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Maria-faceira Festa Literária pretende reunir, em sua primeira edição, importantes nomes da cultura latino-americana, realizando uma conexão entre pessoas, territórios e saberes para, sem fronteiras, apresentar uma diversa expressão cultural através das letras, na cidade de Pelotas, em dois dias de intensas atividades.
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OBJETIVO GERAL:Proporcionar elementos e subsídios culturais e educativos a estudantes e professores da rede pública, no intuito de contribuir para a formação de cidadãos críticos e conscientes dos seus papéis na promoção da justiça social e instrumentalizá-los para serem atuantes na construção de cidades culturalmente, socialmente, ambientalmente e economicamente desenvolvidas. OBJETIVOS ESPECÍFICOS:Realizar 2 dias de festa literária.Realizar 1 (um) Sarau PoéticoOfertar gratuitamente 2 (duas) oficinas literáriasProporcionar 6 (seis) rodas de conversas com autoresPromover 1 (uma) mesa e palestraEstimular 6 (seis) encontros e vivências literárias _ bate papo com autoresPromover o lançamento de 4 (quatro) livros _ edições literárias atuaisRealizar 2 (duas) contações de histórias e atividades para criançasReceber 1 (um) espetáculo de artes cênicas _ teatro e circoProporcionar 1 (um) show musical com músico/escritorAssegurar a fruição da cultura latino-americana gratuitamente a aproximadamente 2.500 (duas mil e quinhentas) pessoasEstimular ações culturais em diversos espaços da Orla Portuária _ estimativa de 5 (cinco) espaçosFomentar a cultura e a diversidade artística gerando postos de trabalho e renda aos trabalhadores da cultura _ estimativa de 30 profissionais
A Orla Portuária de Pelotas é uma localidade importante para a história da cidade. O Canal São Gonçalo liga a Lagoa Mirim a Laguna dos Patos, recebe como afluente o Santa Bárbara e o Arroio Pelotas, portanto responsável pela comunicação das águas doces desta cidade. As suas margens o município foi se desenvolvendo, com a instalação de algumas charqueadas, mais tarde com frigoríficos e com a chegada de inúmeras embarcações para abastecer o comércio.Portanto, a região do Passo dos Negros e arredores carrega consigo um triste legado de mão-de-obra escravizada, além de sua paisagem e habitantes naturais, ao longo das décadas foi perdendo força até tornar-se um território decadente e quase abandonado na cidade.Comumente avistada nessa localidade, Maria-faceira, é uma garça brasileira de bela coloração azulada, cinza com partes amareladas e bico roseado com azul, é uma ave encontrada às margens de lagoas, açudes, plantações e regiões abertas. Seu território estende-se das regiões centro-oeste, sudeste e sul do Brasil, Colômbia, Venezuela, Paraguai e Argentina, comumente avistada por aqui, assim como garças brancas, quero-queros e outras espécies.Tal qual a ave, nossa ilustre visitante, vislumbramos ocupar às margens da Orla Portuária da cidade de Pelotas para conectar pessoas, instituições, territórios e a cultura, por meio da palavra, numa grande festa literária, capaz de proporcionar a fruição da literatura latino-americana, a formação de público leitor e pessoas críticas, alcançando os campos simbólico, cidadão e econômico da cultura.Assim potencializaremos, ainda mais, a Zona Portuária de Pelotas, movimento iniciado há algumas décadas com a aquisição de inúmeros prédios pela Universidade Federal de Pelotas, com a movimentação de novas operações portuárias, bem como com a criação e instalação da OTROPORTO Indústria Criativa, a formalização do Instituto Hélio de Angola e a recente criação da Biblioteca do Passo dos Negros.Ao realizar a primeira edição desta Festa Literária contribuiremos para que a cidade de Pelotas e Região possam desfrutar de um evento em formato diferente das tradicionais feiras de livro, uma vez que ao contrário destas não serão instaladas bancas de comercialização de livros, por livrarias e/ou editoras, e sim aberto espaço para que a formação, a escuta, a fala, a poesia, autor e público possam se encontrar num festejo da literatura apresentada em diversas formas.Maria-faceira Festa Literária pretende ocupar as ruas da Orla Portuária de Pelotas de modo que agregue instituições culturais deste território, que por décadas esteve marginalizado, periférico e que nas últimas duas décadas vem se repaginando ao recuperar muitos prédios e abrigar cursos da Universidade Federal de Pelotas e nos últimos anos realizando importante retomada da operação portuária para a área econômica da cidade.Esta que será a edição de inauguração da Maria-faceira Festa Literária está prevista para acontecer em um período ainda a definir e funcionará com um conselho editorial formado por pessoas convidadas das instituições participantes do projeto e outras instituições. Anualmente homenageará um autor da literatura latino-americana, sendo a convidada da 1ª edição a pelotense Angélica Freitas.Ao longo de 2 (dois) dias, a festa contará com