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A Bienal Entre Paisagens - Dança e Artes Performativas Brasileiras, propõe a criação de um ciclo que visa fortalecer a internacionalização e a mobilidade artística entre Brasil e Argentina, com enfoque na celebração da pluralidade das artes da cena a partir dos contextos que propulsionam a criação e reflexão da dança. A missão do projeto é reunir campos que conectam a produção contemporânea da dança brasileira e, a partir disso promover a cooperação cultural entre os dois países, facilitando o diálogo, a colaboração e a divulgação de práticas artísticas e curatoriais.
A Bienal Entre Paisagens - Dança e Artes Performativas Brasileiras na Argentina, propõe a criação de um ciclo que visa fortalecer a internacionalização e a mobilidade artística entre os dois países, com enfoque na celebração da pluralidade das artes da cena. A missão do projeto é promover a cooperação cultural entre Argentina e Brasil, facilitando o diálogo, a colaboração e a divulgação de práticas artísticas contemporâneasPara a criação de um espaço de intercâmbio que vislumbra a construção de parcerias e colaborações de curto, médio e longo prazo entre comunidades e artistas de ambos os países, o projeto não se reduz à realização de um Festival pontual, realizado de dois em dois anos. A ideia está sim em produzir um marco, que conte com apresentações de artistas brasileiros no país vizinho, no entanto seu enfoque principal está em fomentar os contextos de dança onde as obras se desenvolvem. Para isso serão propostas ações de compartilhamento, reflexão, fortalecimento de redes e debates voltados à curadoria a partir da perspectiva do artista-etc, termo cunhado pelo artista multimídia brasileiro, professor e curador Ricardo Basbaum (2013) que, emprestado das Artes Visuais, parece adequado a todos os campos culturais ao levar em conta os artistas que questionam suas trajetórias e seus modos de atuação, borrando as diferentes camadas de construção de imaginários, tais como os idealizadores do projeto, Marcus Moreno (BR) e Jimena Garcia-Blaya.Ambos, também responsáveis pela curadoria, a Bienal Entre Paisagens - Dança e Artes Performativas Brasileiras na Argentina propõem a realização de um ciclo de continuidade, contando com ações que são estruturadas em dois movimentos complementares: em seu primeiro ano o evento acontece no Brasil, configurando-se como um campo de curadoria aberta, isto é, um momento para lançar temas de discussão, aproximar curadores e programadores realizar residências artísticas, mostras de processos e coproduções; já no ano seguinte, o evento, acontece na Argentina, como consolidação das reflexões realizadas anteriormente por meio da exibição dos resultados dos processos artísticos lançados, além de espetáculos brasileiros escolhidos pelos curadores e parceiros do projeto.
Objetivo GeralEstabelecer a primeira edição de um evento bienal com ações intermediárias que promovam a dança e as artes cênicas brasileiras na Argentina, gerando um espaço de encontro e intercâmbio cultural que potencialize a colaboração entre artistas, curadores, gestores e o público dos dois países. O projeto em questão está delineado para a execução das ações de 2026 e 2027, no entanto, aponta para o desejo de continuidade, pretendendo-se fortalecer as parcerias com apoiadores e patrocinadores para edições futuras.Objetivos específicos- Promover, no ano de 2026, um evento de lançamento da Bienal Entre Paisagens, na cidade de São Paulo, com duração de 4 dias, reunindo artistas, curadores, gestores, produtores e pesquisadores;- Realizar 1 palestra sobre o conceito de ‘artista-etc’ como ação integrante do evento de 2026;- Realizar uma mesa de apresentação e debate com os curadores do evento, Marcus Moreno (Brasil) e Jimena Garcia-Blaya (Argentina), para compartilhamento público das reflexões e eixos curatoriais do projeto;- Promover um grupo de trabalho entre representantes de ao menos 10 contextos promotores de dança e artes performativas, por meio da reunião de curadores e produtores representantes de de diferentes regiões do Brasil buscando fomentar a colaboração entre instituições de todo o país (sejam elas espaços culturais, festivais, mostras, espaços formativos, plataformas, entre outros); este grupo irá trabalhar em conjunto ao longo dos dias de evento, mobilizados pelo tema ‘"arte e os desafios da mobilidade".- Apresentar publicamente os resultados dos trabalhos e ações de cooperação desenvolvidos pelo grupo;- Realizar 2 residências artísticas que convocarão criadores, com o intuito de explorar novas formas de colaboração transdisciplinar e compartilhar os resultados de ambas ao longo dos dias de evento em 2026;- Realizar 3 compartilhamentos de trabalhos cênicos em processo de criação ligados a contextos de diferentes regiões do Brasil no evento de 2026;- Realizar encontros periódicos on-line do grupo de trabalho formado no encontro para debates e aproximações curatoriais até o evento que será realizado na Argentina.