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O projeto A Cantora Careca propõe a montagem e circulação da obra de Eugène Ionesco, marco do Teatro do Absurdo, a partir de pesquisa sobre o contexto histórico e social da França pós-guerra e reflexão sobre sua atualidade na sociedade. Com estreia em Foz do Iguaçu e apresentações em outras seis cidades do Paraná, o projeto visa descentralizar o acesso à cultura e fomentar o teatro no estado. As apresentações serão gratuitas e após cada espetáculo, o público será convidado a participar de uma conversa com o diretor, elenco e produção do espetáculo sobre a montagem da obra, oferecendo ao público lazer e possibilidade de conhecer os processos e técnicas utilizados na montagem do espetáculo, promovendo formação artística e diálogo com a comunidade. A iniciativa valoriza a diversidade estética e o pensamento crítico, fortalecendo a cena teatral regional e incentivando o público a refletir sobre os automatismos sociais e a linguagem como instrumento de alienação.
O projeto A Cantora Careca será produzido pelo Instituto Internacional Arandupy e propõe a montagem e a circulação da peça teatral escrita por Eugène Ionesco e adaptada por artistas locais A obra histórica é um marco do Teatro do Absurdo, cuja crítica à linguagem, à rotina e à alienação social permanece atual e provocadora. A proposta parte de uma pesquisa aprofundada sobre o contexto histórico da França pós-Segunda Guerra Mundial, período em que a obra foi escrita e busca refletir sobre a aplicação desses questionamentos na sociedade brasileira contemporânea, marcada por automatismos, esvaziamento do diálogo e banalização das relações humanas.A montagem será realizada com artistas, técnicos e produtores culturais de Foz do Iguaçu. A criação e confecção de cenário, figurino, adereços, iluminação e trilha sonora será feita por profissionais locais, estimulando a economia criativa e o fortalecimento da cadeia produtiva das artes cênicas. O espetáculo será concebido com linguagem não realista, explorando o ritmo absurdo, a repetição e a desconstrução narrativa como ferramentas de provocação estética e crítica social.Com estreia em Foz do Iguaçu e circulação por mais seis cidades do Paraná sendo Toledo, Cascavel, Francisco Beltrão, Pato Branco, Guarapuava e Campo Mourão, o projeto promove a descentralização do acesso à cultura e a formação de público. As apresentações serão gratuitas e após cada espetáculo, o público será convidado a participar de uma conversa com o diretor, elenco e produção do espetáculo sobre a montagem da obra, oferecendo ao público lazer e possibilidade de conhecer os processos e técnicas utilizados na montagem do espetáculo, promovendo formação artística e diálogo com a comunidade.A Cantora Careca se se coloca como um projeto cultural, que une pesquisa, criação, circulação e formação. Ao promover o acesso gratuito às atividades, investir na valorização de artistas locais e estimular o pensamento crítico, a iniciativa reafirma o teatro como espaço de diálogo, provocação e transformação social.
OBJETIVO GERAL: Realizar a montagem e circulação do espetáculo A Cantora Careca, de Eugène Ionesco, promovendo o acesso à produção teatral no estado do Paraná por meio de apresentações públicas em nove cidades, a partir de uma abordagem crítica e reflexiva sobre o Teatro do Absurdo, contextualizando sua origem histórica e sua relevância para a sociedade brasileira contemporânea.OBJETIVOS ESPECÍFICOS:• Realizar pesquisa teórica e prática sobre o Teatro do Absurdo e o contexto histórico da obra A Cantora Careca.• Estudar os elementos estéticos, filosóficos e sociais presentes na dramaturgia de Eugène Ionesco.• Montar o espetáculo com artistas locais, aplicando técnicas contemporâneas de interpretação e encenação.• Estrear o espetáculo em Foz do Iguaçu e circular por mais seis cidades do Paraná, promovendo o acesso à arte teatral.• Oferecer diálogo com o público, sobre a montagem da obra, os processos criativos e técnicos utilizados na montagem.• Estimular o pensamento crítico sobre os automatismos sociais, a linguagem e a alienação contemporânea.• Fortalecer a cena teatral paranaense por meio da formação de público e da valorização da produção regional.
