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O Projeto Pé de Feijão é uma iniciativa de arte-educação e inclusão social que se propõe a realizar, durante 11 meses, uma ampla programação cultural em escolas da rede pública e espaços culturais. Sua atuação se baseia na intersecção entre arte, educação e acessibilidade, oferecendo apresentações de espetáculos teatrais, contações de histórias e workshops de formação para professores e mediadores. O diferencial do projeto é a qualidade dos conteúdos, centrados em temas de relevância social e cultural, como igualdade racial, meio ambiente, identidade, história das artes e tradições populares. Com foco na democratização do acesso e na formação cidadã, o 'Pé de Feijão' visa enriquecer o repertório cultural de estudantes e educadores, utilizando a arte como ferramenta de reflexão e transformação social.
O Projeto Pé de Feijão - Arte e Educação nasceu em 2016 e destina-se à iniciação artística, de crianças e adolescentes, da rede pública de ensino, comunidades e instituições sociais, através do acesso gratuito a atividades culturais e educativas. Ação central do Teatro Vila Velha, um dos mais atuantes teatros da Bahia, que em 2026 será reinaugurado após grande reforma. O Pé de feijão une arte, sociedade, educação e ações de acessibilidade, realizando um amplo trabalho de mediação cultural em etapas de aproximação, envolvimento, informação de conteúdos e logística de acesso ao teatro, Para esta nova etapa além das apresentações de espetáculos, contações de histórias workshop para professores e mediadores, em espaços culturais, teatros e escolas da rede pública de ensino, o projeto oferece conteúdos de qualidade, centrados em temas diversos como igualdade racial, meio ambiente, identidade, tradições populares, história das artes. O deslocamento do público para um teatro ou um outro tipo de espaço gera uma rica aprendizagem na formação do ser apreciador. Cada indivíduo aprende a reconhecer os espaços culturais e o seu direito de ser público. Estes espaços, como o Teatro Vila Velha, são potencialmente um lugar de convivência. O público descobre que pode frequentar e vivenciar o que estes espaços oferecem para sua formação como cidadão cultural. As atividades de mediação realizadas nas escolas e ONGs com contação de histórias, oficinas, entre outras ações estimulam o público a valorizar o lugar onde convive e a desenvolver novas noções de pertencimento. Há um reencantamento do lugar, a exemplo de uma sala de aula, com uma ação artística em que os indivíduos se veem empoderados com sua voz, seu corpo e seu ser que cria. O público na presença do outro numa assembleia gerada pela experiência artística amplia sua visão sobre o viver e conviver com arte mudando o sentido do lugar.O projeto respeita a inclusão de pessoas em seus diferentes grupos e todas as formas de diversidade de gênero, raça, etnia, PCD e orientação sexual. A programação criada pressupõe um acesso a um público diverso oriundo de realidades sociais, econômicas e geográficas diferentes. É uma assembleia de crianças e jovens que se constitui durante os momentos de apreciação e que os colocam olho a olho, corpo a corpo e singularidade a singularidade. O espaço teatral se transforma em um lugar de encontro para experienciar a arte e reconhecer o outro que está ao lado num momento único que une prazer, aprendizado e diversão. Nos campos abertos ao diálogo e discussões nas diferentes atividades, as crianças e jovens exercitam a consciência do empoderamento de suas vozes, suas opiniões e seus desejos. Na diversidade destes encontros percebemos as oportunidades geradas pela cultura e suas identidades e identificações que se tornam visíveis quando cada indivíduo se percebe cidadão criador.
OBJETIVO GERAL: Promover o acesso à cultura e à arte-educação, por meio de apresentações artísticas e atividades formativas de qualidade, que abordem temas relevantes para a sociedade como igualdade racial, meio ambiente, identidade e tradições populares, alcançando estudantes da rede pública de ensino, professores e a comunidade em geral, e contribuindo para a formação cidadã e o enriquecimento do repertório cultural no período de 11 meses.OBEJTIVOS ESPECÍFICOS:Promover 24 apresentações de espetáculos de artes cênicas criados para público infanto juvenil.Realizar 2 workshops, sendo um por semestre, para professores da rede pública de ensino, ministrados por educadora de notório saber na área da arte e educação.Atender a 100 professores, por worshop, totalizando 200 ao longo do projetoPromover 2 workshops para mediadores, sendo um por semestre, ministrados por profissional de notório saber na área da mediação cultural.Atender a 100 participantes por workshop, totalizando 200 pessoas ao longo do projeto.Realizar 24 contações de história, sendo uma 2 histórias a cada semestre, perfazendo o total de 6 histórias que serão contadas 4 vezes em escolas, comunidades e espaços culturais.Realizar 20 das atividades com tradução de libras ou audiodescrição.