- Promover, em 2027, o evento Entre Paisagens // Bienal de Dança e Artes Performativas Brasileiras na Argentina, com duração de 5 dias oferecendo um espaço para que, produções brasileiras possam fazer intercâmbio de suas obras no país vizinho;- Apresentar 10 obras cênicas brasileiras no evento de 2026, das quais 3 serão os resultados dos compartilhamentos processuais exibidos no ano anterior; e as demais vinculadas a algum dos contextos de dança participantes do grupo de trabalho, também inciado no encontro do ano anterior;- Realizar 3 oficinas dirigidos a artistas, gestores e programadores da Argentina e do Brasil, promovendo a troca de técnicas e conhecimentos durante o evento na Argentina;- Criar espaço para a consolidação dos trabalhos desenvolvidos pelo grupo formado no evento do ano anterior e, a partir disso, realizar um ciclo de conferências e debates sobre mobilidade artística, internacionalização, curadoria colaborativa e os desafios dos artistas gestores no contexto latino-americano;- Realizar uma rodada de negócios, por meio do encontro entre artistas, curadores e gestores culturais argentinos e brasileiros, com o objetivo de gerar oportunidades de colaboração e coprodução, fortalecer redes e discutir modelos de internacionalização para as artes cênicas;
A Bienal Entre Paisagens se apresenta como um espaço inovador para o desenvolvimento de um novo mercado que objetiva o fomento à circulação das artes performativas brasileiras na Argentina, e o estreitamento de um rede de contextos dentro do próprio Brasil. Neste contexto, a Bienal busca fortalecer laços, gerar espaços de diálogo e possibilitar novas oportunidades para artistas, produtores, gestores e também para os diferentes públicos dos dois territórios.Segundo dados da Embratur, brasileiros e argentinos são os principais visitantes em cada um dos dois países, o que sublinha a importância de reforçar o aspecto cultural do turismo, tema que contribui para o fortalecimento de toda uma cadeia econômica à qual o projeto em questão vem reiterar. O investimento em ações que enriquecem estes intercâmbios, está em consonância com as propostas de internacionalização de que vem sendo difundidas em âmbito Federal pelo Ministério da Cultura do Brasil, sendo vitais para o desenvolvimento de relações mais afetivas e efetivas. É neste contexto que esta Bienal pretende gerar um entendimento mais profundo e duradouro, tendo as artes da cena como campo de construção e de respeito mútuo. Como já mencionado, a ideia não é reduzir-se à realização de um evento isolado, uma vez que pretende estabelecer um ciclo de intercâmbio consolidado a longo prazo, abrindo novas vias de colaboração artística. O projeto contribui com a construção do mercado para as artes brasileiras, impulsionando a produção internacional de artistas que, além do aspecto da criação, possam aprofundar seus mecanismos de gestão e de organização de plataformas colaborativas de trabalho. Neste sentido o conceito de "artista-etc", proposto por Ricardo Basbaum, se apresenta como um marco fundamental, dando ênfase ao campo do artista que transcende seu trabalho criativo para, a partir dele, desenhar novos contextos de circulação e coprodução. Ao incluir o verbete "etc", associado ao "artista", Basbaum coloca em primeiro plano as aproximações entre arte e vida, arte e comunidade, e abre espaço "para a rica e curiosa mistura entre singularidade e acaso, diferenças culturais e sociais, e o pensamento". Há portanto a possibilidade de validar aquilo que tantos artistas já desenvolvem, mas com um olhar não-reducionista ou de desimportância. A arte está colocada à frente pelos significados que ela produz, pelas poéticas e afecções, e é justamente nesse campo do sensível que as relações serão cultivadas, para então tocar as outras atuações que se "sobre-compõem". Vejo ainda no artista-etc um modo de existência horizontal, que colabora com a dissolução de hierarquias e aproxima jeitos de fazer e estratégias para o desenvolvimento de ações no âmbito da cultura. Numa perspectiva solidária, Entre Paisagens busca contribuir com o fortalecimento e desenvolvimento cultural que leva em conta a conjuntura sócio-política atual da Argentina. Através da programação de espetáculos, residências artísticas, encontros curatoriais e debates sobre as artes cênicas, este ciclo artístico se apresenta como um motor de revitalização, por meio do qual as práticas se tornam ferramentas para construir pontes entre comunidades e contextos distintos.Neste sentido, vale ainda ressaltar que o projeto em questão não apenas possibilita a apresentação de artistas brasileiros no país vizinho, mas também o impulsionamento de um ambiente de reflexão crítica e fortalecimento de redes profissionais. Este tipo de iniciativa é essencial para manter vivo e atualizado o cenário artístico, dar visibilidade a novas formas de trabalho colaborativo entre diferentes agentes e, por consequência, engajar novos públicos, fazendo circular uma cadeia econômica e criativa.O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País.O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Artigo 3º da Lei 8313/91): II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: a) realização de missões culturais no país e no exterior, inclusive através do fornecimento de passagens;
Não se aplica.