O projeto A Cantora Careca propõe a montagem e circulação da obra de Eugène Ionesco, referência do Teatro do Absurdo, cuja crítica à linguagem, à rotina e à alienação social permanece atual e provocadora. A proposta parte de uma pesquisa aprofundada sobre o contexto histórico da França pós-guerra — época em que a peça foi escrita — e busca refletir sobre a aplicação desses questionamentos na sociedade brasileira contemporânea.Além de seu valor artístico e reflexivo, o projeto tem como objetivo fortalecer a cadeia produtiva das artes cênicas no estado do Paraná, com especial atenção à região Oeste. A montagem será realizada com artistas, técnicos e produtores culturais locais, promovendo a valorização dos profissionais da região. A criação e confecção de cenário, figurino, adereços, iluminação, sonoplastia, efeitos sonoros e demais elementos será feita por profissionais de Foz do Iguaçu e região Oeste, visando fortalecer e incentivar a profissionalização dos setores na região, estimulando a economia criativa e o desenvolvimento cultural regional.Com estreia em Foz do Iguaçu e apresentações em outras seis cidades do estado, o projeto busca descentralizar o acesso à cultura, levando espetáculos teatrais de qualidade a diferentes públicos. Após o término de cada espetáculo, o público será convidado a participar de uma conversa com o diretor, elenco e produção do espetáculo sobre a montagem da obra, oferecendo ao público a possibilidade de conhecer os processos e técnicas utilizados na montagem do espetáculo, promovendo formação artística e diálogo com a comunidade.A proposta que apresenta grande relevância artística não dispõe dos recursos financeiros necessários para sua concepção e a execução integral, desta forma torna-se imprescindível contar com mecanismos de renúncia fiscal e patrocínio como a Lei Federal de Incentivo à Cultura nº 8.313/91. Tendo em vista que o projeto se enquadra os incisos do Artigo 1º: I contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional, nos incisos do Artigo 3º: no inciso II - fomento à produção cultural e artística, mediante: alínea c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; inciso IV _ estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais mediante: alínea a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos e no Artigo 18º: § 3o As doações e os patrocínios na produção cultural, a que se refere o § 1o, atenderão exclusivamente aos seguintes segmentos: a) artes cênicas. Desta forma o uso da legislação, se apresenta como um meio para garantir o financiamento necessário a realização deste projeto.Desta forma, ao reunir pesquisa, criação, circulação e formação, A Cantora Careca se afirma como um projeto cultural completo, que não apenas valoriza a obra de Eugène Ionesco, mas também investe na profissionalização de artistas locais e na formação de novos públicos. A proposta fortalece a cadeia produtiva das artes cênicas no Paraná, especialmente na região Oeste, e reafirma o teatro como espaço de pensamento, provocação e transformação. Mais do que um espetáculo, trata-se de um movimento coletivo que conecta arte, território e sociedade, ampliando o alcance da cultura e seu impacto na vida das pessoas.
Produto Principal: Peça teatral. Duração: 50 minutos de apresentação aproximadamente e 20 minutos de conversa com a plateia sobre o a proposta da montagem teatral. Classificação indicativa: 12 anos Configuração necessária: De preferência em teatro com palco italiano. Preparação do elenco: Se faz necessária a utilização de camarins ou sala para preparação dos artistas.
1. Acessibilidade Física Escolha de espaços com estrutura acessível: rampas, banheiros adaptados e sinalização adequada. Reserva de assentos preferenciais para pessoas com mobilidade reduzida.2. Acessibilidade Comunicacional Disponibilização de intérprete de Libras em todas as apresentações. Legendas em vídeos de divulgação e registro audiovisual do projeto.3. Acessibilidade Econômica Todas as apresentações oferecidas serão gratuitas, garantindo acesso irrestrito à população.