Em consonância com as políticas públicas e o direito constitucional à cultura, o projeto "Pé de Feijão Arte e Educação" propõe o desenvolvimento pessoal e da cidadania por meio do contato direto com o teatro. A sensibilização artística durante o período de formação do indivíduo cria bases de conhecimento sólidas, trazendo benefícios para toda a comunidade. O contato com as artes em teatros e nas praças públicas instiga a imaginação, a criatividade e a oralidade, e incentiva o gosto pela leitura. O contato com temas como igualdade racial e história das artes na primeira infância não é apenas fruição, mas um recurso pedagógico complementar que fortalece o currículo escolar na formação de cidadãos mais conscientes e críticos.Em um contexto de forte desigualdade regional e de necessidade de fortalecimento da produção cultural local, especialmente no que tange ao fomento de ações que promovam a democratização do acesso à cultura e o desenvolvimento sustentável da cadeia produtiva cultural na região.O foco em temas de relevância social e contemporânea (igualdade racial, meio ambiente, identidade) atende à demanda por projetos que promovam a diversidade cultural e a educação por meio da arte. A menção a "conteúdos de qualidade" e "história das artes" sugere um aprofundamento pedagógico e artístico.O projeto gera oportunidades de trabalho, movimentando toda uma cadeia da economia que está ao redor de uma programação artística. Profissionais das artes, da comunicação, do transporte, trabalhadores dos espaços culturais, da administração, limpeza e educação são diretamente beneficiados. O crescimento econômico da cadeia da cultura gera outras possibilidades de continuidade de pesquisa e qualidade na oferta de serviços à sociedade. Isso contribui para a interiorização da cultura e para a fixação de talentos no Nordeste, combatendo a migração de artistas e técnicos para outras regiões.O projeto acontece no Teatro Vila Velha, um importante equipamento cultural de Salvador, localizado dentro do Passeio Público, um parque histórico rodeado de árvores centenárias. Isso proporciona, durante a visita, o conhecimento e o contato das crianças e professores com a natureza em pleno centro da cidade. O projeto estimula a ocupação, revitalização e preservação desse importante espaço para a cidade por meio da arte e cultura, e possui ações de estímulo ao plantio e preservação das árvores, além da economia energética.O Teatro Vila Velha é uma instituição cultural histórica e de grande relevância para a Bahia e o Brasil, o que confere credibilidade à proposta. O "Projeto Pé de Feijão" é, inclusive, um programa institucional reconhecido, o que demonstra a experiência e a continuidade das ações propostas.Cabe mencionar que em 2026 o Teatro Vila Velha inicia uma nova etapa na sua trajetória de 61 anos oferecendo à cidade de Salvador uma nova estrutura física que atenderá normas de segurança atualizadas, promoverá diversas ações de sustentabilidade e tendo centrado sua reforma e planejamento na acessibilidade.O projeto "Pé de Feijão" assume, um papel de fomento à Formação Continuada e à qualificação profissional. Ao promover oportunidades de apoio à capacitação de profissionais que atuam na arte e na educação, o projeto cria uma rede de multiplicadores que não apenas conduzirão o público-alvo nas atividades, mas incorporarão metodologias de mediação artística em suas práticas pedagógicas diárias. Esta ação garante que o legado intelectual e conceitual do projeto transcenda o período de execução, fortalecendo a cultura local e a autonomia crítica do público infantojuvenil em longo prazo.Compreendendo o contexto do projeto, é perceptível que se alinha aos seguintes objetivos do artigo 1 Lei 8313/91: II. promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III. apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV. proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VIII. estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX. priorizar o produto cultural originário do País. Bem como ajuda a alcançar o objetivo II - fomento à produção cultural e artística mediante c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore.
