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PRONAC 2512516Autorizada a captação total dos recursosMecenato

O SAMBA – DI CAVALCANTI (título provisório)

ARTE 3 ASSESSORIA PRODUCAO E MARKETING CULTURAL LTDA
Solicitado
R$ 1,50 mi
Aprovado
R$ 1,50 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Livro/Obra Refer impres/eletrôni valor Art/Lit/Hum
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2026-01-02
Término
2027-03-01
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

Esta proposta cultural contempla a realização de publicação sobre o histórico da obra SAMBA de Emiliano Di Cavalcanti datada de 1927, reunindo textos, documentos, correspondências e vasta iconografia.

Sinopse

A classificação do projeto é LIVRE.

Objetivos

Objetivo GeralEste projeto tem por objetivo geral organizar, produzir e publicar livro sobre a obra SAMBA (1927) de Emiliano di Cavalcanti assim como a relação do artista com o muralismo e os muralistas mexicanos. Objetivo EspecíficoProduto Livro - Editar duas versões do livro sendo: uma edição bilingue (português / inglês) impressa e digital e uma versão bilingue (português / espanhol) em formato digital. Produto Contrapartida social - Realização de palestra gratuita e aberta ao público de alunos e professores da rede pública de ensino com Ivo Mesquita. A palestra terá como tema as pesquisas realizadas durante a prepação do livro, em especial sobre a obra Samba, de Di Cavalcanti.O projeto tem ainda os seguintes objetivos complementares:• resgatar e comprovar a origem e trajetória da pintura Samba (1927), obra ainda pouco conhecida;• tornar acessível e público o material de pesquisa realizada reunindo fontes primarias, depoimentos, registros inéditos e iconografia abrangente;• tornar-se fonte e obra de referência para desenvolimento de novas pesquisas e novos desdobramentos• valorizar projetos de recuperação da memória e de pesquisa crítica que preservam, ampliam e reinterpretam o patrimônio artístico brasileiro• realizar palestra sobre o tema da pesquisa do livro para ampliar o acesso do público ao processo de pesquisa

Justificativa

A obra Samba (1927), de Di Cavalcanti, representa um ponto de inflexão na consolidação de uma linguagem moderna enraizada na cultura brasileira. Nela, o artista transforma o samba — expressão popular e mestiça — em emblema da identidade nacional em formação, articulando influências do cubismo e do modernismo europeu às matrizes afro-brasileiras. O resultado é uma síntese visual poderosa, em que ritmo, corpo e convivência social tornam-se símbolos de uma nova estética, profundamente ligada à vida urbana e à diversidade do país.Este projeto de publicação tem como propósito resgatar e comprovar a origem e a trajetória da pintura Samba (1927), obra que havia caído no esquecimento, apesar de sua relevância no conjunto da produção de Di Cavalcanti. A pesquisa — fruto de extenso levantamento histórico e documental — reuniu fontes primárias, registros inéditos e uma iconografia abrangente que permitem reconstituir a história dessa pintura, situando-a de forma precisa no percurso do artista e no contexto do modernismo brasileiro.É importante destacar que a obra Samba (1925), mais conhecida e amplamente reproduzida, foi perdida em um incêndio ocorrido na residência do colecionador Jean Boghici em 2012. A publicação aqui proposta, ao recuperar e contextualizar a versão de 1927, corrige lacunas historiográficas e reafirma a riqueza e a continuidade da investigação de Di Cavalcanti sobre o tema do samba e da cultura popular. Assim, este projeto não apenas resgata uma obra esquecida, mas reinscreve sua relevância na história da arte brasileira.Além disso, a pesquisa que fundamenta esta publicação traz uma contribuição essencial ao explorar o diálogo entre Di Cavalcanti e os muralistas mexicanos, evidenciando a influência de artistas como Diego Rivera e David Alfaro Siqueiros em sua abordagem social e narrativa da pintura. Essa perspectiva amplia a compreensão da obra do artista, situando-o em uma rede transnacional de trocas estéticas e ideológicas que marcaram a arte latino-americana do século XX.A relação com o muralismo mexicano não se restringe à dimensão formal: ela se desdobra também em um plano ideológico. Di Cavalcanti via na mestiçagem brasileira uma força estética e política, tal como os muralistas viam no povo mexicano o verdadeiro protagonista da modernidade. Em ambos os casos, a pintura assume um caráter de manifesto visual, traduzindo em imagens a ideia de nação e identidade cultural. Essa afinidade transnacional coloca Di Cavalcanti dentro de um diálogo latino-americano mais amplo, em que a arte moderna não é apenas herdeira das vanguardas europeias, mas também criadora de uma linguagem própria, comprometida com as realidades locais.No contexto da obra Samba (1927), esse diálogo é particularmente revelador. Embora não se trate de um mural, a tela apresenta todos os elementos que caracterizam o pensamento muralista: a monumentalidade das figuras, a construção coletiva da cena, a celebração do corpo popular e a integração entre arte, ritmo e vida. Nesse sentido, Samba pode ser entendida como um prelúdio às experiências murais que Di Cavalcanti desenvolveria nas décadas seguintes e como expressão precoce de uma visão estética profundamente latino-americana.O interesse de Di Cavalcanti pelos muralistas mexicanos, e pelas ideias que eles simbolizavam, reforça sua posição como um dos principais articuladores de uma modernidade brasileira comprometida com o social. O artista não apenas absorveu influências, mas reinterpretou-as de modo singular, aproximando-as do contexto brasileiro e de suas contradições. Com isso, construiu uma obra que, como a dos muralistas, transcende a dimensão estética e se afirma como gesto político e cultural.Portanto, esta publicação justifica-se não apenas como reconstituição histórica, mas como projeto de memória e de pesquisa crítica, que recupera informações inéditas, contextualiza a produção de Di Cavalcanti em novos horizontes e estimula o desenvolvimento de futuras investigações. Ao reunir conteúdo rigoroso, iconografia rara e reflexões contemporâneas, o projeto reafirma a importância de produzir publicações que preservem, ampliem e reinterpretam o patrimônio artístico brasileiro, fortalecendo o entendimento do modernismo como movimento plural, socialmente enraizado e em permanente diálogo com o mundo.

