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PRONAC 2512512Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Vida de Cão

LEONARDO VINICIUS FABIANO 10324044933
Solicitado
R$ 112,5 mil
Aprovado
R$ 112,5 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
PR
Município
Maringá
Início
2026-03-01
Término
2027-03-01
Locais de realização (1)
Maringá Paraná

Resumo

O projeto "Vida de Cão" prevê a pesquisa, montagem e apresentação de um solo teatral bilíngue (Português-Libras) do ator maringaense Leonardo Fabiano, com direção de Fernando Ponce. A obra pretende se debruçar, por meio da autoficção e do teatro documental, sobre a finitude da vida, os vínculos afetivos que nutrimos e o luto, tudo isso por meio de um paralelo com a perda de animais de estimação, através de experiências reais coletadas do ator e dos membros da equipe, resultando numa jornada, partilhada com o público, de reconhecimento, escuta e reflexão. Serão ao todo 6 apresentações gratuitas, de classificação livre e abertas ao público, que acontecerão no Teatro Barracão. Além disso, o projeto prevê duas oficinas e três apresentações de contrapartida social.

Sinopse

A peça teatral VIDA DE CÃO se propõe a falar sobre a morte, que está intrinsicamente ligada a vida. E para essa abordagem usa da relação do ser humano com seus pets – ou animais de estimação, enxergando nessa relação uma possibilidade enorme de aprender sobre a finitude da vida e o quanto breves momentos devem ser aproveitados ao máximo. O mestre em clínica veterinária Pedroso Villela, ao discutir sobre a partida dos nossos animais de estimação diz oseguinte: “Eles nos ensinam que tudo aqui é passageiro e que às vezes as coisas não têm tanta importância quanto a gente dá. Todo mundo morrerá e não tem como evitar isso, então há esse ensinamento sobre finitude. Quando percebi isso, considerei que cães e gatos são realmente perfeitos, porque a única imperfeição que eu via — a de viverem pouco — ainda é um grande ensinamento para a gente”.No ano de 2023, o ator Leonardo Fabiano e o diretor Fernando Ponce, que formam um casal, perderam sua cachorrinha, Vick, que esteve com os dois por três anos, mas já estava na família de Fabiano por mais de 13 anos. O luto foi a energia motriz para a escrita desse projeto. Durante esse período foram observadas muitas outras histórias comoventes de pessoas que perderam seus animais e entraram num grande sofrimento e luto, entre elas histórias coletadas da própriadramaturga e da equipe de acessibilidade, o que foi unindo a equipe, que se conecta não só profissionalmente, mas por suas histórias relacionais com seus pets. Foi daí que surgiu o desejo de investigar essa relação tão única e tão potente. Buscando estabelecer um diálogo entre obra e público, entendendo que assim como aconteceu com a equipe, muitas outras pessoas são abarcadas por esse tipo de relação.O desejo de fazer uma peça bilíngue é uma sequência do trabalho de Leonardo ao longo dos anos acerca da arte acessível para a comunidade surda. Em seus trabalhos sempre houve a inserção da Língua Brasileira de Sinais de forma poética e a dialogar com o trabalho e não apenas sendo uma tradução literal e simultânea do texto. Em trabalhos anteriores o artista já colocou as intérpretes de Libras como parte essencial da cena, propôs diálogos mesclando oportuguês e a Libras, além de muitas vezes sinalizar partes do texto. Para esse trabalho há o desejo de elevar essas experimentações e proporcionar um espetáculo completamente bilíngue, proporcionando a mesma experiência sensorial, dramatúrgica e estética para pessoas ouvintes e surdas.

Objetivos

OBJETIVO GERAL: Montar e apresentar o espetáculo bilíngue "Vida de Cão", integrando teatro documental, autoficção, música ao vivo e Libras, com foco na acessibilidade, na memória afetiva e na valorização da produção local.OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Criar uma dramaturgia original em português e Libras a partir de experiências reais, unindo autoficção e teatro documental.- Realizar 6 apresentações gratuitas abertas ao público e 3 em instituições de assistência social, alcançando até 1.200 pessoas.- Oferecer 2 oficinas formativas gratuitas nas áreas de escrita afetiva e criação cênica, abertas à comunidade e ministradas por profissionais locais.- Garantir acessibilidade plena, com Libras em cena de forma poética, consultoria especializada e materiais de divulgação inclusivos.

