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O Festival Di Quebrada _ Frequências Negras apresenta uma instalação artística de artes visuais inspirada nas estéticas das periferias negras, acompanhada por programação gratuita com apresentações musicais, performances, mostra audiovisual e oficinas formativas em arte, tecnologia e cultura preta contemporânea
O Festival Di Quebrada – Frequências Negras é um evento cultural gratuito e acessível que celebra a arte preta periférica contemporânea, reunindo múltiplas linguagens em uma experiência imersiva de som, corpo e imagem. Inspirado na força simbólica do carvão — que representa a transformação e o brilho que emerge da resistência — o festival cria um espaço de pertencimento, formação e difusão da cultura afro-brasileira, conectando ancestralidade e tecnologia, tambor e sintetizador, tradição e futuro.Durante três dias de programação, o público vivenciará apresentações de audiovisual,música, dança, poesia,e artes visuais, além de oficinas formativas e rodas de conversa. Todas as atividades contam com recursos de acessibilidade (Libras, audiodescrição,e espaços adaptados).
O ChatGPT disse:Objetivo GeralPromover uma instalação artística de artes visuais que valorize as estéticas e narrativas das quebradas negras de São Paulo, articulando arte, tecnologia e ancestralidade como instrumentos de transformação social, reconhecimento identitário e fortalecimento da produção cultural periférica. Objetivos EspecíficosRealizar 1 instalação artística multimídia com obras visuais, fotográficas e audiovisuais inspiradas nas estéticas negras e periféricas.Promover 1 mostra audiovisual com 9 curtas e médias-metragens sobre identidade e cultura negra contemporânea.Apresentar 6 grupos musicais e 3 DJs da cena afroeletrônica periférica.Exibir 2 performances de dança que dialoguem com temas de ancestralidade, corpo e futurismo preto.Realizar 5 oficinas formativas de discotecagem, produção musical, grafite, audiovisual e escrita criativa.Garantir 100% de acesso gratuito e políticas de acessibilidade universal em todas as atividades.Fortalecer o protagonismo de artistas e coletivos periféricos por meio da difusão, formação e visibilidade de suas produções.
O Festival Di Quebrada _ Frequências Negras propõe uma instalação artística e um conjunto de ações culturais voltadas à valorização das expressões negras e periféricas, promovendo a democratização do acesso à arte e a formação cultural em territórios de vulnerabilidade social. A utilização do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais (Lei nº 8.313/91 _ Lei Rouanet) é essencial para viabilizar uma produção de qualidade, garantir a gratuidade de todas as atividades e assegurar condições técnicas e estruturais adequadas aos artistas e ao público.O projeto se enquadra nos incisos I e III do Art. 1º da Lei 8.313/91, por estimular a produção, difusão e o acesso à cultura nacional e por apoiar projetos que valorizem a identidade cultural brasileira. Além disso, contribui diretamente para os objetivos previstos no Art. 3º, especialmente:Inciso I _ Estimular a produção, a difusão e o acesso aos bens culturais;Inciso II _ Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira;Inciso III _ Promover e difundir a cultura e a arte nacionais;Inciso IV _ Apoiar a valorização e a difusão das manifestações culturais regionais e locais;Inciso V _ Estimular a formação artística e o desenvolvimento de novos criadores.Ao investir na arte produzida nas quebradas e ao propor uma instalação que une ancestralidade, tecnologia e inovação estética, o projeto reforça o papel da Lei de Incentivo como instrumento de equidade cultural, promoção da diversidade e fortalecimento da economia criativa periférica, ampliando o alcance e a representatividade das expressões negras contemporâneas.