O projeto prevê a contratação de artistas, técnicos e produtores culturais. A realização de uma programação contínua traz a esses profissionais a geração de trabalho e renda dentro do equipamento da cultura, gerando não somente o aquecimento da economia da cultura mas também a prática e qualificação no diálogo com o público e a sociedade para quem a arte se propõe a oferecer o seu serviço direto. Oito meses de execução garantem a sustentabilidade e o alcance das ações ao longo do tempo. Consideramos a temática da sensibilização artística durante o período de formação do indivíduo algo de grande importância para a sociedade e que poderá trazer benefícios para a comunidade soteropolitana. O acompanhamento contínuo da divulgação e a distribuição de "Cadernos de Arte" reforçam o caráter educativo e de memória do projeto. O projeto forma plateias na sua diversidade, sensibilizando e oportunizando o convívio com uma futura sociedade mais sensível, humana e democrática.O projeto está em consonância com a Lei Rouanet, pois:Promove a difusão e a fruição da arte (24 espetáculos e 24 contações).Investe na formação cultural e cidadã (Workshops para educadores e mediadores).Garante a democratização do acesso (Realização em espaços culturais, teatros e escolas da rede pública de ensino e convocatória pública).Cumpre a legislação de acessibilidade (20 atividades adaptadas).Salientamos que a medida que os espetáculos forem selecionados, providenciaremos as Cartas de Anuência, contendo a assinatura do autor, autorizando a empresa a apresentar o texto de sua autoria para realização dos espetáculos de artes cênicas.
CRITÉRIOS PARA SELEÇÃO DOS ESPETÁCULOS Atividades:· Convocatória de projetos para encenação teatral infanto-juvenil:· Aberta, gratuita, via formulário on line, no site do Projeto Pé de feijão e Teatro Vila Velha. Público alvo: artistas, cias, núcleos e grupos de artes cênicas,· Constituição da comissão de seleção (coordenação artística do programa Pé de Feijão, coordenação de mediação e profissionais convidados da área da educação e arte cênicas),· Reunião de seleção,· Divulgação de resultados, on line, no site do Projeto Pé de feijão e Teatro Vila Velha.· Confirmação dos selecionados.Critérios para seleção dos espetáculos:· Tema relevante,· Qualidade artística,· Qualidade de produção,· Adequação aos espaços previstos,· Currículo e trajetória dos artistas,· Criatividade,· Adequação à faixa etária do público previsto e ao teatro,· InovaçãoA temática dos espetáculos é livre, podendo ser abordado qualquer tema que venha contribuir para uma formação saudável e rica da criança ou adolescente, porém o projeto tem um olhar especial para os seguintes temas:· Meio ambiente,· Tradição popular,· Ancestralidade,· Identidade,· História da arte.Após a seleção, inicia-se o trabalho da equipe de mediação cultural atuando em conexão direta com professores, coordenadores e agentes culturais para preparação e desenvolvimento das atividades.
O projeto será executado diretamente nas escolas da rede pública de ensino nas quais os espaços sejam adaptados, em espaços culturais também acessíveis e no Teatro Vila Velha que promove o acesso de pessoas com deficiência física. O novo plano de acessibilidade do Teatro visa garantir que todas as pessoas, independentemente de suas capacidades físicas, sensoriais ou cognitivas, possam acessar e desfrutar das suas atividades culturais. Isso envolve a eliminação de barreiras arquitetônicas, a oferta de recursos de comunicação acessíveis e a promoção de atitudes inclusivas tanto para os artistas que queiram se apresentar no teatro como para o público que deseje participar e assistir oficinas e espetáculos.O plano segue os seguintes princípios: Inclusão: Garantindo igualdade de oportunidades para todos os públicos; Autonomia: Permitindo que cada pessoa utilize os espaços e serviços de forma independente; Segurança: Adequando estruturas e fluxos para circulação segura e Diversidade: Considerando a pluralidade cultural, física e cognitiva do público.O projeto inclui seções especiais para crianças e adolescentes com deficiência auditiva, visual e intelectual. Ao destinar quase metade de suas atividades (20/48) a sessões com Libras ou Audiodescrição, o projeto demonstra um alinhamento integral com a promoção da inclusão cultural e o Art. 3º do Estatuto da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015), transformando o acesso em direito usufruído. Esta meta quantificável de inclusão garante que aproximadamente metade de toda a programação de espetáculos e contações de história esteja acessível a pessoas com deficiência auditiva e visual. No aspecto no aspecto comunicacional e de conteúdo do projeto, serão adotados recursos de acessibilidade às pessoas autistas e às pessoas com deficiência intelectual, tais como redução de sobrecarga sensorial e fornecimento de informações claras e previsíveis, bem como utilização de linguagem simples e objetiva e adaptação de conteúdo, quando necessário.Além destas ações, a equipe (mediadores, arte-educadores e monitores) é treinada para interagir de forma empática e clara, explicando as atividades em uma linguagem fácil de entender e oferecendo auxílio individualizado quando necessário.A inclusão e o pleno acesso são pilares inegociáveis do "Pé de Feijão". Assim, o projeto transcende o mero cumprimento legal, promovendo ativamente a cidadania cultural e assegurando que o público infantojuvenil, diverso e em formação, possa exercer plenamente o direito de cocriar e fruir a arte, independentemente de suas condições.