Estratégia de execução

O proponente informa que no momento é possível informar que a rubrica que já sabe que irá se remunerar é a de coordenação de produção do projeto. No entanto, poderá se remunerar por outras rubricas, se comprometendo, desde já, que apenas será remunerado pelos serviços prestados no projeto.O proponente informa ainda que poderão ocorrer alterações quanto aos profissionais envolvidos no projeto, em razão de disponibilidade no período de realização (2026/2027). No entanto, já antecipa que os eventuais novos profissionais serguirão a temática do projeto e estarão em conformidade com o objetivo proposto.Estão anexados, para consulta, os seguintes arquivos:Histórico sintético arte3 (proponente)Apresentação preliminar do projetoCartas de anuênciaDeslocamentosPré-produçãoMontevideo / São Paulo / Montevideo = 4 unidadesSão Paulo / Montevideo / São Paulo = 4 unidadesRio de Janeiro / São Paulo / Rio de Janeiro = 4 unidadesProdução / ExecuçãoMontevideo / São Paulo / Montevideo = 4 unidadesSão Paulo / Montevideo / São Paulo = 4 unidadesRio de Janeiro / São Paulo / Rio de Janeiro = 4 unidades

Especificação técnica

Sumário preliminar:- Introdução: a que vem o livro?Parte I: Um quadro esquecido- O primeiro encontro, setembro 2006 (México) - O segundo encontro (Martin Castillo – Galeria Sur) - Terceiro encontro (Elizabeth Di Cavalcanti) - Volta ao Brasil: MAR 2016, Pinacoteca 2017 Parte II: Um quadro viajante - Luis Quintanilla: nota biográfica, ou pequeno retrato do Brasil, 1927-29 - Quintanilla na Revista Para Todos (Xenia Bergman) - Quintanilla e Mario de Andrade (Odile Cisneros)- Quintanilla, Mario de Andrade e a modernidade (Raul Antelo) - Nota sobre o Arquivo Luis Quintanilla nos Arquivos Parte III: Um quadro revelado - Di Cavalcanti e o México - Samba, 1927, e a obra de Di Cavalcanti nos anos 1930 - Samba, 1927 (Rafael Cardoso)Parte IV: Documentação - Bibliografia (livro)- AgradecimentosCréditos e copy-rightsISBNColophonDescrição PreliminarGeral Tiragem: 2000Páginas: 384Formato fechado: 210 x 275 mmFormato aberto: 420 x 275 mmCapaCapa dura, papel paraná envelopado com papel 180g (Opções: Mulken, Markatto ou similar);Impressão de pantone 1x0;Laminação localizada na capa, prateada fosca. (Ou hot stamp sem relevo)Laminação localizada na quarta-capa, prateada fosca. (Ou hot stamp sem relevo)Lombada quadrada;Guarda: impressão pantone 1x1.MioloPapel 1160 páginas, 10 cadernos entrecortando o livroPapel não-revisto entre 115g e 120g (Opções: Mulken, Markatto ou similar);Impressão 2x2 pantones;Papel 2160 páginas; Papel 120g Couchê;Impressão 4x4;Laminação BOPP.