INFORMAÇÕES COMPLEMENTARESO Festival Di Quebrada – Frequências Negras se destaca por sua abordagem inovadora, ao integrar arte, tecnologia e ancestralidade afro-brasileira em um mesmo território cultural focado no audiovisual. O projeto propõe uma experiência imersiva que valoriza a produção artística periférica como potência criativa e transformadora, promovendo o protagonismo de artistas negros, jovens e mulheres em diversas linguagens: música, dança, performance, literatura e artes visuais.Além de sua dimensão estética, o projeto possui caráter formativo e pedagógico, com ações contínuas de capacitação em música, audiovisual, escrita e produção cultural. Essas atividades têm como foco o desenvolvimento de competências profissionais e o fortalecimento da economia criativa local, ampliando as oportunidades de trabalho e geração de renda no setor cultural.A acessibilidade é um eixo estruturante da proposta: todas as ações contarão com tradução em Libras, audiodescrição, piso tátil, materiais em Braille e acompanhamento para PCDs, garantindo o acesso pleno de pessoas com deficiência e mobilidade reduzida. Também será assegurada a gratuidade de todas as atividades, com inscrições abertas prioritariamente para moradores de regiões periféricas da zona sul de São Paulo.Outro diferencial é a integração entre arte e tecnologia. O projeto contará com registros audiovisuais em alta qualidade, uso de ferramentas digitais para difusão e preservação da memória cultural e um repositório online gratuito com os conteúdos formativos, apresentações, entrevistas e resultados das oficinas. Essa estratégia amplia o alcance do projeto para além do território físico, permitindo sua replicação e acesso nacional.Do ponto de vista de gestão, o projeto será conduzido por uma equipe técnica experiente, com histórico em produções culturais de grande impacto social e atuação comprovada em políticas públicas de cultura. Serão observados critérios de transparência e sustentabilidade financeira, com acompanhamento orçamentário e relatórios de execução disponibilizados publicamente.O impacto esperado abrange:Formação de público e fortalecimento da cena cultural preta e periférica;Ampliação do acesso à cultura e às artes contemporâneas;Estímulo à inovação e à produção autoral de jovens artistas;Criação de redes colaborativas entre coletivos, produtores e instituições culturais;Contribuição direta para os objetivos do Art. 3º da Lei nº 8.313/91, especialmente os incisos II (acesso), IV (valorização da diversidade cultural) e V (formação artística e cultural).
Instalação Artística Multimídia – “Frequências Negras”Descrição: Instalação imersiva que reúne artes visuais, projeções audiovisuais, luz e som, inspirada nas estéticas das quebradas e nas narrativas da cultura negra contemporânea.Paginação: 1 ambiente expositivo de aproximadamente 150 m² no Espaço Resistência Cultural.Materiais: painéis fotográficos em tecido, projeções em vídeo mapping, esculturas com materiais reciclados, iluminação cênica, sistema de som ambiente e recursos de acessibilidade (audiodescrição e piso tátil).Duração: Exposição aberta ao público durante 3 dias do festival.Acessibilidade: Intérprete de Libras, audiodescrição e material tátil informativo. 2. Mostra Audiovisual – “Cinema de Quebrada”Descrição: Exibição de 9 curtas e médias-metragens produzidos por realizadores negros e periféricos, abordando identidade, território, ancestralidade e futuro.Paginação: Sessões diárias com média de 90 minutos de duração.Materiais: Equipamentos de projeção, tela de 5x3m, sistema de som digital e cadeiras para 100 pessoas.Acessibilidade: Legendas descritivas e recursos de audiodescrição. 3. Apresentações Musicais e Performances de DançaDescrição: Programação com 6 grupos musicais, 3 DJs da cena afroeletrônica periférica e 2 performances de dança com temáticas sociais e futuristas.Duração: 3 dias de programação, com cerca de 4 horas diárias de apresentações.Materiais: Palco, sistema de som profissional, iluminação, camarim e equipe técnica de áudio e luz.Acessibilidade: Espaço reservado para PCDs e intérprete de Libras. 4. Oficinas Formativas – “Cria da Quebrada”Descrição: Conjunto de 5 oficinas gratuitas voltadas à formação artística e técnica de jovens periféricos.Temas:Discotecagem e mixagem afroeletrônica;Produção musical digital;Grafite e intervenções urbanas;Audiovisual e edição de vídeo;Escrita criativa e poesia falada.Duração: Cada oficina terá 10 horas/aula, divididas em 2 dias consecutivos.Materiais: Computadores, controladoras, projetores, tintas, câmeras e materiais de escrita.Projeto Pedagógico: Metodologia participativa baseada em aprendizagem prática e colaborativa, valorizando referências negras e periféricas. Cada participante produzirá uma obra ou intervenção que integrará a instalação final.Público estimado: 100 participantes (20 por oficina). 5. Documentação e Divulgação DigitalDescrição: Produção de material fotográfico e audiovisual sobre todas as etapas do projeto, incluindo depoimentos de artistas, participantes e público.Duração: 1 mês (pós-produção).Materiais: Equipamentos de filmagem e edição digital.Entrega: Publicação online com acesso gratuito, contendo catálogo digital da instalação e making of do festival.