intensa programação, conforme estipulado no campo METAS. Haverá uma central da comunicação e, por fim, a campanha "ninho", que servirá para arrecadação e ampliação de acervos e mobiliários para bibliotecas comunitárias;Como resultados esperamos movimentar a cadeia produtiva da cultura, em especial das letras/literatura gerando renda e postos de trabalho, oportunizando novos campos de atuação para autores latino-americanos, trabalhando assim o campo econômico da cultura.Na dimensão simbólica esperamos que a fruição, a democratização, e o conhecimento resultem como marca desta primeira edição. Que a Maria-faceira possa oportunizar que o elo entre público e autor se concretize, formando público de novos leitores e pessoas conscientes.Por fim, se crianças e jovens das escolas públicas, estudantes da universidade pública e moradores das comunidades periféricas da Orla Portuária de Pelotas, estiverem inseridos na proposta, então, teremos alcançado sucesso no campo da cultura como transformador social. MARIA-FACEIRA FESTA LITERÁRIA, ao pretender acesso ao mecanismo de incentivo fiscal federal, demonstra aderência ao Artigo 1º da Lei nº 8.313/91, no que tange a:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País. Vai ao encontro, também, do artigo 3º da Lei 8.313/91, enquadrando-se no Inciso:I - incentivo à formação artística e cultural, mediante:d) estímulo à participação de artistas locais e regionais em projetos que visem o desenvolvimento artístico e cultural dos alunos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante:e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;c) ações não previstas nos incisos anteriores e consideradas relevantes pelo Ministro de Estado da Cultura, consultada a Comissão Nacional de Apoio à Cultura, considerando que o projeto, em sua especificidade, incentiva, também, a preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico da arte e produção literária brasileira; estimula o conhecimento dos bens e valores culturais, mediante a oferta de palestras, rodas de conversa, oficinas, encontros e vivências literárias.
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O projeto pretende desenvolver um plano de acessibilidade que possa garantir que todas as atividades sejam acessíveis a pessoas com deficiência, mobilidade reduzida, idosos e demais grupos com restrições temporárias ou permanentes, assegurando a plena participação e o direito universal à fruição cultural. ACESSIBILIDADE FÍSICAA meta é garantir o acesso pleno aos espaços da Orla Portuária e às atividades da programação, sendo escolhidos locais planos e com pavimentação adequada à circulação de cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida; instalação de rampas móveis de acesso quando necessário; disponibilização de cadeiras e bancos em locais de descanso e convivência; sinalização tátil e visual; instalação de sanitários acessíveis próximos às áreas de circulação principal, se necessário em caso de não haver disponibilidade de sanitários adaptados nos locais próximos; reserva de área frontal e lateral nos espaços de apresentação para pessoas com deficiência física ou mobilidade reduzida. ACESSIBILIDADE COMUNICACIONALPretendemos assegurar que todas as comunicações, falas públicas e conteúdos audiovisuais sejam compreendidos por pessoas com deficiência auditiva, visual e intelectual. Para tanto, haverá disponibilização de intérprete de Libras nas atividades principais (Sarau, mesa literária, palestra, espetáculo e show musical); produção de materiais de divulgação e sinalização em linguagem simples e fonte ampliada; publicação de conteúdos digitais em formato acessível; inserção de audiodescrição em vídeos institucionais e teasers de divulgação; e legendas descritivas nos vídeos pós-evento disponibilizados online. ACESSIBILIDADE INTELECTUAL E SENSORIALTeremos o cuidado de facilitar a compreensão e fruição das atividades para diferentes públicos, incluindo pessoas neurodivergentes e idosos, com adaptação das oficinas literárias e contações de histórias com linguagem inclusiva e mediação sensível; criação do “Cantinho Sensorial” com fones abafadores de ruído, livros táteis e atividades calmas; e formação da equipe de mediação e produção para atendimento acessível, com orientação sobre deficiência e comunicação empática; ACESSIBILIDADE SOCIAL E ECONÔMICAUma característica do projeto é a gratuidade total, garantindo a participação gratuita e igualitária de pessoas em situação de vulnerabilidade social. Firmaremos contato para buscar parceria com escolas públicas, casas de acolhimento, instituições de idosos e grupos de pessoas com deficiência para transporte e participação organizada; e criação de cotas de vagas em oficinas e rodas de conversa para participantes oriundos de comunidades periféricas. ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃOIremos designar um coordenador de acessibilidade para monitorar e garantir a execução das medidas que se pretende adotar no presente projeto.