Acessibilidade

Produto LIVROAcessibilidade Arquitetônica: não se aplica (produto editorial impresso).Acessibilidade de Conteúdo: PcD Visuais: versão digital em formato acessível, conforme o Art. 68, § 2ºda Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015, que define formatos acessíveis como arquivos digitais reconhecíveis e utilizáveis por softwares leitores de tela ou outras tecnologias assistivas, permitindo leitura com voz sintetizada, ampliação de caracteres e diferentes contrastes.Acessibilidade de Conteúdo – PcD Intelectuais: versão digital do livro adaptado aos princípios de Linguagem Simples, com diagramação que favoreça leitura clara (fonte legível, contraste adequado, espaçamento ampliado).A publicação sobre a obra Samba (1927) de Di Cavalcanti propõe não apenas difundir conhecimento histórico e artístico, mas também assegurar acesso ampliado e inclusivo aos seus conteúdos. Assim, o projeto editorial contemplará um conjunto de ações que venham a garantir acessibilidade comunicacional e cognitiva. • As versões digitalis serão disponibilizadas em formato pdf na Rede (Internet) para acesso aberto contemplando a ferramenta VoiceOver e permitindo a descrição sonora de todos os conteúdos (Deficiência Visual). A ferramenta VoiceOver é intrínseca aos computadores não havendo a necessidade de inserção de qualquer dispositivo para essa medida de acessibilidade.PRODUTO: Contrapartida SocialO lançamento da publicação será acompanhando por um encontro reunindo os profissionais envolvidos, em especial os autores e a herdeira de Di Cavalcanti.O lançamento do livro impresso será realizado em local com todas as necessidades / exigências acessíveis: rampas, banheiros acessíveis, sinalização em braille.Também haverá a presença de profissionais de LIBRAS.O proponente respeita e reconhece que pessoas que apresentem espectros, síndromes ou qualquer doença que possam gerar limitações, são atores sociais com direitos preservados, sobretudo os direitos culturais. O proponente destaca ainda a importância ao acesso à arte como um importante meio de contribuir para a socialização de todos.Deficiência Auditiva: não serão prejudicados, pois todos os portadores de necessidades auditivas poderão ler e ver a publicação.

Democratização do acesso

O projeto prevê tiragem total de 2.000 exemplares do livro, cuja distribuição e comercialização obedecerá às diretrizes do Artigo 46 da Instrução Normativa MinC nº 23/2025:· 200 exemplares (10%) – Distribuição gratuita a bibliotecas públicas, escolas de arte, universidades e instituições culturais em diferentes regiões do Brasil, priorizando redes públicas de ensino.· 200 exemplares (10%) – Distribuição gratuita em ações promocionais e de divulgação, como eventos de lançamento, palestras e atividades formativas.· 200 exemplares (10%) – Distribuição gratuita a patrocinadores, como forma de contrapartida institucional.· 400 exemplares (20%) – Comercialização a preço popular de R$ 50,00, garantindo acesso a estudantes, pesquisadores e público em geral de menor poder aquisitivo.· 1000 exemplares (50%) – Comercialização livre em livrarias, feiras de livros e plataformas digitais de venda. Como medida de Ampliação de Acesso (Artigo 47, inciso III), o projeto contempla versão digital gratuita em formato PDF acessível, disponibilizada no site da proponente, garantindo acesso irrestrito e permanente ao conteúdo, em âmbito nacional e internacional.Medidas de ampliação de acesso:As medidas de ampliação previstas, de acordo com o disposto no Art. 47 da Instrução Normativa vigente, são:[1] III – disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado por libras e audiodescrição;