O festival será 100% acessível, com medidas físicas e de conteúdo:Acessibilidade física: rampas, banheiros adaptados, piso tátil, área reservada e transporte solidário. Acessibilidade comunicacional: intérprete de Libras, audiodescrição em projeções audiovisuais, materiais impressos em Braille e visitas sensoriais mediadas. Acessibilidade digital: transmissões online com legendas, tradução em Libras e descrição de imagens.
O festival será gratuito e aberto ao público, com ingressos distribuídos presencialmente e online, priorizando moradores das periferias da zona sul.Além do evento presencial, conteúdos digitais educativos e registro audiovisual das atividades.As oficinas e rodas de conversa terão inscrição gratuita, estimulando a formação cultural e o protagonismo jovem100% gratuito.
Renãn Aiõros Renan de Oliveira Lacerda, é um jovem negro,natural de Salvador/BA. Artista e professor de Artes, residente da Zona Sul de São Paulo a mais de 10 anos. Musico multinstrumentista, bailarino (classico e afro), desenhista e poeta que está na cena cultural brasileira a quase 20 anos permeando as várias áreas da arte pelo Brasil. É também Apresentador e cocriador do Sarau di Quebrada e outros movimentos culturais voltados à periferia. Caco Frutos Pedro Marcos Ramos Bottaro, é músico, poeta e técnico de som, com mais de 16 anos de experiência. Criador e gestor do Espaço Resistência Cultural, o produtor cultural atua também como compositor e vocalista da banda Frutos da Resistência, ator e coqueteleiro. Foi dono de uma fábrica de skates, movimentando a cena underground da quebrada. Líder comunitário, organizou eventos e festivais que marcaram a região. Viluz Vilma da Silva Ferreira Santos é cantora, produtora cultural e uma das gestoras do Espaço Resistência Cultural. Iniciou sua trajetória no Rap, sendo uma das pioneiras do estilo em São Paulo, ao lado de nomes como Negra Li e Dina Di. Com uma carreira marcada por colaborações com grandes artistas, também atuou como agente ambiental em Parelheiros. É também uma das apresentadoras do Sarau di Quebrada e cocriadora do Music Festival.DJ EWE Ewerthon Oliveira Ferreira traz para o coletivo uma identidade sofisticada e imersiva. À frente do projeto CARVÃO, ele constrói uma fusão autêntica entre jazz, house, breakbeat e UK garage, criando atmosferas envolventes e dinâmicas. DJ residente e cofundador de diversos projetos do espaço, ele traduz sua essência em cada evento. Sua curadoria cuidadosa e sua capacidade de conectar artistas e público fazem dele um pilar essencial para a cena proposta pelo Resistência Cultural. Salles Formado em Marketing, o videomaker e produtor cultural Igor Sales atua como ponte entre a arte e a comunidade. Com 28 anos, começou sua trajetória promovendo os eventos Bronks Fest entre 2016 e 2019, levando cultura, lazer e solidariedade para mais de 2.500 pessoas em sua quebrada, com festas mensais e edições especiais voltadas à arrecadação de alimentos. Idealizador do Cine Quebrada Inclusiva, é responsável por tornar visível aquilo que muitas vezes é esquecido: a beleza e o poder de criação presentes no cotidiano periférico. Vivi Viviane Carvalho da Silva, é produtora e articuladora cultural, residente da Zona Sul de São Paulo. Comunicadora nata, participou de concursos de poesia e redação ainda jovem. Atua no fortalecimento da cena cultural independente, conectando artistas, espaços e coletivos. É também responsável pela articulação do Sarau di Quebrada, contribuindo para sua expansão e novas parcerias. Ivan Monteiro Ivan Monteiro é guitarrista solo da banda Frutos da Resistência e um músico experiente com forte ligação com o reggae e a música brasileira. Formado pela EMESP Tom Jobim, já integrou grandes nomes do cenário nacional, como a banda Leões de Israel, com a qual percorreu diversos palcos no Brasil e no exterior, Com quase de 30 anos dedicados à música, Ivan é reconhecido por sua postura generosa dentro e fora do palco. Além de músico, também é professor, compartilhando sua vivência e seu conhecimento com novas gerações de artistas. É também um dos idealizadores do Music Festival
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.