AÇÕES DE DEMOCRATIZAÇÃO DO ACESSO À CULTURA1. Gratuidade das Atividades Todas as apresentações do espetáculo teatral serão gratuitas, garantindo acesso irrestrito à população, especialmente em cidades com menor oferta cultural. 10% dos ingressos serão reservados para patrocinadores, como contrapartida institucional.2. Circulação Descentralizada O projeto será realizado em Foz do Iguaçu e outras seis cidades do Paraná, promovendo a descentralização da produção artística..3. Parcerias com Escolas e Instituições Locais Serão oferecidas parcerias com escolas públicas, universidades, centros culturais e coletivos artísticos como forma de mobilização do público para assistir ao espetáculo. Grupos escolares e comunitários terão prioridade na reserva de assentos e acesso às atividades.5. Material de Apoio e Mediação Cultural Serão distribuídos programas da peça com linguagem acessível e contextualização da obra; Após as apresentações, haverá rodas de conversa com o público para aprofundar os temas abordados.
JOAQUIM RODRIGUES DA COSTA (JUCA RODRIGUES) – Diretor TeatralFormado em Gestão Pública, Juca Rodrigues atua há mais de 34 anos como ator, diretor teatral, gestor e produtor cultural. Atuou em 31 espetáculos e dirigiu 47. Foi coordenador artístico do Teatro Ludovico Riedi em Palotina entre 1995 e 1997, oficineiro na Fundação Cultural de Foz do Iguaçu, em projetos como PTI Arte e Cultura, Paranização (Teatro Guaíra), Trilha Jovem, Vira Vida e SENAC. Idealizou o projeto “Cultura de Ponto em Ponto” e coautor da Lei do Sistema Municipal de Cultura de Foz do Iguaçu. Atuou na produção local de eventos como Palestina Vive 2013 e 2014, Concertos Internacional Trio Smetana e Edita Randová (República Tcheca), Barbatuques, projeto Fenda, Miguel Wisnik, Giovane Iasi. Oficineiro das disciplinas de Captação de Recursos e Pratica no curso de Assistente de Produção Cultural no IFPR (PRONATEC). Em 2015 atuou como oficineiro de comunicação e expressão no projeto VIRA VIDA em Foz do Iguaçu; trabalhou como ator no Ponto de Cultura “PALAVRAS EM CENA”, foi curador e avaliador no FETACAM (Campo Mourão), FESTIVAL DE TEATRO DE SANTA CATARINA – FECATE; no FESTIVAL NACIONAL DE TEATRO DE CHAPECÓ; FESTIVAL TECENDO O RISO (Concórdia); Consultor de cultura na Rede Regional de Cultura e Patrimônio da BP3. Entre 2017 e 2024, presidiu a Fundação Cultural de Foz do Iguaçu, coordenando eventos como Carnafalls, FARTAL, Megarock, Feira Internacional do Livro e Natal Águas e Luzes. VERA APARECIDA VIEIRA – Atriz, Figurinista e CenógrafaVera Aparecida Vieira, DRT nº 17.058, é atriz, diretora, dramaturga, figurinista, cenógrafa, maquiadora, aderecista, diretora de produção artística, professora de iniciação teatral, contadora de histórias e oficineira. Iniciou sua carreira em 1990, na cidade de Alta Floresta (MT), atuando em diversos espetáculos como atriz e figurinista, sendo premiada em algumas dessas produções. Desde 1995, reside em Foz do Iguaçu, onde participou de inúmeras montagens teatrais promovidas pela Fundação Cultural (instituição na qual atua desde 1996), Itaipu Binacional, Teatro Plaza Foz e Cia de Teatro Amadeus, da qual é uma das fundadoras e ex-integrante. Premiada em diversos festivais como atriz, diretora, cenógrafa e figurinista, coordenou por dois anos o Festival de Teatro de Foz do Iguaçu, atuou como coordenadora e contadora de histórias no projeto Hora do Conto da Biblioteca Pública Municipal, e desenvolveu trabalhos como figurinista em toda a região oeste do Paraná. Em 2010, integrou ações da Semana da Consciência