Para os casos em que existam pessoas com dificuldade de locomoção, serão oferecidos transporte gratuito a este público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos, incluindo os seus acompanhantes, em atendimento ao inciso II do artigo 47 da IN 23 de 2025. Ainda alinhado ao mesmo artigo, o projeto realiza ação cultural voltada para crianças, adolescentes, jovens e seus educadores (inciso VI).A mediação cultural é uma das primeiras ações dentro do cronograma de realização, feita por uma equipe especializada de profissionais qualificados a ação cumpre etapas para seleção de públicos, comunicação, aproximação, envolvimento, informação de conteúdos e logística de acesso. Dentro da grade de seleção são priorizadas as instituições de ensino da rede pública, alunos, professores, coordenadores, bibliotecas, como também grupos artísticos e comunidades periféricas. A realização de atividades não apenas no Teatro Vila Velha (que já é um equipamento cultural importante), mas também em escolas e outros espaços culturais, reforça o compromisso com a descentralização cultural, levando a arte a públicos em situação de vulnerabilidade e promovendo a formação de novas plateias.A realização de 24 espetáculos e 24 contações de história, predominantemente gratuitas, em escolas e comunidades, comprova o compromisso com a democratização do acesso, levando a arte diretamente a quem historicamente tem dificuldade de frequentar os espaços centrais de cultura, contribuindo para o rompimento de barreira geográfica e econômica do acesso à cultura de qualidade. Através da interlocução com agentes e grupos comunitários será realizada uma estratégia de comunicação para os públicos de cada comunidade escolhida. Sabendo que cada local necessita de uma comunicação e parceria estratégica específica diante da sua localização, infraestrutura, e cultura de convivência, ficará definido como atuar na mobilização e acesso para o público convidado. Porém o projeto já possui ações de mobilização que já mostram retornos positivos e podem ser replicadas como a comunicação e convite associações e rádios comunitárias, etc. Diálogo direto com escolas da comunidade e estabelecimentos comerciais.
Coordenação geral do projeto e curadora artística: Cristina Castro - Gestora cultural e coreógrafa. Fundadora do projeto Pé de Feijão, diretora do Vilerê - festival de teatro para as infâncias e coordenadora da área de planejamento, projetos e sustentabilidade do Teatro Vila Velha. Coordenou o programa educativo da Exposição 60 anos do Teatro Vila Velha, um teatro do Brasil, no Museu de Arte Moderna da Bahia. Criou e foi curadora artística do Vivadança Festival Internacional realizado por 15 anos na Bahia. Premiada pela Unesco com o Prize for the Promotion of the Arts e diplomada pela Universidade Federal da Bahia no curso de licenciatura em dança.Fundou em 1998 a Cia Viladança circulando seus espetáculos de dança contemporânea e oficinas no Brasil, Europa e América do Sul. Convidada pela Funcación Carolina e Embaixada da Espanha participou do Primer Programa Sociedad Civil de Brasil nas cidades de Bilbao, Madrid e Vitoria. Pela Bolsa Vitae, participou do International Arts Management e International Choreography Residency nos EUA e pelo Goethe Institut e Embaixada da Alemanha. Através do Festival Vivadança e Teatro Vila Velha vem criando e mantendo parcerias internacionais para residências, intercâmbios e programação de espetáculos com diversos países, como a Colômbia, Israel, México, Alemanha, Espanha, França, Polônia, Costa Rica,Paraguay e El SalvadorNo primeiro semestre de 2019, participou como diretora convidada do Programme Commun 2019 - Swiss Arts Council Pro Helvetia, em Lausanne/Suíça e do International Visitors Programme of the cultural funding organisation NRW KULTsekretariat, em cidades da Alemanha.Coordenadora de Mediação: Poliana Bicalho - Mestre pelo Programa de Pós Graduação em Artes Cênicas na UFBA, com pesquisa voltada ao campo da Mediação Cultural, formada em Licenciatura em Teatro/UFBA (2011) e Comunicação com habilitação em Jornalismo/UESB (2008). Coidealizadora do Petiz - Festival de Arte para Infância e Juventude (2016/2018). Especialização em Política e Gestão Cultural / UFRB (em andamento). É professora de teatro da rede municipal de educação da cidade de Salvador. Tutora no Curso de Licenciatura em Dança pela Universidade Federal da Bahia (UFBA). Atuou como mediadora artístico - educativa (área de teatro), no Projeto Arte no Currículo (parceria UFBA, SMED) - 2016/2015. Trabalhou como professora no Curso Profissional Técnico Nível Médio em Dança da Escola de Dança da Fundação Cultural do Estado da Bahia, de 2012/2016 e como Técnica Cultural, no Teatro SESC-SENAC Pelourinho, com foco nas ações de formação de espectador ? Mediação Cultural, no período de 2013/2015. Como produtora freelancer desenvolveu ações na concepção e gerenciamento de projetos artísticos nas áreas de artes cênicas, música e artes visuais e de ensino da arte. Coordenador de produção : Bergson Nunes - Produtor Cultural, graduado em Comunicação Social com Habilitação em Publicidade e Propaganda. Sócio da Baobá Produções Artísticas. Membro fundador da DAGENTE Produções (espaço de produção e criação artística cultural). Coordenador de produção do VIVADANÇA Festival Internacional e do Núcleo de Dança do Teatro Vila Velha. Atuou como produtor executivo com experiência em teatro, dança, música e artes visuais, a exemplo dos projetos: Estúdio África, Festival de Humor Negro, Salvador Capital Afro, É Só Amor3; FIAC – Bahia; PAVIO – Arte e Negócios; Pé de Feijão – Arte Educação; Encontro de Salão. Esteve envolvido em produções de eventos, espetáculos e iniciativas d’A Outra Companhia de Teatro; Teatro da Queda; CASA4; Cia Toca de Teatro; Núcleo Viladança e Cia de Teatro da UFBA. Atualmente trabalha na área de produção do Sesi Rio Vermelho e Sesi Casa Branca.Assessor de Comunicação - ARLON SOUZA - Desde 2005, atua em televisão como produtor, repórter, editor e diretor. Começou profissionalmente na TVE Bahia, onde trabalhou em diversos programas, documentários, especiais e, principalmente, no programa SOTERÓPOLIS (atual Bem Bahia). Foi diretor do programa CONEXÕES (TV Globo Internacional/2014); e do documentário ENTRELINHAS – A Renda de Bilro de Saubara (projeto Artesãos da Cultura Baiana - 2013/2014 - TVE Bahia/TV Brasil. Produtor da Band nacional (Band Folia 2014 e 2023 e X-Factor Brasil); para a TV Brasil (programa Estúdio Móvel); produziu reportagens, quadros e o reality show de carnaval LINDAS E LOUCAS na Bahia (SBT Brasil/2013. Durante 3 anos, produziu e apresentou o Programa SARAU, ao vivo no facebook do portal Aratu On-line e na TV Aratu. Assessor de Imprensa do Teatro Vila Velha (2013, 2017/2018/2023) e do VIVADANÇA Festival Internacional (desde 2014). Atualmente assina a coluna "De Resenha” no portal Ibahia.Produção: VINICIUS VARJÃO - Arquiteto e Urbanista, Graduado pela Universidade Salvador (UNIFACS). Pós-graduado em Arquitetura, Construção e Gestão de Edificações Sustentáveis pela Faculdade Unileya. Mestrando e pesquisador, pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), com foco nos estudos de Paisagem Cultural da nseada dos Tainheiros - Península de Itapagipe e identidade étnico-cultural da Cidade Baixa, é também integrante do grupo acadêmico. de pesquisa EtniCidades (UFBA), sob orientação do Profo Dro Fábio Velame. Gestor de espaços culturais, formado pela Escola Criativa Boca de Brasa - Cidade Baixa, produtor do Projeto Pé de Feijão - Arte e Educação e do Corredor Cultural da Vitória, projeto aprovado pela Lei Paulo Gustavo. Artista visual e cenógrafo, tendo atuado com projetos voltados à contação de histórias negras para o público infanto-juvenil. Arte educador voluntário da Caravana Amor Filial, voltado para crianças e adolescentes residentes no sertão baiano, zona rural em Biritinga/BA.
Abertura de conta bancária de livre movimentação em 11/02/2026. Solicitamos ao proponente que compareça a sua agência de relacionamento e faça a regularidade do cadastro com a apresentação de documentos e assinaturas (conformidade das contas). Para que seja possível prosseguir com o recebimento de aporte e a transferência de recursos.