Justificativa

"Vida de Cão" é um espetáculo teatral bilingue que parte da experiência real do ator Leonardo Fabiano, que se une a outras histórias de membros da equipe artística, para construir uma narrativa autoficcional sobre a perda, o luto, a memória e o amor. A peça utiliza a relação com um animal de estimação como ponto de partida para tratar, de forma sensível e universal, sobre a finitude da vida e os vínculos afetivos que nos constituem. Ao abordar a perda de um animal de estimação, a peça acessa um universo afetivo compartilhado por grande parte da população. Falar sobre a morte a partir dessa perspectiva permite uma abordagem mais acessível, simbólica e empática sobre o luto e a elaboração das memórias. A relevância da proposta está em seu potencial de diálogo com diferentes públicos, idades e contextos. Trata-se de um tema universal, mas raramente tratado com delicadeza e acessibilidade. A proposta também promove a descentralização cultural, alcançando comunidades vulneráveis, e valoriza artistas profissionais locais.Um indício da potência da temática escolhida e sua relevância está no fato de muitas escolas de ensino fundamental começarem a adotar animais de estimação de tempo de vida curta (como peixes e porquinhos da índia) justamente para trabalharem com as crianças sobre afeto, cuidado, carinho e até mesmo sobre como lidar com a morte e com o luto. O tema central da peça é a perda dos animais, mas antes desse momento chegar, muito podemos aprender com eles. Um dos relatos coletados de um dos consultores surdos próximo da equipe é de que seu cachorro não late para ele, outro ainda diz que seu gato também não mia para ele e que a primeira vez que viu seu gato miar foi quando trouxe uma pessoa ouvinte para a casa. Isso mostra o quanto podemos dizer através das nossas vivências com os nossos animais e a potência que essas histórias têm de gerar empatia, identificação e reconhecimento.A relação que desenvolvemos com nossos pets, sejam cães, gatos, pássaros, peixes ou outros animais mais incomuns, é completamente única, não se equipara com a relação com nenhum outro ser humano e não segue nenhum padrão, pois assim como cada ser humano é diverso, cada animal também o é. Falar da relação que desenvolvemos com nossos animais é falar de afeto, de respeito, de carinho e de cumplicidade, tudo isso desenvolvido de uma forma despadronizada, a comunicação se dá de forma instintiva e muitas vezes incerta, mas fica claro que ela se estabelece. E não há como falar dessa relação sem falar do fim dela. Todas as pessoas que se propõem a ter um animal de estimação passaram ou hão de passar em algum momento pela partida de seu grande parceiro, isso por que os animais domésticos têm estimativas de vida bem menores que a de um ser humano. Um gato vive em média de 12 a 18 anos, um cachorro, de 10 a 15, podendo variar de acordo com a raça e o porte. Isso são só alguns exemplos que nos mostram que escolher partilhar a vida com um bichinho é aceitar que aquele período será breve.A linguagem cênica escolhida para este trabalho propõe um entrelaçamento entre o teatro documental e a autoficção, explorando camadas de verdade emocional e memória poética, inspirado em conceitos do teatro contemporâneo, como o uso do real como matéria estética, de Verônica Fabrini, e o teatro documental defendido por Beth Lopes. O texto, escrito por Giovanna Gasino, que além de artista é psicóloga, muito se inspira nos escritos da poeta e psicanalista Ana Suy e surge do diálogo entre relatos pessoais e reflexões coletivas coletadas da equipe do projeto e pessoas próximas, costurado em processo colaborativo com o ator e o diretor Fernando Ponce. Um exemplo de trabalho que mescla essas linguagens com maestria é a peça "Jacy" do Grupo Carmin, de Natal (RN), que se utiliza do conceito e prática do teatro documental para dar vida a uma personagem real.Aderimos ao termo teatro bilíngue por adotarmos em todo o processo de criação e concepção