Em atendimento ao Art. 42 da IN 23/2025, a Lei nº 13.146, de 2015 e Decreto nº 9.404, de 2018, o projeto adotará as seguintes medidasde acessibilidade:Espetáculo de Artes Cênicasa) Acessibilidade física: O espaços onde serão realizadas as atividades, contarão com acessibilidade física para portadores de necessidades especiais, tais como rampas, banheiros, espaços reservados, entradas e saídas equipadas para fácil acesso;Item da planilha orçamentária: Assistentes de produção (serão responsáveis de assegurar que tais espaços seguem as regras de acessibilidade física).b) Deficientes visuais – Haverá visita sensorial guiada;Item da planilha orçamentária: Assistentes de produção (serão responsáveis em auxiliarão os deficientes visuais por meio de visita sensorial guiada;c) Deficientes auditivos - Todas as ações públicas do projeto contarão com interpretação em libras.Item da planilha orçamentária: Intérprete de LibrasCurso/Oficina/Capacitação - Artes Cênicasa) Acessibilidade física: O espaços onde serão realizadas as atividades, contarão com acessibilidade física para portadores de necessidades especiais, tais como rampas, banheiros, espaços reservados, entradas e saídas equipadas para fácil acesso;Item da planilha orçamentária: Assistentes de produção (serão responsáveis de assegurar que tais espaços seguem as regras de acessibilidade física).b) Deficientes visuais – Haverá visita sensorial guiada;Item da planilha orçamentária: Assistentes de produção (serão responsáveis em auxiliarão os deficientes visuais por meio de visita sensorial guiada;c) Deficientes auditivos - Todas as ações públicas do projeto contarão com interpretação em libras.Item da planilha orçamentária:Tradutor
Além da gratuidade em todas as atividades, o projeto atende aos seguintes incisos do Artigo 47 da IN 23/2025:V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios,cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;
Gestão e Coordenação do Projeto: Elenor Cecon Júnior (representante legal da Plural Produções Artísticas e Culturais Ltda) Coordenação Artística e Curadoria: Marcus Moreno e Jimena Garcia-Blaya Produtores: Daniel Strabeli e Catalina Lescano Palestrantes convidados: a confirmar Artistas participantes: a definir Curadores participantes: a definir Currículos dos principais envolvidos Elenor Cecon Junior Formado em Administração, com especialização em Gestão Cultural, atua há mais de duas décadas no mercado cultural brasileiro, dedicando-se à gestão de instituições, projetos e políticas culturais. É proprietário da Plural Produções Artísticas, empresa por meio da qual desenvolve e coordena trabalhos com grupos e artistas de São Paulo, Mato Grosso, Distrito Federal, Minas Gerais e Bahia, além de oferecer consultoria para instituições do Terceiro Setor. Sua experiência inclui atuação como parecerista de projetos culturais junto a órgãos governamentais e como formador em cursos e workshops de Elaboração e Gestão de Projetos Culturais. Foi tutor EAD do Programa de Capacitação em Gestão Cultural e Empreendimentos Criativos (MinC/SENAC-DF) e do Programa de Capacitação de Gestores Culturais do Centro-Oeste (MinC/UnB), contribuindo para a formação de centenas de agentes culturais pelo país. Nos últimos anos, tem se dedicado à internacionalização das artes cênicas brasileiras, articulando intercâmbios e participações em eventos de relevância mundial. Entre as experiências mais recentes, destacam-se: Turnê “Solos em Todos os Solos” (Moçambique, 2024); Estreia mundial do espetáculo “Júpiter e a Gaivota” do Grupo S.A.I no Alexandrinsky Theatre (São Petersburgo, Rússia, 2024); Turnê Grupo S.A.I (Rússia, 2023); Circuito Teatral Instituto Nacional de Teatro (Argentina, 2017); 8º Danzénica (Bolívia, 2019); Micsul (Colômbia, 2016); Santiago a Mil (Chile, 2015); 4º Kugoma (Moçambique) e Platform 11+ (Portugal).Marcus Moreno Mestre em Artes da Cena pela Unicamp. Bacharel em Comunicação das Artes do Corpo, tem especialização em Técnica Klauss Vianna (PUC-SP), e licenciatura em Teatro pela Universidade Anhembi Morumbi. Transita por campos poéticos buscando investigar as temporalidades, a improvisação cênica e a criação de redes de afetos. Desde 2012 realiza criações cênicas buscando sempre se associar a outros parceiros, tendo desenvolvido