o Encuentro 2016 / Hemispheric Instituto de Performance e Política da Universidade de Nova York e em Curitiba/PR, na Mostra Teatro de Segunda em parceria com o Festival de Curitiba. Daniel Graziane - Dramaturgo e Roteirista. Formado em Geografia, tem profissionalização em teatro pelo GLOBE-SP. Como ator trabalhou com diretores como Antônio Abujamra e Ulisses Cruz. Pesquisa dramaturgia desde 2007. Especializou-se como Roteirista pela Academia Internacional de Cinema de SP. Estudou com profissionais renomados como Luiz Alberto de Abreu, Marcelino Freire, Newton Moreno, Antônio Araújo, Marici Salomão, Alexandre Mate, Paula Chagas, Marcio Abreu, Mario Vianna entre outros. No cenário internacional estudou com Vitor Viviescas (Colômbia), Alberto Vilareal (México), Robert Mckee (EUA), Davey Anderson e Anthony Neilson (Escócia). Participou ainda do WORKSHOP do Royal CourtTheatre. Em 2011 forma-se na primeira turma de dramaturgia da SP-ESCOLA DE TEATRO e no mesmo ano foi admitido na 4o Turma do Núcleo Experimental de Novos Autores do SESI- British Council. Durante esse processo escreveu o texto “FOGO AZUL DE UM MINUTO” (Publicado pela Editora SESI) montado no SESI Av. Paulista, com a direção de Zé Henrique de Paula. Em 2014, tem o texto “Derivado Intransitivo” (publicado pela FUNARTE) contemplado pelo Prêmio Funarte de Dramaturgia Nacional pela Região Norte. Mestre em Estudos Literários pela Universidade Federal de Rondônia (UNIR); onde tem como objeto de pesquisa o texto “RECUSA” escrito por Luiz Alberto de Abreu junto a Cia Balagan em diálogo com a cosmologia ameríndia.José Sampaio - Ator, diretor, escritor e produtor de artes cênicas. Formado pelo CPT de Antunes Filho, pelo curso de Atuação da SP Escola de Teatro e em Palhaço pelos Doutores da Alegria. É também Bacharel em Economia pela Universidade de São Paulo (FEA-USP), ganhador do prêmio de melhor tese em Economia da Arte e da Cultura de 2009. Realizou mais de 50 obras como ator, diretor e dramaturgo, entre peças teatrais, séries, curtas-metragens, performances e obras multimídias em trabalhos autorais e dentro de importantes companhias e produções de São Paulo em obras premiadas com Shell, APCA e prêmio CPT. No Teatro, entre os trabalhos que realizou como ator estão: “Roberto Zucco”, de 2010; “Cabaret Stravaganza”, 2012; "Vestido de Noiva", 2012; "Édipo na Praça", 2013; "E Se Fez A Humanidade Ciborgue em 7 Dias", 2014; “Adormecidos”, 2014 todas dirigidas por Rodolfo García Vázquez d’Os Satyros. Também na companhia, coordenou e desenvolveu oficinas de formação em teatro para novos atores e não atores, trabalhando com o planejamento, elaborando os preceitos artístico-pedagógicos dos projetos e dirigindo os trabalhos artísticos oriundos dessas oficinas. Pesquisa a intersecção entre teatro e mídias digitais desde 2014 com Os Satyros e depois em sua própria linha de pesquisa, dirigiu e escreveu em 2015, o “Teatro App" e a partir deste ano, dentro da ExCompanhia de Teatro esteve nas obras “O Enigma Voynich”, 2016, “Frequência Ausente 19Hz”, 2018 e “frequência_ausente.doc”, 2019. Co-Criador do “Projeto Vozes”, dentro da companhia, que utiliza o áudio 3D em instalações cênicas-sonoras buscando um resgate histórico de lugares públicos. No Audiovisual, atuou nas premiadas séries “A Menina Sem Qualidades”, dirigida por Felipe Hirsch para a MTV e “O Negócio” da HBO. Criador do [C A S A _ coletivo de arte] por onde criou, durante o período de pandemia de covid-19, a obra para internet: “NA CAMA”, disponível nas redes sociais do coletivo. No audiovisual atuou nas premiadas séries “A Menina Sem Qualidades”, de Felipe Hirsch e “O Negócio” da HBO. Realizou em 2024-2025, de forma independente, um documentário sobre origens, passado e memória a partir de sua própria família, atravessando toda a metade do século XX e começo do século XXI, narrando as mudanças nas estruturas sócio-culturais na cidade de São Paulo por todo esse período.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.