Ficha técnica

Ivo MesquitaOrganizador/ curadorCrítico de arte e curador, Ivo Mesquita nasceu em São Paulo em 1951 e formou-se em Jornalismo em 1972. Tem bacharelado em História da Arte e mestrado pela Universidade de São Paulo.Iniciou sua carreira profissional no início dos anos 1980 na Bienal de São Paulo como curador assistente. Com Stella Teixeira de Barros foi curador da mostra Expressionismo no Brasil: Heranças e Afinidades na 18ª Bienal de São Paulo. Nas 16ª & 17ª Bienais de São Paulo, em 1981 e 1983, respectivamente, foi responsável pela documentação e catalogação dessas mostras. Com Sônia Salzstein-Goldberg foi curador da mostra especial Imaginários Singulares da 19ª Bienal de São Paulo em 1987.Foi um dos curadores do segmento Roteiros. Roteiros. Roteiros. Roteiros. Roteiros. Roteiros. Roteiros da 24ª Bienal de São Paulo em 1998, mostra idealizada por Paulo Herkenhoff e Adriano Pedrosa (curadores-chefes) com um panorama abrangente da arte em fins do século 20.Foi curador-chefe da Fundação Bienal de São Paulo em 1999 a 2000 e diretor artístico na 28ª edição de 2008.Foi também diretor Técnico do Museu de Arte Moderna de São Paulo de 2000 a 2002, antes de ingressar na Pinacoteca do Estado de São Paulo, onde atuou como diretor artístico de abril de 2012 a dezembro de 2014. Por onze anos foi professor visitante no Bard College de Nova York, como parte do programa de formação de curadores.Das muitas exposições que idealizou e desenvolveu como curador, destacam-se: F[r]icciones, Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía, Madri 2000 e Cartographies, Winnipeg Art Gallery, Canadá 1993.Mesquita foi um dos organizadores da Conferência Anual do CIMAM 2005: Museums: Intersections in a Global Scene, que aconteceu nos dias 21 e 22 de novembro de 2005, na Pinacoteca do Estado. Este evento foi o primeiro a receber uma cobertura crítica idealizada e produzida pelo Fórum Permanente. Também organizou em 1994 o seminário Multiculturalismo e a Visualidade Contemporânea (Jornal o Estado de São Paulo) e em 1991 o Simpósio Arte e Identidade na América Latina no Memorial da América Latina, São Paulo.Ana Helena CurtiCoordenação de produçãoPossui graduação em Licenciatura em Educação Artística na Modalidade de 2º Grau (duração plena) pela Faculdade de Artes Plásticas (1981) da Fundação Armando Alvares Penteado e pós-graduação Latu Sensu - especialização em Gestão Cultural, Desenvolvimento e Mercado pelo Centro Universitário SENAC (2012-2013). Coordenadora do Curso de Produção Cultural do Instituto do Teatro Brasileiro (desde 2023). Profissional com 42 anos de atividades.Docente da Fundação Armando Alvares Penteado nos cursos de Artes Visuais (desde 1997) e de Produção Cultural (2013/2022).Diretora da Arte3 Assessoria Produção e Marketing Cultural Ltda desde 1986, empresa especializada na criação, desenvolvimento, organização e produção executiva de projetos culturais. Tem experiência nas áreas de curadoria, produção executiva, administração e gestão de projetos e instituições culturais com ênfase em museus, exposições e leis de incentivo à cultura.Presidente do Conselho de Administração da Instituição A CASA Museu Objeto – OS. Responsável pela gestão do Museu da Casa Brasileira (2006-2014). Vice-presidente da Associação dos Amigos do Centro Cultural São Paulo (2019-2020). Presidente da Associação de Amigos do Centro Cultural São Paulo / PMSP (2021-2024). Membro do Conselho Superior da Indústria Criativa / COSIC - FIESP (2020-2021). Co-coordenadora do Curso de Art Business da Escola São Paulo (2014-2015). Presidente do Conselho do Instituto pelo Diálogo Intercultural (desde 2015); Presidente da ARTES VISUAIS BRASIL - Associação Brasileira de Produtoras Independentes das Artes Visuais (desde 2016).