Promover a democratização e ampliação do acesso à leitura, à literatura e às artes integradas, assegurar a fruição cultural gratuita, inclusiva e descentralizada, com especial atenção à diversidade de públicos, faixas etárias e grupos sociais é uma das principais premissas do projeto.Para assegurar que todas as atividades da Festa Literária sejam acessíveis ao público em geral, não haverá qualquer cobrança de ingresso em nenhuma das atividades a serem desenvolvidas, com a realização gratuita de toda a programação, incluindo saraus, rodas de conversa, oficinas, contações de histórias, espetáculos e shows. Inclusive a instalação do evento em espaço público de alta circulação (Orla Portuária), já demonstra a preocupação com o livre acesso e integração de toda a população local e regional com o ambiente urbano, que, através de programação diversificada, contemplando literatura, música, artes cênicas, deverá reforçar a representação dos mais diferentes e variados públicos.É objetivo do projeto expandir o acesso às ações culturais para diferentes espaços da Orla, em pontos estratégicos, incentivando a circulação do público por diferentes ambientes.No que se refere à participação e engajamento comunitário, pretendemos estimular o envolvimento direto da comunidade local, escolas, coletivos e artistas regionais, firmando parcerias com o município, escolas públicas, bibliotecas, universidades e grupos literários locais, mobilizando de estudantes e professores na extensa programação.Sobre a diversidade e representatividade a programação artística e formativa garantirá a pluralidade de vozes e de perspectivas. Pretendemos assegurar a presença de autores e autoras de diferentes regiões, gêneros, etnias e gerações; com enfoque na cultura latino-americana, valorizando línguas, histórias e expressões culturais do continente;Maria-faceira Festa Literária é uma bela oportunidade de aproximação do público com o universo da literatura e das artes, utilizando a literatura e leitura como eixo integrador das diversas manifestações artísticas, incentivando a interdisciplinaridade entre linguagens, e aproximando o público leitor de novas formas de expressão.
222 CONTEÚDO CRIATIVO – DUDA KEIBERFUNÇÃO: Proponente, gestão administrativa e financeira, Coordenação GeralJoão Eduardo Keiber, proprietário da 222 Conteúdo Criativo, é produtor cultural com diversos projetos aprovados e executados via leis de incentivo e fundos de apoio à cultura. É escritor. Autor de O Outro lado da palavra, Potchua Babulenka (2010) e O Herege (2019). Idealizou e coordenou as três edições do Festival Manuel Paderio, dos três volumes do Almanaque do Bicentenário de Pelotas, das duas edições do Pelotas Jazz Festival, e das duas edições do álbum histórico Figurinhas de Pelotas e Figurinhas de Rio Grande/RS, autor e produtor executivo dos projetos Porto Memória, Cruzeiro do Saber, OTROPORTO Rede de Economia Criativa, Oficinas de Música do CCMar, Laboratório Faber Sapiens, Galeria de Arte da OTROPORTO, e do Festival Spraysons. ASSOCIAÇÃO OTROPORTO INDÚSTRIA CRIATIVAFUNÇÃO: Assistente de Execução A OTROPORTO nasceu em 2016 e se formalizou em 2018 no bairro Porto, em Pelotas/RS. A partir de um amplo projeto de Revitalização da Orla Portuária, a Associação OTROPORTO Indústria Criativa atua como elemento integrativo entre economia, meio ambiente e comunidade, focada em apoiar e desenvolver iniciativas que gerem pertencimento, fruição, educação, formação e cidadania. As iniciativas atreladas à OTROPORTO chegam também a outras localidades da cidade e região, conectando as orlas históricas de Porto Alegre, Pelotas e Rio Grande, estimulando o fazer criativo, gerando oportunidades, renda e fruição constante e compartilhamento de saberes e valores. Ações, atividades e iniciativas fundamentadas na valorização do ser humano, sua integração harmônica com meio ambiente e sociedade, no acolhimento às diferenças, na