do espetáculo o diálogo com a Língua Brasileira de Sinais, a Libras. Não almejamos uma peça com tradução simultânea do texto, feita por um intérprete de Libras isolado em um canto, vestido de preto, para não chamar muita atenção. Esse movimento não gera identificação e aproximação da obra por parte da comunidade surda. Por esse motivo, temos estruturado e desenvolvido espetáculos ao longo dos anos que tenham desde seu planejamento inicial a construção cênica acessível. Para ‘Vida de Cão’ queremos elevar essa proposta, inserindo não apenas a interpretação de Libras do texto, mas contar com uma assessoria durante todo o processo de construção e criação dramatúrgica, cênica e poética. Para isso, contamos com a presença do ator e intérprete de Libras Renan Parma, que é ouvinte, e a Doutora em Linguística Daniele Miki, que é surda e frequentemente trabalha em projetos culturais. O objetivo é construir uma peça que tenha o mesmo potencial artístico e poético para pessoas surdas e ouvintes, sem que haja hierarquias entre as línguas. Para tal, apostamos em propostas cênicas como trocas de papeis entre o intérprete de Libras e o ator, diálogos cruzados e mesclados entre as duas línguas e propostas cênicas que façam o uso da Libras como parte integrante e fundamental da cena. Em suma, ao fim do processo, busca-se um espetáculo equilibrado entre as línguas portuguesa e de sinais e falado em ambas as línguas. Um excelente exemplo que faz esse tipo de trabalho é a peça "Ilíada em Libras _ Canto I", do grupo Fluindo Libras (Curitiba), dirigido por uma artista surda e encenado por um ator ouvinte fluente em Libras, que sinaliza em um solo todo o texto pensado para funcionar nas duas línguas. Em Maringá, apenas uma peça se propôs ser totalmente bilingue, a obra "Uma História que não se conta _ Ernesto e eu", de 2022, um solo no qual o ator falava e sinalizava simultaneamente a peça toda. O trabalho é do próprio Renan Parma, que se junta a nós agora em "Vida de Cão".Parte importante do projeto também são suas ações formativas e contrapartidas sociais. Propomos 2 ações formativas que dialogam com o processo de criação e construção do espetáculo. A primeira é a oficina de escrita criativa e afetiva ministrada pela dramaturga Giovanna Gasino, partilhando um pouco do processo de tradução de memórias e ressignificação das nossas vivências, pautada também nos conteúdos sobre afeto da poeta e psicóloga Ana Suy.A segunda ação é uma oficina teatral com o diretor Fernando Ponce, que propõe uma abertura do processo de criação cênica do espetáculo por meio das memórias e narrativas pessoais, pautado nos conceitos do teatro documental.Já para as contrapartidas propomos 3 apresentações em instituições assistidas pela Secretaria de Assistência Social _ SAS, sendo elas a creche de idosos Centro Dia, o espaço de convivência e fortalecimento de vínculos Serviço de Obras Sociais _ SOS e a Associação dos Surdos de Maringá - ASUMAR. Esses são espaços de acolhimento de pessoas em vulnerabilidade social, que são privadas, entre tantas coisas, do acesso a ações artísticas. Nosso objetivo é chegar até essas pessoas, descentralizando o fazer artístico da cidade, e instigar por meio das nossas produções artísticas o sentimento de pertencimento dessas pessoas no movimento cultural dessa cidade. Todas as apresentações serão seguidas de um bate-papo, afim de dialogar sobre a experiência e ouvir seus relatos sobre o tema.As oficinas também terão recursos de acessibilidade, bem como todo o material de divulgação, além de todos os espaços que recebem o projeto. O projeto também se preocupa com a contratação de pessoas de baixa renda e da comunidade LGBTQIAPN+ para compor a equipe. A linguagem pretendida para todas as ações é acessível para todas as pessoas, prezando também pela acessibilidade atitudinal. Não seria possível fazer todas essas ações sem o aporte financeiro necessário, daí a importância de acionar a Lei Federal de Incentivo à Cultura.