À frente da empresa arte3, organizou cerca de 950 projetos culturais no Brasil e no exterior podendo citar: Bienal do Mercosul (2ª, 3ª, 4ª, 5ª e 10ª edições); Bienal de Arquitetura (10ª e 11ª edições); Bienal de São Paulo (20ª, 21ª e 24ª edições); 1ª Bienal do Fim do Mundo – Ushuaia / Argentina; Bienal de Fotojornalismos; Bienal Brasileira de Design (2ª, 3ª e 4ª edições); Bienal de Design Gráfico (9º edição); 2ª Bienalsur – Buenos Aires / Argentina; mostra BRASIL 1920-1950: Da Antropofagia a Brasília – IVAM, Valencia, Espanha; mostra A experimentação na arte de Lygia Clark – Musée des Beaux Arts de Nates e Pinacoteca do Estado de São Paulo; Europália 2012 – Bélgica; mostra Como se Pronuncia Design em Português – Museu do Design, Lisboa, Portugal; mostra O Brasil dos Viajantes – MASP e Centro Cultural de Belém, Lisboa; mostra Parábola do Progresso (Sesc Belenzinho); mostra Elles – Artistas Mulheres na coleção do Centro Pompidou - CCBB Belo Horizonte; mostra DOS BRASIS: arte e pensamento negro - Sesc Belenzinho / SP e Sesc Quitandinha / Petrópolis; Europália (Bélgica); Brasil + 500: Mostra do Redescobrimento; Museu da Língua Portuguesa, Museu de Porto Seguro; Museu da Pobreza entre outros.Gabriela Caetanoprodução executivaProdutora executiva com experiência no planejamento e realização de projetos culturais, incluindo exposições, eventos e espetáculos. Desde 2022 integra a equipe da Arte3, onde realiza a produção executiva de exposições em instituições culturais, entre elas Parábola do Progresso (SESC Pompeia), DOS BRASIS: Arte e Pensamento Negro (SESC Belenzinho e SESC Quitandinha), Leituras de Thiago Honório (Biblioteca Mário de Andrade), Sobre Nós (Cinemateca Brasileira), Outros Navios – Uma Coleção Afro-Atlântica (Galeria de Arte do SESI/FIESP), Paulo Vanzolini: O Cientista Boêmio (SESC Ipiranga), Fullgás (CCBB), Delírio Tropical (Pinacoteca do Ceará), O que nos une (Galeria de Arte do SESI/FIESP) e Emanoel Araujo: Embates Construtivos (Farol Santander).Entre 2017 e 2022, atuou como Supervisora de Atendimento no Instituto Moreira Salles – IMS Paulista, onde foi responsável pela gestão de equipe, organização de escalas, controle operacional das galerias e suporte às atividades culturais do centro, incluindo cinema, cursos e shows. Nessa função, coordenou processos de contratação e formação de equipes diversas, assegurando excelência no atendimento e na operação diária do espaço.Anteriormente, foi diretora artística do espaço Lugar Específico, entre 2014 e 2017, desenvolvendo curadorias, produções e consultorias para artistas. No mesmo período, exerceu a direção de produção teatral na Cia. Pessoal do Faroeste, coordenando espetáculos premiados, como Luz Negra (Prêmio Shell de Teatro – Inovação). Em 2015, em Portugal, dirigiu a produção em artes visuais da Ocupação Tropicana, evento internacional que reuniu mais de 40 artistas de nove nacionalidades. Atuou também como produtora executiva na Harmônica Arte e Entretenimento e no Instituto Maratona Cultural, em Florianópolis, colaborando na realização de eventos de grande porte, como a Maratona Cultural de Florianópolis, que contou com artistas como Tom Zé e Tulipa Ruiz.É doutora em Arte Contemporânea pela Universidade de Coimbra (2019), mestre em Artes Visuais pela UNESP (2013) e licenciada em Educação Artística – Artes Plásticas pela UDESC (2009). Possui sólida formação teórica e prática, com foco na integração entre arte, gestão e mediação cultural.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.