responsabilidade social, na alegria e na disciplina ética em consonância absoluta com os Direitos Humanos e a cidadania planetária, dão o norte à instituição. GUILHERME ALMEIDAFUNÇÃO: Coordenação Editorial / Curadoria Graduado em Arquitetura e Urbanismo (2016) e Mestre em Arquitetura e Urbanismo (2022) pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAUrb) e pelo Programa de Pós Graduação e Arquitetura e Urbanismo (PROGRAU) Universidade Federal de Pelotas (UFPel), na linha de pesquisa Teoria, História, Patrimônio e Crítica. Pesquisador voltado ao estudo das transformações urbanas através da análise e interpretação da iconografia histórica. Atua desde 2016 na Associação OTROPORTO Indústria Criativa, onde é responsável pelo projeto Porto Memória. ALESSANDRA FERREIRAFUNÇÃO: Produção Executiva Produtora Cultural com mais de 25 anos de experiência na gestão pública e privada da cultura. Esteve a frente da Diretoria de Projetos da Secretaria Municipal de Cultura de Pelotas, nos últimos 11 anos, tendo sido a coordenadora do Sistema Municipal de Cultura e gestora do Programa Municipal de Incentivo à Cultura da cidade de Pelotas e de inúmeras atividades e programas como o Dia do Patrimônio. Foi parecerista do Ministério da Cultura junto à FUNARTE. Foi conselheira municipal de cultura em diversas oportunidades como membro titular tanto pela Secretaria de Cultura quanto eleita pela sociedade civil.Como produtora cultural, atuou com músicos locais, na produção independente, com dança, com edições da Feira do Livro de Pelotas, com Orquestra e Coro Música Pela Música e com edições do carnaval de rua tanto em Pelotas, quanto em São Lourenço do Sul. De volta a iniciativa privada desde junho do corrente ano, tem atuado junto à Associações de cultura, como a OTROPORTO Indústria Criativa e a Academia do Samba.Está, desde março de 2024, Conselheira Estadual de Cultura, indicada pela Secretaria Estadual de Cultura, do Governo do Estado do Rio Grande do Sul. VALDER VALEIRÃOFUNÇÃO: Designer Gráfico – Coordenador de ComunicaçãoÉ um escritório que atua em diversos segmentos do design gráfico e digital desde 2006. Especializado em programação visual, produção editorial, desenvolvimento de websites, criação de marca e identidade visual, sua equipe é formada por profissionais competentes com vasta experiência em design gráfico e sistemas para internet. O escritório possui intimidade com projetos ligados a questões artísticas, socioculturais e patrimoniais por acreditar poder, por intermédio do design, contribuir para o desenvolvimento visual coerente e representativo de áreas também criativas. INSTITUTO HÉLIO D’ANGOLAFUNÇÃO: Instituição Parceira a ser convidada – receberá os autores locais com o Cafezinho com autores e atividades para criançasO instituto Hélio D'Angola é uma entidade sem fins lucrativos cujo objetivo central é o apoio à população de baixa renda através de oficinas e atividades. O Ponto de Cultura foi criado a 9 de outubro de 2016, para homenagear “Hélio”, liderança comunitária que criou o espaço “Katangas” nas Doquinhas que sonhava pela liberdade através da arte e do conhecimento. O sonho foi levado em frente por seus filhos após sua morte, formalizando com estatuto e CNPJ, o Instituto tem firmado parcerias com o setor privado, bem como tem participado com sucesso de editais públicos. É um local recreativo, educativo e cultural, num espaço generoso para o convívio humano, as margens do Canal São Gonçalo. UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS - LIVRARIA DA UFPELFUNÇÃO: Instituição Parceira a ser convidada – receberá as atividades de lançamento de livros com autores convidadosA Livraria UFPel integra o Núcleo de Editora e Livraria, vinculado ao Gabinete da Vice-Reitoria, e atua na etapa de pós-produção dos livros publicados pela Editora UFPel sendo responsável pela divulgação, distribuição e comercialização dessas obras. Nos