Estratégia de execução

“MEMÓRIAS QUE FALAM”Oficina de escrita criativa e afetivaFacilitadora: Giovanna GasinoCarga horária: 4hPúblico-alvo: jovens e adultos a partir de 16 anosVagas: até 25 participantesFormato: presencial (sala com cadeiras, mesas, papel, lápis/caneta; acessível a pessoas com deficiência)Interpretação em Libras: Sim Objetivo geral: Estimular a escrita sensível a partir de memórias afetivas e experiências de vida, promovendo reflexão, expressão criativa e acolhimento coletivo. Conteúdos abordados:- Escrita autobiográfica e afetiva- Memória como ferramenta poética- Escrita em fluxo contínuo- Tradução emocional da experiência em textoMetodologia:- Apresentação da facilitadora e do projeto “Vida de Cão”- Roda de conversa sobre memórias e afetos- Exercícios de escuta e disparadores criativos (música, imagens, palavras)- Escrita guiada com pausas de leitura voluntária- Partilha coletiva e reflexão finalResultados esperados:- Ampliação da percepção emocional sobre o cotidiano- Criação de pequenos textos autorais pelos participantes- Fortalecimento da relação entre memória, arte e linguagem- Estímulo à escrita como ferramenta de elaboração simbólica“CENA E MEMÓRIA”Oficina teatralFacilitador: Fernando PonceCarga horária: 4hPúblico-alvo: artistas iniciantes ou pessoas interessadas em teatro a partir de 16 anosVagas: até 25 participantesFormato: presencial (sala ampla com espaço para movimentação, objetos pessoais com carga afetiva; acessível a pessoas com deficiência)Interpretação em Libras: SimObjetivo geral: Investigar a criação cênica a partir da memória afetiva, utilizando elementos do teatro documental e da autoficção como ferramentas criativas.Conteúdos abordados: - Introdução ao teatro documental e à autoficção- Exercícios de improvisação a partir de relatos e objetos pessoais- Corpo e memória: a fisicalidade da lembrança- Elementos narrativos e poéticos na cenaMetodologia:- Apresentação do facilitador e do projeto “Vida de Cão”- Dinâmicas corporais de presença e escuta- Roda de partilha e escuta de relatos- Criação de pequenas cenas baseadas em memórias e objetos reais- Apresentação final das cenas em grupo- Debate e fechamento coletivoResultados esperados:- Criação de cenas breves com base em histórias e objetos pessoais- Desenvolvimento da escuta, improvisação e expressão corporal- Introdução aos conceitos de teatro documental e autoficcional- Estímulo à criação a partir da própria trajetória

Especificação técnica

100 Cartazes: 42x60cm, 4x0 cores, Tinta Escala em Couche Liso 115g. 1000 Cartões postais: 10x15cm, 4x1 cores, Tinta Escala em Reciclato 240g Banner em lona impressão digital c/ acabamento medindo 80x120cm e 2m x 3m Programas do espetáculo no tamanho 15x21cm 4x4 cores 8pg Tinta Escala em Couche Liso 115g

Acessibilidade

Acessibilidade FÍSICA: As apresentações do espetáculo acontecerão no Teatro Barracão, que conta com acessibilidade arquitetônica, incluindo rampas, corrimões, banheiros acessíveis, sinalização, assentos reservados e vagas de estacionamento reservadas. As demais instituições onde haverá apresentações também possuem recursos de acessibilidade, sendo uma delas, inclusive, direcionada ao público surdo. Acessibilidade de CONTEÚDO:- “Vida de Cão” é um espetáculo teatral bilingue. Aderimos ao termo teatro bilingue por adotarmos em todo o processo de criação e concepção do espetáculo o diálogo com a Língua Brasileira de Sinais, a Libras. Não almejamos uma peça com tradução simultânea do texto, feita por um intérprete de Libras isolado em um canto, vestido de preto, para não chamar muita atenção. Esse movimento não gera identificação e aproximação da obra por parte da comunidade surda. Por esse motivo, temos estruturado e desenvolvido espetáculos ao longo dos anos que tenham desde seu planejamento inicial a construção cênica acessível. Para ‘Vida deCão’ queremos elevar essa proposta, inserindo não apenas a interpretação de Libras do texto, mas contar com uma assessoria durante todo o processo de construção e criação, dramatúrgica, cênica e poética. Para isso contamos com a presença do ator e intérprete de Libras Renan Parma, que é ouvinte e a Doutora em Linguística Daniele Miki, que é surda e frequentemente trabalha em projetos culturais. Resultando em uma peça que tenha o mesmo potencial artístico epoético para pessoas surdas e ouvintes, sem que haja hierarquias entre as línguas. Para tal, apostamos em propostas cênicas como trocas de papeis entre o intérprete de Libras e o ator, diálogos cruzados e mesclados entre as duas línguas e propostas cênicas que façam o uso da Libras como parte integrante e fundamental da cena.- Propomos duas ações formativas que dialogam com o processo de criação e construção do espetáculo. As duas terão intérprete de Libras.- Como contrapartidas propomos 3 apresentações em instituições assistidas pela Secretaria de Assistência Social – SAS, sendo elas a creche de idosos Centro Dia, o espaço de convivência e fortalecimento de vínculos Serviço de Obras Sociais – SOS e a Associação dos Surdos de Maringá - ASUMAR.- A linguagem pretendida para todas as ações do projeto é uma linguagem acessível para todas as pessoas, prezando também pela acessibilidade atitudinal.