Negra, realizando contações de histórias e apresentações culturais em escolas municipais e estaduais. Entre 2010 e início de 2012, foi convidada a compor a equipe da Gerência de Cultura do SESC Regional de Roraima, em Boa Vista, onde atuou como coordenadora e gerente de cultura, criando e coordenando a Cia de Teatro do SESC Roraima. Ao retornar a Foz do Iguaçu em 2012, reintegrou a equipe da Fundação Cultural, dando continuidade a diversos projetos na área teatral. Em janeiro de 2017, foi nomeada Diretora Presidente Interina e Diretora de Cultura da Fundação Cultural, cargo que ocupou até junho de 2019. Atualmente, exerce a função de encarregada pela coordenação dos processos de Patrimônio Histórico, além de seguir atuando como produtora, figurinista e cenógrafa em projetos culturais na região.ANTONIO AMAURY DE MORAES MATOS - AtorProfissional com formação em artes cênicas, aprovado na banca de ator/atriz do SATED Paraná em 2021, com registro profissional DRT PR 34802. Iniciou sua trajetória artística em 2012, por meio do curso de teatro oferecido pelo SESC Roraima, onde participou da montagem da peça Soltando o Verbo, de Zecarlos de Andrade, como encerramento da formação. Possui experiência em teatro institucional, educativo e cultural, com destaque para sua atuação na peça A Cantora Careca, de Eugène Ionesco, apresentada no Circuito Cultural SESI em 2014. Participou dos projetos “Cultivando Água Boa” nos anos de 2012 e 2013, interpretando o personagem “indígena” em ações de sensibilização ambiental promovidas pela Itaipu Binacional. Atuou como contador de histórias em eventos como a Feira do Livro de Foz do Iguaçu, apresentando adaptações de clássicos como A Cigarra e a Formiga, de Esopo; Chapeuzinho Amarelo, de Chico Buarque; e A Fantástica Máquina dos Bichos, de Ruth Rocha. Também integrou peças teatrais comerciais em projetos internos da Itaipu Binacional e participou de encenações em cerimônias de premiação de contos e poesias, voltadas à valorização da literatura e da expressão artística. Sua trajetória demonstra versatilidade, compromisso com a arte e experiência em ações culturais voltadas à formação de público, educação e sensibilização social.DAYANA ANGELINA MADEIRA – Diretora de Produção ExecutivaDayana Angelina Madeira - profissional com ampla experiência em gestão e produção cultural, com formação em Jornalismo e Pós-graduação em Comunicação Audiovisual pela PUC-PR. Com expertise em coordenação, produção e gestão de projetos culturais, eventos e produções em diversas linguagens artísticas. Ocupou cargos de liderança na Fundação Cultural de Foz do Iguaçu, atuando como Diretora de Cultura e, anteriormente, como Coordenadora de Ação Cultural. Além disso, foi Gestora e Produtora na Companhia de Teatro Amadeus. Foi produtora executiva de eventos, como Grafite no Viaduto da BR 277, saraus, Palestina Vive I e II, shows de artistas como José Miguel Wisnik e Giovane Iasi, concertos, recitais e esquetes teatrais. Como assistente de produção do Salão Internacional do Livro de Foz do Iguaçu, do Festival de Teatro de Foz do Iguaçu, da Virada Cultural em Foz do Iguaçu e da Agenda Cultural do PTI-Parque Tecnológico de Itaipu. Foi Coordenadora do Ponto de Cultura “Palavras em Cena” e do Espaço Cultural “Esquina Cultural”. Produtora executiva do curta-metragem "Do Amor: Pequenas Coisas" e pela produção de peças teatrais como "A Cantora Careca" e "Identidade", além de peças teatrais para o PTI – Parque Tecnológico de Itaipu e Itaipu Binacional.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.