últimos anos, além de ponto de venda físico, a Livraria UFPel se tornou um espaço de convívio entre a comunidade acadêmica, que pode desfrutar de uma área iluminada, arborizada e equipada para receber eventos artísticos, exposições, workshops, aulas com pequenas turmas e encontros de grupos de estudos. Nesta loja virtual você poderá navegar pelo nosso catálogo que é composto por livros impressos e digitais. BIBLIOTECA COMUNITÁRIA MARIA HELENA VARGAS DA SILVEIRAFUNÇÃO: Instituição Parceira a ser convidada – receberá atividades de Palestra com Autores e atividades para crianças.Uma nova biblioteca comunitária, inaugurada em 22 de fevereiro de 2025 na ONG Cuidando de Nós, localizada no Passo dos Negros, em Pelotas. O espaço recebe esse nome homenagem à pedagoga, musicista e escritora pelotense, reconhecida por sua contribuição à cultura negra e tem como objetivo democratizar o acesso à leitura e valorizar a história da comunidade. A iniciativa nasceu a partir do trabalho da professora Eliane Barcellos, fundadora da ONG, que busca oferecer atividades educativas e culturais para os moradores da região do Passo dos Negros, um território marcado pela luta da população negra da cidade. O acervo da biblioteca foi formado por doações, principalmente de estudantes e professores dos cursos de Pedagogia da Universidade Federal de Pelotas (UFPel) e da Universidade Católica de Pelotas (UCPel).O espaço também é utilizado para oficinas, eventos culturais e reforço escolar, promovendo um ambiente de aprendizado e troca de experiências entre os moradores. BIBLIOTECA OTROPORTO – PONTO DE LEITURAFUNÇÃO: Coordenará o Ninho, campanha de doações de livros e mobiliários para doação às bibliotecas comunitáriasA Biblioteca da OTROPORTO surge do intuito da associação em criar um equipamento cultural de incentivo à leitura, indo de encontro às características da associação em ser um elemento integrativo entre economia, meio ambiente e comunidade, possuindo como foco principal o apoio e desenvolvimento de iniciativas que gerem pertencimento, fruição, educação, formação e cidadania. Com a intenção de fomentar o acesso às atividades incentivadoras de educação e informação para o público em geral, fez sentido inaugurar uma biblioteca de livre acesso na cidade de Pelotas - Rio Grande do Sul, sendo assim uma unidade de informação fundamental para complementar atividades de pesquisa e, também de lazer para a comunidade do bairro Porto e da cidade em geral.Diversas doações foram e seguem sendo recebidas na OTROPORTO para integrarem o acervo da biblioteca. Elas passam por um processo de avaliação, higienização, catalogação, etiquetamento para, finalmente, irem para as prateleiras. A ação de integração dos materiais é feita a partir do sistema GNUteca, oportunizando também o acesso remoto ao acervo da biblioteca da OTROPORTO a partir do site, podendo o usuário realizar reservas, renovações, avaliações do livro que está lendo ou já leu, bem como estipular se deseja receber novidades da unidade.Além da literatura mundial representada pelos livros, a Biblioteca OTROPORTO também realiza atividades de formação de leitores e de incentivo ao livro e à literatura. Contação de histórias, palestras e saraus atraem públicos diversos e estimulam o convívio pacífico e educativo.Recentemente, através do Edital de Ponto de Cultura da PNAB junto à SEDAC, adquirimos nossa primeira coleção em braile, que conta com 18 obras de pensadores negros. ANGÉLICA FREITASFUNÇÃO: Escritora HomenageadaAngélica Freitas nasceu em Pelotas (RS) em 1973. Publicou Rilke shake (7Letras/Cosac Naify, 2007; Companhia das Letras, 2021), Um útero é do tamanho de um punho (Cosac Naify, 2012; Companhia das Letras, 2017) e Canções de atormentar (Companhia das Letras, 2020). Sua poesia também está nas faixas do álbum Avenida Angélica (2022), do cantor e compositor Vitor Ramil.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.