Democratização do acesso

As atividades serão realizadas de forma gratuita para a população.Outras medidas de ampliação de acesso são:- Realização de 6 apresentações gratuitas, de classificação livre e abertas ao público que acontecerão no Teatro Barracão. A previsão é de que as apresentações alcancem um público médio entre 900 e 1200 pessoas, entre crianças, adultos e idosos.- Realização de 2 oficinas destinadas ao público geral realizadas no CAC – Centro de Ação Cultural Márcia Costa, sendo uma delas de escrita criativa e afetiva com a dramaturga Giovanna Gasino e uma oficina teatral com o enfoque em memória afetiva em cena com o diretor Fernando Ponce. As oficinas serão ofertadas para até 50 pessoas, 25 vagas para cada ação.- Como contrapartida social, o projeto ainda circula pela cidade para realizar 3 apresentações em instituições assistidas pela SAS – Secretaria de Assistência Social. A primeira instituição é a creche para idosos Centro Dia, a segunda o Centro de Convivência e Fortalecimento de Vínculos SOS – Serviço de Obras Sociais e a terceira, a ASUMAR – Associação dos Surdos de Maringá.Alcançando assim regiões diversas da cidade, além de públicos em situação de vulnerabilidade distintos, o primeiro voltado para o atendimento de idosos a partir de 60 anos, o segundo crianças de 6 a 14 anos e o terceiro indo de encontro ao público alvo, a comunidade surda, que pouco frequenta os teatros da cidade. A creche Centro Dias atende em média 30 idosos, enquanto que o SOS atende cerca de 40 crianças e a ASUMAR está atualmente com mais de 100 atendidos na rede. Assim as contrapartidas podem alcançar um público de até 200 pessoas entre atendidos e funcionários dos espaços citados.- O projeto pretende contar com ampla divulgação, incluindo assessoria de imprensa, redes sociais, anúncios patrocinados, cartazes, veiculação de anúncios, etc