diferentes projetos que envolvem a produção de obras e eventos culturais, além de ações formativas e de mediação de público. Com seus projetos já foi contemplado com importantes prêmios e editais de apoio e difusão. É membro integrante do Grupo Prática como Pesquisa: processos de produção da cena contemporânea (PPGAC | IA UNICAMP). Conduziu workshops, residências artísticas e palestras em diferentes espaços culturais. Atuando no campo da gestão cultural, trabalhou na Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo (2009-2017), tendo sido responsável, nos últimos quatro anos, pela coordenação do Programa Municipal de Fomento à Dança para a Cidade de São Paulo; fez parte do projeto de criação e implantação do Centro de Referência da Dança e da curadoria do Circuito Municipal de Cultura. Participou de encontros de gestão em eventos internacionais como Festival Danzalborde (CL), FIDCU (UY) e EGA (AR). Foi curador do Encontro Latinoamericano Geopoéticas do Sul e membro de comissões de seleção de diferentes editais. Atuou no programa de Formação para o Interior das Oficinas Culturais do Estado de São Paulo (2017-2019) foi Supervisor de Programação da Oficina Cultural Oswald de Andrade até abril de 2024, integrou a Gerência de Articulação e Difusão das Fábricas de Cultura de São Paulo e atualmente é assessor de planejamento estratégico no Instituto Poiesis.Jimena Garcia BlayaArtista-etc em dança. É brasileira mas vive e desenvolve seu trabalho na Argentina, entre a cidade de Buenos Aires e a localidade de Cortaderas na província de San Luis. Co-directora artística do Festival Internacional de Dança Emergente -FIDE e do Encontro de Gestores Artistas EGA. Gestora e coordenadora do projeto Cafe Müller Territorios e do Programa de Residências RADAR, ambos dedicados ao desenvolvimento de conteúdos para a dança. Participa e colabora com plataformas e projetos nacionais e internacionais com o fim de gerar produção de conhecimento e projetos de circulação de conteúdos desde uma perspectiva latino-americana. Co-dirige o Projeto Vuelo, dedicado à pesquisa do folclore e sua contemporaneidade. Idealizadora da Agencia de Dança e Artes Performativas La Infinita, dedicado à pesquisa de uma perspectiva feminista, e às linguagens e meios emergentes. Foi bolsista do Fundo Nacional das Artes, Conselho Federal da Cultura e Instituto Nacional do Teatro.Daniel StrabeliÉ formado em Ciências Sociais e possui ampla experiência na produção artística e cultural, com atuação destacada em projetos voltados ao fortalecimento da cultura e ao protagonismo comunitário. Sua trajetória é marcada pela programação de oficinas e eventos culturais, com contribuições em mostras, festivais e formações em diversas linguagens artísticas no estado de São Paulo. Participou de importantes iniciativas de políticas culturais, como o Programa de Valorização de Iniciativas Culturais (VAI) e Pontos de Cultura, promovendo inclusão e visibilidade para manifestações culturais locais. Entre outros projetos, foi produtor da delegação brasileira na “40ª Feria Internacional del Libro de Buenos Aires,” pela Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo (SMC/SP). Com forte habilidade em curadoria e execução de projetos artísticos, além da articulação de redes culturais, Daniel se dedica ao desenvolvimento social e cultural das comunidades em que atua.Catalina LescanoArtista, professora, criadora, curadora, produtora, gestora, orientadora e consultora de projetos artísticos e culturais.Destaca-se por conceber e liderar projetos criativos a nível nacional e internacional. Como Assessora de Artes Cênicas da Subsecretaria de Espaços Culturais e Projetos Especiais do Ministério da Cultura da Nação (2021/23), criou e dirigiu programas como Danza en Tecnópolis, Situar Danza e Argentina Florece Danza. Além disso, é cofundadora e codiretora do festival internacional Arqueologias do Futuro (2014/20) e da plataforma Doce Veinticuatro (2016/24). Catalina também foi idealizadora e diretora do Magma Centro de Artes (2020/23), e teve papéis de destaque em Espacio Zafra (2011/13), Fábrica Perú (2014/18), Ciudad Cultural Konex (2019/20) Tecnópolis (2021 /23), Centro Cultural Kirchner e Centro Cultural Borges (2022/23).
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.