Ficha técnica

Ator: Leonardo Fabiano / Diretor: Fernando Ponce / Intérprete de Libras: Renan Parma / Consultora e Assessora Linguística: Daniele Miki / Dramaturgia: Giovanna Gasino / Produção Geral: Lady Leo Produções Artísticas / Assistência de Produção e Assessoria de Imprensa: Rachel Coelho - 2 Coelhos Comunicação e Cultura / Composição Musical: Matheus Machado / Músico: Nadji Vieira / Designer Gráfico: Sidnei Puziol / Figurino: VCamp Ateliê.Leonardo Fabiano iniciou seus estudos em teatro em 2010 e, desde então, atua como ator em montagens de diferentes linguagens cênicas. Entre 2013 e 2016, dedicou-se às artes circenses e, a partir de 2016, iniciou sua formação em dança, com ênfase na linguagem da dança contemporânea. Em 2017, ao ingressar na Universidade Estadual de Maringá, direcionou sua pesquisa para a docência em teatro e para a performance arte. É graduado em Artes Cênicas – Licenciatura Plena em Teatro pela UEM e pós-graduado em Atendimento Educacional Especializado pela UNIFAMMA. Desde 2019 atua também como produtor cultural, fundando sua própria empresa, por meio da qual desenvolve projetos em dança, teatro e artes visuais. Sua trajetória profissional abrange diferentes frentes: ator (profissionalizado em 2019), produtor cultural (profissionalizado em 2023) e artista da dança (profissionalizado em 2024). Atua ainda em iluminação cênica e direção, construindo uma carreira versátil que integra a criação, a produção e a docência nas artes.--Fernando Ponce é educador, diretor e pesquisador formado pela Universidade Estadual de Maringá em Artes Cênicas, licenciatura em Teatro, especialista em Arte, Educação e Terapia pelo Instituto Paranaense de Ensino e mestrando em Artes Cênicas na Universidade do Estado de Santa Catarina - Pedagogia do Teatro. Trabalhou como professor/diretor de teatro e dança em projetos sociais da cidade de Maringá e como músico (percussionista) contratado da Orquestra Filarmonica Unicesumar. Para além da educação, desde 2018 vem desenvolvendo trabalhos artísticos e culturais nos quais vem se envolvendo e aprofundando seus conhecimentos como Diretor. Dentre seus territórios de pesquisa e interesse está o Teatro para as Infâncias de modo ético, simbólico e político. --Rachel Coelho é jornalista e produtora cultural de Maringá, responsável pela 2 Coelhos Comunicação e Cultura desde outubro de 2014. Sua atuação, no entanto, teve início antes da criação da empresa, em 1997. Além de realizar e divulgar os seus próprios projetos, a 2 Coelhos também presta serviços de assessoria de imprensa e produção cultural para projetos de terceiros. Entre os projetos próprios, o mais importante é a mostra cultural Só em Cena, atualmente em sua oitava edição. Também realiza projetos como o FOCA - Formação e Capacitação de Artistas, o Escala Cultural (que visa colocar Maringá no circuito dos grupos em circulação), e o Cine 2 Coelhos, focado no cinema brasileiro contemporâneo que não entra em cartaz na cidade.-- Daniele Miki Fujikawa é doutora em Linguística (UFSC). Mestre em Educação (UEM). Especialista em Educação Bilíngue para Surdos - Libras e Língua Portuguesa (IPE). Graduada em Letras Libras (UFSC) e Design de Interiores (Unicesumar). Professora da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR Câmpus Apucarana). Autora do livro infantojuvenil "O extraordinário mundo de Miki". Membro integrante do Programa FarmaLibras da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf) e do Projeto Revistas Científicas Escritas em Libras (SWOJS). Tem experiência na área de Libras, Escrita de Sinais (SignWriting) e Tradução de Libras/Português. --Renan Parma é integrante da CIA FORFÉU desde 2009, onde trabalha como ator, diretor e ministra oficinas de iniciação teatral para novos integrantes do grupo. Desde 2017, trabalha dentro da companhia em projetos que envolvem Libras e profissionais surdos. Os trabalhos envolvem interpretação e tradução, oficinas e aulas em Libras, atuação em espetáculos bilíngue e produção cultural bilíngue e em Libras. Coofundador e coordenador do Centro Cultural Arena das Artes, desde 2018, data de inauguração do espaço na cidade de Maringá – PR. Onde trabalha com gestão e produção de projetos culturais no âmbito municipal e federal, faz curadoria de espetáculos, cursos e oficinas que compõem o cronograma do espaço, entre outras funções pertinentes a gestão do centro cultural.--Matheus Machado é compositor e instrumentista, nascido em Maringá (PR) e graduado pela Universidade Estadual de Maringá (UEM).Suas músicas exploram as possibilidades de diferentes instrumentos e o uso de sintetizadores como catalisadores de ideias, sentimentos e narrativas para os espetáculos em que atua.Suas referências vêm principalmente da música erudita e de trilhas sonoras de diversos compositores.Já trabalhou com músicos de diferentes gêneros da região, além de artistas de outras áreas, em espetáculos, grupos de câmara e no meio orquestral.É instrumentista há mais de 15 anos e tem fascínio pela mistura de diferentes sons e ritmos unidos pelo propósito da arte.--Nadji Ayel é percussionista, baterista e professor de música maringaense. Iniciou estudos de percussão aos 12 anos em projetos sociais: a Orquestra Projeto Guri - Polo Maringá e a Banda de Metais e Percussão Branca da Mota Fernandes. É baterista e percussionista da Orquestra Filarmônica UniCesumar há 17 anos. Graduou-se em Licenciatura em Música Popular Brasileira pela UniCesumar em 2017 e especialização em Arte, Educação e Terapia pelo Instituto Paraense de Ensino em 2018. Atuou como professor de música em ONGs e Associações Culturais por mais de 10 anos. É professor de bateria do Conservatório Fundação Luzamor. Foi professor mediador das graduações EAD de Licenciatura em Música e Design Musical da UniCesumar e, em 2023 e 2024, professor formador da disciplina de Mentoria Instrumental de Sopros e Percussão e Instrumento de Flauta Doce. Desde 2023 é baterista da artista maringaense Leffs, do grupo Sax Music e percussionista do Grupo Batucar.--Giovanna Gasino é artista e psicóloga, graduada pela Universidade Estadual de Maringá. É também graduanda em Artes Cênicas, pela mesma universidade.Ao longo do processo de formação em psicologia, tem um encontro com a poesia, que a leva à Residência Poética promovida pelo SLAM Pé Vermelho, Coletivo de SLAM Maringaense. A partir de então, a escrita torna-se parte fundamental de sua vivência como artista, bem como objeto de estudo e ferramenta na clínica com seus pacientes. Compreende a ação de escrever como recurso criativo e analítico, com grande potência de elaboração psíquica individual e coletiva.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.